{"id":16009,"date":"2026-01-31T10:16:50","date_gmt":"2026-01-31T13:16:50","guid":{"rendered":"https:\/\/xn--regeneraoplanetria-dsb6a7f.com.br\/?p=16009"},"modified":"2026-01-31T10:22:40","modified_gmt":"2026-01-31T13:22:40","slug":"reencarnacao-2","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/xn--regeneraoplanetria-dsb6a7f.com.br\/index.php\/reencarnacao-2\/","title":{"rendered":"REENCARNA\u00c7\u00c3O"},"content":{"rendered":"<h2 id=\"breadcrumbs\" class=\"yoast\"><em><strong><span class=\"breadcrumb_last\" aria-current=\"page\">O DOGMA DA REENCARNA\u00c7\u00c3O<\/span><\/strong><\/em><\/h2>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter\" src=\"https:\/\/centroespiritacaminhodapaz.com.br\/wp-content\/uploads\/2019\/08\/The-Afterlife-main-4-post.jpg\" alt=\"O DOGMA DA REENCARNA\u00c7\u00c3O - Centro Espirita Caminho da Paz\" width=\"423\" height=\"291\" \/><\/p>\n<div class=\"post-area col span_12 col_last\" role=\"main\">\n<article id=\"post-4010\" class=\"post-4010 post type-post status-publish format-standard has-post-thumbnail category-informativo\">\n<div class=\"inner-wrap\">\n<div class=\"post-content\" data-hide-featured-media=\"0\">\n<div class=\"content-inner\">\n<p>Toda doutrina, seja ela religiosa, filos\u00f3fica ou pol\u00edtica, se apoia em princ\u00edpios fundamentais conhecidos como dogmas, que normalmente s\u00e3o considerados incontest\u00e1veis ou irrefut\u00e1veis por seus adeptos.<\/p>\n<p>Os principais dogmas do Espiritismo repousam na exist\u00eancia de Deus; na imortalidade dos Esp\u00edritos; na possibilidade de comunica\u00e7\u00e3o entre os planos material e espiritual, atrav\u00e9s da mediunidade; na pluralidade dos mundos habitados e no processo de reencarna\u00e7\u00e3o que observa as leis de esquecimento, causa e efeito e evolu\u00e7\u00e3o das criaturas.<\/p>\n<p>Estes dogmas foram consagrados por Allan Kardec, a partir da coleta de milhares de comunica\u00e7\u00f5es medi\u00fanicas que se verificaram em cerca de mil entidades esp\u00edritas espalhadas pelo mundo, conforme informa\u00e7\u00e3o contida em\u00a0<em>O Evangelho Segundo o Espiritismo<\/em>\u00a0(1), tendo como base as perguntas elaboradas pelo pr\u00f3prio Codificador, cujas respostas de car\u00e1ter id\u00eantico, assemelhado ou convergente, formaram os princ\u00edpios da Doutrina Esp\u00edrita.<\/p>\n<p>Dentre os dogmas do Espiritismo, o instituto da reencarna\u00e7\u00e3o \u00e9 o que mais atrai a aten\u00e7\u00e3o dos adeptos e a cr\u00edtica dos opositores, revelando-se o mais candente dos seus princ\u00edpios fundamentais.<\/p>\n<p>Entretanto, o dogma da reencarna\u00e7\u00e3o \u00e9 muito anterior ao surgimento do Espiritismo.<\/p>\n<p>Nas tradi\u00e7\u00f5es orais do Brahmanismo, hoje Hindu\u00edsmo, cerca de 5.500 anos a.C., o conceito reencarnat\u00f3rio era presente entre os seus adeptos.<\/p>\n<p>Com o advento da escrita na \u00cdndia, cerca de 1.800 anos\u00a0<em>a. C., a reencarna\u00e7\u00e3o passou a figurar como princ\u00edpio no Vedas<\/em>\u00a0(escritura sagrada do Brahmanismo\/Hindu\u00edsmo), e posteriormente no\u00a0<em>Bhagavad Gita<\/em>\u00a0ou\u00a0<em>can\u00e7\u00e3o do bem-aventurado<\/em>, cujos registros escritos datam de cerca de 400 anos a.C., em que Krishna dialoga com um disc\u00edpulo de nome Arjuna.<\/p>\n<p>Parte desse di\u00e1logo foi transcrito pelo pesquisador esp\u00edrita Gabriel Delanne na obra\u00a0<em>A Reencarna\u00e7\u00e3o<\/em>, vazado nos termos seguintes: \u201cAssim como se deixam as vestes gastas para usar vestes novas, tamb\u00e9m a alma deixa o corpo usado para revestir novos corpos. Eu tive muitos nascimentos e tamb\u00e9m tu, Arjuna; eu as conhe\u00e7o todas, mas tu n\u00e3o as conheces\u2026\u201d (2)<\/p>\n<p>Emmanuel, na obra\u00a0<em>A Caminho da Luz<\/em>, revelou que: \u201c\u2026nenhum povo da Terra tem mais conhecimentos, acerca da reencarna\u00e7\u00e3o, do que o hindu, ciente dessa verdade sagrada desde os prim\u00f3rdios da sua organiza\u00e7\u00e3o neste mundo\u201d. (3)<\/p>\n<p>Da \u00cdndia o reconhecimento do dogma da reencarna\u00e7\u00e3o migrou ao ocidente, fixando as suas principais ra\u00edzes no Egito, e de l\u00e1 seguiu para Gr\u00e9cia. Esses conhecimentos espirituais eram denominados\u00a0<em>mystes<\/em>\u00a0ou mist\u00e9rios do Esp\u00edrito e seus fundamentos remanesceram ocultos, por muitos s\u00e9culos, entre sacerdotes, classes dirigentes, iniciados e alguns intelectuais.<\/p>\n<p>Na obra do pesquisador Hernani Guimar\u00e3es Andrade,\u00a0<em>Voc\u00ea e a Reencarna\u00e7\u00e3o<\/em>, encontramos os seguintes registros sobre a paling\u00eanese no Egito:<\/p>\n<p>\u201cO sacerdote sebenita Manethon afirmava que a reencarna\u00e7\u00e3o era tamb\u00e9m dogma fundamental da religi\u00e3o eg\u00edpcia. O papiro anana (1.320 anos a.C), diz o seguinte: \u201cO homem retorna \u00e0 vida v\u00e1rias vezes, mas n\u00e3o se recorda de suas pr\u00e9vias exist\u00eancias, exceto algumas vezes em sonho ou como um pensamento ligado a algum acontecimento de uma vida precedente. Ele n\u00e3o consegue precisar a data ou o lugar desse acontecimento, apenas nota serem-lhe algo familiares. No fim, todas essas vidas ser-lhe-\u00e3o reveladas.<\/p>\n<p>\u201cO livro de Fontane sobre o Egito, menciona uma refer\u00eancia ainda mais antiga acerca da paling\u00eanese ou reencarna\u00e7\u00e3o (3.000 anos a.C.): \u201cAntes de nascer, a crian\u00e7a viveu e a morte n\u00e3o \u00e9 o fim\u201d. (4)<\/p>\n<p>A partir dos eg\u00edpcios o tru\u00edsmo da reencarna\u00e7\u00e3o foi lan\u00e7ado para al\u00e9m do mediterr\u00e2neo, levado, segundo consta, por Pit\u00e1goras e outros intelectuais iniciados nos\u00a0<em>mist\u00e9rios<\/em>, assentando ra\u00edzes na Gr\u00e9cia, cerca de 600 anos a. C.<\/p>\n<p>Fil\u00f3sofos do\u00a0<em>naipe<\/em>\u00a0de S\u00f3crates e Plat\u00e3o relembraram os seus conceitos e passaram a traduzi-los aos disc\u00edpulos. Em\u00a0<em>A Rep\u00fablica<\/em>, Plat\u00e3o, disc\u00edpulo e propagador das ideias de S\u00f3crates, referiu-se \u00e0 sucess\u00e3o reencarnat\u00f3ria: \u201cDeve, pois, manter-se essa opini\u00e3o adamantina at\u00e9 ir para o Hades, (\u2026)\u00a0<strong>evitando o excesso de ambos os lados, quer nesta vida, at\u00e9 onde for poss\u00edvel, quer em todas as que vierem depois<\/strong>. \u00c9 assim que o homem alcan\u00e7a a maior felicidade.\u201d (5).<\/p>\n<p>Abrimos um par\u00eantesis e retroagimos para cerca de 800 anos a. C., visando constatar que antes dos gregos, o dogma da reencarna\u00e7\u00e3o era aceito e vivido pelos gauleses, posteriormente conhecidos como celtas, sendo um dos sustent\u00e1culos da sua religi\u00e3o, o druidismo.<\/p>\n<p>A reencarna\u00e7\u00e3o era ensinada de gera\u00e7\u00e3o em gera\u00e7\u00e3o, por interm\u00e9dio de poemas orais denominados tr\u00edades, porque cada \u201cestrofe\u201d continha 3 afirma\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>G\u00e1lia era o nome romano dado \u00e0s terras que compreendiam o atual territ\u00f3rio da Fran\u00e7a, partes da B\u00e9lgica, It\u00e1lia e Alemanha.<\/p>\n<p>L\u00e9on Denis, na obra\u00a0<em>Depois da Morte<\/em>, assinalou que a certeza da reencarna\u00e7\u00e3o era t\u00e3o grande entre os druidas, \u201c\u2026 que emprestavam dinheiro para ser pago em vidas vindouras\u201d. (6)<\/p>\n<p>Pois bem. Cerca de 550 anos a.C., Sidarta Gautama, o Buda, tamb\u00e9m na \u00cdndia, erigiu princ\u00edpios religiosos que contemplaram a reencarna\u00e7\u00e3o. Carlos Imbassahy, na obra<em>\u00a0Religi\u00e3o<\/em>, anotou que Buda \u201c\u2026declarou que a alma renascia constantemente at\u00e9 a completa depura\u00e7\u00e3o de suas impurezas. Liberta do c\u00e1rcere corporal, iria para o Nirvana, que \u00e9 a completa tranquilidade do Esp\u00edrito. (7)<\/p>\n<p>Com a vinda de Jesus \u00e0 Terra, os ap\u00f3stolos documentaram os preceitos da Filosofia Crist\u00e3, sobre o dogma da reencarna\u00e7\u00e3o. Nos Evangelhos de Mateus (XVII, 10\/13) e Marcos (IX, 11\/13), encontramos refer\u00eancias de Jesus sobre o fato do profeta Elias ser Jo\u00e3o Batista: \u201c<strong>Mas eu vos digo que Elias j\u00e1 veio e n\u00e3o o reconheceram<\/strong>\u00a0(\u2026). Ent\u00e3o, os disc\u00edpulos compreenderam que Jesus lhes tinha falado a respeito de Jo\u00e3o Batista\u201d.<\/p>\n<p>E no Evangelho de Jo\u00e3o, III, 1\/13, destaca-se a prele\u00e7\u00e3o de Jesus ao fariseu Nicodemos: \u201c\u2026ningu\u00e9m ver\u00e1 o reino de Deus se n\u00e3o nascer de novo\u201d. Disse-lhe, Nicodemos: \u201cComo pode nascer um homem j\u00e1 velho? Porventura poder\u00e1 entrar de novo no seio de sua m\u00e3e e nascer?\u201d Jesus respondeu: \u201cEu vos afirmo e esta \u00e9 a verdade: se algu\u00e9m n\u00e3o nascer da \u00e1gua e do Esp\u00edrito, n\u00e3o poder\u00e1 entrar no Reino de Deus. (\u2026) Nicodemos lhe respondeu: \u2013 Como pode acontecer isso? Jesus replicou: Tu \u00e9s mestre em Israel e n\u00e3o entendes essas coisas? (\u2026) Se vos disse coisas da Terra e n\u00e3o credes, como crereis quando vos disser as coisas do C\u00e9u?<\/p>\n<p>Diante das passagens evang\u00e9licas acima transcritas, a quest\u00e3o que se coloca \u00e9 por que raz\u00e3o Jesus n\u00e3o ministrou ensinamentos sobre o dogma da reencarna\u00e7\u00e3o de forma mais aprofundada?<\/p>\n<p>Responde-nos o evangelista Jo\u00e3o, XVI, 13: Muitas coisas tenho ainda a dizer-vos, mas n\u00e3o as podeis suportar agora. 13 \u2013 Quando vier o Par\u00e1clito, o Esp\u00edrito da Verdade, ensinar-vos-\u00e1 toda a verdade\u2026\u201d<\/p>\n<p>A express\u00e3o\u00a0<em>n\u00e3o podeis suportar agora<\/em>, remete-nos \u00e0 ideia de imaturidade ps\u00edquica dos homens daquela \u00e9poca, o que justifica o fato do dogma da reencarna\u00e7\u00e3o ter permanecido oculto do povo em geral no ocidente.<\/p>\n<p>Nem por isso as vozes da Igreja dos primeiros quatro s\u00e9culos calaram-se. Em\u00a0<em>O Problema do Ser, do Destino e da Dor\u201d<\/em>, L\u00e9on Denis relata os pronunciamentos favor\u00e1veis \u00e0 reencarna\u00e7\u00e3o de S. Clemente de Alexandria, S. Jer\u00f4nimo, S. Greg\u00f3rio de Nysse e Or\u00edgenes, afirmando, a seguir, que esses pronunciamentos, assim como as teorias gn\u00f3sticas, receberam\u00a0<em>\u201cdescr\u00e9dito e repulsa\u201d<\/em>\u00a0do (2\u00ba) Conc\u00edlio de Constantinopla (553 d.C.), sem fazer qualquer men\u00e7\u00e3o \u00e0 sua proibi\u00e7\u00e3o. Afirmou ainda que, no s\u00e9culo XV, o Cardeal Nicolau de Cusa sustentou, \u201c\u2026em pleno Vaticano, a pluralidade das vidas e dos mundos habitados, com o assentimento do papa Eug\u00eanio IV\u201d. (8).<\/p>\n<p>Posteriormente, na obra\u00a0<em>Cristianismo e Espiriti<\/em>s<em>mo<\/em>, o mesmo autor esclarece, sem se contradizer, que \u201c\u2026a quest\u00e3o da pluralidade das exist\u00eancias das almas jamais foi resolvido pelos conc\u00edlios, encerrando o cap\u00edtulo com os coment\u00e1rios de Or\u00edgenes sobre os ensinos de Jesus, relatados por Jo\u00e3o, XIV, 2: \u201cNa casa de meu Pai h\u00e1 muitas moradas. N\u00e3o fora assim, e eu vos teria dito\u201d. \u2013 \u201cOr\u00edgenes comenta essas palavras em termos positivos: \u201cO Senhor faz alus\u00e3o \u00e0s diferentes esta\u00e7\u00f5es que devem as almas ocupar, depois que se houverem despojado dos seus corpos atuais e se tiverem revestido de outros novos\u201d. (9)<\/p>\n<p>Por\u00e9m, foi apenas no s\u00e9culo XIX que o par\u00e1clito prometido no Evangelho de Jo\u00e3o (XVI,13), pavimentou ao mundo ocidental os meandros do dogma da reencarna\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Atrav\u00e9s do m\u00e9todo cient\u00edfico, Allan Kardec colheu dos Esp\u00edritos uma radiografia n\u00edtida do processo de prepara\u00e7\u00e3o e execu\u00e7\u00e3o da reencarna\u00e7\u00e3o, descrevendo-a em detalhes nas obras: O Livro dos Esp\u00edritos (1857), quest\u00f5es 132,133, 133a, 166 a 178, 205 e 206, 335 e 336; O Livro dos M\u00e9diuns (1861), quest\u00e3o 301; O Evangelho Segundo o Espiritismo (1864), Cap. IV e A G\u00eanese (1868), Cap. I, item 34 e Cap. XI, itens 33 e 34.<\/p>\n<p>Com essa iniciativa, abriu portas para que outros pesquisadores e cientistas dos s\u00e9culos XIX\/XX, tais como: Alexander Aksakof (Animismo<strong>\u00a0e<\/strong>\u00a0Espiritismo), Oliver Lodge (Evolu\u00e7\u00e3o Biol\u00f3gica e Espiritual do Homem) , William Barret (No Limiar do Invis\u00edvel), Eugene Auguste de Rochas (Vidas Sucessivas), Frederich Myers (A Personalidade Humana), Ernesto Bozzano (Animismo\u00a0<strong>ou<\/strong>\u00a0Espiritismo), William Crookes (Fatos Esp\u00edritas), dentre outros, realizassem os seus experimentos e publicassem as suas observa\u00e7\u00f5es sobre a reencarna\u00e7\u00e3o dos Esp\u00edritos, norteando pesquisadores contempor\u00e2neos como o psiquiatra Ian Stevenson (Vinte Casos Sugestivos de Reencarna\u00e7\u00e3o) e a psic\u00f3loga Helen Wambach (Recordando Vidas Passadas) que, a partir de seus consult\u00f3rios, compilaram milhares de casos comprobat\u00f3rios do fen\u00f4meno reencarnat\u00f3rio.<\/p>\n<p>Nos dias de hoje o dogma da reencarna\u00e7\u00e3o \u00e9 um organismo vivo e consolador de milh\u00f5es de Esp\u00edritos que, acolhidos pela gra\u00e7a do esclarecimento nas sess\u00f5es Esp\u00edritas e Espiritualistas, conseguem lan\u00e7ar o olhar para al\u00e9m das penas eternas e dos tribunais de julgamento, fixando-o nos imperativos do perd\u00e3o, do trabalho e do progresso, com os quais defrontar\u00e3o os s\u00e9culos vindouros, at\u00e9 atingirem a pr\u00f3pria ilumina\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Cleyton Franco<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/article>\n<\/div>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Fonte: <a href=\"https:\/\/centroespiritacaminhodapaz.com.br\/\" target=\"_top\">Centro Espirita Caminho da Paz<\/a><\/p>\n<div class=\"post-area col span_12 col_last\" role=\"main\">\n<article id=\"post-4010\" class=\"post-4010 post type-post status-publish format-standard has-post-thumbnail category-informativo\">\n<div class=\"inner-wrap\">\n<div class=\"post-content\" data-hide-featured-media=\"0\">\n<div class=\"content-inner\">\n<p>(1) O Evangelho segundo o Espiritismo, Allan Kardec, Introdu\u00e7\u00e3o, II \u2013 Autoridade da Doutrina Esp\u00edrita, controle universal da doutrina dos Esp\u00edritos.<\/p>\n<p>(2) A Reencarna\u00e7\u00e3o, Gabriel Delanne, Cap. I \u2013 Revista hist\u00f3rica sobre a teoria das vidas sucessivas. A \u00cdndia, pag. 22, 5\u00aa edi\u00e7\u00e3o, 1979, Edt. FEB.<\/p>\n<p>(3) A Caminho da Luz, Francisco C\u00e2ndido Xavier\/Esp\u00edrito Emmanuel, Cap. V \u2013 A \u00cdndia \u2013 Os Raj\u00e1s e os p\u00e1rias, pag. 54, 29\u00aa edi\u00e7\u00e3o, 1993, Edt. FEB.<\/p>\n<p>(4) Voc\u00ea e a Reencarna\u00e7\u00e3o, Hernani Guimar\u00e3es Andrade, Cap. I \u2013 Reencarna\u00e7\u00e3o \u2013 conceito, resumo hist\u00f3rico, religi\u00f5es e povos que a adotam. \u2013 Na Antiguidade \u2013 Egito, pags. 21 e 22, 1\u00aa edi\u00e7\u00e3o, 2002, CEAC Editora.<\/p>\n<p>(5) A Rep\u00fablica, Plat\u00e3o, Livro X, 619a, pag. 495, 5\u00aa edi\u00e7\u00e3o, 1987, Editora Funda\u00e7\u00e3o Caluste Gulbenkian, Portugal, tradu\u00e7\u00e3o Maria Helena da Rocha Pereira.<\/p>\n<p>(6) Depois da Morte, L\u00e9on Denis, Cap. V \u2013 A G\u00e1lia, pag. 56, 3\u00aa edi\u00e7\u00e3o, 2008, Le\u00f3n Denis Gr\u00e1fica e Editora.<\/p>\n<p>(7) Religi\u00e3o, Carlos Imbassahy, Cap. O Buda, p\u00e1g. 176, 2\u00aa edi\u00e7\u00e3o, Edt. FEB.<\/p>\n<p>(8) O Problema do Ser, do Destino e da Dor \u2013 L\u00e9on Denis, Cap. XVII, pags. 378 a 380, 1\u00aa edi\u00e7\u00e3o, 3\u00aa reimpress\u00e3o, 2010, Edt. FEB.<\/p>\n<p>(9) Cristianismo e Espiritismo, L\u00e9on Denis, Cap. IV, pag. 48, 17\u00aa. edi\u00e7\u00e3o, 2013, Edt<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/article>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O DOGMA DA REENCARNA\u00c7\u00c3O Toda doutrina, seja ela religiosa, filos\u00f3fica ou pol\u00edtica, se apoia em princ\u00edpios fundamentais conhecidos como dogmas, que normalmente s\u00e3o considerados incontest\u00e1veis ou irrefut\u00e1veis por seus adeptos. 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