{"id":12191,"date":"2022-09-08T09:22:01","date_gmt":"2022-09-08T12:22:01","guid":{"rendered":"https:\/\/xn--regeneraoplanetria-dsb6a7f.com.br\/?p=12191"},"modified":"2022-09-08T09:22:01","modified_gmt":"2022-09-08T12:22:01","slug":"a-vida-futura","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/xn--regeneraoplanetria-dsb6a7f.com.br\/index.php\/a-vida-futura\/","title":{"rendered":"A vida futura"},"content":{"rendered":"<h2><strong><span style=\"color: #0000ff;\">A vida futura<\/span><\/strong><\/h2>\n<p><strong><span style=\"color: #008000;\">Allan Kardec<\/span><\/strong><\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignright\" src=\"https:\/\/www.bing.com\/th?id=OIP.OZBVJj9mSUthGn2jzfMkNQHaHa&amp;w=164&amp;h=170&amp;c=8&amp;rs=1&amp;qlt=90&amp;o=6&amp;pid=3.1&amp;rm=2\" alt=\"Resultado de imagem para Imagens A vida futura. Tamanho: 164 x 170. Fonte: luzdoespiritismo.com\" width=\"234\" height=\"243\" \/><\/p>\n<p>A vida futura j\u00e1 deixou de ser um problema. \u00c9 um fato apurado pela raz\u00e3o e pela demonstra\u00e7\u00e3o para a quase totalidade dos homens, porquanto os que a negam formam \u00ednfima minoria, sem embargo do ru\u00eddo que tentam fazer. N\u00e3o \u00e9, pois, a sua realidade o que nos propomos demonstrar aqui. Fora repetir-nos sem acrescentarmos coisa alguma \u00e0 convic\u00e7\u00e3o geral. Admitido que est\u00e1 o princ\u00edpio, como prim\u00edcias, o a que nos propomos \u00e9 examinar-lhe a influ\u00eancia sobre a ordem social e a moraliza\u00e7\u00e3o, segundo a maneira por que \u00e9 encarada.<\/p>\n<p>As consequ\u00eancias do princ\u00edpio contr\u00e1rio, isto \u00e9, do nadismo, j\u00e1 s\u00e3o por demais conhecidas e bastante compreendidas, para que se torne necess\u00e1rio desenvolv\u00ea-las de novo. Apenas diremos que, se estivesse demonstrada a inexist\u00eancia da vida futura, nenhum outro fim teria a vida presente, sen\u00e3o o da manuten\u00e7\u00e3o de um corpo que, amanh\u00e3, dentro de uma hora, poder\u00e1 deixar de existir, ficando tudo, nesse caso, inteiramente acabado. A consequ\u00eancia l\u00f3gica de semelhante condi\u00e7\u00e3o para a Humanidade seria concentrarem-se todos os pensamentos na incrementa\u00e7\u00e3o dos gozos materiais, sem aten\u00e7\u00e3o aos preju\u00edzos de outrem. Por que, ent\u00e3o, haveria algu\u00e9m de suportar priva\u00e7\u00f5es, de impor-se sacrif\u00edcios? Por que haveria de constranger-se para se melhorar, para se corrigir de defeitos? Seria tamb\u00e9m a absoluta inutilidade do remorso, do arrependimento, uma vez que nada se deveria esperar. Seria, afinal, a consagra\u00e7\u00e3o do ego\u00edsmo e da m\u00e1xima: O mundo pertence aos mais fortes e aos mais espertos. Sem a vida futura, a moral n\u00e3o passa de mero constrangimento, de um c\u00f3digo convencional, arbitrariamente imposto; nenhuma raiz teria ela no cora\u00e7\u00e3o. Uma sociedade fundada em tal cren\u00e7a s\u00f3 teria por elo, a prender-lhe os membros, a for\u00e7a e bem depressa cairia em dissolu\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>N\u00e3o se objete que, entre os negadores da vida futura, h\u00e1 pessoas honestas, incapazes de cientemente causar dano a quem quer que seja e suscet\u00edveis dos maiores devotamentos. Digamos, antes de tudo, que, entre muitos incr\u00e9dulos, a nega\u00e7\u00e3o do porvir \u00e9 mais fanfarronada, jact\u00e2ncia, orgulho de passarem por esp\u00edritos fortes, do que resultado de uma convic\u00e7\u00e3o absoluta. No foro \u00edntimo de suas consci\u00eancias, h\u00e1 uma d\u00favida a importun\u00e1-los, pelo que procuram eles atordoar-se. N\u00e3o \u00e9, por\u00e9m, sem dissimula\u00e7\u00e3o que pronunciam o terr\u00edvel nada, que os priva do fruto de todos os trabalhos da intelig\u00eancia e despeda\u00e7a para sempre as mais caras afei\u00e7\u00f5es. Muitos dos que mais forte deblateram s\u00e3o os primeiros a tremer ante a ideia do desconhecido; por isso mesmo, quando se lhes aproxima o momento fatal de entrarem nesse desconhecido, bem poucos s\u00e3o os que adormecem, no derradeiro sono, na firme persuas\u00e3o de que n\u00e3o despertar\u00e3o algures, visto que a Natureza jamais abdica dos seus direitos.<\/p>\n<p>Afirmamos, pois, que, na maioria dos incr\u00e9dulos, a incredulidade \u00e9 muito relativa, isto \u00e9, que, n\u00e3o lhes estando satisfeita a raz\u00e3o, nem com os dogmas, nem com as cren\u00e7as religiosas, e nada tendo encontrado, em parte alguma, com que encherem o vazio que se lhes fizera no \u00edntimo, eles conclu\u00edram que nada h\u00e1 e edificaram sistemas com que justificassem a nega\u00e7\u00e3o. N\u00e3o s\u00e3o, conseguintemente, incr\u00e9dulos, sen\u00e3o por falta de coisa melhor. Os absolutamente incr\u00e9dulos s\u00e3o rar\u00edssimos, se \u00e9 que existem.<\/p>\n<p>Uma latente e inconsciente intui\u00e7\u00e3o do futuro \u00e9, portanto, capaz de deter grande n\u00famero deles no declive do mal e uma imensidade de atos se poderiam citar, mesmo da parte dos mais endurecidos, testificantes da exist\u00eancia desse sentimento secreto que os domina, a seu malgrado.<\/p>\n<p>Cumpre tamb\u00e9m dizer que, seja qual for o grau da incredulidade, o respeito humano \u00e9 o que torna reservadas as pessoas de certa condi\u00e7\u00e3o social. A posi\u00e7\u00e3o que ocupam os obriga a uma linha de proceder muito discreta; temem acima de tudo a desconsidera\u00e7\u00e3o e o desd\u00e9m que, fazendo-os perder, por deca\u00edrem da categoria em que se encontram, as aten\u00e7\u00f5es do mundo, os privariam dos gozos de que desfrutam; se carecem de um fundo de virtudes, pelo menos t\u00eam destas o verniz. Mas, aos que nenhuma raz\u00e3o se apresenta para se preocuparem com a opini\u00e3o dos outros, aos que zombam do \u201cque dir\u00e3o\u201d, e n\u00e3o h\u00e1 contestar que esses formam a maioria, que freio se pode impor ao transbordamento das paix\u00f5es brutais e dos apetites grosseiros? Em que base assentar a teoria do bem e do mal, a necessidade de eles reformarem seus maus pendores, o dever de respeitarem o que pertence aos outros, quando eles pr\u00f3prios nada possuem? Qual pode ser o est\u00edmulo \u00e0 honradez, para criaturas a quem se haja persuadido que n\u00e3o passam de simples animais? A lei, respondem, a\u00ed est\u00e1 para cont\u00ea-los; mas, a lei n\u00e3o \u00e9 um c\u00f3digo de moral que toque o cora\u00e7\u00e3o; \u00e9 uma for\u00e7a cuja a\u00e7\u00e3o eles suportam e que iludem, se o podem. Se lhe caem sob o guante, isso \u00e9 por eles tido como resultado de m\u00e1 sorte ou de inabilidade, a que tratam de remediar na primeira ocasi\u00e3o.<\/p>\n<p>Os que pretendem que os incr\u00e9dulos tem mais m\u00e9rito em fazer o bem, por n\u00e3o esperarem nenhuma recompensa numa vida futura, em que n\u00e3o creem, se valem de um sofisma igualmente mal fundado. Tamb\u00e9m os crentes dizem que \u00e9 pouco merit\u00f3rio o bem praticado com vistas em vantagens que possam colher. V\u00e3o mesmo mais longe, porquanto se acham persuadidos de que o m\u00e9rito pode ser completamente anulado, tal o m\u00f3vel que determine a a\u00e7\u00e3o. A perspectiva da vida futura n\u00e3o exclui o desinteresse nas boas obras, porque a ventura que elas proporcionam est\u00e1, antes de tudo, subordinada ao grau de adiantamento moral do indiv\u00edduo. Ora, os orgulhosos e os ambiciosos se contam entre os menos aquinhoados. Mas, os incr\u00e9dulos que praticam o bem s\u00e3o t\u00e3o desinteressados como o pretendem? Ser\u00e1 que, nada esperando do outro mundo, tamb\u00e9m deste nada esperem? O amor-pr\u00f3prio n\u00e3o tem no caso a sua parte? Ser\u00e3o eles insens\u00edveis aos aplausos dos homens? Se tal acontecesse, estariam num grau de perfei\u00e7\u00e3o rara e n\u00e3o cremos haja muitos que a tanto sejam induzidos unicamente pelo culto da mat\u00e9ria.<\/p>\n<p>Obje\u00e7\u00e3o mais s\u00e9ria \u00e9 esta: Se a cren\u00e7a na vida futura \u00e9 um elemento moralizador, como \u00e9 que aqueles a quem se prega isso desde que v\u00eam ao mundo s\u00e3o igualmente t\u00e3o maus?<\/p>\n<p>Primeiramente, quem nos diz que sem isso n\u00e3o seriam piores? N\u00e3o h\u00e1 duvidar, desde que se considerem os resultados inevit\u00e1veis da populariza\u00e7\u00e3o do nadismo. N\u00e3o se comprova, ao contr\u00e1rio, observando-se as diferentes gradua\u00e7\u00f5es da Humanidade, desde a selvajaria at\u00e9 a civiliza\u00e7\u00e3o, que o progresso intelectual e moral vai \u00e0 frente, produzindo o abrandamento dos costumes e uma concep\u00e7\u00e3o mais racional da vida futura? Essa concep\u00e7\u00e3o, no entanto, por muito imperfeita, ainda n\u00e3o pode exercer a influ\u00eancia que necessariamente ter\u00e1, \u00e0 medida que for mais bem compreendida e que se adquiram no\u00e7\u00f5es mais exatas sobre o futuro que nos est\u00e1 reservado.<\/p>\n<p>Por muito s\u00f3lida que seja a cren\u00e7a na imortalidade, o homem n\u00e3o se preocupa com a sua alma, sen\u00e3o de um ponto de vista m\u00edstico. A vida futura, definida com extrema falta de clareza, s\u00f3 muito vagamente o impressiona; n\u00e3o passa de um objetivo que se perde muito ao longe e n\u00e3o um meio, porque a sorte lhe est\u00e1 irrevogavelmente assinada e em parte alguma lha apresentam como progressiva, donde se conclui que aquilo que formos, ao sair daqui, s\u00ea-lo-emos por toda a eternidade. Ali\u00e1s, o quadro que tra\u00e7am da vida futura, as condi\u00e7\u00f5es determinantes da felicidade ou da desventura que l\u00e1 se experimentam, longe est\u00e3o, sobretudo num s\u00e9culo de exame, como o nosso, de satisfazer completamente a raz\u00e3o. Acresce que ela n\u00e3o se prende muito diretamente \u00e0 vida terrestre, nenhuma solidariedade havendo entre as duas, mas, antes, um abismo, de maneira que aquele que se preocupa principalmente com uma das duas quase sempre perde a outra de vista.<\/p>\n<p>Sob o imp\u00e9rio da f\u00e9 cega, essa cren\u00e7a abstrata bastar\u00e1 \u00e0s inspira\u00e7\u00f5es dos homens que, ent\u00e3o, se deixavam conduzir. Hoje, por\u00e9m, sob o reinado do livre exame eles querem conduzir-se por si mesmos, ver com seus pr\u00f3prios olhos e compreender. Aquelas vagas no\u00e7\u00f5es da vida futura j\u00e1 n\u00e3o est\u00e3o a altura das novas ideias e j\u00e1 n\u00e3o correspondem \u00e0s necessidades que o progresso criou. Com o desenvolvimento das ideias, tudo tem que progredir em torno do homem, porque tudo se liga, tudo \u00e9 solid\u00e1rio em a Natureza: ci\u00eancias, cren\u00e7as, cultos, legisla\u00e7\u00f5es, meios de a\u00e7\u00e3o. O movimento para a frente \u00e9 irresist\u00edvel, porque \u00e9 lei da exist\u00eancia dos seres. O que quer que fique para tr\u00e1s, abaixo do n\u00edvel social, \u00e9 posto de lado, como vestu\u00e1rio que se tornou imprest\u00e1vel e, finalmente, arrastado pela onda que se avoluma.<\/p>\n<p>O mesmo acontece com as ideias pueris sobre a vida futura, com que os nossos pais se contentavam; persistir hoje em imp\u00f4-las seria propagar a incredulidade. Para que a opini\u00e3o geral a aceite e para que ela exer\u00e7a sua a\u00e7\u00e3o moralizadora, a vida futura tem que ser apresentada sob o aspecto de coisa positiva, de certo modo tang\u00edvel e capaz de suportar qualquer exame, satisfazendo \u00e0 raz\u00e3o, sem nada deixar na sombra. No momento em que a precariedade das no\u00e7\u00f5es sobre o porvir abria a porta \u00e0 d\u00favida e \u00e0 incredulidade, novos meios de investiga\u00e7\u00e3o foram conferidos ao homem, para penetrar esse mist\u00e9rio e fazer-lhe compreender a vida futura na sua realidade, em seu positivismo, nas suas rela\u00e7\u00f5es \u00edntimas com a vida corp\u00f3rea.<\/p>\n<p>Por que, em geral, se cuida t\u00e3o pouco da vida futura? Trata-se, no entanto, de uma atualidade, pois que todos os dias milhares de homens partem para esse destino desconhecido. Tendo cada um de n\u00f3s de partir por sua vez e podendo a hora da partida soar de um momento para outro, parece natural que todos se preocupem com o que suceder\u00e1. Por que n\u00e3o se d\u00e1 isso? Precisamente porque \u00e9 desconhecido o destino e porque, at\u00e9 ao presente, ningu\u00e9m tinha meio de conhec\u00ea-lo. A Ci\u00eancia inexor\u00e1vel, o desalojou dos lugares onde o tinha limitado. Est\u00e1 ele perto? Est\u00e1 longe? Acha-se perdido no infinito? As filosofias de antanho nada respondem, porque nada sabem a respeito. Diz-se ent\u00e3o: \u201cSer\u00e1 o que for.\u201d Indiferen\u00e7a.<\/p>\n<p>Ensinam-nos que seremos felizes ou infelizes, conforme houvermos vivido bem ou mal. Mas, isso \u00e9 t\u00e3o vago! Em que consistem essa felicidade e essa infelicidade? O quadro que de uma e outra nos tra\u00e7am t\u00e3o em desacordo est\u00e1 com a ideia que fazemos da justi\u00e7a de Deus, t\u00e3o cheio de contradi\u00e7\u00f5es, de inconsequ\u00eancias de impossibilidades radicais, que involuntariamente a d\u00favida se apresenta, sen\u00e3o a incredulidade absoluta. Ao demais, pondera-se que os que se enganaram com rela\u00e7\u00e3o aos lugares indicados para moradas futuras tamb\u00e9m podem ter sido induzidos em erro, quanto \u00e0s condi\u00e7\u00f5es que estatuem para a felicidade e para o sofrimento. Ali\u00e1s, como seremos nesse outro mundo? Seremos seres concretos ou abstratos? Teremos uma forma ou uma apar\u00eancia? Se nada de material tivermos, como poderemos experimentar sofrimentos materiais? Se os ditosos nada tiverem que fazer, a ociosidade perp\u00e9tua, em vez de uma recompensa, ser\u00e1 um supl\u00edcio, a menos que se admita o Nirvana do budismo, que n\u00e3o \u00e9 mais desej\u00e1vel do que aquela ociosidade.<\/p>\n<p>O homem n\u00e3o se preocupar\u00e1 com a vida futura, sen\u00e3o quando vir nela um fim claro e positivamente definido, uma situa\u00e7\u00e3o l\u00f3gica, em correspond\u00eancia com todas as suas aspira\u00e7\u00f5es, que resolva todas as dificuldades do presente e em que n\u00e3o se lhe depare coisa alguma que a raz\u00e3o n\u00e3o possa admitir. Se ele se preocupa com o dia seguinte, \u00e9 porque a vida do dia seguinte se liga intimamente \u00e0 vida do dia anterior; uma e outra s\u00e3o solid\u00e1rias; ele sabe que do que fizer hoje depende a sua posi\u00e7\u00e3o amanh\u00e3 e que do que fizer amanh\u00e3 depender\u00e1 a sua posi\u00e7\u00e3o no dia imediato e assim por diante.<\/p>\n<p>Tal tem de ser para ele a vida futura, quando esta n\u00e3o mais se achar perdida nas nebulosidades da abstra\u00e7\u00e3o e for uma atualidade palp\u00e1vel, complemente necess\u00e1rio da vida presente, uma das fases da vida geral, como os dias s\u00e3o fases da vida corporal. Quando vir o presente reagir sobre o futuro, pela for\u00e7a das coisas, e, sobretudo, quando compreender a rea\u00e7\u00e3o do futuro sobre o presente; quando, em suma, verificar que o passado, o presente e o futuro se encadeiam por inflex\u00edvel necessidade, como o ontem, o hoje e o amanh\u00e3 na vida atual, oh! ent\u00e3o suas ideias mudar\u00e3o completamente, porque ele ver\u00e1 na vida futura n\u00e3o s\u00f3 um fim, como tamb\u00e9m um meio; n\u00e3o um efeito distante, mas atual. Ent\u00e3o, igualmente, essa cren\u00e7a exercer\u00e1 sem d\u00favida, e por uma consequ\u00eancia toda natural, a\u00e7\u00e3o preponderante sobre o estado social e sobre a moraliza\u00e7\u00e3o da Humanidade.<\/p>\n<p>Tal o ponto de vista donde o Espiritismo nos faz considerar a vida futura.<\/p>\n<p><strong><span style=\"color: #993300;\">Fonte: Revista Esp\u00edrita, Ano XII, Volume 11, novembro de 1869<\/span><\/strong><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A vida futura Allan Kardec A vida futura j\u00e1 deixou de ser um problema. \u00c9 um fato apurado pela raz\u00e3o e pela demonstra\u00e7\u00e3o para a quase totalidade dos homens, porquanto os que a negam formam \u00ednfima minoria, sem embargo do &hellip; <a href=\"https:\/\/xn--regeneraoplanetria-dsb6a7f.com.br\/index.php\/a-vida-futura\/\">Continue lendo <span class=\"meta-nav\">&rarr;<\/span><\/a><\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"aside","meta":{"footnotes":""},"categories":[18,1,23,16,27,19],"tags":[],"class_list":["post-12191","post","type-post","status-publish","format-aside","hentry","category-a-familia","category-artigos","category-ciencia","category-espiritismo","category-sociedade","category-transicao","post_format-post-format-aside"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/xn--regeneraoplanetria-dsb6a7f.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/12191","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/xn--regeneraoplanetria-dsb6a7f.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/xn--regeneraoplanetria-dsb6a7f.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/xn--regeneraoplanetria-dsb6a7f.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/xn--regeneraoplanetria-dsb6a7f.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=12191"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/xn--regeneraoplanetria-dsb6a7f.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/12191\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":12192,"href":"https:\/\/xn--regeneraoplanetria-dsb6a7f.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/12191\/revisions\/12192"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/xn--regeneraoplanetria-dsb6a7f.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=12191"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/xn--regeneraoplanetria-dsb6a7f.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=12191"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/xn--regeneraoplanetria-dsb6a7f.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=12191"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}