{"id":1198,"date":"2013-06-23T10:06:59","date_gmt":"2013-06-23T13:06:59","guid":{"rendered":"http:\/\/xn--regeneraoplanetria-dsb6a7f.com.br\/?page_id=1198"},"modified":"2013-06-23T10:06:59","modified_gmt":"2013-06-23T13:06:59","slug":"16-da-sematologia-e-da-tiptologia","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/xn--regeneraoplanetria-dsb6a7f.com.br\/index.php\/lm\/16-da-sematologia-e-da-tiptologia\/","title":{"rendered":"16 &#8211; Da Sematologia e da Tiptologia"},"content":{"rendered":"<p>CAP\u00cdTULO XI<\/p>\n<p><b>DA SEMATOLOGIA E DA TIPTOLOGIA<\/b><\/p>\n<p><i>Linguagem dos sinais e das pancadas &#8211; Tiptologia alfab\u00e9tica.<\/i><\/p>\n<p>139. As primeiras comunica\u00e7\u00f5es inteligentes foram obtidas por meio de pancadas, ou da tiptologia. Muito limitados eram os recursos que oferecia esse meio primitivo, que se ressentia de estar na inf\u00e2ncia a arte, tudo se reduzindo, nas comunica\u00e7\u00f5es, a respostas monossil\u00e1bicas, por &#8211; <i>sim, <\/i>ou &#8211; <i>n\u00e3o, <\/i>mediante convencionado n\u00famero de pancadas. Mais tarde, foi aperfei\u00e7oado, como j\u00e1 dissemos.<\/p>\n<p>De duas maneiras se obt\u00eam as pancadas, com m\u00e9diuns especiais. Esse modo de operar demanda certa aptid\u00e3o para as manifesta\u00e7\u00f5es f\u00edsicas. A primeira, a que se poderia chamar <i>tiptologia por meio de b\u00e1sculo, <\/i>consiste no movimento da mesa, que se levanta de um s\u00f3 lado e cai batendo com um dos p\u00e9s. Basta para isso que o m\u00e9dium lhe ponha a m\u00e3o na borda. Se se quiser confabular com determinado Esp\u00edrito, ser\u00e1 necess\u00e1rio evoc\u00e1-lo. No caso contr\u00e1rio, manifesta-se o primeiro que chegue, ou o que tenha o costume de apresentar-se. Tendo convencionado, por exemplo -que uma pancada significar\u00e1 &#8211; <i>sim <\/i>e duas pancadas &#8211; <i>n\u00e3o, <\/i>ou vice-versa, indiferentemente, o experimentador dirigir\u00e1 ao Esp\u00edrito as perguntas que quiser. Veremos adiante quais as de que cumpre se abstenha. O inconveniente est\u00e1 na brevidade das respostas e na dificuldade de formular a pergunta de modo a dar lugar a um sim, ou a um n\u00e3o.<\/p>\n<p>Suponhamos se pergunte ao Esp\u00edrito: que desejas? Ele n\u00e3o poder\u00e1 responder sen\u00e3o com uma frase. Ser\u00e1 preciso ent\u00e3o dizer: desejas isto? N\u00e3o. &#8211; Aquilo? Sim. Assim por diante.<\/p>\n<p>140. \u00c9 de notar-se que, quando se emprega esse meio, o Esp\u00edrito usa tamb\u00e9m de uma esp\u00e9cie de <i>m\u00edmica, <\/i>isto \u00e9, exprime a energia da afirma\u00e7\u00e3o ou da nega\u00e7\u00e3o pela for\u00e7a das pancadas. Tamb\u00e9m exprime a natureza dos sentimentos que o animam: a viol\u00eancia, pela brusquid\u00e3o dos movimentos; a c\u00f3lera e a impaci\u00eancia, batendo repetidamente fortes pancadas, como uma pessoa que bate arrebatadamente com os p\u00e9s, chegando \u00e0s vezes a atirar ao ch\u00e3o a mesa. Se \u00e9 am\u00e1vel e delicado, inclina, no come\u00e7o e no fim da sess\u00e3o, a mesa, \u00e0 guisa de sauda\u00e7\u00e3o. Se quer dirigir-se diretamente a um dos assistentes, para ele encaminha a mesa com brandura, ou viol\u00eancia, conforme deseje testemunhar-lhe fei\u00e7\u00e3o, ou antipatia. Essa, propriamente falando, a <i>sematologia, <\/i>ou linguagem dos sinais como a <i>tiptologia <\/i>\u00e9 a linguagem das pancadas. Eis aqui um exemplo not\u00e1vel do emprego espont\u00e2neo da sematologia.<\/p>\n<p>Um dia, na sua sala de visitas, onde muitas pessoas se ocupavam com as manifesta\u00e7\u00f5es, um senhor do nosso conhecimento recebeu uma carta nossa. Enquanto a lia, a mesa que servia para as experi\u00eancias veio repentinamente colocar-se-lhe ao lado. Conclu\u00edda a leitura da carta, ele a foi colocar sobre uma outra mesa, do lado oposto da sala. Aquela mesa o acompanhou e se dirigiu para onde estava a carta. Surpreendido com essa coincid\u00eancia, calculou o destinat\u00e1rio da carta que entre esta e aquele movimento alguma rela\u00e7\u00e3o havia e interrogou a respeito o Esp\u00edrito, que respondeu ser o nosso Esp\u00edrito familiar. Informado do ocorrido, perguntamos, por nossa vez, a esse Esp\u00edrito qual o motivo da visita que fizera \u00e0quele senhor. A resposta foi: &#8220;\u00c9 natural que eu visite as pessoas com que te achas em rela\u00e7\u00f5es, a fim de poder, se for preciso, dar-te, assim como a elas, os avisos necess\u00e1rios.&#8221;<\/p>\n<p>\u00c9, pois, evidente que o Esp\u00edrito quisera chamar a aten\u00e7\u00e3o da pessoa a quem nos referimos e procurava uma ocasi\u00e3o de cientific\u00e1-la de que estava l\u00e1. Um mudo n\u00e3o se houvera conduzido melhor.<\/p>\n<p>141. N\u00e3o tardou que a tiptologia se aperfei\u00e7oasse e enriquecesse com um meio de comunica\u00e7\u00e3o mais completo, o da <i>tiptologia alfab\u00e9tica, <\/i>que consiste em serem as letras do alfabeto indicadas por pancadas. Podem obter-se ent\u00e3o palavras, frases e at\u00e9 discursos inteiros. De acordo com o m\u00e9todo adotado, a mesa dar\u00e1 tantas pancadas quantas forem necess\u00e1rias para indicar cada letra, isto \u00e9, uma pancada para o <i>a, <\/i>duas pancadas para o <i>b, <\/i>e assim por diante. Enquanto isto, uma pessoa ir\u00e1 escrevendo as letras, \u00e0 medida que forem sendo designadas. O Esp\u00edrito faz sentir que terminou, usando de um sinal que se haja convencionado.<\/p>\n<p>Como se v\u00ea, este modo de operar \u00e9 muito lento e consome longo tempo para as comunica\u00e7\u00f5es de certa extens\u00e3o. Entretanto, pessoas h\u00e1 que t\u00eam tido a paci\u00eancia de se utilizarem dele, para obter ditados de muitas p\u00e1ginas. Por\u00e9m, a pr\u00e1tica levou \u00e0 descoberta de abreviaturas, que permitiram trabalhar-se com maior rapidez. A de uso mais freq\u00fcente consiste em colocar o experimentador, diante de si, um alfabeto e a s\u00e9rie dos algarismos indicadores das unidades. Estando o m\u00e9dium \u00e0 mesa, uma outra pessoa percorre sucessivamente as letras do alfabeto, se se trata de obter uma palavra, ou a s\u00e9rie dos algarismos, se deum n\u00famero. Apontada a letra que serve, a mesa, por si mesma, bate uma pancada e escreve-se a letra. Recome\u00e7a-se a opera\u00e7\u00e3o para obter-se a segunda, depois a terceira letra e assim sucessivamente. Se tiver havido engano em alguma letra, o Esp\u00edrito previne, fazendo a mesa dar repetidas pancadas, ou produzir um movimento especial, e recome\u00e7a-se. Com o h\u00e1bito, chega-se a andar bem depressa. Mas, adivinhando o fim de uma palavra come\u00e7ada e com a qual se pode atinar pelo sentido da frase, \u00e9 como, sobretudo, se consegue abreviar de muito a comunica\u00e7\u00e3o. Em havendo incerteza, pergunta-se ao Esp\u00edrito se foi esta ou aquela palavra a que ele quis empregar e o Esp\u00edrito responde sim, ou n\u00e3o.<\/p>\n<p>142. Todos os efeitos que acabamos de indicar podem obter-se de maneira ainda mais simples, por meio de pancadas produzidas na pr\u00f3pria madeira da mesa, sem nenhuma esp\u00e9cie de movimento, processo que j\u00e1 descrevemos no cap\u00edtulo das manifesta\u00e7\u00f5es f\u00edsicas, n\u00famero 64. \u00c9 a <i>tiptologia interior. <\/i>Nem todos os m\u00e9diuns s\u00e3o igualmente aptos \u00e0s manifesta\u00e7\u00f5es deste \u00faltimo g\u00eanero. Muitos h\u00e1 que s\u00f3 obt\u00eam as pancadas pelo movimento basculat\u00f3rio da mesa. Contudo, exercitando-se, podem eles, em sua maioria, chegar a consegui-las daquela maneira, que tem a dupla vantagem de ser mais r\u00e1pida e de oferecer menos azo \u00e0 suspeita do que o b\u00e1sculo, que se pode atribuir a uma press\u00e3o volunt\u00e1ria. Verdade \u00e9 que a~ pancadas no interior da madeira tamb\u00e9m podem ser imitadas por m\u00e9diuns de m\u00e1-f\u00e9. As melhores coisas podem ser simuladas, o que, ali\u00e1s, nada prova contra elas. (Veja-se, no fim deste volume, o cap\u00edtulo intitulado: <i>Fraudes e embustes.)<\/i><\/p>\n<p>Quaisquer, por\u00e9m, que sejam os aperfei\u00e7oamentos que se possam introduzir nessa maneira de proceder, jamais se conseguir\u00e1 faz\u00ea-la alcan\u00e7ar a rapidez e a facilidade que apresenta a escrita, raz\u00e3o por que, presentemente, j\u00e1 \u00e9 pouco empregada. Ela, no entanto, \u00e9, \u00e0s vezes, interessant\u00edssima, do ponto de vista do fen\u00f4meno, sobretudo para os novatos, e tem, principalmente, a vantagem de provar, de forma perempt\u00f3ria, a absoluta independ\u00eancia do pensamento do m\u00e9dium.<\/p>\n<p>Assim se obt\u00eam, n\u00e3o raro, respostas t\u00e3o imprevistas, de ato flagrantes a prop\u00f3sito, que s\u00f3 uma preven\u00e7\u00e3o bastante determinada ser\u00e1 capaz de impedir que os assistentes se rendam \u00e0 evid\u00eancia. Da\u00ed vem que esse processo constitui, para muitas pessoas, forte motivo de convic\u00e7\u00e3o. Mas, seja ele o empregado, seja qualquer outro, em caso algum os Esp\u00edritos se mostram dispostos a prestar-se aos caprichos dos curiosos, que pretendam experiment\u00e1-los por meio de quest\u00f5es despropositadas.<\/p>\n<p>143. Com o fim de melhor garantir a independ\u00eancia ao pensamento do m\u00e9dium, imaginaram-se diversos instrumentos em forma de quadrantes, sobre os quais se tra\u00e7am as letras, \u00e0 maneira dos quadrantes do tel\u00e9grafo el\u00e9trico. Uma agulha m\u00f3vel, que a influ\u00eancia do m\u00e9dium p\u00f5e em movimento, mediante um fio condutor e uma polia, indica as letras. Esses instrumentos s\u00f3 os conhecemos pelos desenhos e descri\u00e7\u00f5es que t\u00eam sido publicados na Am\u00e9rica. Nada, pois, podemos dizer do valor deles; temos por\u00e9m, para n\u00f3s, que a s\u00f3 complica\u00e7\u00e3o que denotam constitui um inconveniente; que a independ\u00eancia do m\u00e9dium se comprova perfeitamente pelas pancadas interiores e, ainda melhor, pelo imprevisto das respostas, do que por todos os meios materiais. Acresce que os incr\u00e9dulos, sempre dispostos que est\u00e3o a ver por toda parte artif\u00edcios e arranjos, muito mais inclinados h\u00e3o de estar a sup\u00f4-los num mecanismo especial, do que na primeira mesa de que se lance m\u00e3o, livre de todo e qualquer acess\u00f3rio.<\/p>\n<p>144. Um aparelho mais simples, por\u00e9m, do qual a m\u00e1-f\u00e9 pode abusar facilmente, conforme veremos no cap\u00edtulo das <i>Fraudes, <\/i>\u00e9 o que designaremos sob o nome de <i>Mesa- Girardin, <\/i>tendo em aten\u00e7\u00e3o o uso que fazia dele a Sr.\u00aa Em\u00edlio de Girardin nas numerosas comunica\u00e7\u00f5es que obtinha como m\u00e9dium. Porque, essa senhora, se bem fosse uma mulher de esp\u00edrito, tinha a fraqueza de crer nos Esp\u00edritos e nas suas manifesta\u00e7\u00f5es. Consiste o instrumento num tampo m\u00f3vel de mesa, com o di\u00e2metro de trinta a quarenta cent\u00edmetros, girando livre e facilmente em torno de um eixo, como uma roleta. Sobre sua superf\u00edcie e acompanhando-lhe a circunfer\u00eancia, se acham tra\u00e7ados, como sobre um quadrante, as letras do alfabeto, os algarismos e as palavras <i>sim <\/i>e <i>n\u00e3o. <\/i>Ao centro existe uma agulha fixa. Pousando o m\u00e9dium os dedos na borda do disco m\u00f3vel, este gira e p\u00e1ra, quando a letra desejada est\u00e1 sob a agulha.<\/p>\n<p>Escrevem-se, umas ap\u00f3s outras, as letras indicadas e formam-se assim, muito rapidamente, as palavras e as frases.<\/p>\n<p>\u00c9 de notar-se que o disco n\u00e3o desliza sob os dedos do m\u00e9dium; que os seus dedos, conservando-se apoiados nele, lhe acompanham o movimento. Talvez que um m\u00e9dium poderoso consiga obter um movimento independente. Julgamo-lo poss\u00edvel, mas nunca o observamos. Se se pudesse fazer a experi\u00eancia dessa maneira, infinitamente mais probante ela seria, porque eliminaria toda possibilidade de embuste.<\/p>\n<p>145. Resta-nos destruir um erro assaz espalhado: o de confundirem-se com os Esp\u00edritos batedores todos os Esp\u00edritos que se comunicam por meio de pancadas. A tiptologia constitui um meio de comunica\u00e7\u00e3o como qualquer outro, e que n\u00e3o \u00e9, mais do que o da escrita, ou da palavra, indigno dos Esp\u00edritos elevados. Todos os Esp\u00edritos, bons e maus, podem servir-se dele, como dos diversos outros existentes. O que caracteriza os Esp\u00edritos superiores \u00e9 a eleva\u00e7\u00e3o das id\u00e9ias e n\u00e3o o instrumento de que se utilizem para exprimi-las. Sem d\u00favida, eles preferem os meios mais c\u00f4modos e, sobretudo, mais r\u00e1pidos; mas, em falta de l\u00e1pis e papel, n\u00e3o escrupulizar\u00e3o de valer-se da vulgar mesa falante e a prova \u00e9 que, por esse meio, se obt\u00e9m os mais sublimes ditados. Se dele n\u00e3o nos servimos, n\u00e3o \u00e9 porque o consideremos desprez\u00edvel, por\u00e9m unicamente porque, como fen\u00f4meno, j\u00e1 nos ensinou tudo o que pud\u00e9ramos vir a saber, nada mais lhe sendo poss\u00edvel acrescentar \u00e0s nossas convic\u00e7\u00f5es, e porque a extens\u00e3o das comunica\u00e7\u00f5es que recebemos exige uma rapidez com a qual \u00e9 incompat\u00edvel a tiptologia.<\/p>\n<p>Assim, pois, nem todos os Esp\u00edritos que se manifestam por pancadas s\u00e3o batedores. Este qualificativo deve ser reservado para os que poder\u00edamos chamar batedores de profiss\u00e3o e que, por este meio, se deleitam em pregar partidas, para divertimentos de umas tantas pessoas, em aborrecer com as suas importuna\u00e7\u00f5es. Pode-se esperar que algumas vezes deem coisas espirituosas; por\u00e9m, coisas profundas, nunca.<\/p>\n<p>Seria, conseguintemente, perder tempo formular-lhes quest\u00f5es de certo porte cient\u00edfico, ou filos\u00f3fico. A ignor\u00e2ncia e a inferioridade que lhes s\u00e3o peculiares deram motivo a que, com justeza, os outros Esp\u00edritos os qualificassem de palha\u00e7os, ou saltimbancos do mundo esp\u00edrita. Acrescentemos que, al\u00e9m de agirem quase sempre por conta pr\u00f3pria, tamb\u00e9m s\u00e3o ami\u00fade instrumentos de que lan\u00e7am m\u00e3o os Esp\u00edritos superiores, quando querem produzir efeitos materiais.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>CAP\u00cdTULO XI DA SEMATOLOGIA E DA TIPTOLOGIA Linguagem dos sinais e das pancadas &#8211; Tiptologia alfab\u00e9tica. 139. As primeiras comunica\u00e7\u00f5es inteligentes foram obtidas por meio de pancadas, ou da tiptologia. 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