{"id":196,"date":"2013-02-23T19:39:11","date_gmt":"2013-02-23T22:39:11","guid":{"rendered":"http:\/\/xn--regeneraoplanetria-dsb6a7f.com.br\/?p=196"},"modified":"2013-02-23T19:39:11","modified_gmt":"2013-02-23T22:39:11","slug":"temor-da-morte","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/xn--regeneraoplanetria-dsb6a7f.com.br\/index.php\/temor-da-morte\/","title":{"rendered":"Temor da Morte"},"content":{"rendered":"<p>O CEU E O INFERNO SEGUNDO O ESPIRITISMO \u2013 PRIMEIRA PARTE &#8211; CAP\u00cdTULO II<br \/>\nTEMOR DA MORTE<br \/>\nCausas do temor da morte. &#8211; Raz\u00e3o por que n\u00e3o a temem os esp\u00edritas.<\/p>\n<p>Causas do temor da morte<\/p>\n<p>1 &#8211; O homem, seja qual for a escala de sua posi\u00e7\u00e3o social, desde selvagem tem o sentimento inato do futuro; diz-lhe a intui\u00e7\u00e3o que a morte n\u00e3o \u00e9 a \u00faltima fase da exist\u00eancia e que aqueles cuja perda lamentamos n\u00e3o est\u00e3o irremissivelmente perdidos. A cren\u00e7a da imortalidade \u00e9 intuitiva e muito mais generalizada do que a do nada. Entretanto, a maior parte dos que nele cr\u00eaem apresentam-se-nos possu\u00eddos de grande amor \u00e0s coisas terrenas e temerosos da morte! Por qu\u00ea?<\/p>\n<p>2. &#8211; Este temor \u00e9 um efeito da sabedoria da Provid\u00eancia e uma consequ\u00eancia do instinto de conserva\u00e7\u00e3o comum a todos os viventes. Ele \u00e9 necess\u00e1rio enquanto n\u00e3o se est\u00e1 suficientemente esclarecido sobre as condi\u00e7\u00f5es da vida futura, como contrapeso \u00e0 tend\u00eancia que, sem esse freio, nos levaria a deixar prematuramente a vida e a negligenciar o trabalho terreno que deve servir ao nosso pr\u00f3prio adiantamento. Assim \u00e9 que, nos povos primitivos, o futuro \u00e9 uma vaga intui\u00e7\u00e3o, mais tarde tornada simples esperan\u00e7a e, finalmente, uma certeza apenas atenuada por secreto apego \u00e0 vida corporal.<\/p>\n<p>3. &#8211; A propor\u00e7\u00e3o que o homem compreende melhor a vida futura, o temor da morte diminui; uma vez esclarecida a sua miss\u00e3o terrena, aguarda-lhe o fim calma, resignada e serenamente. A certeza da vida futura d\u00e1-lhe outro curso \u00e0s id\u00e9ias, outro fito ao trabalho; antes dela nada que se n\u00e3o prenda ao presente; depois dela tudo pelo futuro sem desprezo do presente, porque sabe que aquele depende da boa ou da m\u00e1 dire\u00e7\u00e3o deste. A certeza de reencontrar seus amigos depois da morte, de reatar as rela\u00e7\u00f5es que tivera na Terra, de n\u00e3o perder um s\u00f3 fruto do seu trabalho, de engrandecer-se incessantemente em intelig\u00eancia, perfei\u00e7\u00e3o, d\u00e1-lhe paci\u00eancia para esperar e coragem para suportar as fadigas transit\u00f3rias da vida terrestre. A solidariedade entre vivos e mortos faz-lhe compreender a que deve existir na Terra, onde a fraternidade e a caridade t\u00eam desde ent\u00e3o um fim e uma raz\u00e3o de ser, no presente como no futuro.<\/p>\n<p>4. &#8211; Para libertar-se do temor da morte \u00e9 mister poder encar\u00e1-la sob o seu verdadeiro ponto de vista, isto \u00e9, ter penetrado pelo pensamento no mundo espiritual, fazendo dele uma id\u00e9ia t\u00e3o exata quanto poss\u00edvel, o que denota da parte do Esp\u00edrito encarnado um tal ou qual desenvolvimento e aptid\u00e3o para desprender-se da mat\u00e9ria. No Esp\u00edrito atrasado a vida material prevalece sobre a espiritual. Apegando-se \u00e0s apar\u00eancias, o homem n\u00e3o distingue a vida al\u00e9m do corpo, esteja embora na alma a vida real; aniquilado aquele, tudo se lhe afigura perdido, desesperador. Se, ao contr\u00e1rio, concentrarmos o pensamento, n\u00e3o no corpo, mas na alma, fonte da vida, ser real a tudo sobrevivente, lastimaremos menos a perda do corpo,\u00a0antes fonte de mis\u00e9rias e dores. Para isso, por\u00e9m, necessita o Esp\u00edrito de uma for\u00e7a s\u00f3\u00a0adquir\u00edvel na madureza. O temor da morte decorre, portanto, da no\u00e7\u00e3o insuficiente da vida futura, embora denote tamb\u00e9m a necessidade de viver e o receio da destrui\u00e7\u00e3o total;<br \/>\nigualmente o estimula secreto anseio pela sobreviv\u00eancia da alma, velado ainda pela incerteza. Esse temor decresce, \u00e0 propor\u00e7\u00e3o que a certeza aumenta, e desaparece quando\u00a0esta \u00e9 completa. Eis a\u00ed o lado providencial da quest\u00e3o. Ao homem n\u00e3o suficientemente\u00a0esclarecido, cuja raz\u00e3o mal pudesse suportar a perspectiva muito positiva e sedutora de um futuro melhor, prudente seria n\u00e3o o deslumbrar com tal\u00a0ideia\u00a0 desde que por ela pudesse negligenciar o presente, necess\u00e1rio ao seu adiantamento material e intelectual.<\/p>\n<p>5. &#8211; Este estado de coisas \u00e9 entretido e prolongado por causas puramente humanas, que o progresso far\u00e1 desaparecer. A primeira \u00e9 a fei\u00e7\u00e3o com que se insinua a vida futura, fei\u00e7\u00e3o que poderia contentar as intelig\u00eancias pouco desenvolvidas, mas que n\u00e3o conseguiria satisfazer a raz\u00e3o esclarecida dos pensadores refletidos. Assim, dizem estes: &#8220;Desde que nos apresentam como verdades absolutas princ\u00edpios contestados pela l\u00f3gica e pelos dados positivos da Ci\u00eancia, \u00e9 que eles n\u00e3o s\u00e3o verdades.&#8221; Da\u00ed, a incredulidade de uns e a cren\u00e7a d\u00fabia de um grande n\u00famero. A vida futura \u00e9-lhes uma\u00a0ideia\u00a0vaga, antes uma probabilidade do que certeza absoluta; acreditam, desejariam que assim fosse, mas apesar disso exclamam: &#8220;Se todavia assim n\u00e3o for! O presente \u00e9 positivo, ocupemo-nos dele primeiro, que o futuro por sua vez vir\u00e1&#8221; E depois, acrescentam, definitivamente que \u00e9 a alma? Um ponto, um \u00e1tomo, uma fa\u00edsca, uma chama? Como se sente, v\u00ea ou percebe? E que a alma n\u00e3o lhes parece uma realidade efetiva, mas uma abstra\u00e7\u00e3o. Os entes que lhes s\u00e3o caros, reduzidos ao estado de \u00e1tomos no seu modo de pensar, est\u00e3o perdidos, e n\u00e3o t\u00eam mais a seus olhos as qualidades pelas quais se lhes fizeram amados; n\u00e3o podem compreender o amor de uma fa\u00edsca nem o que a ela possamos ter. Quanto a si mesmos, ficam mediocremente satisfeitos com a perspectiva de se transformarem em m\u00f4nadas. Justifica-se assim a prefer\u00eancia ao positivismo da vida terrestre, que algo possui de mais substancial. \u00c9 consider\u00e1vel o n\u00famero dos dominados por este pensamento.<\/p>\n<p>6. &#8211; Outra causa de apego \u00e0s coisas terrenas, mesmo nos que mais firmemente cr\u00eaem na vida futura, \u00e9 a impress\u00e3o do ensino que relativamente a ela se lhes h\u00e1 dado desde a inf\u00e2ncia. Convenhamos que o quadro pela religi\u00e3o esbo\u00e7ado, sobre o assunto, \u00e9 nada sedutor e ainda menos consolat\u00f3rio. De um lado, contor\u00e7\u00f5es de condenados a expiarem em torturas e chamas eternas os erros de uma vida ef\u00eamera e passageira. Os s\u00e9culos sucedem-se aos s\u00e9culos e n\u00e3o h\u00e1 para tais desgra\u00e7ados sequer o lenitivo de uma esperan\u00e7a e, o que\u00a0mais atroz \u00e9, n\u00e3o lhes aproveita o arrependimento. De outro lado, as almas combalidas e aflitas do purgat\u00f3rio aguardam a intercess\u00e3o dos vivos que orar\u00e3o ou far\u00e3o orar por elas, sem nada fazerem de esfor\u00e7o pr\u00f3prio para progredirem. Estas duas categorias comp\u00f5em a maioria imensa da popula\u00e7\u00e3o de al\u00e9m t\u00famulo. Acima delas, paira a limitada classe dos eleitos, gozando, por toda a eternidade, da beatitude contemplativa. Esta inutilidade eterna, prefer\u00edvel sem d\u00favida ao nada, n\u00e3o deixa de ser de uma fastidiosa monotonia. \u00c9 por isso que se v\u00ea, nas figuras que retratam os bem-aventurados, figuras ang\u00e9licas onde mais transparece o t\u00e9dio que a verdadeira felicidade. Este estado n\u00e3o satisfaz nem as aspira\u00e7\u00f5es nem a instintiva\u00a0ideia\u00a0de progresso, \u00fanica que se afigura compat\u00edvel com a felicidade absoluta. Custa crer que, s\u00f3 por haver recebido o batismo, o selvagem ignorante &#8211; de senso moral obtuso -, esteja ao mesmo n\u00edvel do homem que atingiu, ap\u00f3s longos anos de trabalho, o mais alto grau de ci\u00eancia e moralidade pr\u00e1ticas. Menos conceb\u00edvel ainda \u00e9 que a crian\u00e7a falecida em tenra idade, antes de ter consci\u00eancia de seus atos, goze dos mesmos privil\u00e9gios\u00a0somente por for\u00e7a de uma cerim\u00f4nia na qual a sua vontade n\u00e3o teve parte alguma. Estes racioc\u00ednios n\u00e3o deixam de preocupar os mais fervorosos crentes, por pouco que meditem.<\/p>\n<p>7. &#8211; N\u00e3o dependendo a felicidade futura do trabalho progressivo na Terra, a facilidade com que se acredita adquirir essa felicidade, por meio de algumas pr\u00e1ticas exteriores, e a possibilidade at\u00e9 de a comprar a dinheiro, sem regenera\u00e7\u00e3o de car\u00e1ter e costumes, d\u00e3o aos gozos do mundo o melhor valor. Mais de um crente considera, em seu foro \u00edntimo, que assegurado o seu futuro pelo preenchimento de certas f\u00f3rmulas ou por d\u00e1divas p\u00f3stumas, que de nada o privam, seria sup\u00e9rfluo impor-se sacrif\u00edcios ou quaisquer inc\u00f4modos por outrem, uma vez que se consegue a salva\u00e7\u00e3o trabalhando cada qual por si. Seguramente, nem todos pensam assim, havendo mesmo muitas e honrosas exce\u00e7\u00f5es; mas n\u00e3o se poderia contestar que assim pensa o maior n\u00famero, sobretudo das massas pouco esclarecidas, e que a\u00a0ideia\u00a0que fazem das condi\u00e7\u00f5es de felicidade no outro mundo n\u00e3o entretenha o apego aos bens deste, acoro\u00e7oando o ego\u00edsmo.<\/p>\n<p>8. &#8211; Acrescentemos ainda a circunst\u00e2ncia de tudo nas usan\u00e7as concorrer para lamentar a perda da vida terrestre e temer a passagem da Terra ao c\u00e9u. A morte \u00e9 rodeada de cerim\u00f4nias l\u00fagubres, mais pr\u00f3prias a infundirem terror do que a provocarem a esperan\u00e7a. Se descrevem a morte, \u00e9 sempre com aspecto repelente e nunca como sono de transi\u00e7\u00e3o; todos os seus emblemas lembram a destrui\u00e7\u00e3o do corpo, mostrando-o hediondo e descarnado; nenhum simboliza a alma desembara\u00e7ando-se radiosa dos grilh\u00f5es terrestres. A partida para esse mundo mais feliz s\u00f3 se faz acompanhar do lamento dos sobreviventes, como se imensa desgra\u00e7a atingira os que partem; dizem-lhes eternos adeuses como se jamais devessem rev\u00ea-los. Lastima-se por eles a perda dos gozos mundanos, como se n\u00e3o fossem encontrar maiores gozos no al\u00e9m-t\u00famulo. Que desgra\u00e7a, dizem, morrer t\u00e3o jovem, rico e feliz, tendo a perspectiva de um futuro brilhante! A id\u00e9ia de um futuro melhor apenas toca de leve o pensamento, porque n\u00e3o tem nele ra\u00edzes. Tudo concorre, assim,para inspirar o terror da morte, em vez de infundir esperan\u00e7a. Sem d\u00favida que muito tempo ser\u00e1 preciso para o homem se desfazer desses preconceitos, o que n\u00e3o quer dizer que isto n\u00e3o suceda, \u00e0 medida que a sua f\u00e9 se for firmando, a ponto de conceber uma id\u00e9ia mais sensata da vida espiritual.<\/p>\n<p>9. &#8211; Demais, a cren\u00e7a vulgar coloca as almas em regi\u00f5es apenas acess\u00edveis ao pensamento, onde se tornam de alguma sorte estranhas aos vivos; a pr\u00f3pria Igreja p\u00f5e entre umas e outras uma barreira insuper\u00e1vel, declarando rotas todas as rela\u00e7\u00f5es e imposs\u00edvel qualquer comunica\u00e7\u00e3o. Se as almas est\u00e3o no inferno, perdida \u00e9 toda a esperan\u00e7a de as rever, a menos que l\u00e1 se v\u00e1 ter tamb\u00e9m; se est\u00e3o entre os eleitos, vivem completamente absortas em contemplativa beatitude. Tudo isso interp\u00f5e entre mortos e vivos uma dist\u00e2ncia tal que faz supor eterna a separa\u00e7\u00e3o, e \u00e9 por isso que muitos preferem ter junto de si, embora sofrendo, os entes caros, antes que v\u00ea-los partir, ainda mesmo que para o c\u00e9u. E a alma que estiver no c\u00e9u ser\u00e1 realmente feliz vendo, por exemplo, arder eternamente seu filho, seu pai, sua m\u00e3e ou seus amigos?<\/p>\n<p>Por que os esp\u00edritas n\u00e3o temem a morte<\/p>\n<p>10. &#8211; A Doutrina Esp\u00edrita transforma completamente a perspectiva do futuro. A vida futura deixa de ser uma hip\u00f3tese para ser realidade. O estado das almas depois da morte n\u00e3o \u00e9 mais um sistema, por\u00e9m o resultado da observa\u00e7\u00e3o. Ergueu-se o v\u00e9u; o mundo espiritual aparece-nos na plenitude de sua realidade pr\u00e1tica; n\u00e3o foram os homens que o descobriram pelo esfor\u00e7o de uma concep\u00e7\u00e3o engenhosa, s\u00e3o os pr\u00f3prios habitantes desse mundo que nos v\u00eam descrever a sua situa\u00e7\u00e3o; a\u00ed os vemos em todos os graus da escala espiritual, em todas as rases da felicidade e da desgra\u00e7a, assistindo, enfim, a todas as perip\u00e9cias da vida de al\u00e9m-t\u00famulo. Eis a\u00ed por que os esp\u00edritas encaram a morte calmamente e se revestem de serenidade nos seus \u00faltimos momentos sobre a Terra. J\u00e1 n\u00e3o \u00e9 s\u00f3 a esperan\u00e7a, mas a certeza que os conforta; sabem que a vida futura \u00e9 a continua\u00e7\u00e3o da vida terrena em melhores condi\u00e7\u00f5es e aguardam-na com a mesma confian\u00e7a com que aguardariam o despontar do Sol ap\u00f3s uma noite de tempestade. Os motivos dessa confian\u00e7a decorrem,<br \/>\noutrossim, dos fatos testemunhados e da concord\u00e2ncia desses fatos com a l\u00f3gica, com a justi\u00e7a e bondade de Deus, correspondendo \u00e0s \u00edntimas aspira\u00e7\u00f5es da Humanidade. Para os esp\u00edritas, a alma n\u00e3o \u00e9 uma abstra\u00e7\u00e3o; ela tem um corpo et\u00e9reo que a define ao pensamento, o que muito \u00e9 para fixar as id\u00e9ias sobre a sua individualidade, aptid\u00f5es e percep\u00e7\u00f5es. A lembran\u00e7a dos que nos s\u00e3o caros repousa sobre alguma coisa de real. N\u00e3o se nos apresentam mais como chamas fugitivas que nada falam ao pensamento, por\u00e9m sob uma forma concreta que antes no-los mostra como seres viventes. Al\u00e9m disso, em vez de perdidos nas profundezas do Espa\u00e7o, est\u00e3o ao redor de n\u00f3s; o mundo corporal e o mundo espiritual identificam-se em perp\u00e9tuas rela\u00e7\u00f5es, assistindo-se mutuamente. N\u00e3o mais permiss\u00edvel sendo a d\u00favida sobre o futuro, desaparece o temor da morte; encara-se a sua aproxima\u00e7\u00e3o a sangue-frio, como quem aguarda a liberta\u00e7\u00e3o pela porta da vida e n\u00e3o do nada.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O CEU E O INFERNO SEGUNDO O ESPIRITISMO \u2013 PRIMEIRA PARTE &#8211; CAP\u00cdTULO II TEMOR DA MORTE Causas do temor da morte. &#8211; Raz\u00e3o por que n\u00e3o a temem os esp\u00edritas. 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