{"id":388,"date":"2013-03-15T21:28:31","date_gmt":"2013-03-16T00:28:31","guid":{"rendered":"http:\/\/xn--regeneraoplanetria-dsb6a7f.com.br\/?page_id=388"},"modified":"2013-03-17T21:32:29","modified_gmt":"2013-03-18T00:32:29","slug":"transicao-emmanuel","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/xn--regeneraoplanetria-dsb6a7f.com.br\/index.php\/transicao\/transicao-emmanuel\/","title":{"rendered":"Emmanuel &#8211; Mundo em Transi\u00e7\u00e3o"},"content":{"rendered":"<p><b>Partes do livro &#8220;A Caminho da Luz&#8221;, ditado pelo <\/b>Esp\u00edrito Emmanuel<b>, psicografado por <\/b>Francisco C\u00e2ndido Xavier (Mensagem inicial recebida em: 17\/8\/1938.)<\/p>\n<p><b>Introdu\u00e7\u00e3o<\/b><\/p>\n<p>Enquanto as penosas transi\u00e7\u00f5es do s\u00e9culo 20 se anunciam ao tinido sinistro das armas, as for\u00e7as espirituais se re\u00fanem para as grandes reconstru\u00e7\u00f5es do porvir.<br \/>\nAproxima-se o momento em que se efetuar\u00e1 a aferi\u00e7\u00e3o de todos os valores terrestres para o ressurgimento das energias criadoras de um mundo novo, e natural \u00e9 que recordemos o ascendente m\u00edstico de todas as civiliza\u00e7\u00f5es que surgiram e desapareceram, evocando os grandes per\u00edodos evolutivos da Humanidade, com as suas mis\u00e9rias e com os seus esplendores, para afirmar as realidades espirituais acima de todos os fen\u00f4menos transit\u00f3rios da mat\u00e9ria.<br \/>\nEsse esfor\u00e7o de s\u00edntese ser\u00e1 o da f\u00e9 reclamando a sua posi\u00e7\u00e3o em face da ci\u00eancia dos homens, e ante as religi\u00f5es da separatividade, como a b\u00fassola da verdadeira sabedoria.<br \/>\nDiante dos nossos olhos de esp\u00edrito passam os fantasmas das civiliza\u00e7\u00f5es mortas, como se permanec\u00eassemos diante de um &#8220;\u00e9cran&#8221; maravilhoso. As almas mudam a indument\u00e1ria carnal, no curso incessante dos s\u00e9culos; constroem o edif\u00edcio milen\u00e1rio da evolu\u00e7\u00e3o humana com as suas l\u00e1grimas e sofrimentos, e at\u00e9 nossos ouvidos chegam os ecos dolorosos de suas afli\u00e7\u00f5es. Passam as primeiras organiza\u00e7\u00f5es do homem e passam as suas grandes cidades, transformadas em <b>ossu\u00e1rios<\/b> silenciosos. O tempo, como patrim\u00f4nio divino do esp\u00edrito, renova as inquieta\u00e7\u00f5es e ang\u00fastias de cada s\u00e9culo, no sentido de aclarar o caminho das experi\u00eancias humanas. Passam as ra\u00e7as e as gera\u00e7\u00f5es, as l\u00ednguas e os povos, os pa\u00edses e as fronteiras, as ci\u00eancias e as religi\u00f5es. Um sopro divino faz movimentar todas as coisas nesse torvelinho maravilhoso.<br \/>\nEstabelece-se, ent\u00e3o, a ordem equilibrando todos os fen\u00f4menos e movimentos do edif\u00edcio planet\u00e1rio, vitalizando os la\u00e7os eternos que re\u00fanem a sua grande fam\u00edlia.<br \/>\nV\u00ea-se, ent\u00e3o, o fio inquebrant\u00e1vel que sustenta os s\u00e9culos das experi\u00eancias terrestres, reunindo-as, harmoniosamente, umas \u00e0s outras, a fim de que constituam o tesouro imortal da alma humana em sua gloriosa ascens\u00e3o para o Infinito.<br \/>\nAs ra\u00e7as s\u00e3o substitu\u00eddas pelas almas e as gera\u00e7\u00f5es constituem fases do seu aprendizado e aproveitamento; as l\u00ednguas s\u00e3o formas de express\u00e3o, caminhando para a express\u00e3o \u00fanica da fraternidade e do amor, e os povos s\u00e3o os membros dispersos de uma grande fam\u00edlia trabalhando para o estabelecimento definitivo de sua comunidade universal.<br \/>\nSeus filhos mais eminentes, no plano dos valores espirituais, s\u00e3o agraciados pela Justi\u00e7a Suprema, que legisla no Alto para todos os mundos do Universo, e podem visitar as outras p\u00e1trias siderais, regressando ao orbe, no esfor\u00e7o aben\u00e7oado de miss\u00f5es regeneradoras dentro das igrejas e das academias terrenas.<br \/>\nNa tela m\u00e1gica dos nossos estudos, destacam-se esses mission\u00e1rios que o mundo muitas vezes crucificou na incompreens\u00e3o das almas vulgares, mas, em tudo e sobre todos, irradia-se a luz desse fio de espiritualidade que diviniza a mat\u00e9ria, encadeando o trabalho das civiliza\u00e7\u00f5es, e, mais acima, ofuscando o &#8220;\u00e9cran&#8221; das nossas observa\u00e7\u00f5es e dos nossos estudos, vemos a fonte de extraordin\u00e1ria luz, de onde parte o primeiro ponto geom\u00e9trico desse fio de vida e de harmonia, que equilibra e satura toda a Terra numa apoteose de movimento e divinas claridades.<br \/>\nNossos pobres olhos n\u00e3o podem divisar particularidades nesse deslumbramento, mas sabemos que o fio da luz e da vida est\u00e1 nas suas m\u00e3os. \u00c9 ele quem sustenta todos os elementos ativos e passivos da exist\u00eancia planet\u00e1ria. No seu cora\u00e7\u00e3o augusto e misericordioso est\u00e1 o Verbo do princ\u00edpio. Um sopro de sua vontade pode renovar todas as coisas, e um gesto seu pode transformar a fisionomia de todos os horizontes terrestres.<br \/>\nPassaram as gera\u00e7\u00f5es de todos os tempos, com as suas inquieta\u00e7\u00f5es e ang\u00fastias. As guerras ensanguentaram o roteiro dos povos nas suas peregrina\u00e7\u00f5es incessantes para o conhecimento superior.<br \/>\nCa\u00edram os tronos dos reis e esfacelaram-se coroas milen\u00e1rias. Os pr\u00edncipes do mundo voltaram ao teatro de sua vaidade orgulhosa, no indumento humilde dos escravos, e, em v\u00e3o, os ditadores conclamaram, e conclamam ainda, os povos da Terra, para o mortic\u00ednio e para a destrui\u00e7\u00e3o.<br \/>\nO determinismo do amor e do bem \u00e9 a lei de todo o Universo e a alma humana emerge de todas as cat\u00e1strofes em busca de uma vida melhor.<br \/>\nS\u00f3 Jesus n\u00e3o passou, na caminhada dolorosa das ra\u00e7as, objetivando a dilacera\u00e7\u00e3o de todas as fronteiras para o amplexo universal.<br \/>\nEle \u00e9 a Luz do Princ\u00edpio e nas suas m\u00e3os misericordiosas repousam os destinos do mundo. Seu cora\u00e7\u00e3o magn\u00e2nimo \u00e9 a fonte da vida para toda a Humanidade terrestre. Sua mensagem de amor, no Evangelho, \u00e9 a eterna palavra da ressurrei\u00e7\u00e3o e da justi\u00e7a, da fraternidade e da miseric\u00f3rdia.<br \/>\nTodas as coisas humanas passaram, todas as coisas humanas se modificar\u00e3o. Ele, por\u00e9m, \u00e9 a Luz de todas as vidas terrestres, inacess\u00edvel ao tempo e \u00e0 destrui\u00e7\u00e3o.<br \/>\nEnquanto falamos da miss\u00e3o do s\u00e9culo 20, contemplando os ditadores da atualidade, que se arvoram em verdugos das multid\u00f5es, cumpre-nos voltar os olhos s\u00faplices para a infinita miseric\u00f3rdia do Senhor, implorando-lhe paz e amor para todos os cora\u00e7\u00f5es<\/p>\n<p><b>A G\u00eanese planet\u00e1ria<\/b><br \/>\n<b>A COMUNIDADE DOS ESP\u00cdRITOS PUROS<\/b><\/p>\n<p>Rezam as tradi\u00e7\u00f5es do mundo espiritual que na dire\u00e7\u00e3o de todos os fen\u00f4menos, do nosso sistema, existe uma Comunidade de Esp\u00edritos Puros e Eleitos pelo Senhor Supremo do Universo, em cujas m\u00e3os se conservam as r\u00e9deas diretoras da vida de todas as coletividades planet\u00e1rias.<br \/>\nEssa Comunidade de seres ang\u00e9licos e perfeitos, da qual \u00e9 <b>Jesus<\/b> um dos membros divinos, ao que nos foi dado saber, apenas j\u00e1 se reuniu, nas proximidades da <b>Terra<\/b>, para a solu\u00e7\u00e3o de problemas decisivos da organiza\u00e7\u00e3o e da dire\u00e7\u00e3o do nosso planeta, por duas vezes no curso dos mil\u00eanios conhecidos.<br \/>\nA primeira, verificou-se quando o orbe terrestre se desprendia da nebulosa solar, a fim de que se lan\u00e7assem, no Tempo e no Espa\u00e7o, as balizas do nosso sistema cosmog\u00f4nico e os pr\u00f3dromos da vida na mat\u00e9ria em igni\u00e7\u00e3o, do planeta, e a segunda, quando se decidia a vinda do Senhor \u00e0 face da Terra, trazendo \u00e0 fam\u00edlia humana a li\u00e7\u00e3o imortal do seu Evangelho de amor e reden\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p><b>OS PRIMEIROS TEMPOS DO ORBE TERRESTRE<\/b><\/p>\n<p>Que for\u00e7a sobre-humana p\u00f4de manter o equil\u00edbrio da nebulosa terrestre, destacada do n\u00facleo central do sistema, conferindo-lhe um conjunto de leis matem\u00e1ticas, dentro das quais se iam manifestar todos os fen\u00f4menos inteligentes e harm\u00f4nicos de sua vida, por mil\u00eanios de mil\u00eanios? Distando do Sol cerca de 149.600.000 quil\u00f4metros e deslocando-se no espa\u00e7o com a velocidade di\u00e1ria de 2.500.000 quil\u00f4metros, em torno do grande astro do dia, imaginemos a sua composi\u00e7\u00e3o nos primeiros tempos de exist\u00eancia, como planeta.<br \/>\nLaborat\u00f3rio de mat\u00e9rias ignescentes, o conflito das for\u00e7as tel\u00faricas e das energias f\u00edsico-qu\u00edmicas opera as grandiosas constru\u00e7\u00f5es do teatro da vida, no imenso cadinho onde a temperatura se eleva, por vezes, a 2.000 graus de calor, como se a mat\u00e9ria colocada num forno, incandescente, estivesse sendo submetida aos mais diversos ensaios, para examinar-se a sua qualidade e possibilidades na edifica\u00e7\u00e3o da nova escola dos seres. As descargas el\u00e9tricas, em propor\u00e7\u00f5es jamais vistas da Humanidade, despertam estranhas como\u00e7\u00f5es no grande organismo planet\u00e1rio, cuja forma\u00e7\u00e3o se processa nas oficinas do Infinito.<\/p>\n<p><b>A CRIA\u00c7\u00c3O DA LUA<\/b><\/p>\n<p>Nessa computa\u00e7\u00e3o de valores c\u00f3smicos em que laboram os oper\u00e1rios da espiritualidade sob a orienta\u00e7\u00e3o misericordiosa do Cristo, delibera-se a forma\u00e7\u00e3o do sat\u00e9lite terrestre.<br \/>\nO programa de trabalhos a realizar-se no mundo requeria o concurso da Lua, nos seus mais \u00edntimos detalhes. Ela seria a \u00e2ncora do equil\u00edbrio terrestre nos movimentos de transla\u00e7\u00e3o que o globo efetuaria em torno da sede do sistema; o manancial de for\u00e7as ordenadoras da estabilidade planet\u00e1ria e, sobretudo, o orbe nascente necessitaria da sua luz polarizada, cujo suave magnetismo atuaria decisivamente no drama infinito da cria\u00e7\u00e3o e da reprodu\u00e7\u00e3o de todas as esp\u00e9cies, nos variados reinos da Natureza.<\/p>\n<p><b>A SOLIDIFICA\u00c7\u00c3O DA MAT\u00c9RIA<\/b><\/p>\n<p>Na grande oficina surge, ent\u00e3o, a diferencia\u00e7\u00e3o da mat\u00e9ria ponder\u00e1vel, dando origem ao hidrog\u00eanio.<br \/>\nAs vastid\u00f5es atmosf\u00e9ricas s\u00e3o amplo reposit\u00f3rio de energias el\u00e9tricas e de vapores que trabalham as subst\u00e2ncias torturadas no orbe terrestre. O frio dos espa\u00e7os atua, por\u00e9m, sobre esse laborat\u00f3rio de energias incandescentes e a condensa\u00e7\u00e3o dos metais verifica-se com a leve forma\u00e7\u00e3o da crosta solidificada.<br \/>\n\u00e9 o primeiro descanso das tumultuosas como\u00e7\u00f5es geol\u00f3gicas do globo. Formam-se os primitivos oceanos, onde a \u00e1gua t\u00e9pida sofre press\u00e3o dif\u00edcil de descrever-se. A atmosfera est\u00e1 carregada de vapores aquosos e as grandes tempestades varrem, em todas as dire\u00e7\u00f5es, a superf\u00edcie do planeta, mas sobre a Terra o caos fica dominado como por encanto. As paisagens aclaram-se, fixando a luz solar que se projeta nesse novo teatro de evolu\u00e7\u00e3o e vida.<br \/>\nAs m\u00e3os de Jesus haviam descansado, ap\u00f3s o longo per\u00edodo de confus\u00e3o dos elementos f\u00edsicos da organiza\u00e7\u00e3o planet\u00e1ria.<\/p>\n<p><b>O DIVINO ESCULTOR<\/b><\/p>\n<p>Sim, Ele havia vencido todos os pavores das energias desencadeadas; com as suas legi\u00f5es de trabalhadores divinos, lan\u00e7ou o escopro da sua miseric\u00f3rdia sobre o bloco de mat\u00e9ria informe, que a Sabedoria do Pai deslocara do Sol para as suas m\u00e3os augustas e compassivas. Operou a escultura geol\u00f3gica do orbe terreno, talhando a escola aben\u00e7oada e grandiosa, na qual o seu cora\u00e7\u00e3o haveria de expandir-se em amor, claridade e justi\u00e7a. Com os seus ex\u00e9rcitos de trabalhadores devotados, estatuiu os regulamentos dos fen\u00f4menos f\u00edsicos da Terra, organizando-lhes o equil\u00edbrio futuro na base dos corpos simples de mat\u00e9ria, cuja unidade substancial os espectrosc\u00f3pios terrenos puderam identificar por toda a parte no universo gal\u00e1ctico. Organizou o cen\u00e1rio da vida, criando, sob as vistas de Deus, o indispens\u00e1vel \u00e0 exist\u00eancia dos seres do porvir. Fez a press\u00e3o atmosf\u00e9rica adequada ao homem, antecipando-se ao seu nascimento no mundo, no curso dos mil\u00eanios; estabeleceu os grandes centros de for\u00e7a da ionosfera e da estratosfera, onde se harmonizam os fen\u00f4menos el\u00e9tricos da exist\u00eancia planet\u00e1ria, e edificou as usinas de oz\u00f4nio a 40 e 60 quil\u00f4metros de altitude, para que filtrassem convenientemente os raios solares, manipulando-lhes a composi\u00e7\u00e3o precisa \u00e0 manuten\u00e7\u00e3o da vida organizada no orbe. Definiu todas as linhas de progresso da humanidade futura, engendrando a harmonia de todas as for\u00e7as f\u00edsicas que presidem ao ciclo das atividades planet\u00e1rias.<\/p>\n<p><b>O VERBO NA CRIA\u00c7\u00c3O TERRESTRE<\/b><\/p>\n<p>A ci\u00eancia do mundo n\u00e3o lhe viu as m\u00e3os augustas e s\u00e1bias na intimidade das energias que vitalizam o organismo do Globo. Substitu\u00edram-lhe a provid\u00eancia com a palavra &#8220;natureza&#8221;, em todos os seus estudos e an\u00e1lises da exist\u00eancia, mas o seu amor foi o Verbo da cria\u00e7\u00e3o do princ\u00edpio, como \u00e9 e ser\u00e1 a coroa gloriosa dos seres terrestres na imortalidade sem-fim.<br \/>\nE quando serenaram os elementos do mundo nascente, quando a luz do Sol beijava, em sil\u00eancio, a beleza melanc\u00f3lica dos continentes e dos mares primitivos, <b>Jesus<\/b> reuniu nas Alturas os int\u00e9rpretes divinos do seu pensamento. Viu-se, ent\u00e3o, descer sobre a Terra, das amplid\u00f5es dos espa\u00e7os ilimitados, uma nuvem de for\u00e7as c\u00f3smicas, que envolveu o imenso laborat\u00f3rio planet\u00e1rio em repouso.<br \/>\nDa\u00ed a algum tempo, na crosta solidificada do planeta, como no fundo dos oceanos, podia-se observar a exist\u00eancia de um elemento viscoso que cobria toda a Terra. Estavam dados os primeiros passos no caminho da vida organizada.<br \/>\nCom essa massa gelatinosa, nascia no orbe o protoplasma e, com ele, lan\u00e7ara <b>Jesus<\/b> \u00e0 superf\u00edcie do mundo o germe sagrado dos primeiros homens.<\/p>\n<p><b>A vida organizada<\/b><br \/>\n<b>AS CONSTRU\u00c7\u00d5ES CELULARES<\/b><\/p>\n<p>Sob a orienta\u00e7\u00e3o misericordiosa e s\u00e1bia do Cristo, laboravam na Terra numerosas assembleias de oper\u00e1rios espirituais.<br \/>\nComo a engenharia moderna, que constr\u00f3i um edif\u00edcio prevendo os menores requisitos de sua finalidade, os artistas da espiritualidade edificavam o mundo das c\u00e9lulas iniciando, nos dias primevos, a constru\u00e7\u00e3o das formas organizadas e inteligentes dos s\u00e9culos porvindouros.<br \/>\nO ideal da beleza foi a sua preocupa\u00e7\u00e3o dos primeiros momentos, no que se referia \u00e0s edifica\u00e7\u00f5es celulares das origens.<br \/>\n\u00c9 por isso que, em todos os tempos, a beleza, junto \u00e0 ordem, constituiu um dos tra\u00e7os indel\u00e9veis de toda a cria\u00e7\u00e3o.<br \/>\nAs formas de todos os reinos da natureza terrestre foram estudadas e previstas. Os fluidos da vida foram manipulados de modo a se adaptarem \u00e0s condi\u00e7\u00f5es f\u00edsicas do planeta, encenando-se as constru\u00e7\u00f5es celulares segundo as possibilidades do ambiente terrestre, tudo obedecendo a um plano preestabelecido pela misericordiosa sabedoria do <b>Cristo<\/b>, consideradas as leis do princ\u00edpio e do desenvolvimento geral.<\/p>\n<p><b>OS PRIMEIROS HABITANTES DA TERRA<\/b><\/p>\n<p>Diz\u00edamos\u00a0que uma camada de mat\u00e9ria gelatinosa envolvera o orbe terreno em seus mais \u00edntimos contornos. Essa mat\u00e9ria, amorfa e viscosa, era o celeiro sagrado das sementes da vida. O <b>protoplasma<\/b> foi o embri\u00e3o de todas as organiza\u00e7\u00f5es do globo terrestre, e, se essa mat\u00e9ria, sem forma definida, cobria a crosta solidificada do planeta, em breve a condensa\u00e7\u00e3o da massa dava origem ao surgimento do n\u00facleo, iniciando-se as primeiras manifesta\u00e7\u00f5es dos seres vivos.<br \/>\nOs primeiros habitantes da Terra, no plano material, s\u00e3o as c\u00e9lulas albuminoides, as amebas e todas as organiza\u00e7\u00f5es unicelulares, isoladas e livres, que se multiplicam prodigiosamente na temperatura t\u00e9pida dos oceanos.<br \/>\nCom o escoar incessante do tempo, esses seres primordiais se movem ao longo das \u00e1guas, onde encontram o oxig\u00eanio necess\u00e1rio ao entretenimento da vida, elemento que a terra firme n\u00e3o possu\u00eda ainda em propor\u00e7\u00f5es de manter a exist\u00eancia animal, antes das grandes vegeta\u00e7\u00f5es; esses seres rudimentares somente revelam um sentido &#8211; o do tato, que deu origem a todos os outros, em fun\u00e7\u00e3o de aperfei\u00e7oamento dos organismos superiores.<\/p>\n<p><b>A ELABORA\u00c7\u00c3O PACIENTE DAS FORMAS<\/b><\/p>\n<p>Decorrido muito tempo, eis que as amebas primitivas se associam para a vida celular em comum, formando-se as col\u00f4nias de infus\u00f3rios, de polipeiros, em obedi\u00eancia aos planos da constru\u00e7\u00e3o definitiva do porvir, emanados do mundo espiritual onde todo o progresso da Terra tem a sua g\u00eanese.<br \/>\nOs reinos vegetal e animal parecem confundidos nas profundidades oce\u00e2nicas. N\u00e3o existem formas definidas nem express\u00e3o individual nessas sociedades de infus\u00f3rios; mas, desses conjuntos singulares, formam-se ensaios de vida que j\u00e1 apresentam caracteres e rudimentos dos organismos superiores.<br \/>\nMilhares de anos foram precisos aos oper\u00e1rios de Jesus, nos servi\u00e7os da elabora\u00e7\u00e3o paciente das formas.<br \/>\nA princ\u00edpio, coordenam os elementos da nutri\u00e7\u00e3o e da conserva\u00e7\u00e3o da exist\u00eancia. O cora\u00e7\u00e3o e os br\u00f4nquios s\u00e3o conquistados e, ap\u00f3s eles, formam-se os pr\u00f3dromos celulares do sistema nervoso e dos \u00f3rg\u00e3os da procria\u00e7\u00e3o, que se aperfei\u00e7oam, definindo-se nos seres.<\/p>\n<p><b>AS FORMAS INTERMEDI\u00c1RIAS DA NATUREZA<\/b><\/p>\n<p>A atmosfera est\u00e1 ainda saturada de umidade e vapores, e a terra s\u00f3lida est\u00e1 coberta de lodo e p\u00e2ntanos inimagin\u00e1veis.<br \/>\nTodavia, as derradeiras convuls\u00f5es interiores do orbe localizam os calores centrais do planeta, restringindo a zona das influ\u00eancias tel\u00faricas necess\u00e1rias \u00e0 manuten\u00e7\u00e3o da vida animal.<br \/>\nEsses fen\u00f4menos geol\u00f3gicos estabelecem os contornos geogr\u00e1ficos do globo, delineando os continentes e fixando a posi\u00e7\u00e3o dos oceanos, surgindo, desse modo, as grandes extens\u00f5es de terra firme, aptas a receber as sementes prol\u00edficas da vida. (<b>Ver:<\/b> G\u00eanese da vida)<br \/>\nOs primeiros crust\u00e1ceos terrestres s\u00e3o um prolongamento dos crust\u00e1ceos marinhos. Seguindo-lhes as pegadas, aparecem os batr\u00e1quios, que trocam as \u00e1guas pelas regi\u00f5es lodosas e firmes.<br \/>\nNessa fase evolutiva do planeta, todo o globo se veste de vegeta\u00e7\u00e3o luxuriante, prodigiosa, de cujas florestas opulentas e desmesuradas as minas carbon\u00edferas dos tempos modernos s\u00e3o os petrificados vest\u00edgios.<\/p>\n<p><b>OS ENSAIOS ASSOMBROSOS<\/b><\/p>\n<p>Nessa altura, os artistas da cria\u00e7\u00e3o inauguram novos per\u00edodos evolutivos, no plano das formas.<br \/>\nA Natureza torna-se uma grande oficina de ensaios monstruosos. Ap\u00f3s os r\u00e9pteis, surgem os animais horrendos das eras primitivas.<br \/>\nOs trabalhadores do <b>Cristo<\/b>, como os alquimistas que estudam a combina\u00e7\u00e3o das subst\u00e2ncias, na retorta de acuradas observa\u00e7\u00f5es, analisavam, igualmente, a combina\u00e7\u00e3o prodigiosa dos complexos celulares, cuja forma\u00e7\u00e3o eles pr\u00f3prios haviam delineado, executando, com as suas experi\u00eancias, uma justa aferi\u00e7\u00e3o de valores, prevendo todas as possibilidades e necessidades do porvir.<br \/>\nTodas as arestas foram eliminadas. Aplainaram-se dificuldades e realizaram-se novas conquistas. A m\u00e1quina celular foi aperfei\u00e7oada, no limite do poss\u00edvel, em face das leis f\u00edsicas do globo. Os tipos adequados \u00e0 Terra foram consumados em todos os reinos da Natureza, eliminando-se os frutos teratol\u00f3gicos e estranhos, do laborat\u00f3rio de suas perseverantes experi\u00eancias. A prova da interven\u00e7\u00e3o das for\u00e7as espirituais, nesse vasto campo de opera\u00e7\u00f5es, \u00e9 que, enquanto o escorpi\u00e3o, g\u00eameo dos crust\u00e1ceos marinhos, conserva at\u00e9 hoje, de modo geral, a forma primitiva, os animais monstruosos das \u00e9pocas remotas, que lhe foram posteriores, desapareceram para sempre da fauna terrestre, guardando os museus do mundo as interessantes reminisc\u00eancias de suas formas atormentadas.<\/p>\n<p><b>OS ANTEPASSADOS DO HOMEM<\/b><\/p>\n<p>O reino animal experimenta as mais estranhas transi\u00e7\u00f5es no per\u00edodo terci\u00e1rio, sob as influ\u00eancias do meio e em face dos imperativos da lei de sele\u00e7\u00e3o.<br \/>\nMas, o nosso racioc\u00ednio ansioso procura os leg\u00edtimos antepassados das criaturas humanas, nessa imensa vastid\u00e3o do prosc\u00eanio da evolu\u00e7\u00e3o an\u00edmica.<br \/>\nOnde est\u00e1 <b>Ad\u00e3o<\/b> com a sua queda do para\u00edso? Debalde nossos olhos procuram, aflitos, essas figuras legend\u00e1rias, com o prop\u00f3sito de localiz\u00e1-las no Espa\u00e7o e no Tempo. Compreendemos, afinal, que <b>Ad\u00e3o e Eva<\/b> constituem uma lembran\u00e7a dos Esp\u00edritos degredados na paisagem obscura da Terra, como Caim e Abel s\u00e3o dois s\u00edmbolos para a personalidade das criaturas.<br \/>\nExaminada, por\u00e9m, a quest\u00e3o nos seus prismas reais, vamos encontrar os primeiros antepassados do homem sofrendo os processos de aperfei\u00e7oamento da Natureza. No <b>per\u00edodo terci\u00e1rio<\/b> a que nos reportamos, sob a orienta\u00e7\u00e3o das esferas espirituais notavam-se algumas ra\u00e7as de antropoides, no Plioceno inferior. Esses antropoides, <b>antepassados do homem terrestre<\/b>, e os ascendentes dos s\u00edmios que ainda existem no mundo, tiveram a sua evolu\u00e7\u00e3o em pontos convergentes, e da\u00ed os parentescos sorol\u00f3gicos entre o organismo do homem moderno e o do chimpanz\u00e9 da atualidade.<br \/>\nReportando-nos, todavia, aos eminentes naturalistas dos \u00faltimos tempos, que examinaram meticulosamente os transcendentes assuntos do evolucionismo, somos compelidos a esclarecer que n\u00e3o houve propriamente uma &#8220;descida da \u00e1rvore&#8221;, no in\u00edcio da evolu\u00e7\u00e3o humana.<br \/>\nAs for\u00e7as espirituais que dirigem os fen\u00f4menos terrestres, sob a orienta\u00e7\u00e3o do Cristo, estabeleceram, na \u00e9poca da grande maleabilidade dos elementos materiais, uma linhagem definitiva para todas as esp\u00e9cies, dentro das quais o princ\u00edpio espiritual encontraria o processo de seu acrisolamento, em marcha para a racionalidade.<br \/>\nOs peixes, os r\u00e9pteis, os mam\u00edferos, tiveram suas linhagens fixas de desenvolvimento e o homem n\u00e3o escaparia a essa regra geral.<\/p>\n<p><b>A GRANDE TRANSI\u00c7\u00c3O<\/b><\/p>\n<p>Os <b>antropoides<\/b> das cavernas espalharam-se, ent\u00e3o, aos grupos, pela superf\u00edcie do globo, no curso vagaroso dos s\u00e9culos, sofrendo as influ\u00eancias do meio e formando os pr\u00f3dromos das ra\u00e7as futuras em seus tipos diversificados; a realidade, por\u00e9m, \u00e9 que as entidades espirituais auxiliaram o homem do s\u00edlex, imprimindo-lhe novas express\u00f5es biol\u00f3gicas.<br \/>\nExtraordin\u00e1rias experi\u00eancias foram realizadas pelos mensageiros do invis\u00edvel. As pesquisas recentes da Ci\u00eancia sobre o tipo de <b>Neanderthal<\/b>, reconhecendo nele uma esp\u00e9cie de homem bestializado, e outras descobertas interessantes da Paleontologia, quanto ao homem f\u00f3ssil, s\u00e3o um atestado dos experimentos biol\u00f3gicos a que procederam os prepostos de <b>Jesus<\/b>, at\u00e9 fixarem no &#8220;primata&#8221; os caracter\u00edsticos aproximados do homem futuro.<br \/>\nOs s\u00e9culos correram o seu vel\u00e1rio de experi\u00eancias penosas sobre a fronte dessas criaturas de bra\u00e7os alongados e de pelos densos, at\u00e9 que um dia as hostes do invis\u00edvel operaram uma definitiva transi\u00e7\u00e3o no corpo perispiritual preexistente, dos homens primitivos, nas regi\u00f5es siderais e em certos intervalos de suas reencarna\u00e7\u00f5es.<br \/>\nSurgem os primeiros selvagens de complei\u00e7\u00e3o melhorada, tendendo \u00e0 eleg\u00e2ncia dos tempos do porvir.<br \/>\nUma transforma\u00e7\u00e3o visceral verificara-se na estrutura dos <b>antepassados das ra\u00e7as humanas<\/b>.<br \/>\nComo poderia operar-se semelhante transi\u00e7\u00e3o? Perguntar\u00e1 o vosso crit\u00e9rio cient\u00edfico.<br \/>\nMuito naturalmente.<br \/>\nTamb\u00e9m as crian\u00e7as t\u00eam os defeitos da inf\u00e2ncia corrigidos pelos pais, que as preparam em face da vida, sem que, na maioridade, elas se lembrem disso.<\/p>\n<p><b>As <\/b>ra\u00e7as ad\u00e2micas<\/p>\n<p>O SISTEMA DE CAPELA<\/p>\n<p>Nos mapas zodiacais, que os astr\u00f4nomos terrestres compulsam em seus estudos, observa-se desenhada uma grande estrela na Constela\u00e7\u00e3o do Cocheiro, que recebeu, na Terra, o nome de <b>Cabra ou Capela<\/b>. Magn\u00edfico sol entre os astros que nos s\u00e3o mais vizinhos, ela, na sua trajet\u00f3ria pelo Infinito, faz-se acompanhar, igualmente, da sua fam\u00edlia de mundos, cantando as gl\u00f3rias divinas do Ilimitado. A sua luz gasta cerca de 42 anos para chegar \u00e0 face da Terra, considerando-se, desse modo, a regular dist\u00e2ncia existente entre a<b> Capela<\/b> e o nosso planeta, j\u00e1 que a luz percorre o espa\u00e7o com a velocidade aproximada de 300.000 quil\u00f4metros por segundo.<br \/>\nQuase todos os mundos que lhe s\u00e3o dependentes j\u00e1 se purificaram f\u00edsica e moralmente, examinadas as condi\u00e7\u00f5es de atraso moral da Terra, onde o homem se reconforta com as v\u00edsceras dos seus irm\u00e3os inferiores, como nas eras pr\u00e9-hist\u00f3ricas de sua exist\u00eancia, marcham uns contra os outros ao som de hinos guerreiros, desconhecendo os mais comezinhos princ\u00edpios de fraternidade e pouco realizando em favor da extin\u00e7\u00e3o do ego\u00edsmo, da vaidade, do seu infeliz orgulho.<\/p>\n<p><b>UM MUNDO EM <\/b>TRANSI\u00c7\u00d5ES<\/p>\n<p>H\u00e1 muitos mil\u00eanios,<b> um dos orbes da Capela<\/b>, que guarda muitas afinidades com o globo terrestre, atingira a culmin\u00e2ncia de um dos seus extraordin\u00e1rios ciclos evolutivos.<br \/>\nAs lutas finais de um longo aperfei\u00e7oamento estavam delineadas, como ora acontece convosco, relativamente \u00e0s <b>transi\u00e7\u00f5es esperadas no s\u00e9culo XX<\/b>, neste crep\u00fasculo de civiliza\u00e7\u00e3o.<br \/>\nAlguns milh\u00f5es de Esp\u00edritos rebeldes l\u00e1 existiam, no caminho da evolu\u00e7\u00e3o geral, dificultando a consolida\u00e7\u00e3o das penosas conquistas daqueles povos cheios de piedade e virtudes, mas uma a\u00e7\u00e3o de saneamento geral os alijaria daquela humanidade, que fizera jus \u00e0 conc\u00f3rdia perp\u00e9tua, para a edifica\u00e7\u00e3o dos seus elevados trabalhos As grandes comunidades espirituais, diretoras do Cosmos, deliberam, ent\u00e3o, localizar aquelas entidades, que se tornaram pertinazes no crime, aqui na Terra long\u00ednqua, onde aprenderiam a realizar, na dor e nos trabalhos penosos do seu ambiente, as grandes conquistas do cora\u00e7\u00e3o e impulsionando, simultaneamente, o progresso dos seus irm\u00e3os inferiores.<\/p>\n<p><b>ESP\u00cdRITOS EXILADOS NA TERRA<\/b><\/p>\n<p>Foi assim que Jesus recebeu, \u00e0 luz do seu reino de amor e de justi\u00e7a, aquela turba de seres sofredores e infelizes.<br \/>\nCom a sua palavra s\u00e1bia e compassiva, exortou essas almas desventuradas \u00e0 edifica\u00e7\u00e3o da consci\u00eancia pelo cumprimento dos deveres de solidariedade e de amor, no esfor\u00e7o regenerador de si mesmas.<br \/>\nMostrou-lhes os campos imensos de luta que se desdobravam na Terra, envolvendo-as no halo bendito da sua miseric\u00f3rdia e da sua caridade sem limites. Aben\u00e7oou-lhes as l\u00e1grimas santificadoras, fazendo-lhes sentir os sagrados triunfos do futuro e prometendo-lhes a sua colabora\u00e7\u00e3o cotidiana e a sua vinda no porvir.<br \/>\nAqueles seres angustiados e aflitos, que deixavam atr\u00e1s de si todo um mundo de afetos, n\u00e3o obstante os seus cora\u00e7\u00f5es empedernidos na pr\u00e1tica do mal, <b>seriam degredados na face obscura do planeta terrestre<\/b>; andariam desprezados na noite dos mil\u00eanios da saudade e da amargura; reencarnariam no seio das ra\u00e7as ignorantes e primitivas, a lembrarem o para\u00edso perdido nos firmamentos distantes. Por muitos s\u00e9culos n\u00e3o veriam a suave luz da Capela, mas trabalhariam na Terra acariciados por <b>Jesus<\/b> e confortados na sua imensa miseric\u00f3rdia.<\/p>\n<p>(<b>Ver: <\/b>Enxerto revitalizador)<\/p>\n<p><b>FIXA\u00c7\u00c3O DOS CARACTERES RACIAIS<\/b><\/p>\n<p>Com o aux\u00edlio desses Esp\u00edritos degredados, naquelas eras remot\u00edssimas, as falanges do Cristo operavam ainda as \u00faltimas experi\u00eancias sobre os fluidos renovadores da vida, aperfei\u00e7oando os caracteres biol\u00f3gicos das ra\u00e7as humanas. \u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0A Natureza ainda era, para os trabalhadores da espiritualidade, um campo vasto de experi\u00eancias infinitas; tanto assim que, se as observa\u00e7\u00f5es do <b>mendelismo<\/b> fossem transferidas \u00e0queles mil\u00eanios distantes, n\u00e3o se encontraria nenhuma equa\u00e7\u00e3o definitiva nos seus estudos de biologia. A moderna gen\u00e9tica n\u00e3o poderia fixar, como hoje, as express\u00f5es dos &#8220;<b>genes<\/b>&#8220;, porquanto, no laborat\u00f3rio das for\u00e7as invis\u00edveis, as c\u00e9lulas ainda sofriam longos processos de acrisolamento, imprimindo-se-lhes elementos de astralidade, consolidando-se-lhes as express\u00f5es definitivas, com vistas \u00e0s organiza\u00e7\u00f5es do porvir.<br \/>\nSe a g\u00eanese do planeta se processara com a coopera\u00e7\u00e3o dos mil\u00eanios, a g\u00eanese das ra\u00e7as humanas requeria a contribui\u00e7\u00e3o do tempo, at\u00e9 que se abandonasse a penosa e longa tarefa da sua fixa\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p><b>ORIGEM DAS RA\u00c7AS BRANCAS<\/b><\/p>\n<p>Aquelas almas aflitas e atormentadas reencarnaram, proporcionalmente, nas regi\u00f5es mais importantes, onde se haviam localizado as tribos e fam\u00edlias primitivas, descendentes dos &#8220;primatas&#8221;, a que nos referimos ainda h\u00e1 pouco. Com a sua reencarna\u00e7\u00e3o no mundo terreno, estabeleciam-se fatores definitivos na hist\u00f3ria etnol\u00f3gica dos seres.<br \/>\nUm grande acontecimento se verificara no planeta. \u00c9 que, com essas entidades, nasceram no orbe os ascendentes das ra\u00e7as brancas.<br \/>\nEm sua maioria, estabeleceram-se na \u00c1sia, de onde atravessaram o istmo de Suez para a \u00c1frica, na regi\u00e3o do Egito, encaminhando-se igualmente para a long\u00ednqua Atl\u00e2ntida, de que v\u00e1rias regi\u00f5es da Am\u00e9rica guardam assinalados vest\u00edgios.<br \/>\nN\u00e3o obstante as li\u00e7\u00f5es recebidas da palavra s\u00e1bia e mansa do Cristo, os homens brancos <b>olvidaram<\/b> os seus sagrados compromissos.<br \/>\nGrande percentagem daqueles Esp\u00edritos rebeldes, com muitas exce\u00e7\u00f5es, s\u00f3 puderam voltar ao pa\u00eds da luz e da verdade depois de muitos s\u00e9culos de sofrimentos expiat\u00f3rios; outros, por\u00e9m, infelizes e retr\u00f3grados, permanecem ainda na Terra, nos dias que correm, contrariando a regra geral, em virtude do seu elevado passivo de d\u00e9bitos clamorosos.<\/p>\n<p><b>QUATRO GRANDES POVOS<\/b><\/p>\n<p>As ra\u00e7as ad\u00e2micas guardavam vaga lembran\u00e7a da sua situa\u00e7\u00e3o pregressa, tecendo o hino sagrado das reminisc\u00eancias.<br \/>\nAs tradi\u00e7\u00f5es do para\u00edso perdido passaram de gera\u00e7\u00f5es a gera\u00e7\u00f5es, at\u00e9 que ficassem arquivadas nas p\u00e1ginas da B\u00edblia.<br \/>\nAqueles<b> seres deca\u00eddos e degradados<\/b>, a maneira de suas vidas passadas no mundo distante da Capela, com o transcurso dos anos reuniram-se em quatro grandes grupos que se fixaram depois nos povos mais antigos, obedecendo \u00e0s afinidades sentimentais e lingu\u00edsticas que os associavam na constela\u00e7\u00e3o do Cocheiro. Unidos, novamente, na esteira do Tempo, formaram desse modo:<\/p>\n<p>O grupo dos \u00e1rias,<\/p>\n<p>A civiliza\u00e7\u00e3o do Egito,<\/p>\n<p>O povo de Israel<\/p>\n<p>E as castas da \u00edndia.<\/p>\n<p>Dos \u00e1rias descende a maioria dos povos brancos da fam\u00edlia indo-europeia nessa descend\u00eancia, por\u00e9m, \u00e9 necess\u00e1rio incluir os latinos, os celtas e os gregos, al\u00e9m dos germanos e dos eslavos.<br \/>\nAs quatro grandes massas de <b>degredados<\/b> formaram os pr\u00f3dromos de toda a organiza\u00e7\u00e3o das civiliza\u00e7\u00f5es futuras, introduzindo os mais largos benef\u00edcios no seio da <b>ra\u00e7a amarela<\/b> e da <b>ra\u00e7a negra<\/b>, que j\u00e1 existiam.<\/p>\n<p>\u00c9 de grande interesse o estudo de sua movimenta\u00e7\u00e3o no curso da Hist\u00f3ria. Atrav\u00e9s dessa an\u00e1lise, \u00e9 poss\u00edvel examinarem-se os defeitos e virtudes que trouxeram do seu para\u00edso long\u00ednquo, bem como os <b>antagonismos<\/b> e <b>idiossincrasias<\/b> peculiares a cada qual.<\/p>\n<p><b>AS PROMESSAS DO CRISTO<\/b><\/p>\n<p>Tendo ouvido a palavra do <b>Divino Mestre<\/b> antes de se estabelecerem no mundo, as ra\u00e7as ad\u00e2micas, nos seus grupos insulados, guardaram a reminisc\u00eancia das promessas do Cristo, que, por sua vez, as fortaleceu no seio das massas, enviando-lhes periodicamente os seus mission\u00e1rios e mensageiros.<br \/>\nEis por que as epopeias do Evangelho foram previstas e cantadas alguns mil\u00eanios antes da vinda do Sublime Emiss\u00e1rio.<\/p>\n<p>Os enviados do Infinito falaram, na China milen\u00e1ria, da celeste figura do Salvador, muitos s\u00e9culos antes do advento de <b>Jesus<\/b>.<\/p>\n<p>Os iniciados do Egito esperavam-no com as suas profecias.<\/p>\n<p>Na P\u00e9rsia, idealizaram a sua trajet\u00f3ria, antevendo-lhe os passos nos caminhos do porvir;<\/p>\n<p>Na \u00edndia v\u00e9dica, era conhecida quase toda a hist\u00f3ria evang\u00e9lica, que o sol dos mil\u00eanios futuros iluminaria na regi\u00e3o escabrosa da Palestina,<\/p>\n<p>E o povo de Israel, durante muitos s\u00e9culos, cantou-lhe as gl\u00f3rias divinas, na exalta\u00e7\u00e3o do amor e da resigna\u00e7\u00e3o, da piedade e do mart\u00edrio, atrav\u00e9s da palavra de seus profetas mais eminentes.<\/p>\n<p>Uma secreta intui\u00e7\u00e3o iluminava o esp\u00edrito divinat\u00f3rio das massas populares.<br \/>\nTodos os povos O esperavam em seu seio acolhedor; todos O queriam, localizando em seus caminhos a sua express\u00e3o sublime e divinizada. Todavia, apesar de surgir um dia no mundo, como Alegria de todos os tristes e Provid\u00eancia de todos os infortunados, \u00e0 sombra do trono de Jess\u00e9, o <b>Filho de Deus<\/b> em todas as circunst\u00e2ncias seria o Verbo de Luz e de Amor do Princ\u00edpio, cuja genealogia se confunde na poeira dos s\u00f3is que rolam no Infinito. (Entre as considera\u00e7\u00f5es acima e as do cap\u00edtulo precedente, devemos ponderar o interst\u00edcio de muitos s\u00e9culos. Ali\u00e1s, no que e refere \u00e0 historicidade das ra\u00e7as ad\u00e2micas, ser\u00e1 justo meditarmos atentamente no problema da fixa\u00e7\u00e3o dos caracteres raciais. Apresentando o meu pensamento humilde, procurei demonstrar as largas experi\u00eancias que os oper\u00e1rios do Invis\u00edvel levaram a efeito, sobre os complexos celulares, chegando a dizer da impossibilidade de qualquer cogita\u00e7\u00e3o mendelista nessa \u00e9poca da <b>evolu\u00e7\u00e3o planet\u00e1ria<\/b>. Aos prepostos de <b>Jesus<\/b> foi necess\u00e1ria grande soma de tempo, no sentido de fixar o tipo humano.<br \/>\nAssim, pois, referindo-nos ao <b>degredo dos emigrantes da Capela<\/b>, devemos esclarecer que, nessa ocasi\u00e3o, j\u00e1 o primata hominis se encontrava arregimentado em tribos numerosas. Depois de grandes experi\u00eancias, foi que as migra\u00e7\u00f5es do <b>Pamir<\/b> se espalharam pelo orbe, obedecendo a sagrados roteiros, delineados nas Alturas.<br \/>\nQuanto ao fato de se verificar a reencarna\u00e7\u00e3o de Esp\u00edritos t\u00e3o avan\u00e7ados em conhecimentos, em corpos de ra\u00e7as primig\u00eanias, n\u00e3o deve causar repugn\u00e2ncia ao entendimento. Lembremo-nos de que um metal puro, como o ouro, por exemplo, n\u00e3o se modifica pela circunst\u00e2ncia de se apresentar em vaso imundo, ou disforme. Toda oportunidade de realiza\u00e7\u00e3o do bem \u00e9 sagrada. <b>Quanto ao mais, que fazer com o trabalhador desatento que estra\u00e7alha no mal todos os instrumentos perfeitos que lhe s\u00e3o confiados?<\/b> Seu direito, aos aparelhos mais preciosos, sofrer\u00e1 solu\u00e7\u00e3o de continuidade. A educa\u00e7\u00e3o generosa e justa ordenar\u00e1 a localiza\u00e7\u00e3o de seus esfor\u00e7os em maquinaria imperfeita, at\u00e9 que saiba valorizar as preciosidades em m\u00e3o. A todo tempo, a m\u00e1quina deve estar de acordo com as disposi\u00e7\u00f5es do oper\u00e1rio, para que o dever cumprido seja caminho aberto a direitos novos.<br \/>\nEntre as ra\u00e7as negra e amarela, bem como entre os grandes agrupamentos primitivos da <b>Lem\u00faria<\/b>, da <b>Atl\u00e2ntida<\/b> e de outras regi\u00f5es que ficaram imprecisas no acervo de conhecimentos dos povos, os exilados da Capela trabalharam proficuamente, adquirindo a provis\u00e3o de amor para suas consci\u00eancias ressequidas. Como vemos, n\u00e3o houve retrocesso, mas provid\u00eancia justa de administra\u00e7\u00e3o, segundo os m\u00e9ritos de cada qual, no terreno do trabalho e do sofrimento para a reden\u00e7\u00e3o. &#8211; (<b>Nota de Emmanue<\/b>l.)<\/p>\n<p>TRANSI\u00c7\u00c3O<b> DE UMA \u00c9POCA<\/b><\/p>\n<p>Depois de <b>Augusto<\/b>, aparece \u00e0 barra da Hist\u00f3ria a personalidade disfar\u00e7ada e cruel de <b>Tib\u00e9rio<\/b>, seu filho adotivo, que v\u00ea terminar a era de paz, de trabalho e conc\u00f3rdia, com o regresso do Cordeiro \u00e0s regi\u00f5es sublimadas da Luz.<br \/>\n\u00c9 nesse reinado que a Jud\u00e9ia leva a efeito a trag\u00e9dia do G\u00f3lgota, realizando sinistramente as mais remotas profecias.<br \/>\nN\u00e3o obstante o seu compassivo e desvelado amor, o Divino Mestre \u00e9 submetido aos mart\u00edrios da cruz, por imposi\u00e7\u00e3o do juda\u00edsmo, que lhe n\u00e3o compreendeu o amor e a humildade. Roma colabora no doloroso acontecimento com a indiferen\u00e7a fria de <b>P\u00f4ncio Pilatos<\/b>, retornando aos seus festins e aos seus prazeres, como se desconhecesse as finalidades mais nobres da vida.<br \/>\nSeguindo a mesma estrada escura de <b>Tib\u00e9rio<\/b>, <b>Cal\u00edgula<\/b> inaugura um per\u00edodo longo de sombras, de massacres e de inc\u00eandios, de devasta\u00e7\u00e3o e de sangue.<\/p>\n<p><b>PROVA\u00c7\u00d5ES COLETIVAS DOS JUDEUS E DOS ROMANOS<\/b><\/p>\n<p>Os seguidores humildes do Nazareno iniciam, nas regi\u00f5es da Palestina, as suas predica\u00e7\u00f5es e ensinamentos. Raros ap\u00f3stolos sabiam da miss\u00e3o sublimada daquela doutrina sacrossanta, que mandava fazer o bem pelo mal e institu\u00eda o perd\u00e3o aos pr\u00f3prios inimigos. De perto, seguem-lhes a atividade os emiss\u00e1rios sol\u00edcitos do Senhor, preparando os caminhos da revolu\u00e7\u00e3o ideol\u00f3gica do Evangelho. Esses mensageiros do Alto iniciam, igualmente e de modo indireto, o esfor\u00e7o de aux\u00edlio ao Imp\u00e9rio nas suas dolorosas prova\u00e7\u00f5es coletivas.<br \/>\nUm perfeito trabalho de sele\u00e7\u00e3o se verifica no ambiente espiritual das coletividades romanas. Chovem inspira\u00e7\u00f5es do Alto preludiando as dores de Jerusal\u00e9m e as amarguras da cidade imperial. Vatic\u00ednios sinistros pesam sobre todos os esp\u00edritos rebeldes e culpados, e a verdade \u00e9 que, depois do cerco de Jerusal\u00e9m, quando <b>Tito<\/b> destruiu a cidade, arrasando-lhe o Templo famoso e dispersando para sempre os israelitas, viu o orgulhoso vencedor mudar-se o curso das dores para a sociedade do Imp\u00e9rio, atormentada pelas tempestades de fogo e cinza que arrasaram Est\u00e1bias, Hercul\u00e2num e Pomp\u00e9ia, destruindo milhares de vidas florescentes e desequilibrando a exist\u00eancia romana para sempre.<\/p>\n<p><b>O <\/b>Espiritismo<b> e as grandes <\/b>transi\u00e7\u00f5es<br \/>\n<b>A EXTIN\u00c7\u00c3O DO CATIVEIRO<\/b><\/p>\n<p>O s\u00e9culo 19 caracteriza-se por suas numerosas conquistas. A par dos grandes fen\u00f4menos de evolu\u00e7\u00e3o cient\u00edfica e industrial que o abalaram, observam-se igualmente acontecimentos pol\u00edticos de suma import\u00e2ncia, renovando as concep\u00e7\u00f5es sociais de todos os povos da ra\u00e7a branca.<br \/>\nUm desses grandes acontecimentos \u00e9 a extin\u00e7\u00e3o do cativeiro.<br \/>\nCumprindo as determina\u00e7\u00f5es do <b>Divino Mestre<\/b>, seus mensageiros do plano invis\u00edvel laboram junto aos gabinetes administrativos, de modo a facilitar a vit\u00f3ria da liberdade.<\/p>\n<p>As decis\u00f5es do Congresso de Viena, reprovando o tr\u00e1fico de homens livres, encontrara funda repercuss\u00e3o em todos os pa\u00edses.<\/p>\n<p>Em 1834, o parlamento ingl\u00eas resolve abolir a escravid\u00e3o em todas as col\u00f4nias da Gr\u00e3-Bretanha.<\/p>\n<p>Em 1850, o Brasil suprime o tr\u00e1fico africano.<\/p>\n<p>Na revolta de 1848, a Fran\u00e7a delibera a extin\u00e7\u00e3o do cativeiro em seus territ\u00f3rios.<\/p>\n<p>Em 1861, Alexandre 2\u00ba da R\u00fassia declarava livres todos os camponeses que trabalhavam sob o regime da escravid\u00e3o,<\/p>\n<p>E, de 1861 a 1865, uma guerra nefanda devasta o solo hospitaleiro dos Estados Americanos do Norte, na luta da secess\u00e3o, que termina com a vit\u00f3ria da liberdade e das ideias progressistas da grande na\u00e7\u00e3o da Am\u00e9rica.<\/p>\n<p><b>RESTABELECENDO A VERDADE<\/b><\/p>\n<p>O Espiritismo vinha, desse modo, na hora psicol\u00f3gica das grandes transforma\u00e7\u00f5es, alentando o esp\u00edrito humano para que se n\u00e3o perdesse o fruto sagrado de quantos trabalharam e sofreram no esfor\u00e7o penoso da civiliza\u00e7\u00e3o.<br \/>\nCom as provas da sobreviv\u00eancia, vinha reabilitar o Cristianismo que a Igreja deturpara, semeando, de novo, os eternos ensinamentos do Cristo no cora\u00e7\u00e3o dos homens. Com as verdades da reencarna\u00e7\u00e3o, veio explicar o absurdo das teorias igualit\u00e1rias absolutas, cooperando na restaura\u00e7\u00e3o do verdadeiro caminho do progresso humano.<br \/>\nEnquadrando o socialismo nos postulados crist\u00e3os, n\u00e3o se ilude com as reformas exteriores, para concluir que a \u00fanica renova\u00e7\u00e3o apreci\u00e1vel \u00e9 a do homem \u00edntimo, c\u00e9lula viva do organismo social de todos os tempos, pugnando pela intensifica\u00e7\u00e3o dos movimentos educativos da criatura, \u00e0 luz eterna do Evangelho do Cristo. Ensinando a lei das compensa\u00e7\u00f5es no caminho da reden\u00e7\u00e3o e das provas do indiv\u00edduo e da coletividade, estabelece o regime da responsabilidade, em que cada esp\u00edrito deve enriquecer a cataloga\u00e7\u00e3o dos seus pr\u00f3prios valores. N\u00e3o se engana com as utopias da igualdade absoluta, em vista dos conhecimentos da lei do esfor\u00e7o e do trabalho individual, e n\u00e3o se transforma em instrumento de opress\u00e3o dos magnatas da economia e do poder, por consciente dos imperativos da solidariedade humana.<br \/>\nDespreocupado de todas as revolu\u00e7\u00f5es, porque somente a evolu\u00e7\u00e3o \u00e9 o seu campo de atividade e de experi\u00eancia, distante de todas as guerras pela compreens\u00e3o dos la\u00e7os fraternos que re\u00fanem a comunidade universal, ensina a fraternidade leg\u00edtima dos homens e das p\u00e1trias, das fam\u00edlias e dos grupos, alargando as concep\u00e7\u00f5es da justi\u00e7a econ\u00f4mica e corrigindo o esp\u00edrito exaltado das ideologias extremistas.<br \/>\nNestes tempos dolorosos em que as mais penosas <b>transi\u00e7\u00f5es<\/b> se anunciam ao esp\u00edrito do homem, s\u00f3 o <b>Espiritismo<\/b> pode representar o valor moral onde se encontre o apoio necess\u00e1rio \u00e0 edifica\u00e7\u00e3o do porvir.<br \/>\nEnquanto os utopistas da reforma exterior se entregam \u00e0 tutela de ditadores impiedosos, como os da R\u00fassia e da Alemanha, em suas sinistras aventuras revolucion\u00e1rias, prossegue ele, o <b>Espiritismo<\/b>, a sua obra educativa junto das classes intelectuais e das massas an\u00f4nimas e sofredoras, preparando o mundo de amanh\u00e3 com as luzes imorredouras da li\u00e7\u00e3o do Cristo.<\/p>\n<p><b>LUTAS RENOVADORAS<\/b><\/p>\n<p>O s\u00e9culo 20 surgiu no horizonte do Globo, qual arena ampla de lutas renovadoras. As teorias sociais continuam seu caminho, tocando muitas vezes a curva tenebrosa do extremismo, mas as revela\u00e7\u00f5es do al\u00e9m-t\u00famulo descem \u00e0s almas, como orvalho imaterial, preludiando a paz e a luz de uma nova era.<br \/>\nNumerosas transforma\u00e7\u00f5es s\u00e3o aguardadas e o <b>Espiritismo<\/b> esclarece os cora\u00e7\u00f5es, renovando a personalidade espiritual das criaturas para o futuro que se aproxima.<br \/>\n<b>As guerras russo-japonesa e a europeia de 1914 a 1918 foram pr\u00f3dromos de uma luta maior, <\/b>que n\u00e3o vem muito longe<b>, e dentro da qual o planeta alijar\u00e1<\/b> <b>todos os Esp\u00edritos rebeldes e galvanizados no crime, que n\u00e3o souberam aproveitar a d\u00e1diva de numerosos mil\u00eanios, no patrim\u00f4nio sagrado do tempo.<\/b><br \/>\nEnt\u00e3o a Terra, como aquele mundo long\u00ednquo da Capela, ver-se-\u00e1 livre das entidades endurecidas no mal, porque o homem da radiotelefonia e do transatl\u00e2ntico precisa de alma e sentimento, a fim de n\u00e3o perverter as sagradas conquistas do progresso. Ficar\u00e3o no mundo os que puderem compreender a li\u00e7\u00e3o do amor e da fraternidade sob a \u00e9gide de Jesus, cuja miseric\u00f3rdia \u00e9 o verbo de vida e luz, desde o princ\u00edpio.<br \/>\n\u00c9poca de lutas amargas, desde os primeiros anos deste s\u00e9culo a guerra se aninhou com car\u00e1ter permanente em quase todas as regi\u00f5es do planeta. A Liga das Na\u00e7\u00f5es, o Tratado de Versalhes, bem como todos os pactos de seguran\u00e7a da paz, n\u00e3o t\u00eam sido sen\u00e3o fen\u00f4menos da pr\u00f3pria guerra, que somente terminar\u00e3o com o apogeu dessas lutas fratricidas, no processo de sele\u00e7\u00e3o final das express\u00f5es espirituais da vida terrestre.<\/p>\n<p><b>A AM\u00c9RICA E O FUTURO<\/b><\/p>\n<p>Embora compelida a participar das lutas pr\u00f3ximas, pelo determinismo das circunst\u00e2ncias de sua vida pol\u00edtica, a Am\u00e9rica est\u00e1 destinada a receber o cetro da civiliza\u00e7\u00e3o e da cultura, na orienta\u00e7\u00e3o dos povos porvindouros.<br \/>\nEm torno dos seus celeiros econ\u00f4micos, reunir-se-\u00e3o as experi\u00eancias europeias, aproveitando o esfor\u00e7o penoso dos que tombaram na obra da civiliza\u00e7\u00e3o do Ocidente para a edifica\u00e7\u00e3o do homem espiritual, que h\u00e1 de sobrepor-se ao homem f\u00edsico do planeta, no pleno conhecimento dos grandes problemas do ser e do destino.<br \/>\nPara esse desiderato grandioso, apresta-se o plano espiritual, no af\u00e3 de elucida\u00e7\u00e3o dos nobres deveres continentais. O esfor\u00e7o sincero de coopera\u00e7\u00e3o no trabalho e de constru\u00e7\u00e3o da paz n\u00e3o \u00e9 a\u00ed uma utopia, como na Europa saturada de preconceitos multisseculares.<br \/>\nNos campos exuberantes do continente americano est\u00e3o plantadas as sementes de luz da \u00e1rvore maravilhosa da civiliza\u00e7\u00e3o do futuro.<\/p>\n<p><b>JESUS<\/b><\/p>\n<p>H\u00e1 no mundo um movimento in\u00e9dito de armamentos e muni\u00e7\u00f5es.<br \/>\nTeria come\u00e7ado neste momento? N\u00e3o. A corrida armamentista do s\u00e9culo 20 come\u00e7ou antes da luta de Porto Artur, em 1904. As ind\u00fastrias b\u00e9licas atingem culmin\u00e2ncias imprevistas. Os campos est\u00e3o despovoados. Os homens se recolheram \u00e0s zonas de concentra\u00e7\u00e3o militar, esperando o inimigo, sem saber que o advers\u00e1rio est\u00e1 em seu pr\u00f3prio esp\u00edrito. A Europa e o Oriente constituem um campo vasto de agress\u00e3o e terrorismo, com exce\u00e7\u00e3o das Rep\u00fablicas Democr\u00e1ticas, que se veem obrigadas a grandes programas de rearmamento, em face do Moloque do extremismo. Onde os valores morais da Humanidade? As igrejas est\u00e3o amorda\u00e7adas pelas injun\u00e7\u00f5es de ordem econ\u00f4mica e pol\u00edtica. Somente o Espiritismo, prescindindo de todas as garantias terrenas, executa o esfor\u00e7o tremendo de manter acesa a luz da cren\u00e7a, nesse barco fr\u00e1gil do homem ignorante do seu glorioso destino, barco que amea\u00e7a voltar \u00e0s correntes da for\u00e7a e da viol\u00eancia, longe das plagas iluminadas da Raz\u00e3o, da Cultura e do Direito.<br \/>\nConvenhamos em que o esfor\u00e7o do <b>Espiritismo<\/b> \u00e9 quase superior \u00e0s suas pr\u00f3prias for\u00e7as, mas o mundo n\u00e3o est\u00e1 \u00e0 disposi\u00e7\u00e3o dos ditadores terrestres. Jesus \u00e9 o seu \u00fanico diretor no plano das realidades imortais, e agora que o mundo se entrega a todas as expectativas angustiosas, os espa\u00e7os mais pr\u00f3ximos da Terra se movimentam a favor do restabelecimento da verdade e da paz, a <b>caminho de uma nova era<\/b>.<br \/>\nEsp\u00edritos abnegados e esclarecidos falam-nos de uma nova reuni\u00e3o da comunidade das pot\u00eancias ang\u00e9licas do sistema solar, da qual \u00e9 <b>Jesus<\/b> um dos membros divinos. Reunir-se-\u00e1, de novo, a sociedade celeste, pela terceira vez, na atmosfera terrestre, desde que o Cristo recebeu a sagrada miss\u00e3o de abra\u00e7ar e redimir a nossa Humanidade, decidindo novamente sobre os destinos do nosso mundo.<br \/>\nQue resultar\u00e1 desse conclave dos Anjos do Infinito? Deus o sabe.<br \/>\nNas grandes transi\u00e7\u00f5es do s\u00e9culo que passa, aguardemos o seu amor e a sua miseric\u00f3rdia.<\/p>\n<p><b>O Evangelho e o futuro<\/b><\/p>\n<p>Um modesto escor\u00e7o da Hist\u00f3ria faz entrever os la\u00e7os eternos que ligam todas as gera\u00e7\u00f5es nos surtos evolutivos do planeta.<br \/>\nMuita vez, o palco das civiliza\u00e7\u00f5es foi modificado, sofrendo profundas renova\u00e7\u00f5es nos seus cen\u00e1rios, mas os atores s\u00e3o os mesmos, caminhando, nas lutas purificadoras, para a perfei\u00e7\u00e3o dAquele que \u00e9 a Luz do princ\u00edpio.<br \/>\nNos prim\u00f3rdios da Humanidade, o homem terrestre foi naturalmente conduzido \u00e0s atividades exteriores, desbravando o caminho da natureza para a solu\u00e7\u00e3o do problema vital, mas houve um tempo em que a sua maioridade espiritual foi proclamada pela sabedoria da Gr\u00e9cia e pelas organiza\u00e7\u00f5es romanas.<br \/>\nNessa \u00e9poca, a vinda do <b>Cristo<\/b> ao planeta assinalaria o maior acontecimento para o mundo, de vez que o Evangelho seria a eterna mensagem do C\u00e9u, ligando a Terra ao reino luminoso de <b>Jesus<\/b>, na hip\u00f3tese da assimila\u00e7\u00e3o do homem espiritual, com respeito aos ensinamentos divinos. Mas a pureza do Cristianismo n\u00e3o conseguiu manter-se intacta, t\u00e3o logo regressaram ao plano invis\u00edvel os auxiliares do Senhor, reencarnados no globo terrestre para a glorifica\u00e7\u00e3o dos tempos apost\u00f3licos.<br \/>\nO ass\u00e9dio das trevas avassalou o cora\u00e7\u00e3o das criaturas.<br \/>\nDecorridos tr\u00eas s\u00e9culos da li\u00e7\u00e3o santificante de <b>Jesus<\/b>, surgiram a falsidade e a m\u00e1-f\u00e9 adaptando-se \u00e0s conveni\u00eancias dos poderes pol\u00edticos do mundo, desvirtuando-se-lhe todos os princ\u00edpios, por favorecer doutrinas de viol\u00eancia oficializada.<br \/>\nDebalde enviou o Divino Mestre seus emiss\u00e1rios e disc\u00edpulos mais queridos ao ambiente das lutas planet\u00e1rias. Quando n\u00e3o foram trucidados pelas multid\u00f5es delinquentes ou pelos verdugos das consci\u00eancias, foram obrigados a capitular diante da ignor\u00e2ncia, esperando o ju\u00edzo long\u00ednquo da posteridade.<br \/>\nDesde essa \u00e9poca, em que a mensagem evang\u00e9lica dilatava a esfera da liberdade humana, em virtude da sua maturidade para o entendimento das grandes e consoladoras verdades da exist\u00eancia, estacionou o homem espiritual em seus surtos de progresso, impossibilitado de acompanhar o homem f\u00edsico na sua marcha pelas estradas do conhecimento.<br \/>\n\u00c9 por esse motivo que, ao lado dos avi\u00f5es poderosos e da radiotelefonia, que ligam todos os continentes e pa\u00edses da atualidade, indicando os imperativos das leis da solidariedade humana, vemos o conceito de civiliza\u00e7\u00e3o insultado por todas as doutrinas de isolamento, enquanto os povos se preparam para o exterm\u00ednio e para a destrui\u00e7\u00e3o. \u00c9 ainda por isso que, em nome do Evangelho, se perpetram todos os absurdos nos pa\u00edses ditos crist\u00e3os.<br \/>\nA realidade \u00e9 que a civiliza\u00e7\u00e3o ocidental n\u00e3o chegou a se cristianizar.<\/p>\n<p>Na Fran\u00e7a temos a guilhotina,<\/p>\n<p>A forca na Inglaterra,<\/p>\n<p>O machado na Alemanha<\/p>\n<p>E a cadeira el\u00e9trica na pr\u00f3pria Am\u00e9rica da fraternidade e da conc\u00f3rdia, isto para nos referirmos t\u00e3o-somente \u00e0s na\u00e7\u00f5es supercivilizadas do planeta.<\/p>\n<p>A It\u00e1lia n\u00e3o realizou a sua agress\u00e3o \u00e0 Abiss\u00ednia, em nome da civiliza\u00e7\u00e3o crist\u00e3 do Ocidente?<\/p>\n<p>N\u00e3o foi em nome do Evangelho que os padres italianos aben\u00e7oaram os canh\u00f5es e as metralhadoras da conquista?<\/p>\n<p><b>Em nome do Cristo espalharam-se, nestes vinte s\u00e9culos, todas as disc\u00f3rdias e todas as amarguras do mundo.<\/b><br \/>\n<b>Mas \u00e9 chegado o tempo de um reajustamento de todos os valores humanos<\/b>. Se as dolorosas expia\u00e7\u00f5es coletivas preludiam a \u00e9poca dos \u00faltimos &#8221;ais&#8221; do Apocalipse, a espiritualidade tem de penetrar as realiza\u00e7\u00f5es do homem f\u00edsico, conduzindo-as para o bem de toda a Humanidade.<br \/>\nO <b>Espiritismo<\/b>, na sua miss\u00e3o de Consolador, \u00e9 o amparo do mundo neste s\u00e9culo de declives da sua Hist\u00f3ria; s\u00f3 ele pode, na sua fei\u00e7\u00e3o de Cristianismo redivivo, salvar as religi\u00f5es que se apagam entre os choques da for\u00e7a e da ambi\u00e7\u00e3o, do ego\u00edsmo e do dom\u00ednio, apontando ao homem os seus verdadeiros caminhos.<br \/>\nNo seu manancial de esclarecimentos, poder-se-\u00e1 beber a linfa cristalina das verdades consoladoras do C\u00e9u, <b>preparando-se as almas para a nova era<\/b>.<br \/>\n<b>S\u00e3o chegados os tempos em que as for\u00e7as do mal ser\u00e3o compelidas a abandonar as suas derradeiras posi\u00e7\u00f5es de dom\u00ednio nos ambientes terrestres, e os seus \u00faltimos triunfos s\u00e3o bem o penhor de uma rea\u00e7\u00e3o temer\u00e1ria e infeliz, apressando a realiza\u00e7\u00e3o dos vatic\u00ednios sombrios que pesam sobre o seu imp\u00e9rio perec\u00edvel.<\/b><br \/>\nDitadores, ex\u00e9rcitos, hegemonias econ\u00f4micas, massas vers\u00e1teis e inconscientes, guerras ingl\u00f3rias, organiza\u00e7\u00f5es seculares, passar\u00e3o com a vertigem de um pesadelo.<br \/>\nA vit\u00f3ria da for\u00e7a \u00e9 uma claridade de fogos de artif\u00edcio.<br \/>\nToda a realidade \u00e9 a do Esp\u00edrito e toda a paz \u00e9 a do entendimento do reino de Deus e de sua justi\u00e7a.<br \/>\n<b>O s\u00e9culo que passa efetuar\u00e1 a divis\u00e3o das ovelhas do imenso rebanho<\/b>. O cajado do pastor conduzir\u00e1 o sofrimento na tarefa penosa da escolha e a dor se incumbir\u00e1 do trabalho que os homens n\u00e3o aceitaram por amor.<br \/>\n<b>\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0Uma tempestade de amarguras varrer\u00e1 toda a Terra. Os filhos da Jerusal\u00e9m de todos os s\u00e9culos devem chorar, contemplando essas chuvas de l\u00e1grimas e de sangue que rebentar\u00e3o das nuvens pesadas de suas consci\u00eancias enegrecidas.<\/b><br \/>\nCondenada pelas senten\u00e7as irrevog\u00e1veis de seus erros sociais e pol\u00edticos, a superioridade europeia desaparecer\u00e1 para sempre, como o Imp\u00e9rio Romano, entregando \u00e0 Am\u00e9rica o fruto das suas experi\u00eancias, com vistas \u00e0 civiliza\u00e7\u00e3o do porvir.<br \/>\nVive-se agora, na Terra, um crep\u00fasculo, ao qual suceder\u00e1 profunda noite; e ao s\u00e9culo 20 compete a miss\u00e3o do desfecho desses acontecimentos espantosos.<br \/>\nTodavia, os oper\u00e1rios humildes do Cristo ou\u00e7amos a sua voz no \u00e2mago de nossa alma:<\/p>\n<p>&#8220;Bem-aventurados os pobres, porque o reino de Deus lhes pertence!<\/p>\n<p>Bem-aventurados os que t\u00eam fome de justi\u00e7a, porque ser\u00e3o saciados!<\/p>\n<p>Bem-aventurados os aflitos, porque chegar\u00e1 o dia da consola\u00e7\u00e3o!<\/p>\n<p>Bem-aventurados os pac\u00edficos, porque ir\u00e3o a Deus!&#8221;<\/p>\n<p>Sim, porque depois da treva surgir\u00e1 uma nova aurora. Luzes consoladoras envolver\u00e3o todo o orbe regenerado no batismo do sofrimento. O homem espiritual estar\u00e1 unido ao homem f\u00edsico para a sua marcha gloriosa no Ilimitado, e o <b>Espiritismo<\/b> ter\u00e1 retirado dos seus escombros materiais a alma divina das religi\u00f5es, que os homens perverteram, ligando-as no abra\u00e7o acolhedor do Cristianismo restaurado.<br \/>\nTrabalhemos por <b>Jesus<\/b>, ainda que a nossa oficina esteja localizada no deserto das consci\u00eancias.<br \/>\nTodos somos dos chamados ao grande labor e o nosso mais sublime dever \u00e9 responder aos apelos do Escolhido.<br \/>\nRevendo os quadros da Hist\u00f3ria do mundo, sentimos um frio cortante neste crep\u00fasculo doloroso da civiliza\u00e7\u00e3o ocidental. Lembremos a miseric\u00f3rdia do Pai e fa\u00e7amos as nossas preces. A noite n\u00e3o tarda e, no bojo de suas sombras compactas, n\u00e3o nos esque\u00e7amos de <b>Jesus<\/b>, cuja miseric\u00f3rdia infinita, como sempre, ser\u00e1 a claridade imortal da alvorada futura, feita de paz, de fraternidade e de reden\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Mensagem de encerramento, recebida em 21\/09\/<b>1938<\/b>.)<\/p>\n<p><b>Partes do livro &#8220;A Caminho da Luz&#8221;, ditado pelo <\/b>Esp\u00edrito Emmanuel<b>, psicografado por <\/b>Francisco C\u00e2ndido Xavier<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Partes do livro &#8220;A Caminho da Luz&#8221;, ditado pelo Esp\u00edrito Emmanuel, psicografado por Francisco C\u00e2ndido Xavier (Mensagem inicial recebida em: 17\/8\/1938.) Introdu\u00e7\u00e3o Enquanto as penosas transi\u00e7\u00f5es do s\u00e9culo 20 se anunciam ao tinido sinistro das armas, as for\u00e7as espirituais se &hellip; <a href=\"https:\/\/xn--regeneraoplanetria-dsb6a7f.com.br\/index.php\/transicao\/transicao-emmanuel\/\">Continue lendo <span class=\"meta-nav\">&rarr;<\/span><\/a><\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"parent":342,"menu_order":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","template":"","meta":{"footnotes":""},"class_list":["post-388","page","type-page","status-publish","hentry"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/xn--regeneraoplanetria-dsb6a7f.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/388","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/xn--regeneraoplanetria-dsb6a7f.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/pages"}],"about":[{"href":"https:\/\/xn--regeneraoplanetria-dsb6a7f.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/types\/page"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/xn--regeneraoplanetria-dsb6a7f.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/xn--regeneraoplanetria-dsb6a7f.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=388"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/xn--regeneraoplanetria-dsb6a7f.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/388\/revisions"}],"up":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/xn--regeneraoplanetria-dsb6a7f.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/342"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/xn--regeneraoplanetria-dsb6a7f.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=388"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}