{"id":10871,"date":"2021-08-17T10:06:38","date_gmt":"2021-08-17T13:06:38","guid":{"rendered":"https:\/\/xn--regeneraoplanetria-dsb6a7f.com.br\/?p=10871"},"modified":"2021-08-17T10:06:38","modified_gmt":"2021-08-17T13:06:38","slug":"destino-fatalidade-livre-arbitrio","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/xn--regeneraoplanetria-dsb6a7f.com.br\/index.php\/destino-fatalidade-livre-arbitrio\/","title":{"rendered":"Destino&#8230; Fatalidade&#8230; Livre-Arb\u00edtrio&#8230;"},"content":{"rendered":"<h2><strong>Destino&#8230; Fatalidade&#8230; Livre-Arb\u00edtrio&#8230;<\/strong><\/h2>\n<h3><strong><span style=\"color: #000080;\">A CONVIV\u00caNCIA HARM\u00d4NICA ENTRE O DESTINO, A FATALIDADE E O LIVRE-ARB\u00cdTRIO<\/span><\/strong><\/h3>\n<p><strong><span style=\"color: #008000;\">Rog\u00e9rio Miguez<\/span><\/strong><\/p>\n<p><img decoding=\"async\" class=\"alignright\" src=\"https:\/\/1.bp.blogspot.com\/-VpRwuA51H-U\/YOyqKP1qqBI\/AAAAAAAAScw\/wmoSazEqevc1HCN5Z_1oR_x2ixFTSouZQCLcBGAsYHQ\/w640-h426\/images.jpg\" \/><\/p>\n<p>Quem n\u00e3o deseja saber como modificar o seu pr\u00f3prio destino? Quem n\u00e3o aspira obter revela\u00e7\u00f5es sobre o futuro para, de posse destes informes, construir com mais seguran\u00e7a a sua pr\u00f3pria caminhada? Quem n\u00e3o almeja tomar de maneira absoluta as r\u00e9deas de sua pr\u00f3pria vida e seguir conforme seus anseios, ao sabor de seus pr\u00f3prios ventos, segundo apenas o seu livre arb\u00edtrio? O tema \u00e9 palpitante.<\/p>\n<p>Evidentemente, a tem\u00e1tica considera apenas os espiritualistas, os crentes em um ou muitos deuses e igualmente na continuidade da vida, visto que n\u00e3o h\u00e1 qualquer sentido em se debater o tema sob a \u00f3ptica puramente materialista, considerando se que, para se acreditar em destino, dever-se-\u00e1 crer igualmente em uma entidade superior, delineando, segundo seus princ\u00edpios e desejos, os nossos particulares rumos.<\/p>\n<p>Para iniciar uma breve reflex\u00e3o sobre assunto t\u00e3o importante, seria preciso primeiramente avaliar se do ponto de vista esp\u00edrita h\u00e1 destino. Os nossos dicion\u00e1rios, enciclop\u00e9dias das palavras, de modo geral, definem destino como um conjunto de acontecimentos alcan\u00e7ando-nos de modo inevit\u00e1vel, inexor\u00e1vel, como sin\u00f4nimo de fatalidade, sina, sorte.<\/p>\n<p>Dentro desta linha de entendimento, em princ\u00edpio, n\u00e3o poder\u00edamos alterar o desfecho de nossa exist\u00eancia, pois n\u00e3o ter\u00edamos como modificar as circunst\u00e2ncias, ou conjun\u00e7\u00e3o de fatos, a nos atingir fatalmente, mais cedo ou mais tarde.<\/p>\n<p>Gra\u00e7as ao Bom Deus, assim n\u00e3o se d\u00e1!.<\/p>\n<p>Com efeito, se assim fosse, n\u00e3o haveria m\u00e9rito, tampouco responsabilidade sobre qualquer ato, considerando n\u00e3o ser poss\u00edvel escapar ou enganar o implac\u00e1vel destino. Tudo que fiz\u00e9ssemos, de bom ou de mau, seria tempo perdido, pois nada mudaria a nossa sorte, muito menos a daqueles a quem endere\u00e7\u00e1ssemos nossos esfor\u00e7os e a\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>Outrossim, perguntamos:<\/p>\n<p>por qual raz\u00e3o possu\u00edmos livre arb\u00edtrio? esta faculdade que tem o Esp\u00edrito para determinar sua pr\u00f3pria conduta, constru\u00edda cuidadosamente ao longo de numerosas encarna\u00e7\u00f5es, seria totalmente in\u00fatil e ineficaz, uma vez que o seu exerc\u00edcio se mostraria impotente para alterar a implac\u00e1vel realidade futura.<\/p>\n<p>Adicionalmente, a Lei do Progresso n\u00e3o faria mais nenhum sentido: afinal, progredir para qu\u00ea, se o futuro est\u00e1 delineado? Ademais, pela prece podemos louvar, agradecer ou pedir. Em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 \u00faltima possibilidade, se tornaria uma a\u00e7\u00e3o na maior parte dos casos in\u00f3cua, porquanto nada obter\u00edamos em resposta \u00e0s nossas s\u00faplicas, por mais fervorosas fossem, pois, de modo geral solicitamos mudan\u00e7as e benesses para o futuro no quadro material de nossas exist\u00eancias e dos que nos cercam, exce\u00e7\u00e3o feita \u00e0s peti\u00e7\u00f5es de ordem moral, quando pertinentes, que poderiam ser atendidas normalmente.<\/p>\n<p>A ideia de um destino preestabelecido est\u00e1 relacionada \u00e0 fatalidade, sendo oportuno conhecer as pouqu\u00edssimas propriamente ditas fatalidades.. Elencamos aquelas recolhidas at\u00e9 o momento da consoladora Doutrina:<\/p>\n<p>\u2022 Atingir a plenitude da evolu\u00e7\u00e3o, representada pela aquisi\u00e7\u00e3o de uma perfei\u00e7\u00e3o relativa, ou seja, o fatalismo da evolu\u00e7\u00e3o \u00e9 para o equil\u00edbrio, a ordem, o bem, e a destina\u00e7\u00e3o \u00e9 para a felicidade, quando consolidaremos a vit\u00f3ria definitiva sobre n\u00f3s mesmos e trabalharemos mais pr\u00f3ximos de Deus, contribuindo para o cumprimento de seus s\u00e1bios des\u00edgnios.<\/p>\n<p>\u2022 O instante da morte \u00e9 uma fatalidade, uma vez que, dele, n\u00e3o se pode escapar, e o momento em que devemos reaparecer tamb\u00e9m o \u00e9.<\/p>\n<p>\u2022 Vivenciar provas, expia\u00e7\u00f5es ou miss\u00f5es, previamente selecionadas e discutidas na erraticidade, conjugando as delibera\u00e7\u00f5es do livre-arb\u00edtrio e as pondera\u00e7\u00f5es dos Esp\u00edritos respons\u00e1veis pela nova reencarna\u00e7\u00e3o, tudo baseado no mapa de realiza\u00e7\u00f5es constru\u00eddo em exist\u00eancias passadas do futuro reencarnante. Como exemplos destas escolhas temos: g\u00eanero ou causa da morte, doen\u00e7a espec\u00edfica que surgir\u00e1 em determinado momento de nossa pr\u00f3xima exist\u00eancia, significativo rev\u00e9s econ\u00f4mico, dificuldade familiar de monta, grandes dores morais como resultado de infort\u00fanios diversos, limita\u00e7\u00e3o f\u00edsica de nascen\u00e7a oriunda de uma defici\u00eancia perispiritual, ou seja, alguns aspectos materiais na exist\u00eancia podem constituir fatalidades.<\/p>\n<p>Um ponto importante sobre as decis\u00f5es e op\u00e7\u00f5es tomadas antes de reencarnar \u00e9 que este ajuizamento conjunto com os Esp\u00edritos mais s\u00e1bios ocorre quando o reencarnante possui uma bagagem de evolu\u00e7\u00e3o tal, viabilizando ser frut\u00edfera esta intera\u00e7\u00e3o; caso contr\u00e1rio, os grandes marcos da vida s\u00e3o inteiramente determinados pelos respons\u00e1veis por esta nova exist\u00eancia na Terra.<\/p>\n<p>Esta realidade nos faz perceber estar a fatalidade t\u00e3o mais presente na vida do Esp\u00edrito quanto menos evolu\u00eddo ele se encontrar.<\/p>\n<p>Contudo, vale a pena lembrar, as consequ\u00eancias da viv\u00eancia destas escolhas ou determina\u00e7\u00f5es dependem da forma como o Esp\u00edrito enfrenta estas situa\u00e7\u00f5es, ou seja, os efeitos morais dos acontecimentos nunca s\u00e3o fatais.<\/p>\n<p>\u00c9 interessante ponderar que mesmo estes grandes marcos materiais em nossa exist\u00eancia podem sofrer pequenos ajustes, podem ser replanejados, dependendo de como vivemos, da forma como aproveitamos as oportunidades oferecidas pela vida. Desta forma, a \u00e9poca ou g\u00eanero da morte poderia ser alterada caso estiv\u00e9ssemos: praticando muita caridade, buscando fazer apenas o bem ao pr\u00f3ximo, levando uma vida produtiva do ponto de vista moral, pessoas estivessem dependendo de nossa ajuda. Desta forma, o momento da desencarna\u00e7\u00e3o poderia ser adiado, n\u00e3o por muito tempo, raro mecanismo em mundo de provas e expia\u00e7\u00f5es conhecido por morat\u00f3ria; por outro lado, caso conduzamos a nossa exist\u00eancia da forma &#8220;padr\u00e3o&#8221;, sem grandes sacrif\u00edcios e conquistas morais, observando conforme o dito popular apenas o nosso umbigo, os grandes marcos se far\u00e3o presentes e imposterg\u00e1veis.<\/p>\n<p>No entanto, cumpre ainda notar sempre existir no homem a liberdade de optar pelos atos da vida moral e como reagir \u00e0s tenta\u00e7\u00f5es, um campo totalmente aberto, incerto e imprevis\u00edvel, sujeito \u00e0s escolhas de conduta de cada um, ou seja, \u00e0 vontade individual.<\/p>\n<p>\u2022 H\u00e1 consider\u00e1vel fatalidade nos reinos mineral e vegetal; nestas fases da evolu\u00e7\u00e3o quase tudo acontece segundo as leis b\u00e1sicas que regem a mat\u00e9ria &#8211; qu\u00edmicas, f\u00edsicas e biol\u00f3gicas -, considerando que h\u00e1 certa imprevisibilidade na natureza subat\u00f4mica da mat\u00e9ria.<\/p>\n<p>\u00c9 pertinente esclarecer sobre o uso do conceito de fatalidade pela m\u00eddia e a sociedade, pois em linhas gerais est\u00e1 completamente desvirtuado. Os acidentes espetaculares causando mortes de pessoas n\u00e3o est\u00e3o nos des\u00edgnios de Deus, quando o autor estava: embriagado ou drogado, dirigindo em velocidades acima do permitido, com ve\u00edculo adulterado em seus componentes b\u00e1sicos, n\u00e3o possu\u00eda habilita\u00e7\u00e3o, entre outras causas, ocorrendo nestes casos apenas a imprud\u00eancia do agente; e se este n\u00e3o for julgado pela sociedade da forma correta, o ser\u00e1 pelas Leis Divinas.<\/p>\n<p>Se estes acidentes fossem fatais, predeterminados, o respons\u00e1vel teria renascido com a &#8220;miss\u00e3o&#8221; de matar um semelhante, impondo Deus previamente uma conduta absurda ao causador do desastre. Este entendimento representa um absoluto desprop\u00f3sito em rela\u00e7\u00e3o ao amor de Deus por todas as suas criaturas.<\/p>\n<p>Al\u00e9m de classificar por fatalidade os acidentes espetaculares do cotidiano, criamos uma outra fatalidade para justificar a morte &#8220;prematura&#8221; pela chamada bala perdida. O esp\u00edrita est\u00e1 ciente de que n\u00e3o h\u00e1 acaso nas Leis Divinas, nenhum imprevisto existe regendo ocorr\u00eancias, ainda mais deste tipo; sendo assim, a bala jamais estar\u00e1 perdida, esta interpreta\u00e7\u00e3o sugere que Deus n\u00e3o estaria ciente do que viria acontecer, estava &#8220;desatento&#8221;, e que a morte do atingido pela bala perdida se deu sem controle, antecipadamente, ou seja, o indiv\u00edduo morreu antes da hora esperada.<\/p>\n<p>A onisci\u00eancia e onipot\u00eancia de Deus se chocam frontalmente com esta incorreta hip\u00f3tese.<\/p>\n<p>Ningu\u00e9m h\u00e1 que acreditar ter nascido sob a sina de uma m\u00e1 ou boa estrela, vivendo desta forma sob uma fatalidade considerada imerecida em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 primeira estrela. Quando os acontecimentos possuem uma caracter\u00edstica repetitiva em termos de fracassos e sucessos, respectivamente, devem-se em alguns casos aos acertos pr\u00e9vios que fizemos na erraticidade antes de para a Terra voltarmos.<\/p>\n<p>Continuadas aparentes desgra\u00e7as ou repetidos triunfos, nada mais representam do que verifica\u00e7\u00f5es de aprendizado, talvez sejam provas, que devem ser encaradas naturalmente, solicitando, ao considerarmos as primeiras, muita paci\u00eancia e perseveran\u00e7a; quanto aos segundos, jamais nos imaginarmos privilegiados, n\u00e3o permitindo que o orgulho ou a vaidade nos alcancem na infantil suposi\u00e7\u00e3o de que tudo que fazemos d\u00e1 certo e de que fomos agraciados pelo dedo de Deus ao nascer. Al\u00e9m disso, continuados fracassos podem ser resultado do despreparo e inaptid\u00e3o do indiv\u00edduo, e seguidos sucessos podem caracterizar uma pessoa inteligente e perspicaz para s\u00f3 se lan\u00e7ar em empreitadas em que vislumbre maiores chances de \u00eaxito: n\u00e3o h\u00e1 azar tampouco sorte no ordenamento celestial.<\/p>\n<p>A prop\u00f3sito, jamais deveremos bater \u00e0s portas dos chamados magos, bruxas, videntes ou adivinhos, os auto-intitulados profetas, para nos informar sobre o que est\u00e1 por vir, qual seria o nosso &#8220;glorioso e esplendoroso&#8221; destino. De modo geral estes exploradores da f\u00e9 e da ignor\u00e2ncia popular nada mais s\u00e3o do que aplicados aproveitadores, astutos interlocutores, a maioria nem sequer \u00e9 m\u00e9dium, n\u00e3o possuindo qualquer dom para nos instruir sobre o porvir. Habilmente treinados, muitos sabem o que as pessoas desejam conhecer, seus anseios, d\u00favidas ou apreens\u00f5es e, por meio de perguntas simples, v\u00e3o delineando as expectativas do particular consulente, finalizando por dizer exatamente aquilo que mais agrada ao incauto. Ao final, aguardam \u00e1vidos alguma recompensa monet\u00e1ria devida aos seus espont\u00e2neos pr\u00e9stimos &#8220;medi\u00fanicos&#8221;. Como resultado, todos ficam muito satisfeitos, o iludido e o falso iluminado.<\/p>\n<p>Informa\u00e7\u00f5es sobre o futuro, quando \u00fateis, s\u00e3o apresentadas de forma natural, sem que a pessoa pergunte ou mostre interesse em conhecer. \u00c0s vezes, podem ser reveladas, mas em car\u00e1ter particular e sem qualquer expectativa de remunera\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Conclui-se, pelos exemplos citados anteriormente, que o conceito de fatalidade n\u00e3o se prende apenas a um desfecho ruim, conforme alguns acreditam; a fatalidade pode conduzir a um bom resultado sem deixar de ser fatal, sendo apenas a resultante da Lei de Causa e Efeito. Este justo postulado divino \u00e9 neutro, n\u00e3o comporta prefer\u00eancias nem tend\u00eancias.<\/p>\n<p>Como se denota, as fatalidades s\u00e3o em n\u00famero muito reduzido, relacionando-se a acontecimentos e n\u00e3o a resultados, e n\u00e3o poderia ser diferente; se assim n\u00e3o fora, ser\u00edamos &#8220;aut\u00f4matos&#8221; sem qualquer controle sobre as nossas exist\u00eancias. Contudo, n\u00e3o nos iludamos, h\u00e1 certos compromissos assumidos antes de reencarnar, poucos, que n\u00e3o podem ser alterados. Sendo assim, a vis\u00e3o esp\u00edrita no que tange a este fascinante tema \u00e9 intermedi\u00e1ria entre os extremos do tudo est\u00e1 escrito e do seu oposto, nada est\u00e1 escrito, tendendo para o \u00faltimo, ou seja, pouco est\u00e1 escrito.<\/p>\n<p><b>Ent\u00e3o, em resumo, podemos alterar o destino?<\/b><\/p>\n<p>Sem sombra de d\u00favida! Trabalhando dedicadamente agora no presente, esfor\u00e7ando-nos para aprender e agir corretamente, criamos condi\u00e7\u00f5es de esperar um futuro melhor e diverso de qualquer leviano progn\u00f3stico que porventura nos tenha sido informado, porquanto, com a exist\u00eancia do livre-arb\u00edtrio e da raz\u00e3o h\u00e1 sempre parcial fatalidade, e, se esta fosse absoluta, n\u00e3o poderia haver responsabilidade, tampouco m\u00e9rito pelos atos praticados, sejam estes quais forem.<\/p>\n<p>A obra divina \u00e9 perfeita, suas leis s\u00e3o justas e equilibradas, raz\u00e3o por que h\u00e1 harmonia e estabilidade entre conceitos aparentemente t\u00e3o antag\u00f4nicos, tais como:\u00a0<b>destino<\/b>,\u00a0<b>fatalidade<\/b>\u00a0e\u00a0<b>livre-arb\u00edtrio<\/b>, o \u00faltimo possuindo por esteio a raz\u00e3o.<\/p>\n<p>Somos Esp\u00edritos imortais, j\u00e1 tivemos e ainda teremos in\u00fameras exist\u00eancias.<\/p>\n<p>Comparando este conjunto de viv\u00eancias corporais que individualizam a caminhada evolutiva dos Esp\u00edritos a um livro, a introdu\u00e7\u00e3o e os cap\u00edtulos iniciais j\u00e1 est\u00e3o preenchidos pela hist\u00f3ria passada de cada qual, n\u00e3o podendo mais ser alterados, muito menos apagados, influenciando por largo tempo a trajet\u00f3ria de cada um.<\/p>\n<p>Em seguida, ainda considerando esta alegoria, h\u00e1 v\u00e1rios cap\u00edtulos em branco, em que qualquer um deles contempla pelo menos duas previstas fatalidades &#8211; o nascimento e a morte &#8211; e, no derradeiro, h\u00e1 poucas linhas escritas, descrevendo a fatalidade maior: o nosso destino, a aquisi\u00e7\u00e3o da perfei\u00e7\u00e3o relativa.<\/p>\n<p>Como a maior parte das p\u00e1ginas do nosso livro da vida ainda n\u00e3o foi preenchida, cabe-nos &#8220;reche\u00e1-las&#8221; caprichosamente e com sabedoria, tendo como modelo e guia os inesquec\u00edveis exemplos do incompar\u00e1vel\u00a0<b>Amigo Celestial<\/b>.<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><strong><span style=\"color: #008000;\">Rogerio Miguez<\/span><\/strong> \/\u00a0<a href=\"mailto:rogmig55@gmail.com\">rogmig55@gmail.com<\/a><br \/>\nRevista Reformador\u00a0 &#8211; Abril 2020<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Destino&#8230; Fatalidade&#8230; Livre-Arb\u00edtrio&#8230; A CONVIV\u00caNCIA HARM\u00d4NICA ENTRE O DESTINO, A FATALIDADE E O LIVRE-ARB\u00cdTRIO Rog\u00e9rio Miguez Quem n\u00e3o deseja saber como modificar o seu pr\u00f3prio destino? 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