{"id":904,"date":"2013-05-10T21:17:40","date_gmt":"2013-05-11T00:17:40","guid":{"rendered":"http:\/\/xn--regeneraoplanetria-dsb6a7f.com.br\/?page_id=904"},"modified":"2013-05-17T22:12:02","modified_gmt":"2013-05-18T01:12:02","slug":"4-do-metodo","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/xn--regeneraoplanetria-dsb6a7f.com.br\/index.php\/lm\/4-do-metodo\/","title":{"rendered":"04 &#8211; Do M\u00e9todo"},"content":{"rendered":"<p align=\"center\">LM -1\u00aa PARTE &#8211; CAP\u00cdTULO III<\/p>\n<p align=\"center\"><b>DO M\u00c9TODO<\/b><\/p>\n<p>18. Muito natural e louv\u00e1vel \u00e9, em todos os adeptos, o desejo, que nunca ser\u00e1 demais animar, de fazer pros\u00e9litos. Visando facilitar-lhes essa tarefa, aqui nos propomos examinar o caminho que nos parece mais seguro para se atingir esse objetivo, a fim de lhes pouparmos in\u00fateis esfor\u00e7os.<\/p>\n<p>Dissemos que o Espiritismo \u00e9 toda uma ci\u00eancia, toda uma filosofia. Quem, pois, seriamente queira conhec\u00ea-lo deve, como primeira condi\u00e7\u00e3o, dispor-se a um estudo s\u00e9rio e persuadir-se de que ele n\u00e3o pode, como nenhuma outra ci\u00eancia, ser aprendido a brincar. O Espiritismo, tamb\u00e9m j\u00e1 o dissemos, entende com todas as quest\u00f5es que interessam a Humanidade; tem imenso campo, e o que principalmente conv\u00e9m \u00e9 encar\u00e1-lo pelas suas conseq\u00fc\u00eancias. Formar-lhe sem d\u00favida a base a cren\u00e7a nos Esp\u00edritos, mas essa cren\u00e7a n\u00e3o basta para fazer de algu\u00e9m um esp\u00edrita esclarecido, como a cren\u00e7a em Deus n\u00e3o \u00e9 suficiente para fazer de quem quer que seja um te\u00f3logo. Vejamos, ent\u00e3o, de que maneira ser\u00e1 melhor se ministre o ensino da Doutrina Esp\u00edrita, para levar com mais seguran\u00e7a \u00e0 convic\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>N\u00e3o se espantem os adeptos com esta palavra &#8211; ensino. N\u00e3o constitui ensino unicamente o que \u00e9 dado do p\u00falpito ou da tribuna. H\u00e1 tamb\u00e9m o da simples conversa\u00e7\u00e3o. Ensina todo aquele que procura persuadir a outro, seja pelo processo das explica\u00e7\u00f5es, seja pelo das experi\u00eancias. O que desejamos \u00e9 que seu esfor\u00e7o produza frutos e \u00e9 por isto que julgamos de nosso dever dar alguns conselhos, de que poder\u00e3o igualmente aproveitar os que queiram instruir-se por si mesmos. Uns e outros, seguindo, achar\u00e3o meio de chegar com mais seguran\u00e7a e presteza ao fim visado.<\/p>\n<p>19. \u00c9 cren\u00e7a geral que, para convencer, basta apresentar os fatos. Esse, com efeito, parece o caminho mais l\u00f3gico. Entretanto, mostra a experi\u00eancia que nem sempre \u00e9 o melhor, pois que a cada passo se encontram pessoas que os mais patentes fatos absolutamente n\u00e3o convenceram. A que se deve atribuir isso? \u00c9 o que vamos tentar demonstrar.<\/p>\n<p>No Espiritismo, a quest\u00e3o dos Esp\u00edritos \u00e9 secund\u00e1ria e consecutiva; n\u00e3o constitui o ponto de partida. Este precisamente o erro em que caem muitos adeptos e que, ami\u00fade, os leva a insucesso com certas pessoas. N\u00e3o sendo os Esp\u00edritos sen\u00e3o as almas dos homens, o verdadeiro ponto de partida \u00e9 a exist\u00eancia da alma. Ora, como pode o materialista admitir que, fora do mundo material, vivam seres, estando crente de que, em si pr\u00f3prio, tudo \u00e9 mat\u00e9ria? Como pode crer que, exteriormente \u00e0 sua pessoa, h\u00e1 Esp\u00edritos, quando n\u00e3o acredita ter um dentro de si? Ser\u00e1 in\u00fatil acumular-lhe diante dos olhos as provas mais palp\u00e1veis. Contest\u00e1-las-\u00e1 todas, porque n\u00e3o admite o princ\u00edpio.<\/p>\n<p>Todo ensino met\u00f3dico tem que partir do conhecido para o desconhecido. Ora, para o materialista, o conhecido \u00e9 a mat\u00e9ria: parti, pois, da mat\u00e9ria e tratai, antes de tudo, fazendo que ele a observe, de convenc\u00ea-lo de que h\u00e1 nele alguma coisa que escapa \u00e0s leis da mat\u00e9ria. Numa palavra, <i>primeiro que o torneis <\/i>ESP\u00cdRITA, <i>cuidai de torn\u00e1-lo <\/i>ESPIRITUALISTA. Mas, para tal, muito outra \u00e9 a ordem de fatos a que se h\u00e1 de recorrer, muito especial o ensino cab\u00edvel e que, por isso mesmo, precisa ser dado por outros processos. Falar-lhe dos Esp\u00edritos, antes que esteja convencido de ter uma alma, \u00e9 come\u00e7ar por onde se deve acabar, porquanto n\u00e3o lhe ser\u00e1 poss\u00edvel aceitar a conclus\u00e3o, sem que admita as premissas. Antes, pois, de tentarmos convencer um incr\u00e9dulo, mesmo por meio dos fatos, cumpre nos certifiquemos de sua opini\u00e3o relativamente \u00e0 alma, isto \u00e9, cumpre verifiquemos se ele cr\u00ea na exist\u00eancia da alma, na sua sobreviv\u00eancia ao corpo, na sua individualidade ap\u00f3s a morte. Se a resposta for negativa, falar-lhe dos Esp\u00edritos seria perder tempo. Eis a\u00ed a regra. N\u00e3o dizemos que n\u00e3o comporte exce\u00e7\u00f5es. Neste caso, por\u00e9m, haver\u00e1 provavelmente outra causa que o toma menos refrat\u00e1rio.<\/p>\n<p>20. Entre os materialistas, importa distinguir duas classes: colocamos na primeira os que o s\u00e3o por <i>sistema. <\/i>Nesses, n\u00e3o h\u00e1 a d\u00favida, h\u00e1 a nega\u00e7\u00e3o absoluta, raciocinada a seu modo. O homem, para eles, \u00e9 simples m\u00e1quina, que funciona enquanto est\u00e1 montada, que se desarranja e de que, ap\u00f3s a morte, s\u00f3 resta a carca\u00e7a.<\/p>\n<p>Felizmente, s\u00e3o em n\u00famero restrito e n\u00e3o formam escola abertamente confessada. N\u00e3o precisamos insistir nos deplor\u00e1veis efeitos que para a ordem social resultariam da vulgariza\u00e7\u00e3o de semelhante doutrina. J\u00e1 nos estendemos bastante sobre esse assunto em <i>O Livro dos Esp\u00edritos <\/i>(n. 147 e \u00a7 III da Conclus\u00e3o).<\/p>\n<p>Quando dissemos que a d\u00favida cessa nos incr\u00e9dulos diante de uma explica\u00e7\u00e3o racional, excetuamos os materialistas extremados, os que negam a exist\u00eancia de qualquer for\u00e7a e de qualquer princ\u00edpio inteligente fora da mat\u00e9ria. A maioria deles se obstina por orgulho na opini\u00e3o que professa, entendendo que o amor-pr\u00f3prio lhes imp\u00f5e persistir nela. E persistem, n\u00e3o obstante todas as provas em contr\u00e1rio, porque n\u00e3o querem ficar de baixo. Com tal gente, nada h\u00e1 que fazer; ningu\u00e9m mesmo se deve deixar iludir pelo falso tom de sinceridade dos que dizem: fazei que eu veja, e acreditarei. Outros s\u00e3o mais francos e dizem sem rebu\u00e7o: ainda que eu visse, n\u00e3o acreditaria.<\/p>\n<p>21. A segunda classe de materialistas, muito mais numerosa do que a primeira, porque o verdadeiro materialismo \u00e9 um sentimento antinatural, compreende os que o s\u00e3o por indiferen\u00e7a, <i>por falta de coisa melhor, <\/i>pode-se dizer. N\u00e3o o s\u00e3o deliberadamente e o que mais desejam \u00e9 crer, porquanto a incerteza lhes \u00e9 um tormento. H\u00e1 neles uma vaga aspira\u00e7\u00e3o pelo futuro; mas esse futuro lhes foi apresentado com cores tais, que a raz\u00e3o deles se recusa a aceit\u00e1-lo. Da\u00ed a d\u00favida e, como consequ\u00eancia da d\u00favida, a incredulidade. Esta portanto, n\u00e3o constitui neles um sistema.<\/p>\n<p>Assim sendo, se lhes apresentardes alguma coisa racional, aceitam-na pressurosos. Esses, pois, nos podem compreender, visto estarem mais perto de n\u00f3s do que, por certo, eles pr\u00f3prios o julgam. Aos primeiros n\u00e3o faleis de revela\u00e7\u00e3o, nem de anjos, nem do para\u00edso: n\u00e3o vos compreenderiam. Colocai-vos, por\u00e9m, no terreno em que eles se encontram e provai-lhes primeiramente que as leis da Fisiologia s\u00e3o impotentes para tudo explicar; o resto vir\u00e1 depois.<\/p>\n<p>De outra maneira se passam as coisas, quando a incredulidade n\u00e3o \u00e9 preconcebida, porque ent\u00e3o a cren\u00e7a n\u00e3o \u00e9 de todo nula; h\u00e1 um g\u00e9rmen latente, abafado pelas ervas m\u00e1s, e que uma centelha pode reavivar. E o cego a quem se restitui a vista e que se alegra por tornar a ver a luz; \u00e9 o n\u00e1ufrago a quem se lan\u00e7a uma t\u00e1bua de salva\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>22. Ao lado da dos materialistas propriamente ditos, h\u00e1 uma terceira classe de incr\u00e9dulos que, embora espiritualistas, pelo menos de nome, s\u00e3o t\u00e3o refrat\u00e1rios quanto aqueles. Referimo-nos aos <i>incr\u00e9dulos de m\u00e1-vontade. <\/i>A esses muito aborreceria o terem que crer, porque isso lhes perturbaria a quietude nos gozos materiais. Temem deparar com a condena\u00e7\u00e3o de suas ambi\u00e7\u00f5es, de seu ego\u00edsmo e das vaidades humanas com que se deliciam. Fecham os olhos para n\u00e3o ver e tapam os ouvidos para n\u00e3o ouvir. Lament\u00e1-los \u00e9 tudo o que se pode fazer.<\/p>\n<p>23. Apenas por n\u00e3o deixar de mencion\u00e1-la, falaremos de uma quanta categoria, a que chamaremos <i>incr\u00e9dulos por interesse <\/i>ou <i>de m\u00e1-f\u00e9. <\/i>Os que a comp\u00f5em sabem muito bem o que devem pensar do Espiritismo, mas ostensivamente o condenam por motivos de interesse pessoal. N\u00e3o h\u00e1 o que dizer deles, como n\u00e3o h\u00e1 com eles o que fazer. O puro materialista tem para o seu engano a escusa da boa-f\u00e9; poss\u00edvel ser\u00e1 desengan\u00e1-lo, provando-se-lhe o erro em que labora. No outro, h\u00e1 uma determina\u00e7\u00e3o assentada, contra a qual todos os argumentos ir\u00e3o chocar-se em v\u00e3o. O tempo se encarregar\u00e1 de lhe abrir os olhos e de lhe mostrar, qui\u00e7\u00e1 \u00e0 custa pr\u00f3pria, onde estavam seus verdadeiros interesses, porquanto, n\u00e3o podendo impedir que a verdade se expanda, ele ser\u00e1 arrastado pela torrente, bem como os interesses que julgava salvaguardar.<\/p>\n<p>24. Al\u00e9m dessas diversas categorias de opositores, muitos h\u00e1 de uma infinidade de matizes, entre os quais se podem incluir: <i>os incr\u00e9dulos por pusilanimidade, <\/i>que ter\u00e3o coragem, quando virem que os outros n\u00e3o se queimam; <i>os incr\u00e9dulos por escr\u00fapulos religiosos, <\/i>aos quais um estudo esclarecido ensinar\u00e1 que o Espiritismo repousa sobre as bases fundamentais da religi\u00e3o e respeita todas as cren\u00e7as; que um de seus efeitos \u00e9 incutir sentimentos religiosos nos que os n\u00e3o possuem, fortalec\u00ea-los nos que os tenham vacilantes. Depois, v\u00eam os incr\u00e9dulos por orgulho, por esp\u00edrito de contradi\u00e7\u00e3o, por neglig\u00eancia, por leviandade, etc., etc.<\/p>\n<p>25<i>. <\/i>N\u00e3o podemos omitir uma categoria a que chamaremos <i>incr\u00e9dulos por decep\u00e7\u00f5es. <\/i>Abrange os que passaram de uma confian\u00e7a exagerada \u00e0 incredulidade, porque sofreram desenganos. Ent\u00e3o, desanimados, tudo abandonaram, tudo rejeitaram. Est\u00e3o no caso de um que negasse a boa-f\u00e9, por haver sido ludibriado. Ainda a\u00ed o que h\u00e1 \u00e9 o resultado de incompleto estudo do Espiritismo e de faltam de experi\u00eancia. Aquele a quem os Esp\u00edritos mistificam, geralmente \u00e9 mistificado por lhes perguntar o que eles n\u00e3o devem ou n\u00e3o podem dizer, ou porque n\u00e3o se acha bastante instru\u00eddo sobre o assunto, para distinguir da impostura a verdade.<\/p>\n<p>Muitos, aos demais, s\u00f3 v\u00eaem no Espiritismo um novo meio de adivinha\u00e7\u00e3o e imaginam que os Esp\u00edritos existem para predizer a sorte de cada um. Ora, os Esp\u00edritos levianos e zombeteiros n\u00e3o perdem ocasi\u00e3o de se divertirem \u00e0 custa dos que pensam desse modo. E assim que anunciar\u00e3o maridos \u00e0s mo\u00e7as; ao ambicioso, honras, heran\u00e7as, tesouros ocultos, etc. Da\u00ed, muitas vezes, desagrad\u00e1veis decep\u00e7\u00f5es, das quais, entretanto, o homem s\u00e9rio e prudente sempre sabe preservar-se.<\/p>\n<p>26. Uma classe muito numerosa, a mais numerosa mesmo de todas, mas que n\u00e3o poderia ser inclu\u00edda entre as dos opositores, \u00e9 a <i>dos incertos. <\/i>S\u00e3o, em geral, espiritualistas por princ\u00edpio. Na maioria deles, h\u00e1 uma vaga intui\u00e7\u00e3o das id\u00e9ias esp\u00edritas, uma aspira\u00e7\u00e3o de qualquer coisa que n\u00e3o podem definir. N\u00e3o lhes falta aos pensamentos sen\u00e3o serem coordenados e formulados. O Espiritismo lhes \u00e9 como que um tra\u00e7o de luz: a claridade que dissipa o nevoeiro. Por isso mesmo o acolhem pressurosos, porque ele os livra das ang\u00fastias da incerteza.<\/p>\n<p>27. Se, da\u00ed, projetarmos o olhar sobre as diversas categorias de <i>crentes, <\/i>depararemos primeiro com os que s\u00e3o <i>esp\u00edritas sem o saberem. <\/i>Propriamente falando, estes constituem uma variedade, ou um matiz da classe precedente. Sem jamais terem ouvido tratar da Doutrina Esp\u00edrita, possuem o sentimento inato dos grandes princ\u00edpios que dela decorrem e esse sentimento se reflete em algumas passagens de seus escritos e de seus discursos, a ponto de suporem, os que os ouvem, que eles s\u00e3o completamente iniciados. Numerosos exemplos de tal fato se encontram nos escritores profanos e sagrados, nos poetas, oradores, moralistas e fil\u00f3sofos, antigos e modernos.<\/p>\n<p>28. Entre os que se convenceram por um estudo direto, podem destacar-se:<\/p>\n<p>1\u00ba Os que creem pura e simplesmente nas manifesta\u00e7\u00f5es. Para eles, o Espiritismo \u00e9 apenas uma ci\u00eancia de observa\u00e7\u00e3o, uma s\u00e9rie de fatos mais ou menos curiosos. Chamar-lhes-emos <i>esp\u00edritas experimentadores.<\/i><\/p>\n<p>2\u00ba Os que no Espiritismo v\u00eaem mais do que fatos; compreendem-lhe a parte filos\u00f3fica; admiram a moral da\u00ed decorrente, mas n\u00e3o a praticam. Insignificante ou nula \u00e9 a influ\u00eancia que lhes exerce nos caracteres. Em nada alteram seus h\u00e1bitos e n\u00e3o se privariam de um s\u00f3 gozo que fosse. O avarento continua a s\u00ea-lo, o orgulhoso se conserva cheio de si, o invejoso e o cioso sempre hostis. Consideram a caridade crist\u00e3 apenas uma bela m\u00e1xima. S\u00e3o os <i>esp\u00edritas imperfeitos.<\/i><\/p>\n<p>3\u00ba Os que n\u00e3o se contentam com admirar a moral esp\u00edrita, que a praticam e lhe aceitam todas as conseq\u00fc\u00eancias. Convencidos de que a exist\u00eancia terrena \u00e9 uma prova passageira, tratam de aproveitar os seus breves instantes para avan\u00e7ar pela senda do progresso, \u00fanica que os pode elevar na hierarquia do mundo dos Esp\u00edritos, esfor\u00e7ando-se por fazer o bem e coibir seus maus pendores. As rela\u00e7\u00f5es com eles sempre oferecem seguran\u00e7a, porque a convic\u00e7\u00e3o que nutrem os preserva de pensarem em praticar o mal. A caridade \u00e9, em tudo, a regra de proceder a que obedecem. S\u00e3o os <i>verdadeiros esp\u00edritas, <\/i>ou melhor, os <i>esp\u00edritas crist\u00e3os.<\/i><\/p>\n<p>4\u00ba H\u00e1, finalmente, os <i>esp\u00edritas exaltados. <\/i>A esp\u00e9cie humana seria perfeita, se sempre tomasse o lado bom das coisas. Em tudo, o exagero \u00e9 prejudicial. Em Espiritismo, infunde confian\u00e7a demasiado cega e frequentemente pueril, no tocante ao mundo invis\u00edvel, e leva a aceitar-se, com extrema facilidade e sem verifica\u00e7\u00e3o, aquilo cujo absurdo, ou impossibilidade a reflex\u00e3o e o exame demonstrariam. O entusiasmo, por\u00e9m, n\u00e3o reflete, deslumbra. Esta esp\u00e9cie de adeptos \u00e9 mais nociva do que \u00fatil \u00e0 causa do Espiritismo. S\u00e3o os menos aptos para convencer a quem quer que seja, porque todos, com raz\u00e3o, desconfiam dos julgamentos deles. Gra\u00e7as \u00e0 sua boa-f\u00e9, s\u00e3o iludidos, assim, por Esp\u00edritos mistificadores, como por homens que procuram explorar-lhes a credulidade. Meio-mal apenas haveria, se s\u00f3 eles tivessem que sofrer as conseq\u00fc\u00eancias. O pior \u00e9 que, sem o quererem, d\u00e3o armas aos incr\u00e9dulos, que antes buscam ocasi\u00e3o de zombar, do que se convencerem e que n\u00e3o deixam de imputar a todos o rid\u00edculo de alguns. Sem d\u00favida que isto n\u00e3o \u00e9 justo, nem racional; mas, como se sabe, os advers\u00e1rios do Espiritismo s\u00f3 consideram de bom quilate a raz\u00e3o de que desfrutam, e conhecer a fundo aquilo sobre que discorrem \u00e9 o que menos cuidado lhes d\u00e1.<\/p>\n<p>29. Os meios de convencer variam extremamente, conforme os indiv\u00edduos. O que persuade a uns nada produz em outros; este se convenceu observando algumas manifesta\u00e7\u00f5es materiais, aquele por efeito de comunica\u00e7\u00f5es inteligentes, o maior n\u00famero pelo racioc\u00ednio. Podemos at\u00e9 dizer que, para a maioria dos que se n\u00e3o preparam pelo racioc\u00ednio, os fen\u00f4menos materiais quase nenhum peso t\u00eam. Quanto mais extraordin\u00e1rios s\u00e3o esses fen\u00f4menos, quanto mais se afastam das leis conhecidas, maior oposi\u00e7\u00e3o encontram e isto por uma raz\u00e3o muito simples: \u00e9 que todos somos levados naturalmente a duvidar de uma coisa que n\u00e3o tem san\u00e7\u00e3o racional. Cada um a considera do seu ponto de vista e a explica a seu modo: o materialista a atribui a uma causa puramente f\u00edsica ou a embuste; o ignorante e o supersticioso a uma causa diab\u00f3lica ou sobrenatural, ao passo que uma explica\u00e7\u00e3o pr\u00e9via produz o efeito de destruir as id\u00e9ias preconcebidas e de mostrar, sen\u00e3o a realidade, pelo menos a possibilidade da coisa, que, assim, \u00e9 compreendida antes de ser vista. Ora, desde\u00a0que se reconhece a possibilidade de um fato, tr\u00eas quartos da convic\u00e7\u00e3o est\u00e3o conseguidos.<\/p>\n<p>30. Convir\u00e1 se procure convencer a um incr\u00e9dulo obstinado? J\u00e1 dissemos que isso depende das causas e da natureza da sua incredulidade. Muitas vezes, a insist\u00eancia em querer persuadi-lo o leva a crer em sua import\u00e2ncia pessoal, o que, a seu ver, constitui raz\u00e3o para ainda mais se obstinar. Com rela\u00e7\u00e3o ao que se n\u00e3o convenceu pelo racioc\u00ednio, nem pelos fatos, a conclus\u00e3o a tirar-se \u00e9 que ainda lhe cumpre sofrer a prova da incredulidade. Deve-se deixar \u00e0 Provid\u00eancia o encargo de lhe preparar circunst\u00e2ncias mais favor\u00e1veis. N\u00e3o faltam os que anseiam pelo recebimento da luz, para que se esteja a perder tempo com os que a repelem. Dirigi-vos, portanto, aos de boa-vontade, cujo n\u00famero \u00e9 maior do que se pensa, e o exemplo de suas convers\u00f5es, multiplicando-se, mais do que simples palavras, vencer\u00e1 as resist\u00eancias. O verdadeiro esp\u00edrita jamais deixar\u00e1 de fazer o bem. Lenir cora\u00e7\u00f5es aflitos; consolar, acalmar desesperos, operar reformas morais, essa a sua miss\u00e3o. E nisso tamb\u00e9m que encontrar\u00e1 satisfa\u00e7\u00e3o real. O Espiritismo anda no ar; difunde-se pela for\u00e7a mesma das coisas, porque toma felizes os que o professam. Quando o ouvirem repercutir em tomo de si mesmos, entre seus pr\u00f3prios amigos, os que o combatem por sistema compreender\u00e3o o insulamento em que se acham e ser\u00e3o for\u00e7ados a calar-se, ou a render-se.<\/p>\n<p>31. Para, no ensino do Espiritismo, proceder-se como se procederia com rela\u00e7\u00e3o ao das ci\u00eancias ordin\u00e1rias, preciso fora passar revista a toda a s\u00e9rie dos fen\u00f4menos que possam produzir-se, come\u00e7ando pelos mais simples, para chegar sucessivamente aos mais complexos. Ora, isso n\u00e3o \u00e9 poss\u00edvel, porque poss\u00edvel n\u00e3o \u00e9 fazer-se um curso de Espiritismo experimental, como se faz um curso de F\u00edsica ou de Qu\u00edmica. Nas ci\u00eancias naturais, opera-se sobre a mat\u00e9ria bruta, que se manipula \u00e0 vontade, tendo-se quase sempre a certeza de poderem regular-se os efeitos. No Espiritismo, temos que lidar com intelig\u00eancias que gozam de liberdade e que a cada instante nos provam n\u00e3o estar submetidas aos nossos caprichos. Cumpre, pois, observar, aguardar os resultados e colh\u00ea-los \u00e0 passagem. Da\u00ed o declararmos abertamente que <i>quem quer que blasone de os obter \u00e0 vontade n\u00e3o pode deixar de ser ignorante ou impostor. <\/i>Da\u00ed vem que o <i>verdadeiro Espiritismo <\/i>jamais se dar\u00e1 em espet\u00e1culo, nem subir\u00e1 ao tablado das feiras.<\/p>\n<p>H\u00e1 mesmo qualquer coisa de il\u00f3gico em supor-se que Esp\u00edritos venham exibir-se e submeter-se a investiga\u00e7\u00f5es, como objetos de curiosidade. Portanto, pode suceder que os fen\u00f4menos n\u00e3o se deem quando mais desejados sejam, ou que se apresentem numa ordem muito diversa da que se quereria. Acrescentemos mais que, para serem obtidos, precisa se faz a interven\u00e7\u00e3o de pessoas dotadas de faculdades especiais e que estas faculdades variam ao infinito, de acordo com as aptid\u00f5es dos indiv\u00edduos. Ora, sendo extremamente raro que a mesma pessoa tenha todas as aptid\u00f5es, isso constitui uma nova dificuldade, porquanto mister seria ter-se sempre \u00e0 m\u00e3o uma cole\u00e7\u00e3o completa de m\u00e9diuns, o que absolutamente n\u00e3o \u00e9 poss\u00edvel. O meio, ali\u00e1s, muito simples, de se obviar a este inconveniente, consiste em se come\u00e7ar pela teoria. A\u00ed todos os fen\u00f4menos s\u00e3o apreciados, explicados, de modo que o estudante vem a conhec\u00ea-los, a lhes compreender a possibilidade, a saber em que condi\u00e7\u00f5es podem produzir-se e quais os obst\u00e1culos que podem encontrar. Ent\u00e3o, qualquer que seja a ordem em que se apresentem, nada ter\u00e3o que surpreenda. Este caminho ainda oferece outra vantagem: a de poupar uma imensidade de decep\u00e7\u00f5es \u00e0quele que queira operar por si mesmo. Precavido contra as dificuldades, ele saber\u00e1 manter-se em guarda e evitar a conjuntura de adquirir a experi\u00eancia \u00e0 sua pr\u00f3pria custa.<\/p>\n<p>Ser-nos-ia dif\u00edcil dizer quantas as pessoas que, desde quando come\u00e7amos a ocupar-nos com o Espiritismo, h\u00e3o vindo ter conosco e quantas delas vimos que se conservaram indiferentes ou incr\u00e9dulas diante dos fatos mais positivos e s\u00f3 posteriormente se convenceram, mediante uma explica\u00e7\u00e3o racional; quantas outras que se predispuseram \u00e0 convic\u00e7\u00e3o, pelo racioc\u00ednio; quantas, enfim, que se persuadiram, sem nada nunca terem visto, unicamente porque haviam compreendido. Falamos, pois, por experi\u00eancia e, assim, tamb\u00e9m, \u00e9 por experi\u00eancia que dizemos consistir o melhor m\u00e9todo de ensino esp\u00edrita em se dirigir, aquele que ensina, antes \u00e0 raz\u00e3o do que aos olhos. Esse o m\u00e9todo que seguimos em as nossas li\u00e7\u00f5es e pelo qual somente temos que nos felicitar (1). (1) O nosso ensino te\u00f3rico e pr\u00e1tico \u00e9 sempre gratuito.<\/p>\n<p>32. Ainda outra vantagem apresenta o estudo pr\u00e9vio da teoria &#8211; a de mostrar imediatamente a grandeza do objetivo e o alcance desta ci\u00eancia. Aquele que come\u00e7a por ver uma mesa a girar, ou a bater, se sente mais inclinado ao gracejo, porque dificilmente imaginar\u00e1 que de uma mesa possa sair uma doutrina regeneradora da humanidade. Temos notado sempre que os que creem, antes de haver visto, apenas porque leram e compreenderam, longe de se conservarem superficiais, s\u00e3o, ao contr\u00e1rio, os que mais refletem. Dando maior aten\u00e7\u00e3o ao fundo do que \u00e0 forma, v\u00eaem na parte filos\u00f3fica o principal, considerando como acess\u00f3rio os fen\u00f4menos propriamente ditos. Declaram ent\u00e3o que, mesmo quando estes fen\u00f4menos n\u00e3o existissem, ainda ficava uma filosofia que s\u00f3 ela resolve problemas at\u00e9 hoje insol\u00faveis; que s\u00f3 ela apresenta a teoria mais racional do passado do homem e do seu futuro. Ora, como \u00e9 natural, preferem eles uma doutrina que explica, \u00e0s que n\u00e3o explicam, ou explicam mal. Quem quer que reflita compreende perfeitamente bem que se poderia abstrair das manifesta\u00e7\u00f5es, sem que a Doutrina deixasse de subsistir. As manifesta\u00e7\u00f5es a corroboram, confirmam, por\u00e9m, n\u00e3o lhe constituem a base essencial. O observador criterioso n\u00e3o as repele; ao contr\u00e1rio, aguarda circunst\u00e2ncias favor\u00e1veis, que lhe permitam testemunh\u00e1-las. A prova do que avan\u00e7amos \u00e9 que grande n\u00famero de pessoas, antes de ouvirem falar das manifesta\u00e7\u00f5es, tinham a intui\u00e7\u00e3o desta Doutrina, que n\u00e3o fez mais do que lhes dar corpo, conex\u00e3o \u00e0s id\u00e9ias.<\/p>\n<p>33. Demais, fora inexato dizer-se que os que come\u00e7am pela teoria se privam do objeto das observa\u00e7\u00f5es pr\u00e1ticas. Pelo contr\u00e1rio, n\u00e3o s\u00f3 lhes n\u00e3o faltam os fen\u00f4menos, como ainda os de que eles disp\u00f5em maior peso mesmo t\u00eam aos seus olhos, do que os que pudessem vir a operar-se em sua presen\u00e7a. Referimo-nos aos copiosos fatos de <i>manifesta\u00e7\u00f5es espont\u00e2neas, <\/i>de que falaremos nos cap\u00edtulos seguintes. Raros ser\u00e3o os que delas n\u00e3o tenham conhecimento, quando nada, por ouvir dizer. Outros conhecem algumas, consigo mesmo ocorridas, mas a que n\u00e3o prestaram quase nenhuma aten\u00e7\u00e3o. A teoria lhes vem dar a explica\u00e7\u00e3o. E afirmamos que esses fatos t\u00eam grande peso, quando se apoiam em testemunhos irrecus\u00e1veis, porque n\u00e3o se pode sup\u00f4-los devidos a arranjos, nem a coniv\u00eancias. Mesmo que n\u00e3o houvesse os fen\u00f4menos provocados, nem por isso deixaria de haver os espont\u00e2neos e j\u00e1 seria muito que ao Espiritismo coubesse apenas lhes oferecer uma solu\u00e7\u00e3o racional. Assim, os que l\u00eaem previamente reportam suas recorda\u00e7\u00f5es a esses fatos, que se lhes apresentam como uma confirma\u00e7\u00e3o da teoria.<\/p>\n<p>34. Singularmente se equivocaria, quanto \u00e0 nossa maneira de ver, quem supusesse que aconselhamos se desprezem os fatos. Pelos fatos foi que chegamos \u00e0 teoria. E certo que para isso tivemos de nos consagrar a ass\u00edduo trabalho durante muitos anos e de fazer milhares de observa\u00e7\u00f5es. Mas, pois que os fatos nos serviram e servem todos os dias, ser\u00edamos inconsequentes conosco mesmo se lhes contest\u00e1ssemos a import\u00e2ncia, sobretudo quando compomos um livro para torn\u00e1-los conhecidos de todos. Dizemos apenas que, sem o racioc\u00ednio, eles n\u00e3o bastam para determinar a convic\u00e7\u00e3o; que uma explica\u00e7\u00e3o pr\u00e9via, pondo termo \u00e0s preven\u00e7\u00f5es e mostrando que os fatos em nada s\u00e3o contr\u00e1rios \u00e0 raz\u00e3o, <i>disp\u00f5e <\/i>o indiv\u00edduo a aceit\u00e1-los.<\/p>\n<p>T\u00e3o verdade \u00e9 isto que, em dez pessoas completamente novatas no assunto, que assistam a uma sess\u00e3o de experimenta\u00e7\u00e3o, ainda que das mais satisfat\u00f3rias na opini\u00e3o dos adeptos, nove sair\u00e3o sem estar convencidas e algumas mais incr\u00e9dulas do que antes, por n\u00e3o terem as experi\u00eancias correspondido ao que esperavam. O inverso se dar\u00e1 com as que puderem compreender os fatos, mediante antecipado conhecimento te\u00f3rico. Para estas pessoas, a teoria constitui um meio de verifica\u00e7\u00e3o, sem que coisa alguma as surpreenda, nem mesmo o insucesso, porque sabem em que condi\u00e7\u00f5es os fen\u00f4menos se produzem e que n\u00e3o se lhes deve pedir o que n\u00e3o podem dar. Assim, pois, a intelig\u00eancia pr\u00e9via dos fatos n\u00e3o s\u00f3 as coloca em condi\u00e7\u00f5es de se aperceberem de todas as anomalias, mas tamb\u00e9m de apreenderem um sem-n\u00famero de particularidades, de matizes, \u00e0s vezes muito delicados, que escapam ao observador ignorante. Tais os motivos que nos for\u00e7am a n\u00e3o admitir, em nossas sess\u00f5es experimentais, sen\u00e3o quem possua suficientes no\u00e7\u00f5es preparat\u00f3rias, para compreender o que ali se faz, persuadido de que os que l\u00e1 fossem, carentes dessas no\u00e7\u00f5es, perderiam o seu tempo, ou nos fariam perder o nosso.<\/p>\n<p>35. Aos que quiserem adquirir essas no\u00e7\u00f5es preliminares, pela leitura das nossas obras, aconselhamos que as leiam nesta ordem:<\/p>\n<p>1\u00ba <i>&#8211; O que \u00e9 o Espiritismo? <\/i>Esta brochura, de uma centena de p\u00e1ginas somente, cont\u00e9m sum\u00e1ria exposi\u00e7\u00e3o dos princ\u00edpios da Doutrina Esp\u00edrita, um apanhado geral desta, permitindo ao leitor apreender-lhe o conjunto dentro de um quadro restrito. Em poucas palavras ele lhe percebe o objetivo e pode julgar do seu alcance. A\u00ed se encontram, al\u00e9m disso, respostas \u00e0s principais quest\u00f5es ou obje\u00e7\u00f5es que os novatos se sentem naturalmente propensos a fazer. Esta primeira leitura, que muito pouco tempo consome, \u00e9 uma introdu\u00e7\u00e3o que facilita um estudo mais aprofundado.<\/p>\n<p>2\u00ba &#8211; <i>O Livro dos Esp\u00edritos. <\/i>Cont\u00e9m a doutrina completa, como a ditaram os pr\u00f3prios Esp\u00edritos, com toda a sua filosofia e todas as suas conseq\u00fc\u00eancias morais. E a revela\u00e7\u00e3o do destino do homem, a inicia\u00e7\u00e3o no conhecimento da natureza dos Esp\u00edritos e nos mist\u00e9rios da vida de al\u00e9m-t\u00famulo. Quem o l\u00ea compreende que o Espiritismo objetiva um fim s\u00e9rio, que n\u00e3o constitui fr\u00edvolo passatempo.<\/p>\n<p>3\u00ba &#8211; <i>O Livro dos M\u00e9diuns. <\/i>Destina-se a guiar os que queiram entregar-se \u00e0 pr\u00e1tica das manifesta\u00e7\u00f5es, dando-lhes conhecimento dos meios pr\u00f3prios para se comunicarem com os Esp\u00edritos. E um guia, tanto para os m\u00e9diuns, como para os evocadores, e o complemento de <i>O Livro dos Esp\u00edritos.<\/i><\/p>\n<p>4\u00ba &#8211; A <i>Revue Spirite. <\/i>Variada colet\u00e2nea de fatos, de explica\u00e7\u00f5es te\u00f3ricas e de trechos isolados, que completam o que se encontra nas duas obras precedentes, formando-lhes, de certo modo, a aplica\u00e7\u00e3o. Sua leitura pode fazer-se simultaneamente com a daquelas obras, por\u00e9m, mais proveitosa ser\u00e1, e, sobretudo, mais intelig\u00edvel, se for feita depois de <i>O Livro dos Esp\u00edritos. <\/i>(1) Isto pelo que nos diz respeito. Os que desejem tudo conhecer de uma ci\u00eancia devem necessariamente ler tudo o que se ache escrito sobre a mat\u00e9ria, ou, pelo menos, o que haja de principal, n\u00e3o se limitando a um \u00fanico autor. Devem mesmo ler o pr\u00f3 e o contra, as cr\u00edticas como as apologias, inteirar-se dos diferentes sistemas, a fim de poderem julgar por compara\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Por esse lado, n\u00e3o preconizamos, nem criticamos obra alguma, visto n\u00e3o querermos, de nenhum modo, influenciar a opini\u00e3o que dela se possa formar. Trazendo nossa pedra ao edif\u00edcio, colocamo-nos nas fileiras. N\u00e3o nos cabe ser juiz e parte e n\u00e3o alimentamos a rid\u00edcula pretens\u00e3o de ser o \u00fanico distribuidor da luz. Toca ao leitor separar o bom do mau, o verdadeiro do falso. ((1) <b>Nota da Editora FEB<\/b>: <b>De Kardec s\u00e3o ainda as obras<\/b>: <b><i>O Evangelho segundo o Espiritismo<\/i><\/b><i>. <\/i>&#8211; <b><i>O C\u00e9u e o Inferno. &#8211; A G\u00eanese. &#8211; Obras P\u00f3stumas.)1<\/i><\/b><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>LM -1\u00aa PARTE &#8211; CAP\u00cdTULO III DO M\u00c9TODO 18. Muito natural e louv\u00e1vel \u00e9, em todos os adeptos, o desejo, que nunca ser\u00e1 demais animar, de fazer pros\u00e9litos. Visando facilitar-lhes essa tarefa, aqui nos propomos examinar o caminho que nos &hellip; <a href=\"https:\/\/xn--regeneraoplanetria-dsb6a7f.com.br\/index.php\/lm\/4-do-metodo\/\">Continue lendo <span class=\"meta-nav\">&rarr;<\/span><\/a><\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"parent":893,"menu_order":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","template":"","meta":{"footnotes":""},"class_list":["post-904","page","type-page","status-publish","hentry"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/xn--regeneraoplanetria-dsb6a7f.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/904","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/xn--regeneraoplanetria-dsb6a7f.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/pages"}],"about":[{"href":"https:\/\/xn--regeneraoplanetria-dsb6a7f.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/types\/page"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/xn--regeneraoplanetria-dsb6a7f.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/xn--regeneraoplanetria-dsb6a7f.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=904"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/xn--regeneraoplanetria-dsb6a7f.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/904\/revisions"}],"up":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/xn--regeneraoplanetria-dsb6a7f.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/893"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/xn--regeneraoplanetria-dsb6a7f.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=904"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}