{"id":12226,"date":"2022-09-19T09:59:19","date_gmt":"2022-09-19T12:59:19","guid":{"rendered":"https:\/\/xn--regeneraoplanetria-dsb6a7f.com.br\/?p=12226"},"modified":"2022-09-19T09:59:19","modified_gmt":"2022-09-19T12:59:19","slug":"credo-espirita","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/xn--regeneraoplanetria-dsb6a7f.com.br\/index.php\/credo-espirita\/","title":{"rendered":"Credo esp\u00edrita"},"content":{"rendered":"<h2><strong><span style=\"color: #0000ff;\">Credo esp\u00edrita<\/span><\/strong><\/h2>\n<p><strong><span style=\"color: #008000;\">Escrito por Allan Kardec<\/span><\/strong><\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignleft\" src=\"https:\/\/th.bing.com\/th\/id\/R.7f2312ab112532cdbfdaa2bfd862d7fa?rik=O14C3%2bArQKwi7A&amp;riu=http%3a%2f%2f1.bp.blogspot.com%2f-eoOaFr4_I-8%2fT4oNHxk6gdI%2fAAAAAAAAN6k%2fvt0UjDZl14Y%2fs1600%2fAllan_Kardec_portrait001.jpg&amp;ehk=0aRsuDHPh66LD260uU2WZUx45Rz1Qv9%2bnAIgN7RutQY%3d&amp;risl=&amp;pid=ImgRaw&amp;r=0\" alt=\"Ver a imagem de origem\" width=\"147\" height=\"182\" \/><\/p>\n<p>Os males da Humanidade v\u00eam da imperfei\u00e7\u00e3o dos homens: \u00e9 pelos seus v\u00edcios que se prejudicam uns aos outros. Enquanto os homens forem viciosos, ser\u00e3o infelizes, por que a luta dos interesses engendra, sem cessar, mis\u00e9rias.<\/p>\n<p>Boas leis contribuem, sem d\u00favida, para a melhoria do estado social, mas s\u00e3o impotentes para assegurar a felicidade da Humanidade, por que n\u00e3o fazem sen\u00e3o comprimir as m\u00e1s paix\u00f5es, sem aniquil\u00e1-las; em segundo lugar, porque s\u00e3o mais repressivas do que moralizadoras, e elas n\u00e3o reprimem sen\u00e3o os atos maus mais salientes, sem destruir a causa. Ali\u00e1s, a bondade das leis est\u00e1 em raz\u00e3o da bondade dos homens; enquanto estes estiverem dominados pelo orgulho e pelo ego\u00edsmo, far\u00e3o leis em proveito das ambi\u00e7\u00f5es pessoais. A lei civil n\u00e3o modifica sen\u00e3o a superf\u00edcie; s\u00f3 a lei moral pode penetrar o foro interior da consci\u00eancia e reform\u00e1-lo.<\/p>\n<p>Estando, pois, admitido que \u00e9 a contus\u00e3o causada pelo contato dos v\u00edcios que torna os homens infelizes, o \u00fanico rem\u00e9dio para os seus males est\u00e1 no seu aperfei\u00e7oamento moral. Uma vez que as imperfei\u00e7\u00f5es s\u00e3o a fonte dos males, a felicidade aumentar\u00e1 \u00e0 medida que as imperfei\u00e7\u00f5es diminu\u00edrem.<\/p>\n<p>Por boa que seja uma institui\u00e7\u00e3o social, se os homens s\u00e3o maus, false\u00e1-la-\u00e3o e lhe desnaturar\u00e3o o esp\u00edrito para explor\u00e1-la em seu proveito. Quando os homens forem bons, far\u00e3o boas institui\u00e7\u00f5es e elas ser\u00e3o dur\u00e1veis, porque todos ter\u00e3o interesse em sua conserva\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>A quest\u00e3o social n\u00e3o tem, portanto, o seu ponto de partida na forma de tal ou tal institui\u00e7\u00e3o; est\u00e1 inteiramente no aperfei\u00e7oamento moral dos indiv\u00edduos e das massas. A\u00ed est\u00e1 o princ\u00edpio, a verdadeira chave da felicidade da Humanidade, porque ent\u00e3o os homens n\u00e3o pensar\u00e3o mais em se prejudicarem uns aos outros. N\u00e3o basta colocar um verniz sobre a corrup\u00e7\u00e3o, \u00e9 a corrup\u00e7\u00e3o que \u00e9 preciso extinguir.<\/p>\n<p>O princ\u00edpio do aperfei\u00e7oamento est\u00e1 na natureza das cren\u00e7as, porque as cren\u00e7as s\u00e3o o m\u00f3vel das a\u00e7\u00f5es e modificam os sentimentos; est\u00e1 tamb\u00e9m nas ideias inculcadas desde a inf\u00e2ncia e identificadas com o Esp\u00edrito, e nas ideias que o desenvolvimento ulterior da intelig\u00eancia e da raz\u00e3o podem fortificar, e n\u00e3o destruir. Ser\u00e1 pela educa\u00e7\u00e3o, mais ainda do que pela instru\u00e7\u00e3o, que se transformar\u00e1 a Humanidade.<\/p>\n<p>O homem que trabalha seriamente pelo seu pr\u00f3prio aperfei\u00e7oamento assegura a sua felicidade desde esta vida; al\u00e9m da satisfa\u00e7\u00e3o de sua consci\u00eancia, isenta-se das mis\u00e9rias, materiais e morais, que s\u00e3o a consequ\u00eancia inevit\u00e1vel de suas imperfei\u00e7\u00f5es. Ter\u00e1 a calma porque as vicissitudes n\u00e3o far\u00e3o sen\u00e3o de leve ro\u00e7a-lo; ter\u00e1 a sa\u00fade porque n\u00e3o usar\u00e1 o seu corpo para os excessos; ser\u00e1 rico, porque se \u00e9 sempre rico quando se sabe contentar-se com o necess\u00e1rio; ter\u00e1 a paz da alma, porque n\u00e3o ter\u00e1 necessidades fact\u00edcias, n\u00e3o ser\u00e1 mais atormentado pela sede das honras e do sup\u00e9rfluo, pela febre da ambi\u00e7\u00e3o, da inveja e do ci\u00fame; indulgente para com as imperfei\u00e7\u00f5es de outrem, delas sofrer\u00e1 menos; excitar\u00e3o a sua piedade e n\u00e3o a sua c\u00f3lera; evitando tudo o que pode prejudicar o seu pr\u00f3ximo, em palavras e em a\u00e7\u00f5es, procurando, ao contr\u00e1rio, tudo o que pode ser \u00fatil e agrad\u00e1vel aos outros, ningu\u00e9m sofrer\u00e1 com o seu contato.<\/p>\n<p>Assegura a sua felicidade na vida futura, porque, quanto mais estiver depurado, mais se elevar\u00e1 na hierarquia dos seres inteligentes, e logo deixar\u00e1 esta Terra de provas por mundos superiores; porque o mal que tiver reparado nesta vida n\u00e3o ter\u00e1 mais que reparar em outras exist\u00eancias; porque, na erraticidade, n\u00e3o encontrar\u00e1 sen\u00e3o seres amigos e simp\u00e1ticos, e n\u00e3o ser\u00e1 atormentado pela vis\u00e3o incessante daqueles que teriam do que se lamentar dele.<\/p>\n<p>Que homens, vivendo juntos, estejam animados desses sentimentos, ser\u00e3o t\u00e3o felizes quando o comporta a nossa Terra; que, gradualmente, esses sentimentos ganham todo um povo, toda uma ra\u00e7a, toda a Humanidade, e o nosso globo tomar\u00e1 lugar entre os mundos felizes.<\/p>\n<p>\u00c9 uma quimera, uma utopia? Sim, para aquele que n\u00e3o cr\u00ea no progresso da alma; n\u00e3o, para aquele que cr\u00ea em sua perfectibilidade indefinida.<\/p>\n<p>O progresso geral \u00e9 a resultante de todos os progressos individuais; mas o progresso individual n\u00e3o consiste somente no desenvolvimento da intelig\u00eancia, na aquisi\u00e7\u00e3o de alguns conhecimentos; isso n\u00e3o \u00e9 sen\u00e3o uma parte do progresso, e que n\u00e3o conduz necessariamente ao bem, uma vez que se veem homens fazerem muito mau uso de seu saber; consiste, sobretudo, no aperfei\u00e7oamento moral, na depura\u00e7\u00e3o do Esp\u00edrito, na extirpa\u00e7\u00e3o dos maus germes que existem em n\u00f3s; a\u00ed est\u00e1 o verdadeiro progresso, o \u00fanico que pode assegurar a felicidade da Humanidade, porque \u00e9 a pr\u00f3pria nega\u00e7\u00e3o do mal. O homem mais avan\u00e7ado em intelig\u00eancia pode fazer muito mal; aquele que \u00e9 avan\u00e7ado moralmente, n\u00e3o far\u00e1 sen\u00e3o o bem. H\u00e1, pois, interesse para todos no progresso moral da Humanidade.<\/p>\n<p>Mas o que fazem o aperfei\u00e7oamento e a felicidade das gera\u00e7\u00f5es futuras, para aquele que cr\u00ea que tudo acaba com a vida? Que interesse tem em se aperfei\u00e7oar, em se constranger, em domar as suas paix\u00f5es, de privar-se pelos outros? N\u00e3o tem nenhum; a pr\u00f3pria l\u00f3gica lhe diz que seu interesse est\u00e1 em gozar depressa e por todos os meios poss\u00edveis, uma vez que, amanh\u00e3 talvez, n\u00e3o ser\u00e1 mais nada.<\/p>\n<p>A doutrina do nada (niilismo) \u00e9 a paralisia do progresso humano, por que circunscreve a vis\u00e3o do homem sobre o impercept\u00edvel ponto da exist\u00eancia presente; porque restringe as ideias e as concentra for\u00e7osamente sobre a vida material; com essa doutrina, o homem n\u00e3o sendo nada antes, nada depois, todas as rela\u00e7\u00f5es sociais cessam com a vida, a solidariedade \u00e9 uma palavra v\u00e3, a fraternidade uma teoria sem ra\u00edzes, a abnega\u00e7\u00e3o em proveito de outrem um logro, o ego\u00edsmo com a sua m\u00e1xima: cada um por si, um direito natural, a vingan\u00e7a um ato de raz\u00e3o; a felicidade est\u00e1 para o mais forte e os mais espertos; o suic\u00eddio, o fim l\u00f3gico daquele que, ao cabo de recursos e expedientes, n\u00e3o espera mais nada, e n\u00e3o pode se tirar do loda\u00e7al. Uma sociedade fundada sobre o niilismo, levaria em si o germe da pr\u00f3xima dissolu\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Outros, por\u00e9m s\u00e3o os sentimentos daquele que tem f\u00e9 no futuro; que sabe que nada do que adquire em saber e em moralidade n\u00e3o est\u00e1 perdido para ele; que o trabalho de hoje trar\u00e1 frutos amanh\u00e3; que ele mesmo far\u00e1 parte dessas gera\u00e7\u00f5es futuras mais avan\u00e7adas e mais felizes. Sabe que, trabalhando para os outros, trabalhar\u00e1 para si mesmo. Sua vis\u00e3o n\u00e3o se det\u00e9m na Terra: ela abarca o infinito dos mundos que ser\u00e3o um dia sua morada; entrev\u00ea o lugar glorioso que ser\u00e1 seu quinh\u00e3o, como o de todos os seres chegados \u00e0 perfei\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Com a f\u00e9 na vida futura, o c\u00edrculo das ideias se alarga; o futuro est\u00e1 para si; o progresso pessoal tem um objetivo, uma utilidade efetiva. Da continuidade das rela\u00e7\u00f5es entre os homens, nasce a solidariedade; a fraternidade est\u00e1 fundada sobre uma lei natural e sobre o interesse de todos.<\/p>\n<p>A cren\u00e7a na vida futura, portanto, \u00e9 o elemento de progresso, porque \u00e9 o estimulante do Esp\u00edrito: s\u00f3 ela pode dar coragem nas provas, porque lhe fornece a raz\u00e3o, a perseveran\u00e7a na luta contra o mal, porque mostra um objetivo. \u00c9, pois, em consolidar essa cren\u00e7a no esp\u00edrito das massas que \u00e9 preciso se ligar.<\/p>\n<p>No entanto, essa cren\u00e7a \u00e9 inata no homem; todas as religi\u00f5es a proclamam; por que n\u00e3o deu, at\u00e9 este dia, os resultados que se deve dela esperar? \u00c9 que, em geral, \u00e9 apresentada em condi\u00e7\u00f5es inaceit\u00e1veis para a raz\u00e3o. Tal como a mostram, rompe todas as rela\u00e7\u00f5es com o presente; desde que se deixa a Terra, torna-se estranho \u00e0 Humanidade; nenhuma solidariedade existe entre os mortos e os vivos; o progresso \u00e9 puramente individual; trabalhando para o futuro, n\u00e3o se trabalha sen\u00e3o para si, n\u00e3o se pensa sen\u00e3o em si, e ainda por um objetivo vago que nada tem de definido, nada de positivo sobre o que o pensamento possa repousar com seguran\u00e7a; \u00e9, enfim, porque \u00e9 antes uma esperan\u00e7a do que uma certeza material. Disso resulta em uns a indiferen\u00e7a, em outros a exalta\u00e7\u00e3o m\u00edstica que, isolando o homem da Terra, \u00e9 essencialmente prejudicial ao progresso real da Humanidade, porque negligencia os cuidados do progresso material, ao qual a Natureza lhe faz um dever concorrer.<\/p>\n<p>Entretanto, por incompletos que sejam os resultados, n\u00e3o s\u00e3o menos reais. Quantos homens foram encorajados e sustentados no caminho do bem por essa esperan\u00e7a vaga! Quantos se detiveram sobre a rampa do mal pelo medo de comprometer o futuro? Quantas nobres virtudes essa cren\u00e7a n\u00e3o desenvolveu! N\u00e3o desdenhemos as cren\u00e7as do passado, embora imperfeitas que elas sejam, quando conduzem ao bem: est\u00e3o em rela\u00e7\u00e3o com o grau avan\u00e7ado da Humanidade. Mas a Humanidade progredindo, quer cren\u00e7as em harmonia com as novas ideias. Se os elementos da f\u00e9 ficam estacion\u00e1rios, e s\u00e3o ultrapassados para o Esp\u00edrito, perdem toda influ\u00eancia, e o bem que produziram num tempo n\u00e3o pode prosseguir, porque n\u00e3o est\u00e3o mais \u00e0 altura das circunst\u00e2ncias.<\/p>\n<p>Para que a doutrina da vida futura leve, doravante, os frutos que dela se deve esperar, \u00e9 preciso, antes de tudo, que ela satisfa\u00e7a completamente a raz\u00e3o; que responda \u00e0 ideia que se tem da sabedoria, da justi\u00e7a e da bondade de Deus; que n\u00e3o possa receber nenhum desmentido da ci\u00eancia; \u00e9 preciso que a vida futura n\u00e3o deixe no Esp\u00edrito nem d\u00favida, nem incerteza; que seja t\u00e3o positiva quanto a vida presente, da qual \u00e9 a continua\u00e7\u00e3o, como o dia de amanh\u00e3 \u00e9 a continua\u00e7\u00e3o da v\u00e9spera; \u00e9 necess\u00e1rio que a vejam, que a compreendam, que a toquem, por assim dizer, com o dedo; \u00e9 preciso, enfim, que a solidariedade do passado, do presente e do futuro, atrav\u00e9s das diferentes exist\u00eancias, seja evidente.<\/p>\n<p>Tal \u00e9 a ideia que o Espiritismo d\u00e1 da vida futura; \u00e9 o que lhe faz a for\u00e7a, \u00e9 que isso n\u00e3o \u00e9 uma concep\u00e7\u00e3o humana, que n\u00e3o teria sen\u00e3o o m\u00e9rito de ser mais racional, mas sem mais de certeza do que as outras. \u00c9 o resultado dos estudos feitos sobre os exemplos fornecidos por diferentes categorias de Esp\u00edritos que se apresentam nas manifesta\u00e7\u00f5es, o que permitiu explorar a vida extracorp\u00f3rea em todas as suas fases, desde o alto at\u00e9 o mais baixo da escala dos seres. As perip\u00e9cias da vida futura n\u00e3o s\u00e3o, pois, mais uma teoria, uma hip\u00f3tese mais ou menos prov\u00e1vel, mas um resultado de observa\u00e7\u00f5es; s\u00e3o os pr\u00f3prios habitantes do mundo invis\u00edvel que v\u00eam descrever o seu estado, e \u00e9 tal situa\u00e7\u00e3o que a imagina\u00e7\u00e3o mais fecunda n\u00e3o teria podido conceber, se n\u00e3o fosse apresentada aos olhos do observador.<\/p>\n<p>Dando a prova material da exist\u00eancia e da imortalidade da alma, nos iniciando nos mist\u00e9rios do nascimento, da morte, da vida futura, da vida universal, tornando-nos palp\u00e1veis as consequ\u00eancias inevit\u00e1veis do bem e do mal, a Doutrina Esp\u00edrita faz, melhor do que todas as outras, ressaltar a necessidade de aperfei\u00e7oamento individual. Por ela o homem sabe de onde vem, para onde vai, por que est\u00e1 sobre a Terra; o bem tem um objetivo, uma utilidade pr\u00e1tica; ela n\u00e3o forma o homem somente para o futuro, forma-o tamb\u00e9m para o presente, para a sociedade; pelo seu aperfei\u00e7oamento moral, os homens preparam sobre a Terra o reino de paz e de fraternidade.<\/p>\n<p>A Doutrina Esp\u00edrita \u00e9, assim, o mais poderoso elemento moralizador, naquilo em que ela se dirige, ao mesmo tempo, ao cora\u00e7\u00e3o, \u00e0 intelig\u00eancia e ao interesse pessoal bem compreendido.<\/p>\n<p>Por sua pr\u00f3pria ess\u00eancia, o Espiritismo toca em todos os ramos dos conhecimentos f\u00edsicos, metaf\u00edsicos e da moral; as quest\u00f5es que ele abarca s\u00e3o inumer\u00e1veis; no entanto, podem se resumir nos pontos seguintes que, sendo considerados como verdades adquiridas, constituem o programa das cren\u00e7as esp\u00edritas.<\/p>\n<p><strong><span style=\"color: #008000;\">Fonte: Obras P\u00f3stumas. Segunda parte. Credo Esp\u00edrita, 1890.<\/span><\/strong><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Credo esp\u00edrita Escrito por Allan Kardec Os males da Humanidade v\u00eam da imperfei\u00e7\u00e3o dos homens: \u00e9 pelos seus v\u00edcios que se prejudicam uns aos outros. 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