{"id":2239,"date":"2014-04-15T08:50:18","date_gmt":"2014-04-15T11:50:18","guid":{"rendered":"http:\/\/xn--regeneraoplanetria-dsb6a7f.com.br\/?p=2239"},"modified":"2014-04-15T08:50:19","modified_gmt":"2014-04-15T11:50:19","slug":"cancer-um-fator-de-metanoia","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/xn--regeneraoplanetria-dsb6a7f.com.br\/index.php\/cancer-um-fator-de-metanoia\/","title":{"rendered":"C\u00e2ncer: um fator de metanoia"},"content":{"rendered":"<address><span style=\"font-family: Tahoma;\"><i>EUG\u00caNIA PICKINA\u00a0<\/i> <\/span> <span style=\"font-size: xx-small;\"> \u00a0<\/span><br \/>\n<span style=\"font-family: Tahoma;\"><i>\u201cE se aparecer a doen\u00e7a? Teremos de aceit\u00e1-la, porque somos humanos. Krishnamurti adoeceu de um c\u00e2ncer de p\u00e2ncreas e ele n\u00e3o era algu\u00e9m que levasse uma vida desregrada. Muita gente espiritualmente valiosa j\u00e1 adoeceu. Devemos explicar isso para aqueles que creem que adoecer \u00e9 fracassar. O fracasso e o \u00eaxito s\u00e3o dois mestres e nada mais. E quando voc\u00ea \u00e9 um aprendiz tem que aceitar e incorporar a li\u00e7\u00e3o da enfermidade em sua vida.\u201d <\/i> \u2013 Jorge Carvajal, m\u00e9dico da Universidade de Andaluzia, Espanha, e pioneiro da Medicina Bioenerg\u00e9tica na Am\u00e9rica Latina.<\/span><\/address>\n<p>Confesso que gostaria de registrar aqui uma perspectiva \u201cclara\u201d sobre o adoecer (o c\u00e2ncer) e que fosse tamb\u00e9m detentora de verdades fundamentalmente corretas, ainda que relativas, porquanto n\u00e3o podemos nos apartar da met\u00e1fora da <i> Terra<\/i> <i> como<\/i> <i> escola<\/i> \u2013 em consequ\u00eancia: todos n\u00f3s passantes e aprendizes, sobretudo da arte de amar e dos desapegos. Enfim, coragem! <sup> (*)<\/sup><\/p>\n<p>Se partirmos da ideia de que a origem da doen\u00e7a n\u00e3o pode ser buscada no terreno manifesto no qual ela aparece, ou que as causas da enfermidade n\u00e3o s\u00e3o materiais em sua origem, ou que na doen\u00e7a nada h\u00e1 de acidental, um sarcoma, como uma neoplasia maligna desenvolvida a partir de um tecido conjuntivo, pode representar um intento inconsciente de negar-se o indiv\u00edduo a aceitar algo que permanece em seu corpo reprimido, embora bem \u201cvivo\u201d, ou mesmo a agressiva express\u00e3o de um desgosto reiteradamente sufocado atrav\u00e9s dos anos, anos de sil\u00eancio.<\/p>\n<p><b> Causas profundas das mol\u00e9stias<\/b> \u2013 Fazem eco, portanto, as explica\u00e7\u00f5es dadas por Andr\u00e9 Luiz e relacionadas \u00e0 interessante pergunta extra\u00edda do livro <i> Evolu\u00e7\u00e3o em Dois Mundos<\/i>:<\/p>\n<p><i>&#8211; \u00c9 correto dizer que as causas profundas das mol\u00e9stias perdur\u00e1veis radicam-se no corpo espiritual?<\/i><\/p>\n<p><i> Sim. De modo geral, a etiologia das mol\u00e9stias perdur\u00e1veis, que afligem o corpo f\u00edsico e o dilaceram, guarda no corpo espiritual suas causas profundas. A recorda\u00e7\u00e3o dessa ou daquela falta grave, mormente daquelas que jazem recalcadas no Esp\u00edrito, sem que o desabafo e a corrigenda funcionem por v\u00e1lvulas de al\u00edvio \u00e0s chagas ocultas do arrependimento, cria na mente um estado an\u00f4malo que podemos chamar \u2018zona de remorso\u2019, em torno da qual a onda viva e cont\u00ednua do pensamento passa a enovelar-se em circuito fechado sobre si mesma, com reflexo permanente na parte do ve\u00edculo fisiopsicossom\u00e1tico ligada \u00e0 lembran\u00e7a das pessoas e circunst\u00e2ncias associadas ao erro de nossa autoria. Estabelecida a ideia fixa sobre esse <b>n\u00f3dulo de for\u00e7as mentais desequilibradas<\/b>, \u00e9 indispens\u00e1vel que acontecimentos reparadores se nos contraponham ao modo enfermi\u00e7o de ser<\/i> (2005, pp. 213 e 214). (Negritos meus.)<\/p>\n<p>E visto assim, o c\u00e2ncer (descontrole) se polariza com esclerose (conduta emocional r\u00edgida) onde a tem\u00e1tica do adoecer radica em algo que passa a fazer frente \u00e0 vontade de viver. E tamb\u00e9m n\u00e3o podemos ignorar o fato de que em situa\u00e7\u00e3o de doen\u00e7a uma parte do <i>Self<\/i>\u00a0 biol\u00f3gico deixa de funcionar. Assim, no caso de um crescimento tumoral, por exemplo, ele, o <i>Self<\/i> biol\u00f3gico, por raz\u00f5es variadas e em acordo com cada narrativa de alma,\u00a0 n\u00e3o tem for\u00e7a bastante para deter o controle. Por sua vez, isto representa uma \u2018puxada de tapete\u2019 sob os p\u00e9s da exist\u00eancia f\u00edsica.<\/p>\n<p>Muitos autores ent\u00e3o relacionam o padecimento c\u00e2ncer com a psicose e falam, ante sua presen\u00e7a, do afloramento de uma <i>psicose corporal<\/i>, isto \u00e9, de uma experi\u00eancia de tanta dor para a consci\u00eancia que a personalidade (o ego) n\u00e3o pode enfrent\u00e1-la e em consequ\u00eancia se mascara sobre si mesma para romper mais tarde a solidariedade biol\u00f3gica do organismo.<\/p>\n<p><b> A misteriosa etiologia do c\u00e2ncer<\/b> \u2013 Dito em outros termos, um conjunto de c\u00e9lulas \u2013 subversivas \u2013 se isolam e quebram o padr\u00e3o de seu funcionamento habitual, multiplicando-se patologicamente e consumindo o tecido no qual se assentam (aqui o espa\u00e7o preciso em que a din\u00e2mica do descontrole se assenta \u2013 por exemplo, f\u00edgado etc.). E mais cedo ou mais tarde o corpo tender\u00e1 a sucumbir ante esta devoradora \u201cinsanidade celular\u201d.<\/p>\n<p>Ainda, outros relacionam a misteriosa etiologia do c\u00e2ncer \u00e0 car\u00eancia de amor, feridas emocionais, perdas e\/ou lutos mal elaborados. Para muitos se avizinha um franco agarrar-se a <i> Thanatos<\/i>, segundo uma recusa de <i> viver-e-conviver-para-aperfei\u00e7oar-se<\/i>.<\/p>\n<p>Mas, e apesar da [minha] ren\u00fancia a uma vis\u00e3o materialista da doen\u00e7a (e por isso um resistir aqui a pens\u00e1-la <i>apenas<\/i> no contexto das toxinas ou como algo que venha \u201cde fora\u201d, pondo em risco o organismo, por exemplo), o c\u00e2ncer nunca \u00e9 um acontecimento isolado ou criado \u00e0 merc\u00ea de <i>evento \u00fanico<\/i>.<\/p>\n<p>Ao contr\u00e1rio, segundo uma terap\u00eautica que n\u00e3o nega o vi\u00e9s necessariamente advindo do\u00a0 <i> campo \u00edntimo\/espiritual<\/i>, o c\u00e2ncer \u00e9 povoado de sentidos mal iluminados e segredos, pois fato \u00e9 que somos, de ordin\u00e1rio, tanto obrigados a viver sem o conhecimento absoluto como a sobreviver com o passado sobrecarregante (de muitas mem\u00f3rias entremeadas de emo\u00e7\u00f5es e condutas rejeitadas), que invade inten\u00e7\u00f5es do presente e as desorganiza, estressando-nos, fazendo-nos ignorar nossas vulnerabilidades e metas honestas sobre nossa \u201cnatureza espiritual\u201d e, portanto, nossas reais necessidades.<\/p>\n<p>Infelizmente, no geral, resistimos ao ditame de nossa Alma \u00e0 medida que professamos sempre as mesmas solu\u00e7\u00f5es pegajosas recriadas nestes tempos tomados por futilidades\u00a0 \u2013 e com isso os v\u00edcios do ego\u00edsmo e da belicosa competitividade, o comando multifacetado da <i>regra do ouro <\/i>(1) que, imitando o c\u00e2ncer, diz que o ser humano existe unicamente para se espalhar de forma indiscriminada e ilimitada sobre a Terra. Por isso, as usuais atitudes desprovidas de compaix\u00e3o e respeito por trabalhadores (explorados), animais-e-plantas\u00a0 (mat\u00e9rias-primas), segundo o princ\u00edpio do parasitismo \u2013 logo, desilus\u00f5es e insatisfa\u00e7\u00f5es inesgot\u00e1veis&#8230;<\/p>\n<p><b> O c\u00e2ncer deve ser compreendido, n\u00e3o somente combatido<\/b> \u2013 E tudo isso, sem d\u00favida, pode, ligado \u00e0 causa pret\u00e9rita [<i>c\u00e1rmica<\/i>] e idiossincrasias [<i>aqui um pr\u00f3prio desejo da Alma para progredir<\/i>], tamb\u00e9m gestar o adoecer, derivando no terreno f\u00edsico do c\u00e2ncer. Mas ele, o adoecer, por si mesmo, pode representar uma grande oportunidade para descobrirmos nossos pr\u00f3prios erros de pensamento e sentimentos, especialmente quando atentamos para o fato de que a c\u00e9lula cancerosa busca a vida eterna na multiplica\u00e7\u00e3o material e na expans\u00e3o, ou seja, equivocadamente ela, a c\u00e9lula, n\u00e3o compreende que a quest\u00e3o \u201c<i>eu ou os outros<\/i>?\u201d \u00e9 em sua g\u00eanese equivocada, porque como parte somos simultaneamente unos com o todo (<i>pars pro toto<\/i>).<\/p>\n<p>N\u00e3o \u00e9 por acaso que tantos sofrem de c\u00e2ncer em nossa \u00e9poca, e o fato de combat\u00ea-lo muitas vezes sem \u00eaxito, embora contemos hoje com muitos casos de tratamentos bem-sucedidos (2), uma vez que esta enfermidade retrata como um espelho nossos comportamentos e h\u00e1bitos coletivos, nossa distra\u00e7\u00e3o \u201ccivilizat\u00f3ria\u201d que insiste na falsa convic\u00e7\u00e3o da divis\u00e3o entre o <i>\u201ceu\u201d<\/i> e o \u201c<i>tu<\/i>\u201d&#8230;<\/p>\n<p>Assim o c\u00e2ncer pede tamb\u00e9m para ser compreendido e n\u00e3o somente combatido. O doente, desse modo, pode ser esclarecido, consolado e orientado a fortalecer-se para curar-se (num termo mais apropriado: autocurar-se) (3). Al\u00e9m disso, o adoecer pode por enquanto ser observado como parte da estrutura ontol\u00f3gica do ser humano \u2013 consequentemente, o c\u00e2ncer pode ser visto como um modo de \u201cdesvelamento\u201d do Ser, de suas partes escuras, reprimidas\/renegadas e que se expressam por este itiner\u00e1rio \u2013 uma alus\u00e3o \u00e0 doen\u00e7a como <i> caminho <\/i>(4).<\/p>\n<p>Por fim, se aliviar a dor \u00e9 um objetivo necess\u00e1rio de todo tratamento,\u00a0 o que sofre e padece\u00a0 pode encontrar junto com emo\u00e7\u00f5es reprimidas, culpas e conflitos desagrad\u00e1veis n\u00e3o solucionados, os genes que pesam (como tamb\u00e9m pesam a vida intrauterina, as constela\u00e7\u00f5es familiares, a biografia pessoal), isto \u00e9, a <i> identidade vertical <\/i> como uma marca escolhida pela Alma para experimentar certo roteiro para corrigir-se e prosseguir no aprendizado do amor, unidade e sabedoria, que constituem aspectos complementares de \u201caprender a ser livre\u201d, meta final do processo de evolu\u00e7\u00e3o a que todos n\u00f3s estamos sujeitos.<\/p>\n<p>Mas se na sua dimens\u00e3o subjetiva a doen\u00e7a \u00e9 um estado que indica desarmonia, o c\u00e2ncer e todas as enfermidades tamb\u00e9m encarnam uma dimens\u00e3o <i> coletiva<\/i> que reivindica de todos n\u00f3s o desafio para a viv\u00eancia de um destino solid\u00e1rio e, qui\u00e7\u00e1 um dia, harmonioso.<\/p>\n<p><b> O amor n\u00e3o separa: ele transmuta e cura<\/b> \u2013 A mudan\u00e7a global e que implicar\u00e1 <i>um mundo com menos doen\u00e7as<\/i> depende das pequenas mudan\u00e7as locais e no contexto <i> mais sadio <\/i> de cada individualidade&#8230;<\/p>\n<p>Afirmo isso porque, na condi\u00e7\u00e3o de existentes, testemunhamos que muitas ilus\u00f5es deste nosso mundo s\u00e3o relativamente in\u00f3cuas se comparadas \u00e0quelas que infligimos a n\u00f3s mesmos durante quase toda nossa vida, pois pouco nos amamos, mal nos sabemos, muito nos desviamos e nos enebriamos e com isso adoecemos.<\/p>\n<p>E o amor, de outro lado, sim, o amor n\u00e3o separa, ele transmuta e cura e por isso Deus, a Unidade, n\u00e3o diferencia entre bom e mau, pois Ele simplesmente \u00e9 amor. Ainda, n\u00e3o podemos olvidar que a dor e a morte est\u00e3o indissoluvelmente ligadas \u00e0 nossa forma de <i> existir aqui-por-enquanto<\/i>, apesar, e sobretudo, de que a morte n\u00e3o \u00e9 um \u201cponto final\u201d, mas um \u201cmudar de estado\u201d vinculado ao devir \u2013 e por isso um futuro <i>re-<\/i>nascer para mais <i>um dia de col\u00e9gio<\/i>&#8230;<\/p>\n<p>Assim o enigm\u00e1tico c\u00e2ncer pode ser uma grande oportunidade para um profundo desenvolvimento e transforma\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Com clareza recordo uma pessoa querida a quem visitei no hospital pouco antes de ela falecer. Corpo esqu\u00e1lido e olhos profundos, naquela manh\u00e3 contou-me sobre o mal-estar terr\u00edvel que sentia, pois muito \u201cimpertinente\u201d (nas palavras dela). Ent\u00e3o, de s\u00fabito, narrou que sua doen\u00e7a tinha lhe ajudado a compreender o quanto todos os pacientes de c\u00e2ncer <i>se redimem pela quimioterapia<\/i>, pois \u201cessas sess\u00f5es semanais provocam em n\u00f3s uma <i>limpeza<\/i> dolorosamente profunda\u201d&#8230;<\/p>\n<p>Pelo caminho sinuoso que percorrem, na mais <i>escura noite da alma e desespero da carne<\/i>,\u00a0 assimilam, de forma clara ou evanescente, uma <i>epifania libertadora<\/i> \u2013 entregam-se, ent\u00e3o, a uma\u00a0 radical conscientiza\u00e7\u00e3o, extra\u00edda no percorrer do <i> c\u00e2ncer-labirinto<\/i>, conquistando, sem d\u00favida,\u00a0 um novo rumo evolutivo para <i>um dia<\/i> (segundo o <i> registro c\u00f3smico<\/i>) serem <i> perfeitos<\/i> \u2013 o \u00fanico determinismo&#8230;<\/p>\n<p><sup> \u00a0(*) <\/sup> Metanoia (do grego met\u00e1noia) significa: transforma\u00e7\u00e3o fundamental do pensamento ou do car\u00e1ter; penit\u00eancia. Por extens\u00e3o: convers\u00e3o espiritual.<\/p>\n<p><b><br \/>\nNotas e refer\u00eancias:<\/b><\/p>\n<p>(1) Vivemos o desafio de assimilar em nossas atitudes as benesses da <i>regra de ouro <\/i>para bloquear em definitivo os malef\u00edcios causados pela indiferen\u00e7a da <i>regra do ouro<\/i>.<\/p>\n<p>(2) Segundo o INCA (Instituto Nacional de C\u00e2ncer), o tratamento de c\u00e2ncer pode ser feito atrav\u00e9s de <i>cirurgia<\/i>, <i>radioterapia<\/i> &#8211; tratamento no qual se utilizam radia\u00e7\u00f5es para destruir um tumor ou impedir que suas c\u00e9lulas aumentem; <i> quimioterapia<\/i> &#8211; tratamento que utiliza medicamentos para combater o c\u00e2ncer. Eles s\u00e3o aplicados em sua maioria na veia, podendo tamb\u00e9m ser dados por via oral, intramuscular, subcut\u00e2nea, t\u00f3pica e intratecal; ou <i>transplante de medula \u00f3ssea<\/i>. Em muitos casos, \u00e9 necess\u00e1rio combinar mais de uma modalidade.<\/p>\n<p>(3) Pacientes de c\u00e2ncer podem usar <b>terapias complementares<\/b> para mitigar os efeitos colaterais das sess\u00f5es de radio e\/ou quimioterapia, considerando tamb\u00e9m o cuidado com as feridas da alma. Al\u00e9m disso, como a vida \u00e9 vibra\u00e7\u00e3o, o psiquismo \u00e9 vibra\u00e7\u00e3o, as emo\u00e7\u00f5es, os pensamentos s\u00e3o vibra\u00e7\u00f5es, e no geral o indiv\u00edduo enfermo \u201cest\u00e1 desafinado\u201d, o que obstrui o campo de atua\u00e7\u00e3o harmoniosa do <i> Self<\/i> biol\u00f3gico. Como \u201cbons interlocutores internos\u201d, <span style=\"text-decoration: underline;\">os rem\u00e9dios homeop\u00e1ticos e as ess\u00eancias florais<\/span> podem estimular\/ajudar o paciente para que ele participe ativa e conscientemente de seu processo de restabelecimento da sa\u00fade.<\/p>\n<p>(4) Cf.: Dethelefsen, T.; Dahlke, R. <i>A doen\u00e7a como caminho: uma vis\u00e3o nova de cura como ponto de muta\u00e7\u00e3o em que um mal se deixa transformar em bem<\/i>. Trad. Zilda H. Schild. SP: Cultrix, 1999.<\/p>\n<p>Xavier, Francisco C\u00e2ndido. <i> Evolu\u00e7\u00e3o em dois mundos<\/i>. Pelo Esp\u00edrito Andr\u00e9 Luiz. 23. ed. RJ: FEB, 2005.<\/p>\n<p>Dalhke, R\u00fcdiger. <i>A doen\u00e7a como linguagem da alma<\/i>.\u00a0 Trad. Dante Pignatari. SP: Cultrix, 2007.<\/p>\n<p>Soesman, A. <i> Our twelve senses: wellsprings of the sou<\/i>l. Stroud, England: Hawthorn Press, 1990.<i>\u00a0<\/i><\/p>\n<p><span style=\"font-family: Tahoma; line-height: 1.5em;\">Eug\u00eania Pickina \u00e9 terapeuta floral, educadora e palestrante, e presta consultoria para projetos sociais dedicados ao cuidado do Ser, especialmente na faixa et\u00e1ria de 0 a 7 anos.\u00a0<\/span><\/p>\n<p>eugeniapickina@gmail.com<br \/>\nCampinas, SP (Brasil)<\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/www.oconsolador.com.br\/ano7\/356\/especial.html\">consolador.com.br<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>EUG\u00caNIA PICKINA\u00a0 \u00a0 \u201cE se aparecer a doen\u00e7a? Teremos de aceit\u00e1-la, porque somos humanos. Krishnamurti adoeceu de um c\u00e2ncer de p\u00e2ncreas e ele n\u00e3o era algu\u00e9m que levasse uma vida desregrada. Muita gente espiritualmente valiosa j\u00e1 adoeceu. 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