{"id":11079,"date":"2021-10-20T12:18:06","date_gmt":"2021-10-20T15:18:06","guid":{"rendered":"https:\/\/xn--regeneraoplanetria-dsb6a7f.com.br\/?p=11079"},"modified":"2021-10-20T12:18:06","modified_gmt":"2021-10-20T15:18:06","slug":"atualizacao-cientifica-na-divulgacao-do-espiritismo","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/xn--regeneraoplanetria-dsb6a7f.com.br\/index.php\/atualizacao-cientifica-na-divulgacao-do-espiritismo\/","title":{"rendered":"ATUALIZA\u00c7\u00c3O CIENT\u00cdFICA NA DIVULGA\u00c7\u00c3O DO ESPIRITISMO"},"content":{"rendered":"<h2><strong><span style=\"color: #000080;\">ATUALIZA\u00c7\u00c3O CIENT\u00cdFICA NA DIVULGA\u00c7\u00c3O DO ESPIRITISMO<\/span><\/strong><\/h2>\n<p><strong><span style=\"color: #008000;\">Ricardo Andrade Terini<\/span><\/strong><\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignright\" src=\"https:\/\/1.bp.blogspot.com\/-_XcuVMJaxsE\/YUd5aU7YF8I\/AAAAAAAASn8\/EU9tF6xr_7YRfwp8TqVWF3Ov4NM5V4eqwCLcBGAsYHQ\/w640-h640\/papel_de_parede_paisagem_lago.jpg\" width=\"322\" height=\"322\" \/><\/p>\n<p>Estamos divulgando a Doutrina pari-passo com a Ci\u00eancia, como preconizava Kardec? Que imagem estamos deixando: de um Espiritismo moderno e atual ou de uma doutrina ultrapassada?<\/p>\n<p><strong><span style=\"color: #993300;\">\u201cO Espiritismo jamais ser\u00e1 ultrapassado, porque, se novas descobertas lhe demonstrarem estar em erro acerca de um ponto qualquer, ele se modificar\u00e1 nesse ponto.\u201d [Kardec, A., A G\u00eanese, cap. I, item 55]<\/span><\/strong><\/p>\n<p>Na formula\u00e7\u00e3o do Espiritismo como ci\u00eancia de observa\u00e7\u00e3o, Allan Kardec sempre se preocupou em apresentar os conceitos doutrin\u00e1rios associados \u00e0s ideias cient\u00edficas vigentes na sua \u00e9poca, com o objetivo de integr\u00e1-lo \u00e0 cultura vigente. Fez isso nas v\u00e1rias obras esp\u00edritas que publicou, com refer\u00eancia aos campos contempor\u00e2neos da astronomia, da qu\u00edmica, da f\u00edsica, da geologia, da paleontologia, da biologia, n\u00e3o para congelar essas no\u00e7\u00f5es cient\u00edficas no corpo da Doutrina, mas, ao contr\u00e1rio, para demonstrar que \u201cf\u00e9 inabal\u00e1vel \u00e9 aquela que pode enfrentar a raz\u00e3o face a face, em todas as \u00e9pocas da humanidade\u201d.<\/p>\n<p>Atualmente, mais de 160 anos depois desse in\u00edcio, os estudiosos e divulgadores do Espiritismo nem sempre se d\u00e3o conta dessa relativiza\u00e7\u00e3o e, ao inv\u00e9s de aprender com a coragem de Kardec e cotejar os conceitos esp\u00edritas com as ci\u00eancias da \u00e9poca (no caso, a nossa!), tratam, \u00e0s vezes, os conceitos cient\u00edficos daquela \u00e9poca (s\u00e9culo XIX) como se fossem os mesmos ainda hoje. Resultado: contaminam os conceitos atual\u00edssimos da Doutrina Esp\u00edrita com um anacronismo e um dogmatismo cient\u00edfico injustific\u00e1vel. Neste artigo, focamos particularmente a quest\u00e3o da classifica\u00e7\u00e3o das esp\u00e9cies da Natureza, relacionada ao car\u00e1ter evolucionista do Espiritismo.<\/p>\n<p>No 4\u00ba. cap\u00edtulo do livro 1\u00ba. de O livro dos Esp\u00edritos, Allan Kardec se prop\u00f5e a abordar os seres vivos, sua variedade e a causa de sua vitalidade. Ap\u00f3s a quest\u00e3o 71, Kardec conceitua:<\/p>\n<p>\u201cPodemos fazer a seguinte distin\u00e7\u00e3o: 1\u00ba. \u2013 os seres inanimados, formados somente de mat\u00e9ria, sem vitalidade nem intelig\u00eancia: s\u00e3o os corpos brutos; 2\u00ba. \u2013 os seres animados n\u00e3o pensantes, formados de mat\u00e9ria e dotados de vitalidade, mas desprovidos de intelig\u00eancia; 3\u00ba. \u2013 os seres animados pensantes, formados de mat\u00e9ria, dotados de vitalidade e tendo ainda um princ\u00edpio inteligente que lhes d\u00e1 a faculdade de pensar.\u201d<\/p>\n<p>Nessa defini\u00e7\u00e3o inicial, a preocupa\u00e7\u00e3o foi apenas diferenciar os seres que tem vida (pensantes e n\u00e3o-pensantes) daqueles que s\u00e3o inertes (hoje citados mais como objetos, componentes, energias etc., do que como seres).<\/p>\n<p>Mais tarde, no cap\u00edtulo XI da 2\u00aa. parte de \u201cO Livro dos Esp\u00edritos\u201d, Kardec ensaiaria uma classifica\u00e7\u00e3o dos seres da Natureza, que analisamos a seguir (grifos nossos).<\/p>\n<p><span style=\"color: #993300;\">\u201c585. Que pensais da divis\u00e3o da Natureza em tr\u00eas reinos, ou melhor, em duas classes: a dos seres org\u00e2nicos e a dos inorg\u00e2nicos? Segundo alguns, a esp\u00e9cie humana forma uma quarta classe. Qual destas divis\u00f5es \u00e9 prefer\u00edvel?<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #993300;\">\u2013 <strong>Todas s\u00e3o boas, conforme o ponto de vista<\/strong>. Do ponto de vista material, apenas h\u00e1 seres org\u00e2nicos e inorg\u00e2nicos. Do ponto de vista moral, h\u00e1 evidentemente quatro graus.<\/span><\/p>\n<p>(Coment\u00e1rio de Kardec) Esses quatro graus apresentam, com efeito, caracteres determinados, muito embora pare\u00e7am se confundir nos seus limites extremos. (\u2026) Note-se primeiro que as qualifica\u00e7\u00f5es org\u00e2nico e inorg\u00e2nico, nesses textos, n\u00e3o se referem necessariamente \u00e0s defini\u00e7\u00f5es de compostos org\u00e2nicos e inorg\u00e2nicos da Qu\u00edmica atual, j\u00e1 que tanto os seres animados (vivos) quanto os inanimados (inertes) podem ser compostos de subst\u00e2ncias org\u00e2nicas ou inorg\u00e2nicas. Ex.: Nossas c\u00e9lulas (vivas) cont\u00eam compostos inorg\u00e2nicos (sais minerais, \u00e1gua) e org\u00e2nicos (prote\u00ednas, vitaminas, lip\u00eddeos); por outro lado, uma ta\u00e7a de vinho (inerte) cont\u00e9m \u00e1lcool, uma subst\u00e2ncia org\u00e2nica.<\/p>\n<p><strong><span style=\"color: #993300;\">A divis\u00e3o da Natureza mencionada por Kardec nesse cap\u00edtulo XI seria, ent\u00e3o:<\/span><\/strong><\/p>\n<ol>\n<li><strong><span style=\"color: #993300;\">Sob o ponto de vista material: seres org\u00e2nicos e seres inorg\u00e2nicos<\/span><\/strong><\/li>\n<li><strong><span style=\"color: #993300;\">Sob o ponto de vista moral: reinos mineral, vegetal, animal e (?) hominal.<\/span><\/strong><\/li>\n<\/ol>\n<p>Mas essa \u00e9 a divis\u00e3o da Natureza proposta em 1735 pelo bot\u00e2nico, zo\u00f3logo e m\u00e9dico sueco Carl von Linn\u00e9 (1707-1778), na sua obra de v\u00e1rios volumes Systema naturae, que era ainda aceita e ensinada no s\u00e9culo XIX. Linn\u00e9 (ou Linnaeus, como foi latinizado, ou apenas Lineu), em sua classifica\u00e7\u00e3o, baseou-se nas diferen\u00e7as morfol\u00f3gicas externas das v\u00e1rias esp\u00e9cies conhecidas dos seres da Cria\u00e7\u00e3o (menos de 20.000). Orgulhoso do seu trabalho, afirmava que \u201cDeus criou, Lineu organizou\u201d.<\/p>\n<p>Kardec era um pesquisador e professor do s\u00e9culo XIX, atualizado com as ci\u00eancias naturais\u2026 de sua \u00e9poca. E n\u00e3o podia ser diferente. Isso quer dizer que ele esteja ultrapassado? N\u00e3o, porque ele estava em dia com as descobertas e j\u00e1 n\u00e3o admitia o que a Ci\u00eancia havia desmentido (ex.: a Terra como Centro do universo; a Cria\u00e7\u00e3o em seis dias etc.). A divis\u00e3o de Lineu era a no\u00e7\u00e3o aceita cientificamente, do ponto de vista da natureza material. Os Esp\u00edritos que assessoraram Kardec na elabora\u00e7\u00e3o do Espiritismo, cientes disso, afirmaram, referindo-se \u00e0s classifica\u00e7\u00f5es da natureza, que \u201cTodas s\u00e3o boas, conforme o ponto de vista\u201d.<\/p>\n<p>Muita coisa progrediu nos instrumentos e na vis\u00e3o da Ci\u00eancia, desde ent\u00e3o. J\u00e1 em 1866, o naturalista alem\u00e3o E. Haeckel propunha os reinos Protista (bact\u00e9rias, algas, fungos e protozo\u00e1rios), Plantae e Animalia como componentes da Natureza, descartando a mat\u00e9ria bruta (minerais). No meio do s\u00e9culo XX, H. Copeland introduziria um quarto reino, o Monera (\u2261 formas primitivas), para as bact\u00e9rias, que t\u00eam uma organiza\u00e7\u00e3o celular sem n\u00facleo, enquanto os outros tr\u00eas reinos s\u00e3o formados por organismos eucari\u00f3ticos (com n\u00facleo). Em 1969, Robert Whittaker incluiu os fungos numa nova classifica\u00e7\u00e3o dos organismos em cinco reinos, ainda ensinada em algumas escolas brasileiras. Esses reinos, que se diferenciam pelo tipo de nutri\u00e7\u00e3o do ser vivo e pela organiza\u00e7\u00e3o de suas c\u00e9lulas, s\u00e3o: (unicelulares) Monera e Protista, e (multicelulares) Fungi, Plantae e Animalia.<\/p>\n<p>No final do s\u00e9culo XX, quando se consolidou a aceita\u00e7\u00e3o de que toda vida na Terra tinha uma origem comum, surgiu a necessidade de agrupar os reinos at\u00e9 ent\u00e3o reconhecidos num patamar mais abrangente: o dom\u00ednio. Em 1990, Carl Woese prop\u00f4s o agrupamento dos diferentes reinos em tr\u00eas grandes dom\u00ednios: Bacteria, Archaea e Eukarya, que refletem a aceita\u00e7\u00e3o das diferen\u00e7as fundamentais do genoma dos seres vivos, devidas a rela\u00e7\u00f5es evolutivas entre eles. Mais recentemente, mas com grande aceita\u00e7\u00e3o, est\u00e1 o sistema dos dois dom\u00ednios e seis reinos proposto por T. Cavalier-Smith: Protista, Archaebacteria, Eubacteria, Fungi, Plantae, Animalia.<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/1.bp.blogspot.com\/-cTymKOH4cWA\/YUd1E5KWCRI\/AAAAAAAASn0\/dTxe5dhDkQQPZi0yexiThJoow9yPQtNVwCLcBGAsYHQ\/w640-h314\/Atualidade-cientifica-da-divulgacao-do-EspiritismoRicardoTerini.docx-e1628614239952.png\" \/><\/p>\n<p><strong><span style=\"color: #993300;\">A Fig. 1: esquematiza didaticamente a sequ\u00eancia cronol\u00f3gica dos sistemas de classifica\u00e7\u00e3o dos seres vivos propostos ap\u00f3s Lineu, em que os mais recentes incluem os dom\u00ednios e os reinos.<\/span><\/strong><\/p>\n<p>(Adaptado de WIKIPEDIA: Dom\u00ednio (Biologia))<\/p>\n<p>Essa evolu\u00e7\u00e3o da Ci\u00eancia s\u00f3 vem refor\u00e7ar a vis\u00e3o evolucionista da Doutrina Esp\u00edrita. O pr\u00f3prio Kardec, de s\u00f3lida forma\u00e7\u00e3o cient\u00edfica e pedag\u00f3gica, tinha clareza sobre o fato da evolu\u00e7\u00e3o dos conhecimentos cient\u00edficos. Na pr\u00f3pria A G\u00eanese, os Esp\u00edritos mostram que divisam mais claramente a natureza, embora deixem sempre ao homem o trabalho da pesquisa que lhe cabe desenvolver: <strong><span style=\"color: #993300;\">\u201cCada criatura mineral, vegetal, animal ou qualquer outra \u2014 uma vez que existem muitos outros reinos naturais, de cuja exist\u00eancia sequer suspeitamos \u2014 sabe, em virtude desse princ\u00edpio vital universal, adequar as condi\u00e7\u00f5es de sua exist\u00eancia e de sua dura\u00e7\u00e3o.\u201d [Kardec, A., A G\u00eanese, cap. VI, item 18, grifo nosso]<\/span><\/strong><\/p>\n<p>\u00c9 importante que os esp\u00edritas tenham consci\u00eancia disso, o quanto poss\u00edvel, e que n\u00e3o repitam apenas, em cursos e palestras, os textos doutrin\u00e1rios sem an\u00e1lise cr\u00edtica e razo\u00e1vel atualiza\u00e7\u00e3o cient\u00edfica, sob pena de comprometer a credibilidade p\u00fablica da Doutrina na pr\u00f3pria sociedade.<\/p>\n<p>O movimento esp\u00edrita n\u00e3o pode ignorar o progresso s\u00e9rio das ci\u00eancias, sob o risco de repetir o que ocorreu com a Igreja crist\u00e3 que, at\u00e9 h\u00e1 pouco tempo, teimava que os m\u00e9todos anticoncepcionais eram de inspira\u00e7\u00e3o diab\u00f3lica, sendo atropelada pelo progresso e reduzindo seu protagonismo na sociedade. Se queremos que a Doutrina Esp\u00edrita, monumento de coer\u00eancia e luz para a humanidade, n\u00e3o seja guardado apenas nas estantes, como obra hist\u00f3rica, \u00e9 necess\u00e1rio lembrar o alerta de Allan Kardec, no cap. I, item 16, de A G\u00eanese:<\/p>\n<p><strong><span style=\"color: #993300;\">\u201cO Espiritismo e a Ci\u00eancia se completam um ao outro: a Ci\u00eancia, sem o Espiritismo, se encontra impotente para explicar certos fen\u00f4menos somente pelas leis da mat\u00e9ria; ao Espiritismo, sem a Ci\u00eancia, faltaria o apoio e o controle.\u201d<\/span><\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><strong><span style=\"color: #008000;\">Ricardo Andrade Terini<\/span><\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\">Fonte:\u00a0<a href=\"https:\/\/se-novaera.org.br\/\">Portal Casa Esp\u00edrita Nova Era<\/a><\/p>\n<p>\u00a0Universidade de S\u00e3o Paulo (USP). Instituto de F\u00edsica (IF). Possui gradua\u00e7\u00e3o em F\u00edsica (Bacharelado, 1980; Licenciatura, 1983) pela Pontif\u00edcia Universidade Cat\u00f3lica de S\u00e3o Paulo; mestrado em F\u00edsica (1986) e doutorado em Fisica Nuclear Experimental pela PUC-SP (1991). Saiba mais. Publicado no site Espiritismo Com Kardec<\/p>\n<p><span style=\"color: #993300;\">Refer\u00eancias:<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #993300;\">\u00a0KARDEC, A. O livro dos Esp\u00edritos. Trad. J. Herculano Pires. 69. ed. S\u00e3o Paulo: LAKE, 2012.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #993300;\">KARDEC, A. A G\u00eanese: os milagres e as predi\u00e7\u00f5es segundo o Espiritismo. Trad. Jo\u00e3o Teixeira de Paula. 25. ed. S\u00e3o Paulo: LAKE, 2014.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #993300;\">TERINI, R.A. Espiritismo e evolu\u00e7\u00e3o do princ\u00edpio inteligente: tr\u00eas reinos? Jornal de Estudos Esp\u00edritas. N. 8, 010205 (2020).<\/span><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>ATUALIZA\u00c7\u00c3O CIENT\u00cdFICA NA DIVULGA\u00c7\u00c3O DO ESPIRITISMO Ricardo Andrade Terini Estamos divulgando a Doutrina pari-passo com a Ci\u00eancia, como preconizava Kardec? 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