{"id":1527,"date":"2013-08-31T22:35:33","date_gmt":"2013-09-01T01:35:33","guid":{"rendered":"http:\/\/xn--regeneraoplanetria-dsb6a7f.com.br\/?p=1527"},"modified":"2013-08-31T22:35:33","modified_gmt":"2013-09-01T01:35:33","slug":"a-visao-espirita-dos-sonhos","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/xn--regeneraoplanetria-dsb6a7f.com.br\/index.php\/a-visao-espirita-dos-sonhos\/","title":{"rendered":"A Vis\u00e3o Esp\u00edrita dos Sonhos"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: left;\" align=\"center\">Luiz Carlos D. Formiga<\/p>\n<p style=\"text-align: left;\" align=\"center\">O Sonho \u00e9 uma interroga\u00e7\u00e3o para muitas pessoas. No livro de Carlos Bernardo Loureiro &#8211; \u201cA Vis\u00e3o Esp\u00edrita do Sono e dos Sonhos\u201d, Casa Editora O Clarim. Mat\u00e3o, SP. 144 p\u00e1ginas, vamos encontrar muitas respostas.<\/p>\n<p>\u00c9 poss\u00edvel determinar rela\u00e7\u00f5es precisas entre essas percep\u00e7\u00f5es e os aspectos da realidade ordin\u00e1ria? Como analisar esse psiquismo noturno?<\/p>\n<p>Erick Fromm afirma que\u201co inconsciente s\u00f3 o \u00e9 em rela\u00e7\u00e3o ao estado normal de atividade\u201d, \u201c s\u00e3o simplesmente estados mentais diversos, que se referem \u00e0s modalidades existenciais diferentes.\u201d Assim, podemos admitir que<i> a mente consciente constitui apenas parte do psiquismo total. Existe uma vida ps\u00edquica chamada de \u201cinconsci\u00eancia\u201d. Esta atividade ps\u00edquica \u00e9 o principal protagonista quando o sono retira a outra de cena. Na realidade o inconsciente acha-se representado naquela fra\u00e7\u00e3o do sonho que se registra na mem\u00f3ria consciente.<\/i><\/p>\n<p>O que se deve pensar das significa\u00e7\u00f5es atribu\u00eddas aos sonhos?<\/p>\n<p>\u201cOs sonhos n\u00e3o s\u00e3o verdadeiros como o entendem os ledores de buena-dicha, pois fora absurdo crer-se que sonhar com tal coisa anuncia tal outra.<\/p>\n<p>S\u00e3o verdadeiros no sentido de que apresentam imagens que para o Esp\u00edrito t\u00eam realidade, por\u00e9m que, freq\u00fcentemente, nenhuma rela\u00e7\u00e3o guardam com o que se passa na vida corporal. S\u00e3o tamb\u00e9m um pressentimento do futuro, permitido por Deus, ou a vis\u00e3o do que no momento ocorre em outro lugar a que a alma se transporta. N\u00e3o se contam por muitos os casos de pessoas que em sonho aparecem a seus parentes e amigos, a fim de avis\u00e1-los do que a elas est\u00e1 acontecendo? Que s\u00e3o essas apari\u00e7\u00f5es sen\u00e3o as almas ou Esp\u00edritos de tais pessoas a se comunicarem com entes caros? Quando tendes certeza de que o que vistes realmente se deu, n\u00e3o fica provado que a imagina\u00e7\u00e3o nenhuma parte tomou na ocorr\u00eancia, sobretudo se o que observastes n\u00e3o vos passava pela mente quando em vig\u00edlia?\u201dLivro dos Esp\u00edritos, quest\u00e3o 404.<\/p>\n<p>A alma \u00e9 um ser pensante que permanece ativo durante o sono? Existem provas materiais da atividade da alma durante o sono?<\/p>\n<p>Durante o sono, a alma repousa como o corpo? \u201cN\u00e3o, o Esp\u00edrito jamais est\u00e1 inativo. Durante o sono, afrouxam-se os la\u00e7os que o prendem ao corpo e, n\u00e3o precisando este ent\u00e3o da sua presen\u00e7a, ele se lan\u00e7a pelo espa\u00e7o e entra em rela\u00e7\u00e3o mais direta com os outros Esp\u00edritos.\u201d Livro dos Esp\u00edritos quest\u00e3o 401.<\/p>\n<p>A enciclop\u00e9dica de Diderot (Denis, 1713-1784), no verbete \u201cSonambulismo\u201d, relata a hist\u00f3ria de um jovem sacerdote que se levantava \u00e0 noite, dirigia-se ao seu escrit\u00f3rio e escrevia longos serm\u00f5es e retornava ao leito. Existem relatos da resolu\u00e7\u00e3o de problemas matem\u00e1ticos que n\u00e3o eram resolvidos quando os indiv\u00edduos estavam acordados.<\/p>\n<p>Existe uma mem\u00f3ria latente? Os sonhos trazem \u00e0 tona lembran\u00e7as julgadas esquecidas para sempre?<\/p>\n<p>Seis meses depois o indiv\u00edduo sonha com o local em que perdera o canivete. Ao despertar procura e acha o objeto (F.H. Myers, La Concience Subliminale, Annales Phychiques). Como podemos julgar da liberdade do Esp\u00edrito durante o sono?<\/p>\n<p>\u201cPelos sonhos. Quando o corpo repousa, acredita-o, tem o Esp\u00edrito mais faculdades do que no estado de vig\u00edlia. Lembra-se do passado e algumas vezes prev\u00ea o futuro. Adquire maior potencialidade e pode p\u00f4r-se em comunica\u00e7\u00e3o com os demais Esp\u00edritos, quer deste mundo, quer do outro&#8230;\u201d Livro dos Esp\u00edritos, quest\u00e3o 402.<\/p>\n<p>Richet (Pr\u00eamio Nobel de Medicina) descreve a mem\u00f3ria fotogr\u00e1fica de sonambulos. A eclos\u00e3o desses registros mn\u00eamonicos subconscientes n\u00e3o deve ser confundida como a interven\u00e7\u00e3o de seres espirituais. Trata-se de fragmentos da vida que s\u00e3o exumados naturalmente ou por est\u00edmulos especiais, das profundezas do ser (Pierre Janet).<\/p>\n<p>Pode-se provocar sonhos por hipnose e induzir uma pessoa a sonhar com outra?<\/p>\n<p>Sim, responde o Dr. Sherenk-Notzing (Munique-Alemanha) ap\u00f3s experi\u00eancia hipn\u00f3tica com a sensitiva (clarividente) Lina. Seus resultados s\u00e3o muito importantes para a discuss\u00e3o do homem como um ser de natureza bio-psico-socio-espiritual. O pesquisador deu a sensitiva a ordem p\u00f3s-hipn\u00f3tica de sonhar, na noite seguinte, com uma determinada pessoa, n\u00e3o esquecer o sonho e cont\u00e1-lo no dia imediato. Pela manh\u00e3, ao acordar, e em presen\u00e7a dos pesquisadores, contou o que aconteceu durante a noite. A hip\u00f3tese de uma transmiss\u00e3o, atrav\u00e9s do pensamento de um dos pesquisadores auxiliares, era invi\u00e1vel por v\u00e1rios motivos, at\u00e9 porque uma visita casual de uma amiga do Sr. F.L., foi relatada pela clarividente e identificada, posteriormente, com base na descri\u00e7\u00e3o da sensitiva.<\/p>\n<p>Pode o homem, pela sua vontade, provocar as visitas esp\u00edritas? Pode, por exemplo, dizer, quando est\u00e1 para dormir: Quero esta noite encontrar-me em Esp\u00edrito com Fulano, quero falar-lhe para dizer isto?<\/p>\n<p>\u201cO que se d\u00e1 \u00e9 o seguinte: Adormecendo o homem, seu Esp\u00edrito desperta e, muitas vezes, nada disposto se mostra a fazer o que o homem resolvera, porque a vida deste pouco interessa ao seu Esp\u00edrito, uma vez desprendido da mat\u00e9ria. Isto com rela\u00e7\u00e3o a homens j\u00e1 bastante elevados espiritualmente. Os outros passam de modo muito diverso a fase espiritual de sua exist\u00eancia terrena. Entregam-se \u00e0s paix\u00f5es que os escravizaram, ou se mant\u00eam inativos. Pode, pois, suceder, tais sejam os motivos que a isso o induzem, que o Esp\u00edrito v\u00e1 visitar aqueles com quem deseja encontrar-se. Mas, n\u00e3o constitui raz\u00e3o, para que semelhante coisa se verifique, o simples fato de ele o querer quando desperto.\u201dLivro dos Esp\u00edritos, quest\u00e3o 416.<\/p>\n<p>Podem duas pessoas que se conhecem visitar-se durante o sono?<\/p>\n<p>\u201cCerto e muitos que julgam n\u00e3o se conhecerem costumam reunir-se e falar-se. Podes ter, sem que o suspeites, amigos em outro pa\u00eds. \u00c9 t\u00e3o habitual o fato de irdes encontrar-vos, durante o sono, com amigos e parentes, com os que conheceis e que vos podem ser \u00fateis, que quase todas as noites fazeis essas visitas.\u201d Livro dos Esp\u00edritos, quest\u00e3o 414.<\/p>\n<p>O hanseniano J\u00e9sus Gon\u00e7alves, descrente, era um materialista e dizia n\u00e3o acreditar em nada disso. \u00c9 autor de <b>\u201c Falta \u201c<\/b>, onde diz assim: <b>Onde andar\u00e1 um \u201cn\u00e3o sei qu\u00ea\u201d, um Bem, em cuja busca sou judeu errante? Por onde eu passo, j\u00e1 passou tamb\u00e9m&#8230; E quando chego j\u00e1 partiu h\u00e1 instante&#8230; N\u00e3o sei se est\u00e1 na vida, ou mais adiante, dentro da morte, nas mans\u00f5es do Al\u00e9m&#8230; Se est\u00e1 no amor&#8230; se est\u00e1 na f\u00e9, perante os dois altares que esta vida tem. Mas, se esta vida \u00e9 um<i> sonho<\/i>, a morte o nada; o amor um pesadelo; a f\u00e9 receio; por que manter-se em luta desvairada? No entanto, eu sigo&#8230; acovardado, triste&#8230; a procurar em tudo em que n\u00e3o creio, a coisa que me falta e n\u00e3o existe!<\/b><\/p>\n<p>Sob o ponto de vista biom\u00e9dico podemos perceber que uma pessoa est\u00e1 sonhando por estranhos movimentos oculares produzidos em certa etapa do sonho. O per\u00edodo REM (rapid eye movements) \u00e9 \u201cparadoxal\u201d porque no \u00e1pice do relaxamento vamos encontrar uma atividade intensa de numerosas estruturas cerebrais, com varia\u00e7\u00e3o da freq\u00fc\u00eancia das ondas cerebrais e tra\u00e7ado pr\u00f3ximo ao do estado de vig\u00edlia. H\u00e1 nessa fase anula\u00e7\u00e3o do olfato e paladar, mas as c\u00e9lulas nervosas enviam est\u00edmulos ao ouvido, aos olhos e ao sentido do equil\u00edbrio. Quando acordadas neste per\u00edodo as pessoas eram capazes de contar um sonho.<\/p>\n<p>Como interpretar o sonho que tivemos com um ente querido j\u00e1 desencarnado? A tarefa n\u00e3o \u00e9 muito f\u00e1cil porque estamos mergulhados numa mat\u00e9ria muito densa. No entanto, o esp\u00edrito Andr\u00e9 Luiz (m\u00e9dico desencarnado) nos oferece um exemplo muito bom e que \u00e9 encontrado no \u201cOs Mensageiros\u201d (FEB) cap\u00edtulo 38, quando ela sonha com a av\u00f3 desencarnada e faz a interpreta\u00e7\u00e3o da mensagem recebida.<\/p>\n<p>Outro m\u00e9dico (psiquiatra ainda encarnado) mostra a import\u00e2ncia dos sonhos para o diagn\u00f3stico da melancolia involutiva, destacando-a como uma s\u00edndrome com caracter\u00edsticas pr\u00f3prias dentre as doen\u00e7as conceituadas como depress\u00e3o maior. Sua conclus\u00e3o, nos Arquivos Brasileiros de Medicina, 71(3): 111-114, 1997, se baseia na an\u00e1lise de 118 casos.<\/p>\n<p>Uma pessoa que dorme pode ter consci\u00eancia de que est\u00e1 sonhando?<\/p>\n<p>Sim, responde o psiquiatra holand\u00eas Dr.Frederick Willem van Eeden, que teve a confirma\u00e7\u00e3o feita peloDr Stephan Laberge, na Universidade de Stanford(EUA). A mesma resposta era dada por Santo Agostinho e S\u00e3o Tom\u00e1s de Aquino (sonhos l\u00facidos).<\/p>\n<p>Podemos estender o conceito de sonho a todos os estados alterados de consci\u00eancia dos quais o psiquismo profundo tende a subir em primeiro plano, at\u00e9 subjugar o EU da superf\u00edcie?<\/p>\n<p>Podemos participar de mensagens on\u00edricas diurnas? Podemos sonhar acordados?<\/p>\n<p>Esta dimens\u00e3o diurna do sonho \u00e9 um convite \u00e0 pesquisa .<\/p>\n<p>Dr. M. Kleitmam da Universidade de Chicago (\u201cSleep and Wakefulness\u201d) demonstrou que, tamb\u00e9m de dia, a aten\u00e7\u00e3o consciente se afrouxa em per\u00edodos, de acordo com o ritmo que corresponde perfeitamente ao alternar noturno do sono profundo ao leve.<\/p>\n<p>O estado de plena \u201cvigil\u00e2ncia consciente\u201d n\u00e3o dura mais do que um minuto ou dois por hora, o que \u00e9 uma condi\u00e7\u00e3o indispens\u00e1vel para uma certa efici\u00eancia criadora do intelecto, conforme F. Myers, P. Bunton e ainda John Pfeiffer (The Human Brain).<\/p>\n<p>Uma mulher, diante de uma mensagem on\u00edrica diurna, interrompe seus afazeres dom\u00e9sticos, chama um t\u00e1xi e vai encontrar o filho ca\u00eddo quase morto ao lado da moto. \u201cO paranormal \u00e9 o normal que ainda n\u00e3o compreendemos!<\/p>\n<p>Podem os Esp\u00edritos comunicar-se, estando completamente despertos os corpos?<\/p>\n<p>\u201cO Esp\u00edrito n\u00e3o se acha encerrado no corpo como numa caixa; irradia por todos os lados. Segue-se que pode comunicar-se com outros Esp\u00edritos, mesmo em estado de vig\u00edlia, se bem que mais dificilmente.\u201d Livro dos Esp\u00edritos, quest\u00e3o 420.<\/p>\n<p>O fen\u00f4meno a que se d\u00e1 a designa\u00e7\u00e3o de dupla vista tem alguma rela\u00e7\u00e3o com o sonho e o sonambulismo?<\/p>\n<p>\u201cTudo isso \u00e9 uma s\u00f3 coisa. O que se chama dupla vista \u00e9 ainda resultado da liberta\u00e7\u00e3o do Esp\u00edrito, sem que o corpo seja adormecido. A dupla vista ou segunda vista \u00e9 a vista da alma.\u201d Livro dos Esp\u00edritos, quest\u00e3o 447.<\/p>\n<p>Qual a vis\u00e3o esp\u00edrita desses fen\u00f4menos?<\/p>\n<p>Sonhos fisiol\u00f3gicos &#8211; por influ\u00eancia org\u00e2nica vive-se situa\u00e7\u00f5es alucinat\u00f3rias. Sonhos pantomn\u00e9sicos &#8211; recorda\u00e7\u00f5es do passado. Sonhos premonit\u00f3rios &#8211; apreens\u00e3o do futuro,sonho prof\u00e9tico.Sonhos espirituais &#8211; viv\u00eancia no plano espiritual.<\/p>\n<p>Freud n\u00e3o poderia explicar o sonho prof\u00e9tico como realiza\u00e7\u00e3o de um desejo recalcado no inconsciente.<\/p>\n<p>Como podemos julgar da liberdade do Esp\u00edrito durante o sono?<\/p>\n<p>\u201cPelos sonhos. Quando o corpo repousa, acredita-o, tem o Esp\u00edrito mais faculdades do que no estado de vig\u00edlia. Lembra-se do passado e algumas vezes prev\u00ea o futuro. (Livro dos Esp\u00edritos, quest\u00e3o 402).<\/p>\n<p>\u201cA \u00e1rvore trar\u00e1 novas sementes, das quais germinar\u00e3o novas \u00e1rvores. Todas estavam escondidas na primeira semente,\u201dDiscurso de Metaf\u00edsica, Leibniz (1686<b>)<\/b><\/p>\n<p>Lincoln viu, em sonho, cenas de seu pr\u00f3prio vel\u00f3rio, uma semana antes de ser assassinado, relatando-o ao amigo Ward Lamon, que escreveu o epis\u00f3dio em seu di\u00e1rio.<\/p>\n<p>\u00c9 um monumental determinismo o conhecimento antecipado do futuro! \u00c9 poss\u00edvel modificar o \u201cCarma\u201d? Existem as coisas futuras ou elas se encontram no NADA, e ainda n\u00e3o existem? O sonho prof\u00e9tico \u00e9 contr\u00e1rio ao livre arb\u00edtrio?<\/p>\n<p>\u00c9 poss\u00edvel prever acontecimentos derivados do presente. No entanto, como prever os que n\u00e3o guardam nenhuma rela\u00e7\u00e3o com esse estado presente? Como explicar os que s\u00e3o atribuidos ao acaso?<\/p>\n<p>Nostradamus previu a decapita\u00e7\u00e3o do Duque e deu o nome do carrasco, que foi escolhido \u201cao acaso\u201d, na hora. Isto 66 anos ap\u00f3s a morte do m\u00e9dico franc\u00eas (1503-1566). O c\u00e1lculo matem\u00e1tico da probabilidade desta predi\u00e7\u00e3o estaria na propor\u00e7\u00e3o de um para cinco milh\u00f5es contra o acaso.<\/p>\n<p>Estando desprendido da mat\u00e9ria e atuando como Esp\u00edrito, sabe o Esp\u00edrito encarnado qual ser\u00e1 a \u00e9poca de sua morte?<\/p>\n<p>\u201cAcontece pressenti-la. Tamb\u00e9m sucede ter plena consci\u00eancia dessa \u00e9poca, o que d\u00e1 lugar a que, em estado de vig\u00edlia, tenha a intui\u00e7\u00e3o do fato. Por isso \u00e9 que algumas pessoas prev\u00eaem com grande exatid\u00e3o a data em que vir\u00e3o a morrer.\u201d Livro dos Esp\u00edritos, quest\u00e3o 411.<\/p>\n<p>Mas, como entender este sonho que fala do futuro. Como explica-lo? Allan Kardec, no Livro \u201cA G\u00eanese\u201d discute o assunto na <b>\u201cTeoria da Presci\u00eancia\u201d.<\/b><\/p>\n<p>Palestra proferida pelo Prof. Formiga no CENPES, Centro de Pesquisas da Petrobr\u00e1s, em 1998.<\/p>\n<div><b>(Publicado na Revista Internacional de Espiritismo, Ano LXXIV, n\u00famero 1, Mat\u00e3o, fevereiro de 1999 e reproduzida com a autoriza\u00e7\u00e3o do autor)<\/b><\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Luiz Carlos D. Formiga O Sonho \u00e9 uma interroga\u00e7\u00e3o para muitas pessoas. No livro de Carlos Bernardo Loureiro &#8211; \u201cA Vis\u00e3o Esp\u00edrita do Sono e dos Sonhos\u201d, Casa Editora O Clarim. 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