{"id":12398,"date":"2022-11-06T06:50:48","date_gmt":"2022-11-06T09:50:48","guid":{"rendered":"https:\/\/xn--regeneraoplanetria-dsb6a7f.com.br\/?p=12398"},"modified":"2022-11-06T06:50:48","modified_gmt":"2022-11-06T09:50:48","slug":"sociologia-e-esperanca-capitalismo-humanismo-e-espiritismo","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/xn--regeneraoplanetria-dsb6a7f.com.br\/index.php\/sociologia-e-esperanca-capitalismo-humanismo-e-espiritismo\/","title":{"rendered":"SOCIOLOGIA E ESPERAN\u00c7A &#8211; Capitalismo, humanismo e espiritismo"},"content":{"rendered":"<h2><strong><span style=\"color: #0000ff;\">SOCIOLOGIA E ESPERAN\u00c7A<\/span><\/strong><\/h2>\n<p>Capitalismo, humanismo e espiritismo<\/p>\n<p>Por<strong><span style=\"color: #008080;\"> Jerri Almeida<\/span><\/strong><\/p>\n<p><img decoding=\"async\" class=\"aligncenter\" src=\"https:\/\/blogger.googleusercontent.com\/img\/b\/R29vZ2xl\/AVvXsEiibo9c13fiUMY4jbCG-DcU47vwJpVtNnm6X1WuncEQe01bSAtOj6GD0b-mxK1FBt9mjg6lEUTVMfSSJmHf7lEXDAxQtOjvpzn5d1i856LVwWT2mLKKiYEIZz1c3WqdO4lqIiH3cGYyDDXb9Z8VKoVeZMt8fBz57xvljzqpY1HO-50d6VJbhPrd-XC3Bg\/w400-h250\/Sociologia%20e%20Esperan%C3%A7a%20por%20Jerri%20Almeida.jpeg\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><strong><span style=\"color: #0000ff;\">SOCIOLOGIA E ESPERAN\u00c7A<\/span><\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><strong><span style=\"color: #0000ff;\">Capitalismo, humanismo e espiritismo<\/span><\/strong><\/p>\n<p>Em outubro de 2011, foi realizado pelo Departamento de Sociologia da Faculdade de Filosofia, Letras e Ci\u00eancias Humanas da Universidade de S\u00e3o Paulo um semin\u00e1rio sobre o tema: Sociologia e Esperan\u00e7a, com pesquisadores da USP, Universidade de Cambridge e da Universidade de Lisboa. Dentre os v\u00e1rios enfoques, coube ao professor Alfredo Bosi [1] discutir o tema: \u201cEconomia e humanismo\u201d.[2] Apesar do desencanto que possamos nutrir por essa rela\u00e7\u00e3o, trata-se de uma reflex\u00e3o oportuna e necess\u00e1ria.<\/p>\n<p>O movimento Economia e Humanismo, citado por Bosi, surgiu na Fran\u00e7a em meados dos anos 40. Fundado por Louis-Joseph Lebret, um ex-marinheiro que se tornou oficial da Marinha, servindo na Primeira Guerra Mundial. Aos 26 anos, ainda muito jovem, Lebret decidiu abandonar sua s\u00f3lida carreira na Marinha e entrar para a ordem dos padres dominicanos. Ap\u00f3s sua ordena\u00e7\u00e3o, em 1928, esse jovem da Bretanha, fundou na regi\u00e3o de Saint-Malo a Associa\u00e7\u00e3o dos Jovens Mar\u00edtimos, passando a dedicar-se aos estudos da estrutura familiar e social dos pescadores. Logo, percebeu as dificuldades dos pescadores locais em concorrer com grandes pesqueiros japoneses.<\/p>\n<p style=\"text-align: left;\"><span style=\"color: #993300;\">Era a ind\u00fastria de capitais e dimens\u00f5es internacionais que causava um duplo dano \u00e0 pesca artesanal: suplantava a ponto de eliminar os seus meios de trabalho e, ao mesmo tempo, dizimava os cardumes do mar do Norte, desrespeitando os per\u00edodos de reprodu\u00e7\u00e3o e desova. Assim, at\u00e9 mesmo a economia de subsist\u00eancia acabava subtra\u00edda ao pescador pobre da regi\u00e3o.[3]<\/span><\/p>\n<p>Lebret tratou de aproximar os pescadores num sistema de cooperativa, formando uma comunidade de produ\u00e7\u00e3o e distribui\u00e7\u00e3o, organizada por pequenas redes locais e familiares. Criou-se, assim, uma rela\u00e7\u00e3o de rede solid\u00e1ria que, em momentos de crise, desemprego, fome ou doen\u00e7a, se ajudava mutuamente. Ali, para Alfredo Bosi, estavam plantadas as primeiras sementes do pensamento de \u201cEconomia e Humanismo\u201d. A partir de 1943, quase no final da Segunda Guerra, o padre Lebret se voltou para a cria\u00e7\u00e3o formal do movimento economia e humanismo, construindo sua teoria sobre essa rela\u00e7\u00e3o. A explora\u00e7\u00e3o da pesca por ind\u00fastrias estrangeiras em preju\u00edzo dos trabalhadores locais deu-lhe o conhecimento da injusti\u00e7a de um sistema que n\u00e3o se limitava aos problemas de uma determinada regi\u00e3o. Era, portanto, necess\u00e1rio pensar de modo mais profundo sobre essas estruturas explorat\u00f3rias.<\/p>\n<p>As teorias sociais que examinavam a opress\u00e3o do sistema econ\u00f4mico sobre o trabalhador foram por ele exaustivamente estudadas. Entretanto, o seu caminho n\u00e3o foi o de se filiar a nenhuma corrente ideol\u00f3gica ou partid\u00e1ria existente. Assim, os fundamentos da Economia Humana defendiam uma economia voltada para atender \u00e0s exig\u00eancias fundamentais do ser humano em sociedade, avessa tanto ao jogo corrosivo do liberalismo econ\u00f4mico, como tamb\u00e9m ao controle r\u00edgido do Estado. Uma economia humana deveria se voltar para aspectos reais, j\u00e1 que o capitalismo cria necessidades e bens fict\u00edcios para estimular o consumismo.<\/p>\n<p>Em sua perspectiva, existiam demandas pessoais e coletivas que precisavam ser atendidas pela economia, como por exemplo: a produ\u00e7\u00e3o necess\u00e1ria de alimentos, bens e servi\u00e7os fundamentais, como farm\u00e1cias e m\u00e9dicos de bairro; vida cultural, educa\u00e7\u00e3o. Para ele, a capacidade de se compreender uma obra liter\u00e1ria tamb\u00e9m integraria a necessidade por dignidade. \u00c9 preciso que o indiv\u00edduo tenha tempo o suficiente para pensar, estudar, meditar, contemplar e\/ou produzir arte. O trabalho excessivo afasta o humano da arte, da literatura, do pensamento.<\/p>\n<p>Uma quest\u00e3o bastante atual, considerando-se o ritmo acelerado dos compromissos impostos pela sociedade capitalista contempor\u00e2nea. Curiosamente, no entanto, os discursos de Lebret e seu movimento, ocorriam num contexto de crescente industrializa\u00e7\u00e3o do p\u00f3s-guerra, de \u00eaxodo rural e de aumento da urbaniza\u00e7\u00e3o. O seu ide\u00e1rio de uma economia humanizada n\u00e3o logrou competir com o fasc\u00ednio do progresso material. O padre Louis-Joseph Lebret faleceu em 26 de julho de 1966, deixando suas contribui\u00e7\u00f5es e reflex\u00f5es para um desenvolvimento n\u00e3o economicista.<\/p>\n<p>Nunca existiu um sistema econ\u00f4mico intrinsecamente justo, humanizado, livre da explora\u00e7\u00e3o do homem pelo homem. Seja no feudalismo, no mercantilismo ou no capitalismo, cada um com sua especificidade hist\u00f3rica, o ser humano se defrontou com injusti\u00e7as das mais diversas. No capitalismo, seria um erro ou muita ingenuidade, crer que produzir riqueza seja o suficiente para tornar uma sociedade humanamente mais digna. Por isso, temos uma certa consci\u00eancia de que, sendo a economia amoral, necessitamos tamb\u00e9m da justi\u00e7a e da pol\u00edtica. E como justi\u00e7a e pol\u00edtica tamb\u00e9m n\u00e3o bastam, \u00e9 necess\u00e1rio \u00e9tica, amor e solidariedade.<\/p>\n<p>O capitalismo \u00e9 um sistema econ\u00f4mico para gerar riqueza. Produzir, com riqueza, mais riqueza. Mas, n\u00e3o para todos. Nem mesmo para uma grande parcela da sociedade. Somente, para alguns. Os mais pobres, por defini\u00e7\u00e3o, est\u00e3o exclu\u00eddos dos benef\u00edcios gerados pelo pr\u00f3prio sistema. Qualquer observador mais atento, independentemente de sua \u201clinha ideol\u00f3gica\u201d, perceber\u00e1 \u2013 desde que tenha um m\u00ednimo de honestidade intelectual e bom senso \u2013 que o capitalismo \u00e9 um sistema excludente.<\/p>\n<p>Segundo dados do Banco Mundial [4], quase metade da popula\u00e7\u00e3o no mundo vive abaixo da linha da pobreza. Isso representa algo em torno de 3,4 bilh\u00f5es de pessoas. Trata-se de um dado alarmante e torna evidente que a prosperidade capitalista n\u00e3o \u00e9 compartilhada. Mais de 1,9 bilh\u00e3o de pessoas, ou 26,2% da popula\u00e7\u00e3o mundial, viviam com menos de 3,20 d\u00f3lares por dia, em 2015. Cerca de 46% da popula\u00e7\u00e3o mundial vivia com menos de 5,50 d\u00f3lares por dia. O relat\u00f3rio do Banco Mundial constata ainda, que mulheres e crian\u00e7as s\u00e3o mais afetados pela pobreza, pois s\u00e3o mais vulner\u00e1veis socialmente.<\/p>\n<p>Na verdade, n\u00e3o se trata apenas de implantar pol\u00edticas de desenvolvimento econ\u00f4mico, que potencializem o crescimento da riqueza nacional e global. O problema est\u00e1 representado numa famosa frase: \u201c\u00e9 preciso deixar o bolo crescer, para depois dividi-lo\u201d.\u00a0 Em algum momento, se coloca muito fermento na economia e o \u201cbolo cresce\u201d, mas os gananciosos n\u00e3o desejam dividi-lo, comem sozinhos, enquanto os mais famintos apenas observam. \u00c9 desumano o velho e esdr\u00faxulo argumento no qual os pobres s\u00e3o acomodados, inaptos ou despreparados para sa\u00edrem da pobreza. O sistema que os gera, tamb\u00e9m os culpa e os condena. Mas, como alertou o fil\u00f3sofo Andr\u00e9 Comte-Sponville, n\u00e3o devemos cair no erro de pensarmos que um sistema econ\u00f4mico seja \u201cmoral\u201d.<\/p>\n<p>A filosofia social esp\u00edrita n\u00e3o busca argumentos reencarnat\u00f3rios para justificar os hist\u00f3ricos problemas da fome, mis\u00e9ria e explora\u00e7\u00e3o, de um lado, e da concentra\u00e7\u00e3o de riquezas, do outro. A teoria esp\u00edrita do conhecimento insiste, entre outros aspectos, numa din\u00e2mica humanista. O ser humano deve exercer seu protagonismo na edifica\u00e7\u00e3o de um mundo melhor, inclusive, questionando os sistemas econ\u00f4micos, ideologias e pol\u00edticas de Estado que aumentam o fosso das desigualdades sociais.<\/p>\n<p>Em seu importante ensaio sobre o humanismo esp\u00edrita, Eugenio Lara aponta para uma interessante estat\u00edstica: a palavra \u201chomem\u201d, no sentido de ser humano, aparece 679 vezes na segunda e definitiva edi\u00e7\u00e3o de O Livro dos Esp\u00edritos.\u00a0 Da mesma forma, a palavra \u201chumanidade\u201d tem 81 ocorr\u00eancias e a palavra \u201chumano\u201d surge 50 vezes na referida obra. Para Lara: \u201cEsses n\u00fameros s\u00e3o suficientes para demonstrar, ao menos em termos quantitativos, que a filosofia esp\u00edrita tem no homem, no ser humano, o objeto primordial de suas reflex\u00f5es, conceitua\u00e7\u00f5es e ensinamentos\u201d.[5]<\/p>\n<p>No mesmo sentido que o problema das desigualdades das condi\u00e7\u00f5es sociais \u00e9 obra do homem, por meio de suas a\u00e7\u00f5es no tempo e no espa\u00e7o, a quest\u00e3o da explora\u00e7\u00e3o seja ela antiga ou moderna, n\u00e3o poder\u00e1 encontrar justificativas plaus\u00edveis no espiritismo. Estar numa condi\u00e7\u00e3o de miserabilidade, por exemplo, n\u00e3o \u00e9 uma experi\u00eancia \u201cprogramada\u201d no mundo dos esp\u00edritos. Se assim fosse, estar\u00edamos todos conformados com as injusti\u00e7as sociais ou com os seis milh\u00f5es de judeus mortos pelos nazistas. A l\u00f3gica \u00e9 a mesma.\u00a0 Haveria um completo imobilismo hist\u00f3rico e jur\u00eddico, contrariando a lei do progresso.<\/p>\n<p>O escritor e pensador argentino, Manuel S. Porteiro, rejeitou o \u201cfalso argumento da causalidade reencarnat\u00f3ria\u201d.[6] O espiritismo, por sua natureza racionalista, progressista, pluralista e humanista, n\u00e3o poderia naturalizar a explora\u00e7\u00e3o do homem sobre o homem. A reencarna\u00e7\u00e3o, \u00e0 luz da filosofia esp\u00edrita, faz parte, intrinsicamente, da lei natural, oportunizando etapas biol\u00f3gicas de aprimoramento no cen\u00e1rio da vida f\u00edsica. Todavia, o ser humano \u00e9 o agente principal que, a partir de sua autonomia, vai construindo o enredo de sua exist\u00eancia. O indiv\u00edduo e a sociedade s\u00e3o, portanto, os elementos respons\u00e1veis pelo grande projeto de um mundo melhor e mais humanizado. Herculano Pires [7], situou o espiritismo tamb\u00e9m como uma cosmosociologia, com toda a sua complexidade na interpreta\u00e7\u00e3o do fato social, a partir de uma perspectiva mais abrangente das realidades s\u00f3cio-pol\u00edtico-espiritual.<\/p>\n<p>Poderemos, ent\u00e3o, situar o pensamento social esp\u00edrita dentro de uma \u201csociologia da esperan\u00e7a\u201d, permeada de desafios. E, talvez, o maior deles seja o de colocar definitivamente o ser humano no centro de todas essas discuss\u00f5es. Pensar uma sociologia da esperan\u00e7a implica em questionarmos uma estrutura n\u00e3o apenas pol\u00edtica e econ\u00f4mica, mas tamb\u00e9m uma cultura centralizada na ideia capitalista de progresso. O progresso com base na destrui\u00e7\u00e3o da natureza, na explora\u00e7\u00e3o dos recursos naturais, finitos, no esgotamento da vitalidade dos ecossistemas, na concentra\u00e7\u00e3o de riquezas, na cultura do descart\u00e1vel e da obsolesc\u00eancia imediata.<\/p>\n<p>A realidade hist\u00f3rica, econ\u00f4mica e cultural predominante na sociedade global, ainda que transit\u00f3ria, define um contexto marcadamente distante do pensamento humanista inserido em O Livro dos Esp\u00edritos. O curso da hist\u00f3ria \u00e9 formado por perman\u00eancias e mudan\u00e7as. A doutrina esp\u00edrita ao argumentar sobre a Lei do Progresso, abre um horizonte confortador, na medida em que os processos sociol\u00f3gicos n\u00e3o est\u00e3o estagnados. Em todos os per\u00edodos da hist\u00f3ria houveram rea\u00e7\u00f5es \u00e0s injusti\u00e7as sociais visando a constru\u00e7\u00e3o de uma nova ordem social.<\/p>\n<p>Esse \u00e9 um processo lento, pautado no amadurecimento da consci\u00eancia humana de indiv\u00edduos e de grupos. S\u00e3o for\u00e7as e vozes de resist\u00eancias que reencarnam na Terra contribuindo para fomentar novos ciclos hist\u00f3ricos. A transforma\u00e7\u00e3o estrutural da sociedade do mercado, na sociedade do amor e do humanismo, \u00e9 uma meta evolutiva. Reformas sociais s\u00e3o, portanto, processos hist\u00f3ricos inseridos numa perspectiva de longa dura\u00e7\u00e3o. Mas, os esp\u00edritas n\u00e3o deveriam depositar seus discursos somente nessa \u201cmeta evolutiva\u201d, eximindo-se das responsabilidades de influir, como cidad\u00e3os e agentes pol\u00edticos, nos rumos dessas transforma\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>Os dilemas sociais devem ser pautas de reflex\u00e3o permanente, de fomento para novos questionamentos que contribuam com o humano, numa sociedade ainda t\u00e3o desumana. A filosofia esp\u00edrita \u00e9 esperan\u00e7osa, mas n\u00e3o ing\u00eanua. Precisamos pensar sobre nossa identidade humana, sobre nossa natureza espiritual e, tamb\u00e9m, sobre o amargor da indiferen\u00e7a. Uma sociologia da esperan\u00e7a \u00e0 luz do espiritismo implica, inexoravelmente, numa atitude din\u00e2mica e cr\u00edtica do mundo em que vivemos, e dos nossos posicionamentos como seres na exist\u00eancia. \u00c9 um tema de reflex\u00e3o e a\u00e7\u00e3o que ainda est\u00e1 por ser descortinado nos movimentos esp\u00edritas.<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><strong><span style=\"color: #008080;\"> Jerri Almeida<\/span><\/strong><\/p>\n<p>Fonte: <a href=\"http:\/\/grupoagoraespirita.blogspot.com\/2022\/08\/sociologia-e-esperanca-capitalismo.html\">\u00c1GORA ESP\u00cdRITA<\/a><\/p>\n<p><strong><span style=\"color: #993300;\">NOTAS<\/span><\/strong><\/p>\n<p><span style=\"color: #993300;\">[1] Alfredo Bosi \u00e9 titular de Literatura Brasileira da Universidade de S\u00e3o Paulo e pertence \u00e0 Academia Brasileira de Letras.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #993300;\">[2] Dispon\u00edvel em: http:\/\/www.revistas.usp.br\/eav\/article\/view\/39496<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #993300;\">[3] BOSI, Alfredo. Economia e Humanismo. Dispon\u00edvel em: http:\/\/www.revistas.usp.br\/eav\/article\/view\/39496<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #993300;\">[4] Dispon\u00edvel em: https:\/\/www.worldbank.org\/pt\/news\/press-release\/2018\/10\/17\/nearly-half-the-world-lives-on-less-than-550-a-day-brazilian-portuguese<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #993300;\">[5] LARA, Eugenio. Breve Ensaio sobre o Humanismo Esp\u00edrita. Santos, SP: CPDoc, 2012. p.91.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #993300;\">[6] MOREIRA, Milton Rubens Medran. Direito Natural, Lei Natural e Justi\u00e7a Social. In. Perspectivas Contempor\u00e2neas da Reencarna\u00e7\u00e3o. REIS, Ademar Arthur Chioro dos. NUNES, Ricardo de Morais. (Org).\u00a0 Santos-SP: CPDoc &amp; CEPA Brasil, 2016. p.142.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #993300;\">[7] Ver o livro: Introdu\u00e7\u00e3o \u00e0 Filosofia Esp\u00edrita, de J. Herculano Pires.<\/span><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>SOCIOLOGIA E ESPERAN\u00c7A Capitalismo, humanismo e espiritismo Por Jerri Almeida SOCIOLOGIA E ESPERAN\u00c7A Capitalismo, humanismo e espiritismo Em outubro de 2011, foi realizado pelo Departamento de Sociologia da Faculdade de Filosofia, Letras e Ci\u00eancias Humanas da Universidade de S\u00e3o Paulo &hellip; <a href=\"https:\/\/xn--regeneraoplanetria-dsb6a7f.com.br\/index.php\/sociologia-e-esperanca-capitalismo-humanismo-e-espiritismo\/\">Continue lendo <span class=\"meta-nav\">&rarr;<\/span><\/a><\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"aside","meta":{"footnotes":""},"categories":[18,1,23,16,27,19],"tags":[],"class_list":["post-12398","post","type-post","status-publish","format-aside","hentry","category-a-familia","category-artigos","category-ciencia","category-espiritismo","category-sociedade","category-transicao","post_format-post-format-aside"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/xn--regeneraoplanetria-dsb6a7f.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/12398","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/xn--regeneraoplanetria-dsb6a7f.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/xn--regeneraoplanetria-dsb6a7f.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/xn--regeneraoplanetria-dsb6a7f.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/xn--regeneraoplanetria-dsb6a7f.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=12398"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/xn--regeneraoplanetria-dsb6a7f.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/12398\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":12399,"href":"https:\/\/xn--regeneraoplanetria-dsb6a7f.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/12398\/revisions\/12399"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/xn--regeneraoplanetria-dsb6a7f.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=12398"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/xn--regeneraoplanetria-dsb6a7f.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=12398"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/xn--regeneraoplanetria-dsb6a7f.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=12398"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}