{"id":1095,"date":"2013-06-10T08:59:09","date_gmt":"2013-06-10T11:59:09","guid":{"rendered":"http:\/\/xn--regeneraoplanetria-dsb6a7f.com.br\/?page_id=1095"},"modified":"2013-06-10T08:59:09","modified_gmt":"2013-06-10T11:59:09","slug":"consideracoes-sobre-a-familia-dever","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/xn--regeneraoplanetria-dsb6a7f.com.br\/index.php\/familia\/consideracoes-sobre-a-familia-dever\/","title":{"rendered":"Considera\u00e7\u00f5es sobre a fam\u00edlia &#8211; Dever"},"content":{"rendered":"<p>DEVER<\/p>\n<p>Emmanuel (da obra \u201cO Consolador\u201d)<\/p>\n<p>186 \u2013O \u201cacaso\u201d deve entrar nas cogita\u00e7\u00f5es da vida de um espiritista crist\u00e3o?<\/p>\n<p>-O acaso, propriamente considerado, n\u00e3o pode entrar nas cogita\u00e7\u00f5es do sincero disc\u00edpulo da verdade evang\u00e9lica.<\/p>\n<p>No cap\u00edtulo do trabalho e do sofrimento, a sua alma esclarecida conhece a necessidade da pr\u00f3pria reden\u00e7\u00e3o, com vistas ao passado delituoso e, no que se refere aos desvios e erros do presente, melhor que ningu\u00e9m a sua consci\u00eancia deve saber da interven\u00e7\u00e3o ind\u00e9bita levada a efeito sobre a lei de amor, estabelecida por Deus, cumprindo-lhe aguardar, conscientemente, sem qualquer no\u00e7\u00e3o de acaso, os resgates e repara\u00e7\u00f5es dolorosas do futuro.<\/p>\n<p>187 \u2013Qual a atitude mental que mais favorecer\u00e1 o nosso \u00eaxito espiritual nos trabalhos do mundo?<\/p>\n<p>-Essa atitude deve ser a que vos \u00e9 ensinada pela lei divina, na reencarna\u00e7\u00e3o em que vos encontrais, isto \u00e9, a do esquecimento de todo o mal, para recordar apenas o bem e a sagrada oportunidade de trabalho e edifica\u00e7\u00e3o, no patrim\u00f4nio eterno do tempo.<\/p>\n<p>Esquecer o mal \u00e9 aniquila-lo, e perdoar a quem o pratica \u00e9 ensinar o amor, conquistando afei\u00e7\u00f5es sinceras e preciosas.<\/p>\n<p>Da\u00ed a necessidade do perd\u00e3o, no mundo, para que o inc\u00eandio do mal possa ser exterminado, devolvendo-se a paz leg\u00edtima aos cora\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>188 \u2013Como devem proceder aos c\u00f4njuges para bem cumprir seus deveres?<\/p>\n<p>-O matrim\u00f4nio muito frequentemente, na Terra, constitui um aprova dif\u00edcil, mas redentora.<\/p>\n<p>Os c\u00f4njuges, desvelados por bem cumprir suas obriga\u00e7\u00f5es divinas, devem observar o m\u00e1ximo de aten\u00e7\u00e3o, respeito e carinho m\u00fatuo, concentrando-se ambos no lar, sempre que haja um perigo amea\u00e7ando-lhe a felicidade dom\u00e9stica, porque na prece e na vigil\u00e2ncia espiritual encontrar\u00e3o sempre as melhores defesas.<\/p>\n<p>No lar, muitas vezes, quando um dos c\u00f4njuges se transvia, a tarefa \u00e9 de luta e l\u00e1grimas penosas; por\u00e9m no sacrif\u00edcio, toda alma se santifica e se ilumina, transformando-se em modelo no sagrado instituto da fam\u00edlia.<\/p>\n<p>Para alcan\u00e7ar a paci\u00eancia e o hero\u00edsmo dom\u00e9sticos, faz-se mister a mais entranhada f\u00e9 em Deus, tomando-se como espelho divino a exemplifica\u00e7\u00e3o de Jesus, no seu apostolado de abnega\u00e7\u00e3o e de dor, \u00e0 face da Terra.<\/p>\n<p>189 \u2013Que deve fazer a m\u00e3e terrestre para cumprir evangelicamente os seus deveres, conduzindo os filhos para o bem e para a verdade?<\/p>\n<p>-No ambiente dom\u00e9stico, o cora\u00e7\u00e3o maternal deve ser o expoente divino de toda a compreens\u00e3o espiritual e de todos os sacrif\u00edcios pela paz da fam\u00edlia.<\/p>\n<p>Dentro dessa esfera de trabalho, na mais santificada tarefa de ren\u00fancia pessoal, a mulher crist\u00e3 acende a verdadeira luz para o caminho dos filhos atrav\u00e9s da vida. A miss\u00e3o materna resume-se em dar sempre o amor de Deus, o Pai de Infinita Bondade, que p\u00f4s no cora\u00e7\u00e3o das m\u00e3es a sagrada ess\u00eancia da vida. Nos labores do mundo, existem aquelas que se deixam levar pelo ego\u00edsmo do ambiente particularista; contudo, \u00e9 preciso acordar a tempo, de modo a n\u00e3o viciar a fonte da ternura.<\/p>\n<p>A m\u00e3e terrestre deve compreender antes de tudo, que seus filhos, primeiramente, s\u00e3o filhos de Deus.<\/p>\n<p>Desde a inf\u00e2ncia, deve prepara-los para o trabalho e para a luta que os esperam.<\/p>\n<p>Desde os primeiros anos, deve ensinar a crian\u00e7a a fugir do abismo da liberdade, controlando-lhe as atitudes e concentrando-lhe as posi\u00e7\u00f5es mentais, pois que essa \u00e9 a ocasi\u00e3o mais prop\u00edcia \u00e0 edifica\u00e7\u00e3o das bases de uma vida.<\/p>\n<p>Deve sentir os filhos de outras m\u00e3es como se fossem os seus pr\u00f3prios, sem guardar, de modo algum, a falsa compreens\u00e3o de que os seus s\u00e3o melhores e mais altamente aquinhoados que os das outras.<\/p>\n<p>Ensinar\u00e1 a toler\u00e2ncia mais pura, mas n\u00e3o desdenhar\u00e1 a energia quando seja necess\u00e1ria no processo da educa\u00e7\u00e3o, reconhecida a heterogeneidade das tend\u00eancias e a diversidade dos temperamentos.<\/p>\n<p>Sacrificar-se de todos os modos ao seu alcance, sem quebrar o padr\u00e3o de grandeza espiritual de sua tarefa, pela paz dos filhos, ensinando-lhes que toda dor \u00e9 respeit\u00e1vel, que todo trabalho edificante \u00e9 divino, e que todo desperd\u00edcio \u00e9 falta grave.<\/p>\n<p>Ensinar-lhes-\u00e1 o respeito pelo infort\u00fanio alheio, para que sejam igualmente amparados no mundo, na hora de amargura que os espera, comum a todos os esp\u00edritos encarnados.<\/p>\n<p>Nos problemas da dor e do trabalho, da prova\u00e7\u00e3o e da experi\u00eancia, n\u00e3o deve dar raz\u00e3o a qualquer queixa dos filhos, sem exame desapaixonado e meticuloso das quest\u00f5es, levantando-lhes os sentimentos para Deus, sem permitir que estacionem na futilidade ou nos preju\u00edzos morais das situa\u00e7\u00f5es transit\u00f3rias do mundo.<\/p>\n<p>Ser\u00e1 ele no lar o bom conselho sem parcialidade, o est\u00edmulo do trabalho e a fonte de harmonia para todos.<\/p>\n<p>Buscar\u00e1 na piedosa M\u00e3e de Jesus o s\u00edmbolo das virtudes crist\u00e3s, transmitindo aos que a cercam os dons sublimes da humildade e da perseveran\u00e7a, sem qualquer preocupa\u00e7\u00e3o pelas gloriosas ef\u00eameras da vida material.<\/p>\n<p>Cumprindo esse programa de esfor\u00e7o evang\u00e9lico, na hip\u00f3tese de fracassarem todas as suas dedica\u00e7\u00f5es e ren\u00fancias, compete \u00e0s m\u00e3es incompreendidas entregar o fruto de seu labores a Deus, prescindindo de qualquer julgamento do mundo, pois que o Pai de Miseric\u00f3rdia saber\u00e1 apreciar os seus sacrif\u00edcios e aben\u00e7oar\u00e3o as suas penas, no instituto sagrado da vida familiar.<\/p>\n<p>190 \u2013Quando os filhos s\u00e3o rebeldes e incorrig\u00edveis, imperme\u00e1veis a todos os processos educativos, como devem proceder aos pais?<\/p>\n<p>-Depois de movimentar todos os processos de amor e de energia no trabalho de orienta\u00e7\u00e3o educativa dos filhos, \u00e9 justo que os respons\u00e1veis pelo instituto familiar, sem descontinuidade da dedica\u00e7\u00e3o e do sacrif\u00edcio, esperem a manifesta\u00e7\u00e3o da Provid\u00eancia Divina para o esclarecimento dos filhos incorrig\u00edveis, compreendendo que essa manifesta\u00e7\u00e3o deve chegar atrav\u00e9s de dores e de provas acerbas, de modo a semear-lhes, com \u00eaxito, o campo da compreens\u00e3o e do sentimento.<\/p>\n<p>191 \u2013Como poder\u00e3o os pais despertar no \u00edntimo do filho rebelde as no\u00e7\u00f5es sagradas do dever e das obriga\u00e7\u00f5es para com Deus Todo-Poderoso, de quem somos filhos?<\/p>\n<p>-Depois de esgotar todos os recursos a bem dos filhos e depois da pr\u00e1tica sincera de todos os processos amorosos e en\u00e9rgicos pela sua forma\u00e7\u00e3o espiritual, sem \u00eaxito algum, \u00e9 preciso que os pais estimem nesses filhos adultos, que n\u00e3o lhes apreenderam a palavra e a exemplifica\u00e7\u00e3o, os irm\u00e3os indiferentes ou endurecidos de sua alma, comparsas do passado delituoso, que \u00e9 necess\u00e1rio entregar a Deus, de modo que sejam naturalmente trabalhados pelos processos tristes e violentos da educa\u00e7\u00e3o do mundo.<\/p>\n<p>A dor tem possibilidades desconhecidas para penetrar os esp\u00edritos, onde a linfa do amor n\u00e3o conseguiu brotar, n\u00e3o obstante o servi\u00e7o inestim\u00e1vel do afeto paternal, humano.<\/p>\n<p>Eis a raz\u00e3o pela qual, em certas circunst\u00e2ncias da vida, faz-se mister que os pais estejam revestidos de suprema resigna\u00e7\u00e3o, reconhecendo no sofrimento que persegue os filhos a manifesta\u00e7\u00e3o de uma bondade superior, cujo buril oculto, constitu\u00eddo por sofrimentos, remodela e aperfei\u00e7oa com vistas ao futuro espiritual.<\/p>\n<p>192 \u2013A mentira retarda o desenvolvimento do esp\u00edrito?<\/p>\n<p>-Mentira n\u00e3o \u00e9 ato de guardar a verdade para o momento oportuno, porquanto essa atitude mental se justifica na pr\u00f3pria li\u00e7\u00e3o do Senhor, que recomendava aos disc\u00edpulos n\u00e3o atirarem a esmo a semente bendita dos seus ensinos de amor.<\/p>\n<p>A mentira \u00e9 a a\u00e7\u00e3o capciosa que visa o proveito imediato de si mesmo, em detrimento dos interesses alheios em sua fei\u00e7\u00e3o leg\u00edtima e sagrada; e essa atitude mental da criatura \u00e9 das que mais humilham a personalidade humana, retardando, por todos os modos, a evolu\u00e7\u00e3o divina do Esp\u00edrito.<\/p>\n<p>193 \u2013A verdade quando dita com sinceridade e franqueza rudes pode retardar o progresso espiritual pela dor que causa?<\/p>\n<p>-A verdade \u00e9 a ess\u00eancia espiritual da vida.<\/p>\n<p>Cada homem ou cada grupo de criaturas possui o seu quinh\u00e3o de verdades relativas, com o qual se alimentam as almas nos v\u00e1rios planos evolutivos.<\/p>\n<p>O cora\u00e7\u00e3o, que ret\u00e9m uma parcela maior, est\u00e1 habilitado a alimentar seus irm\u00e3os a caminho de aquisi\u00e7\u00f5es mais elevadas; todavia, \u00e9 imprescind\u00edvel o melhor crit\u00e9rio amoroso na distribui\u00e7\u00e3o dos bens da verdade, porquanto esses bens devem ser fornecidos de acordo com a capacidade de compreens\u00e3o do Esp\u00edrito a que se destina o ensinamento, de maneira que o esfor\u00e7o n\u00e3o se fa\u00e7a acompanhar de resultados contraproducentes.<\/p>\n<p>Ainda aqui, podemos examinar os exemplos da natureza material.<\/p>\n<p>A nutri\u00e7\u00e3o de um menino deve conter a subst\u00e2ncia mantenedora da vida, mas n\u00e3o pode ser an\u00e1loga \u00e0 nutri\u00e7\u00e3o do adulto. A despreocupa\u00e7\u00e3o nesse assunto poderia levar a crian\u00e7a ao aniquilamento, embora as subst\u00e2ncias ministradas estivessem repletas de elementos vitais.<\/p>\n<p>194 \u2013Devemos contar, de maneira absoluta, com o aux\u00edlio dos guias espirituais em nossas realiza\u00e7\u00f5es humanas?<\/p>\n<p>-Um guia espiritual poder\u00e1 cooperar sempre em vossos trabalhos, seja auxiliando-vos nas dificuldades, de maneira indireta, ou confortando-vos na dor, estimulando-vos para a edifica\u00e7\u00e3o moral, imprescind\u00edvel \u00e0 ilumina\u00e7\u00e3o de cada um; entretanto, n\u00e3o deveis tomar as express\u00f5es fraternas por promessa formal, no terreno das realiza\u00e7\u00f5es do mundo, porquanto essas realiza\u00e7\u00f5es dependem do vosso esfor\u00e7o pr\u00f3prio e se acham entrosadas no mecanismo das prova\u00e7\u00f5es indispens\u00e1veis ao vosso aperfei\u00e7oamento.<\/p>\n<p>195 \u2013Como poderemos encontrar, dentro de n\u00f3s mesmos, o elemento esclarecedor de qualquer d\u00favida, quanto \u00e0 qualidade fraternal e excelente do ato que pretendamos realizar nas lutas cotidianas da vida de rela\u00e7\u00e3o?<\/p>\n<p>-Aqui, somos compelidos a recordar o antigo preceito do \u201camar o pr\u00f3ximo como a n\u00f3s mesmos\u201d.<\/p>\n<p>Em todos os seus atos, o disc\u00edpulo de Jesus dever\u00e1 considerar se estaria satisfeito, recebendo-os de um seu irm\u00e3o, na mesma qualidade, intensidade e modalidade com que pretende aplicar o conceito, ou exemplo, aos outros.<\/p>\n<p>Com esse processo introspectivo, cessariam todas as campanhas levianas dos atos e das palavras, e a comunidade crist\u00e3 estaria integrada, em conjunto, no seu leg\u00edtimo caminho.<\/p>\n<p>196 \u2013Como encaram os guias espirituais as nossas queixas?<\/p>\n<p>-Muitas s\u00e3o consideradas verdadeiras preces dignas de toda a carinhosa aten\u00e7\u00e3o dos amigos desencarnados.<\/p>\n<p>A maioria, por\u00e9m, n\u00e3o passa de lamenta\u00e7\u00e3o est\u00e9ril, a que o homem se acostumou como a um v\u00edcio qualquer, porque, se tende nas m\u00e3os o rem\u00e9dio eficaz com o Evangelho de Jesus e com os consoladores esclarecimentos da doutrina dos Esp\u00edritos, a repeti\u00e7\u00e3o de certas queixas traduz m\u00e1-vontade na aplica\u00e7\u00e3o leg\u00edtima do conhecimento espiritista a v\u00f3s mesmos.<\/p>\n<p>Da Obra \u201cO CONSOLADOR\u201d \u2013 Esp\u00edrito: EMMANUEL \u2013 M\u00e9dium: FRANCISCO C\u00c2NDIDO XAVIER<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>DEVER Emmanuel (da obra \u201cO Consolador\u201d) 186 \u2013O \u201cacaso\u201d deve entrar nas cogita\u00e7\u00f5es da vida de um espiritista crist\u00e3o? -O acaso, propriamente considerado, n\u00e3o pode entrar nas cogita\u00e7\u00f5es do sincero disc\u00edpulo da verdade evang\u00e9lica. 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