{"id":11148,"date":"2021-11-09T06:30:20","date_gmt":"2021-11-09T09:30:20","guid":{"rendered":"https:\/\/xn--regeneraoplanetria-dsb6a7f.com.br\/?p=11148"},"modified":"2021-11-09T06:30:20","modified_gmt":"2021-11-09T09:30:20","slug":"a-mediunidade","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/xn--regeneraoplanetria-dsb6a7f.com.br\/index.php\/a-mediunidade\/","title":{"rendered":"A MEDIUNIDADE"},"content":{"rendered":"<h2><strong><span style=\"color: #000080;\">A MEDIUNIDADE<\/span><\/strong><\/h2>\n<p><strong>Todos somos, realmente, m\u00e9diuns?<\/strong><\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignright\" src=\"https:\/\/blogger.googleusercontent.com\/img\/a\/AVvXsEjewszI9eykHXXvwJWdorCPtXBRm9NSS1-RcunAnOm5ZpwwWvb67U7dHx1p2Y89Xo7x7VtRWN8SVRSI-yQwtkH5XcrRx34WNfDBZ3Oz9W6p87E_QUOViD66AfsSDbvdzJEqPZO8qD8WPF3GJQZU3oohukawkBHe04ZyJWZgMYaLE5XNV-ALZQ=w640-h338\" width=\"386\" height=\"204\" \/><\/p>\n<p><strong><span style=\"color: #008000;\">Leonardo Marmo Moreira<\/span><\/strong><\/p>\n<p><strong><span style=\"color: #993300;\">Introdu\u00e7\u00e3o<\/span><\/strong><\/p>\n<p>Uma frase enunciada por grande parte dos adeptos do Espiritismo \u00e9 a famosa senten\u00e7a: \u201cTodos somos m\u00e9diuns\u201d. E, de fato, uma s\u00e9rie de procedimentos cotidianos do centro esp\u00edrita \u00e9 guiada por essa ideia b\u00e1sica.<\/p>\n<p>No entanto, o tema medi\u00fanico \u00e9 conhecido por ser um assunto altamente complexo assim como a faculdade medi\u00fanica \u00e9 conhecida por apresentar nuances bem particulares e distintas de indiv\u00edduo para indiv\u00edduo. Portanto, cabe-nos questionar se essa generaliza\u00e7\u00e3o \u00e9 coerente com a realidade.<\/p>\n<p>Para uma melhor avalia\u00e7\u00e3o do t\u00f3pico, precisamos questionar a origem desse paradigma. De fato, esse conceito \u00e9, em princ\u00edpio, oriundo de um texto kardequiano. Resta saber se ele est\u00e1 sendo bem interpretado e bem empregado como fundamento para as pr\u00e1ticas usuais das casas esp\u00edritas.<\/p>\n<p><strong><span style=\"color: #993300;\">O texto kardequiano mais utilizado<\/span><\/strong><\/p>\n<p>Assim sendo, vejamos o texto kardequiano em quest\u00e3o, o qual \u00e9 encontrado no item 159 do cap\u00edtulo XIV, intitulado \u201cOs M\u00e9diuns\u201d, da Segunda Parte de \u201cO Livro dos M\u00e9diuns\u201d (estamos utilizando a tradu\u00e7\u00e3o do Professor Herculano Pires):<\/p>\n<p>\u201cToda pessoa que sente a influ\u00eancia dos Esp\u00edritos, em qualquer grau de intensidade, \u00e9 m\u00e9dium. Essa faculdade \u00e9 inerente ao homem. Por isso mesmo n\u00e3o constitui privil\u00e9gio e s\u00e3o raras as pessoas que n\u00e3o a possuem pelo menos em estado rudimentar. Pode-se dizer, pois, que todos s\u00e3o mais ou menos m\u00e9diuns. Usualmente, por\u00e9m, essa qualifica\u00e7\u00e3o se aplica somente aos que possuem uma faculdade medi\u00fanica bem caracterizada, que se traduz por efeitos patentes de certa intensidade, o que depende de uma organiza\u00e7\u00e3o mais ou menos sensitiva.<\/p>\n<p>Deve-se notar, ainda, que essa faculdade n\u00e3o se revela em todos da mesma maneira. Os m\u00e9diuns t\u00eam, geralmente, aptid\u00e3o especial para esta ou aquela ordem de fen\u00f4menos, o que os divide em tantas variedades quantas s\u00e3o as esp\u00e9cies de manifesta\u00e7\u00f5es. As principais s\u00e3o: m\u00e9diuns de efeitos f\u00edsicos, m\u00e9diuns sensitivos ou impression\u00e1veis, auditivos, falantes, videntes, son\u00e2mbulos, curadores, pneumat\u00f3grafos, escreventes ou psic\u00f3grafos\u201d. (Grifos meus)<\/p>\n<p><strong>Analisemos o in\u00edcio da discuss\u00e3o do Codificador do Espiritismo:<\/strong><\/p>\n<p>\u201cToda pessoa que sente a influ\u00eancia dos Esp\u00edritos, em qualquer grau de intensidade, \u00e9 m\u00e9dium.\u201d<\/p>\n<p>Kardec inicia a discuss\u00e3o estabelecendo que todos os que sentem os Esp\u00edritos \u201cem qualquer grau de intensidade\u201d poderiam ser considerados m\u00e9diuns. No entanto, curiosamente, ele n\u00e3o diz que todos, sem exce\u00e7\u00e3o, sentem essa influ\u00eancia. Ademais, ele parece sugerir que os n\u00edveis de intensidade de sensibilidade medi\u00fanica s\u00e3o muito vari\u00e1veis.<\/p>\n<p>\u201cEssa faculdade \u00e9 inerente ao homem.\u201d<\/p>\n<p>Nessa frase, Kardec sugere uma generaliza\u00e7\u00e3o para a ocorr\u00eancia da mediunidade, ou, pelo menos, quer indicar uma naturalidade para o fen\u00f4meno. Para um texto publicado em torno de 160 anos atr\u00e1s, \u00e9 l\u00edcito supor que Kardec n\u00e3o estava se contradizendo em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 senten\u00e7a anterior, pois a \u00eanfase pode ser no fato de se tratar de um fen\u00f4meno natural e n\u00e3o patol\u00f3gico ou maravilhoso, o que n\u00e3o deixa de ser um importante registro. Ser\u00e1 que ele desejou frisar que se trata de fen\u00f4meno vivenciado por 100% dos indiv\u00edduos? Ou estava apenas rejeitando o car\u00e1ter miraculoso normalmente atribu\u00eddo aos fen\u00f4menos medi\u00fanicos, sobretudo naquele tempo? Para avan\u00e7ar nesse entendimento, precisamos continuar a leitura do texto kardequiano.<\/p>\n<p>\u201cPor isso mesmo n\u00e3o constitui privil\u00e9gio e s\u00e3o raras as pessoas que n\u00e3o a possuem pelo menos em estado rudimentar.\u201d<\/p>\n<p>Essa coloca\u00e7\u00e3o de Allan Kardec parece esclarecer a d\u00favida que surgiu com rela\u00e7\u00e3o ao coment\u00e1rio anterior. Quando o Codificador afirma \u201cPor isso mesmo n\u00e3o constitui privil\u00e9gio&#8230;\u201d, ele est\u00e1 deixando claro que o m\u00e9dium n\u00e3o deve ser tratado como um \u201csuper-homem\u201d, um \u201cpredestinado\u201d, ou um \u201cfora de s\u00e9rie\u201d, como \u00e9 comum, ainda mais no s\u00e9culo XIX. Por conseguinte, essa coloca\u00e7\u00e3o parece sinalizar que a afirma\u00e7\u00e3o anterior (\u201cEssa faculdade \u00e9 inerente ao homem\u201d) \u00e9 muito mais uma preven\u00e7\u00e3o contra o excessivo misticismo que a mediunidade desperta, do que o estabelecimento de que tal faculdade \u00e9 ocorr\u00eancia observada na totalidade da popula\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>De fato, quando Kardec afirma \u201c&#8230;e s\u00e3o raras as pessoas que n\u00e3o a possuem pelo menos em estado rudimentar&#8230;\u201d, ele admite que algumas pessoas poderiam n\u00e3o ter mediunidade alguma (ao utilizar a palavra \u201craras\u201d). Portanto, estaria, em princ\u00edpio, exclu\u00edda a possibilidade de Kardec estar afirmando que 100% das pessoas s\u00e3o m\u00e9diuns. Al\u00e9m disso, Kardec parece sugerir que muitos dos que a possuem, apresentam uma mediunidade apenas \u201cem estado rudimentar\u201d, o que seria, aparentemente, algo t\u00e3o pouco expressivo, que, na pr\u00e1tica, seria como se o indiv\u00edduo n\u00e3o tivesse mediunidade.<\/p>\n<p>\u201cPode-se dizer, pois, que todos s\u00e3o mais ou menos m\u00e9diuns.\u201d<\/p>\n<p>Para simplificar a quest\u00e3o, Kardec afirma que \u201cpode-se dizer que todos s\u00e3o mais ou menos m\u00e9diuns.\u201d Apesar dessa afirma\u00e7\u00e3o de Kardec realmente dar margem \u00e0 afirmativa de que \u201ctodos s\u00e3o m\u00e9diuns\u201d, ele a constr\u00f3i quase como se fosse uma concess\u00e3o (\u201cPode-se dizer&#8230;\u201d), ou seja, uma simplifica\u00e7\u00e3o did\u00e1tica mais grosseira. Isso fica evidente principalmente se analisarmos em conjunto com a frase anterior. De fato, Kardec n\u00e3o cairia em contradi\u00e7\u00e3o t\u00e3o brutal, ainda mais em duas coloca\u00e7\u00f5es justapostas. Ademais, o \u201c&#8230;mais ou menos m\u00e9diuns\u201d, sugere que essa concess\u00e3o deve ser utilizada com um certo cuidado, pois alguns podem ser \u201cmais m\u00e9diuns\u201d, mas muitos poderiam ser \u201c&#8230;menos m\u00e9diuns\u201d.<\/p>\n<p>\u201cUsualmente, por\u00e9m, essa qualifica\u00e7\u00e3o se aplica somente aos que possuem uma faculdade medi\u00fanica bem caracterizada, que se traduz por efeitos patentes de certa intensidade, o que depende de uma organiza\u00e7\u00e3o mais ou menos sensitiva.\u201d<\/p>\n<p>Kardec conclui seu primeiro par\u00e1grafo, afirmando que comumente o termo \u201cm\u00e9dium\u201d \u00e9 utilizado somente para aqueles que demonstram uma \u201cintensidade\u201d medi\u00fanica significativa, \u201cbem caracterizada\u201d, com \u201cefeitos patentes\u201d. Ora, \u00e9 f\u00e1cil perceber que apenas uma minoria bem pequena da popula\u00e7\u00e3o \u00e9 capaz de apresentar fen\u00f4menos medi\u00fanicos nesse n\u00edvel de intensidade.<\/p>\n<p>\u201cDeve-se notar, ainda, que essa faculdade n\u00e3o se revela em todos da mesma maneira. Os m\u00e9diuns t\u00eam, geralmente, aptid\u00e3o especial para esta ou aquela ordem de fen\u00f4menos, o que os divide em tantas variedades quantas s\u00e3o as esp\u00e9cies de manifesta\u00e7\u00f5es. As principais s\u00e3o: m\u00e9diuns de efeitos f\u00edsicos, m\u00e9diuns sensitivos ou impression\u00e1veis, auditivos, falantes, videntes, son\u00e2mbulos, curadores, pneumat\u00f3grafos, escreventes ou psic\u00f3grafos.\u201d<\/p>\n<p>Kardec inicia o segundo par\u00e1grafo destacando o car\u00e1ter eminentemente pessoal e vari\u00e1vel da mediunidade. Ademais, interessantemente, para diferenciar as nuances medi\u00fanicas, Kardec cita como tipos medi\u00fanicos at\u00e9 casos rar\u00edssimos de especialidade medi\u00fanica, como \u00e9 o caso dos m\u00e9diuns \u201cpneumat\u00f3grafos\u201d. Isso permite inferir que devemos ter cuidado ao utilizar o termo \u201cm\u00e9dium\u201d, pois o mesmo era, na pr\u00e1tica, utilizado para quem realmente era intermedi\u00e1rio de fen\u00f4menos bem representativos.<\/p>\n<p>Logo, \u00e9 importante que registrar que a predisposi\u00e7\u00e3o b\u00e1sica ao fen\u00f4meno, que n\u00e3o gera nenhuma percep\u00e7\u00e3o medi\u00fanica concreta, pass\u00edvel de ser analisada em reuni\u00f5es de experimenta\u00e7\u00e3o, constitui, em princ\u00edpio, a condi\u00e7\u00e3o da maioria dos seres humanos. Por outro lado, aquilo que se convencionou chamar de \u201cmediunidade ostensiva\u201d ou \u201cmediunidade de a\u00e7\u00e3o\u201d constitui condi\u00e7\u00e3o de uma micro minoria dos seres humanos. Kardec tamb\u00e9m destaca que essa condi\u00e7\u00e3o \u201c&#8230;depende de uma organiza\u00e7\u00e3o mais ou menos sensitiva\u201d, dando a entender que, por depender de uma predisposi\u00e7\u00e3o org\u00e2nica, haveria limita\u00e7\u00f5es em nossas possibilidades de expandi-la, em uma \u00fanica encarna\u00e7\u00e3o, a partir de uma condi\u00e7\u00e3o org\u00e2nica desfavor\u00e1vel \u00e0s manifesta\u00e7\u00f5es medi\u00fanicas mais contundentes.<\/p>\n<p><strong><span style=\"color: #993300;\">Implica\u00e7\u00f5es no Movimento Esp\u00edrita<\/span><\/strong><\/p>\n<p>A partir da populariza\u00e7\u00e3o, sem maior explica\u00e7\u00e3o, da frase simplista \u201ctodos s\u00e3o m\u00e9diuns\u201d, uma s\u00e9rie de procedimentos question\u00e1veis comumente encontrados no nosso movimento esp\u00edrita t\u00eam sido explicados ou pretensamente justificados.<\/p>\n<p>Encaminhamentos sistem\u00e1ticos \u00e0 reuni\u00e3o medi\u00fanica de grande n\u00famero de interessados ou apenas curiosos t\u00eam gerado reuni\u00f5es em que n\u00e3o se percebe a presen\u00e7a de nenhum m\u00e9dium ostensivo ou de a\u00e7\u00e3o. Isso n\u00e3o seria necessariamente ruim, se a reuni\u00e3o fosse entendida apenas como um teste preliminar, isto \u00e9, se houvesse um entendimento m\u00ednimo de que o exerc\u00edcio medi\u00fanico pode realmente n\u00e3o gerar algo concreto. No entanto, raramente esse \u00e9 caso, implicando que a proposi\u00e7\u00e3o e principalmente a manuten\u00e7\u00e3o de \u201creuni\u00f5es medi\u00fanicas sem m\u00e9diuns\u201d frequentemente tem gerado processos an\u00edmico-mistificadores dif\u00edceis de serem corrigidos. Isso ocorre em fun\u00e7\u00e3o de uma expectativa exagerada em rela\u00e7\u00e3o ao que a reuni\u00e3o medi\u00fanica pode proporcionar e tamb\u00e9m em fun\u00e7\u00e3o de um desconhecimento das limita\u00e7\u00f5es da fenomenologia medi\u00fanica, sobretudo para quem n\u00e3o \u00e9 \u201cm\u00e9dium ostensivo\u201d.<\/p>\n<p>Cursos de inicia\u00e7\u00e3o \u00e0 Doutrina Esp\u00edrita, com variados nomes, e com maior ou menor \u00eanfase no estudo da mediunidade, t\u00eam gerado um n\u00famero enorme de grupos medi\u00fanicos ou de desenvolvimento medi\u00fanico. Resta saber se todos esses grupos apresentam pelo menos um m\u00e9dium ostensivo por reuni\u00e3o ou, pelo menos, se as reuni\u00f5es que n\u00e3o apresentam m\u00e9diuns ostensivos t\u00eam, da parte de seus participantes, uma no\u00e7\u00e3o clara das limita\u00e7\u00f5es em termos de intensidade medi\u00fanica de todos os componentes.<\/p>\n<p>Esse cuidado deve ser bem trabalhado previamente por dirigentes, doutrinadores, palestrantes e estudantes da mediunidade em geral, a fim de evitarmos a ocorr\u00eancia de reuni\u00f5es em que a autossugest\u00e3o e a imagina\u00e7\u00e3o acabem sendo tomadas como fen\u00f4menos medi\u00fanicos \u201cpatentes\u201d.<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><strong><span style=\"color: #008000;\">Leonardo Marmo Moreira<\/span><\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><span style=\"color: #993300;\">Fonte:\u00a0<a style=\"color: #993300;\" href=\"http:\/\/www.oconsolador.com.br\/ano15\/736\/especial.html\">http:\/\/www.oconsolador.com.br\/ano15\/736\/especial.html<\/a><\/span><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A MEDIUNIDADE Todos somos, realmente, m\u00e9diuns? Leonardo Marmo Moreira Introdu\u00e7\u00e3o Uma frase enunciada por grande parte dos adeptos do Espiritismo \u00e9 a famosa senten\u00e7a: \u201cTodos somos m\u00e9diuns\u201d. E, de fato, uma s\u00e9rie de procedimentos cotidianos do centro esp\u00edrita \u00e9 guiada &hellip; <a href=\"https:\/\/xn--regeneraoplanetria-dsb6a7f.com.br\/index.php\/a-mediunidade\/\">Continue lendo <span class=\"meta-nav\">&rarr;<\/span><\/a><\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"aside","meta":{"footnotes":""},"categories":[18,1,23,16,27,19],"tags":[],"class_list":["post-11148","post","type-post","status-publish","format-aside","hentry","category-a-familia","category-artigos","category-ciencia","category-espiritismo","category-sociedade","category-transicao","post_format-post-format-aside"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/xn--regeneraoplanetria-dsb6a7f.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/11148","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/xn--regeneraoplanetria-dsb6a7f.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/xn--regeneraoplanetria-dsb6a7f.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/xn--regeneraoplanetria-dsb6a7f.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/xn--regeneraoplanetria-dsb6a7f.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=11148"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/xn--regeneraoplanetria-dsb6a7f.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/11148\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":11149,"href":"https:\/\/xn--regeneraoplanetria-dsb6a7f.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/11148\/revisions\/11149"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/xn--regeneraoplanetria-dsb6a7f.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=11148"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/xn--regeneraoplanetria-dsb6a7f.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=11148"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/xn--regeneraoplanetria-dsb6a7f.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=11148"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}