{"id":12223,"date":"2022-09-18T07:19:48","date_gmt":"2022-09-18T10:19:48","guid":{"rendered":"https:\/\/xn--regeneraoplanetria-dsb6a7f.com.br\/?p=12223"},"modified":"2022-09-18T07:19:48","modified_gmt":"2022-09-18T10:19:48","slug":"a-estrada-da-vida","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/xn--regeneraoplanetria-dsb6a7f.com.br\/index.php\/a-estrada-da-vida\/","title":{"rendered":"A estrada da vida"},"content":{"rendered":"<h2><strong><span style=\"color: #0000ff;\">A estrada da vida<\/span><\/strong><\/h2>\n<p><strong><span style=\"color: #008000;\">Allan Kardec<\/span><\/strong><\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignleft\" src=\"https:\/\/cultura.uol.com.br\/upload\/tvcultura\/entretenimento\/20210428193857_kardec-nota.jpg\" alt=\"Cinco curiosidades sobre Allan Kardec\" width=\"197\" height=\"132\" \/><\/p>\n<p>A quest\u00e3o da pluralidade das exist\u00eancias h\u00e1 muito tempo preocupa os fil\u00f3sofos, e mais de um viu, na anterioridade da alma, a \u00fanica solu\u00e7\u00e3o poss\u00edvel dos problemas mais importantes da psicologia; sem esse princ\u00edpio, encontraram-se parados a cada passo e acolhidos num impasse de onde n\u00e3o puderam sair sen\u00e3o com a ajuda da pluralidade das exist\u00eancias.<\/p>\n<p>A maior obje\u00e7\u00e3o que se possa fazer a essa teoria \u00e9 a aus\u00eancia da lembran\u00e7a das exist\u00eancias anteriores. Com efeito, uma sucess\u00e3o de exist\u00eancias inconscientes umas das outras; deixar um corpo para retomar logo um outro sem a mem\u00f3ria do passado, equivaleria ao nada, porque isso seria o nada do pensamento; isso seria tantos pontos de partida novos, sem liga\u00e7\u00e3o com os precedentes; isso seria uma ruptura incessante de todas as afei\u00e7\u00f5es que fazem o encanto da vida presente e a esperan\u00e7a mais doce e mais consoladora do futuro; isso seria, enfim, a nega\u00e7\u00e3o de toda responsabilidade moral. Semelhante doutrina seria t\u00e3o inadmiss\u00edvel e t\u00e3o incompat\u00edvel com a justi\u00e7a de Deus, quanto aquela de uma s\u00f3 exist\u00eancia com a perspectiva de uma eternidade absoluta de penas para faltas tempor\u00e1rias. Compreende-se, pois, que aqueles que formam semelhante id\u00e9ia da reencarna\u00e7\u00e3o a repilam, mas n\u00e3o \u00e9 assim que o Espiritismo no-la apresenta.<\/p>\n<p>A exist\u00eancia espiritual da alma, nos diz ele, \u00e9 sua exist\u00eancia normal, com lembran\u00e7a retrospectiva indefinida; as exist\u00eancias corp\u00f3reas n\u00e3o s\u00e3o sen\u00e3o intervalos, curtas esta\u00e7\u00f5es na exist\u00eancia espiritual, e a soma de todas essas esta\u00e7\u00f5es n\u00e3o \u00e9 sen\u00e3o uma parte m\u00ednima da exist\u00eancia normal, absolutamente como se, numa viagem de v\u00e1rios anos, se parasse de tempos em tempos durante algumas horas. Se, durante as exist\u00eancias corp\u00f3reas, parece nela haver solu\u00e7\u00e3o de continuidade pela aus\u00eancia da lembran\u00e7a, a liga\u00e7\u00e3o se estabelece durante a vida espiritual, que n\u00e3o tem interrup\u00e7\u00e3o; a solu\u00e7\u00e3o de continuidade n\u00e3o existe, em realidade, sen\u00e3o para a vida corp\u00f3rea exterior e de rela\u00e7\u00e3o; e aqui a aus\u00eancia da lembran\u00e7a prova a sabedoria da Provid\u00eancia que n\u00e3o quis que o homem fosse muito desviado da vida real, onde tem deveres a cumprir; mas, no estado de repouso do corpo, no sono, a alma retoma em parte o seu v\u00f4o, e a\u00ed se restabelece a cadeia interrompida somente durante a vig\u00edlia.<\/p>\n<p>A isso se pode ainda fazer uma obje\u00e7\u00e3o e perguntar que proveito se pode tirar de suas exist\u00eancias anteriores para a sua melhoria, se n\u00e3o se lembra das faltas que se cometeu. O Espiritismo responde primeiro que a lembran\u00e7a de exist\u00eancias infelizes, juntando-se \u00e0s mis\u00e9rias da vida presente, tornaria esta ainda mais penosa; \u00e9, pois, um acr\u00e9scimo de sofrimentos que Deus quis nos poupar; sem isso, freq\u00fcentemente, quanto n\u00e3o seria nossa humilha\u00e7\u00e3o pensando no que fomos! Quanto ao nosso adiantamento, essa lembran\u00e7a \u00e9 in\u00fatil. Durante cada exist\u00eancia, damos alguns passos adiante; adquirimos algumas qualidades e nos despojamos de algumas imperfei\u00e7\u00f5es; cada uma delas \u00e9, assim, um novo ponto de partida, em que somos o que nos houvermos feito, em que nos tomamos por aquilo que somos, sem ter que nos inquietarmos com aquilo que fomos. Se, numa exist\u00eancia anterior, fomos antrop\u00f3fagos, o que isso nos faz se n\u00e3o o somos mais? Se tivemos um defeito qualquer do qual n\u00e3o resta mais os tra\u00e7os, \u00e9 uma conta liquidada, com a qual n\u00e3o temos nada a nos preocupar. Suponhamos, ao contr\u00e1rio, uma falta da qual n\u00e3o se corrigiu sen\u00e3o a metade, o saldo se reencontrar\u00e1 na vida seguinte e \u00e9 em corrigi-lo que \u00e9 preciso se fixar. Tomemos um exemplo: um homem foi assassino e ladr\u00e3o; disso foi punido, seja na vida corp\u00f3rea, seja na vida espiritual; arrepende-se e se corrige da primeira tend\u00eancia, mas n\u00e3o da segunda; na exist\u00eancia seguinte, ele n\u00e3o ser\u00e1 sen\u00e3o ladr\u00e3o; talvez grande ladr\u00e3o, mas n\u00e3o mais assassino; ainda um passo adiante e ele n\u00e3o ser\u00e1 sen\u00e3o pequeno ladr\u00e3o; um pouco mais tarde, n\u00e3o roubar\u00e1 mais, mas poder\u00e1 ter a veleidade de roubar, que sua consci\u00eancia neutralizar\u00e1; depois um \u00faltimo esfor\u00e7o, e, todo tra\u00e7o da doen\u00e7a moral tendo desaparecido, ser\u00e1 um modelo de probidade. Que lhe faz ent\u00e3o o que foi? A lembran\u00e7a de ter morrido no pat\u00edbulo n\u00e3o seria uma tortura, uma humilha\u00e7\u00e3o perp\u00e9tuas? Aplicai este racioc\u00ednio a todos os v\u00edcios, a todas as manias, e podereis ver como a alma se melhora passando e repassando pela estamenha da encarna\u00e7\u00e3o. Deus n\u00e3o \u00e9 mais justo por ter tornado o homem \u00e1rbitro de sua pr\u00f3pria sorte pelos esfor\u00e7os que pode fazer para se melhorar, do que ter feito a sua alma nascer ao mesmo tempo que seu corpo, e de conden\u00e1-la a tormentos perp\u00e9tuos por erros passageiros, sem dar-lhe os meios de se purificar de suas imperfei\u00e7\u00f5es? Pela pluralidade das exist\u00eancias, seu futuro est\u00e1 em suas m\u00e3os; se leva muito tempo para se melhorar, disso sofre as conseq\u00fc\u00eancias: \u00e9 a suprema justi\u00e7a; mas a esperan\u00e7a jamais lhe \u00e9 obstru\u00edda.<\/p>\n<p>A compara\u00e7\u00e3o seguinte pode ajudar a fazer compreender as perip\u00e9cias da vida da alma.<\/p>\n<p>Suponhamos uma longa estrada, sobre o percurso da qual se encontram, de dist\u00e2ncia em dist\u00e2ncia, mas em intervalos desiguais, florestas que \u00e9 preciso atravessar; \u00e0 entrada de cada floresta, a estrada larga e bela \u00e9 interrompida e n\u00e3o retoma sen\u00e3o na sa\u00edda. Um viajor segue essa estrada e entra na primeira floresta; mas l\u00e1, n\u00e3o mais vereda batida; um d\u00e9dalo inextric\u00e1vel no meio do qual se perde; a claridade do Sol desapareceu sob o espesso maci\u00e7o das \u00e1rvores; ele erra sem saber para onde vai; enfim, depois de fadigas extraordin\u00e1rias chega aos confins da floresta, mas abatido de fadiga, rasgado pelos espinhos, machucado pelos calhaus. L\u00e1, reencontra a estrada e a luz, e prossegue seu caminho, procurando se curar de suas feridas.<\/p>\n<p>Mais longe, encontra uma segunda floresta, onde o esperam as mesmas dificuldades; mas j\u00e1 tem um pouco de experi\u00eancia e dela sai menos contundido. Numa, encontra um lenhador que lhe indica a dire\u00e7\u00e3o que deve seguir e impede-o de se perder. A cada nova travessia a sua habilidade aumenta, se bem que os obst\u00e1culos s\u00e3o mais e mais facilmente superados; seguro de reencontrar a bela estrada na sa\u00edda, essa confian\u00e7a o sustenta; depois sabe se orientar para encontr\u00e1-la mais facilmente. A estrada termina no cume de uma montanha muito alta, de onde avista todo o percurso desde o ponto de partida; v\u00ea tamb\u00e9m as diferentes florestas que atravessou e se lembra das vicissitudes que experimentou, mas essa lembran\u00e7a nada tem de penosa, porque alcan\u00e7ou o objetivo; \u00e9 como o velho soldado que, na calma do lar dom\u00e9stico, se lembra das batalhas \u00e0s quais assistiu. Essas florestas disseminadas sobre a estrada s\u00e3o para ele como pontos negros sobre uma condecora\u00e7\u00e3o branca; ele diz a si mesmo: \u201cQuando estava nessas florestas, nas primeiras sobretudo, como me pareciam longas para atravessar! Parecia-me que n\u00e3o chegaria mais ao fim; tudo me parecia gigantesco e intranspon\u00edvel ao meu redor. E quando penso que, sem esse bravo lenhador que me recolocou no bom caminho, talvez estaria ali ainda! Agora que considero essas mesmas florestas, do ponto de vista onde estou, como me parecem pequenas! Parece-me que, com um passo, teria podido transp\u00f4-las; bem mais, a minha vista as penetra e nelas distingo os menores detalhes; vejo at\u00e9 as faltas que cometi.\u201d<\/p>\n<p>Ent\u00e3o, um velho lhe diz: \u2013 Meu filho, eis-te no fim da viagem, mas um repouso indefinido te causaria logo um t\u00e9dio mortal, e ficarias a lamentar as vicissitudes que experimentaste e que deram atividade aos teus membros e ao teu Esp\u00edrito. V\u00eas daqui um grande n\u00famero de viajores sobre a estrada que percorreste, e que, como tu, correm risco de se perder no caminho; tens a experi\u00eancia, n\u00e3o temes mais nada; vai ao seu encontro e, pelos teus conselhos, trata de gui\u00e1-los, a fim de que cheguem mais cedo.<\/p>\n<p>\u2013 Vou com alegria, redarg\u00fce nosso homem; mas, ajuntou, por que n\u00e3o h\u00e1 uma estrada direta do ponto de partida at\u00e9 aqui? Isso pouparia, aos viajores, passar por essas abomin\u00e1veis florestas.<\/p>\n<p>\u2013 Meu filho, replica o velho, olha bem nelas e ver\u00e1s que muitos evitam um certo n\u00famero delas; s\u00e3o aqueles que, tendo adquirido mais cedo a experi\u00eancia necess\u00e1ria, sabem tomar um caminho mais direto e mais curto para chegar; mas essa experi\u00eancia \u00e9 o fruto do trabalho que as primeiras travessias necessitaram, de tal sorte que n\u00e3o chegam aqui sen\u00e3o em raz\u00e3o de seu m\u00e9rito. Que saberias, tu mesmo, se por ali n\u00e3o tivesses passado? A atividade que deveste desdobrar, os recursos de imagina\u00e7\u00e3o que te foram necess\u00e1rios para te tra\u00e7ar um caminho, aumentaram os teus conhecimentos e desenvolveram a tua intelig\u00eancia; sem isso, serias novato como em tua partida. E depois, procurando tirar-te dos embara\u00e7os, tu mesmo contribu\u00edste para a melhoria das florestas que atravessaste; o que fizeste \u00e9 pouca coisa, impercept\u00edvel; mas pensa nos milhares de viajores que o fazem tamb\u00e9m, e que, trabalhando todos para eles, trabalham, sem disso desconfiarem, para o bem comum. N\u00e3o \u00e9 justo que recebam o sal\u00e1rio de seu trabalho pelo repouso do qual gozam aqui? Que direito teriam a este repouso se nada tivessem feito?<\/p>\n<p>\u2013 Meu pai, reflete o viajor, numa dessas florestas, encontrei um homem que me disse: \u201cSobre a borda h\u00e1 um imenso abismo que \u00e9 preciso transpor de um salto; mas, sobre mil, apenas um consegue; todos os outros lhe caem no fundo, numa fornalha ardente e est\u00e3o perdidos sem retorno. Esse abismo eu nunca vi.\u201d<\/p>\n<p>\u2013 Meu filho, \u00e9 que n\u00e3o existe, de outro modo isso seria uma armadilha abomin\u00e1vel estendida a todos os viajores que viessem em minha casa. Eu bem sei que lhes \u00e9 preciso superar as dificuldades, mas sei tamb\u00e9m que, cedo ou tarde, as superar\u00e3o; se tivesse criado impossibilidades para um \u00fanico, sabendo que deveria sucumbir, teria sido cruel, e com mais forte raz\u00e3o se o fizera para o grande n\u00famero. Esse abismo \u00e9 uma alegoria da qual vais ver a explica\u00e7\u00e3o. Olha sobre a estrada, nos intervalos das florestas; entre os viajores, v\u00eas os que caminham lentamente, com um ar feliz, v\u00eas esses amigos que se perderam de vista nos labirintos da floresta, como est\u00e3o felizes em se reencontrarem na sa\u00edda; mas, ao lado deles, h\u00e1 outros que se arrastam penosamente; s\u00e3o estropiados e imploram a piedade dos que passam, porque sofrem cruelmente das feridas que, por sua falta, fizeram a si mesmos atrav\u00e9s das sar\u00e7as; mas disso se curar\u00e3o, e isso ser\u00e1, para eles, uma li\u00e7\u00e3o da qual aproveitar\u00e3o na nova floresta que ter\u00e3o que atravessar, e de onde sair\u00e3o menos machucados. O abismo \u00e9 a figura dos males que sofrem, e dizendo que sobre mil s\u00f3 um o transp\u00f5e, esse homem teve raz\u00e3o, porque o n\u00famero dos imprudentes \u00e9 muito grande; mas errou dizendo que, uma vez ca\u00eddo dentro, dele n\u00e3o se sai mais; h\u00e1 sempre uma sa\u00edda para chegar a mim. Vai, meu filho, vai mostrar essa sa\u00edda \u00e0queles que est\u00e3o no fundo do abismo; vai sustentar os feridos da estrada e mostra o caminho \u00e0queles que atravessam as florestas.<\/p>\n<p>A estrada \u00e9 a figura da vida espiritual da alma, sobre o percurso da qual se \u00e9 mais ou menos feliz; as florestas s\u00e3o as exist\u00eancias corp\u00f3reas, onde se trabalha para o seu adiantamento, ao mesmo tempo que para a obra geral; o viajor que chega ao objetivo e que retorna para ajudar aqueles que est\u00e3o atrasados, \u00e9 a dos anjos guardi\u00e3es, mission\u00e1rios de Deus, que encontram a sua felicidade em seu objetivo, mas tamb\u00e9m na atividade que desdobram para fazerem o bem e obedecerem ao supremo Senhor.<\/p>\n<p><strong><span style=\"color: #008000;\">\u00a0Fonte. Allan Kardec. Obras P\u00f3stumas. Primeira Parte. A Estrada da Vida.<\/span><\/strong><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A estrada da vida Allan Kardec A quest\u00e3o da pluralidade das exist\u00eancias h\u00e1 muito tempo preocupa os fil\u00f3sofos, e mais de um viu, na anterioridade da alma, a \u00fanica solu\u00e7\u00e3o poss\u00edvel dos problemas mais importantes da psicologia; sem esse princ\u00edpio, &hellip; <a href=\"https:\/\/xn--regeneraoplanetria-dsb6a7f.com.br\/index.php\/a-estrada-da-vida\/\">Continue lendo <span class=\"meta-nav\">&rarr;<\/span><\/a><\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"aside","meta":{"footnotes":""},"categories":[18,1,23,16,27,19],"tags":[],"class_list":["post-12223","post","type-post","status-publish","format-aside","hentry","category-a-familia","category-artigos","category-ciencia","category-espiritismo","category-sociedade","category-transicao","post_format-post-format-aside"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/xn--regeneraoplanetria-dsb6a7f.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/12223","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/xn--regeneraoplanetria-dsb6a7f.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/xn--regeneraoplanetria-dsb6a7f.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/xn--regeneraoplanetria-dsb6a7f.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/xn--regeneraoplanetria-dsb6a7f.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=12223"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/xn--regeneraoplanetria-dsb6a7f.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/12223\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":12224,"href":"https:\/\/xn--regeneraoplanetria-dsb6a7f.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/12223\/revisions\/12224"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/xn--regeneraoplanetria-dsb6a7f.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=12223"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/xn--regeneraoplanetria-dsb6a7f.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=12223"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/xn--regeneraoplanetria-dsb6a7f.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=12223"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}