{"id":589,"date":"2013-04-09T21:11:38","date_gmt":"2013-04-10T00:11:38","guid":{"rendered":"http:\/\/xn--regeneraoplanetria-dsb6a7f.com.br\/?page_id=589"},"modified":"2013-05-04T21:03:34","modified_gmt":"2013-05-05T00:03:34","slug":"a-reencarnacao","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/xn--regeneraoplanetria-dsb6a7f.com.br\/index.php\/ciencia-e-espiritualidade\/a-reencarnacao\/","title":{"rendered":"A Reencarna\u00e7\u00e3o"},"content":{"rendered":"<p align=\"center\">A Reencarna\u00e7\u00e3o<\/p>\n<p align=\"center\">Extra\u00eddo da obra<\/p>\n<p align=\"center\">L\u00e9on Marie Martial Chevreuil &#8211; O Espiritismo na Igreja<\/p>\n<p align=\"center\">X<\/p>\n<p align=\"center\">\u00a0A reencarna\u00e7\u00e3o<\/p>\n<p>\u00a0A hip\u00f3tese das reencarna\u00e7\u00f5es n\u00e3o \u00e9 somente a mais compreens\u00edvel e a mais racional das que foram postas em avan\u00e7o para explicar o destino humano, ela \u00e9 ainda a \u00fanica que n\u00e3o nos conduz a conclus\u00f5es absurdas ou \u00edmpias.<\/p>\n<p>Do ponto de vista cient\u00edfico, ela est\u00e1 de acordo com a marcha de nossas evolu\u00e7\u00f5es; do ponto de vista religioso, ela permite ao pensamento de se desgarrar dos erros antigos que nos obrigavam a crer na infinita crueldade de Deus.<\/p>\n<p>Com as vidas sucessivas n\u00e3o h\u00e1 desigualdades no destino dos seres. Essa afirma\u00e7\u00e3o far\u00e1 admirar-se talvez os que entendem que se ret\u00eam somente na vida terrestre, entre o curto espa\u00e7o de tempo compreendido entre o ber\u00e7o e o t\u00famulo, mas, para aquele que segue o tra\u00e7o do primeiro \u00e1tomo vivo desde a sa\u00edda do limo terrestre e que v\u00ea lan\u00e7ar-se, como nosso sistema planet\u00e1rio, atrav\u00e9s de um desconhecido que se adentra no infinito para aquele, todos os seres t\u00eam o\u00a0 mesmo destino, as desigualdades aparentes n\u00e3o s\u00e3o sen\u00e3o acidentes circunstanciais de uma longa travessia que, tomada no seu conjunto, ser\u00e1 a mesma para todos.<\/p>\n<p>A vida \u00e9 uma experi\u00eancia que nos \u00e9 permitida recome\u00e7ar at\u00e9 que tenhamos achado o caminho da felicidade. Essa doutrina \u00e9 muito antiga, ela aparece nos ensinos de Pit\u00e1goras, de Plat\u00e3o, de S\u00f3crates; nas revela\u00e7\u00f5es de Jesus e na cren\u00e7a dos primeiros crist\u00e3os. Mas, pelo Espiritismo moderno ela se torna cientificamente confirmada e, em nossos dias, ela j\u00e1 reviu a ades\u00e3o dos mais eminentes esp\u00edritos do mundo filos\u00f3fico e religioso.<\/p>\n<p>Encontram-se ind\u00edcios da tese reencarnacionista nos textos da G\u00eanese, no livro de J\u00f3, do profeta Isa\u00edas; a voca\u00e7\u00e3o dos patriarcas e dos profetas se explica pela pr\u00e9-exist\u00eancia; essa id\u00e9ia aparece constantemente na B\u00edblia; a hip\u00f3tese da reencarna\u00e7\u00e3o de Elias na pessoa de Jo\u00e3o Batista \u00e9 uma das que reapareceram nos quatro Evangelhos. Ou, com exce\u00e7\u00e3o das narrativas da Paix\u00e3o, n\u00e3o h\u00e1 muitos epis\u00f3dios que se encontram nesse caso:<\/p>\n<p>Certos doutores criam que Jesus era uma reencarna\u00e7\u00e3o de Elias ou de Jeremias (Mateus, XVI, v.14; Marcos, VIII, v. 28; Lucas, IX, v. 19). Essa reencarna\u00e7\u00e3o de Elias era t\u00e3o esperada pelos Judeus que ela \u00e9 objeto constante de suas preocupa\u00e7\u00f5es. Eles enviam mensageiros para questionar Jo\u00e3o Batista (Jo\u00e3o, I, v. 21). E todas as vezes que, no evangelho, ele fez alus\u00e3o \u00e0s reencarna\u00e7\u00f5es, Jesus n\u00e3o faz jamais nada para refutar essa hip\u00f3tese, ele adere implicitamente. \u00c9 por seus pecados, pergunta-se-lhe, que este homem nasceu cego? Para nascer com pecados \u00e9 preciso ter vivido antes. Quando Judas veio ao mundo, uma maldi\u00e7\u00e3o pesava sobre ele desde antes de seu nascimento.<\/p>\n<p>Jesus n\u00e3o podia refutar uma doutrina que ele mesmo ensinava em segredo (Jo\u00e3o, III, v. 7). E, se \u00e9 poss\u00edvel racionar sobre o sentido da conversa\u00e7\u00e3o com Nicodemos, toda ambig\u00fcidade desaparece no vers\u00edculo 12, onde Jesus diz: \u201cEu venho para vos falar de uma coisa terrestre quando eu dizia que \u00e9 preciso que v\u00f3s nasc\u00easseis de novo, e v\u00f3s ignorais isso! Que ser\u00e1 ent\u00e3o quando eu vos falar das coisas celestes!\u201d<\/p>\n<p>Mas o reconhecimento formal das reencarna\u00e7\u00f5es se acha a prop\u00f3sito de Jo\u00e3o Batista (Mateus, XI, v. 14): \u201cE se v\u00f3s quiserdes receber o que vos digo, \u00e9 o Elias que devia vir.\u201d Essa palavra \u00e9 formal e torna imposs\u00edvel toda contesta\u00e7\u00e3o; a afirma\u00e7\u00e3o \u00e9 repetida no cap\u00edtulo XVII, v. 12 e 13: \u201cEu vos digo que Elias j\u00e1 veio&#8230;\u201d E ent\u00e3o os disc\u00edpulos compreenderam que era de Jo\u00e3o que ele lhes tinha falado.<\/p>\n<p>Ora, esse \u00e9 o coment\u00e1rio do texto sagrado. N\u00e3o \u00e9 mais uma coloca\u00e7\u00e3o irrefletida que se poderia, a rigor, atribuir a alguma imprud\u00eancia do narrador; n\u00e3o, \u00e9, aqui, a revela\u00e7\u00e3o mesmo, \u00e9 o texto sagrado que o vers\u00edculo 13 sublinha e interpreta. Sabe-se l\u00e1 com que cuidado meticuloso se expurgou, nos evangelhos, tudo o que podia provir de fonte ap\u00f3crifa. \u00c9 preciso admitirmos a explica\u00e7\u00e3o; pois, se esse texto fosse recus\u00e1vel, nenhuma palavra do Evangelho teria mais autoridade.<\/p>\n<p>Vemos, ali\u00e1s, na B\u00edblia, que essa reencarna\u00e7\u00e3o de Elias \u00e9 a prova exigida por todos para crer na miss\u00e3o daquele que deve vir. \u00c9 preciso observar tamb\u00e9m a palavra do profeta Zacarias antes do nascimento de Jo\u00e3o Batista: \u201cEle viver\u00e1 no esp\u00edrito de Elias\u201d; o que se poderia interpretar: \u00c9 o esp\u00edrito de Elias que se manifestar\u00e1 em Jo\u00e3o Batista.<\/p>\n<p>N\u00e3o se compreende por isso, que um cat\u00f3lico possa conservar d\u00favidas sobre essa antiga tradi\u00e7\u00e3o, que subsiste ali\u00e1s entre os pais da primitiva Igreja, pelo menos no estado de hip\u00f3tese admiss\u00edvel.<\/p>\n<p>Mas essa doutrina tira sua principal for\u00e7a da solu\u00e7\u00e3o satisfat\u00f3ria que ela traz a uma multid\u00e3o de dificuldades de ordem filos\u00f3fica e religiosa que, sem ela, seria imposs\u00edvel resolver.<\/p>\n<p>A harmonia que n\u00f3s devemos necessariamente atribuir \u00e0s obras da cria\u00e7\u00e3o divina n\u00e3o permite supor outra coisa sen\u00e3o uma lenta evolu\u00e7\u00e3o das almas emanadas de Deus; sua obra seria verdadeiramente incoerente se ele criasse instantaneamente idiotas e crian\u00e7as nascidas mortas.<\/p>\n<p>N\u00e3o h\u00e1 sen\u00e3o a preexist\u00eancia e a germina\u00e7\u00e3o tardia que possam explicar as inferioridades intelectuais ou morais, assim como a desigualdade de condi\u00e7\u00f5es e de provas. N\u00e3o h\u00e1 sen\u00e3o o retorno \u00e0 vida que possa remediar os acidentes inevit\u00e1veis numa natureza perturbada por nossa ignor\u00e2ncia nativa e o mau uso que n\u00f3s fazemos de nossa liberdade. Se as crian\u00e7as nascidas mortas n\u00e3o conseguem entrar na vida, elas a\u00ed retornar\u00e3o por uma porta nova. E se n\u00f3s procurarmos provas experimentais do renascimento, n\u00f3s as acharemos mais facilmente entre os que morreram jovens e que se reencarnam imediatamente; eles parecem n\u00e3o ter atravessado as \u00e1guas do L\u00e9th\u00e9, eles reencontrar\u00e3o algumas lembran\u00e7as de sua vida anterior.<\/p>\n<p>Por outro lado, nenhuma concep\u00e7\u00e3o \u00e9 mais incompreens\u00edvel, nem mais burra do que aquela que sup\u00f5e a apari\u00e7\u00e3o espont\u00e2nea de uma alma sem antecedentes, flutuando entre o c\u00e9u e o inferno e, no espa\u00e7o de alguns anos, formando sua eternidade. Essa impiedade, que faz de Deus um criminoso carrasco, o obrigaria a criar almas em colabora\u00e7\u00e3o com os homens, e ele sancionaria assim a viola\u00e7\u00e3o e o adult\u00e9rio, criando muito mais para o inferno do que para o c\u00e9u.<\/p>\n<p>Ao contr\u00e1rio, se n\u00f3s considerarmos Deus como a fonte perp\u00e9tua das almas que nascem livremente, compreenderemos a evolu\u00e7\u00e3o sempre ascendente e, ent\u00e3o, encontraremos uma justi\u00e7a perfeita, porque a vida atual n\u00e3o \u00e9 mais que uma conseq\u00fc\u00eancia de nossas vidas anteriores, somos n\u00f3s mesmos que, em nossa ignor\u00e2ncia primeira, pecamos; n\u00e3o \u00e9 mais o pai Ad\u00e3o, \u00e9 toda a humanidade que passa por essa necessidade inelut\u00e1vel, n\u00e3o h\u00e1 outros progressos sen\u00e3o aqueles conquistados pelo esfor\u00e7o; e Deus nos deu, para isso, o tempo e a liberdade.<\/p>\n<p>Ante essa luz, as obje\u00e7\u00f5es caem e as coisas se esclarecem. Descobre-se, no Evangelho, um sentido profundo para as palavras que passaram despercebidas.<\/p>\n<p>Assim: \u201c\u00e9 que no fim do mundo que o joio ser\u00e1 separado do trigo.\u201d Mateus, cap. XIII, v. 39. Temos, ent\u00e3o, at\u00e9 l\u00e1, como \u00faltimo recurso para progredir, as provas sucessivas que nos esperam e quando Jesus, dirigindo-se aos doutores da lei, lhes diz Cap. XXI, v. 31): \u201cAs mulheres de m\u00e1 vida vos preceder\u00e3o, no reino dos c\u00e9us,\u201d n\u00e3o \u00e9 que Jesus promete o reino dos c\u00e9us \u00e0s mulheres de m\u00e1 vida, mas elas est\u00e3o menos distantes que os doutores na letra das leis. Como toda criatura tem o meio de chegar ao fim ao qual ela est\u00e1 destinada, aquelas chegar\u00e3o a\u00ed primeiro porque, no decurso das provas renovadas, elas se transformar\u00e3o nas virgens puras, ou m\u00e3es dignas de recompensas.<\/p>\n<p>Eis o que \u00e9 f\u00e1cil de se compreender e o que nos ensina a filosofia racional do espiritismo. Os castigos e as recompensas s\u00e3o proporcionais \u00e0s obras, e Deus n\u00e3o interv\u00e9m como carrasco; \u00e9 na liberdade que o homem se afasta ou se aproxima do objetivo, mas \u00e9 preciso que ele nas\u00e7a de novo se n\u00e3o tiver aproveitado suficientemente a vida presente. Nesse caso, ele ser\u00e1 devolvido \u00e0 terra ou vai germinar uma nova colheita.<\/p>\n<p>Isto \u00e9 grande, isto \u00e9 justo, isto \u00e9 belo; e \u00e9 com prazer que constatamos que, desde Santo Agostinho, Greg\u00f3rio de Nysse&#8230;, etc., a Igreja jamais desaprovou este ideal. Bem ao contr\u00e1rio, os bispos aderiram a isto; poder\u00edamos citar v\u00e1rios, citamos pelo menos as palavras do Sr. Passavali, vig\u00e1rio da Bas\u00edlica de S\u00e3o Pedro de Roma:<\/p>\n<p>\u201cParece-me que, se se pudesse propagar a id\u00e9ia da pluralidade das exist\u00eancias para o homem, tanto neste mundo quanto em outros, como um meio admir\u00e1vel de realizar os des\u00edgnios misericordiosos de Deus, na expia\u00e7\u00e3o ou purifica\u00e7\u00e3o do homem, com o objetivo de torn\u00e1-lo digno dele e da vida imortal dos c\u00e9us, j\u00e1 se teria dado um grande passo, pois isto seria suficiente para resolver os problemas mais emaranhados e os mais \u00e1rduos que agitam atualmente as intelig\u00eancias humanas. Quanto mais eu penso nesta verdade, mais ela me parece grande e fecunda com conseq\u00fc\u00eancias pr\u00e1ticas para a religi\u00e3o e para a sociedade.\u201d Luiz, arcebispo.<\/p>\n<p>\u00c9, com efeito, a solu\u00e7\u00e3o \u00fanica, toda outra conduz ao ate\u00edsmo ou \u00e0 impiedade. Nenhuma institui\u00e7\u00e3o podendo viver na imobilidade, n\u00f3s esperamos que a Igreja se decida a dar este grande passo, ela dar\u00e1 assim um sinal de vida esperada com ansiedade.<\/p>\n<p>Se n\u00f3s ficarmos, agora, do lado das provas experimentais, encontraremos fatos que confirmam bastante seriamente a hip\u00f3tese das vidas sucessivas.<\/p>\n<p>\u201cOs vivos, dizia S\u00f3crates, n\u00e3o nascem sen\u00e3o dos mortos.\u201d<\/p>\n<p>Os rec\u00e9m-nascidos, com efeito, s\u00e3o os mortos que, ap\u00f3s ter deixado sua antiga veste,\u00a0 reaparecem em uma nova subst\u00e2ncia; e, se o esquecimento das vidas anteriores \u00e9 a regra geral h\u00e1, entretanto, exce\u00e7\u00f5es para os que reencarnam antes de ter sofrido, no al\u00e9m, as transforma\u00e7\u00f5es que causam a perda da mem\u00f3ria.<\/p>\n<p>O esquecimento do passado jamais \u00e9 absoluto, nada se perde, a encarna\u00e7\u00e3o n\u00e3o faz sen\u00e3o obnublar uma certa parte de nossas lembran\u00e7as, a melhor lucidez dos sujeitos hipn\u00f3ticos vem\u00a0 de que eles podem restabelecer as vias de comunica\u00e7\u00f5es de regi\u00f5es ignoradas. Neste estado eles reencontram os tra\u00e7os parciais de sua vida passada. Essas experi\u00eancias nem sempre s\u00e3o comprobat\u00f3rias, mas sempre tendem a confirmar a hip\u00f3tese.<\/p>\n<p>A verdadeira prova se encontra nos casos excepcionais, onde as crian\u00e7as n\u00e3o t\u00eam sen\u00e3o uma curta perman\u00eancia na terra e onde elas recome\u00e7am uma experi\u00eancia em\u00a0 que falharam. Nessas condi\u00e7\u00f5es excepcionais elas retornam do al\u00e9m com certas lembran\u00e7as, o que lhe permite relembrar fatos que constituem uma prova muito n\u00edtida de sua identidade.<\/p>\n<p>Os grandes jornais que, entretanto, agem com tanta maldade ao mencionar as experi\u00eancias esp\u00edritas quando elas s\u00e3o conduzidas pelos s\u00e1bios, citam-nos, no entanto, nos seus fatos diversos quando eles chegam a emocionar a opini\u00e3o p\u00fablica.<\/p>\n<p>O Jornal contou em 1907 que a popula\u00e7\u00e3o inglesa de Rangoon foi posta em agita\u00e7\u00e3o pela reencarna\u00e7\u00e3o de uma crian\u00e7a que contava ter sido o major Welsh, morto em 1903, e essa crian\u00e7a com idade de tr\u00eas anos, descrevia com detalhes a habita\u00e7\u00e3o do oficial defunto, assim como as circunst\u00e2ncias de sua morte.<\/p>\n<p>Um pouco mais tarde, jornais ingleses, indianos e italianos apresentavam um caso semelhante; o de uma crian\u00e7a de quatro anos que dizia ter sido um inspetor de pol\u00edcia,\u00a0 de nome Fucker, que tinha sido assassinado com um tiro de fuzil, a queima roupa, enquanto ele perseguia os bandidos. A crian\u00e7a contava outros epis\u00f3dios da vida desse inspetor, e uma multid\u00e3o de curiosos vinha escutar o seu relato.<\/p>\n<p>Esses fatos provam, pelo menos, o pouco valor dessa afirma\u00e7\u00e3o, freq\u00fcentemente repetida, que os fatos de reencarna\u00e7\u00e3o jamais apareciam entre a ra\u00e7a anglo-sax\u00f4nica. \u00c9 poss\u00edvel que a mentalidade inglesa n\u00e3o aceite facilmente essa hip\u00f3tese, mas, na fenomenologia, a reencarna\u00e7\u00e3o reaparece sempre. Blake, um grande artista e vidente, n\u00e3o somente era reencarnacionista, mas afirmava ter sido ele mesmo alguma coisa como um disc\u00edpulo de S\u00f3crates. Um autor ingl\u00eas bem conhecido, Florence Marryat, era um reencarnacionista convicto; Katie King falou de suas exist\u00eancias anteriores e Stainton Moses, um homem de alta cultura e de uma moralidade exemplar, investigador do movimento espiritualista na Inglaterra, fala em seus Ensinamentos Espiritualistas da necessidade de uma nova vida terrestre, para numerosos esp\u00edritos. Como se v\u00ea, a obje\u00e7\u00e3o de nossos advers\u00e1rios n\u00e3o tem grande valor.<\/p>\n<p>Ali\u00e1s, temos provas bem not\u00e1veis que seriam imposs\u00edveis de se explicar de outra forma sen\u00e3o pelo fato de um recome\u00e7o de exist\u00eancia.<\/p>\n<p>Assim o caso do Sr. Isaac Foster, morador \u00e0&#8230;, conde de Effingam.<\/p>\n<p>Tendo perdido uma filha pequena, ele foi se fixar em Dakota, onde teve uma nova filha que ele chamou de Nellie, mas que recusou obstinadamente levar esse nome, afirmando que se chamava Maria, nome que tinha a primeira crian\u00e7a. O Sr. Foster n\u00e3o tinha jamais recolocado os p\u00e9s em sua antiga resid\u00eancia, quando a\u00ed retornou, conduzindo com ele Nellie, ent\u00e3o com nove anos de idade. L\u00e1, ela reconheceu sua morada e mesmo pessoas que jamais tinha visto. Mas o que houve de mais extraordin\u00e1rio \u00e9 que ela pedia para rever a escola que se achava a uma milha de l\u00e1 e, como ela fez uma exata descri\u00e7\u00e3o da casa da escola que Maria frequentara, seu pai a\u00ed a conduziu. Ela se dirigiu imediatamente para a sala que tinha ocupado dizendo: Eis aqui a minha.<\/p>\n<p>Fatos similares s\u00e3o produzidos v\u00e1rias vezes e eu posso ainda citar dois que s\u00e3o mais perto de n\u00f3s.<\/p>\n<p>O primeiro, comunicado \u00e0 revista de Roma Ultra, pelo capit\u00e3o F. Battista, \u00e9 o caso de uma menina que tinha se perdido e que apareceu \u00e0 sua m\u00e3e toda feliz e, bem esperta, anunciou: Mam\u00e3e, eu voltei!<\/p>\n<p>\u201cNessa \u00e9poca, escreveu o capit\u00e3o, eu teria tratado como louco aquele que me tivesse falado de reencarna\u00e7\u00e3o. Seis meses mais tarde, minha mulher dava \u00e0 luz uma filhinha que se parecia em todos os pontos com aquela que estava morta.\u201d Eu passo sobre not\u00e1veis semelhan\u00e7as porque poderiam atribu\u00ed-las ao parentesco de origem, mas eu chego ao fato.<\/p>\n<p>A pequena tendo chegado \u00e0 idade de seis anos, os pais, italianos todos os, dois, ouviram algu\u00e9m cantar em franc\u00eas no quarto de sua filhinha.<\/p>\n<p>Inicialmente, eles n\u00e3o compreendiam, mas tendo se reequilibrado da emo\u00e7\u00e3o, eles entraram no quarto. L\u00e1, sentada sobre sua cama, a crian\u00e7a cantava com um sotaque franc\u00eas muito pronunciado uma esp\u00e9cie de cantilena que ningu\u00e9m havia aprendido. Era uma can\u00e7\u00e3o de ninar que uma criada dom\u00e9stica francesa embalava a outra nove anos antes. Quando da morte da crian\u00e7a que tinha se perdido, essa dom\u00e9stica retornou ao seu pa\u00eds e, para n\u00e3o reaviver a lembran\u00e7a desse luto penoso, o canto em quest\u00e3o tinha sido rigorosamente proscrito. Desde ent\u00e3o, ele tinha sa\u00eddo completamente da mem\u00f3ria dos pais.<\/p>\n<p>A crian\u00e7a, interrogada para saber quem lhe havia ensinado esse can\u00e7\u00e3o respondeu: \u201cEu n\u00e3o a aprendi, eu a conhe\u00e7o todinha.\u201d<\/p>\n<p>\u201cO leitor acredite o que quiser, acrescentou o capit\u00e3o Battista; para mim, a conclus\u00e3o est\u00e1 clara: os mortos voltam.\u201d<\/p>\n<p>O segundo caso \u00e9 ainda mais not\u00e1vel porque aconteceu a um m\u00e9dico, que fez uma observa\u00e7\u00e3o s\u00e9ria. O assunto aqui resumido conforme os Anais de Ci\u00eancias ps\u00edquicas, nos anos de 1911 e 1912:<\/p>\n<p>Em 1910, o Dr. Samona tinha perdido uma filhinha chamada Alexandrina. Tr\u00eas dias ap\u00f3s ela se manifestava a sua m\u00e3e: \u201cMam\u00e3e, n\u00e3o chore, eu n\u00e3o te deixei&#8230;, agora eu vou me tornar pequena como isto.\u201d E, dizendo isto ela lhe mostrava um pequeno embri\u00e3o completo, acrescentando: \u201cTu dever\u00e1s come\u00e7ar no presente a sofrer uma outra vez por mim.\u201d Esse sonho se repetiu tr\u00eas dias ap\u00f3s, mas a pobre m\u00e3e n\u00e3o acreditava de modo nenhum pois, em seguida a um aborto seguido de opera\u00e7\u00e3o, ela se acreditava segura de n\u00e3o mais ficar gr\u00e1vida. Um dia em que ela se lamentava amargamente, tr\u00eas batidas secas e fortes, ouvidas por todos, ressoaram contra a porta e, mesmo \u00e0 tarde, ocorreu a tiptologia.<\/p>\n<p>Desde essa primeira experi\u00eancia, a pequena se apresentou com um familiar que se supunha seu guia e chefe: \u201cMinha m\u00e3ezinha, n\u00e3o chores mais, pois eu come\u00e7arei logo em seguida a renascer atrav\u00e9s de ti e, antes do Natal eu estarei convosco&#8230;, papai querido, eu voltarei, irm\u00e3ozinhos eu voltarei&#8230;\u201d E assim, em seguida, para cada um de seus familiares. Desde o in\u00edcio ela indicou que suas comunica\u00e7\u00f5es n\u00e3o durariam mais de tr\u00eas meses, pois seria ligada \u00e0 mat\u00e9ria e cairia em sono. Enfim, na \u00faltima sess\u00e3o a pequena declarou: \u201cMam\u00e3e, existe uma outra.\u201d Como n\u00e3o se compreendia, o guia interviu: \u201cA crian\u00e7a n\u00e3o se engana, mas ela n\u00e3o sabe bem se exprimir; um outro ser se acha em torno de ti, que quer tamb\u00e9m retornar \u00e0 terra.\u201d<\/p>\n<p>Isso n\u00e3o faz sen\u00e3o aumentar a incerteza. A m\u00e3e n\u00e3o acreditava poder ficar gr\u00e1vida, ela temia um novo aborto, grandes probabilidades contr\u00e1rias faziam temer a desilus\u00e3o.<\/p>\n<p>A m\u00e3e, sempre \u00e0s l\u00e1grimas, recebeu um novo aviso: \u201cAguarde, mam\u00e3e, se continuares a ser t\u00e3o triste, acabar\u00e1s por nos dar uma constitui\u00e7\u00e3o pouco s\u00f3lida.\u201d<\/p>\n<p>No m\u00eas de agosto, que era o quinto da gravidez, o Dr. Vincent Cordaro visitou Mme. Samona e declarou espontaneamente que suspeitava a presen\u00e7a de dois. No s\u00e9timo m\u00eas, sobreveio uma not\u00edcia que fez temer um parto prematuro. Passado o perigo, um especialista, o professor Giglio, diagnosticou por sua vez dois g\u00eameos, o sexo ficando duvidoso, mas em 22 de novembro nasceram as duas meninas.<\/p>\n<p>Agora, a realidade de uma reencarna\u00e7\u00e3o se acha confirmada pelo Dr. Samona que, por v\u00e1rias vezes publicou suas observa\u00e7\u00f5es. As duas g\u00eameas n\u00e3o se pareciam uma com a outra, mas a segunda Alexandrina se parecia espantosamente com a primeira; quanto \u00e0s caracter\u00edsticas da mentalidade e dos sentimentos elas s\u00e3o id\u00eanticas, e essas semelhan\u00e7as se acham tamb\u00e9m na manuten\u00e7\u00e3o de outras particularidades not\u00e1veis.<\/p>\n<p>Por exemplo, na vila isolada e silenciosa onde habita a fam\u00edlia, se um carro pesado come\u00e7a a fazer tremer o solo, Alexandrina se esconde nos joelhos de sua m\u00e3e, como fazia a primeira; como a outra ela fala de si mesma\u00a0 na terceira pessoa: \u201cAlexandrina est\u00e1 apavorada.\u201d Ela tem o mesmo terror do barbeiro quando ela o avista&#8230;, etc. Sua irm\u00e3zinha n\u00e3o partilha de seus terrores.<\/p>\n<p>Outras observa\u00e7\u00f5es tornam a semelhan\u00e7a t\u00e3o completa que o relato do Dr. Samona termina por esta compara\u00e7\u00e3o: \u201cO desenrolar da vida da atual Alexandrina, pelo que mostra a imagem, os h\u00e1bitos e as tend\u00eancias, \u00e9 como se desenrolava de novo, antes de n\u00f3s, o filme cinematogr\u00e1fico tendo j\u00e1 funcionado com a vida da outra.\u201d<\/p>\n<p>Como se v\u00ea, os fatos observados s\u00e3o bastantes significativos para nos permitir trabalhar com esta hip\u00f3tese, a \u00fanica raz\u00e3o, a de uma individualiza\u00e7\u00e3o lenta, encarnando-se e desencarnando-se nas formas que se adaptam cada vez melhor \u00e0s necessidades do ser.<\/p>\n<p>N\u00e3o h\u00e1 sen\u00e3o uma cria\u00e7\u00e3o digna de Deus, \u00e9 o resultado de uma a\u00e7\u00e3o permanente, eterna, criando as possibilidades inesgot\u00e1veis que permitem a todo ser se constituir e evoluir em sua liberdade.<\/p>\n<p>Nesta concep\u00e7\u00e3o, o controle experimental vem ainda em socorro de nossa hip\u00f3tese. A exist\u00eancia de um corpo invis\u00edvel, o Perisp\u00edrito, nos ajuda a compreender o processo dos nascimentos, pois parece como um campo de for\u00e7a exterioriz\u00e1vel, capaz de agir sobre a mat\u00e9ria para reconstituir os \u00f3rg\u00e3os.<\/p>\n<p>Enfim, a contra-prova experimental nos \u00e9 fornecida pelo fen\u00f4meno de materializa\u00e7\u00e3o que se pode analisar, pois cria sob os nossos olhos, esta subst\u00e2ncia viva que passa do invis\u00edvel ao vis\u00edvel e que se manifesta em graus variados de densidade.<\/p>\n<p>A alma n\u00e3o estando jamais nua, tendo sempre a seu servi\u00e7o as modalidades novas do corpo invis\u00edvel, compreende-se que ela possa se desligar do corpo, estagnar no invis\u00edvel e fazer apelo aos elementos novos para reencarnar.<\/p>\n<p>Mas, a materializa\u00e7\u00e3o esp\u00edrita ou experimental, n\u00e3o sendo sen\u00e3o uma a\u00e7\u00e3o moment\u00e2nea, n\u00e3o pode produzir sen\u00e3o uma coes\u00e3o ef\u00eamera. \u00c9 preciso, para reencarnar, que a for\u00e7a ps\u00edquica do ser forme o campo magn\u00e9tico em torno dos \u00f3rg\u00e3os da m\u00e3e para construir segundo as vias normais, que s\u00e3o as da germina\u00e7\u00e3o, um organismo capaz de viver por si mesmo a vida ps\u00edquica.<\/p>\n<p>A materializa\u00e7\u00e3o verdadeira exige, entretanto, o concurso dos invis\u00edveis. Estamos longe dos fatos e n\u00e3o bastante documentados para saber como Agnes, Th\u00e8cle e Maria se materializam diante de S\u00e3o Martinho, mas encontramos mais perto de n\u00f3s, na hist\u00f3ria dos santos, alguns casos de materializa\u00e7\u00e3o indubit\u00e1veis. Por exemplo, aquele pelo qual Santa Catarina de Siena exteriorizava a imagem de um homem barbudo que seu confessor tomava pelo Cristo. Este fen\u00f4meno se explicaria muito bem pelo concurso das entidades do al\u00e9m, com as quais a santa vivia em comunica\u00e7\u00e3o espiritual, e que desejavam sem d\u00favida produzir um milagre edificante para a \u00e9poca, e no qual \u00e9 f\u00e1cil reconhecer o fen\u00f4meno que conhecemos hoje.<\/p>\n<p>A materializa\u00e7\u00e3o n\u00e3o implica de modo nenhum a presen\u00e7a real da pessoa que ela representa, todavia, esta manifesta\u00e7\u00e3o \u00e9 poss\u00edvel. O grande interesse que ela nos oferece \u00e9\u00a0 sobretudo no lado experimental que\u00a0 vem nos provar que as formas org\u00e2nicas s\u00e3o cria\u00e7\u00f5es ps\u00edquicas, que a alma humana \u201cparticipa da pot\u00eancia criativa do organizador do Universo, como o diz Gabriel Delanne; pois,\u00a0 que seja o esp\u00edrito de um desencarnado ou o do m\u00e9dium exteriorizado, o fen\u00f4meno n\u00e3o \u00e9 menos grandioso e parece demonstrar que realmente, em n\u00f3s, existe uma parte infinitesimal da causa primeira, qualquer que ela seja, que engendrou as maravilhas do eterno Cosmos\u201d.<\/p>\n<p>A doutrina das vidas sucessivas \u00e9 chamada a regenerar a humanidade, modificando as concep\u00e7\u00f5es obsoletas que n\u00e3o s\u00e3o mais aceit\u00e1veis. Ela traz aos enigmas da vida uma solu\u00e7\u00e3o racional e satisfat\u00f3ria. Ela pertence \u00e0 tradi\u00e7\u00e3o, \u00e0 revela\u00e7\u00e3o crist\u00e3, \u00e0 filosofia e pertencer\u00e1 logo \u00e0 ci\u00eancia. Sa\u00eddas do limo da terra, ou nascidas na obscuridade, como diz S\u00e3o Paulo, n\u00f3s marchamos todos em dire\u00e7\u00e3o \u00e0 luz. Tendo todos o mesmo caminho a percorrer, as mesmas provas a atravessar, encontraremos a igualdade em uma justi\u00e7a perfeita.<\/p>\n<p>N\u00e3o h\u00e1 outros castigos sen\u00e3o os que infligimos a n\u00f3s mesmos, e o caminho ser\u00e1 mais longo para aquele que se extravia nas sendas da perdi\u00e7\u00e3o. As dores e as nega\u00e7\u00f5es de justi\u00e7a das quais sofrem inocentes n\u00e3o s\u00e3o mais enigmas indecifr\u00e1veis, s\u00e3o obras dos homens, Deus n\u00e3o \u00e9 mais um carrasco.<\/p>\n<p>E pois, se admitimos uma dire\u00e7\u00e3o espiritual para reger o grande mist\u00e9rio da vida, podemos bem admitir que os guias de uma ordem mais elevada agem sobre n\u00f3s como o magnetizador age sobre seu \u201csujet\u201d pelas sugest\u00f5es pr\u00e9-natais. Assim, o anjo guardi\u00e3o, ao sugerir o esquecimento na nova vida, poderia nos impor certas provas ou certo ideal em rela\u00e7\u00e3o com o passado que n\u00f3s temos a corrigir ou a virtude que n\u00f3s devemos adquirir. E nesta ordem de id\u00e9ia seria uma lei muito s\u00e1bia que nos impusesse o esquecimento, pois que \u00e9 suficiente imaginar uma sociedade onde a lembran\u00e7a subsistiria, para nisso compreender a impossibilidade. As reencarna\u00e7\u00f5es com a lembran\u00e7a das faltas cometidas e das injusti\u00e7as sofridas n\u00e3o fariam sen\u00e3o perpetuar os mal-entendidos, aumentar os \u00f3dios e os desejos de vingan\u00e7a. Haveria testemunhas que n\u00e3o perdoariam e haveria falsas testemunhas para vos acusar e vos convencer de ter sido, na encarna\u00e7\u00e3o \u00faltima, um dem\u00f4nio.<\/p>\n<p>Para viver de novo \u00e9 preciso fazer pele nova, \u00e9 o caso de diz\u00ea-lo e, sem o esquecimento, a vida do novo homem honesto n\u00e3o seria poss\u00edvel. <b>Fim<\/b><\/p>\n<p><b>\u00a0<\/b>(publicado originalmente no site: www.autoresespiritasclassicos.com)<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A Reencarna\u00e7\u00e3o Extra\u00eddo da obra L\u00e9on Marie Martial Chevreuil &#8211; O Espiritismo na Igreja X \u00a0A reencarna\u00e7\u00e3o \u00a0A hip\u00f3tese das reencarna\u00e7\u00f5es n\u00e3o \u00e9 somente a mais compreens\u00edvel e a mais racional das que foram postas em avan\u00e7o para explicar o &hellip; <a href=\"https:\/\/xn--regeneraoplanetria-dsb6a7f.com.br\/index.php\/ciencia-e-espiritualidade\/a-reencarnacao\/\">Continue lendo <span class=\"meta-nav\">&rarr;<\/span><\/a><\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"parent":38,"menu_order":0,"comment_status":"open","ping_status":"closed","template":"","meta":{"footnotes":""},"class_list":["post-589","page","type-page","status-publish","hentry"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/xn--regeneraoplanetria-dsb6a7f.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/589","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/xn--regeneraoplanetria-dsb6a7f.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/pages"}],"about":[{"href":"https:\/\/xn--regeneraoplanetria-dsb6a7f.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/types\/page"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/xn--regeneraoplanetria-dsb6a7f.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/xn--regeneraoplanetria-dsb6a7f.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=589"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/xn--regeneraoplanetria-dsb6a7f.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/589\/revisions"}],"up":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/xn--regeneraoplanetria-dsb6a7f.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/38"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/xn--regeneraoplanetria-dsb6a7f.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=589"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}