{"id":15860,"date":"2024-11-20T11:35:47","date_gmt":"2024-11-20T14:35:47","guid":{"rendered":"https:\/\/xn--regeneraoplanetria-dsb6a7f.com.br\/?p=15860"},"modified":"2024-11-20T11:45:34","modified_gmt":"2024-11-20T14:45:34","slug":"kardec-racismo-e-espiritismo","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/xn--regeneraoplanetria-dsb6a7f.com.br\/index.php\/kardec-racismo-e-espiritismo\/","title":{"rendered":"Kardec, racismo e espiritismo"},"content":{"rendered":"<header class=\"entry-header\">\n<h1 class=\"entry-title\" data-swp-font-size=\"40px\"><span style=\"color: #000080;\"><em>Kardec, racismo e espiritismo<\/em><\/span><\/h1>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<div class=\"entry-meta\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter\" src=\"https:\/\/blogger.googleusercontent.com\/img\/b\/R29vZ2xl\/AVvXsEhZrXMa_eT0-MngkKQVCIWFPBJ6pCrubNxfhzQ5ia-0iOCV5OPTJciRyatxvYJOLq0j5D0xWInJxYdCb9k2CnNVCK7M8Y-TeELgV6ABrtJOatjWDiJRlljg4QllDm14Wz04MBSYKk6u65s\/s320\/97+-+Braque,+Cesta+de+frutas,+1908.jpg\" width=\"370\" height=\"305\" \/><\/div>\n<\/header>\n<div id=\"innerbody\" class=\"entry-content\">\n<p data-swp-font-size=\"20px\"><strong>Jorge Hessen<\/strong><\/p>\n<p data-swp-font-size=\"20px\">O racismo(2) \u00e9 um tema pouco abordado nas hostes doutrin\u00e1rias. A bibliografia \u00e9 escassa. Os escritores e estudiosos esp\u00edritas brasileiros ainda n\u00e3o se debru\u00e7aram com maior profundidade sobre o assunto. Para alguns, as poucas an\u00e1lises sobre a quest\u00e3o do segregacionismo e da escravid\u00e3o do negro, no Espiritismo deixam transparecer as influ\u00eancias da teoria arianista (3), da vis\u00e3o positivista e idealista da hist\u00f3ria, desconsiderando os fatos nos seus relativismos e contradi\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p data-swp-font-size=\"20px\">Para a investiga\u00e7\u00e3o kardequiana, a respeito do negro, torna necess\u00e1rio ser considerado o contexto hist\u00f3rico em que foi discutida a tem\u00e1tica. Incidiria em erro, sob o ponto de vista hist\u00f3rico, considerar Allan Kardec contaminado de preconceitos ou de \u00edndole racista. Essa palavra det\u00e9m uma carga sem\u00e2ntica muito forte, inadequada para definir os ideais do mestre lion\u00eas. N\u00e3o h\u00e1 nenhum ind\u00edcio de que ele tenha discriminado algum indiv\u00edduo ou grupo de origem negra ou quaisquer indiv\u00edduos, sejam no movimento esp\u00edrita ou fora dele.<\/p>\n<p data-swp-font-size=\"20px\">A jornalista Dora Incontri, com mestrado e doutorado em Educa\u00e7\u00e3o, pela USP, em seu livro Para entender Kardec, nos tr\u00e1s um fato interessante que muito bem nos dar\u00e1 uma id\u00e9ia de quem era o senhor Rivail. Vejamos: &#8220;\u00c9 bom lembrar que, na Sociedade de Estudos Esp\u00edritas de Paris, havia um Camille Flammarion, astr\u00f4nomo, e um calceteiro (oper\u00e1rio bra\u00e7al que fazia as cal\u00e7adas de Paris, de quem Kardec noticia a morte) e ambos eram membros da Sociedade&#8221;.(4) Os contraditores de Kardec se valem de textos insertos na Revista Esp\u00edrita e principalmente em Obras P\u00f3stumas, 1\u00aa parte, cap\u00edtulo da &#8220;Teoria da Beleza&#8221;.<\/p>\n<p data-swp-font-size=\"20px\">A rigor n\u00e3o consideramos essa teoria um ponto doutrin\u00e1rio e muito menos consta das Obras B\u00e1sicas. Trata-se de uma pesquisa de Kardec que n\u00e3o chegou a public\u00e1-la. Veio a p\u00fablico ap\u00f3s o seu desencarne, quando algumas anota\u00e7\u00f5es deixadas foram reunidas no livro citado, donde se infere que aquele pensamento ainda n\u00e3o estava perfeitamente consolidado. Por justeza de raz\u00f5es importa lembrar que Kardec n\u00e3o compilou o Espiritismo em seu pr\u00f3prio nome. Ele atribu\u00eda a Doutrina como sendo dos Esp\u00edritos. Destarte, urge se fa\u00e7a distin\u00e7\u00e3o entre o que revelaram os Benfeitores Espirituais sob o princ\u00edpio do consenso universal dos Esp\u00edritos e o que escreveu e pensava particularmente Kardec, inclusive na Revista Esp\u00edrita.<\/p>\n<p data-swp-font-size=\"20px\">No bojo da literatura basilar da Terceira Revela\u00e7\u00e3o, o Codificador ressalta que, &#8220;na reencarna\u00e7\u00e3o desaparecem os preconceitos de ra\u00e7as e de castas, pois o mesmo Esp\u00edrito pode tornar a nascer rico ou pobre, capitalista ou prolet\u00e1rio, chefe ou subordinado, livre ou escravo, homem ou mulher. Se, pois, a reencarna\u00e7\u00e3o funda numa lei da Natureza o princ\u00edpio da fraternidade universal, tamb\u00e9m funda na mesma lei o da igualdade dos direitos sociais e, por conseguinte, o da liberdade.&#8221;(5) Ante os ditames da pluralidade das exist\u00eancias, ainda segundo Kardec &#8220;enfraquecem-se os preconceitos de ra\u00e7a, os povos entram a considerar-se membros de uma grande fam\u00edlia.&#8221;(6)Como se observa, id\u00e9ias essas que descaracterizam radicalmente um Kardec preconceituoso. (grifei)<\/p>\n<p data-swp-font-size=\"20px\">Entretanto, apesar da atitude (para alguns preconceituosas) atribu\u00edda a Kardec em rela\u00e7\u00e3o ao negro, fruto do contexto em que viveu (repetimos) sobre discrimina\u00e7\u00e3o e preconceito a determinada etnia, sua obra sai indene de todas as cr\u00edticas no sentido \u00e9tico. At\u00e9 porque para abordagem do tema \u00e9 imprescind\u00edvel contextualiz\u00e1-lo de acordo com teorias de superioridade racial muito em voga na \u00e9poca. A frenologia, por exemplo, advogava uma rela\u00e7\u00e3o entre a intelig\u00eancia e a for\u00e7a dos instintos em um indiv\u00edduo com suas propor\u00e7\u00f5es cranianas. Uma esp\u00e9cie de &#8220;desdobramento&#8221; pseudocient\u00edfico da fisiognomonia.<\/p>\n<p data-swp-font-size=\"20px\">Num artigo na Revista Esp\u00edrita de abril de 1862, &#8220;Frenologia espiritualista e esp\u00edrita \u2013 Perfectibilidade da ra\u00e7a negra&#8221;, Kardec faz uma esp\u00e9cie de releitura dessa &#8220;ci\u00eancia&#8221; com um enfoque espiritualista, demonstrando que o &#8220;atraso&#8221; dos negros n\u00e3o se deveria a causas biol\u00f3gicas, mas por seus esp\u00edritos encarnados ainda serem relativamente jovens. (7)Indagamos: existem povos mais adiantados que outros? \u00c9 poss\u00edvel desconhecer a discrep\u00e2ncia entre silv\u00edcolas e citadinos? Se n\u00e3o \u00e9 a diferen\u00e7a da evolu\u00e7\u00e3o espiritual, o que os torna desiguais, ent\u00e3o? \u00c9 evidente que podemos adequar as terminologias para culturas &#8220;complexas ou simples&#8221; no lugar de &#8220;avan\u00e7ado ou atrasados&#8221;, o que na ess\u00eancia n\u00e3o altera a situa\u00e7\u00e3o de ambos. Sabemos tamb\u00e9m [isso \u00e9 incontest\u00e1vel] que a antropologia e a sociologia surgem euroc\u00eantricas. E a antropologia foi uma esp\u00e9cie de sociologia criada para estudar os povos primitivos.(8) Contudo, a Doutrina Esp\u00edrita tem mais amplitude do que toda essa quest\u00e3o. Para n\u00f3s &#8220;n\u00e3o h\u00e1 muitas esp\u00e9cies de homens, h\u00e1 t\u00e3o somente cujos esp\u00edritos est\u00e3o mais ou menos atrasado, por\u00e9m, todos suscet\u00edveis de progredir pela reencarna\u00e7\u00e3o. N\u00e3o \u00e9 este princ\u00edpio mais conforme \u00e0 justi\u00e7a de Deus?&#8221;(9)\u00b7<\/p>\n<p data-swp-font-size=\"20px\">No livro Ren\u00fancia, monumental obra da literatura medi\u00fanica, identificamos trecho que nos chamou a aten\u00e7\u00e3o para reflex\u00e3o sobre o assunto. Robbie, filho de escravos e irm\u00e3o adotivo de Alcione, ao desencarnar disse-lhe &#8220;desde que mandei os gendarmes (10) libertar o cocheiro, por entender que me cabia a culpa (\u2026) sinto que n\u00e3o tenho mais a pele negra, que tenho a m\u00e3o e a perna curadas (\u2026) veja Alcione (\u2026) e esta lhe explica: S\u00e3o estas as provas redentoras, meu querido Robbie! Deus te restitui a sa\u00fade da alma, por te considerar novamente digno.&#8221; (11)(grifei) D\u00e1 para imaginar o Esp\u00edrito Alc\u00edone racista\u2026?E por que teriam os negros sofridos tanto com a escravid\u00e3o? Segundo Humberto de Campos os escravos seriam &#8220;os antigos batalhadores das cruzadas, senhores feudais da Idade M\u00e9dia, padres e inquisidores, esp\u00edritos rebeldes e revoltados, perdidos nos caminhos cheios da treva das suas consci\u00eancias polutas&#8221;.(12)<\/p>\n<p data-swp-font-size=\"20px\">A concep\u00e7\u00e3o de que o homem possa encarnar na condi\u00e7\u00e3o de branco, negro, mulato ou \u00edndio, estabelece uma ruptura com o preconceito e a discrimina\u00e7\u00e3o raciais. N\u00e3o esque\u00e7amos, por\u00e9m, que na Gr\u00e3-Bretanha, ainda hoje, muitos adeptos do Neo-espiritualismo rejeitam a tese da reencarna\u00e7\u00e3o, por n\u00e3o admitirem a possibilidade de terem tido encarna\u00e7\u00f5es em posi\u00e7\u00f5es inferiores quanto \u00e0 ra\u00e7a e \u00e0 condi\u00e7\u00e3o social. Com essa vis\u00e3o, um Esp\u00edrito, reencarnado num corpo de origem negra, estar\u00e1 sujeito \u00e0 discrimina\u00e7\u00e3o e isso lhe ser\u00e1 uma condi\u00e7\u00e3o, uma conting\u00eancia evolutiva a ser superada.<\/p>\n<p data-swp-font-size=\"20px\">Para uns pode ser uma expia\u00e7\u00e3o, para outros uma miss\u00e3o. Com os princ\u00edpios esp\u00edritas se &#8220;apaga naturalmente toda a distin\u00e7\u00e3o estabelecida entre os homens segundo as vantagens corp\u00f3reas e mundanas, sobre as quais o orgulho fundou castas e os est\u00fapidos preconceitos de cor&#8221;. (13)<\/p>\n<p data-swp-font-size=\"20px\">Como se observa, uma doutrina libert\u00e1ria , como o Espiritismo, n\u00e3o compactua, sob quaisquer pretextos, com nenhuma ideologia que vise a discrimina\u00e7\u00e3o \u00e9tnica entre os grupos sociais.A verdade \u00e9 que nos grandes debates de cunho sociol\u00f3gico, antropol\u00f3gico, filos\u00f3fico, psicol\u00f3gico etc, o Espiritismo provocar\u00e1 a maior revolu\u00e7\u00e3o hist\u00f3rica no pensamento humano, conforme est\u00e1 inscrito nas quest\u00f5es 798 e 799 de O Livro dos Esp\u00edritos, sobretudo, quando ocupar o lugar que lhe \u00e9 devido na cultura e conhecimento humanos, pois seus preceitos morais advertir\u00e3o aos homens a urgente solidariedade que os h\u00e1 de unir como irm\u00e3os, apontando, por sua vez, que o progresso intelecto-moral na vida de todos os Esp\u00edritos \u00e9 lei universal, tomando, por modelo, Jesus, que ante os olhos do homem, \u00e9 o maior arqu\u00e9tipo da perfei\u00e7\u00e3o que um Esp\u00edrito pode alcan\u00e7ar.(14)<\/p>\n<p data-swp-font-size=\"20px\">Jorge Hessen E-Mail:\u00a0 \u00a0<a href=\"mailto:jorgehessen@gmail.com\">jorgehessen@gmail.com<\/a><\/p>\n<p data-swp-font-size=\"20px\">Site: <a href=\"https:\/\/jorgehessenestudandoespiritismo.blogspot.com\/2009\/06\/kardec-racismo-e-espiritismo-uma.html#ixzz0k4MLQSo4\">ARTIGOS ESP\u00cdRITAS &#8211; JORGE HESSEN: KARDEC, RACISMO E ESPIRITISMO &#8211; UMA REFLEX\u00c3O<\/a><\/p>\n<p data-swp-font-size=\"20px\"><strong>FONTES:<\/strong><\/p>\n<p data-swp-font-size=\"20px\">1- Xavier, Francisco C\u00e2ndido. Caminhos da Vida, Ditada pelo Esp\u00edrito Corn\u00e9lio Pires, S\u00e3o Paulo: Ed. CEU, 1996.<\/p>\n<p data-swp-font-size=\"20px\">2- O racismo, segundo a acep\u00e7\u00e3o do &#8220;Novo Dicion\u00e1rio Aur\u00e9lio&#8221; \u00e9 &#8220;a doutrina que sustenta a superioridade de certas ra\u00e7as&#8221;. O Conde de Gobineau foi o principal te\u00f3rico das teorias racistas. Sua obra, &#8220;Ensaio Sobre a Desigualdade das Ra\u00e7as Humanas&#8221; (1855), lan\u00e7ou as bases da teoria arianista, que considera a ra\u00e7a branca como a \u00fanica pura e superior \u00e0s demais, tomada como fundamento filos\u00f3fico pelos nazistas, adeptos do pan-germanismo.<\/p>\n<p data-swp-font-size=\"20px\">3- Entre os te\u00f3ricos do racismo alem\u00e3o, dizia-se dos europeus de ra\u00e7a supostamente pura, descendentes dos \u00e1rias.<\/p>\n<p data-swp-font-size=\"20px\">4- Incontri, Dora. Para Entender Kardec, Grandes Quest\u00f5es, S\u00e3o Paulo: Publica\u00e7\u00f5es Lach\u00e2tre, 2001<\/p>\n<p data-swp-font-size=\"20px\">5- Kardec, Allan. A G\u00eanese, Rio de Janeiro: Editora FEB, 2002, p\u00e1g. 31.<\/p>\n<p data-swp-font-size=\"20px\">6- Idem p\u00e1gs. 415-416<\/p>\n<p data-swp-font-size=\"20px\">7- Kardec, Allan. Revista Esp\u00edrita de abril de 1862.<\/p>\n<p data-swp-font-size=\"20px\">8- Primitivo era todo aquele povo que n\u00e3o havia chegado ao grau de cultura e tecnologia do europeu. Sem d\u00favida que era uma vis\u00e3o do europeu da \u00e9poca, que considerava os negros e os latinos selvagens.<\/p>\n<p data-swp-font-size=\"20px\">9- Kardec, Allan. O Livro dos Esp\u00edritos, texto escrito por Allan Kardec, e Constitui o Cap\u00edtulo V item 6\u00ba, Rio de Janeiro: Editora FEB, 2001<\/p>\n<p data-swp-font-size=\"20px\">10- Soldado da for\u00e7a incumbida de velar pela seguran\u00e7a e ordem p\u00fablica, na Fran\u00e7a.<\/p>\n<p data-swp-font-size=\"20px\">11- Xavier, Francisco C\u00e2ndido. Ren\u00fancia, 7 \u00aa ed. Ditado pelo Esp\u00edrito Emmanuel, Rio de Janeiro: Ed. FEB, 1973, pg 412.<\/p>\n<p data-swp-font-size=\"20px\">12- Xavier, Francisco C\u00e2ndido. Brasil, Cora\u00e7\u00e3o do Mundo P\u00e1tria do Evangelho, Ditado pelo Esp\u00edrito Humberto de Campos, Rio de Janeiro: Ed. FEB, 1980.<\/p>\n<p data-swp-font-size=\"20px\">13- Kardec, Allan. Revista Esp\u00edrita de abril de 1861 297-298).<\/p>\n<p data-swp-font-size=\"20px\">14- Kardec, Allan. O Livro dos Esp\u00edritos, Rio de Janeiro: Editora FEB, 2003, parte 3\u00aa, q. 798 e 799, cap. VIII item VI \u2013 Influ\u00eancia do Espiritismo no Progresso<\/p>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Kardec, racismo e espiritismo &nbsp; Jorge Hessen O racismo(2) \u00e9 um tema pouco abordado nas hostes doutrin\u00e1rias. A bibliografia \u00e9 escassa. Os escritores e estudiosos esp\u00edritas brasileiros ainda n\u00e3o se debru\u00e7aram com maior profundidade sobre o assunto. Para alguns, as &hellip; <a href=\"https:\/\/xn--regeneraoplanetria-dsb6a7f.com.br\/index.php\/kardec-racismo-e-espiritismo\/\">Continue lendo <span class=\"meta-nav\">&rarr;<\/span><\/a><\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"aside","meta":{"footnotes":""},"categories":[18,1,23,16,27,19],"tags":[],"class_list":["post-15860","post","type-post","status-publish","format-aside","hentry","category-a-familia","category-artigos","category-ciencia","category-espiritismo","category-sociedade","category-transicao","post_format-post-format-aside"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/xn--regeneraoplanetria-dsb6a7f.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/15860","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/xn--regeneraoplanetria-dsb6a7f.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/xn--regeneraoplanetria-dsb6a7f.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/xn--regeneraoplanetria-dsb6a7f.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/xn--regeneraoplanetria-dsb6a7f.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=15860"}],"version-history":[{"count":4,"href":"https:\/\/xn--regeneraoplanetria-dsb6a7f.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/15860\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":15864,"href":"https:\/\/xn--regeneraoplanetria-dsb6a7f.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/15860\/revisions\/15864"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/xn--regeneraoplanetria-dsb6a7f.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=15860"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/xn--regeneraoplanetria-dsb6a7f.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=15860"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/xn--regeneraoplanetria-dsb6a7f.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=15860"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}