{"id":12162,"date":"2022-09-02T09:09:46","date_gmt":"2022-09-02T12:09:46","guid":{"rendered":"https:\/\/xn--regeneraoplanetria-dsb6a7f.com.br\/?p=12162"},"modified":"2022-09-02T09:09:46","modified_gmt":"2022-09-02T12:09:46","slug":"a-carne-e-fraca-estudo-fisiologico-e-moral","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/xn--regeneraoplanetria-dsb6a7f.com.br\/index.php\/a-carne-e-fraca-estudo-fisiologico-e-moral\/","title":{"rendered":"A carne \u00e9 fraca. Estudo fisiol\u00f3gico e moral"},"content":{"rendered":"<h2><strong><span style=\"color: #0000ff;\">A carne \u00e9 fraca. Estudo fisiol\u00f3gico e moral<\/span><\/strong><\/h2>\n<p><span style=\"color: #008000;\">Allan Kardec<\/span><\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignright\" src=\"https:\/\/www.geae.net.br\/images\/IMAGENS\/Imagens_Artigos\/Esp.Per.Corp.jpg\" alt=\"Esp.Per.Corp\" width=\"261\" height=\"196\" \/><\/p>\n<p>H\u00e1 inclina\u00e7\u00f5es viciosas que evidentemente s\u00e3o mais inerentes ao esp\u00edrito, porque t\u00eam a ver mais com a moral do que com o f\u00edsico; outras mais parecem consequ\u00eancia do organismo e, por este motivo, a gente se julga menos respons\u00e1vel. Tais s\u00e3o as predisposi\u00e7\u00f5es \u00e0 c\u00f3lera, \u00e0 moleza, \u00e0 sensualidade, etc.<\/p>\n<p>Est\u00e1 hoje perfeitamente reconhecido pelos fil\u00f3sofos espiritualistas que os \u00f3rg\u00e3os cerebrais correspondentes \u00e0s diversas aptid\u00f5es devem o seu desenvolvimento \u00e0 atividade do esp\u00edrito; que esse desenvolvimento \u00e9, assim, um efeito e n\u00e3o uma causa. Um homem n\u00e3o \u00e9 m\u00fasico porque tem a bossa da m\u00fasica, mas tem a bossa da m\u00fasica porque seu esp\u00edrito \u00e9 m\u00fasico (Revista de julho de 1860 e abril de 1862).<\/p>\n<p>Se a atividade do esp\u00edrito reage sobre o c\u00e9rebro, deve reagir igualmente sobre as outras partes do organismo. Assim, o esp\u00edrito \u00e9 o art\u00edfice de seu pr\u00f3prio corpo, por assim dizer, modela-o, a fim de apropri\u00e1-lo \u00e0s suas necessidades e \u00e0 manifesta\u00e7\u00e3o de suas tend\u00eancias. Assim sendo, a perfei\u00e7\u00e3o do corpo nas ra\u00e7as adiantadas seria o resultado do trabalho do esp\u00edrito que aperfei\u00e7oa o seu utens\u00edlio \u00e0 medida que aumentam as suas faculdades. (A G\u00eanese segundo o Espiritismo, cap. XI, G\u00eanese Espiritual).<\/p>\n<p>Por uma consequ\u00eancia natural desse princ\u00edpio, as disposi\u00e7\u00f5es morais do esp\u00edrito devem modificar as qualidades do sangue, dar-lhe maior ou menor atividade, provocar uma secre\u00e7\u00e3o mais ou menos abundante de bile ou de outros fluidos. \u00c9 assim, por exemplo, que o glut\u00e3o sente vir a saliva, ou, como se diz vulgarmente, vir \u00e1gua \u00e0 boca \u00e0 vista de um prato apetitoso. N\u00e3o \u00e9 o alimento que pode superexcitar o \u00f3rg\u00e3o do paladar, pois n\u00e3o h\u00e1 contato; \u00e9, portanto, o esp\u00edrito, cuja sensualidade \u00e9 despertada, que age pelo pensamento sobre esse \u00f3rg\u00e3o, ao passo que, sobre um outro Esp\u00edrito, a vis\u00e3o daquele prato nada produz. D\u00e1-se o mesmo em todas as cobi\u00e7as, todos os desejos provocados pela vis\u00e3o. A diversidade das emo\u00e7\u00f5es n\u00e3o pode ser compreendida, numa por\u00e7\u00e3o de casos, sen\u00e3o pela diversidade das qualidades do esp\u00edrito. Tal \u00e9 a raz\u00e3o pela qual uma pessoa sens\u00edvel facilmente derrama l\u00e1grimas; n\u00e3o \u00e9 a abund\u00e2ncia das l\u00e1grimas que d\u00e1 a sensibilidade ao esp\u00edrito, mas a sensibilidade do esp\u00edrito que provoca a abundante secre\u00e7\u00e3o de l\u00e1grimas. Sob o imp\u00e9rio da sensibilidade, o organismo modelou-se sob esta disposi\u00e7\u00e3o normal do esp\u00edrito, como se modelou sob a do esp\u00edrito glut\u00e3o.<\/p>\n<p>Seguindo esta ordem de ideias, compreende-se que um esp\u00edrito irasc\u00edvel deve levar ao temperamento bilioso, de onde se segue que um homem n\u00e3o \u00e9 col\u00e9rico porque \u00e9 bilioso, mas que \u00e9 bilioso porque \u00e9 col\u00e9rico. Assim acontece com todas as outras disposi\u00e7\u00f5es instintivas; um esp\u00edrito mole e indolente deixar\u00e1 o seu organismo num estado de atonia em rela\u00e7\u00e3o com o seu car\u00e1ter, ao passo que, se ele for ativo e en\u00e9rgico, dar\u00e1 ao seu sangue, aos seus nervos, qualidades bem diferentes. A a\u00e7\u00e3o do esp\u00edrito sobre o f\u00edsico \u00e9 de tal modo evidente, que por vezes se veem graves desordens org\u00e2nicas produzidas por efeito de violentas como\u00e7\u00f5es morais. A express\u00e3o vulgar: A emo\u00e7\u00e3o lhe fez subir o sangue, n\u00e3o \u00e9 assim despida de sentido quanto se podia crer. Ora, o que p\u00f4de alterar o sangue sen\u00e3o as disposi\u00e7\u00f5es morais do esp\u00edrito?<\/p>\n<p>Este efeito \u00e9 sens\u00edvel sobretudo nas grandes dores, nas grandes alegrias, nos grandes pavores, cuja rea\u00e7\u00e3o pode chegar a causar a morte. Vemos pessoas que morrem do medo de morrer. Ora, que rela\u00e7\u00e3o existe entre o corpo do indiv\u00edduo e o objeto que causa pavor, objeto que, muitas vezes, n\u00e3o tem qualquer realidade? Diz-se que \u00e9 o efeito da imagina\u00e7\u00e3o; seja, mas o que \u00e9 a imagina\u00e7\u00e3o sen\u00e3o um atributo, um modo de sensibilidade do esp\u00edrito? Parece dif\u00edcil atribuir a imagina\u00e7\u00e3o aos m\u00fasculos e aos nervos, pois ent\u00e3o n\u00e3o compreender\u00edamos por que esses m\u00fasculos e esses nervos n\u00e3o t\u00eam imagina\u00e7\u00e3o sempre; por que n\u00e3o a t\u00eam ap\u00f3s a morte; por que o que nuns causa um pavor mortal, noutros excita a coragem.<\/p>\n<p>Seja qual for a sutileza que usemos para explicar os fen\u00f4menos morais exclusivamente pelas propriedades da mat\u00e9ria, cairemos inevitavelmente num impasse, no fundo do qual se percebe, com toda a evid\u00eancia, e como \u00fanica solu\u00e7\u00e3o poss\u00edvel, o ser espiritual independente, para quem o organismo n\u00e3o \u00e9 sen\u00e3o um meio de manifesta\u00e7\u00e3o, como o piano \u00e9 o instrumento das manifesta\u00e7\u00f5es do pensamento do m\u00fasico. Assim como o m\u00fasico afina o seu piano, pode-se dizer que o Esp\u00edrito afina o seu corpo para p\u00f4-lo no diapas\u00e3o de suas disposi\u00e7\u00f5es morais.<\/p>\n<p>\u00c9 verdadeiramente curioso ver o materialismo falar incessantemente da necessidade de elevar a dignidade do homem, quando se esfor\u00e7a por reduzi-lo a um peda\u00e7o de carne que apodrece e desaparece sem deixar nenhum vest\u00edgio; de reivindicar para ele a liberdade como um direito natural, quando faz dele um mecanismo, marchando como um boneco, sem responsabilidade por seus atos.<\/p>\n<p>Com o ser espiritual independente, preexistente e sobrevivente ao corpo, a responsabilidade \u00e9 absoluta. Ora, para a maioria, o primeiro, o principal m\u00f3vel da cren\u00e7a no niilismo, \u00e9 o pavor que causa essa responsabilidade, fora da lei humana, e \u00e0 qual cr\u00ea escapar fechando os olhos. At\u00e9 hoje essa responsabilidade nada tinha de bem definido; n\u00e3o era sen\u00e3o um medo vago, fundado, h\u00e1 que reconhecer, em cren\u00e7as nem sempre admiss\u00edveis pela raz\u00e3o. O Espiritismo a demonstra como uma realidade patente, efetiva, sem restri\u00e7\u00e3o, como uma consequ\u00eancia natural da espiritualidade do ser. Eis por que certas pessoas temem o Espiritismo, que as perturbaria em sua quietude, erguendo \u00e0 sua frente o tem\u00edvel tribunal do futuro. Provar que o homem \u00e9 respons\u00e1vel por todos os seus atos \u00e9 provar a sua liberdade de a\u00e7\u00e3o, e provar a sua liberdade \u00e9 revelar a sua dignidade. A perspectiva da responsabilidade fora da lei humana \u00e9 o mais poderoso elemento moralizador: \u00e9 o objetivo ao qual conduz o Espiritismo pela for\u00e7a das coisas.<\/p>\n<p>Portanto, conforme as observa\u00e7\u00f5es fisiol\u00f3gicas que precedem, podemos admitir que o temperamento \u00e9, pelo menos em parte, determinado pela natureza do esp\u00edrito, que \u00e9 causa e n\u00e3o efeito. Dizemos em parte, porque h\u00e1 casos em que o f\u00edsico evidentemente influi sobre o moral: \u00e9 quando um estado m\u00f3rbido ou anormal \u00e9 determinado por uma causa externa, acidental, independente do esp\u00edrito, como a temperatura, o clima, os v\u00edcios heredit\u00e1rios de constitui\u00e7\u00e3o, um mal-estar passageiro, etc. O moral do Esp\u00edrito pode, ent\u00e3o, ser afetado em suas manifesta\u00e7\u00f5es pelo estado patol\u00f3gico, sem que sua natureza intr\u00ednseca seja modificada.<\/p>\n<p>Escusar-se de suas m\u00e1s a\u00e7\u00f5es com a fraqueza da carne n\u00e3o \u00e9 sen\u00e3o um subterf\u00fagio para eximir-se da responsabilidade. A carne n\u00e3o \u00e9 fraca sen\u00e3o porque o esp\u00edrito \u00e9 fraco, o que derruba a quest\u00e3o e deixa ao esp\u00edrito a responsabilidade de todos os seus atos. A carne, que n\u00e3o tem nem pensamento nem vontade, jamais prevalece sobre o Esp\u00edrito, que \u00e9 o ser pensante e voluntarioso. \u00c9 o esp\u00edrito que d\u00e1 \u00e0 carne as qualidades correspondentes aos instintos, como um artista imprime \u00e0 sua obra material o cunho de seu g\u00eanio. Liberto dos instintos da bestialidade, o esp\u00edrito modela um corpo que n\u00e3o \u00e9 mais um tirano para as suas aspira\u00e7\u00f5es \u00e0 espiritualidade de seu ser; ent\u00e3o o homem come para viver, porque viver \u00e9 uma necessidade, mas n\u00e3o vive para comer.<\/p>\n<p>A responsabilidade moral dos atos da vida, portanto, permanece \u00edntegra. Mas, diz a raz\u00e3o que as consequ\u00eancias dessa responsabilidade devem ser proporcionais ao desenvolvimento intelectual do Esp\u00edrito, pois quanto mais esclarecido ele for, menos escus\u00e1vel ser\u00e1, porque, com a intelig\u00eancia e o senso moral, nascem as no\u00e7\u00f5es do bem e do mal, do justo e do injusto. O selvagem, ainda vizinho da animalidade, que cede ao instinto do animal, comendo o seu semelhante, \u00e9, sem contradita, menos culp\u00e1vel que o homem civilizado que comete uma simples injusti\u00e7a.<\/p>\n<p>Esta lei ainda encontra sua aplica\u00e7\u00e3o na Medicina e d\u00e1 a raz\u00e3o do seu insucesso em certos casos. Considerando-se que o temperamento \u00e9 um efeito, e n\u00e3o uma causa, os esfor\u00e7os tentados para modific\u00e1-lo podem ser paralisados pelas disposi\u00e7\u00f5es morais do esp\u00edrito que op\u00f5e uma resist\u00eancia inconsciente e neutraliza a a\u00e7\u00e3o terap\u00eautica. \u00c9, pois, sobre a causa primeira que devemos agir; se se consegue mudar as disposi\u00e7\u00f5es morais do esp\u00edrito, o temperamento modificar-se-\u00e1 por si mesmo, sob o imp\u00e9rio de uma vontade diferente ou, pelo menos, a a\u00e7\u00e3o do tratamento m\u00e9dico ser\u00e1 ajudada, em vez de ser tolhida. Se poss\u00edvel, dai coragem ao poltr\u00e3o, e vereis cessarem os efeitos fisiol\u00f3gicos do medo. D\u00e1-se o mesmo com as outras disposi\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>Mas, perguntar\u00e3o, pode o m\u00e9dico do corpo fazer-se m\u00e9dico da alma? Est\u00e1 em suas atribui\u00e7\u00f5es fazer-se moralizador de seus doentes? Sim, sem d\u00favida, em certos limites; \u00e9 mesmo um dever que um bom m\u00e9dico jamais negligencia, desde o instante que v\u00ea no estado da alma um obst\u00e1culo ao restabelecimento da sa\u00fade do corpo. O essencial \u00e9 aplicar o rem\u00e9dio moral com tato, prud\u00eancia e convenientemente, conforme as circunst\u00e2ncias. Deste ponto de vista, sua a\u00e7\u00e3o \u00e9 for\u00e7osamente circunscrita, porque, al\u00e9m de ele ter sobre o seu doente apenas uma ascend\u00eancia moral, em certa idade \u00e9 dif\u00edcil uma transforma\u00e7\u00e3o do car\u00e1ter. \u00c9, pois, \u00e0 educa\u00e7\u00e3o, e sobretudo \u00e0 primeira educa\u00e7\u00e3o, que incumbem os cuidados dessa natureza. Quando a educa\u00e7\u00e3o, desde o ber\u00e7o, for dirigida nesse sentido; quando nos aplicarmos em abafar, em seus germes, as imperfei\u00e7\u00f5es morais, como fazemos com as imperfei\u00e7\u00f5es f\u00edsicas, o m\u00e9dico n\u00e3o mais encontrar\u00e1 no temperamento um obst\u00e1culo contra o qual a sua ci\u00eancia muitas vezes \u00e9 impotente.<\/p>\n<p>Como se v\u00ea, \u00e9 todo um estudo, mas um estudo completamente est\u00e9ril, enquanto n\u00e3o levarmos em conta a a\u00e7\u00e3o do elemento espiritual sobre o organismo. Participa\u00e7\u00e3o incessantemente ativa do elemento espiritual nos fen\u00f4menos da vida, tal \u00e9 a chave da maior parte dos problemas contra os quais se choca a Ci\u00eancia. Quando ela levar em considera\u00e7\u00e3o a a\u00e7\u00e3o desse princ\u00edpio, ver\u00e1 abrir-se \u00e0 sua frente horizontes completamente novos. \u00c9 a demonstra\u00e7\u00e3o desta verdade que o Espiritismo traz.<\/p>\n<p><strong><span style=\"color: #993300;\">Fonte: Revista Esp\u00edrita, Ano XII, V. 03, mar\u00e7o de 1869<\/span><\/strong><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A carne \u00e9 fraca. 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