{"id":12381,"date":"2022-11-01T07:40:32","date_gmt":"2022-11-01T10:40:32","guid":{"rendered":"https:\/\/xn--regeneraoplanetria-dsb6a7f.com.br\/?p=12381"},"modified":"2022-11-01T07:40:32","modified_gmt":"2022-11-01T10:40:32","slug":"o-espiritismo-nao-e-apolitico","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/xn--regeneraoplanetria-dsb6a7f.com.br\/index.php\/o-espiritismo-nao-e-apolitico\/","title":{"rendered":"O espiritismo n\u00e3o \u00e9 apol\u00edtico"},"content":{"rendered":"<h2><strong><span style=\"color: #0000ff;\">O espiritismo n\u00e3o \u00e9 apol\u00edtico<\/span><\/strong><\/h2>\n<p><strong><span style=\"color: #993300;\">Texto do Eixo de Pesquisa: Espiritismo, Pol\u00edticas e Promo\u00e7\u00e3o Social<\/span><\/strong><\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignright\" src=\"https:\/\/th.bing.com\/th\/id\/OIP.aHsistWFVoNpPHcEopa-kQAAAA?w=203&amp;h=174&amp;c=7&amp;r=0&amp;o=5&amp;pid=1.7\" alt=\"Resultado de imagem para Cidadania\" width=\"268\" height=\"230\" \/><\/p>\n<p>Produ\u00e7\u00e3o: <strong><span style=\"color: #008000;\">M\u00e1rcio Alexandre<\/span><\/strong><\/p>\n<p>Uma quest\u00e3o est\u00e1 acalorando as conversas e at\u00e9 as pr\u00e9dicas nas casas esp\u00edritas do Brasil nos \u00faltimos anos: a pol\u00edtica nacional. Em tempos de polariza\u00e7\u00e3o desse cen\u00e1rio, o movimento n\u00e3o deixou de ser influenciado por esse momento que, vez ou outra, eleva ao ringue das discuss\u00f5es adeptos da causa kardeciana. Por que ser\u00e1 que o exerc\u00edcio da pol\u00edtica \u00e9 ainda visto por muitos como algo mals\u00e3o? O que tem de errado na pol\u00edtica para que esta seja taxada como algo pernicioso no meio? Seria o esp\u00edrita um indiv\u00edduo superior na escala dos encarnados e que por isso, inalcan\u00e7\u00e1vel pelos problemas sociais para n\u00e3o ter que se (pre)ocupar com eles? Ser\u00e1 que o adepto da doutrina dos Imortais n\u00e3o pode abrir a guarda no trato de tais assuntos sem se enlamear com sua suposta \u201csujeira\u201d? Ou o esp\u00edrita \u00e9 um ser de dupla vida social: uma pura, dentro da casa religiosa e outra, devassa, fora dela?<\/p>\n<p>Desejaria fugir do clich\u00ea de tentar usar o l\u00e9xico para definir o verbete, mas n\u00e3o posso me furtar de expor o que, historicamente, entendo por pol\u00edtica: Na Gr\u00e9cia Antiga a palavra referia-se \u00e0s quest\u00f5es relativas \u00e0 vida da cidade. A politik\u00f3s n\u00e3o era uma atividade qualquer: dela dependia a organiza\u00e7\u00e3o cotidiana e o futuro da polis. O demos (povo) de cada cidade-Estado tinha que se interessar pelos problemas da comunidade, ou seja o indiv\u00edduo n\u00e3o seria um cidad\u00e3o se n\u00e3o se interessasse pela pol\u00edtica e n\u00e3o a praticasse. Tal concep\u00e7\u00e3o foi divulgada na obra Pol\u00edtica de Arist\u00f3teles, o primeiro tratado sobre a natureza do governo, suas configura\u00e7\u00f5es e fun\u00e7\u00f5es. A partir das revolu\u00e7\u00f5es liberais do s\u00e9culo XVIII, a palavra passou a ser empregada para designar as atividades relativas ao controle do Estado, ganhando os contornos que temos atualmente.<\/p>\n<p>Mas o verbo politicar n\u00e3o fica apenas restrito a essas defini\u00e7\u00f5es t\u00e9cnicas e hist\u00f3ricas e, muito menos, pode ficar dissociado da sua acep\u00e7\u00e3o comum. Por exemplo, quando Arist\u00f3teles afirma que \u201co homem \u00e9 um ser pol\u00edtico por natureza\u201d, ele quer dizer que naturalmente temos a necessidade de viver em sociedade e que precisamos desse conv\u00edvio para estabelecermos delibera\u00e7\u00f5es. Assim, nessa perspectiva n\u00e3o se deve deplorar a atividade pol\u00edtica, classificando-a como algo pernicioso.<\/p>\n<p>Opinar, concordar, discordar, apresentar propostas, contrapropostas e at\u00e9 ficar isento, \u00e9 fazer pol\u00edtica. Mesmo quando algu\u00e9m diz n\u00e3o gostar dela, est\u00e1 politicando (no sentido negativo), j\u00e1 que se omite e abre espa\u00e7o para o outro sujeito que \u00e9 pernicioso para a coletividade. Digo que \u00e9 at\u00e9 uma posi\u00e7\u00e3o confort\u00e1vel, pra n\u00e3o dizer fingida e, por consequ\u00eancia, hip\u00f3crita, uma vez que somos pol\u00edticos em todas as situa\u00e7\u00f5es da vida, dentro e fora da casa esp\u00edrita. Por que? Respondo: quem, na vida em sociedade, n\u00e3o opina sobre os pre\u00e7os das coisas, as qualidades dos servi\u00e7os p\u00fablicos, sobre os problemas na sa\u00fade, na educa\u00e7\u00e3o e na seguran\u00e7a p\u00fablicas? Quem n\u00e3o exp\u00f5e sua opini\u00e3o em quest\u00f5es pol\u00eamicas como o aborto, a eutan\u00e1sia, sobre a pena de morte? Quando levamos (e levamos!) estes assuntos para a casa esp\u00edrita, n\u00e3o tratamo-los de outra forma sen\u00e3o pela perspectiva do convencimento dos assistentes de que n\u00e3o se deve afrontar as leis divinas, de que devemos ser contra os projetos que relativizam a Vida tramitados nas esferas dos Poderes pol\u00edticos e isso, n\u00e3o \u00e9 outra coisa, sen\u00e3o politicar, ou seja, persuadir o outro sobre aquilo que achamos ser o correto. O mesmo acontece quando nos reunimos em assembleias para deliberar sobre decis\u00f5es estatut\u00e1rias ou regimentais na inten\u00e7\u00e3o de discutir, negociar ou convencer os associados sobre nossos projetos ou ainda quando deliberamos nas escolhas das chapas das diretorias que concorrem \u00e0s dire\u00e7\u00f5es das casas esp\u00edritas. Portanto, h\u00e1 v\u00e1rias esferas de atua\u00e7\u00e3o na pol\u00edtica: as p\u00fablicas, as de Estado, as filos\u00f3ficas, as ideol\u00f3gicas, as pol\u00edtico-partid\u00e1rias, como tamb\u00e9m h\u00e1 as que exigem dos esp\u00edritas e dos cidad\u00e3os envolvimento, quando elas implicam no exerc\u00edcio da cidadania. O problema \u00e9 que muitos acham que tal exerc\u00edcio \u00e9 partid\u00e1rio. Eis o erro! Por que \u00e9 imposs\u00edvel, por exemplo, n\u00e3o discutir pol\u00edtica na casa esp\u00edrita quando falamos da fome, do racismo, da xenofobia, da viol\u00eancia dom\u00e9stica, do aborto etc., pois tais problemas n\u00e3o est\u00e3o limitados \u00e0 bolha de nossas atividades espirituais, s\u00e3o problemas de nossa gera\u00e7\u00e3o! E estes, al\u00e9m de exigirem preces e vibra\u00e7\u00f5es, necessariamente, exigem a\u00e7\u00f5es de nossa parte, como fez a pr\u00f3pria Federa\u00e7\u00e3o Esp\u00edrita Brasileira ao assinar peti\u00e7\u00f5es com objetivo de pressionar os parlamentares para que estes rejeitem qualquer projeto que v\u00e1 de encontro aos fundamentos de defesa da Vida que o Espiritismo endossa.<\/p>\n<p>A pol\u00edtica partid\u00e1ria, aquela que tem o papel de convencer terceiros a aderirem a projetos eleitorais n\u00e3o deve ser, claro, pautada nas casas esp\u00edritas. N\u00e3o se deve fazer de palanque as tribunas do nosso movimento espiritual. Porque isso personifica e nos separa. Nesse sentido Kardec foi taxativo. E talvez seja esse o argumento levantado por muitos, de que pol\u00edtica n\u00e3o deve fazer parte das reuni\u00f5es esp\u00edritas. Baseiam-se no seguinte apontamento do codificador:<\/p>\n<p>\u201c(&#8230;)Tamb\u00e9m n\u00e3o vos deixeis cair nessa armadilha; afastai cuidadosamente de vossas reuni\u00f5es tudo quanto disser respeito \u00e0 pol\u00edtica e \u00e0s quest\u00f5es irritantes; nesse caso, as discuss\u00f5es n\u00e3o levar\u00e3o a nada e apenas suscitar\u00e3o embara\u00e7os, enquanto ningu\u00e9m questionar\u00e1 a moral, quando ela for boa (&#8230;)\u201d (1)<\/p>\n<p>Mas este \u00e9 um exemplo de que n\u00e3o devemos fazer leituras apressadas de Kardec. De qual pol\u00edtica o mestre de Lion estava falando? Por que o codificador teve tal cautela? O que o preocupava? Os desavisados esquecem que o cen\u00e1rio pol\u00edtico da \u00e9poca em que esse texto foi escrito, era perigosamente nocivo \u00e0s liberdades individuais, sob pena de pris\u00e3o, deporta\u00e7\u00e3o ou pena de morte. Luiz Bonaparte (1848-1870) deu um Golpe de Estado em 1851 e proclamou-se imperador (Napole\u00e3o III), governando at\u00e9 1870. Seu governo foi marcado pela \u201cforte repress\u00e3o ao movimento oper\u00e1rio, implantou censura em todos os n\u00edveis, proibiu as greves e as organiza\u00e7\u00f5es sindicais, perseguiu advers\u00e1rios e manteve a jornada de doze horas di\u00e1rias de trabalho.\u201d (2). Eis aqui um motivo da recomenda\u00e7\u00e3o de Kardec aos irm\u00e3os de Lion: O Mestre n\u00e3o queria \u2013 e com raz\u00e3o \u2013 expor a Sociedade Esp\u00edrita e muito menos os seus membros, \u00e0s amea\u00e7as da repress\u00e3o e aos embara\u00e7os de pris\u00f5es pol\u00edticas. Para um movimento nascente, que estava ainda por se estabelecer, n\u00e3o seria de bom tom peitar o regime autorit\u00e1rio do sobrinho de Napole\u00e3o Bonaparte, autoproclamado \u201cProtetor da Igreja Latina\u201d (3). Permitir discuss\u00f5es na Sociedade que afrontasse a pol\u00edtica napole\u00f4nica aliada da Igreja n\u00e3o seria adequado naquela ocasi\u00e3o. Por isso, tomar a precau\u00e7\u00e3o de Kardec como justificativa de recomenda\u00e7\u00e3o para n\u00e3o tratar de assuntos \u201cpol\u00edticos\u201d na casa esp\u00edrita \u00e9 fazer interpreta\u00e7\u00e3o superficial do codificador e mais ainda do conceito estudado por Arist\u00f3teles. Nesse sentido e apurando melhor o contexto de sua \u00e9poca, n\u00e3o podemos fazer das obras de Kardec o que muitas igrejas fazem com a b\u00edblia: apoderar-se de suas letras como exclusivos int\u00e9rpretes do que chamam a palavra de deus, numa expl\u00edcita postura dogm\u00e1tica que toma para si a autoridade de ser a \u2018\u00fanica boca\u2019 que Deus se utiliza na Terra para falar \u00e0 humanidade.<\/p>\n<p>As pol\u00edticas que visam o progresso moral e intelectual devem ser obriga\u00e7\u00f5es de cada tarefeiro esp\u00edrita. Kardec chega a comentar, na quest\u00e3o 783 que o \u201cprogresso sendo uma condi\u00e7\u00e3o da natureza humana ningu\u00e9m tem o poder de se opor a ele. \u00c9 uma for\u00e7a viva que as m\u00e1s leis podem retardar, mas n\u00e3o asfixiar.\u201d (grifos meus) (4). Ora, como derrubar essas \u201cleis m\u00e1s\u201d sem mudar nossas legisla\u00e7\u00f5es &#8211; para que estas se aproximem cada vez mais das divinas &#8211; e sem praticarmos o exerc\u00edcio da persuas\u00e3o e da educa\u00e7\u00e3o moral de terceiros?<\/p>\n<p>O mundo de regenera\u00e7\u00e3o n\u00e3o vir\u00e1 como passe de m\u00e1gica, nem ser\u00e1 posto pelos esp\u00edritos nobres. A tal falada era da regenera\u00e7\u00e3o s\u00f3 vir\u00e1 depois que a fome n\u00e3o solapar mais as vidas, quando a pena de morte n\u00e3o fizer mais parte das legisla\u00e7\u00f5es humanas, quando a xenofobia n\u00e3o for mais entrave \u00e0 uni\u00e3o dos povos, quando o machismo n\u00e3o mais existir e nem promover a viol\u00eancia contra a mulher, quando os empregadores n\u00e3o impuserem excessivos e humilhantes trabalhos aos seus inferiores. Esta Era Nova s\u00f3 ser\u00e1 realiz\u00e1vel a partir da mudan\u00e7a feita por cada um de n\u00f3s, individualmente, influenciando os que est\u00e3o ao nosso lado, trabalhando para acabar com tais mazelas e lutando o bom combate para que ningu\u00e9m mais seja promotor desse estado inferior de coisas.<\/p>\n<p>Em outro texto, na quest\u00e3o 781(a), Kardec recebe dos esp\u00edritos a resposta taxativa sobre nossas influ\u00eancias nas leis humanas: \u201c(&#8230;) quando estas [leis humanas] se tornam incompat\u00edveis com ele [progresso], despeda\u00e7a-as juntamente com os que se esforcem por mant\u00ea-las\u201d (5). Em seguida, na quest\u00e3o 783, se verifica: \u201cAs revolu\u00e7\u00f5es morais, como as revolu\u00e7\u00f5es sociais, se infiltram nas ideias pouco a pouco; dormitam durante s\u00e9culos; depois, irrompem subitamente e produzem o desmoronamento do carunchoso edif\u00edcio do passado.\u201d (6) (grifos meus). Portanto, est\u00e1 clara como o Sol a constata\u00e7\u00e3o dos Esp\u00edritos nobres sobre as lutas sociais que, de tempos em tempos, animam as civiliza\u00e7\u00f5es para uma ordem melhor das coisas. Ficou evidente a responsabilidade de cada indiv\u00edduo em fazer com que a sua realidade e a do seu pr\u00f3ximo sejam melhores. Ali\u00e1s, n\u00e3o foi outra a luta dos grandes m\u00e1rtires de nossa hist\u00f3ria, quando preferiram o cadafalso do que negar aquilo que acreditavam. As lutas pelas liberdades individuais e pol\u00edticas derramaram muito sangue e n\u00e3o foram a\u00e7\u00f5es m\u00e1gicas, de cima pra baixo, mas revolu\u00e7\u00f5es que \u201cdesmoronaram o carunchoso edif\u00edcio do passado\u201d.<\/p>\n<p>Por fim, acreditamos que o crist\u00e3o e, principalmente o esp\u00edrita, deve se envolver com os movimentos de transforma\u00e7\u00e3o da sociedade. Temas como LGBTfobia, exterm\u00ednio da juventude negra, viol\u00eancia contra a mulher, ind\u00edgenas, sem-terra, sem teto, refugiados, etc., s\u00e3o pautas de nossos debates com o intuito de buscar na doutrina de Kardec e em Jesus, refer\u00eancias que possam fortalecer nossos discursos para minimizar o preconceito e toda e qualquer forma de discrimina\u00e7\u00e3o dessas minorias sociais. Para n\u00f3s, o Jesus hist\u00f3rico foi um dos primeiros e mais inspiradores defensores dos direitos humanos e morreu por isso.<\/p>\n<p>Jesus nasceu na \u2018periferia\u2019 (socialmente falando), viveu para a \u2018periferia\u2019 (seus contatos mais significativos eram com os despossu\u00eddos) e morreu na \u2018periferia\u2019 (a crucifica\u00e7\u00e3o era a pena dada aos mais infames). Jesus, como disse o Frei Beto, n\u00e3o morreu de hepatite na cama nem de desastre de camelo numa esquina de Jerusal\u00e9m. Morreu, como tantos presos pol\u00edticos, da Am\u00e9rica Latina das d\u00e9cadas de 1960 a 1980: foi preso, torturado, julgado por dois poderes pol\u00edticos e condenado a ser assassinado na cruz a pedido dos chefes religiosos de sua \u00e9poca, sob a acusa\u00e7\u00e3o de ser desordeiro, imoral e subversivo da ordem estabelecida. Portanto, a pergunta para n\u00f3s, do \u00c1gora \u00e9: que f\u00e9 crist\u00e3 \u00e9 essa que n\u00e3o questiona a desordem? Porque n\u00e3o h\u00e1 ningu\u00e9m que n\u00e3o se envolva em pol\u00edtica. H\u00e1 quem, ingenuamente, se julgue neutro, isento ou alheio a ela e por isso se enquadra no perfil do analfabeto pol\u00edtico declamado por Brecht.<\/p>\n<p>Inspirado pelo iluminado pastor Henrique Vieira, afirmo que Jesus optou pelos oprimidos e renegados, pelos miser\u00e1veis, leprosos e prostitutas. Solidarizou-se com o refugo da sociedade em que viveu e contestou a ordem que os exclu\u00eda. Jesus democratizou e ampliou a experi\u00eancia de Deus e desmanchou a cren\u00e7a de que o culto \u00e0 divindade s\u00f3 seria verdadeiro se ocorresse nos recintos ou sob a tutela da religi\u00e3o tradicional.<\/p>\n<p>Jesus, no nosso entender, fez as mulheres serem protagonistas do seu movimento de renova\u00e7\u00e3o do planeta; denunciou o ac\u00famulo de riquezas e exaltou os pobres. Na sociedade vazia de moral, andou com gente de m\u00e1 fama e denunciou a hipocrisia de l\u00edderes religiosos; naquela sociedade baseada na vingan\u00e7a do \u2018olho por olho e do dente por dente\u2019, ensinou o perd\u00e3o infinito, por isso discordamos do discurso de \u00f3dio de que o \u201cbandido bom \u00e9 o bandido morto\u201d. Jesus, no nosso entender, foi o grande defensor das minorias sociais do seu tempo, foi O POL\u00cdTICO DO BEM.<\/p>\n<p>\u00c9 essa a nossa proposta e n\u00e3o temos nenhuma inten\u00e7\u00e3o de &#8220;empurrar goela abaixo&#8221; das casas esp\u00edritas, nossas ideias. Somos trabalhadores &#8211; ainda imperfeitos &#8211; de Jesus e de Kardec.<\/p>\n<p>Fonte: <a href=\"http:\/\/grupoagoraespirita.blogspot.com\/2020\/06\/oespiritismo-nao-e-apolitico-texto-do_97.html#more\">\u00c1GORA ESP\u00cdRITA<\/a><\/p>\n<p><span style=\"color: #993300;\">REFER\u00caNCIAS:<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #993300;\">(1) KARDEC, Allan. Revista Esp\u00edrita. Trad. Salvador Gentile. 1\u00aa ed. S\u00e3o Paulo : IDE, 1994. 37 p.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #993300;\">(2) CAMPOS, Fl\u00e1vio de. Oficina da hist\u00f3ria : vol. 2. 2\u00aa ed. S\u00e3o Paulo : LEYA, 2016. 165.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #993300;\">(3) http:\/\/www.infosbc.org.br\/site\/artigos\/2627-capitulo-lvi-napoleao-iii-e-a-igreja (acessado em 07\/06\/2020)<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #993300;\">(4) KARDEC, Allan. O livro dos esp\u00edritos. Trad. Jos\u00e9 Herculano P\u00edres. 64\u00aa ed. S\u00e3o Paulo : LAKE, 2004. 262 p.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #993300;\">(5) KARDEC, Allan. O livro dos esp\u00edritos. Trad. Jos\u00e9 Herculano P\u00edres. 64\u00aa ed. S\u00e3o Paulo : LAKE, 2004. 262 p.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #993300;\">(6) KARDEC, Allan. O livro dos esp\u00edritos. Trad. Jos\u00e9 Herculano P\u00edres. 64\u00aa ed. S\u00e3o Paulo : LAKE, 2004. 262 p.<\/span><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O espiritismo n\u00e3o \u00e9 apol\u00edtico Texto do Eixo de Pesquisa: Espiritismo, Pol\u00edticas e Promo\u00e7\u00e3o Social Produ\u00e7\u00e3o: M\u00e1rcio Alexandre Uma quest\u00e3o est\u00e1 acalorando as conversas e at\u00e9 as pr\u00e9dicas nas casas esp\u00edritas do Brasil nos \u00faltimos anos: a pol\u00edtica nacional. 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