{"id":12086,"date":"2022-08-13T09:32:34","date_gmt":"2022-08-13T12:32:34","guid":{"rendered":"https:\/\/xn--regeneraoplanetria-dsb6a7f.com.br\/?p=12086"},"modified":"2022-08-13T09:32:34","modified_gmt":"2022-08-13T12:32:34","slug":"a-mediunidade-reconhecida-pelos-papas","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/xn--regeneraoplanetria-dsb6a7f.com.br\/index.php\/a-mediunidade-reconhecida-pelos-papas\/","title":{"rendered":"A MEDIUNIDADE RECONHECIDA PELOS PAPAS"},"content":{"rendered":"<h2><strong><span style=\"color: #0000ff;\">A MEDIUNIDADE RECONHECIDA PELOS PAPAS<\/span><\/strong><\/h2>\n<p>Recebemos o texto seguinte e dispomos aqui para a aprecia\u00e7\u00e3o de nossos amigos. Seu autor \u00e9 Washington L. N. Fernandes, originalmente publicado na Revista Espiritismo e Ci\u00eancia, da Mythos Editora.<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" class=\"aligncenter\" src=\"https:\/\/2.bp.blogspot.com\/_6sahCIOgl_k\/TRm87BLSBAI\/AAAAAAAAEYs\/CbzecAhnnRY\/s400\/vitral11.jpg\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><strong><span style=\"color: #0000ff;\">A MEDIUNIDADE RECONHECIDA PELOS PAPAS<\/span><\/strong><\/p>\n<p>J\u00e1 se sabe que os fen\u00f4menos envolvendo a mediunidade n\u00e3o s\u00e3o recentes, mas que t\u00eam sido registrados desde os tempos mais antigos da civiliza\u00e7\u00e3o. A Igreja tamb\u00e9m reconheceu o fen\u00f4meno, e muitos papas estiveram envolvidos em ocorr\u00eancias medi\u00fanicas.<\/p>\n<p>Em 18 de abril de 2005, ocorreu a elei\u00e7\u00e3o de Joseph Ratzinger (1927), o novo papa da Igreja Cat\u00f3lica Apost\u00f3lica Romana, que adotou o nome Bento XVI, em substitui\u00e7\u00e3o a Karol Wojtyla (1920-2005), chamado papa Jo\u00e3o Paulo II.<\/p>\n<p>Aproveitaremos a oportunidade para destacar a mediunidade e a comunicabilidade dos Esp\u00edritos, presentes entre os papas desde a origem do papado e ao longo de sua hist\u00f3ria de quase dois mil anos. T\u00ednhamos ouvido refer\u00eancia de fen\u00f4menos espirituais com Pio V e Pio XII, em palestras do m\u00e9dium Divaldo Franco (1927-), e quisemos aprofundar e completar o assunto.<\/p>\n<p>Consultando a historiografia cat\u00f3lica sobre a origem doutrin\u00e1ria do papado, o imperador romano Constantino (272-337) \u00e9 apontado entre os te\u00f3logos como um dos seus principais precursores, pois foi ele quem historicamente come\u00e7ou a dar forma ao Sistema Cat\u00f3lico Romano. Constantino presidiu o 1\u00ba Conc\u00edlio das Igrejas, no ano 313, construindo depois a primeira bas\u00edlica em Roma, tornando o cristianismo religi\u00e3o oficial do Imp\u00e9rio, seguido de Teod\u00f3sio (347-395) e outros imperadores.<\/p>\n<p>Come\u00e7ava-se a criar os fundamentos que possibilitaram que Valentiniano III (Fl\u00e1vio Pl\u00e1cido, 419-455), no ano 445, reconhecesse oficialmente ao papa (a palavra &#8220;papa&#8221; significa pai) o exerc\u00edcio de autoridade sobre as Igrejas, ganhando o papado poder mundial com Carlos Magno (747-814), no s\u00e9culo 8.<\/p>\n<p>Ocorre que Constantino, que os cat\u00f3licos consideram como o precursor da estrutura\u00e7\u00e3o papal, converteu-se ao cristianismo atrav\u00e9s de uma vis\u00e3o espiritual, conforme relatou o historiador cat\u00f3lico Eus\u00e9bio de Cesar\u00e9ia (275-339), em sua obra Vita Constantini (Cap. XXVIII). Durante a batalha contra o imperador Max\u00eancio (s\u00e9c. 3\/4), com seu ex\u00e9rcito em desvantagem, Constantino viu no c\u00e9u um grupo de Esp\u00edritos, liderados pelo Esp\u00edrito (chamado Anjo) S\u00e3o Miguel, mostrando-lhe uma cruz luminosa com os dizeres: &#8220;Com este sinal vencer\u00e1s&#8221;.<\/p>\n<p>O impacto que sentiu foi t\u00e3o grande que mandou pintar uma cruz em todas as bandeiras, venceu a batalha e se converteu ao cristianismo, estabelecendo o famoso Edito de Mil\u00e3o, do ano de 313. O escritor Nic\u00e9foras (s\u00e9c. 16) escreveu que Constantino viu este Esp\u00edrito mais duas vezes &#8211; numa delas, orientando-o a edificar Constantinopla; e, na outra, para ajud\u00e1-lo numa revolta por parte dos moradores da antiga Biz\u00e2ncio.<\/p>\n<p>Portanto, encontramos vis\u00f5es espirituais nos prim\u00f3rdios da estrutura\u00e7\u00e3o da Igreja e da cria\u00e7\u00e3o do papado.<\/p>\n<p>Encontramos exemplos de mediunidade dos papas numa ocorr\u00eancia com Ant\u00f4nio Michele Ghislieri (1504-1572), o papa Pio V, que foi o Sumo Pont\u00edfice no per\u00edodo de 1566 a 1572. Em 1570, os turcos otomanos invadiram a ilha de Chipre e tomaram Veneza, e os venezianos pediram ajuda. O papa Pio V enviou uma frota de 208 navios, sob o comando de Don John da \u00c1ustria. Essa frota encontrou 230 navios turcos em Lepanto, Gr\u00e9cia, em 7 de outubro de 1571. A batalha durou tr\u00eas horas. Miguel de Cervantes (1547-1616), o novelista espanhol, autor de D. Quixote, participou dessa batalha hist\u00f3rica. Em Roma, Pio V aguardava not\u00edcias, orava e jejuava, juntamente com monges, cardeais e fi\u00e9is. Em 7 de outubro, ele trabalhava com seu tesoureiro, Donato Cesi, que lhe expunha problemas financeiros. De repente, separou-se de seu interlocutor, abriu uma janela, entrou em \u00eaxtase e teve uma vis\u00e3o em desdobramento espiritual. Voltou-se para Donato e lhe disse: &#8220;Ide com Deus. Agora n\u00e3o \u00e9 hora de neg\u00f3cios, mas sim de dar gra\u00e7as a Jesus Cristo, pois nossa esquadra acaba de vencer a batalha&#8221;. Duas semanas depois chegaram as not\u00edcias da vit\u00f3ria de sua esquadra, confirmando sua vis\u00e3o espiritual.<\/p>\n<p>Mais recentemente, no s\u00e9culo 20, encontramos outro exemplo de a\u00e7\u00e3o espiritual entre os papas, com o Cardeal Eug\u00eanio Pacelli (1876-1958), que viria a ser o papa Pio XII, no per\u00edodo de 1939 a 1958. O fato foi relatado pela pr\u00f3pria Igreja Cat\u00f3lica, em seu jornal oficial L&#8217;Observatore Romano, e depois publicado no Brasil, no jornal Ave Maria, de Petr\u00f3polis, transcrito pelo Jornal do Com\u00e9rcio, do Rio de Janeiro, em setembro de 1956.<\/p>\n<p>Em 19 de fevereiro de 1939, nos aposentos do Vaticano, na ala esquerda da Catedral de S\u00e3o Pedro, o cardeal Eug\u00eanio Pacelli estava orando; ele era um diplomata da Santa S\u00e9 junto aos governos do Ocidente. Em seus aposentos de cardeal, ele ouviu uma voz chamando: &#8220;Pacelli, Pacelli&#8221;. Ele se voltou e viu o Esp\u00edrito do papa Pio X (1835-1914). Emocionado, ele se ajoelhou e chamou-o de Santidade. O Esp\u00edrito respondeu-lhe: &#8220;N\u00e3o sou Santidade, mas apenas um irm\u00e3o; venho avis\u00e1-lo que, dentro de alguns dias, se tornar\u00e1 papa, e que a Terra ser\u00e1 devorada por uma avalanche de trag\u00e9dia.<\/p>\n<p>\u00c9 da vontade do Senhor que seja papa para governar a Igreja com sabedoria, bondade diplom\u00e1tica e equil\u00edbrio&#8221;.<\/p>\n<p>O cardeal Eug\u00eanio Pacelli redarguiu dizendo que n\u00e3o entendia aquilo, porque Pio XI (1857-1939) era o papa de ent\u00e3o, e governava a Igreja com sabedoria. O Esp\u00edrito Pio X n\u00e3o discutiu com o cardeal, desvaneceu-se.<\/p>\n<p>Emocionado, Eug\u00eanio Pacelli desceu de seus aposentos e adentrou na Catedral de S\u00e3o Pedro. Foi at\u00e9 o subterr\u00e2neo, onde est\u00e3o os t\u00famulos papais, ajoelhando-se na cripta de Pio X, permanecendo em ora\u00e7\u00e3o at\u00e9 o amanhecer. Ao raiar do dia, adentrou novamente na Catedral de S\u00e3o Pedro, e um guarda su\u00ed\u00e7o perguntou-lhe se estava sentindo-se bem, pois estava muito p\u00e1lido. Eug\u00eanio Pacelli respondeu que tinha dialogado com Pio X. Surpreso, o guarda contrap\u00f4s que Pio X estava morto. Mas Eug\u00eanio Pacelli disse que, naturalmente, o sabia, pois fora ele quem tinha feito o discurso laudat\u00f3rio. Al\u00e9m do qu\u00ea, Pio X tinha sido seu padrinho de cardinalato.<\/p>\n<p>Pio X disse-lhe que ele seria papa e, em seguida, a humanidade entraria em guerra. O fato permaneceu em sigilo, mas dois ou tr\u00eas meses depois, Pio XI morreu de uma doen\u00e7a misteriosa. Eug\u00eanio Pacelli foi eleito o novo papa, Pio XII, e logo depois eclodiu a Segunda Guerra Mundial, conforme lhe dissera o Esp\u00edrito Pio X. \u00c9 mais um fato medi\u00fanico, registrado pela hist\u00f3ria, de comunicabilidade espiritual com os papas.<\/p>\n<p>\u00c9 interessante registrar que n\u00e3o foi por acaso que Pio X apareceu em Esp\u00edrito e se comunicou mediunicamente com Pio XII. O papa Pio X conhecia os fen\u00f4menos esp\u00edritas, pois seu m\u00e9dico, dr. Jos\u00e9 Lapponi (1851-1906), foi uma pessoa interessada nos estudos esp\u00edritas e at\u00e9 publicou um livro \u00e0 \u00e9poca &#8211; Hipnotismo e Espiritismo (1897) &#8211; aprovado pelo papa Le\u00e3o XIII, e que foi traduzido e publicado no Brasil pela editora da Federa\u00e7\u00e3o Esp\u00edrita Brasileira.<\/p>\n<p>O Dr. Lapponi tamb\u00e9m foi m\u00e9dico do papa Le\u00e3o XIII (1810-1903). Vale anotar que, quando da segunda edi\u00e7\u00e3o do livro Hipnotismo e Espiritismo, em 1904, o peri\u00f3dico Di\u00e1rio de Noticias, de Madri, do dia seis de julho, publicou carta do dr. Lapponi na qual ele comentava que o \u00f3rg\u00e3o jesu\u00edta La Civilit\u00e1 Cattolica censurava seu livro porque ele divulgava teorias que n\u00e3o eram aprovadas pela Igreja, e que o pr\u00f3prio papa Pio X reprovara a obra. Mas \u00e0 \u00e9poca, dom Eduardo Checci, redator do Giornale d&#8217;Italia, foi entrevistado sobre isso, desmentindo que o papa Pio X tivesse reprovado a obra. O dr. Lapponi acrescentou que Pio X conhecia o trabalho desde sua primeira edi\u00e7\u00e3o e o tinha aprovado, e que o livro tinha merecido louvores at\u00e9 do papa Le\u00e3o XIII, que disse que a ci\u00eancia cat\u00f3lica n\u00e3o devia ser contr\u00e1ria ao estudo do Espiritismo e suas manifesta\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>\u00c9 importante esclarecer que o dr. Lapponi n\u00e3o era esp\u00edrita e, nesse livro, ele adotou uma postura at\u00e9 de preven\u00e7\u00e3o com rela\u00e7\u00e3o aos fen\u00f4menos do hipnotismo e do Espiritismo, porque poderiam ensejar fraudes e mistifica\u00e7\u00f5es. Chega a ser curiosa essa sua atitude, pois a verdade \u00e9 que, se ele admitiu os fen\u00f4menos esp\u00edritas (e, para n\u00f3s, \u00e9 o que importa), n\u00e3o se compreende por que ele recrimina sua pr\u00e1tica.<\/p>\n<p>O dr. Lapponi demonstrou que n\u00e3o conheceu realmente o Espiritismo, uma vez que se ateve somente \u00e0 parte fenom\u00eanica; n\u00e3o conheceu a parte filos\u00f3fica e \u00e9tica da Doutrina Esp\u00edrita. Nem no aspecto fenom\u00eanico ele se aprofundou, pois s\u00f3 se referiu \u00e0s situa\u00e7\u00f5es duvidosas; por temer fraudes e a a\u00e7\u00e3o de Esp\u00edritos brincalh\u00f5es e zombeteiros (que, portanto, ele admitia), achou temer\u00e1rio e perigoso ocupar-se do Espiritismo.<\/p>\n<p>Para n\u00f3s vale que o dr. Lapponi, m\u00e9dico de dois papas, historiou a ocorr\u00eancia de fen\u00f4menos esp\u00edritas desde a Antiguidade e reconheceu a interven\u00e7\u00e3o dos Esp\u00edritos no mundo material.<\/p>\n<p>A transfigura\u00e7\u00e3o de Jesus \u00e9 citada como exemplo de fen\u00f4meno medi\u00fanico que aparece na B\u00edblia, com Mois\u00e9s e Elias aparecendo em esp\u00edrito material. Ao final do livro, ele afirmou que o Espiritismo s\u00f3 deveria ser estudado com as necess\u00e1rias precau\u00e7\u00f5es e por a\u00e7\u00e3o de pessoas reconhecidamente competentes (op.cit., p\u00e1g. 219).<\/p>\n<p>Portanto, a Doutrina Espirita e os fen\u00f4menos medi\u00fanicos transitaram pelo Vaticano no s\u00e9culo 19, entre os papas e pelo m\u00e9dico que cuidou de dois deles nesse per\u00edodo e escreveu um livro sobre o assunto, reconhecendo sua exist\u00eancia, apesar de sua atitude de temor.<\/p>\n<p>Mesmo nos tempos mais recuados, os fen\u00f4menos medi\u00fanicos estavam presentes na sociedade, em todos os lugares, j\u00e1 que fazem parte da Natureza. Por isso, encontramos refer\u00eancia a eles desde h\u00e1 dois mil anos. Basta citarmos o ap\u00f3stolo Pedro, que \u00e9 considerado como o primeiro papa da Igreja. Na B\u00edblia, encontramos v\u00e1rias ocorr\u00eancias medi\u00fanicas e de interfer\u00eancia dos Esp\u00edritos, ocorridos com Pedro. Por exemplo:<\/p>\n<p>a) em Mt: 17, 1-6, est\u00e1 descrita a transfigura\u00e7\u00e3o de Jesus na qual, estando Ele num monte, acompanhado por Pedro, Tiago e Jo\u00e3o, apareceram, em Esp\u00edrito, Mois\u00e9s e Elias, que j\u00e1 estavam mortos havia s\u00e9culos, e conversaram com Jesus;<\/p>\n<p>b) em At: 2, 1-14, ocorreu o fen\u00f4meno chamado Pentecostes, no qual os doze ap\u00f3stolos ouviram um som vindo do c\u00e9u, como um vento, e como que l\u00ednguas de fogo pousaram sobre cada um deles, que ent\u00e3o come\u00e7aram a falar em diversos idiomas;<\/p>\n<p>c) At: 3, 2-8, \u00e9 descrita a mediunidade curativa de Pedro, quando ele curou um coxo de nascimento que todo dia ia \u00e0 porta do templo para pedir esmolas. Ele tomou o coxo pela m\u00e3o e ordenou-lhe que se levantasse e andasse, e assim ocorreu;<\/p>\n<p>d) At: 11,5-10, Pedro teve um arrebatamento espiritual e teve vid\u00eancia e audi\u00eancia. Viu, a c\u00e9u aberto, um vaso que descia, como grande len\u00e7ol atado pelas quatro pontas, vindo para a terra, e ouviu uma voz: &#8220;Levanta-te Pedro, mata e come&#8221;. Pedro disse ao Senhor que nunca tinha comido coisa imunda. A Voz disse-lhe que n\u00e3o devia chamar de imundo o que Deus purificou; isso se repetiu por tr\u00eas vezes;<\/p>\n<p>e) At:11, 11-1, Pedro viu tr\u00eas homens de Cesar\u00e9ia que o buscavam, e estavam em frente \u00e0 casa onde estava; um Esp\u00edrito lhe disse que fosse com eles, nada duvidando;<\/p>\n<p>f) At:12, 5-11, Pedro estava dormindo na pris\u00e3o, vigiado por dois guardas. Quando Herodes ia cham\u00e1-lo, houve uma luz na pris\u00e3o, e apareceu um Esp\u00edrito (chamado anjo) despertando-o, rompendo as correntes e dizendo-lhe para fugir; e conduziu-o, fazendo-o passar pelos guardas, chegando \u00e0 porta da cidade, pela qual sa\u00edram. E Pedro percebeu que Deus havia enviado um Esp\u00edrito para ajud\u00e1-lo.<\/p>\n<p>Para encerrar esse importante registro hist\u00f3rico sobre a mediunidade e seu reconhecimento entre os papas, temos necessariamente que citar o rec\u00e9m-falecido papa Jo\u00e3o Paulo II, reconhecido como um grande mission\u00e1rio do bem. A revista Veja, de 6 de abril de 2005, na p\u00e1gina 93, transcreveu uma frase pronunciada por ele numa prega\u00e7\u00e3o na Bas\u00edlica de S\u00e3o Pedro, em novembro de 1983, e que dispensa coment\u00e1rios: &#8220;O di\u00e1logo com os mortos n\u00e3o deve ser interrompido, pois, na realidade, a vida n\u00e3o est\u00e1 limitada pelos horizontes do mundo&#8221;.<\/p>\n<p>Portanto, fica registrado, segundo as pr\u00f3prias fontes cat\u00f3licas e as n\u00e3o esp\u00edritas, que a mediunidade e a comunicabilidade espiritual t\u00eam se manifestado e sido reconhecidas pela Igreja, mesmo entre os seus maiores representantes, desde a Antiguidade. E ainda hoje ocorre, demonstrando que a vida n\u00e3o se restringe \u00e0 realidade material nem \u00e9 interrompida com a morte.<\/p>\n<p>By LUZ ESP\u00cdRITA &#8211; dezembro 29, 2010<\/p>\n<p>Extra\u00eddo de: <a href=\"https:\/\/espiritismoemmovimento.blogspot.com\/2010\/12\/mediunidade-reconhecida-pelos-papas.html\">Espiritismo em Movimento<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A MEDIUNIDADE RECONHECIDA PELOS PAPAS Recebemos o texto seguinte e dispomos aqui para a aprecia\u00e7\u00e3o de nossos amigos. Seu autor \u00e9 Washington L. N. Fernandes, originalmente publicado na Revista Espiritismo e Ci\u00eancia, da Mythos Editora. 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