{"id":10170,"date":"2021-01-21T08:14:08","date_gmt":"2021-01-21T10:14:08","guid":{"rendered":"http:\/\/xn--regeneraoplanetria-dsb6a7f.com.br\/?p=10170"},"modified":"2021-01-21T08:16:09","modified_gmt":"2021-01-21T10:16:09","slug":"o-que-sao-espiritos-ageneres-2","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/xn--regeneraoplanetria-dsb6a7f.com.br\/index.php\/o-que-sao-espiritos-ageneres-2\/","title":{"rendered":"O QUE S\u00c3O ESP\u00cdRITOS AG\u00caNERES?"},"content":{"rendered":"<h2><strong>O QUE S\u00c3O ESP\u00cdRITOS AG\u00caNERES<\/strong>?<\/h2>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignright\" src=\"https:\/\/1.bp.blogspot.com\/-8TBZyr4u1qY\/X-4MsOAPdSI\/AAAAAAAAR2E\/LvzTaXcOu-oCHjUtHSJrawo0zaZNsPmAgCLcBGAsYHQ\/s784\/2017.jpg\" width=\"313\" height=\"160\" \/><\/p>\n<p><strong>Tereza Cristina D&#8217;Alessandro<\/strong><\/p>\n<p>O que \u00e9 um ag\u00eanere? \u00c9 uma apari\u00e7\u00e3o em que o desencarnado se reveste de forma mais precisa, das apar\u00eancias de um corpo s\u00f3lido, a ponto de causar completa ilus\u00e3o ao observador, que sup\u00f5e ter diante de si um ser corp\u00f3reo.<\/p>\n<p>Esse fato ocorre devido \u00e0 natureza e propriedades do perisp\u00edrito que possibilitam ao Esp\u00edrito, por interm\u00e9dio de seu pensamento e vontade, provocar modifica\u00e7\u00f5es nesse corpo espiritual a ponto de torn\u00e1-lo vis\u00edvel.<\/p>\n<p>H\u00e1 uma condensa\u00e7\u00e3o (os Esp\u00edritos usam essa palavra a t\u00edtulo de compara\u00e7\u00e3o apenas) tal, que o perisp\u00edrito, por meio das mol\u00e9culas que o constituem, adquire as caracter\u00edsticas de um corpo s\u00f3lido, capaz de produzir impress\u00e3o ao tato, deixar vest\u00edgios de sua presen\u00e7a, tornar-se tang\u00edvel, conservando as possibilidades de retomar instantaneamente seu estado et\u00e9reo e invis\u00edvel.<\/p>\n<p>Para que um Esp\u00edrito condense seu perisp\u00edrito, tornando-se um ag\u00eanere, s\u00e3o necess\u00e1rias, al\u00e9m da sua vontade, uma combina\u00e7\u00e3o de fluidos afins peculiares aos encarnados, permiss\u00e3o, al\u00e9m de outras condi\u00e7\u00f5es cuja mec\u00e2nica se desconhece. Nesses casos a tangibilidade pode chegar a tal ponto que \u00e9 poss\u00edvel ao observador tocar, palpar, sentir a resist\u00eancia da mat\u00e9ria, o que n\u00e3o impede que o ag\u00eanere desapare\u00e7a com a rapidez de um rel\u00e2mpago, atrav\u00e9s da desagrega\u00e7\u00e3o das mol\u00e9culas flu\u00eddicas.<\/p>\n<p>Os seres que se apresentam nessas condi\u00e7\u00f5es n\u00e3o nascem e nem morrem como os homens; da\u00ed o nome: ag\u00eanere &#8211; do grego: a privativo, e g\u00e9ine, g\u00e9inomai, gerado: n\u00e3o gerado, ou seja, que n\u00e3o foi gerado.<\/p>\n<p>Podendo ser vistos, n\u00e3o se sabe de onde vieram, nem para onde v\u00e3o. N\u00e3o podem ser presos, agredidos, visto que n\u00e3o possuem um corpo carnal. Desapareceriam, t\u00e3o logo percebessem a inten\u00e7\u00e3o diferente ou que os quisessem tocar, caso n\u00e3o o queiram permitir.<\/p>\n<p>Os ag\u00eaneres, embora possam ser confundidos com os encarnados, possuem algo de ins\u00f3lito, diferente. O olhar n\u00e3o possui a nitidez do olhar humano e, mesmo que possam conversar, a linguagem \u00e9 breve, sentenciosa, sem a flexibilidade da linguagem humana. N\u00e3o permanecem por muito tempo entre os encarnados, n\u00e3o podendo se tornar comensais de uma casa, nem figurar como membros de uma fam\u00edlia.<\/p>\n<p>Transcrevemos a seguir um exemplo extra\u00eddo da Revista Esp\u00edrita de 1859 &#8211; Fevereiro (EDICEL):<\/p>\n<p>&#8220;Uma pobre mulher estava na igreja de Saint-Roque em Paris, e pedia a Deus vir em ajuda de sua afli\u00e7\u00e3o. Em sua sa\u00edda da igreja, na rua Saint-Honor\u00e9, ela encontrou um senhor que a abordou dizendo-lhe: &#8220;Minha brava mulher, estar\u00edeis contente por encontrar trabalho? &#8211; Ah! Meu bom senhor, disse ela, pedia a Deus que me fosse ach\u00e1-lo, porque sou bem infeliz. &#8211; Pois bem! Ide em tal rua, em tal n\u00famero; chamareis a senhora T&#8230;; ela vo-lo dar\u00e1.&#8221; Ali continuou seu caminho. A pobre mulher se encontrou, sem tardar, no endere\u00e7o indicado &#8211; Tenho, com efeito, trabalho a fazer, disse a dama em quest\u00e3o, mas como ainda n\u00e3o chamei ningu\u00e9m, como ocorre que vindes me procurar? A pobre mulher, percebendo um retrato pendurado na parede, disse: &#8211; Senhora, foi esse senhor ali, que me enviou. &#8211; Esse senhor! Repetiu a dama espantada, mas isso n\u00e3o \u00e9 poss\u00edvel; \u00e9 o retrato de meu filho, que morreu h\u00e1 tr\u00eas anos. &#8211; N\u00e3o sei como isso ocorre, mas vos asseguro que foi esse senhor, que acabo de encontrar saindo da igreja onde fui pedir a Deus para me assistir; ele me abordou, e foi muito bem ele quem me enviou aqui.<\/p>\n<p>O Esp\u00edrito S\u00e3o Luiz consultado a respeito, forneceu instru\u00e7\u00f5es muito interessantes:<\/p>\n<ul>\n<li>Reafirma: &#8211; n\u00e3o basta a vontade do Esp\u00edrito; \u00e9 tamb\u00e9m necess\u00e1rio permiss\u00e3o para ocorrer o fen\u00f4meno.<\/li>\n<li>Existem, muitas vezes na Terra, Esp\u00edritos revestidos dessa apar\u00eancia.<\/li>\n<li>Podem pertencer \u00e0 categoria de Esp\u00edritos elevados ou inferiores.<\/li>\n<li>T\u00eam as paix\u00f5es dos Esp\u00edritos, conforme sua inferioridade; se inferiores buscam prazeres inferiores; se superiores visam fins elevados.<\/li>\n<li>N\u00e3o podem procriar.<\/li>\n<li>N\u00e3o temos meios de identific\u00e1-los, a n\u00e3o ser pelo seu desaparecimento inesperado.<\/li>\n<li>N\u00e3o t\u00eam necessidade de alimenta\u00e7\u00e3o e n\u00e3o poderiam faz\u00ea-la; seu corpo n\u00e3o \u00e9 real.<\/li>\n<\/ul>\n<p>Encerrando nosso estudo sobre os ag\u00eaneres, relembramos que, por mais extraordin\u00e1rio que possam parecer, esses fatos se produzem dentro das leis da Natureza, sendo apenas efeito e aplica\u00e7\u00e3o dessas mesmas leis. Recomendamos aos leitores continuem a pesquisa sobre o tema nas Obras B\u00e1sicas e na Revista Esp\u00edrita, Fevereiro de 1859, 1860 e 1863.<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><strong>Tereza Cristina D&#8217;Alessandro<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\">Fonte: <a href=\"http:\/\/letraespirita.blogspot.com\/\">Letra Esp\u00edrita<\/a><\/p>\n<p>Bibliografia:<\/p>\n<p>KARDEC, Allan &#8211; O Livro dos M\u00e9diuns: 2. ed. S\u00e3o Paulo: FEESP, 1989 &#8211; Cap VII &#8211; 2\u00aa Parte.<\/p>\n<p>KARDEC, Allan &#8211; Revista Esp\u00edrita &#8211; 1859 &#8211; Fevereiro: 1. ed. S\u00e3o Paulo: EDICEL, 1985.<\/p>\n<p>Postagem de <a href=\"https:\/\/gecasadocaminhosv.blogspot.com\/\">G. E. Casa do Caminho de S\u00e3o Vicente<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O QUE S\u00c3O ESP\u00cdRITOS AG\u00caNERES? 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