{"id":11993,"date":"2022-07-19T06:51:44","date_gmt":"2022-07-19T09:51:44","guid":{"rendered":"https:\/\/xn--regeneraoplanetria-dsb6a7f.com.br\/?p=11993"},"modified":"2022-07-19T06:55:16","modified_gmt":"2022-07-19T09:55:16","slug":"a-procura-de-deus","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/xn--regeneraoplanetria-dsb6a7f.com.br\/index.php\/a-procura-de-deus\/","title":{"rendered":"\u00c0 procura de Deus"},"content":{"rendered":"<h2><strong><span style=\"color: #0000ff;\">\u00c0 procura de Deus<\/span><\/strong><\/h2>\n<p>Por <span style=\"color: #008000;\">Eliana Haddad<\/span><\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignleft\" src=\"https:\/\/images.squarespace-cdn.com\/content\/v1\/5d30ccca1094830001b9fdb7\/1586793919860-933EUT4L02OAYC0A3VEI\/Captura+de+Tela+2020-04-13+a%CC%80s+13.01.51.png?format=500w\" alt=\"Captura de Tela 2020-04-13 a\u0300s 13.01.51.png\" width=\"304\" height=\"313\" \/><\/p>\n<p>Num exerc\u00edcio criativo, fiel aos escritos do seu primeiro livro esp\u00edrita, Os procuradores de Deus, de 1967, o Correio Fraterno entrevista o autor Herminio C. Miranda, no intuito de registrar em forma de perguntas (de hoje) e respostas (da obra) o incr\u00edvel conte\u00fado da pesquisa hist\u00f3rica do \u201cvelho escriba\u201d, como ele se autodenominava. O livro \u00e9 um guia seguro para quem busca a verdade sobre a exist\u00eancia de Deus, do esp\u00edrito, da vida. Raridade, \u00e9 atual em seu conte\u00fado original, apresentado em roupagem moderna e com todas as \u2018escovadas\u2019, como quis Herm\u00ednio, que tamb\u00e9m se viu surpreso diante da not\u00edcia sobre a descoberta da obra num sebo, visitado por Raymundo Espelho, fundador do Correio Fraterno. Com gratid\u00e3o, esta edi\u00e7\u00e3o homenageia esse incans\u00e1vel pesquisador, que desencarnou aos 92 anos, em 2013, deixando uma obra necess\u00e1ria a todos n\u00f3s, esp\u00edritas e n\u00e3o esp\u00edritas, com seus 42 t\u00edtulos publicados em portugu\u00eas e cinco traduzidos e comentados. Aqui est\u00e3o suas reflex\u00f5es em Os procuradores de Deus. Esperamos que ele tamb\u00e9m possa celebrar conosco a consolida\u00e7\u00e3o desse grandioso projeto.<\/p>\n<p><strong>Como surgiu esse seu primeiro livro esp\u00edrita?<\/strong><\/p>\n<p>Escrevi numa pra\u00e7a, de f\u00e9rias, em Caxambu, MG. Trata-se de uma conversa informal acerca do problema da vida e da morte. N\u00e3o me preocupou na sua elabora\u00e7\u00e3o o desenvolvimento de um plano muito metodizado, numa sequ\u00eancia r\u00edgida, pejada de cita\u00e7\u00f5es eruditas e obscuras. Deixemos essas virtudes austeras aos sisud\u00edssimos tratados de teologia. Estamos cansados de erudi\u00e7\u00e3o e obscuridade. Queremos agora uma discuss\u00e3o franca de problemas que t\u00e3o profundamente nos interessam: a majestosa equa\u00e7\u00e3o da vida.<\/p>\n<p><strong>Como analisar o conflito hist\u00f3rico entre ci\u00eancia e religi\u00e3o?<\/strong><\/p>\n<p>\u00c9 preciso ver onde acaba a ci\u00eancia \u2013 se \u00e9 que acaba \u2013 e onde come\u00e7a a religi\u00e3o; ou se aquilo que nos parece uma linha demarcat\u00f3ria n\u00e3o resulta de mera defici\u00eancia dos m\u00e9todos de observa\u00e7\u00e3o. \u00c9 preciso que se discuta tudo isso em linguagem desataviada daquilo que teologias milenares t\u00eam procurado explicar a seu modo.<\/p>\n<p><strong>O estudo sobre a morte e sobre Deus \u00e9 da al\u00e7ada da ci\u00eancia?<\/strong><\/p>\n<p>A morte tem sido atrav\u00e9s dos tempos um dos principais objetos das cogita\u00e7\u00f5es teol\u00f3gicas, desde as religi\u00f5es mais primitivas at\u00e9 as sofisticadas discuss\u00f5es da moderna teologia. Nesta, tanto se especula em torno da ideia de Deus que se esquece de praticar as virtudes que levam a Ele. O que n\u00e3o se pode, entretanto, \u00e9 admitir que o assunto seja da al\u00e7ada exclusiva da religi\u00e3o. N\u00e3o estamos ainda equipados intelectual e moralmente para uma abordagem, mesmo prim\u00e1ria, do assunto. E acho t\u00e3o perniciosa \u00e0 evolu\u00e7\u00e3o do esp\u00edrito a descren\u00e7a pseudocient\u00edfica, como o exagerado misticismo que atribui a Deus condi\u00e7\u00f5es humanas.<\/p>\n<p><strong>Muitos ainda ridicularizam a ideia da exist\u00eancia do esp\u00edrito. Como essa obra pode auxiliar esse entendimento?<\/strong><\/p>\n<p>Se o leitor estiver entre aqueles que duvidam da exist\u00eancia do esp\u00edrito \u00e9 de mais f\u00e1cil recupera\u00e7\u00e3o. Se, n\u00e3o obstante, \u00e9 dos que negam enfaticamente essa realidade, est\u00e1 com um atraso de pelo menos um s\u00e9culo na sua forma\u00e7\u00e3o filos\u00f3fica. Para ambos h\u00e1 uma grande novidade a oferecer: o esp\u00edrito existe de fato e n\u00e3o apenas como abstra\u00e7\u00e3o filos\u00f3fica para ocupar o tempo dos que escrevem tratados de metaf\u00edsica e o daqueles que os leem. Ali\u00e1s, a novidade \u00e9 ainda mais ampla, porque n\u00e3o apenas \u2018temos um\u2019 esp\u00edrito, sen\u00e3o que \u2018somos\u2019 esp\u00edritos.<\/p>\n<p><strong>Por que tanta dificuldade em se aceitar a imortalidade?<\/strong><\/p>\n<p>S\u00e3o ilus\u00f5es. Apenas o corpo f\u00edsico desmorona, desintegra-se e se apaga na superf\u00edcie da Terra. O esp\u00edrito n\u00e3o. Ele aqui vem como visitante, como escafandrista que veste a sua armadura para descer ao fundo do oceano, mas um dia sobe \u00e0 tona, abandona o casulo e regressa \u00e0 sua verdadeira condi\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p><strong>O modelo materialista seria o principal fermento do ceticismo?<\/strong><\/p>\n<p>Na adolesc\u00eancia experimentei tamb\u00e9m a doen\u00e7a do ceticismo. Rec\u00e9m-egresso de uma fase de misticismo religioso, sentia-me um homem livre de cren\u00e7as e de crendices. Julgava-me um ser emancipado e tamb\u00e9m dava gra\u00e7as a Deus por n\u00e3o mais acreditar Nele. \u00c9 uma curiosa emo\u00e7\u00e3o essa. Eu era livre para cometer qualquer deslize e fazer do meu destino o que bem entendesse. N\u00e3o havia ningu\u00e9m para tomar conta dos meus atos e nem eu tinha de responder por eles jamais. A morte seria o simples dobrar de uma p\u00e1gina em branco de um livro in\u00fatil. A vida, um jogo n\u00e3o menos in\u00fatil e incompreens\u00edvel de emo\u00e7\u00f5es e de canseiras, com algumas alegrias aqui e acol\u00e1. Mas o esp\u00edrito que abandona uma cren\u00e7a religiosa, porque n\u00e3o mais lhe acalma os anseios e nem lhe satisfaz \u00e0s especula\u00e7\u00f5es do intelecto, acaba por sentir-se tamb\u00e9m insatisfeito com o dar de ombros do negativismo. Quando procura respostas claras, diretas, objetivas \u00e0s suas inquieta\u00e7\u00f5es n\u00e3o se d\u00e1 por satisfeito dentro das estreitezas do materialismo, como n\u00e3o se sente \u00e0 vontade no acanhamento do dogmatismo religioso.<\/p>\n<p><strong>O senhor comenta em seu livro sobre as complica\u00e7\u00f5es advindas dos dogmas, do inferno e dos castigos eternos. Isso nos afastou de Deus?<\/strong><\/p>\n<p>Poucas coisas neste mundo s\u00e3o t\u00e3o perniciosas quanto uma ideia mal assimilada. O aspecto mais lament\u00e1vel dessa doentia cria\u00e7\u00e3o humana que \u00e9 o inferno \u00e9 o car\u00e1ter verdadeiramente blasfemo da puni\u00e7\u00e3o eterna. Se admitirmos a exist\u00eancia de um Deus justo e bom, compassivo e puro, como \u00e9 que vamos conciliar a ideia de Deus com a do castigo eterno? A quest\u00e3o \u00e9 que esse sambur\u00e1 teol\u00f3gico parece n\u00e3o ter fundo. A gente come\u00e7a a remexer e vai retirando dele novas d\u00favidas e novos problemas a resolver.<\/p>\n<p><strong>Com sua vasta experi\u00eancia em reuni\u00f5es medi\u00fanicas, tem observado esses enganos nas hist\u00f3rias espirituais?<\/strong><\/p>\n<p>O cat\u00f3lico e o protestante, cumpridores de suas obriga\u00e7\u00f5es religiosas, sofrem tremendas decep\u00e7\u00f5es ao morrer, porque n\u00e3o encontram do \u2018lado de l\u00e1\u2019 as institui\u00e7\u00f5es e a acolhida que lhes foram anunciadas. Como \u00e9 que sabemos disso? \u00c9 f\u00e1cil. Basta ouvir os que j\u00e1 se foram para l\u00e1.<strong><span style=\"color: #993300;\">**<\/span><\/strong><\/p>\n<p><strong>Outro ponto interessante \u00e9 sua an\u00e1lise sobre a condi\u00e7\u00e3o humana de Jesus. Pode nos falar a respeito?<\/strong><\/p>\n<p>N\u00e3o se pode deixar de observar na obra de Jesus ind\u00edcios dos mais evidentes da sua ineg\u00e1vel condi\u00e7\u00e3o humana. Nas suas irrita\u00e7\u00f5es, no seu temor, nas suas ang\u00fastias, em certas mudan\u00e7as de atitude. \u00c0s vezes se aborrece e se impacienta com o que ouve ou presencia. Numa das passagens, repreende asperamente a Pedro, por lhe ter assegurado que as desgra\u00e7as que anunciou n\u00e3o chegariam a ocorrer. Aos escribas e fariseus s\u00e3o constantes as suas censuras, chamando-os de hip\u00f3critas, gera\u00e7\u00e3o de v\u00edboras. Outro gesto de incontida irrita\u00e7\u00e3o \u00e9 a cena de explos\u00e3o com os mercadores. A cena da expuls\u00e3o \u2013 a ser leg\u00edtima \u2013 s\u00f3 pode ser atribu\u00edda a um momento de profunda irrita\u00e7\u00e3o. Dos seus temores e ang\u00fastias n\u00e3o h\u00e1 passagem mais eloquente do que o drama de Getsemani, onde implora ao Pai que se estivesse na vontade dele, Pai, que o poupasse ao tormento que pressente. Tamb\u00e9m a cena da \u00faltima ceia tem uns laivos sombrios de melancolia e apreens\u00e3o.<\/p>\n<p><strong>E sobre a pesquisa cient\u00edfica com rela\u00e7\u00e3o ao esp\u00edrito. Afinal, j\u00e1 n\u00e3o existem essas provas?<\/strong><\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignright\" src=\"https:\/\/images.squarespace-cdn.com\/content\/v1\/5d30ccca1094830001b9fdb7\/1586793894422-6WM1JHNG8RANSA2H0GWR\/Captura+de+Tela+2020-04-13+a%CC%80s+13.01.33.png?format=750w\" alt=\"Captura de Tela 2020-04-13 a\u0300s 13.01.33.png\" width=\"354\" height=\"247\" \/><\/p>\n<p>Queremos a prova da maneira inadequada, \u00e0 nossa maneira, sem cogitar de que para cada sistema de fen\u00f4menos h\u00e1 um conjunto espec\u00edfico de testes e provas. Quando se trata, por\u00e9m, da exist\u00eancia do esp\u00edrito, nada disso se aplica. Queremos ver essa \u2018coisa\u2019, encerrada numa jaula, sob as lentes de um microsc\u00f3pio eletr\u00f4nico, no fundo de uma proveta. Queremos que ele fa\u00e7a para n\u00f3s algumas m\u00e1gicas, nos deixe examinar suas impress\u00f5es digitais, nos mostre a l\u00edngua, deixe-se pesar e medir pelos nossos toscos e rid\u00edculos instrumentos. N\u00e3o adianta que homens da mais elevada reputa\u00e7\u00e3o pessoal, cient\u00edfica e intelectual, tenham j\u00e1 nos assegurado a exist\u00eancia do esp\u00edrito. O fen\u00f4meno \u00e9 realmente de delicada natureza e s\u00f3 ocorre mediante determinadas condi\u00e7\u00f5es, como qualquer outro fen\u00f4meno natural.<\/p>\n<p><strong>E sobre a justificativa de que tudo n\u00e3o passa de simples resposta fisiol\u00f3gica?<\/strong><\/p>\n<p>Se o fen\u00f4meno resulta de uma simples opera\u00e7\u00e3o fisiol\u00f3gica, por que n\u00e3o a pode executar igualmente bem um cad\u00e1ver? Ali est\u00e3o as mesmas c\u00e9lulas, os mesmos \u00f3rg\u00e3os, os mesmos sistemas. Ah! mas falta a vida, dir\u00e1 o c\u00e9tico. \u00c9 verdade, falta a vida e o que ser\u00e1 essa coisa a que chamamos vida?<\/p>\n<p><strong>Qual o papel do espiritismo nessa caminhada do conhecimento?<\/strong><\/p>\n<p>A hist\u00f3ria da humanidade registra a eclos\u00e3o de muitas cren\u00e7as espiritualistas. Infelizmente, por\u00e9m, foram \u2018cren\u00e7as\u2019 e n\u00e3o um conjunto de fatos que a intelig\u00eancia pudesse tomar para exame e a raz\u00e3o aceitar sem degradar-se e sem fazer concess\u00f5es. Provavelmente impacientados ante a cegueira espiritual do homem, os pr\u00f3prios esp\u00edritos desencadearam um movimento destinado a revelar certas verdades singelas e naturais que at\u00e9 ent\u00e3o se achavam encobertas pelo v\u00e9u do mist\u00e9rio.<\/p>\n<p><strong>Se essas informa\u00e7\u00f5es j\u00e1 chegaram at\u00e9 n\u00f3s, por que ainda h\u00e1 tanta resist\u00eancia em se aceitar a vida espiritual?<\/strong><\/p>\n<p>Fatos sustentam na parte experimental um majestoso edif\u00edcio filos\u00f3fico, que pouco a pouco foi-se revelando aos olhos daqueles que h\u00e1 mais de um s\u00e9culo v\u00eam estudando o fen\u00f4meno com os &#8220;olhos de ver&#8221; de que falava o Cristo. Fora da literatura esp\u00edrita h\u00e1 tamb\u00e9m trabalhos s\u00e9rios de autores aos quais n\u00e3o assentam os r\u00f3tulos costumeiros de leviandade, ingenuidade ou partidarismo. O leitor interessado busque Lodge, Conan Doyle, William Barrett, Aksakof, Ernesto Bozzano, Camille Flammarion, Gustave Geley, Epes Sargent \u2013 a escolha \u00e9 ampla. Deixo \u00e0 margem os que, n\u00e3o menos dignos que esses, nem menos brilhantes, inclinaram-se desde o in\u00edcio pela chamada hip\u00f3tese esp\u00edrita: L\u00e9on Denis, Paul Gibier, Gabriel Delanne. Tamb\u00e9m n\u00e3o pretendo impingir Kardec a ningu\u00e9m. O leitor ir\u00e1 a ele quando sentir que deve e precisa da sua meridiana clareza expositiva e do seu l\u00facido racioc\u00ednio l\u00f3gico. Cabe a voc\u00ea decidir. Minha fun\u00e7\u00e3o aqui n\u00e3o \u00e9 fazer proselitismo, pois entendo que conceitua\u00e7\u00e3o doutrin\u00e1ria \u00e9 quest\u00e3o de maturidade.<\/p>\n<p><strong>Seria uma quest\u00e3o de dar tempo ao aprendizado da vida?<\/strong><\/p>\n<p>A verdade \u00e9 que todos t\u00eam id\u00eanticas oportunidades de aprendizado e evolu\u00e7\u00e3o. A escola da vida est\u00e1 igualmente aberta a todos n\u00f3s, em todos os graus, desde o jardim da inf\u00e2ncia at\u00e9 os mais avan\u00e7ados cursos universit\u00e1rios. Caminhamos espiritualmente \u00e0 medida que vamos sendo promovidos. \u00c0s vezes, repetimos determinadas s\u00e9ries, especialmente nas mais elementares, porque ao alcan\u00e7armos as superiores j\u00e1 temos mais desenvolvimento e senso de responsabilidade. De outras, simplesmente paramos, indiferentes ao fant\u00e1stico ritmo evolutivo que vibra por todo o Universo \u00e0 nossa volta. Jamais recuamos, por\u00e9m.<\/p>\n<p><strong>O que dizer para quem n\u00e3o se convence de que a vida continua?<\/strong><\/p>\n<p>Voc\u00ea ter\u00e1 a sua prova definitiva, irrefut\u00e1vel, com a sua pr\u00f3pria morte. (&#8230;) O esp\u00edrito existe, preexiste e sobrevive.<\/p>\n<p>Fonte: <a href=\"https:\/\/correio.news\/entrevista\/a-procura-de-deus\">correio.news<\/a><\/p>\n<p><strong><span style=\"color: #993300;\">(*)<\/span><\/strong> Respostas transcritas do livro Os procuradores de Deus, reeditado pela Correio Fraterno.<\/p>\n<p><strong><span style=\"color: #993300;\">(**)<\/span><\/strong> Leia mais nos livros da cole\u00e7\u00e3o \u201cAs hist\u00f3rias que os esp\u00edritos contaram\u201d \u2013 A dama da noite, O exilado, A irm\u00e3 do vizir e As m\u00e3os de minha irm\u00e3 (Ed. Correio Fraterno).<\/p>\n<p>(Publicado no Jornal Correio Fraterno &#8211; Edi\u00e7\u00e3o 464, jul.\/ago. 2015).<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>\u00c0 procura de Deus Por Eliana Haddad Num exerc\u00edcio criativo, fiel aos escritos do seu primeiro livro esp\u00edrita, Os procuradores de Deus, de 1967, o Correio Fraterno entrevista o autor Herminio C. 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