{"id":13135,"date":"2023-06-23T10:33:17","date_gmt":"2023-06-23T13:33:17","guid":{"rendered":"https:\/\/xn--regeneraoplanetria-dsb6a7f.com.br\/?p=13135"},"modified":"2023-06-23T10:33:17","modified_gmt":"2023-06-23T13:33:17","slug":"a-acessiblidade-na-casa-espirita","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/xn--regeneraoplanetria-dsb6a7f.com.br\/index.php\/a-acessiblidade-na-casa-espirita\/","title":{"rendered":"A ACESSIBLIDADE NA CASA ESP\u00cdRITA"},"content":{"rendered":"<h2><strong><span style=\"color: #000080;\">A ACESSIBLIDADE NA CASA ESP\u00cdRITA<\/span><\/strong><\/h2>\n<p><em><span style=\"color: #008000;\">Isabel Cristina Melo:<\/span><\/em><\/p>\n<p><em><span style=\"color: #993300;\">\u201cA resist\u00eancia para acessibilidade na Casa Esp\u00edrita \u00e9 ainda grande\u201d<\/span><\/em><\/p>\n<p>A educadora fluminense diz que na quest\u00e3o da acessibilidade e no atendimento aos especiais h\u00e1 muito a ser feito no meio esp\u00edrita.<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" class=\"alignleft\" src=\"https:\/\/encrypted-tbn0.gstatic.com\/images?q=tbn:ANd9GcSIi0WrfjYc5hxw2RxS6QTMqAQitQBFl_UBSv4lT5EL8qz4lu2ri4eKTl8a-N_Zkfg15Vg&amp;usqp=CAU\" alt=\"O CONSOLADOR\" \/><\/p>\n<p>Isabel Cristina Melo (foto), radicada no Rio das Ostras-RJ, fala-nos nesta entrevista sobre sua larga experi\u00eancia na educa\u00e7\u00e3o das chamadas classes especiais e tamb\u00e9m da quest\u00e3o da acessibilidade nas Casas Esp\u00edritas e outros aspectos pertinentes \u00e0 Educa\u00e7\u00e3o Inclusiva que se observam na sociedade em geral.<\/p>\n<p><em><span style=\"color: #993300;\">Isabel, conte-nos um pouco de sua viv\u00eancia esp\u00edrita e de como ela cruzou os caminhos da educa\u00e7\u00e3o especial.<\/span><\/em><\/p>\n<p>Iniciei-me no Espiritismo pela dor, encaminhada por um senhor que me emprestou O Livro dos Esp\u00edritos. Nessa \u00e9poca eu era umbandista e, ap\u00f3s alguns anos de leituras individuais, percebi que o Espiritismo me fornecia outras respostas, me permitia avan\u00e7ar nos questionamentos e me trazia um conforto grande. Optei por este \u00faltimo, mantendo um carinho e respeito grandes pela Umbanda. No movimento esp\u00edrita, conheci o Centro Esp\u00edrita de Jacarepagu\u00e1 (Rio de Janeiro-RJ), no qual iniciei os estudos, e o Centro Esp\u00edrita Eur\u00edpedes Barsanulfo (tamb\u00e9m em Jacarepagu\u00e1). Essas duas institui\u00e7\u00f5es de trabalho no bem me possibilitaram conhecer o trabalho de Evangeliza\u00e7\u00e3o da inf\u00e2ncia e juventude, que se estenderam em participa\u00e7\u00f5es no que atualmente denomina-se SAPSE nas comunidades de Vila Sap\u00ea e Anil, ambas em Jacarepagu\u00e1, Rio de Janeiro. Como professora, um dia fui convidada a atuar com as Classes Especiais\/ DM (como era denominado na \u00e9poca). Apesar de n\u00e3o ter forma\u00e7\u00e3o espec\u00edfica, aceitei o desafio e iniciei estudos para me adequar \u00e0 nova demanda. Percebi uma identifica\u00e7\u00e3o quase imediata e um bem-estar evidente com esse trabalho. A classe foi crescendo em qualidade gra\u00e7as ao apoio recebido da dire\u00e7\u00e3o da escola e do Instituto Helena Antipoff, do Rio de Janeiro, ao qual serei sempre grata. Nos anos oitenta, a USEERJ convidou pessoas ligadas \u00e0 quest\u00e3o do companheiro especial para um encontro em que seriam discutidas quest\u00f5es voltadas a ele, segundo a vis\u00e3o esp\u00edrita. Foi memor\u00e1vel aquele dia. Voltamos para Jacarepagu\u00e1 animados e, ao l\u00e1 chegarmos, j\u00e1 definimos um encontro no Eur\u00edpedes para o outro dia e a partir da\u00ed foi iniciado um grupo de estudos de saudosa lembran\u00e7a que resultou no Grupo Dona Meca (http:\/\/www.osdm.org.br\/quem_somos.htm) e GAPEB (http:\/\/gapeb.com.br\/), atuantes at\u00e9 os dias atuais.<\/p>\n<p><em><span style=\"color: #993300;\">Ainda que as \u00faltimas tr\u00eas d\u00e9cadas tenham trazidos avan\u00e7os inestim\u00e1veis nas discuss\u00f5es afetas \u00e0 inclus\u00e3o e \u00e0 educa\u00e7\u00e3o especial no campo da educa\u00e7\u00e3o formal no Brasil, essa discuss\u00e3o parece caminhar a passos lentos no movimento esp\u00edrita, como comprovam seus artefatos (cursos, livros, eventos, semin\u00e1rios). Que fatores, em sua opini\u00e3o, contribu\u00edram para esse cen\u00e1rio?<\/span><\/em><\/p>\n<p>Quest\u00e3o bastante complexa e delicada essa que voc\u00ea me coloca. Um dos aspectos que me chama aten\u00e7\u00e3o \u00e9 que, independente de estar nas fileiras esp\u00edritas, o homem est\u00e1 ainda atrelado \u00e0s quest\u00f5es que aliam a defici\u00eancia \u00e0 puni\u00e7\u00e3o nos seus mais diversos matizes. Mesmo cientes os esp\u00edritas de que Jesus apresentou-nos Deus como Pai de Justi\u00e7a, e acima de tudo de Amor e Miseric\u00f3rdia, o primeiro qualitativo vinculado \u00e0 puni\u00e7\u00e3o parece falar muito mais alto ainda em nossas mentes. Tem-se ainda a cultura dos mais diferentes povos que refor\u00e7a causas ligadas \u00e0 puni\u00e7\u00e3o divina. Tudo isso, a meu ver, atravessa os movimentos religiosos. A resist\u00eancia para acessibilidade em Casas Esp\u00edritas \u00e9 ainda grande. Poucas Casas t\u00eam tradu\u00e7\u00e3o simult\u00e2nea para Libras em suas reuni\u00f5es p\u00fablicas e as justificativas carecem de consist\u00eancia. Livros esp\u00edritas em braile ainda s\u00e3o muito poucos (felizmente j\u00e1 vemos os audiolivros, que suprem de maneira razo\u00e1vel os companheiros com dificuldades visuais). Rampas nos pr\u00e9dios, reflex\u00f5es acerca das possibilidades de crian\u00e7as e jovens com comprometimentos intelectuais e de transtornos do desenvolvimento (TGD) frequentarem encontros de evangeliza\u00e7\u00e3o infantil e juventude de forma efetiva e real \u2013 essas s\u00e3o quest\u00f5es que o movimento esp\u00edrita precisa refletir e discutir. Os Esp\u00edritos superiores deixaram quest\u00f5es de inclus\u00e3o no Pentateuco. Precisamos sair das verdades parciais que nos mant\u00eam na zona de conforto e avan\u00e7ar. A Doutrina Esp\u00edrita tem uma contribui\u00e7\u00e3o not\u00e1vel a oferecer, quando o movimento esp\u00edrita se abrir aos avan\u00e7os em Educa\u00e7\u00e3o Inclusiva que est\u00e3o se observando na sociedade em geral.<\/p>\n<p><em><span style=\"color: #993300;\">A discuss\u00e3o da acessibilidade passa pela produ\u00e7\u00e3o de livros em Braile (ou audiolivros), a tradu\u00e7\u00e3o de palestras para Libras, al\u00e9m de banheiros adaptados e rampas, entre outras pr\u00e1ticas. Em sua opini\u00e3o, como estamos nesses quesitos no movimento esp\u00edrita atualmente?<\/span><\/em><\/p>\n<p>Temos avan\u00e7ado, mas de maneira muito t\u00edmida, como colocado acima. Est\u00e3o a\u00ed v\u00e1rias obras subsidi\u00e1rias de autores abalizados (como Nancy Puhlmann Di Girolamo) que oferecem \u00f3timas oportunidades para sairmos dessa posi\u00e7\u00e3o que n\u00e3o se coaduna com os ensinamentos esp\u00edritas, o que nos pede a\u00e7\u00e3o com responsabilidade.<\/p>\n<p><em><span style=\"color: #993300;\">A ideia da reencarna\u00e7\u00e3o, indicando um aspecto provacional na quest\u00e3o da defici\u00eancia, n\u00e3o deveria trazer para n\u00f3s, esp\u00edritas, uma abordagem diferenciada da quest\u00e3o do especial?<\/span><\/em><\/p>\n<p>Penso que sim, pois n\u00e3o importa se o companheiro ombreado conosco est\u00e1 em prova ou em expia\u00e7\u00e3o, mas sim que todos n\u00f3s estamos reencarnados para progredir. Exemplos n\u00e3o nos faltam de trabalhadores que, ao se defrontarem com provas acerbas das mais diversas, apenas apoiaram o companheiro e seguiram aprendendo. O companheiro reencarnado na condi\u00e7\u00e3o de deficiente sensorial, do intelecto ou com transtornos n\u00e3o necessita de an\u00e1lises sobre as causas de sua condi\u00e7\u00e3o, mas de oportunidades de usufruir daquilo que a Doutrina Esp\u00edrita traz e que nos proporciona for\u00e7as para caminhar neste mundo de provas e expia\u00e7\u00f5es de maneira mais ou menos equilibrada. Por que aquilo que me consola e fortalece n\u00e3o faria o mesmo com esse companheiro, envolvido nessa prova? D\u00e1 para pensar&#8230;<\/p>\n<p><em><span style=\"color: #993300;\">O conv\u00edvio da pessoa com defici\u00eancia na mesma sala de aula de evangeliza\u00e7\u00e3o com as crian\u00e7as e jovens ditos normais \u00e9 o suficiente para se efetivar a inclus\u00e3o, ou \u00e9 preciso de algo mais em termos pedag\u00f3gicos?<\/span><\/em><\/p>\n<p>Penso que \u00e9 preciso iniciar abrindo as portas das Casas Esp\u00edritas para acolher esse irm\u00e3o e suas fam\u00edlias. \u00c9 preciso vencer as pr\u00f3prias barreiras, deixar de buscar ancoragem em falas ditas esp\u00edritas que carecem de sustenta\u00e7\u00e3o doutrin\u00e1ria e convidar essas fam\u00edlias, pois a partir da\u00ed a demanda levar\u00e1 a equipe da Casa a buscar respostas \u00e0s in\u00fameras d\u00favidas que chegar\u00e3o. Se Nancy Puhlmann tivesse fechado as portas \u00e0 primeira pessoa que chegou \u00e0 Institui\u00e7\u00e3o Beneficente Nosso Lar em S\u00e3o Paulo, por faltar estofo te\u00f3rico a esse acolhimento, provavelmente n\u00e3o seria para n\u00f3s hoje um ponto de luz a assinalar com possibilidades para esse trabalho. E, ainda olhando para seu exemplo, a equipe de trabalho n\u00e3o ficou nesse primeiro passo; buscou alicerces te\u00f3ricos sempre e cada vez mais atuais na ci\u00eancia e na pedagogia. Vejo que ap\u00f3s o primeiro passo, tanto para a Casa Esp\u00edrita como para o companheiro especial que chega, \u00e9 necess\u00e1ria a busca junto \u00e0 literatura esp\u00edrita e acad\u00eamica para alicer\u00e7ar cada vez mais essa pr\u00e1tica, a fim de que ela n\u00e3o fique apenas em aproxima\u00e7\u00e3o, que no cotidiano da Casa Esp\u00edrita configura-se em algumas situa\u00e7\u00f5es \u00e0 crian\u00e7a ou o jovem tendo apenas o conv\u00edvio social. A Doutrina Esp\u00edrita nos afirma que somos todos Esp\u00edritos imortais, com bagagem de muitas vidas, com conhecimento acumulado. Vamos falar ao Esp\u00edrito nos encontros de Evangeliza\u00e7\u00e3o, \u00e0 centelha que brilha ali naquele irm\u00e3o limitado na presente encarna\u00e7\u00e3o, e esses princ\u00edpios, bem como muitos outros da doutrina, nos ajudar\u00e3o a crescer dentro da decis\u00e3o de dar acesso a ele. Na quest\u00e3o pedag\u00f3gica, devemos ter aten\u00e7\u00e3o \u00e0s peculiaridades dessa pessoa e da defici\u00eancia que o caracteriza nesse momento e de como a pedagogia tem contribu\u00eddo para criar canais de comunica\u00e7\u00e3o efetivos com ele. N\u00e3o se trata de um deficiente, mas primeiramente de uma pessoa que traz uma defici\u00eancia, o que determina diferen\u00e7as consider\u00e1veis no olhar pedag\u00f3gico.<\/p>\n<p><em><span style=\"color: #993300;\">A casa esp\u00edrita deve se preparar para lidar com as diferen\u00e7as ou deve se estruturar apenas diante dos casos concretos que adentram as suas portas?<\/span><\/em><\/p>\n<p>Vejo que quando a Casa Esp\u00edrita se prepara apenas para os casos concretos que chegam estar\u00e1 restringindo a acessibilidade e trabalhando de forma a \u201capagar inc\u00eandios\u201d. H\u00e1 que planejar para receber essas pessoas, assim como para todas as peculiaridades humanas (a pessoa idosa, a crian\u00e7a e o jovem especial, aquele que sofreu limita\u00e7\u00f5es sensoriais durante a vida f\u00edsica, a pessoa surdo-cega, a pessoa obesa ou tetrapl\u00e9gica&#8230;). Para isso h\u00e1 que buscar tamb\u00e9m os princ\u00edpios do Desenho Universal, tecnologia que prev\u00ea espa\u00e7os para todos. Entende-se por Desenho Inclusivo ou Universal um conjunto de preocupa\u00e7\u00f5es, conhecimentos, metodologias e pr\u00e1ticas que visam \u00e0 concep\u00e7\u00e3o de espa\u00e7os, produtos e servi\u00e7os, utiliz\u00e1veis com efic\u00e1cia, seguran\u00e7a e conforto pelo maior n\u00famero de pessoas poss\u00edvel, independentemente de suas capacidades.<\/p>\n<p><em><span style=\"color: #993300;\">Nas visitas assistenciais a institui\u00e7\u00f5es especializadas no atendimento a pessoas com defici\u00eancia, que reflex\u00f5es podemos suscitar aos trabalhadores que participam dessas visitas?<\/span><\/em><\/p>\n<p>O que me ocorria em algumas visitas que fiz foram: \u201cTrata-se de pessoas em primeiro lugar!\u201d, \u201cN\u00e3o tenha inten\u00e7\u00f5es de descobrir seu passado olhando esse corpo.\u201d, \u201cO que ele (a) espera de mim? Se eu residisse aqui, o que gostaria de receber nesta visita fraterna?\u201d. Ocorria-me que eu estava entrando no lar que muitos daqueles companheiros conheceram nesta encarna\u00e7\u00e3o, e isto balizava as minhas a\u00e7\u00f5es ali. Penso ser necess\u00e1rio procurar tamb\u00e9m orientar os pensamentos de forma positiva e otimista, trocar poucas ideias com os companheiros de visita\u00e7\u00e3o para olhar e buscar estar com eles (as) naqueles momentos. Em momento posterior, se poss\u00edvel fora da institui\u00e7\u00e3o, analisar o trabalho junto \u00e0 equipe, evitando especula\u00e7\u00f5es e elevando um pouco mais a qualidade dessa visita\u00e7\u00e3o. O preconceito em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 pessoa com defici\u00eancia se materializa em palavras e gestos. De que forma o ensinamento crist\u00e3o pode nos ajudar a combater esse preconceito? O Evangelho n\u00e3o nos diz para n\u00e3o ver, mas que se tenham olhos de ver. Quando deixamos de estudar na Casa Esp\u00edrita e de refletir particularmente nesse e em outros ensinamentos do Mestre Jesus, podemos cair na fal\u00e1cia de ver o argueiro no olho do outro e esquecermos a trave no nosso olhar, de apontar o dedo em dire\u00e7\u00e3o ao outro permanecendo confort\u00e1veis com os nossos defeitos morais que muitas vezes nos s\u00e3o t\u00e3o agrad\u00e1veis!<\/p>\n<p>Conviver com o irm\u00e3o especial de maneira a aprender com ele \u00e9 nos defrontar (felizmente o tempo todo) com princ\u00edpios como estes. Percebemos que o companheiro est\u00e1 em provas dif\u00edceis, mas essa an\u00e1lise n\u00e3o pode engessar o pensamento e a a\u00e7\u00e3o buscando justificativas que n\u00e3o se sustentam com o estudo doutrin\u00e1rio, refor\u00e7ando atitudes puramente preconceituosas. Enquanto olhamos o outro, perdemos a oportunidade de nos examinar descobrindo pontos que precisam ser burilados atrav\u00e9s dessa e de outras atividades da Casa Esp\u00edrita, que necessita de trabalhadores contentes!<\/p>\n<p><em><span style=\"color: #993300;\">Como palavras finais, que mensagem voc\u00ea gostaria de deixar para os que trabalham com a educa\u00e7\u00e3o especial na seara esp\u00edrita?<\/span><\/em><\/p>\n<p>Que perseverem neste campo bel\u00edssimo de trabalho, buscando for\u00e7as primeiramente no Cristo, que nos deu a oportunidade desta encarna\u00e7\u00e3o para que, atrav\u00e9s do livre-arb\u00edtrio, experiment\u00e1ssemos a b\u00ean\u00e7\u00e3o de aprender com o companheiro que um dia se encheu de coragem para retornar ao solo terreno e sabe no fundo de seu ser que necessita das m\u00e3os operosas, mas que tamb\u00e9m tem muito a ensinar. Somos parceiros nesta jornada. Ele n\u00e3o desistiu. N\u00f3s, de nossa parte, pedimos aos amigos espirituais que estejam conosco para conduzirmos este belo labor com toda a equipe de trabalho da Casa Esp\u00edrita!<\/p>\n<p>Fonte: <a href=\"http:\/\/www.oconsolador.com.br\/ano7\/322\/entrevista.html\">O Consolador<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A ACESSIBLIDADE NA CASA ESP\u00cdRITA Isabel Cristina Melo: \u201cA resist\u00eancia para acessibilidade na Casa Esp\u00edrita \u00e9 ainda grande\u201d A educadora fluminense diz que na quest\u00e3o da acessibilidade e no atendimento aos especiais h\u00e1 muito a ser feito no meio esp\u00edrita. &hellip; <a href=\"https:\/\/xn--regeneraoplanetria-dsb6a7f.com.br\/index.php\/a-acessiblidade-na-casa-espirita\/\">Continue lendo <span class=\"meta-nav\">&rarr;<\/span><\/a><\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"aside","meta":{"footnotes":""},"categories":[18,1,23,21,16,27,19],"tags":[],"class_list":["post-13135","post","type-post","status-publish","format-aside","hentry","category-a-familia","category-artigos","category-ciencia","category-entrevistas","category-espiritismo","category-sociedade","category-transicao","post_format-post-format-aside"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/xn--regeneraoplanetria-dsb6a7f.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/13135","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/xn--regeneraoplanetria-dsb6a7f.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/xn--regeneraoplanetria-dsb6a7f.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/xn--regeneraoplanetria-dsb6a7f.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/xn--regeneraoplanetria-dsb6a7f.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=13135"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/xn--regeneraoplanetria-dsb6a7f.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/13135\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":13136,"href":"https:\/\/xn--regeneraoplanetria-dsb6a7f.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/13135\/revisions\/13136"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/xn--regeneraoplanetria-dsb6a7f.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=13135"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/xn--regeneraoplanetria-dsb6a7f.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=13135"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/xn--regeneraoplanetria-dsb6a7f.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=13135"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}