{"id":1566,"date":"2013-09-13T17:33:30","date_gmt":"2013-09-13T20:33:30","guid":{"rendered":"http:\/\/xn--regeneraoplanetria-dsb6a7f.com.br\/?p=1566"},"modified":"2013-09-13T17:33:30","modified_gmt":"2013-09-13T20:33:30","slug":"desencarnacao-processo-de-transicao","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/xn--regeneraoplanetria-dsb6a7f.com.br\/index.php\/desencarnacao-processo-de-transicao\/","title":{"rendered":"Desencarna\u00e7\u00e3o: Processo de Transi\u00e7\u00e3o"},"content":{"rendered":"<p align=\"center\"><a href=\"mailto:fermorei@uol.com.br\">Fernando A. Moreira<\/a><\/p>\n<p><span style=\"font-family: Helvetica, Arial, sans-serif;\">\u00a0<\/span>\u00a0Morte \u00e9 a cessa\u00e7\u00e3o da vida org\u00e2nica; desencarna\u00e7\u00e3o \u00e9 a liberta\u00e7\u00e3o do Esp\u00edrito imortal, per\u00edodo de transi\u00e7\u00e3o, na sua mudan\u00e7a de plano. &#8220;A morte \u00e9 heredit\u00e1ria&#8221; (1) e quando o corpo morre, o Esp\u00edrito est\u00e1 pronto para delivrar-se, porque &#8220;n\u00e3o \u00e9 a partida do Esp\u00edrito que causa a morte do corpo; esta \u00e9 que determina a partida do Esp\u00edrito;&#8221;(2) mas este, nem sempre est\u00e1 em condi\u00e7\u00f5es de faz\u00ea-lo. Neste caso, a morte biol\u00f3gica acontece mas, o Esp\u00edrito n\u00e3o se desprende, n\u00e3o se liberta, fica preso ao corpo f\u00edsico, isto \u00e9, continua encarnado, porque &#8220;nem todos os que morrem desencarnam.&#8221; (3)<\/p>\n<p>&#8220;Disse-nos, certa vez, um suicida: \u2018N\u00e3o estou morto.\u2019 E acrescentava: \u2018No entanto sinto os vermes a me roerem.\u2019 Ora indubitavelmente, os vermes n\u00e3o lhe ro\u00edam o perisp\u00edrito e ainda menos o Esp\u00edrito; ro\u00edam-lhe apenas o corpo. (&#8230;) Era antes a vis\u00e3o do que se passava com o corpo, ao qual ainda o conservava ligado o perisp\u00edrito, o que lhe causava a ilus\u00e3o, que ele tomava por realidade.&#8221; (4)<\/p>\n<p>A reencarna\u00e7\u00e3o n\u00e3o \u00e9 um processo punitivo, mas educativo, pois aqui &#8220;\u00e9 escola, \u00e9 pris\u00e3o, \u00e9 hospital&#8221;; para atingir a perfei\u00e7\u00e3o, a felicidade e a plenitude, \u00e9 necess\u00e1rio renovar-se na experi\u00eancia da mat\u00e9ria densa.. Tendo escolhido o caminho do progresso, evolu\u00eddo, e assim realizado a sua reforma \u00edntima, ou, ao contr\u00e1rio estagnado, com a ressalva que, por m\u00ednimo que seja, sempre se evolui alguma cousa, inexoravelmente sobrev\u00e9m a morte (Fig. 1) , que \u00e9 a fatalidade do corpo f\u00edsico, assim como &#8220;a evolu\u00e7\u00e3o \u00e9 a fatalidade do Esp\u00edrito&#8221;(5), um dos objetivos da reencarna\u00e7\u00e3o.(4); o outro \u00e9 &#8221; trabalhar para o Universo, como o Universo trabalha para n\u00f3s, tal \u00e9 o segredo do destino&#8221; (6), &#8220;\u00e9 por o Esp\u00edrito em condi\u00e7\u00f5es de suportar a parte que lhe toca na obra da cria\u00e7\u00e3o (&#8230;) e concorrendo para a obra geral, ele pr\u00f3prio se adianta.&#8221; (4) (FIG. 1); este \u00faltimo \u00e9 atingido consciente ou inconscientemente pelo Esp\u00edrito. A reestrutura\u00e7\u00e3o ou n\u00e3o de seu perisp\u00edrito, vai depender em ter atingido ambos os objetivos, com influ\u00eancias importantes no seq\u00fc\u00eanciamento do processo desencarnat\u00f3rio. Quanto mais depurado esteja mais f\u00e1cil se torna o seu desligamento gradual, porque &#8220;os la\u00e7os se desatam, n\u00e3o se quebram.&#8221; .(4)<\/p>\n<p>Dois fatores s\u00e3o seq\u00fcenciais \u00e0 morte (Fig. 1), ocorrendo paralelamente e vinculados \u00e0s suas circunst\u00e2ncias e ao grau evolutivo do Esp\u00edrito desencarnante:<\/p>\n<p>o desprendimento do corpo f\u00edsico<\/p>\n<p>a perturba\u00e7\u00e3o do Esp\u00edrito.<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" title=\"\" alt=\"\" src=\"http:\/\/www.ieja.org\/portugues\/Estudos\/Artigos\/desencarnacao.jpg\" \/><\/p>\n<p>L\u00e9on Denis assinala que dever\u00edamos chorar na hora da reencarna\u00e7\u00e3o, que \u00e9 um momento de intenso sofrimento para o Esp\u00edrito, e rirmos na hora da morte, quando o Esp\u00edrito se liberta, j\u00e1 que encarna\u00e7\u00e3o \u00e9 seu encarceramento flu\u00eddico e a desencarna\u00e7\u00e3o a sua liberta\u00e7\u00e3o; isto, \u00e9 importante frisar, se o Esp\u00edrito cumpriu os objetivos da encarna\u00e7\u00e3o, porque se n\u00e3o o fez, ser\u00e3o dois choros, um ao encarnar e o outro ao desencarnar, tal a influ\u00eancia que esta sua conduta projetar\u00e1 na desencarna\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>O desprendimento.<\/p>\n<p>Ao reencarnar o Esp\u00edrito se liga ao corpo, atrav\u00e9s de seu perisp\u00edrito, que a ele se une, mol\u00e9cula a mol\u00e9cula, \u00e1tomo a \u00e1tomo e ao desencarnar, inversamente se desprende, tamb\u00e9m, \u00e1tomo a \u00e1tomo, mol\u00e9cula a mol\u00e9cula.<\/p>\n<p>O princ\u00edpio vital e\u00b4 &#8220;o interruptor da vida&#8221;,(7) enquanto que o fluido vital \u00e9 a eletricidade que carrega nossas baterias, o fluido c\u00f3smico animalizado; ao ser desligado aquele, a vida se esvai, cessa e sobrevem a morte (morte natural), que se d\u00e1 por esgotamento do fluido vital ou embora com sua presen\u00e7a, por fal\u00eancia org\u00e2nica s\u00fabita (morte violenta), ficando ele impotente para transmitir o movimento da vida. (8) Esta fuga energ\u00e9tica do corpo f\u00edsico e do perisp\u00edrito, que se encontravam dela impregnados, desde o primeiro instante da concep\u00e7\u00e3o, realiza-se de forma suave ou abrupta,(Fig. 1) de acordo com a sua distribui\u00e7\u00e3o, que \u00e9 peculiar a cada ser, a cada \u00f3rg\u00e3o, a cada c\u00e9lula; h\u00e1 nos centros vitais ou de for\u00e7a, maior atividade vital e pontos de liga\u00e7\u00e3o com maior densidade entre o Esp\u00edrito-perisp\u00edrito e o corpo f\u00edsico; destes o que tem mais forte esta uni\u00e3o com o Esp\u00edrito, via perisp\u00edrito, \u00e9 o centro coron\u00e1rio ou regente que, pelo fato mesmo, \u00e9 o \u00faltimo que se desliga, desfazendo-se as conex\u00f5es Esp\u00edrito-perisp\u00edrito-gl\u00e2ndula pineal, a &#8220;gl\u00e2ndula da vida espiritual&#8221;. O rompimento destes la\u00e7os flu\u00eddico-magn\u00e9ticos que comp\u00f5e o cord\u00e3o flu\u00eddico ou de prata, representa o selo da desencarna\u00e7\u00e3o, iniciando-se pelas extremidades e terminando, como dissemos, no c\u00e9rebro.<\/p>\n<p>A natureza das demais liga\u00e7\u00f5es dos centros vitais, variam de acordo com cada ser, dependentes da evolu\u00e7\u00e3o do Esp\u00edrito, modulador e estruturador do perisp\u00edrito e portanto de suas liga\u00e7\u00f5es com a mat\u00e9ria densa, atrav\u00e9s dos centros vitais controladores e seus \u00f3rg\u00e3os s\u00faditos e que servi\u00e7o prestou ao comandante de suas a\u00e7\u00f5es_ o Esp\u00edrito. Assim quem usou desregradamente o sexo, ou praticou aborto, por exemplo, ter\u00e1 suas liga\u00e7\u00f5es com o centro vital gen\u00e9sico dif\u00edceis de serem desligadas; quem foi tabagista inveterado, igualmente ter\u00e1 fortes liga\u00e7\u00f5es flu\u00eddico-magn\u00e9ticas com o centro card\u00edaco, a retardar o processo desencarnat\u00f3rio, e da\u00ed por diante.<\/p>\n<p>Assim o desprendimento acontece de forma lenta (envelhecimento natural, doen\u00e7as cr\u00f4nicas, etc.) por esgotamento do fluido vital, ou de forma abrupta (morte violenta: acidentes, desastres, assassinatos, suic\u00eddios) por inj\u00faria grave, determinando a incapacidade funcional org\u00e2nica definitiva.(FIG. 1); nos primeiros, o desligamento j\u00e1 vinha se fazendo quando ocorreu a morte e nos \u00faltimos, a morte corresponde ao in\u00edcio do processo desencarnat\u00f3rio; eq\u00fcivale a dizer que o per\u00edodo morte-liberta\u00e7\u00e3o, genericamente, \u00e9 maior nestes. Com os Esp\u00edritos evolu\u00eddos ocorre que o momento da morte corresponde ao da liberta\u00e7\u00e3o, mas, ao contr\u00e1rio, certos Esp\u00edritos que t\u00eam seu perisp\u00edrito ainda muito densificado, ficam presos ainda ao corpo, ap\u00f3s a morte.<\/p>\n<p>&#8220;O Espiritismo, pelos fatos cuja observa\u00e7\u00e3o ele faculta, d\u00e1 a conhecer os fen\u00f4menos que acompanham esta separa\u00e7\u00e3o, que, \u00e0s vezes, \u00e9 r\u00e1pida, f\u00e1cil, suave e insens\u00edvel, ao passo que doutras \u00e9 lenta, laboriosa, horrivelmente penosa, conforme o estado moral do Esp\u00edrito, e pode durar meses inteiros&#8221;, (2) e at\u00e9 anos.<\/p>\n<p>A perturba\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>A consci\u00eancia \u00e9 do Esp\u00edrito e ap\u00f3s a morte corporal, ele passa por um per\u00edodo vari\u00e1vel de perturba\u00e7\u00e3o, de acordo com o estado moral da alma, &#8220;fruto das suas constru\u00e7\u00f5es mentais, emocionais e volitivas&#8221; (9) e o g\u00eanero ou circunst\u00e2ncias da morte, para voltar a readquiri-la.<\/p>\n<p>O Esp\u00edrito purificado se desvencilha dos t\u00eanues la\u00e7os que o prendiam ao corpo f\u00edsico, tomando ent\u00e3o consci\u00eancia de si mesmo, da sua volta ao mundo espiritual e da mem\u00f3ria do passado, que \u00e9 tamb\u00e9m do Esp\u00edrito e aos poucos vai retornando do inconsciente, sediado no perisp\u00edrito (8); este &#8220;livro misterioso, fechado a nossa vista, durante a vida terrena, abre-se no espa\u00e7o. O esp\u00edrito adiantado percorre-lhe \u00e0 vontade as p\u00e1ginas (&#8230;).&#8221; (6) Nestes casos a sensa\u00e7\u00e3o \u00e9 de al\u00edvio, como quem acordou de uma interven\u00e7\u00e3o cir\u00fargica e obteve alta, curado; n\u00e3o \u00e9 pois, nem penosa, nem duradoura; \u00e9 um despertamento, pois a &#8220;vida na carne \u00e9 o sono da alma; \u00e9 o sonho triste ou alegre.&#8221; (6)<\/p>\n<p>Naqueles Esp\u00edritos que n\u00e3o aproveitaram o retorno \u00e0 vida corporal, para sua evolu\u00e7\u00e3o, estagnados na escala do progresso, o desencarne ser\u00e1 um processo extremamente doloroso, &#8220;t\u00e9trico, aterrador, ansioso (&#8230;) qual horrendo pesadelo&#8221; (10), demorado e a perturba\u00e7\u00e3o espiritual que se seguir\u00e1, ser\u00e1 muito intensa e prolongada; muitas vezes, mal se lembram at\u00e9 da \u00faltima encarna\u00e7\u00e3o e muito menos das outras, em mais uma concess\u00e3o da bondade e da miseric\u00f3rdia divina, mas um dia o far\u00e3o, pois ter\u00e3o que &#8220;entrar no conhecimento do seu estado, antes de serem levadas para o meio c\u00f3smico adequado ao seu grau de luz e densidade. &#8220;(6)<\/p>\n<p>Na morte violenta, situa\u00e7\u00e3o n\u00e3o esperada na maioria das vezes pelo Esp\u00edrito, sua conscientiza\u00e7\u00e3o da morte e conseq\u00fcente passagem \u00e0 vida espiritual \u00e9 dif\u00edcil e demorada, tanto mais prolongada quanto menor a evolu\u00e7\u00e3o espiritual<\/p>\n<p>Na Espiritualidade.<\/p>\n<p>A espiritualidade n\u00e3o est\u00e1 parada, nem contemplativa, ao contr\u00e1rio, trabalha incessantemente e &#8220;Esp\u00edritos evolu\u00eddos, com fortes v\u00ednculos com a caridade&#8221;, (11) se incumbem da tarefa da desencarna\u00e7\u00e3o, ajudando nos desligamentos dos la\u00e7os que unem o Esp\u00edrito ao corpo f\u00edsico, sob influxo do pensamento divino. Esp\u00edritos amigos e familiares, j\u00e1 desencarnados, colaboram nesta tarefa. Esta mesma atua\u00e7\u00e3o, pode ser prejudicada por Esp\u00edritos inimigos, obsessores at\u00e9, que t\u00eam a finalidade de tornar o desligamento mais penoso, contribuindo tamb\u00e9m para maior perturba\u00e7\u00e3o do Esp\u00edrito desencarnante, seu desafeto.<\/p>\n<p>Destino dos componentes do homem.<\/p>\n<p>Ap\u00f3s a morte, o corpo f\u00edsico desintegra-se, seguindo as leis f\u00edsico-qu\u00edmicas, que tamb\u00e9m s\u00e3o divinas, nunca mais voltando a recompor-se, ou destinar-se \u00e0 ressurrei\u00e7\u00e3o, que seria desprovida de qualquer finalidade.<\/p>\n<p>O fluido vital volta ao seu lugar de origem _ o fluido c\u00f3smico ou universal.<\/p>\n<p>O perisp\u00edrito poder\u00e1 apresentar modifica\u00e7\u00f5es em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 sua densidade; n\u00e3o se segmenta e n\u00e3o se sedimenta; se depura, tornando-se tanto mais sutil quanto maior for o progresso espiritual.<\/p>\n<p>O Esp\u00edrito pode apresentar modifica\u00e7\u00f5es em rela\u00e7\u00e3o ao seu estado moral reencarnat\u00f3rio, porque o &#8220;Esp\u00edrito evolui, tudo o mais se transforma&#8221;, por menor que seja esta mesma evolu\u00e7\u00e3o, \u00e0s vezes m\u00ednima, o que n\u00e3o pode nunca acontecer, \u00e9 retrogradar.<\/p>\n<p>Conclus\u00e3o<\/p>\n<p>Um dia, depois da morte corporal, n\u00f3s teremos um decisivo encontro marcado com n\u00f3s mesmos, nos rec\u00f4nditos da nossa consci\u00eancia, apan\u00e1gio do Esp\u00edrito, onde foram impressas por Deus as suas leis morais (4); a\u00ed ser\u00e3o julgados por ela, todos os nossos atos da senda reencarnat\u00f3ria, no uso do nosso livre arb\u00edtrio e comparados com os nossos prop\u00f3sitos ao reencarnar, escolhidos ou impostos pela justi\u00e7a divina, sempre de acordo com as aptid\u00f5es de cada um; depende de n\u00f3s, e s\u00f3 de n\u00f3s, se este ser\u00e1 o &#8220;dia mais feliz de nossa exist\u00eancia&#8221;, momento de puro \u00eaxtase ou, &#8220;ao contr\u00e1rio, o pior deles&#8221;, o seu momento mais fat\u00eddico.<\/p>\n<p>&#8220;Cremos que a educa\u00e7\u00e3o para o desencarne implica na educa\u00e7\u00e3o para a vida&#8221;. (9), para que consigamos a morte de que nos fala Hernani Santanna :(12)<\/p>\n<p>&#8220;A morte (&#8230;) \u00e9 a liberdade !<\/p>\n<p>\u00c9 o v\u00f4o augusto para a luz divina,<\/p>\n<p>sob as b\u00ean\u00e7\u00e3os da paz da eternidade!<\/p>\n<p>\u00c9 bem come\u00e7o de uma nova idade,<\/p>\n<p>antemanh\u00e3 formosa e peregrina,<\/p>\n<p>da nossa vera e gr\u00e3 felicidade.&#8221;<\/p>\n<p>BIBLIOGRAFIA<\/p>\n<p>1 _ FORMIGA, Luiz Carlos D. &#8220;Dores, Valores, Tabus e Preconceitos&#8221;, CELD Ed., maio\/96, pg.89-102.<\/p>\n<p>2 _ KARDEC, Allan. &#8220;A G\u00eanese&#8221;. 22\u00aa ed. Trad. Guillon Ribeiro. 1980, pg. 215.<\/p>\n<p>3 _ RIBEIRO, G\u00eamison. &#8220;Nem todos que morrem desencarnam.&#8221; Revista Internacional de Espiritismo, Dez\/1999, pg. 504.<\/p>\n<p>4 _ KARDEC, Allan. &#8220;O Livro dos Esp\u00edritos&#8221;. 68\u00aa ed.: FEB, 1987. perg. 132, 155, 257, 621.<\/p>\n<p>5 _ SANTOS, Edson Ribeiro dos. Comunica\u00e7\u00e3o pessoal.<\/p>\n<p>6 _ DENIS, L\u00e9on. &#8220;O Problema do Ser, do Destino e da Dor.&#8221; 4\u00aa ed. 1936: FEB, pg. 167, 261, 323.<\/p>\n<p>7 _ MELO, Jacob. &#8220;O Passe&#8221;. 8\u00aa ed.: FEB,1992, pg 60.<\/p>\n<p>8 _ MOREIRA, Fernando Augusto. &#8220;Fisiologia da Alma&#8221;. Revista Inter-nacional de Espiritismo, Out\/2000, pg.399.<\/p>\n<p>9 _ JERRI, Roberto. &#8220;A Fisiologia do Desencarne&#8221; A Reencarna\u00e7\u00e3o. N\u00ba 414, ano XIII, 1\u00ba semestre, 1997, pg. 39 e 42.<\/p>\n<p>10 _ KARDEC, Allan. &#8220;O C\u00e9u e o Inferno&#8221;. 37\u00aa ed. Trad. Manuel J. Quint\u00e3o: FEB, 1991, pg. 169.<\/p>\n<p>11 _ CARNEIRO, Oscar F. &#8220;Reflex\u00f5es&#8221;. Ozon Editor, 1960, pg. 15.<\/p>\n<p>12 _ SANTANNA, Hernani. &#8220;Can\u00e7\u00e3o do Alvorecer&#8221;. 2\u00aa ed,: FEB, 1983, pg. 46.<\/p>\n<p>(Artigo reproduzido com autoriza\u00e7\u00e3o do autor)<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Fernando A. 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