{"id":15794,"date":"2024-10-07T10:04:10","date_gmt":"2024-10-07T13:04:10","guid":{"rendered":"https:\/\/xn--regeneraoplanetria-dsb6a7f.com.br\/?p=15794"},"modified":"2024-10-07T10:04:10","modified_gmt":"2024-10-07T13:04:10","slug":"o-caminho-de-damasco-de-euripedes-barsanulfo","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/xn--regeneraoplanetria-dsb6a7f.com.br\/index.php\/o-caminho-de-damasco-de-euripedes-barsanulfo\/","title":{"rendered":"O \u201cCaminho de Damasco\u201d de Eur\u00edpedes Barsanulfo"},"content":{"rendered":"<h2><em><strong><span style=\"color: #000080;\">O \u201cCaminho de Damasco\u201d de Eur\u00edpedes Barsanulfo<\/span><\/strong><\/em><\/h2>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" class=\"aligncenter\" src=\"https:\/\/blogger.googleusercontent.com\/img\/a\/AVvXsEjWz2PwD7cgbMa1azAIMIwTyjVBd7sEazC-aS0bBNTEgqudaBrI_vwJ_Swx8rIyQfhgU0Eezase3jKJCyfr08iCD0oK3ck08T_iYMokgtcXY_h-cthlxQTSyI9sydAgTIViD5JxZiQ0ne_KE1paWQ-7t_oURYoiLVfYq9UNz9NzTuRygD_1-UHbkY5mV9IX=w267-h400\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><span style=\"color: #993300;\"><em>Eur\u00edpedes veio aliviar a dor, doar o seu amor e viver o que o Evangelho diz<\/em><\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><span style=\"color: #993300;\">Tudo come\u00e7ou no ano de 1903, no s\u00e9culo passado&#8230; Por mais incr\u00edvel e paradoxal que possa parecer \u2013 ainda que indiretamente \u2013 foi, na verdade, um padre da Igreja Cat\u00f3lica quem colocou Eur\u00edpedes Barsanulfo nos hostes espiritistas!&#8230; O padre Augusto Teodoro da Rocha Maia, (que mais tarde viria a sofrer das faculdades mentais causados por conflitos \u00edntimos), em conversa amistosa, apresentou-lhe um comp\u00eandio e, em tom confidencial disse-lhe: <em>\u2013 \u201cEur\u00edpedes, sei que voc\u00ea \u00e9 um bom e fervoroso cat\u00f3lico, amigo das boas leituras. Voc\u00ea vai ler este livro \u2013 mas, cuidado! \u2013 N\u00e3o o passe adiante. A leitura deste livro \u00e9 proibida pela Igreja a seus adeptos\u201d.<\/em><\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><span style=\"color: #993300;\">O sacerdote passara \u00e0s m\u00e3os de Eur\u00edpedes um exemplar da B\u00edblia!&#8230;<\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><span style=\"color: #993300;\">Aquele empr\u00e9stimo seria de grande import\u00e2ncia para a sua convers\u00e3o ao Espiritismo, como veremos mais adiante&#8230;<\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><span style=\"color: #993300;\">Compulsemos as p\u00e1ginas luminosas do livro \u201cEur\u00edpedes, o homem e a miss\u00e3o\u201d, de Cora Novelino, ed. IDE, para nos inteirarmos do resto da hist\u00f3ria:<\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><span style=\"color: #993300;\">\u201c(&#8230;) Um brilho de interesse santo iluminou os belos olhos do jovem. Em poucos minutos, ei-lo de volta \u00e0 casa comercial do progenitor, portando a B\u00edblia sob o bra\u00e7o direito. Ao passar pela resid\u00eancia do Sr. Le\u00e3o Coelho de Almeida, Eur\u00edpedes fora abordado por esse grande amigo e por Jos\u00e9 Martins Borges, muito ligados desde o Col\u00e9gio Miranda por profundas afinidades, nas \u00e1reas do trabalho e do estudo. Aludindo-se ao livro que Eur\u00edpedes sobra\u00e7ava com cuidado, o Sr. Le\u00e3o exclamou, jocosamente: \u2014 \u201cOl\u00e1, Eur\u00edpedes, s\u00f3 lhe falta agora a batina! N\u00e3o demora muito e teremos padre novo na terra!\u201d \u2014 Jos\u00e9 Martins secundou o amigo, rindo gostosamente.<\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><span style=\"color: #993300;\">\u2014 \u201cOs senhores bem sabem quanto aprecio os bons livros e como amo conhecer e analisar tudo. As boas leituras s\u00e3o para mim como o mel \u00e9 para a abelha&#8230;\u201d A resposta evasiva e sincera, acompanhada de um gesto cort\u00eas de despedida, deixara os amigos sem outras argumenta\u00e7\u00f5es&#8230; Eur\u00edpedes alcan\u00e7ara a loja do pai, a poucos passos dali, ansioso por iniciar a leitura, que se lhe antolhava empolgante. Tudo o que conhecia dos Evangelhos resumia-se nos ensinamentos que os padres, bons amigos, sem d\u00favida, por\u00e9m muito s\u00f3brios e omissos na exposi\u00e7\u00e3o da palavra sagrada, lhe ministravam. O jovem come\u00e7ou a leitura pelo Novo Testamento&#8230; Nos interregnos, o pensamento, a raz\u00e3o, o c\u00e9rebro, voltavam-lhe irresistivelmente para aquele comp\u00eandio extraordin\u00e1rio. Fez anota\u00e7\u00f5es, que lhe serviriam para futuros roteiros. Leu, paciente e com fervor crescente todos os cap\u00edtulos e vers\u00edculos dos Evangelhos. O discernimento vigoroso despertava-se, apreendendo com justeza as li\u00e7\u00f5es do Senhor&#8230;<\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong><em><span style=\"color: #993300;\">Instala-se a d\u00favida<\/span><\/em><\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><span style=\"color: #993300;\">Uma p\u00e1gina, por sinal de significativa import\u00e2ncia, n\u00e3o conseguiu ele entender: o discurso do Cristo, expresso em letras de ouro em Mateus e Lucas, caps. V e VI respectivamente, no c\u00e2ntico das Bem-aventuran\u00e7as. Apegara-se ao Serm\u00e3o do Monte, como supremo \u00f3bice ao seu racioc\u00ednio. Chocavam-se-lhe as aspira\u00e7\u00f5es de entendimento, ao impacto daquela barreira. Vira tantos desconsolados na vida baixarem \u00e0 tumba sem os prometidos reconfortos, exarados na promessa divina&#8230; N\u00e3o compreendia, ent\u00e3o, como o Cristo \u2014 S\u00e1bio e Misericordioso \u2014 pro\u00admetera consola\u00e7\u00f5es a pobrezinhos sem eira nem beira \u2014 os que foram injusti\u00e7ados em todos os tempos e que n\u00e3o raro sucumbem \u00e0 a\u00e7\u00e3o da revolta&#8230;<\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><span style=\"color: #993300;\">Na mente do jovem fervilhavam angustiosos pontos reticentes, quando procurou o Pe. Augusto Teodoro da Rocha Maia para um esclarecimento mais direto do assunto.<\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><span style=\"color: #993300;\">Colocou o p\u00e1roco a par de suas elucubra\u00e7\u00f5es metaf\u00edsicas; e este lhe falou, bondosamente: \u2014 \u201cMeu filho, o Cristo jamais foi t\u00e3o claro, como no Serm\u00e3o do Monte. N\u00e3o h\u00e1 necessidade de interpreta\u00e7\u00f5es. Tudo clar\u00edssimo como o sol da manh\u00e3&#8230;\u201d<\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><em><span style=\"color: #993300;\">\u2014 \u201cDe acordo, Padre, ao que se refere \u00e0 extraordin\u00e1ria beleza das express\u00f5es do Senhor. Mas, o que n\u00e3o entendo \u00e9 at\u00e9 onde vai o pensamento do Mestre, no tocante \u00e0s promessas que n\u00e3o se realizam&#8230;\u201d<\/span><\/em><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><em><span style=\"color: #993300;\">\u2014 \u201cN\u00e3o diga assim, meu filho. Sempre h\u00e1 um motivo oculto \u2014 um mist\u00e9rio \u2014 no ensino crist\u00e3o, que n\u00e3o podemos e nem devemos penetrar. Compreende Eur\u00edpedes?\u201d<\/span><\/em><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><span style=\"color: #993300;\">Evidentemente tais considera\u00e7\u00f5es n\u00e3o satisfizeram ao Esp\u00edrito analista do jovem. Contudo, baixara a cabe\u00e7a, em face da impossibilidade de prosseguir, no desdobramento do absorvente tema. Despedira-se cordialmente do bom amigo e conselheiro, mas trazia cravados no Esp\u00edrito os primeiros ac\u00faleos da d\u00favida&#8230;<\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><span style=\"color: #993300;\">Por alguns meses, mantivera-se o mo\u00e7o preso \u00e0 leitura dos Evangelhos. Gradativamente, assinalava com profundeza a dist\u00e2ncia entre o dogmatismo cat\u00f3lico t\u00e3o complexo na sua estrutura, essencialmente assentada na tela m\u00edstica da letra e o Sublime C\u00f3digo de ensinamentos morais, com embasamento nas m\u00e1ximas t\u00e3o singelas qu\u00e3o s\u00e1bias e nas par\u00e1bolas de luminosa tessitura educativa do Mestre. Permanecia, contudo, o discurso da Montanha como obst\u00e1culo maior aos sublimes empenhos do jovem para a compreens\u00e3o da palavra divina&#8230; Instalara-se-lhe no Esp\u00edrito a chave, que lhe abriria as portas da verdade sob o painel da an\u00e1lise comparativa. Achava-se sob o dom\u00ednio da d\u00favida.<\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong><em><span style=\"color: #993300;\">O toque de despertar<\/span><\/em><\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><span style=\"color: #993300;\">Mariano da Cunha, o \u201ctio Sinh\u00f4\u201d, esp\u00edrita convicto, mas sem maiores descortinos intelectuais, irm\u00e3o de dona Meca, m\u00e3e de Eur\u00edpedes fazia viagens peri\u00f3dicas a Sacramento. Muito amigo do tio, Eur\u00edpedes pedia \u00e0 m\u00e3e lhe arrumasse a cama no quarto dele, Eur\u00edpedes, embora preferisse, habitualmente, ter o seu aposento separado. Por essas ocasi\u00f5es, estabelecia-se entre o tio e o sobrinho porfiadas pol\u00eamicas a respeito do Espiritismo. Eur\u00edpedes fazia tudo o que podia para demover o tio daquela \u201cdoutrina do diabo\u201d.<\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><span style=\"color: #993300;\">Ele n\u00e3o podia entender como pessoas honestas e equilibradas, apesar de incultas, como tio Sinh\u00f4, madrinha Sana e outros tios, empenhavam-se tanto na difus\u00e3o daquela abomin\u00e1vel doutrina&#8230; As discuss\u00f5es repetiam-se, no conflito fraterno, entre tio e sobrinho, \u00e0s vezes noite adentro&#8230;<\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><span style=\"color: #993300;\">Eur\u00edpedes, senhor de invej\u00e1vel cultura adquirida na leitura de todos os dias, apresentava argumentos brilhantes, sublimados sempre por sua delicadeza inata. Do outro lado, o tio, homem rude do campo, elementarmente instru\u00eddo na Doutrina dos Esp\u00edritos \u2014 por sinal nascente na regi\u00e3o \u2014, muitas vezes se mantivera em sil\u00eancio \u00e0 falta de argumenta\u00e7\u00e3o segura. Justificavam-se, assim, as vit\u00f3rias de Eur\u00edpedes nesses \u201cduelos\u201d desiguais, em que se entrechocavam diferentes pontos de vista religiosos.<\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><span style=\"color: #993300;\">No come\u00e7o de 1903, tio Sinh\u00f4 visitara a fam\u00edlia de Meca, numa tarde morna da cidade de Sacramento-MG. Como sempre, Eur\u00edpedes recebera-o com sinceras demonstra\u00e7\u00f5es de j\u00fabilo e apre\u00e7o. \u00c0 noite, como de costume, o mo\u00e7o iniciara a conversa: \u2014 \u201cComo \u00e9, tio Sinh\u00f4, as sess\u00f5es continuam?\u201d. \u2014 <em>\u201cNada mudou. Antes o trabalho cresce, porque a dor aumenta dia a dia\u201d<\/em>. A resposta singela do bom campeiro penetrara o cora\u00e7\u00e3o sincero do mo\u00e7o&#8230; O tio parecia dominado por estranho poder de persuas\u00e3o. Dir-se-ia a antecipa\u00e7\u00e3o de um triunfo, h\u00e1 muito sonhado!<\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><span style=\"color: #993300;\">\u00c0s primeiras investidas do sobrinho, mostrou-se s\u00f3brio. Para que falar? Ainda se Eur\u00edpedes fosse ouvi-lo e aos outros m\u00e9diuns em Santa Maria&#8230; Ali, sob a a\u00e7\u00e3o benfazeja de Esp\u00edritos Protetores, se elucidariam tantos assuntos que, normalmente, lhes seria imposs\u00edvel faz\u00ea-lo. Mas, viera \u201carmado\u201d, sob a inspira\u00e7\u00e3o do Alto&#8230;<\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><span style=\"color: #993300;\">Naquela noite, Eur\u00edpedes esfor\u00e7ava-se \u2014 mais que de costume \u2014 por envolver o tio nas malhas de brilhante argumenta\u00e7\u00e3o. Quando o mo\u00e7o terminou a perora\u00e7\u00e3o, tio Sinh\u00f4 retira do bolso da ca\u00adsaca um livro e lhe coloca nas m\u00e3os, e torna com simplicidade caracter\u00edstica: \u201c o que n\u00e3o posso explicar a voc\u00ea, este livro vai fazer, por mim\u201d.<\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><span style=\"color: #993300;\">Eur\u00edpedes tomou o volume e abriu-o na primeira p\u00e1gina. Era a to\u00adcante dedicat\u00f3ria do autor \u2014 o fil\u00f3sofo franc\u00eas L\u00e9on Denis \u2014 para Entidades Benfeitoras que o haviam inspirado, no esquema e na estrutura do livro.<\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><span style=\"color: #993300;\"><em>\u2014 \u201cIsto \u00e9 muito bonito e profundo\u201d \u2014<\/em> diz Eur\u00edpedes \u2014 espelhando no olhar brando e indisfar\u00e7\u00e1vel interesse.<\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><span style=\"color: #993300;\">Tio Sinh\u00f4 acomodara-se, algo cansado&#8230; No outro lado, o sobrinho come\u00e7ara a leitura, j\u00e1 \u00e0 luz frouxa de um lampi\u00e3o a querosene. O tio acordara, algumas vezes, e surpreendera o sobrinho ainda a ler. Ao dealbar do dia imediato, o mo\u00e7o brindou o cora\u00e7\u00e3o do bom Mariano da Cunha com alegre exclama\u00e7\u00e3o: \u2014 Muito obrigado, meu tio! Isto \u00e9 um monumento!\u201d<\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><span style=\"color: #993300;\">Eur\u00edpedes lera toda a obra naquela noite memor\u00e1vel e confessava-se plenamente empolgado com a l\u00f3gica expressivamente convincente do autor. Trezentas e trinta e quatro p\u00e1ginas repletas de interesse. O livro trazia o t\u00edtulo:<strong><em> \u201cDepois da morte\u201d<\/em><\/strong>. Era a primeira obra do grande fil\u00f3sofo, traduzida recentemente para o idioma portugu\u00eas, e que merecera da cr\u00edtica francesa as mais elogiosas refer\u00eancias.<\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><em><span style=\"color: #008000;\">Rog\u00e9rio Coelho<\/span><\/em><\/p>\n<p><span style=\"color: #993300;\">Fonte: <a href=\"https:\/\/marcoaureliorocha5.blogspot.com\/2023\/10\/o-caminho-de-damasco-de-euripedes.html\">Espiritismo na Rede<\/a><\/span><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O \u201cCaminho de Damasco\u201d de Eur\u00edpedes Barsanulfo &nbsp; Eur\u00edpedes veio aliviar a dor, doar o seu amor e viver o que o Evangelho diz &nbsp; Tudo come\u00e7ou no ano de 1903, no s\u00e9culo passado&#8230; Por mais incr\u00edvel e paradoxal que &hellip; <a href=\"https:\/\/xn--regeneraoplanetria-dsb6a7f.com.br\/index.php\/o-caminho-de-damasco-de-euripedes-barsanulfo\/\">Continue lendo <span class=\"meta-nav\">&rarr;<\/span><\/a><\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"aside","meta":{"footnotes":""},"categories":[18,1,23,16,27,19],"tags":[],"class_list":["post-15794","post","type-post","status-publish","format-aside","hentry","category-a-familia","category-artigos","category-ciencia","category-espiritismo","category-sociedade","category-transicao","post_format-post-format-aside"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/xn--regeneraoplanetria-dsb6a7f.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/15794","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/xn--regeneraoplanetria-dsb6a7f.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/xn--regeneraoplanetria-dsb6a7f.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/xn--regeneraoplanetria-dsb6a7f.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/xn--regeneraoplanetria-dsb6a7f.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=15794"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/xn--regeneraoplanetria-dsb6a7f.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/15794\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":15795,"href":"https:\/\/xn--regeneraoplanetria-dsb6a7f.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/15794\/revisions\/15795"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/xn--regeneraoplanetria-dsb6a7f.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=15794"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/xn--regeneraoplanetria-dsb6a7f.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=15794"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/xn--regeneraoplanetria-dsb6a7f.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=15794"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}