{"id":10280,"date":"2021-02-21T06:49:51","date_gmt":"2021-02-21T09:49:51","guid":{"rendered":"https:\/\/xn--regeneraoplanetria-dsb6a7f.com.br\/?p=10280"},"modified":"2021-02-21T06:49:51","modified_gmt":"2021-02-21T09:49:51","slug":"fanatismo-e-idolatria","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/xn--regeneraoplanetria-dsb6a7f.com.br\/index.php\/fanatismo-e-idolatria\/","title":{"rendered":"FANATISMO E IDOLATRIA"},"content":{"rendered":"<h2><strong>FANATISMO E IDOLATRIA<\/strong><\/h2>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignright\" src=\"https:\/\/1.bp.blogspot.com\/--MqNsNEvOWY\/YBVLX94taTI\/AAAAAAAAR74\/Y4ZpZkrTsqojiUwqS2qefCIp-PQRirNJwCLcBGAsYHQ\/s638\/adorando-c3addolos.jpg\" width=\"325\" height=\"254\" \/><\/p>\n<p><strong>Joanna de \u00c2ngelis<\/strong><\/p>\n<p>Fan\u00e1ticos e id\u00f3latras de qualquer proced\u00eancia s\u00e3o membros carcomidos do organismo enfermo da ignor\u00e2ncia.<\/p>\n<p>Mergulhados em densa treva mental, negam-se \u00e0s ben\u00e7\u00e3os da luz do discernimento, fechados nos corredores estreitos da intoler\u00e2ncia renitente ou do pavor inexplic\u00e1vel.<\/p>\n<p>Em todos os tempos sempre os houve.<\/p>\n<p>Adorando os fen\u00f4menos da natureza por tem\u00ea-los, ou erguendo totens e a eles oferecendo sacrif\u00edcios para apazigu\u00e1-los, o fanatismo e a idolatria atingiram o cl\u00edmax quando, em holocausto, foi derramado sangue em seus altares macabros&#8230;<\/p>\n<p>Com o avan\u00e7o do pensamento e as abundantes conquistas da ci\u00eancia, era de se esperar que n\u00e3o mais existisse clima para a flora\u00e7\u00e3o desta fauna de doentes do esp\u00edrito. No entanto, nos diversos arraiais do conhecimento eles aparecem e proliferam.<\/p>\n<p>N\u00e3o somente nas aldeias religiosas, tamb\u00e9m nas avenidas largas das cidades do saber surgem e se desenvolvem, em cultos de macabra animalidade, estes dois fam\u00e9licos verdugos, revivendo os fastos do passado, quase esquecido&#8230;<\/p>\n<p>O culto da personalidade, a adora\u00e7\u00e3o do eu e a receita do prazer s\u00e3o modernos meios de venera\u00e7\u00e3o \u00e0s vacuidades em assinalado desrespeito \u00e0 evolu\u00e7\u00e3o e \u00e0 civilidade<\/p>\n<p>* * *<\/p>\n<p>H\u00e1 os que idolatram a mocidade que esfuma rapidamente.<\/p>\n<p>H\u00e1 os fan\u00e1ticos por estreiteza de vistas em mat\u00e9ria de f\u00e9 ou nas diretrizes do conhecimento.<\/p>\n<p>Idolatria em torno de objetos, animais, pessoas, id\u00e9ias que se consomem.<\/p>\n<p>Objetos que pertenceram ao passado e rareiam, disputados por colecionadores dominados pela cobi\u00e7a em idolatria fan\u00e1tica.<\/p>\n<p>Aqui, as r\u00e9deas que pesaram sobre os escombros aristocr\u00e1ticos de Incitatus, o cavalo que Cal\u00edgula elevou a c\u00f4nsul.<\/p>\n<p>Ali, o punhal com que o escravo assassinou a Domiciano.<\/p>\n<p>Acol\u00e1, a espada de Napole\u00e3o, erguida nas batalhas de Toulon ou das campanhas na It\u00e1lia.<\/p>\n<p>Amontoados de fragmentos desta ou daquela madeira, de moedas, de sedas, de objetos e adornos&#8230;<\/p>\n<p>No entanto, o fanatismo religioso e a idolatria pag\u00e3, que ainda perduram em algumas fileiras do Cristianismo, constituem nos dias atuais, chaga purulenta, aguardando o curativo do \u201cbom-senso\u201d e da \u201craz\u00e3o&#8221;.<\/p>\n<p>\u201cN\u00e3o esculpireis imagens para adora-las&#8230;\u201d \u2013 disse o Senhor. Todavia, em nome da saudade, sob escusas de evoca\u00e7\u00f5es sentimentais, em cultos funestos do medo, erguem-se altares e adoradores surgem, imprudentemente, aumentando o n\u00famero de inseguros e sofredores.<\/p>\n<p>Com os ensinamentos esp\u00edritas que reproduzem as li\u00e7\u00f5es crist\u00e3s, o homem desperta para a adora\u00e7\u00e3o \u201cem esp\u00edrito e verdade\u201d.<\/p>\n<p>J\u00e1 n\u00e3o pode cultivar as transit\u00f3rias alega\u00e7\u00f5es. Nem amontoar farrapos tarjados de celebridade.<\/p>\n<p>Envolve-se nos tecidos da caridade, cal\u00e7a as sand\u00e1lias da a\u00e7\u00e3o e unge-se de amor ao pr\u00f3ximo.<\/p>\n<p>Abre alamedas de luz nos bosques sombrios, ascendendo esperan\u00e7as e distende a mensagem de liberta\u00e7\u00e3o, vivendo o culto, da renova\u00e7\u00e3o \u00edntima, incansavelmente.<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\">* * *<\/p>\n<p>Recebido em Cesar\u00e9ia, por Corn\u00e9lio que o aguardava entre familiares e amigos, Sim\u00e3o Pedro foi homenageado pelo anfitri\u00e3o, que, emocionado, \u201cprostou-se aos seus p\u00e9s, e o adorou\u201d. O velho pescador, a quem tanto deve a Boa Nova, recordando, talvez, o Mestre, num impulso generoso e viril, no entanto, levantou o amigo, dizendo: \u201cLevanta-te, que eu tamb\u00e9m sou homem\u201d.<\/p>\n<p>Recordando a preciosa li\u00e7\u00e3o do servo devotado a Corn\u00e9lio, anotado nos Atos dos Ap\u00f3stolos, cap\u00edtulo 10 e vers\u00edculo 25 e 26, compenetremo-nos do dever de divulgar o Evangelho, em sua pureza primitiva, libertando mentes e cora\u00e7\u00f5es do fanatismo e da idolatria, ensinando com firmeza e bondade que o para\u00edso n\u00e3o tem limites e a adora\u00e7\u00e3o que n\u00f3s compete realizar est\u00e1 na tarefa de espiritualizarmos a n\u00f3s mesmos, alongando \u00e0 fam\u00edlia humana o nosso labor, sem prefer\u00eancia, sem paix\u00e3o, sem loucura&#8230;<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><strong>Joanna de \u00c2ngelis<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\">M\u00e9dium: Divaldo Pereira Franco<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\">Livro: Dimens\u00f5es da Verdade &#8211; 46<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>FANATISMO E IDOLATRIA Joanna de \u00c2ngelis Fan\u00e1ticos e id\u00f3latras de qualquer proced\u00eancia s\u00e3o membros carcomidos do organismo enfermo da ignor\u00e2ncia. 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