{"id":915,"date":"2013-05-12T08:06:09","date_gmt":"2013-05-12T11:06:09","guid":{"rendered":"http:\/\/xn--regeneraoplanetria-dsb6a7f.com.br\/?page_id=915"},"modified":"2013-05-17T22:12:34","modified_gmt":"2013-05-18T01:12:34","slug":"6-acao-dos-espiritos-sobre-a-materia","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/xn--regeneraoplanetria-dsb6a7f.com.br\/index.php\/lm\/6-acao-dos-espiritos-sobre-a-materia\/","title":{"rendered":"06 &#8211; A\u00e7\u00e3o dos Esp\u00edritos sobre a mat\u00e9ria"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: center;\"><b>LIVRO DOS M\u00c9DIUNS- SEGUNDA PARTE<\/b><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><b>Das manifesta\u00e7\u00f5es esp\u00edritas<\/b><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\">CAP\u00cdTULO I<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><b>DA A\u00c7\u00c3O DOS ESP\u00cdRITOS SOBRE A MAT\u00c9RIA<\/b><\/p>\n<p>52. Posta de lado a opini\u00e3o materialista, porque condenada pela raz\u00e3o e pelos fatos, tudo se resume em saber se a alma, depois da morte, pode manifestar-se aos vivos. Reduzida assim \u00e0 sua express\u00e3o mais singela, a quest\u00e3o fica extraordinariamente desembara\u00e7ada. Caberia, antes de tudo, perguntar por que n\u00e3o poderiam seres inteligentes, que de certo modo vivem no nosso meio, se bem que invis\u00edveis por natureza, atestar-nos de qualquer forma sua presen\u00e7a. A simples raz\u00e3o diz que nisto nada absolutamente h\u00e1 de imposs\u00edvel, o que j\u00e1 \u00e9 alguma coisa. Demais, esta cren\u00e7a tem a seu favor o assentimento de todos os povos, porquanto com ela deparamos em toda parte e em todas as \u00e9pocas. Ora, nenhuma intui\u00e7\u00e3o pode mostrar-se t\u00e3o generalizada, nem sobreviver ao tempo, se n\u00e3o tiver algum fundamento. Acresce que se acha sancionada pelo testemunho dos livros sagrados e pelo dos Pais da Igreja, tendo sido preciso o cepticismo e o materialismo do nosso s\u00e9culo para que fosse lan\u00e7ada ao rol das id\u00e9ias supersticiosas. Se estamos em erro, aquelas autoridades o est\u00e3o igualmente.<\/p>\n<p>Mas, isso n\u00e3o passa de considera\u00e7\u00f5es de ordem moral. Uma causa, especialmente, h\u00e1 contribu\u00eddo para fortalecer a d\u00favida, numa \u00e9poca t\u00e3o positiva como a nossa, em que toda gente faz quest\u00e3o de se inteirar de tudo, em que se quer saber o porqu\u00ea e o como de todas as coisas. Essa causa \u00e9 a ignor\u00e2ncia da natureza dos Esp\u00edritos e dos meios pelos quais se podem manifestar. Adquirindo o conhecimento daquela natureza e destes meios, as manifesta\u00e7\u00f5es nada mais apresentam de espantosas e entram no c\u00f4mputo dos fatos naturais.<\/p>\n<p>53. A id\u00e9ia que geralmente se faz dos Esp\u00edritos torna \u00e0 primeira vista incompreens\u00edvel o fen\u00f4meno das manifesta\u00e7\u00f5es. Como estas n\u00e3o podem dar-se, sen\u00e3o exercendo o Esp\u00edrito a\u00e7\u00e3o sobre a mat\u00e9ria, os que julgam que a id\u00e9ia de Esp\u00edrito implica a de aus\u00eancia completa de tudo o que seja mat\u00e9ria perguntam, com certa apar\u00eancia de raz\u00e3o, como pode ele obrar materialmente. Ora, a\u00ed o erro, pois que o Esp\u00edrito n\u00e3o \u00e9 uma abstra\u00e7\u00e3o, \u00e9 um ser definido, limitado e circunscrito. O Esp\u00edrito encarnado no corpo constitui a alma. Quando o deixa, por ocasi\u00e3o da morte, n\u00e3o sai dele despido de todo o envolt\u00f3rio. Todos nos dizem que conservam a forma humana e, com efeito, quando nos aparecem, trazem as que lhes conhec\u00edamos.<\/p>\n<p>Observemo-los atentamente, no instante em que acabem de deixar a vida; acham-se em estado de perturba\u00e7\u00e3o; tudo se lhes apresenta confuso, em tomo; v\u00eaem perfeito ou mutilado, conforme o g\u00eanero da morte, o corpo que tiveram; por outro lado se reconhecem e sentem vivos; alguma coisa lhes diz que aquele corpo lhes pertence e n\u00e3o compreendem como podem estar separados dele. Continuam a ver-se sob a forma que tinham antes de morrer e esta vis\u00e3o, nalguns, produz, durante certo tempo, singular ilus\u00e3o: a de se crerem ainda vivos. Falta-lhes a experi\u00eancia do novo estado em que se encontram, para se convencerem da realidade. Passado esse primeiro momento de perturba\u00e7\u00e3o, o corpo se lhes torna uma veste imprest\u00e1vel de que se despiram e de que n\u00e3o guardam saudades. Sentem-se mais leves e como que aliviados de um fardo. N\u00e3o mais experimentam as dores f\u00edsicas e se consideram felizes por poderem elevar-se, transpor o espa\u00e7o, como tantas vezes o fizeram em sonho, quando vivos (1). ((1) Quem se quiser reportar a tudo o que dissemos em <b>O Livro dos Esp\u00edritos <\/b>sobre os sonhos e o estado do Esp\u00edrito durante o sono (ns. 400 a 418), conceber\u00e1 que esses sonhos que quase toda gente tem, em que nos vemos transportados atrav\u00e9s do espa\u00e7o e como que voando, s\u00e3o mera recorda\u00e7\u00e3o do que o nosso Esp\u00edrito experimentou, quando, durante o sono, deixara momentaneamente o corpo material, levando consigo apenas o corpo flu\u00eddico, o que ele conservar\u00e1 depois da morte. Esses sonhos, pois, nos podem dar uma id\u00e9ia do estado do Esp\u00edrito, quando se houver desembara\u00e7ado dos entraves que o ret\u00eam preso ao solo.)<\/p>\n<p>Entretanto, mau grado \u00e0 falta do corpo, comprovam suas personalidades; t\u00eam uma forma, mas que os n\u00e3o importuna nem os embara\u00e7a; t\u00eam, finalmente, a consci\u00eancia de seu <i>eu <\/i>e de sua individualidade. Que devemos concluir da\u00ed? Que a alma n\u00e3o deixa tudo no t\u00famulo, que leva consigo alguma coisa.<\/p>\n<p>54. Numerosas observa\u00e7\u00f5es e fatos irrecus\u00e1veis, de que mais tarde falaremos, levaram \u00e0 consequ\u00eancia de que h\u00e1 no homem tr\u00eas componentes: 1\u00ba, a alma, ou Esp\u00edrito, princ\u00edpio inteligente, onde tem sua sede o senso moral; 2\u00ba, o corpo, inv\u00f3lucro grosseiro, material, de que ele se revestiu temporariamente, em cumprimento de certos des\u00edgnios providenciais; 3\u00ba, o perisp\u00edrito, envolt\u00f3rio flu\u00eddico, semimaterial, que serve de liga\u00e7\u00e3o entre a alma e o corpo.<\/p>\n<p>A morte \u00e9 a destrui\u00e7\u00e3o, ou, antes, a desagrega\u00e7\u00e3o do envolt\u00f3rio grosseiro, do inv\u00f3lucro que a alma abandona.<\/p>\n<p>O outro se desliga deste e acompanha a alma que, assim, fica sempre com um envolt\u00f3rio. Este \u00faltimo, ainda que flu\u00eddico, et\u00e9reo, vaporoso, invis\u00edvel, para n\u00f3s, em seu estado normal, n\u00e3o deixa de ser mat\u00e9ria, embora at\u00e9 ao presente n\u00e3o tenhamos podido assenhorear-nos dela e submet\u00ea-la \u00e0 an\u00e1lise.<\/p>\n<p>Esse segundo inv\u00f3lucro da alma, ou <i>perisp\u00edrito, <\/i>existe, pois, durante a vida corp\u00f3rea; \u00e9 o intermedi\u00e1rio de todas as sensa\u00e7\u00f5es que o Esp\u00edrito percebe e pelo qual transmite sua vontade ao exterior e atua sobre os \u00f3rg\u00e3os do corpo. Para nos servirmos de uma compara\u00e7\u00e3o material, diremos que \u00e9 o fio el\u00e9trico condutor, que serve para a recep\u00e7\u00e3o e a transmiss\u00e3o do pensamento; \u00e9, em suma, esse agente misterioso, impercept\u00edvel, conhecido pelo nome de fluido nervoso, que desempenha t\u00e3o grande papel na economia org\u00e2nica e que ainda n\u00e3o se leva muito em conta nos fen\u00f4menos fisiol\u00f3gicos e patol\u00f3gicos.<\/p>\n<p>Tomando em considera\u00e7\u00e3o apenas o elemento material ponder\u00e1vel, a Medicina, na aprecia\u00e7\u00e3o dos fatos, se priva de uma causa incessante de a\u00e7\u00e3o. N\u00e3o cabe, aqui, por\u00e9m, o exame desta quest\u00e3o. Somente faremos notar que no conhecimento do perisp\u00edrito est\u00e1 a chave de in\u00fameros problemas at\u00e9 hoje insol\u00faveis.<\/p>\n<p>O perisp\u00edrito n\u00e3o constitui uma dessas hip\u00f3teses de que a ci\u00eancia costuma valer-se, para a explica\u00e7\u00e3o de um fato. Sua exist\u00eancia n\u00e3o foi apenas revelada pelos Esp\u00edritos, resulta de observa\u00e7\u00f5es, como teremos ocasi\u00e3o de demonstrar. Por ora e por nos n\u00e3o anteciparmos, no tocante aos fatos que havemos de relatar, limitar-nos-emos a dizer que, quer durante a sua uni\u00e3o com o corpo, quer depois de separar-se deste, a alma nunca est\u00e1 desligada do seu perisp\u00edrito.<\/p>\n<p>55. H\u00e3o dito que o Esp\u00edrito \u00e9 uma chama, uma centelha. Isto se deve entender com rela\u00e7\u00e3o ao Esp\u00edrito propriamente dito, como princ\u00edpio intelectual e moral, a que se n\u00e3o poderia atribuir forma determinada. Mas, qualquer que seja o grau em que se encontre, o Esp\u00edrito est\u00e1 sempre revestido de um envolt\u00f3rio, ou perisp\u00edrito, cuja natureza se eteriza, \u00e0 medida que ele se depura e eleva na hierarquia espiritual. De sorte que, para n\u00f3s, a id\u00e9ia de forma \u00e9 insepar\u00e1vel da de Esp\u00edrito e n\u00e3o concebemos uma sem a outra. O perisp\u00edrito faz, portanto, parte integrante do Esp\u00edrito, como o corpo o faz do homem. Por\u00e9m, o perisp\u00edrito, s\u00f3 por s\u00f3, n\u00e3o \u00e9 o Esp\u00edrito, do mesmo modo que s\u00f3 o corpo n\u00e3o constitui o homem, porquanto o perisp\u00edrito n\u00e3o pensa.<\/p>\n<p>Ele \u00e9 para o Esp\u00edrito o que o corpo \u00e9 para o homem: o agente ou instrumento de sua a\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>56. Ele tem a forma humana e, quando nos aparece, \u00e9 geralmente com a que revestia o Esp\u00edrito na condi\u00e7\u00e3o de encarnado. Da\u00ed se poderia supor que o perisp\u00edrito, separado de todas as partes do corpo, se modela, de certa maneira, por este e lhe conserva o tipo; entretanto, n\u00e3o parece que seja assim. Com pequenas diferen\u00e7as quanto \u00e0s particularidades e exce\u00e7\u00e3o feita das modifica\u00e7\u00f5es org\u00e2nicas exigidas pelo meio em no qual o ser tem que viver, a forma humana se nos depara entre os habitantes de todos os globos. Pelo menos, \u00e9 o que dizem os Esp\u00edritos. Essa igualmente a forma de todos os<\/p>\n<p>Esp\u00edritos n\u00e3o encarnados, que s\u00f3 t\u00eam o perisp\u00edrito; a com que, em todos os tempos, se representaram os anjos, ou Esp\u00edritos puros. Devemos concluir de tudo isto que a forma humana \u00e9 a forma tipo de todos os seres humanos, seja qual for o grau de evolu\u00e7\u00e3o em que se achem. Mas a mat\u00e9ria sutil do perisp\u00edrito n\u00e3o possui a tenacidade, nem a rigidez da mat\u00e9ria compacta do corpo; \u00e9, se assim nos podemos exprimir, flex\u00edvel e expans\u00edvel, donde resulta que a forma que toma, conquanto decalcada na do corpo, n\u00e3o \u00e9 absoluta, amolga-se \u00e0 vontade do Esp\u00edrito, que lhe pode dar a apar\u00eancia que entenda, ao passo que o inv\u00f3lucro s\u00f3lido lhe oferece invenc\u00edvel resist\u00eancia.<\/p>\n<p>Livre desse obst\u00e1culo que o comprimia, o perisp\u00edrito se dilata ou contrai, se transforma: presta-se, numa palavra, a todas as metamorfoses, de acordo com a vontade que sobre ele atua. Por efeito dessa propriedade do seu envolt\u00f3rio flu\u00eddico, \u00e9 que o Esp\u00edrito que quer dar-se a conhecer pode, em sendo necess\u00e1rio, tomar a apar\u00eancia exata que tinha quando vivo, at\u00e9 mesmo com os acidentes corporais que possam constituir sinais para o reconhecerem.<\/p>\n<p>Os Esp\u00edritos, portanto, s\u00e3o, como se v\u00ea, seres semelhantes a n\u00f3s, constituindo, ao nosso derredor, toda urna popula\u00e7\u00e3o, invis\u00edvel no estado normal. Dizemos no estado normal, porque, conforme veremos, essa invisibilidade nada tem de absoluta.<\/p>\n<p>57. Voltemos \u00e0 natureza do perisp\u00edrito, pois que isto \u00e9 essencial para a explica\u00e7\u00e3o que temos de dar. Dissemos que, embora flu\u00eddico, o perisp\u00edrito n\u00e3o deixa de ser uma esp\u00e9cie de mat\u00e9ria, o que decorre do fato das apari\u00e7\u00f5es tang\u00edveis, a que volveremos. Sob a influ\u00eancia de certos m\u00e9diuns, tem-se visto aparecerem m\u00e3os com todas as propriedades de m\u00e3os vivas, que, como estas, denotam calor, podem ser palpadas, oferecem a resist\u00eancia de um corpo s\u00f3lido, agarram os circunstantes e, de s\u00fabito, se dissipam, quais sombras. A a\u00e7\u00e3o inteligente dessas m\u00e3os, que evidentemente obedecem a uma vontade, executando certos movimentos, tocando at\u00e9 melodias num instrumento, prova que elas s\u00e3o parte vis\u00edvel de um ser inteligente invis\u00edvel. A tangibilidade que revelam, a temperatura, a impress\u00e3o, em suma, que causam aos sentidos, porquanto se h\u00e1 verificado que deixam marcas na pele, que d\u00e3o pancadas dolorosas, que acariciam delicadamente, provam que s\u00e3o de uma mat\u00e9ria qualquer. Seus desaparecimentos repentinos provam, al\u00e9m disso, que essa mat\u00e9ria \u00e9 eminentemente sutil e se comporta como certas subst\u00e2ncias que podem alternativamente passar do estado s\u00f3lido ao estado flu\u00eddico e vice-versa.<\/p>\n<p>58. A natureza \u00edntima do Esp\u00edrito propriamente dito, isto \u00e9, do ser pensante, desconhecemo-la por completo. Apenas pelos seus atos ele se nos revela e seus atos n\u00e3o nos podem impressionar os sentidos, a n\u00e3o ser por um intermedi\u00e1rio material. O Esp\u00edrito precisa, pois, de mat\u00e9ria, para atuar sobre a mat\u00e9ria. Tem por instrumento direto de sua a\u00e7\u00e3o o perisp\u00edrito, como o homem tem o corpo. Ora, o perisp\u00edrito \u00e9 mat\u00e9ria, conforme acabamos de ver. Depois, serve-lhe tamb\u00e9m de agente intermedi\u00e1rio o fluido universal, esp\u00e9cie de ve\u00edculo sobre que ele atua, como n\u00f3s atuamos sobre o ar, para obter determinados efeitos, por meio da dilata\u00e7\u00e3o, da compress\u00e3o, da propuls\u00e3o, ou das vibra\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>Considerada deste modo, facilmente se concebe a a\u00e7\u00e3o do Esp\u00edrito sobre a mat\u00e9ria. Compreende-se, desde ent\u00e3o, que todos os efeitos que da\u00ed resultam cabem na ordem dos fatos naturais e nada t\u00eam de maravilhosos. S\u00f3 pareceram sobrenaturais, porque se lhes n\u00e3o conhecia a causa. Conhecida esta, desaparece o maravilhoso e essa causa se inclui toda nas propriedades semi-materiais do perisp\u00edrito. E uma ordem nova de fatos que uma nova lei vem explicar e dos quais, dentro de algum tempo, ningu\u00e9m mais se admirar\u00e1 como ningu\u00e9m se admira hoje de se corresponder com outra pessoa, a grande dist\u00e2ncia, em alguns minutos, por meio da eletricidade.<\/p>\n<p>59. Perguntar-se-\u00e1, talvez, como pode o Esp\u00edrito, com o aux\u00edlio de mat\u00e9ria t\u00e3o sutil, atuar sobre corpos pesados e compactos, suspender mesas, etc. Semelhante obje\u00e7\u00e3o certo que n\u00e3o ser\u00e1 formulada por um homem de ci\u00eancia, visto que, sem falar das propriedades desconhecidas que esse novo agente pode possuir, n\u00e3o temos exemplos an\u00e1logos sob as vistas? N\u00e3o \u00e9 nos gases mais rarefeitos, nos fluidos imponder\u00e1veis que a ind\u00fastria encontra os seus mais possantes motores? Quando vemos o ar abater edif\u00edcios, o vapor deslocar enormes massas, a p\u00f3lvora gaseificada levantar rochedos, a eletricidade lascar \u00e1rvores e fender paredes, que dificuldades acharemos em admitir que o Esp\u00edrito, com o aux\u00edlio do seu perisp\u00edrito, possa levantar uma mesa, sobretudo sabendo que esse perisp\u00edrito pode tornar-se vis\u00edvel, tang\u00edvel e comportar-se como um corpo s\u00f3lido?<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>LIVRO DOS M\u00c9DIUNS- SEGUNDA PARTE Das manifesta\u00e7\u00f5es esp\u00edritas CAP\u00cdTULO I DA A\u00c7\u00c3O DOS ESP\u00cdRITOS SOBRE A MAT\u00c9RIA 52. 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