{"id":10627,"date":"2021-06-07T08:32:50","date_gmt":"2021-06-07T11:32:50","guid":{"rendered":"https:\/\/xn--regeneraoplanetria-dsb6a7f.com.br\/?p=10627"},"modified":"2021-06-07T08:32:50","modified_gmt":"2021-06-07T11:32:50","slug":"doenca-alivio-ou-cura","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/xn--regeneraoplanetria-dsb6a7f.com.br\/index.php\/doenca-alivio-ou-cura\/","title":{"rendered":"DOEN\u00c7A, ALIVIO OU CURA?"},"content":{"rendered":"<h2><strong><span style=\"color: #0000ff;\">DOEN\u00c7A, ALIVIO OU CURA?<\/span><\/strong><\/h2>\n<p><strong><span style=\"color: #008000;\">Itair Rodrigues Ferreira<img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignright\" src=\"https:\/\/1.bp.blogspot.com\/-tCeeeF8REb8\/YJb0vF1C64I\/AAAAAAAASNs\/ean11YCV8QsDzdA-RsjyqJxJV_yAeJrLQCLcBGAsYHQ\/w640-h320\/pfizer_sua-saude_dor-neuropatica_abertura.jpg\" width=\"296\" height=\"148\" \/><\/span><\/strong><\/p>\n<p>A maioria de n\u00f3s responder\u00e1 que quer a cura. Por pior que seja a vida na Terra, h\u00e1 sempre a esperan\u00e7a de que ela melhore. Diz a mitologia grega que a semideusa Pandora abriu a tampa de sua caixa indevidamente, e todos os males se espalharam pelo mundo, s\u00f3 restando a esperan\u00e7a, a \u00fanica forma de o homem n\u00e3o sucumbir \u00e0s dores e aos sofrimentos. Embevecido pela vida, o indiv\u00edduo n\u00e3o quer a morte. Pode sofrer, mas se pudesse, perpetuaria seu corpo, como provam os adeptos da criogenia.<\/p>\n<p>Essa ilus\u00e3o o embala na viagem a caminho da morte, a etapa final da evolu\u00e7\u00e3o biol\u00f3gica, porque a morte e a escolha s\u00e3o as duas ocorr\u00eancias das quais nunca podemos nos evadir. A morte, esta famigerada personagem que amedronta e aniquila com o rastro de dor por onde passa, deixando o manto da saudade naqueles que ficam, \u00e9 uma realidade necess\u00e1ria \u00e0 renova\u00e7\u00e3o da vida; e a escolha, que nos possibilita a liberdade de a\u00e7\u00e3o, como afirmou o Dr. Viktor Frankl, psiquiatra judeu, sobrevivente do campo de concentra\u00e7\u00e3o nazista de Auschwitz e criador da Logoterapia, uma terapia para dar sentido \u00e0 vida: Entre o est\u00edmulo e a rea\u00e7\u00e3o, h\u00e1 sempre a escolha.<\/p>\n<p>E a doen\u00e7a? \u00c9 a manifesta\u00e7\u00e3o, no nosso corpo, das mazelas que trazemos insculpidas na alma, decorrentes de nossa conduta. A dor n\u00e3o \u00e9 filha da Lei Divina, \u00e9 cria\u00e7\u00e3o nossa. O corpo \u00e9 o filtro que permite eliminar essas impurezas, por isso devemos amar nossa vida de lutas e sofrimentos, sem reclamar, porque constitui o meio para atingirmos a suprema felicidade para a qual todos fomos criados. Por\u00e9m, n\u00e3o soubemos ainda entrar na posse desse esplendor divino, porque temos trocado, ao longo de nossas exist\u00eancias, pela escolha dos v\u00edcios que corroem a alma: o orgulho, o ego\u00edsmo, a prepot\u00eancia, a inveja, a c\u00f3lera, a pregui\u00e7a, etc., pagando o pre\u00e7o pelas nossas decis\u00f5es, no uso do livre-arb\u00edtrio dado por Deus. Seremos o que fizermos de nossas vidas. Felizes ou desditosos.<\/p>\n<p>No momento determinado por Deus, surgiram os meios para eliminar a dor: em 1845, o dentista norte-americano, Horace Wells, utilizou o \u00f3xido nitroso em opera\u00e7\u00f5es dent\u00e1rias e, no ano de 1846, outro dentista norte-americano, William Thomas Green Morton, numa experi\u00eancia usando o \u00e9ter para a extra\u00e7\u00e3o de dentes, e a retirada de um tumor, no Hospital de Massachussetts, aboliu a dor nas cirurgias, criando os anest\u00e9sicos. No ano de 1928, Alexander Fleming descobriu a penicilina e utilizou-a com sucesso, no dia 6 de agosto de 1942, em Harry Lambert, injetando-lhe o medicamento no fluido espinhal, para curar uma meningite, dando in\u00edcio \u00e0 era dos antibi\u00f3ticos no combate \u00e0s doen\u00e7as. E, para o grande al\u00edvio da criatura humana, surgiram os analg\u00e9sicos em imensa variedade de sais, contribuindo para uma vida mais saud\u00e1vel.<\/p>\n<p>A cura \u00e9 sempre a nossa rogativa principal, entretanto, perde sua import\u00e2ncia quando tomamos conhecimento da necessidade da doen\u00e7a no est\u00e1gio em que existimos. Todos somos doentes. Em alguns, a doen\u00e7a ainda n\u00e3o atingiu os nervos sensoriais, mas ela est\u00e1 ali, esperando o momento oportuno para instalar-se.<\/p>\n<p>Jesus curou muitos enfermos pela Sua miseric\u00f3rdia. Os que estavam preparados, com o seu carma extinto, ficaram isentos da doen\u00e7a. Os que n\u00e3o estavam, posteriormente, tiveram-na de volta, j\u00e1 que traziam em si, seu germe ps\u00edquico. H\u00e1 uma passagem no Evangelho que relata essa situa\u00e7\u00e3o, intitulada a cura de dez leprosos. Jesus, no caminho para Jerusal\u00e9m, passou por uma aldeia e sa\u00edram-lhe ao encontro dez leprosos, que ficaram de longe e gritaram, dizendo: \u201cJesus, Mestre, compadece-te de n\u00f3s!\u201d Jesus curou-os.<\/p>\n<p>Quando se viram sem a lepra, correram em louca disparada para retomar as cidadanias e seus haveres. Apenas um, dos dez, voltou para agradecer. Ent\u00e3o Jesus lhe perguntou: \u201cN\u00e3o eram dez os que foram curados? Onde est\u00e3o os nove?\u201d E disse-lhe: \u201cLevanta-te e vai; a tua f\u00e9 te salvou\u201d. N\u00f3s tamb\u00e9m somos assim. Quando estamos doentes ou com algum outro problema, gritamos desesperados: \u201cJesus, Mestre, compadece-te de n\u00f3s!\u201d Prometemos ser bons, ajudar o pr\u00f3ximo, modificar nosso comportamento, entretanto, t\u00e3o logo recebemos a b\u00ean\u00e7\u00e3o, voltamos \u00e0 mesma vida de outrora, esquecendo nossas promessas e nossas boas inten\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>Como a morte e a doen\u00e7a fazem parte do cen\u00e1rio terrestre, o al\u00edvio passa a ter um valor preponderante em nossa jornada de Esp\u00edrito falido na busca da Casa Paterna, como nos ensinou o Pedagogo Incompar\u00e1vel, na par\u00e1bola do filho pr\u00f3digo. Como \u00e9 bom o al\u00edvio de nossas dores! Sejam essas dores f\u00edsicas, sejam ps\u00edquicas. No momento da afli\u00e7\u00e3o, no auge do desespero, nada pode ser melhor do que o b\u00e1lsamo divino que vem serenar nosso sofrimento. Jesus, o doce Rabi da Galileia, nos prometeu esse al\u00edvio, e todas as suas promessas s\u00e3o cumpridas: Vinde a mim todos os cansados e sobrecarregados, e eu vos aliviarei. Tomai sobre v\u00f3s o meu jugo, e aprendei de mim, porque sou manso e humilde de cora\u00e7\u00e3o; e achareis descanso para as vossas almas. Porque o meu jugo \u00e9 suave e o meu fardo \u00e9 leve.<\/p>\n<p>Quanto \u00e0 cura definitiva, esta pertence ao Esp\u00edrito na mudan\u00e7a de trajet\u00f3ria no retorno ao seu Eu transcendental. Como afirmou William Shakespeare: \u201ca transforma\u00e7\u00e3o \u00e9 uma porta que s\u00f3 abre de dentro para fora\u201d.<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\">Muita paz!<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><strong><span style=\"color: #008000;\">Itair Rodrigues Ferreira<\/span><\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\">Fonte: <a href=\"https:\/\/www.correioespirita.org.br\/\">Correio Espirita<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>DOEN\u00c7A, ALIVIO OU CURA? Itair Rodrigues Ferreira A maioria de n\u00f3s responder\u00e1 que quer a cura. Por pior que seja a vida na Terra, h\u00e1 sempre a esperan\u00e7a de que ela melhore. 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