{"id":11984,"date":"2022-07-16T06:10:39","date_gmt":"2022-07-16T09:10:39","guid":{"rendered":"https:\/\/xn--regeneraoplanetria-dsb6a7f.com.br\/?p=11984"},"modified":"2022-07-16T06:10:39","modified_gmt":"2022-07-16T09:10:39","slug":"o-espiritismo-e-a-questao-social","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/xn--regeneraoplanetria-dsb6a7f.com.br\/index.php\/o-espiritismo-e-a-questao-social\/","title":{"rendered":"O Espiritismo e a quest\u00e3o social"},"content":{"rendered":"<h2><strong><span style=\"color: #0000ff;\">O Espiritismo e a quest\u00e3o social<\/span><\/strong><\/h2>\n<p><span style=\"color: #008000;\">Deolindo Amorim<\/span><\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignright\" src=\"https:\/\/th.bing.com\/th\/id\/OIP.IfcZ183esF_i8BLbFB08HgHaFj?w=248&amp;h=186&amp;c=7&amp;r=0&amp;o=5&amp;pid=1.7\" alt=\"Resultado de imagem para imagens espiritismo e sociedade\" width=\"293\" height=\"220\" \/><\/p>\n<p>Embora se preocupe diretamente com a vida futura ou extraterrena, n\u00e3o deixa o Espiritismo, todavia, de cogitar do bem-estar humano, discutindo os aspectos fundamentais da quest\u00e3o social. N\u00e3o se pense, pois, que a Doutrina Esp\u00edrita seja omissa nos pontos essenciais da vida terrena. E tanto \u00e9 verdade, que o Espiritismo encara a quest\u00e3o social com realismo, situando-a racionalmente no \u00e2ngulo em que ela se encontra. Neste ponto, conquanto n\u00e3o concorde com a solu\u00e7\u00e3o puramente cient\u00edfica, divergindo assim, da dial\u00e9tica materialista de Engels e de Marx, o Espiritismo \u00e9 objetivo, \u00e9 muito objetivo at\u00e9, porque n\u00e3o \u00e9 nas regi\u00f5es et\u00e9reas nem pela pr\u00e1tica de penit\u00eancias, mas no mundo material, pelo aperfei\u00e7oamento das pr\u00f3prias institui\u00e7\u00f5es sociais, que procura a solu\u00e7\u00e3o da luta entre o capital e o trabalho.<\/p>\n<p>Embora o conflito social, que n\u00e3o \u00e9 deste s\u00e9culo, mas um fen\u00f4meno peculiar ao desenvolvimento da civiliza\u00e7\u00e3o, tenha a sua origem nas rela\u00e7\u00f5es humanas, n\u00e3o pode ser resolvido exclusivamente por meios materiais. Coerente com este princ\u00edpio, o Espiritismo n\u00e3o esposa a tese materialista e analisa a quest\u00e3o \u00e0 luz de outra ordem de ideias. Neste momento de confus\u00e3o universal, talvez nem todos os estudiosos dos problemas sociais, incluindo-se possivelmente alguns esp\u00edritas, tenham procurado conhecer o pensamento da Doutrina a respeito da quest\u00e3o social.<\/p>\n<p>O materialismo admite o nivelamento geral enquanto que a Doutrina Esp\u00edrita explica as desigualdades \u00e0 luz da reencarna\u00e7\u00e3o, valendo recordar que a dial\u00e9tica materialista considere o assunto como sendo problema fundamental da sociedade e tendo natureza econ\u00f4mica.<\/p>\n<p>Ora, a quest\u00e3o social existe, sim. Os problemas s\u00e3o evidentes. Mas o Espiritismo e o materialismo hist\u00f3rico encaram a quest\u00e3o por prismas diferentes. O Espiritismo n\u00e3o nega a exist\u00eancia da quest\u00e3o social, uma vez que a m\u00e1 distribui\u00e7\u00e3o da riqueza, produzindo a opul\u00eancia de uns e a mis\u00e9ria de outros, \u00e9 um fato not\u00f3rio e incontest\u00e1vel. A Igreja Cat\u00f3lica Romana tamb\u00e9m reconhece que a riqueza n\u00e3o est\u00e1 sendo distribu\u00edda com equidade, pois n\u00e3o \u00e9 outro o pensamento da enc\u00edclica Rerum Novarum. (1)<\/p>\n<p>A quest\u00e3o social existe porque h\u00e1 desarmonia entre o capital e o trabalho, determinando o conflito de classes. Mas as solu\u00e7\u00f5es propostas s\u00e3o desiguais, de acordo com as diverg\u00eancias filos\u00f3ficas.<\/p>\n<p>Tomando-se por premissa a nega\u00e7\u00e3o da exist\u00eancia da alma, est\u00e1 claro que o materialismo n\u00e3o pode chegar \u00e0 conclus\u00e3o espiritualista, dentro de cuja concep\u00e7\u00e3o o problema do homem n\u00e3o \u00e9 exclusivamente econ\u00f4mico. O Espiritismo, neste particular, n\u00e3o diverge da Igreja, porque ambos admitem, sem qualquer atrito filos\u00f3fico, tr\u00eas pontos primordiais: a) exist\u00eancia de Deus; b) imortalidade da alma; c) preponder\u00e2ncia do princ\u00edpio moral. At\u00e9 a\u00ed n\u00e3o h\u00e1 diverg\u00eancia. A discord\u00e2ncia entre o Espiritismo e a Igreja, em mat\u00e9ria filos\u00f3fica, come\u00e7a quando se abre a quest\u00e3o reencarnacionista. Embora seja tamb\u00e9m espiritualista e tenha, como o Espiritismo, aqueles tr\u00eas pontos de coincid\u00eancia, a Igreja n\u00e3o admite a reencarna\u00e7\u00e3o e, por isso mesmo, n\u00e3o pode apreciar as desigualdades sociais com a mesma vis\u00e3o da Doutrina Esp\u00edrita.<\/p>\n<p>N\u00e3o aceitando o princ\u00edpio da igualdade absoluta, justamente porque a concep\u00e7\u00e3o igualit\u00e1ria entra em conflito com a teoria da reencarna\u00e7\u00e3o, o Espiritismo prescreve, todavia, solu\u00e7\u00e3o pac\u00edfica, condicionada ao progresso moral. Pouca gente, por\u00e9m, sabe o que diz a Doutrina Esp\u00edrita acerca do debatido e complexo problema social. \u00c9 o aspecto menos estudado no Espiritismo. Entretanto, n\u00e3o conhe\u00e7o orienta\u00e7\u00e3o mais segura, mais equilibrada do que esta que encontramos em Obras P\u00f3stumas, de Allan Kardec (9\u00aa edi\u00e7\u00e3o, p\u00e1g. 361): \u201cPor melhor que seja uma institui\u00e7\u00e3o social, sendo maus os homens, eles a falsear\u00e3o e lhes desfigurar\u00e3o o esp\u00edrito para a explorarem em proveito pr\u00f3prio.\u201d<\/p>\n<p>Como se v\u00ea, a reforma social exige, antes de tudo, a reforma do indiv\u00edduo. Nenhuma transforma\u00e7\u00e3o violenta resolve o problema do equil\u00edbrio social sem obter, primeiramente, o progresso moral pela educa\u00e7\u00e3o do esp\u00edrito. A chave da quest\u00e3o social n\u00e3o est\u00e1 na subvers\u00e3o radical das institui\u00e7\u00f5es, porque ainda que se substitua a estrutura da sociedade ou se d\u00ea nova organiza\u00e7\u00e3o ao Estado, sem elevar o n\u00edvel moral das massas, haver\u00e1 os mesmos choques, uma vez que o ego\u00edsmo humano subsiste em qualquer situa\u00e7\u00e3o. S\u00f3 se poder\u00e1 aperfei\u00e7oar o mecanismo social com o gradativo aperfei\u00e7oamento individual. A tese esp\u00edrita, portanto, \u00e9 realista, sen\u00e3o talvez a que menos se aproxima da utopia, porque se baseia no conhecimento da natureza humana.<\/p>\n<p>Temos aqui, neste pequeno trecho, a interpreta\u00e7\u00e3o da luta entre o capital e o trabalho, \u00e0 luz da Doutrina Esp\u00edrita: \u201cA quest\u00e3o social n\u00e3o tem pois, por ponto de partida a forma de tal ou qual institui\u00e7\u00e3o; ela est\u00e1 toda no MELHORAMENTO MORAL dos indiv\u00edduos e das massas. A\u00ed \u00e9 que se acha o princ\u00edpio, a verdadeira chave da felicidade do g\u00eanero humano, porque ent\u00e3o os homens n\u00e3o mais cogitar\u00e3o de se prejudicarem reciprocamente.\u201d (Allan Kardec em Obras P\u00f3stumas, j\u00e1 citado).<\/p>\n<p>N\u00e3o aceito a tese comunista porque n\u00e3o vejo tra\u00e7o de afinidade entre Comunismo e Espiritismo. N\u00e3o creio que a quest\u00e3o social possa ser resolvida satisfatoriamente por meio da solu\u00e7\u00e3o econ\u00f4mica, quando \u00e9 certo que as necessidades do homem n\u00e3o s\u00e3o apenas as de ordem material. O problema econ\u00f4mico n\u00e3o cont\u00e9m em si mesmo toda a extens\u00e3o e complexidade da quest\u00e3o social. Portanto, a problem\u00e1tica das desigualdades sociais n\u00e3o se subordina, exclusivamente, ao desajustamento econ\u00f4mico. Ela reclama indaga\u00e7\u00f5es de maior transcend\u00eancia, acima do plano material, embora prevale\u00e7am, \u00e9 bem verdade, at\u00e9 certo limite, as causas de ordem biol\u00f3gica.<\/p>\n<p>De acordo, pois, com a Doutrina Esp\u00edrita, n\u00e3o creio na solu\u00e7\u00e3o materialista. N\u00e3o encontro semelhan\u00e7a de concep\u00e7\u00f5es entre a doutrina materialista e a Doutrina Esp\u00edrita, porque reconhe\u00e7o a preval\u00eancia de tr\u00eas raz\u00f5es que considero substanciais:<\/p>\n<p>a) O Espiritismo, dada a voca\u00e7\u00e3o de sua doutrina, est\u00e1 em desacordo com o materialismo, e, portanto, encara a quest\u00e3o social sob ponto de vista diferente.<\/p>\n<p>b) Em face da reencarna\u00e7\u00e3o, a pedra filosofal do Espiritismo, a igualdade absoluta \u00e9 imposs\u00edvel, sob pena de derroga\u00e7\u00e3o da Justi\u00e7a Divina.<\/p>\n<p>c) O problema da felicidade humana, tendo ra\u00edzes profundas no Esp\u00edrito, e n\u00e3o exclusivamente na mat\u00e9ria, est\u00e1 condicionado \u00e0 reforma moral do indiv\u00edduo, porque na sociedade composta de indiv\u00edduos desorganizados e corrompidos, n\u00e3o pode gozar-se a plenitude de paz e de justi\u00e7a.<\/p>\n<p>Quando, pois, o indiv\u00edduo \u00e9 mau, nenhum regime consegue convert\u00ea-lo em homem de bem, sem que ele se reforme interiormente. A Doutrina Esp\u00edrita prescreve, exatamente por isto, a reforma do indiv\u00edduo para que se possa reformar o grupo. E sem a reforma individual, sem a observ\u00e2ncia do fator moral com base na exist\u00eancia do Esp\u00edrito, n\u00e3o se destr\u00f3i o antagonismo social provocado pela luta de classe e pela despropor\u00e7\u00e3o dos bens materiais.<\/p>\n<p>Se, sob o aspecto filos\u00f3fico, vejo profunda diverg\u00eancia entre o Espiritismo e o Comunismo, porque aquele apoia toda a sua filosofia na exist\u00eancia e sobreviv\u00eancia do Esp\u00edrito, enquanto este se baseia no materialismo hist\u00f3rico, n\u00e3o \u00e9 menor a discord\u00e2ncia sob o ponto de vista pol\u00edtico. Ora, politicamente o Comunismo admite o direito do Estado sobre a propriedade privada, o que est\u00e1 em desacordo com os princ\u00edpios esp\u00edritas. Veja-se Allan Kardec em O Livro dos Esp\u00edritos (Parte Terceira, cap. XI). O regime que melhor corresponde \u00e0 \u00edndole da Doutrina Esp\u00edrita \u00e9 a democracia, porque a estrutura filos\u00f3fica do Espiritismo n\u00e3o se adapta a nenhuma forma de poder totalit\u00e1rio. O nacionalismo estreito \u00e9 t\u00e3o contraproducente quanto o internacionalismo incondicional. A democracia \u00e9 regime de concilia\u00e7\u00e3o, de equil\u00edbrio, porque repele instintivamente qualquer hegemonia e permite a participa\u00e7\u00e3o de TODOS no progresso comum, sem distin\u00e7\u00e3o de classes.<\/p>\n<p>O sistema democr\u00e1tico, embora sujeito a deforma\u00e7\u00f5es humanas, tamb\u00e9m evolui, marchando para o reinado pac\u00edfico da grande democracia crist\u00e3. Os exclusivismos s\u00e3o prejudiciais \u00e0 ordem social, porque o progresso da sociedade depende da coopera\u00e7\u00e3o de todas as classes e n\u00e3o apenas de uma s\u00f3 classe.<\/p>\n<p>A democracia crist\u00e3 n\u00e3o comporta a preced\u00eancia de nenhuma classe social sobre as outras, mas, ao contr\u00e1rio, oferece oportunidade para o bem-estar coletivo, o entendimento, a solidariedade, dentro da Justi\u00e7a Social iluminada pelo Evangelho. Qualquer ditadura, seja de um indiv\u00edduo ou de uma classe, de um partido ou do Estado; seja do capitalismo ou do proletariado, da cruz ou da espada, da ci\u00eancia ou da f\u00e9, n\u00e3o oferece ambiente prop\u00edcio \u00e0 livre manifesta\u00e7\u00e3o do pensamento porque \u00e9 sempre unilateral. Dentro de um regime democr\u00e1tico n\u00e3o pode subsistir qualquer exce\u00e7\u00e3o de classe em detrimento da liberdade humana.<\/p>\n<p>A quest\u00e3o social deixar\u00e1 de ser o pesadelo da civiliza\u00e7\u00e3o quando cessar a explora\u00e7\u00e3o do homem pelo homem com a socializa\u00e7\u00e3o do capitalismo. O Estado \u00e9 entidade abstrata. Logo, n\u00e3o \u00e9 o Estado que traz a felicidade geral. O Estado \u00e9 bom quando os homens s\u00e3o bons. O maior problema, portanto, \u00e9 melhorar os homens. Creio, nesse caso, que a Democracia Crist\u00e3, sem o predom\u00ednio de uma classe ou de outra, mas pela uni\u00e3o de todas as classes, realizar\u00e1 a maior miss\u00e3o social da Hist\u00f3ria, resolvendo o conflito entre o capital e o trabalho, para o bem-estar geral.<\/p>\n<p>Por todas estas raz\u00f5es \u00e9 que \u00e0 luz da Doutrina Esp\u00edrita n\u00e3o aceito a tese materialista nem qualquer doutrina que reconhe\u00e7a a supremacia do deus Estado. Creio, finalmente, que a quest\u00e3o social, segundo a concep\u00e7\u00e3o da Doutrina Esp\u00edrita, ser\u00e1 resolvida, cedo ou tarde, mas pelo processo normal de evolu\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>A desarmonia entre as classes (patr\u00f5es e empregados, ricos e pobres, chefes e subordinados, governantes e governados) n\u00e3o ser\u00e1 destru\u00edda pelo providencialismo de uma f\u00f3rmula ou de um sistema, e sim pela compreens\u00e3o rec\u00edproca, pela exatid\u00e3o de consci\u00eancia, pelo sentimento de toler\u00e2ncia, quando cada um, em qualquer circunst\u00e2ncia ou posi\u00e7\u00e3o em que se encontre, sem que se fa\u00e7a necess\u00e1ria a fiscaliza\u00e7\u00e3o ou a rigidez da lei, souber viver e agir dentro da sabedoria universal do DEVER.<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><span style=\"color: #008000;\">Deolindo Amorim<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\">Fonte: <a href=\"http:\/\/www.espiritualidades.com.br\/Artigos\/A_autores\/AMORIM_Deolindo_tit_Espiritismo_e_a_questao_social-O.htm\">Espiritualidade e Sociedade<\/a><\/p>\n<p><span style=\"color: #993300;\">Deolindo Amorim nasceu na Bahia em 23 de janeiro de 1906 e desencarnou no Rio de Janeiro, em 24 de abril de 1984. \u00c9 considerado, ao lado de Carlos Imbassahy e Herculano Pires, um dos maiores pensadores esp\u00edritas do Brasil. Jornalista, soci\u00f3logo, escritor esp\u00edrita de estilo professoral, extremamente did\u00e1tico e elegante, Deolindo foi um dos maiores divulgadores do Espiritismo como cultura e voltado para a an\u00e1lise de quest\u00f5es da atualidade. Fundou o Instituto de Cultura Esp\u00edrita do Brasil (ICEB), foi um dos idealizadores da Associa\u00e7\u00e3o Brasileira de Jornalistas e Escritores Esp\u00edritas (Abrajee) e gra\u00e7as ao seu empenho, em conjunto com a Liga Esp\u00edrita do Brasil, realizou-se no Rio de Janeiro, em 1949, o II Congresso Esp\u00edrita Pan-Americano. Obras: Espiritismo e Criminologia; O Espiritismo e as Doutrinas Espiritualistas; Africanismo e Espiritismo; O Espiritismo e os Problemas Humanos; Ideias e Reminisc\u00eancias Esp\u00edritas; Allan Kardec, o Homem e o Meio, dentre outras.<\/span><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O Espiritismo e a quest\u00e3o social Deolindo Amorim Embora se preocupe diretamente com a vida futura ou extraterrena, n\u00e3o deixa o Espiritismo, todavia, de cogitar do bem-estar humano, discutindo os aspectos fundamentais da quest\u00e3o social. 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