{"id":4248,"date":"2016-06-29T21:49:28","date_gmt":"2016-06-30T00:49:28","guid":{"rendered":"http:\/\/xn--regeneraoplanetria-dsb6a7f.com.br\/?page_id=4248"},"modified":"2016-06-29T21:49:28","modified_gmt":"2016-06-30T00:49:28","slug":"cap-4-60-a-75-principio-vital","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/xn--regeneraoplanetria-dsb6a7f.com.br\/index.php\/o-livro-dos-espiritos\/3-parte-primeira-as-causas-primarias\/cap-4-60-a-75-principio-vital\/","title":{"rendered":"Cap 4 &#8211; 60 a 75 princ\u00edpio vital"},"content":{"rendered":"<p><strong>Parte Primeira \u2013 Cap\u00edtulo 4<\/strong><\/p>\n<p><strong>Princ\u00edpio vital<\/strong><\/p>\n<p>Seres org\u00e2nicos e inorg\u00e2nicos \u2013 A vida e a morte \u2013 Intelig\u00eancia e instinto<\/p>\n<p><strong>Seres org\u00e2nicos e inorg\u00e2nicos<\/strong><\/p>\n<p><em>\u263c Os seres org\u00e2nicos s\u00e3o os que t\u00eam em si uma fonte de atividade \u00edntima que lhes d\u00e1 a vida. Eles nascem, crescem, se reproduzem por si mesmos e morrem. S\u00e3o providos de \u00f3rg\u00e3os especiais para a realiza\u00e7\u00e3o dos diferentes atos da vida, apropriados \u00e0s suas necessidades de conserva\u00e7\u00e3o. Os homens, os animais e as plantas s\u00e3o seres org\u00e2nicos. <\/em><\/p>\n<p><em>Seres inorg\u00e2nicos s\u00e3o todos os que n\u00e3o t\u00eam nem vitalidade, nem movimentos pr\u00f3prios e s\u00e3o formados apenas pela agrega\u00e7\u00e3o da mat\u00e9ria; s\u00e3o os minerais, a \u00e1gua, o ar, etc. <\/em><\/p>\n<p><strong>60 \u00c9 a mesma for\u00e7a que une os elementos da mat\u00e9ria nos corpos org\u00e2nicos e inorg\u00e2nicos? <\/strong><\/p>\n<p>\u2013 Sim, a lei de atra\u00e7\u00e3o \u00e9 a mesma para tudo.<\/p>\n<p><strong>61 H\u00e1 uma diferen\u00e7a entre a mat\u00e9ria dos corpos org\u00e2nicos e a dos inorg\u00e2nicos? <\/strong><\/p>\n<p>\u2013 A mat\u00e9ria \u00e9 sempre a mesma, mas nos corpos org\u00e2nicos est\u00e1 animalizada.<\/p>\n<p><strong>62 Qual \u00e9 a causa da animaliza\u00e7\u00e3o da mat\u00e9ria? <\/strong><\/p>\n<p>\u2013 Sua uni\u00e3o com o princ\u00edpio vital.<\/p>\n<p><strong>63 O princ\u00edpio vital \u00e9 um agente particular ou \u00e9 apenas uma propriedade da mat\u00e9ria organizada? Numa palavra, \u00e9 um efeito ou uma causa? <\/strong><\/p>\n<p>\u2013 Uma e outra. A vida \u00e9 um efeito produzido pela a\u00e7\u00e3o de um agente sobre a mat\u00e9ria. Esse agente, sem a mat\u00e9ria, n\u00e3o \u00e9 vida, do mesmo modo que a mat\u00e9ria n\u00e3o pode viver sem esse agente. O princ\u00edpio vital d\u00e1 a vida a todos os seres que o absorvem e assimilam.<\/p>\n<p><strong>64 Vimos que o Esp\u00edrito e a mat\u00e9ria s\u00e3o dois elementos constituintes do universo. O princ\u00edpio vital forma um terceiro? <\/strong><\/p>\n<p>\u2013 \u00c9, sem d\u00favida, um dos elementos necess\u00e1rios \u00e0 constitui\u00e7\u00e3o do universo, mas ele mesmo tem sua fonte na mat\u00e9ria universal modificada. \u00c9 um elemento, como para v\u00f3s o oxig\u00eanio e o hidrog\u00eanio que, entretanto, n\u00e3o s\u00e3o elementos primitivos, embora tudo isso proceda de um mesmo princ\u00edpio.<\/p>\n<p><strong>64 a Disso parece resultar que a vitalidade n\u00e3o tem seu princ\u00edpio num agente primitivo distinto, mas numa propriedade especial da mat\u00e9ria universal, em raz\u00e3o de algumas modifica\u00e7\u00f5es? <\/strong><\/p>\n<p>\u2013 \u00c9 a conseq\u00fc\u00eancia do que dissemos.<\/p>\n<p><strong>65 O princ\u00edpio vital reside em algum dos corpos que conhecemos? <\/strong><\/p>\n<p>\u2013 Tem sua fonte no fluido universal. \u00c9 o que chamais fluido magn\u00e9tico ou fluido el\u00e9trico animalizado. Ele \u00e9 o intermedi\u00e1rio, o elo entre o Esp\u00edrito e a mat\u00e9ria.<\/p>\n<p><strong>66 O princ\u00edpio vital \u00e9 o mesmo para todos os seres org\u00e2nicos? <\/strong><\/p>\n<p>\u2013 Sim, modificado conforme as esp\u00e9cies. \u00c9 o que lhes d\u00e1 movimento e atividade e os distingue da mat\u00e9ria inerte, uma vez que o movimento da mat\u00e9ria n\u00e3o \u00e9 a vida. A mat\u00e9ria recebe esse movimento, n\u00e3o o d\u00e1.<\/p>\n<p><strong>67 A vitalidade \u00e9 um atributo permanente do agente vital ou apenas se desenvolve pelo funcionamento dos \u00f3rg\u00e3os? <\/strong><\/p>\n<p>\u2013 Apenas se desenvolve com o corpo. N\u00e3o dissemos que esse agente sem a mat\u00e9ria n\u00e3o \u00e9 a vida? \u00c9 preciso a uni\u00e3o das duas coisas para produzir a vida.<\/p>\n<p><strong>67 a Pode-se dizer que a vitalidade est\u00e1 em estado latente, quando o agente vital n\u00e3o est\u00e1 unido ao corpo? <\/strong><\/p>\n<p>\u2013 Sim, \u00e9 isso.<\/p>\n<p><em>\u263c O conjunto dos \u00f3rg\u00e3os constitui uma esp\u00e9cie de mecanismo que recebe um est\u00edmulo de atividade \u00edntima ou princ\u00edpio vital que existe neles. O princ\u00edpio vital \u00e9 a for\u00e7a motriz dos corpos org\u00e2nicos. Ao mesmo tempo que o agente vital estimula os \u00f3rg\u00e3os, a a\u00e7\u00e3o deles mant\u00e9m e desenvolve a atividade do agente vital, quase do mesmo modo como o atrito produz o calor. <\/em><\/p>\n<p><strong>A vida e a morte<\/strong><\/p>\n<p><strong>68 Qual \u00e9 a causa da morte entre os seres org\u00e2nicos? <\/strong><\/p>\n<p>\u2013 O esgotamento dos \u00f3rg\u00e3os.<\/p>\n<p><strong>68 a Podemos comparar a morte com o cessar do movimento numa m\u00e1quina desarranjada? <\/strong><\/p>\n<p>\u2013 Sim; se a m\u00e1quina est\u00e1 mal montada, o movimento cessa; se o corpo est\u00e1 doente, a vida se extingue.<\/p>\n<p><strong>69 Por que uma les\u00e3o do cora\u00e7\u00e3o causa a morte mais do que em qualquer outro \u00f3rg\u00e3o? <\/strong><\/p>\n<p>\u2013 O cora\u00e7\u00e3o \u00e9 a m\u00e1quina da vida, mas n\u00e3o \u00e9 o \u00fanico \u00f3rg\u00e3o cuja les\u00e3o ocasiona a morte. \u00c9 somente uma das pe\u00e7as essenciais.<\/p>\n<p><strong>70 O que acontece com a mat\u00e9ria e o princ\u00edpio vital dos seres org\u00e2nicos quando eles morrem? <\/strong><\/p>\n<p>\u2013 A mat\u00e9ria sem atividade se decomp\u00f5e e vai formar novos organismos. O princ\u00edpio vital retorna \u00e0 sua origem, \u00e0 sua fonte.<\/p>\n<p><em>\u263c<\/em> <em>Quando o ser org\u00e2nico morre, os elementos que o constitu\u00edam passam a fazer parte de novas combina\u00e7\u00f5es e participam na forma\u00e7\u00e3o de novos seres, que por sua vez passam a tirar da fonte universal o princ\u00edpio da vida e da atividade, o absorvem e assimilam para novamente devolv\u00ea-lo a essa fonte quando deixarem de existir. <\/em><\/p>\n<p><em>Os \u00f3rg\u00e3os est\u00e3o, por assim dizer, impregnados de fluido vital que d\u00e1 a todas as partes do organismo uma atividade geradora da uni\u00e3o entre elas, e, no caso de les\u00f5es, restabelece as fun\u00e7\u00f5es que estavam momentaneamente danificadas. Mas quando os elementos essenciais ao funcionamento dos \u00f3rg\u00e3os s\u00e3o destru\u00eddos, ou muito profundamente desarranjados, o fluido vital \u00e9 incapaz de transmitir o movimento da vida, e o ser morre. <\/em><\/p>\n<p><em>Mais ou menos por uma a\u00e7\u00e3o inevit\u00e1vel e for\u00e7osa os \u00f3rg\u00e3os reagem uns sobre os outros. \u00c9 da harmonia de seu conjunto que resulta sua a\u00e7\u00e3o m\u00fatua. Quando, por qualquer causa, essa harmonia \u00e9 destru\u00edda, suas fun\u00e7\u00f5es param como o movimento de uma m\u00e1quina cujas pe\u00e7as principais se desarranjaram. Como um rel\u00f3gio que se desgasta com o tempo ou quebra por acidente, e ao qual a for\u00e7a motriz \u00e9 incapaz de p\u00f4r em movimento. <\/em><\/p>\n<p><em>Temos uma imagem mais exata da vida e da morte num aparelho el\u00e9trico. Esse aparelho, como todos os corpos da natureza, possui eletricidade em estado latente. Os fen\u00f4menos el\u00e9tricos somente se manifestam quando o fluido \u00e9 colocado em atividade por uma causa especial. Ent\u00e3o, poder\u00edamos dizer que o aparelho est\u00e1 vivo. Parando a causa da atividade, o fen\u00f4meno cessa: o aparelho volta ao estado de in\u00e9rcia. Os corpos org\u00e2nicos seriam, assim, uma esp\u00e9cie de pilhas ou aparelhos el\u00e9tricos nos quais a atividade do fluido produz o fen\u00f4meno da vida. A paralisa\u00e7\u00e3o dessa atividade produz a morte. <\/em><\/p>\n<p><em>A quantidade de fluido vital n\u00e3o \u00e9 precisamente a mesma para todos os seres org\u00e2nicos. Ela varia de acordo com as esp\u00e9cies e n\u00e3o \u00e9 constante, seja no mesmo indiv\u00edduo ou em indiv\u00edduos da mesma esp\u00e9cie. H\u00e1 os que s\u00e3o, por assim dizer, saturados desse fluido, enquanto outros possuem apenas uma quantidade suficiente; da\u00ed, para alguns a vida mais ativa, mais tenaz e, de certo modo, superabundante. <\/em><\/p>\n<p><em>A quantidade de fluido vital se esgota. Pode tornar-se insuficiente para a manuten\u00e7\u00e3o da vida se n\u00e3o for renovada pela absor\u00e7\u00e3o e assimila\u00e7\u00e3o das subst\u00e2ncias que o cont\u00eam. <\/em><\/p>\n<p><em>O fluido vital se transmite de um indiv\u00edduo para outro. Aquele que tem mais pode dar para quem tem menos e, em alguns casos, restabelecer a vida prestes a se extinguir. <\/em><\/p>\n<p><strong>Intelig\u00eancia e instinto<\/strong><\/p>\n<p><strong>71 A intelig\u00eancia \u00e9 um atributo do princ\u00edpio vital? <\/strong><\/p>\n<p>\u2013 N\u00e3o, uma vez que as plantas vivem e n\u00e3o pensam: apenas t\u00eam a vida org\u00e2nica. A intelig\u00eancia e a mat\u00e9ria s\u00e3o independentes, uma vez que um corpo pode viver sem intelig\u00eancia. Por\u00e9m, a intelig\u00eancia s\u00f3 pode manifestar-se por meio dos \u00f3rg\u00e3os materiais. \u00c9 preciso a uni\u00e3o com o Esp\u00edrito para prover de intelig\u00eancia a mat\u00e9ria animalizada.<\/p>\n<p><em>\u263c A intelig\u00eancia \u00e9 um dom especial, pr\u00f3prio de algumas classes de seres org\u00e2nicos e que lhes d\u00e1, com o pensamento, a vontade de agir, a consci\u00eancia de sua exist\u00eancia e de sua individualidade, assim como os meios de estabelecer rela\u00e7\u00f5es com o mundo exterior e de proverem as suas necessidades. <\/em><\/p>\n<p><em>Podem distinguir-se assim: <\/em><\/p>\n<p><em>1<\/em>\u00ba)<em> os seres inanimados, formados apenas de mat\u00e9ria, sem vitalidade nem intelig\u00eancia: s\u00e3o os corpos brutos; <\/em><\/p>\n<p><em>2<\/em>\u00ba)<em> os seres animados que n\u00e3o pensam, formados de mat\u00e9ria e dotados de vitalidade, mas desprovidos de intelig\u00eancia; <\/em><\/p>\n<p><em>3<\/em>\u00ba<em>) os seres animados pensantes, formados de mat\u00e9ria, dotados de vitalidade e tendo a mais um princ\u00edpio inteligente que lhes d\u00e1 a faculdade de pensar. <\/em><\/p>\n<p><strong>72 Qual \u00e9 a fonte da intelig\u00eancia? <\/strong><\/p>\n<p>\u2013 J\u00e1 o dissemos: a intelig\u00eancia universal.<\/p>\n<p><strong>72 a Podemos, ent\u00e3o, dizer que cada ser tira uma por\u00e7\u00e3o de intelig\u00eancia da fonte universal e a assimila, como tira e assimila o princ\u00edpio da vida material? <\/strong><\/p>\n<p>\u2013 Isso \u00e9 apenas uma compara\u00e7\u00e3o, mas n\u00e3o \u00e9 exata. A intelig\u00eancia \u00e9 um dom pr\u00f3prio de cada ser e constitui sua individualidade moral. Por fim,h\u00e1 coisas que n\u00e3o s\u00e3o dadas ao homem penetrar, e essa por enquanto \u00e9 uma delas.<\/p>\n<p><strong>73 O instinto \u00e9 independente da intelig\u00eancia? <\/strong><\/p>\n<p>\u2013 N\u00e3o, precisamente, mas ele \u00e9 uma esp\u00e9cie de intelig\u00eancia. O instinto \u00e9 uma intelig\u00eancia n\u00e3o-racional. \u00c9 por meio dele que todos os seres prov\u00eam as suas necessidades.<\/p>\n<p><strong>74 Pode-se assinalar um limite entre o instinto e a intelig\u00eancia, ou seja, perceber onde um acaba e a outra come\u00e7a? <\/strong><\/p>\n<p>\u2013 N\u00e3o, porque freq\u00fcentemente se confundem. Mas pode-se muito bem distinguir os atos do instinto dos da intelig\u00eancia.<\/p>\n<p><strong>75 \u00c9 exato dizer que os dons instintivos diminuem \u00e0 medida que aumentam os intelectuais? <\/strong><\/p>\n<p>\u2013 N\u00e3o; o instinto sempre existe, mas o homem o despreza. O instinto tamb\u00e9m pode conduzir ao bem. Ele nos guia, quase sempre, mais seguramente do que a raz\u00e3o. Nunca se engana.<\/p>\n<p><strong>75 a Por que a raz\u00e3o n\u00e3o \u00e9 sempre um guia infal\u00edvel? <\/strong><\/p>\n<p>\u2013 Ela seria infal\u00edvel se n\u00e3o fosse falseada pela m\u00e1 educa\u00e7\u00e3o, pelo orgulho e pelo ego\u00edsmo. O instinto n\u00e3o raciocina; a raz\u00e3o permite a escolha e d\u00e1 ao homem o livre-arb\u00edtrio.<\/p>\n<p><em>\u263c<\/em> <em>O instinto \u00e9 uma intelig\u00eancia rudimentar em que as manifesta\u00e7\u00f5es s\u00e3o quase sempre espont\u00e2neas, e difere da intelig\u00eancia propriamente dita, cujas manifesta\u00e7\u00f5es expressam uma avalia\u00e7\u00e3o de um ato deliberado que sofreu exame interior. <\/em><\/p>\n<p><em>O instinto varia em suas manifesta\u00e7\u00f5es quanto \u00e0s esp\u00e9cies e \u00e0s suas necessidades. Entre os seres que t\u00eam a consci\u00eancia e a percep\u00e7\u00e3o das coisas exteriores, ele se alia \u00e0 intelig\u00eancia, quer dizer, \u00e0 vontade e \u00e0 liberdade. <\/em><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Parte Primeira \u2013 Cap\u00edtulo 4 Princ\u00edpio vital Seres org\u00e2nicos e inorg\u00e2nicos \u2013 A vida e a morte \u2013 Intelig\u00eancia e instinto Seres org\u00e2nicos e inorg\u00e2nicos \u263c Os seres org\u00e2nicos s\u00e3o os que t\u00eam em si uma fonte de atividade \u00edntima &hellip; <a href=\"https:\/\/xn--regeneraoplanetria-dsb6a7f.com.br\/index.php\/o-livro-dos-espiritos\/3-parte-primeira-as-causas-primarias\/cap-4-60-a-75-principio-vital\/\">Continue lendo <span class=\"meta-nav\">&rarr;<\/span><\/a><\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"parent":4240,"menu_order":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","template":"","meta":{"footnotes":""},"class_list":["post-4248","page","type-page","status-publish","hentry"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/xn--regeneraoplanetria-dsb6a7f.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/4248","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/xn--regeneraoplanetria-dsb6a7f.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/pages"}],"about":[{"href":"https:\/\/xn--regeneraoplanetria-dsb6a7f.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/types\/page"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/xn--regeneraoplanetria-dsb6a7f.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/xn--regeneraoplanetria-dsb6a7f.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=4248"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/xn--regeneraoplanetria-dsb6a7f.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/4248\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":4249,"href":"https:\/\/xn--regeneraoplanetria-dsb6a7f.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/4248\/revisions\/4249"}],"up":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/xn--regeneraoplanetria-dsb6a7f.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/4240"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/xn--regeneraoplanetria-dsb6a7f.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=4248"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}