{"id":4244,"date":"2016-06-29T21:47:48","date_gmt":"2016-06-30T00:47:48","guid":{"rendered":"http:\/\/xn--regeneraoplanetria-dsb6a7f.com.br\/?page_id=4244"},"modified":"2016-06-29T21:47:48","modified_gmt":"2016-06-30T00:47:48","slug":"cap-2-17-a-36-elementos-gerais-do-universo","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/xn--regeneraoplanetria-dsb6a7f.com.br\/index.php\/o-livro-dos-espiritos\/3-parte-primeira-as-causas-primarias\/cap-2-17-a-36-elementos-gerais-do-universo\/","title":{"rendered":"Cap 2 &#8211; 17 a 36 &#8211; elementos gerais do universo"},"content":{"rendered":"<p><strong>Parte Primeira \u2013 Cap\u00edtulo 2<\/strong><\/p>\n<p><strong>Elementos gerais do universo<\/strong><\/p>\n<p>Conhecimento do princ\u00edpio das coisas \u2013 Esp\u00edrito e mat\u00e9ria \u2013 Propriedades da mat\u00e9ria \u2013 Espa\u00e7o universal<\/p>\n<p><strong>Conhecimento do princ\u00edpio das coisas<\/strong><\/p>\n<p><strong>17 \u00c9 permitido ao homem conhecer o princ\u00edpio das coisas? <\/strong><\/p>\n<p>\u2013 N\u00e3o, Deus n\u00e3o permite que tudo seja revelado ao homem aqui na Terra.<\/p>\n<p><strong>18 O homem penetrar\u00e1 um dia no mist\u00e9rio das coisas que lhe s\u00e3o ocultas? <\/strong><\/p>\n<p>\u2013 O v\u00e9u se levanta para ele \u00e0 medida que se depura; mas, para compreender algumas coisas, precisa de faculdades, dons, que ainda n\u00e3o possui.<\/p>\n<p><strong>19 O homem n\u00e3o pode, pelas investiga\u00e7\u00f5es das ci\u00eancias, penetrar em alguns dos segredos da natureza? <\/strong><\/p>\n<p>\u2013 A ci\u00eancia lhe foi dada para seu adiantamento em todas as coisas, mas n\u00e3o pode ultrapassar os limites fixados por Deus.<\/p>\n<p><em>\u263c Quanto mais \u00e9 permitido ao homem penetrar pelo conhecimento nesses segredos, maior deve ser sua admira\u00e7\u00e3o pelo poder e sabedoria do Criador; mas, seja pelo orgulho ou fraqueza, sua pr\u00f3pria intelig\u00eancia o torna, muitas vezes, joguete da ilus\u00e3o. Amontoa sistemas sobre sistemas e cada dia que passa lhe mostra quantos erros tomou por verdades e quantas verdades rejeitou como erros. S\u00e3o outras tantas decep\u00e7\u00f5es para o seu orgulho. <\/em><\/p>\n<p><strong>20 Fora das investiga\u00e7\u00f5es da ci\u00eancia, \u00e9 permitido ao homem receber comunica\u00e7\u00f5es de uma ordem mais elevada sobre o que escapa ao alcance dos seus sentidos? <\/strong><\/p>\n<p>\u2013 Sim, se Deus julgar \u00fatil, pode revelar o que a ci\u00eancia n\u00e3o consegue apreender.<\/p>\n<p><em>\u263c \u00c9 por essas comunica\u00e7\u00f5es que o homem obt\u00e9m, dentro de certos limites, o conhecimento de seu passado e de sua destina\u00e7\u00e3o futura. <\/em><\/p>\n<p><strong>Esp\u00edrito e mat\u00e9ria<\/strong><\/p>\n<p><strong>21 A mat\u00e9ria existe desde o princ\u00edpio, como Deus, ou foi criada por Ele em determinado momento? <\/strong><\/p>\n<p>\u2013 Somente Deus o sabe. Entretanto, h\u00e1 uma coisa que a vossa raz\u00e3o deve deduzir: \u00e9 que Deus, modelo de amor e caridade, nunca esteve inativo. Por mais remoto que possa vos parecer o in\u00edcio de sua a\u00e7\u00e3o, acaso o podereis imaginar por um segundo sequer na ociosidade?<\/p>\n<p><strong>22 Define-se, geralmente, a mat\u00e9ria como sendo o que tem extens\u00e3o, o que pode causar impress\u00e3o aos nossos sentidos, o que \u00e9 impenetr\u00e1vel. Essas defini\u00e7\u00f5es s\u00e3o exatas? <\/strong><\/p>\n<p>\u2013 Do vosso ponto de vista s\u00e3o exatas, visto que somente falais do que conheceis. Mas a mat\u00e9ria existe em estados que para v\u00f3s s\u00e3o desconhecidos. Pode ser, por exemplo, t\u00e3o et\u00e9rea e sutil que n\u00e3o cause nenhuma impress\u00e3o aos vossos sentidos; entretanto, \u00e9 sempre mat\u00e9ria, embora para v\u00f3s n\u00e3o o seja.<\/p>\n<p><strong>22 a Que defini\u00e7\u00e3o podeis dar da mat\u00e9ria? <\/strong><\/p>\n<p>\u2013 A mat\u00e9ria \u00e9 o la\u00e7o que prende o Esp\u00edrito; \u00e9 o instrumento de que ele se serve e sobre o qual, ao mesmo tempo, exerce sua a\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p><em>\u263c De acordo com essa id\u00e9ia, pode-se dizer que a mat\u00e9ria \u00e9 o agente, o intermedi\u00e1rio, com a ajuda do qual, e sobre o qual, atua o Esp\u00edrito. <\/em><\/p>\n<p><strong>23 O que \u00e9 o Esp\u00edrito? <\/strong><\/p>\n<p>\u2013 Esp\u00edrito \u00e9 o princ\u00edpio inteligente do universo<a href=\"http:\/\/www.espirito.org.br\/portal\/codificacao\/le\/le-1-02.html#1\"><sup>1<\/sup><\/a>.<\/p>\n<p><strong>23 a Qual \u00e9 a natureza \u00edntima do Esp\u00edrito? <\/strong><\/p>\n<p>\u2013 N\u00e3o \u00e9 f\u00e1cil explicar o Esp\u00edrito com a vossa linguagem. Para v\u00f3s, ele n\u00e3o \u00e9 nada, visto que o Esp\u00edrito n\u00e3o \u00e9 algo palp\u00e1vel, mas para n\u00f3s \u00e9 alguma coisa. Sabei bem: o nada n\u00e3o \u00e9 coisa nenhuma, o nada n\u00e3o existe.<\/p>\n<p><strong>24 Esp\u00edrito \u00e9 sin\u00f4nimo de intelig\u00eancia? <\/strong><\/p>\n<p>\u2013 A intelig\u00eancia \u00e9 um atributo essencial do Esp\u00edrito, mas ambos se confundem num princ\u00edpio comum, de modo que, para v\u00f3s, s\u00e3o a mesma coisa.<\/p>\n<p><strong>25 O Esp\u00edrito \u00e9 independente da mat\u00e9ria ou \u00e9 apenas uma propriedade dela, como as cores s\u00e3o propriedades da luz e o som uma propriedade do ar? <\/strong><\/p>\n<p>\u2013 Ambos s\u00e3o distintos, mas \u00e9 preciso a uni\u00e3o do Esp\u00edrito e da mat\u00e9ria para que a intelig\u00eancia se manifeste na mat\u00e9ria.<\/p>\n<p><strong>25 a Essa uni\u00e3o \u00e9 igualmente necess\u00e1ria para a manifesta\u00e7\u00e3o do Esp\u00edrito? (Entendemos, aqui, por esp\u00edrito o princ\u00edpio inteligente, e n\u00e3o as individualidades designadas sob esse nome). <\/strong><\/p>\n<p>\u2013 Ela \u00e9 necess\u00e1ria para v\u00f3s, porque n\u00e3o sois organizados para perceber o Esp\u00edrito sem a mat\u00e9ria; vossos sentidos n\u00e3o s\u00e3o feitos para isso.<\/p>\n<p><strong>26 Pode-se conceber o Esp\u00edrito sem a mat\u00e9ria e a mat\u00e9ria sem o Esp\u00edrito? <\/strong><\/p>\n<p>\u2013 Pode-se, sem d\u00favida, pelo pensamento.<\/p>\n<p><strong>27 Haveria, assim, dois elementos gerais do universo: a mat\u00e9ria e o Esp\u00edrito? <\/strong><\/p>\n<p>\u2013 Sim, e acima de tudo Deus, o Criador, o Pai de todas as coisas. Deus, Esp\u00edrito e mat\u00e9ria s\u00e3o o princ\u00edpio de tudo o que existe, a trindade universal. Mas ao elemento material \u00e9 preciso acrescentar o fluido universal, que faz o papel de intermedi\u00e1rio entre o Esp\u00edrito e a mat\u00e9ria propriamente dita, muito grosseira para que o Esp\u00edrito possa ter uma a\u00e7\u00e3o sobre ela. Ainda que sob certo ponto de vista se possa inclu\u00ed-lo no elemento material, ele se distingue por propriedades especiais. Se o fluido universal fosse mat\u00e9ria, n\u00e3o haveria raz\u00e3o para que o Esp\u00edrito n\u00e3o o fosse tamb\u00e9m. Ele est\u00e1 colocado entre o Esp\u00edrito e a mat\u00e9ria; \u00e9 fluido, como a mat\u00e9ria \u00e9 mat\u00e9ria; suscet\u00edvel, por suas inumer\u00e1veis combina\u00e7\u00f5es com ela e sob a a\u00e7\u00e3o do Esp\u00edrito, de poder produzir uma infinita variedade de coisas das quais conheceis apenas uma pequena parte.Esse fluido universal, primitivo, ou elementar, sendo o agente que o Esp\u00edrito utiliza, \u00e9 o princ\u00edpio sem o qual a mat\u00e9ria estaria em perp\u00e9tuo estado de dispers\u00e3o e nunca adquiriria as propriedades que a for\u00e7a da gravidade lhe d\u00e1.<\/p>\n<p><strong>27 a Seria esse fluido o que designamos sob o nome de eletricidade? <\/strong><\/p>\n<p>\u2013 Dissemos que ele \u00e9 suscet\u00edvel de inumer\u00e1veis combina\u00e7\u00f5es; o que chamais fluido el\u00e9trico, fluido magn\u00e9tico, s\u00e3o modifica\u00e7\u00f5es do fluido universal, que \u00e9, propriamente falando, uma mat\u00e9ria mais perfeita, mais sutil e que se pode considerar como independente.<\/p>\n<p><strong>28 Uma vez que o pr\u00f3prio Esp\u00edrito \u00e9 alguma coisa, n\u00e3o seria mais exato e menos sujeito a confus\u00f5es designar esses dois elementos gerais pelas palavras: mat\u00e9ria inerte e mat\u00e9ria inteligente? <\/strong><\/p>\n<p>\u2013 As palavras pouco nos importam; cabe a v\u00f3s formular vossa linguagem de maneira a vos entenderdes. Vossas controv\u00e9rsias surgem quase sempre do que n\u00e3o compreendeis sobre as palavras que usais, porque vossa linguagem \u00e9 incompleta para as coisas que os vossos sentidos n\u00e3o percebem.<\/p>\n<p><em>\u263c Um fato not\u00f3rio domina todas as hip\u00f3teses: vemos mat\u00e9ria sem intelig\u00eancia e vemos um princ\u00edpio inteligente independente da mat\u00e9ria. A origem e a liga\u00e7\u00e3o dessas duas coisas nos s\u00e3o desconhecidas. Se elas v\u00eam ou n\u00e3o de uma fonte comum, se h\u00e1 pontos de contato entre elas, se a intelig\u00eancia tem sua exist\u00eancia pr\u00f3pria ou se \u00e9 uma propriedade, um efeito ou mesmo, conforme a opini\u00e3o de alguns, se \u00e9 uma emana\u00e7\u00e3o da Divindade, \u00e9 o que ignoramos. Elas nos aparecem distintas, \u00e9 por isso que n\u00f3s as admitimos como formando dois princ\u00edpios que constituem o universo. Vemos acima de tudo isso uma intelig\u00eancia que domina todas as outras e as governa, que se distingue por seus atributos essenciais. \u00c9 a essa intelig\u00eancia suprema que chamamos Deus. <\/em><\/p>\n<p><strong>Propriedades da mat\u00e9ria<\/strong><\/p>\n<p><strong>29 A ponderabilidade<\/strong><a href=\"http:\/\/www.espirito.org.br\/portal\/codificacao\/le\/le-1-02.html#2\"><strong><sup>2<\/sup><\/strong><\/a><strong> \u00e9 um atributo essencial da mat\u00e9ria? <\/strong><\/p>\n<p>\u2013 Da mat\u00e9ria, assim como a entendeis, sim; mas n\u00e3o da mat\u00e9ria considerada como fluido universal. A mat\u00e9ria et\u00e9rea e sutil que forma esse fluido \u00e9 imponder\u00e1vel para v\u00f3s, mas nem por isso deixa de ser o princ\u00edpio de vossa mat\u00e9ria pesada.<\/p>\n<p><em>\u263c A gravidade<\/em><a href=\"http:\/\/www.espirito.org.br\/portal\/codificacao\/le\/le-1-02.html#3\"><sup>3<\/sup><\/a><em> \u00e9 uma propriedade relativa. Fora das esferas de atra\u00e7\u00e3o dos mundos, n\u00e3o h\u00e1 peso, do mesmo modo que n\u00e3o h\u00e1 nem acima, nem abaixo. <\/em><\/p>\n<p><strong>30 A mat\u00e9ria \u00e9 formada de um \u00fanico ou de v\u00e1rios elementos? <\/strong><\/p>\n<p>\u2013 De um \u00fanico elemento primitivo. Os corpos que considerais simples n\u00e3o s\u00e3o verdadeiros elementos, mas transforma\u00e7\u00f5es da mat\u00e9ria primitiva.<\/p>\n<p><strong>31 De onde v\u00eam as diferentes propriedades da mat\u00e9ria? <\/strong><\/p>\n<p>\u2013 S\u00e3o modifica\u00e7\u00f5es que as mol\u00e9culas<a href=\"http:\/\/www.espirito.org.br\/portal\/codificacao\/le\/le-1-02.html#4\"><sup>4<\/sup><\/a> elementares sofrem por sua uni\u00e3o e em determinadas circunst\u00e2ncias.<\/p>\n<p><strong>32 Diante disso, os sabores, os odores, as cores, o som, as qualidades venenosas ou salutares dos corpos apenas seriam modifica\u00e7\u00f5es de uma \u00fanica e mesma subst\u00e2ncia primitiva? <\/strong><\/p>\n<p>\u2013 Sim, sem d\u00favida, e que apenas existem pela disposi\u00e7\u00e3o dos \u00f3rg\u00e3os destinados a perceb\u00ea-los.<\/p>\n<p><em>\u263c Esse princ\u00edpio \u00e9 demonstrado pelo fato de que nem todo mundo percebe as qualidades dos corpos da mesma maneira: um acha uma coisa agrad\u00e1vel ao gosto, outro a acha ruim; uns v\u00eaem azul o que outros v\u00eaem vermelho; o que \u00e9 um veneno para uns \u00e9 inofensivo ou salutar para outros. <\/em><\/p>\n<p><strong>33 A mesma mat\u00e9ria elementar \u00e9 suscet\u00edvel de passar por todas as modifica\u00e7\u00f5es e adquirir todas as propriedades? <\/strong><\/p>\n<p>\u2013 Sim, e \u00e9 o que se deve entender quando dizemos que tudo est\u00e1 em tudo<a href=\"http:\/\/www.espirito.org.br\/portal\/codificacao\/le\/le-1-02.html#*\">*<\/a>.<\/p>\n<p><em>\u263c O oxig\u00eanio, o hidrog\u00eanio, o azoto, o carbono e todos os corpos que consideramos como simples s\u00e3o somente modifica\u00e7\u00f5es de uma subst\u00e2ncia primitiva. Na impossibilidade em que nos encontramos at\u00e9 o presente de conhecer, a n\u00e3o ser pelo pensamento, essa mat\u00e9ria primitiva, esses corpos s\u00e3o para n\u00f3s verdadeiros elementos e podemos, sem maiores conseq\u00fc\u00eancias, consider\u00e1-los assim, at\u00e9 nova ordem. <\/em><\/p>\n<p>* Esse princ\u00edpio explica o fen\u00f4meno conhecido de todos os magnetizadores e que consiste em dar, pela vontade, a uma subst\u00e2ncia qualquer, \u00e0 \u00e1gua, por exemplo, propriedades muito diversas: um gosto determinado e mesmo as qualidades ativas de outras subst\u00e2ncias. Uma vez que h\u00e1 apenas um elemento primitivo e que as propriedades dos diferentes corpos s\u00e3o somente modifica\u00e7\u00f5es desse elemento, resulta que a subst\u00e2ncia mais inofensiva tem o mesmo princ\u00edpio que a mais prejudicial. Assim, a \u00e1gua, que \u00e9 formada de uma parte de oxig\u00eanio e de duas de hidrog\u00eanio, torna-se corrosiva duplicando-se a propor\u00e7\u00e3o de oxig\u00eanio. Uma transforma\u00e7\u00e3o semelhante pode se produzir pela a\u00e7\u00e3o magn\u00e9tica dirigida pela vontade (N. K.).<\/p>\n<p><strong>33 a E essa teoria parece dar raz\u00e3o \u00e0 opini\u00e3o daqueles que s\u00f3 admitem na mat\u00e9ria duas propriedades essenciais, a for\u00e7a e o movimento, e pensam que todas as outras propriedades s\u00e3o apenas efeitos secund\u00e1rios, variando de acordo com a intensidade da for\u00e7a e a dire\u00e7\u00e3o do movimento? <\/strong><\/p>\n<p>\u2013 Essa opini\u00e3o \u00e9 exata. \u00c9 preciso tamb\u00e9m acrescentar: conforme a disposi\u00e7\u00e3o das mol\u00e9culas, como v\u00eas, por exemplo, num corpo opaco, que pode tornar-se transparente, e vice-versa.<\/p>\n<p><strong>34 As mol\u00e9culas t\u00eam uma forma determinada? <\/strong><\/p>\n<p>\u2013 Sem d\u00favida, as mol\u00e9culas t\u00eam uma forma, que n\u00e3o \u00e9 percept\u00edvel para v\u00f3s.<\/p>\n<p><strong>34 a Essa forma \u00e9 constante ou vari\u00e1vel? <\/strong><\/p>\n<p>\u2013 Constante para as mol\u00e9culas elementares primitivas e vari\u00e1vel para as mol\u00e9culas secund\u00e1rias, que s\u00e3o somente aglomera\u00e7\u00f5es das primeiras; porque aquilo que chamais mol\u00e9cula ainda est\u00e1 longe da mol\u00e9cula elementar.<\/p>\n<p><strong>Espa\u00e7o universal<\/strong><\/p>\n<p><strong>35 O espa\u00e7o universal \u00e9 infinito ou limitado? <\/strong><\/p>\n<p>\u2013 Infinito. Supondo que fosse limitado, dev\u00edeis perguntar: o que haver\u00e1 al\u00e9m de seus limites? Isso confunde a raz\u00e3o, bem o sei, e, entretanto, a pr\u00f3pria raz\u00e3o diz que n\u00e3o pode ser de outro modo. Essa \u00e9 a id\u00e9ia do infinito em todas as coisas, e n\u00e3o \u00e9 na vossa pequena esfera que podeis compreend\u00ea-lo.<\/p>\n<p><em>\u263c Supondo-se um limite ao espa\u00e7o, por mais distante que o pensamento possa conceb\u00ea-lo, a raz\u00e3o diz que al\u00e9m desse limite h\u00e1 alguma coisa, e, assim, sucessivamente, at\u00e9 o infinito; por\u00e9m, se essa alguma coisa fosse o vazio absoluto, ainda seria espa\u00e7o. <\/em><\/p>\n<p><strong>36 O vazio absoluto existe em alguma parte no espa\u00e7o universal? <\/strong><\/p>\n<p>\u2013 N\u00e3o, nada \u00e9 vazio. O que imaginais como vazio \u00e9 ocupado por uma mat\u00e9ria que escapa aos vossos sentidos e aos vossos instrumentos.<\/p>\n<ol>\n<li>Compare essa resposta com a da quest\u00e3o 76. Aqui trata-se do Esp\u00edrito, princ\u00edpio inteligente, e n\u00e3o a individualidade. Veja a quest\u00e3o 25-a (N. E.).<\/li>\n<li><strong>Ponderabilidade<\/strong>: que se pode medir, pesar, quantificar (N. E.).<\/li>\n<li><strong>Gravidade<\/strong>: lei da F\u00edsica, atra\u00e7\u00e3o que os planetas e os corpos celestes exercem uns sobre os outros (N. E.).<\/li>\n<li><strong>Mol\u00e9cula<\/strong>: agrupamento de um ou mais \u00e1tomos que forma uma subst\u00e2ncia; a menor quantidade de mat\u00e9ria (N. E.).<\/li>\n<\/ol>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Parte Primeira \u2013 Cap\u00edtulo 2 Elementos gerais do universo Conhecimento do princ\u00edpio das coisas \u2013 Esp\u00edrito e mat\u00e9ria \u2013 Propriedades da mat\u00e9ria \u2013 Espa\u00e7o universal Conhecimento do princ\u00edpio das coisas 17 \u00c9 permitido ao homem conhecer o princ\u00edpio das coisas? &hellip; <a href=\"https:\/\/xn--regeneraoplanetria-dsb6a7f.com.br\/index.php\/o-livro-dos-espiritos\/3-parte-primeira-as-causas-primarias\/cap-2-17-a-36-elementos-gerais-do-universo\/\">Continue lendo <span class=\"meta-nav\">&rarr;<\/span><\/a><\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"parent":4240,"menu_order":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","template":"","meta":{"footnotes":""},"class_list":["post-4244","page","type-page","status-publish","hentry"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/xn--regeneraoplanetria-dsb6a7f.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/4244","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/xn--regeneraoplanetria-dsb6a7f.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/pages"}],"about":[{"href":"https:\/\/xn--regeneraoplanetria-dsb6a7f.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/types\/page"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/xn--regeneraoplanetria-dsb6a7f.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/xn--regeneraoplanetria-dsb6a7f.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=4244"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/xn--regeneraoplanetria-dsb6a7f.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/4244\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":4245,"href":"https:\/\/xn--regeneraoplanetria-dsb6a7f.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/4244\/revisions\/4245"}],"up":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/xn--regeneraoplanetria-dsb6a7f.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/4240"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/xn--regeneraoplanetria-dsb6a7f.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=4244"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}