{"id":1823,"date":"2013-11-02T21:15:37","date_gmt":"2013-11-02T23:15:37","guid":{"rendered":"http:\/\/xn--regeneraoplanetria-dsb6a7f.com.br\/?p=1823"},"modified":"2013-11-02T21:15:37","modified_gmt":"2013-11-02T23:15:37","slug":"pensamento","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/xn--regeneraoplanetria-dsb6a7f.com.br\/index.php\/pensamento\/","title":{"rendered":"Pensamento"},"content":{"rendered":"<p><i>Claudio C. Conti \u2013 ccconti@bol.com.br<\/i><\/p>\n<p>Pela sua caracter\u00edstica progressista e apresentando o tr\u00edplice car\u00e1ter (religioso, filos\u00f3fico e cient\u00edfico), existe a necessidade de an\u00e1lise e correla\u00e7\u00e3o entre a ci\u00eancia Esp\u00edrita e a ci\u00eancia acad\u00eamica. Todavia \u00e9 imperiosa a consci\u00eancia de que a primeira foi, e ainda \u00e9, direcionada por mentores espirituais que, devido \u00e0 sua condi\u00e7\u00e3o de eleva\u00e7\u00e3o e, ainda, pela sua posi\u00e7\u00e3o vantajosa de estar em plena capacidade de vis\u00e3o, que \u00e9 a condi\u00e7\u00e3o de liberto das limita\u00e7\u00f5es da mat\u00e9ria densa, desenvolvem temas que ainda seriam totalmente desconhecidos da humanidade encarnada, enquanto que a segunda \u00e9, ainda que com o aux\u00edlio destes mesmos mentores, limitada ao campo de atua\u00e7\u00e3o dos esp\u00edritos encarnados. \u00c9 poss\u00edvel observar alguma confus\u00e3o, no meio esp\u00edrita, quando se correlacionam estes dois ramos da ci\u00eancia pois, quando se possui apenas conhecimento parcial de um determinado assunto e se aventura a elaborar teorias a respeito, certamente incorrer\u00e1 em erros que podem ser grotescos.<\/p>\n<p>Existem duas formas de correlacionar a ci\u00eancia Esp\u00edrita e a ci\u00eancia acad\u00eamica: a correta e a errada.<\/p>\n<p>A forma correta \u00e9 quando se reconhece que os fen\u00f4menos espirituais ocorrem fora do \u00e2mbito da mat\u00e9ria densa utilizando, assim, as informa\u00e7\u00f5es dispon\u00edveis dos mecanismos dos fen\u00f4menos materiais para tentar compreender, mesmo que aproximadamente, como ocorrem, aclarando as id\u00e9ias para, paulatinamente, aprimorar o entendimento e aproximar da realidade.<\/p>\n<p>A forma errada seria tentar acomodar a teoria dos fen\u00f4menos espirituais, mesmo que com isso comprometesse a raz\u00e3o e a l\u00f3gica, para estar em acordo com o conhecimento dispon\u00edvel e nem sempre completo.<\/p>\n<p>As obras b\u00e1sicas foram, s\u00e3o e, acreditamos, ainda ser\u00e3o por muito tempo, a refer\u00eancia para todo o estudo s\u00e9rio acerca do Espiritismo, at\u00e9 que, quando a humanidade do planeta atingir um grau evolutivo suficiente e prontos para maiores informa\u00e7\u00f5es, novamente uma pl\u00eaiade de Esp\u00edritos se reunir\u00e3o para uma outra etapa do trabalho. Com isso, podemos buscar nesta fonte as diretrizes para todo aquele que pretende enveredar na elabora\u00e7\u00e3o de teorias. No O Livro dos M\u00e9diuns [1], Kardec deixa bem claro quando diz que <i>\u201cO Espiritismo n\u00e3o pode considerar cr\u00edtico s\u00e9rio, sen\u00e3o aquele que tudo tenha visto, estudado e aprofundado com a paci\u00eancia e a perseveran\u00e7a de um observador consciencioso; que do assunto saiba tanto quanto qualquer adepto instru\u00eddo; que haja, por conseguinte, haurido seus conhecimentos algures, que n\u00e3o nos romances da ci\u00eancia; aquele a quem n\u00e3o se possa opor fato algum que lhe seja desconhecido, nenhum argumento de que j\u00e1 n\u00e3o tenha cogitado e cuja refuta\u00e7\u00e3o fa\u00e7a, n\u00e3o por mera nega\u00e7\u00e3o, mas por meio de outros argumentos mais perempt\u00f3rios; aquele, finalmente, que possa indicar, para os fatos averiguados, causa mais l\u00f3gica do que a que lhes aponta o Espiritismo. Tal cr\u00edtico ainda est\u00e1 por aparecer.\u201d<\/i><\/p>\n<p>Algum tempo atr\u00e1s, deparamos com uma destas \u201cacomoda\u00e7\u00f5es\u201d que, para o leigo ou com pouco conhecimento na \u00e1rea, pode at\u00e9 fazer algum sentido mas, quando se aprofunda no assunto \u00e9 f\u00e1cil de perceber que carece de maiores fundamentos.<\/p>\n<p>Algumas pessoas cogitam, ou at\u00e9 mesmo afirmam, que Jesus, na sua passagem pela crosta terrestre em sua miss\u00e3o de esclarecimento e exemplifica\u00e7\u00e3o, n\u00e3o possu\u00eda um corpo material como o de todos os esp\u00edritos encarnados que aqui habitam, atribuem-lhe um corpo \u201cflu\u00eddico\u201d, tal qual o de um ag\u00eanere1 ou algo parecido. Isto explicaria o desaparecimento do corpo ap\u00f3s sua experi\u00eancia na cruz, por exemplo. Para corroborar com esta id\u00e9ia, foi dada a explica\u00e7\u00e3o de que as irradia\u00e7\u00f5es do (Ver o livro A G\u00eanese, cap\u00edtulo XIV, item 36) pensamento de Jesus, pela sua intensidade, \u201cqueimariam\u201d o \u00f3vulo, impossibilitando o desenvolvimento do feto.<\/p>\n<p>V\u00e1rios s\u00e3o os fatores que se op\u00f5em a esta teoria, primeiramente, e de capital import\u00e2ncia, \u00e9 que, se realmente a intensidade do pensamento de Jesus fosse pass\u00edvel de \u201cqueimar\u201d o \u00f3vulo, haveria o inconveniente de tamb\u00e9m \u201cqueimar\u201d toda a mat\u00e9ria org\u00e2nica que se aproximasse dele, isto significa que n\u00e3o seria poss\u00edvel uma conviv\u00eancia \u00edntima com seus ap\u00f3stolos ou qualquer outro ser vivo, animal ou vegetal, pois seria necess\u00e1rio manter uma dist\u00e2ncia consider\u00e1vel. Esta \u00e9 a situa\u00e7\u00e3o comum encontrada nos casos em que se manipula materiais radioativos, existindo toda uma formula\u00e7\u00e3o matem\u00e1tica para quantificar a radia\u00e7\u00e3o que atinge um ponto qualquer, assegurando condi\u00e7\u00f5es de seguran\u00e7a para os trabalhadores. Al\u00e9m disso, se realmente houvesse esta intera\u00e7\u00e3o, j\u00e1 teria sido poss\u00edvel, para a ci\u00eancia humana, desvendar os mist\u00e9rios do pensamento e, conseq\u00fcentemente, do esp\u00edrito.<\/p>\n<p>Donde conclui-se que o pensamento dos esp\u00edritos em geral, e n\u00e3o apenas de Jesus, n\u00e3o pode apresentar os mesmos mecanismos de intera\u00e7\u00e3o com a mat\u00e9ria densa que os tipos de radia\u00e7\u00e3o conhecidos, como os raios X, por exemplo. Vale ressaltar que, e talvez seja esta a origem de tal cren\u00e7a, Andr\u00e9 Luis, no livro Mecanismos da Mediunidade [2], compara o pensamento das criaturas com as ondas eletromagn\u00e9ticas, dentre elas os raios gama, apenas com a finalidade de trazer um pouco de luz aos fen\u00f4menos de mediunidade, como ele mesmo ressalta ao dizer que \u201c<i>Nossos apontamentos sint\u00e9ticos objetivam <b>apenas destacar a analogia <\/b>do que se passa no mundo \u00edntimo das for\u00e7as corpusculares que entretecem a mat\u00e9ria f\u00edsica e daquelas que estruturam a mat\u00e9ria mental.\u201d <\/i>grifo nosso.<\/p>\n<p>Kardec, no livro A G\u00eanese [3], analisa e pondera sobre o assunto do corpo de Jesus, deixa bem claro que, at\u00e9 onde se conhece sobre os fluidos, n\u00e3o haveria qualquer impedimento material que impossibilitasse um corpo que n\u00e3o fosse de mat\u00e9ria densa. Todavia, ele ressalta a quest\u00e3o moral do caso, e diz que <i>\u201c&#8230;Se as condi\u00e7\u00f5es de Jesus, durante a sua vida, fossem as dos seres flu\u00eddicos, ele n\u00e3o teria experimentado nem a dor, nem as necessidades do corpo. Supor que assim haja sido \u00e9 tirar-lhe o m\u00e9rito da vida de priva\u00e7\u00f5es e de sofrimentos que escolhera, como exemplo de resigna\u00e7\u00e3o. Se tudo nele fosse aparente, todos os atos de sua vida, a reiterada predi\u00e7\u00e3o de sua morte, a cena dolorosa do Jardim das Oliveiras, sua prece a Deus para que lhe afastasse dos l\u00e1bios o c\u00e1lice de amarguras, sua paix\u00e3o, sua agonia, tudo, at\u00e9 ao \u00faltimo brado, no momento de entregar o Esp\u00edrito, n\u00e3o teria passado de v\u00e3o simulacro, para enganar com rela\u00e7\u00e3o \u00e0 sua natureza e fazer crer num sacrif\u00edcio ilus\u00f3rio de sua vida, numa com\u00e9dia indigna de um homem simplesmente honesto, indigna, portanto, e com mais forte raz\u00e3o de um ser t\u00e3o superior. Numa palavra: ele teria abusado da boa-f\u00e9 dos seus contempor\u00e2neos e da posteridade. Tais as conseq\u00fc\u00eancias l\u00f3gicas desse sistema, conseq\u00fc\u00eancias inadmiss\u00edveis, porque o rebaixariam moralmente, em vez de o elevarem. Jesus, pois, teve, como todo homem, um corpo carnal e um corpo Flu\u00eddico, o que \u00e9 atestado pelos fen\u00f4menos materiais e pelos fen\u00f4menos ps\u00edquicos que lhe assinalaram a exist\u00eancia.\u201d<\/i><\/p>\n<p>Dito isto, caberia algumas considera\u00e7\u00f5es a respeito das caracter\u00edsticas e propriedades do pensamento.<\/p>\n<p>Explicar a a\u00e7\u00e3o do pensamento, de forma clara e de acordo com os avan\u00e7os da f\u00edsica, n\u00e3o \u00e9 tarefa f\u00e1cil. Devemos, primeiramente, analisar as informa\u00e7\u00f5es que nos traz Andr\u00e9 Luis, no livro Evolu\u00e7\u00e3o em Dois Mundos [4]. No primeiro cap\u00edtulo, ele apresenta a enorme capacidade do pensamento; diz que os planetas, as gal\u00e1xias, o universo, enfim, s\u00e3o gerados pela a\u00e7\u00e3o de esp\u00edritos de ordem muito elevada sobre o fluido c\u00f3smico. Nas pr\u00f3prias palavras deste importante autor: <i>\u201cToda essa riqueza de plasmagem, nas linhas da Cria\u00e7\u00e3o, ergue-se \u00e0 base de corp\u00fasculos sob irradia\u00e7\u00e3o da mente, corp\u00fasculos e irradia\u00e7\u00f5es que, no estado atual dos nossos conhecimentos, embora estejamos fora do plano f\u00edsico, n\u00e3o podemos definir em sua multiplicidade e configura\u00e7\u00e3o&#8230;\u201d<\/i><\/p>\n<p>Podemos, ent\u00e3o, concluir que a tarefa n\u00e3o \u00e9 apenas dif\u00edcil, como dissemos acima, mas imposs\u00edvel.<\/p>\n<p>Todavia, sem a inten\u00e7\u00e3o de fornecer uma explica\u00e7\u00e3o completa, algumas pondera\u00e7\u00f5es podem ser tentadas.<\/p>\n<p>Ainda no livro citado [4], Andr\u00e9 Luis esclarece que pelos mesmos mecanismos, n\u00f3s, esp\u00edritos ainda ombreando num mundo de expia\u00e7\u00f5es e provas, formamos o nosso perisp\u00edrito, e, conseq\u00fcentemente, o corpo f\u00edsico.<\/p>\n<p>Devemos considerar que nosso corpo \u00e9 formado por c\u00e9lulas, seres vivos primitivos, sem capacidade de racioc\u00ednio embora, \u00e9 claro, como todo ser vivo, possui uma intelig\u00eancia. Poder\u00edamos, portanto, formular a seguinte pergunta: Como podem seres t\u00e3o primitivos exercer suas fun\u00e7\u00f5es corretamente, de molde a que possa existir um corpo t\u00e3o complexo como, por exemplo, o humano?<\/p>\n<p>Esta \u00e9 uma boa quest\u00e3o, para a qual somente pode existir uma resposta: Elas seguem o comando de uma intelig\u00eancia superior &#8211; o esp\u00edrito. Isto significa que, atrav\u00e9s do nosso pensamento, n\u00f3s n\u00e3o apenas \u201cconstru\u00edmos\u201d, mas tamb\u00e9m controlamos, mesmo que inconscientemente, o nosso perisp\u00edrito e corpo f\u00edsico. Sendo assim, nossa conduta, que corresponde diretamente ao nosso padr\u00e3o mental, reflete-se diretamente nos estados de sa\u00fade ou de enfermidade. Quem viveria mais satisfeito: uma pessoa com um chefe mal-humorado ou uma outra, com um chefe feliz?<\/p>\n<p>Partindo ainda do mesmo princ\u00edpio, conclui-se que o pensamento tem um imenso poder criador e tudo aquilo que pensamos ir\u00e1, conseq\u00fcentemente, gerar formas que, dependendo da vontade impressa nesta forma, ter\u00e1 dura\u00e7\u00e3o mais ou menos longa. Por isso, vale lembrar o conselho do Mestre: vigiai e orai.<\/p>\n<p>Tanto Andr\u00e9 Luis [2,4] quanto Joanna de Angelis [5] definem o pensamento como onda. No mundo f\u00edsico, temos ondas sonoras e luminosas. Embora ambos os casos sejam energia em movimento, no primeiro, o impulso energ\u00e9tico \u00e9 transmitido de mol\u00e9cula a mol\u00e9cula do ar ou um meio qualquer, enquanto que no segundo caso, a energia se apresenta em uma forma de onda diferente, \u00e9 onda eletromagn\u00e9tica, composta por um campo el\u00e9trico e um outro magn\u00e9tico que se propagam sempre juntos, \u00e0 velocidade lim\u00edtrofe de 300.000 km\/s (a velocidade da luz). Para a nossa compreens\u00e3o, os dois autores espirituais mencionados comparam o pensamento a essas ondas eletromagn\u00e9ticas, que constituem a forma de energia mais sutil que conhecemos.<\/p>\n<p>Considera\u00e7\u00f5es mais recentes no campo da f\u00edsica conduzem a id\u00e9ia de fen\u00f4meno \u201cn\u00e3o-local\u201d. Para uma melhor compreens\u00e3o, \u00e9 necess\u00e1rio definirmos, primeiramente o que seja um fen\u00f4meno \u201clocal\u201d.<\/p>\n<p>O princ\u00edpio da localidade \u00e9 explicitado como tudo o que acontece na dimens\u00e3o espa\u00e7o-temporal conhecida, isto \u00e9, no nosso \u00e2mbito normal de atua\u00e7\u00e3o. Todavia, inclusive nesta nossa dimens\u00e3o limitada, alguns fatos interessantes ocorrem. A Teoria da Relatividade desenvolvida por Albert Einstein, por exemplo, prediz que para um objeto, quando \u00e9 acelerado a velocidades pr\u00f3ximas da luz, o tempo tende a parar. Isto mesmo! Quanto mais r\u00e1pido, mais vagarosamente o tempo passa.<\/p>\n<p>Em outras palavras, o tempo flui em velocidades diferentes, dependendo da situa\u00e7\u00e3o. Nos casos de n\u00e3o-localidade, o fen\u00f4meno ocorre fora do espa\u00e7o\u2013tempo conhecido. Assim, a limita\u00e7\u00e3o de velocidade deixa de existir, como indicam alguns experimentos. A consci\u00eancia humana estaria situada entre os fen\u00f4menos \u201cn\u00e3o-locais\u201d. \u00c9 claro que nem todos os cientistas compartilham da mesma id\u00e9ia.<\/p>\n<p>Poder\u00edamos, talvez, dizer que a a\u00e7\u00e3o do pensamento, que nada mais \u00e9 do que transfer\u00eancia de informa\u00e7\u00e3o, seria capaz de, agindo nos fen\u00f4menos qu\u00e2nticos respons\u00e1veis pela manuten\u00e7\u00e3o da mat\u00e9ria, trabalhar para a elabora\u00e7\u00e3o dos corpos materiais a partir dos fluidos ambientes. \u00c9 importante salientar que o tempo de dura\u00e7\u00e3o de determinada cria\u00e7\u00e3o estar\u00e1 relacionado com a intensidade da vontade que se imprimiu ao fluido.<\/p>\n<p>Provavelmente, quando o homem tiver atingido um estado de conhecimento suficiente para o entendimento dos fen\u00f4menos \u201cn\u00e3o-locais\u201d, estaremos mais pr\u00f3ximos do reconhecimento cient\u00edfico generalizado da exist\u00eancia do esp\u00edrito.<\/p>\n<p>Refer\u00eancia:<\/p>\n<p>[1] Kardec A.; \u201cO Livro dos M\u00e9diuns\u201d; 36\u00aa edi\u00e7\u00e3o, FEB, 1995, cap. II, item 14, \u00a78.<\/p>\n<p>2] Andr\u00e9 Luiz; \u201cMecanismos da Mediunidade\u201d (Psicografia de F. C. Xavier.); 15\u00aa edi\u00e7\u00e3o, FEB, 1997, cap. I.<\/p>\n<p>[3] Kardec A.; \u201cA G\u00eanese \u2013 Os Milagres e as Predi\u00e7\u00f5es Segundo o Espiritismo\u201d; 36\u00aa edi\u00e7\u00e3o, FEB, 1995, cap. XV, item 66.<\/p>\n<p>[4] Andr\u00e9 Luiz; \u201cEvolu\u00e7\u00e3o em Dois Mundos\u201d (Psicografia de F. C. Xavier.); 15\u00aa edi\u00e7\u00e3o, FEB, 1997, cap. I.<\/p>\n<p>[5] Joanna de Angelis; \u201cDias Gloriosos\u201d (Psicografia de Divaldo Franco); 2a edi\u00e7\u00e3o, Livraria Esp\u00edrita Alvorada Editora, 1999.<\/p>\n<p><b><i>(Artigo originalmente publicado pela Casa Editora O Clarim na edi\u00e7\u00e3o de abril de 2003 da Revista Internacional de Espiritismo<\/i><\/b><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Claudio C. 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