{"id":2359,"date":"2014-05-31T22:31:11","date_gmt":"2014-06-01T01:31:11","guid":{"rendered":"http:\/\/xn--regeneraoplanetria-dsb6a7f.com.br\/?p=2359"},"modified":"2014-05-31T22:38:53","modified_gmt":"2014-06-01T01:38:53","slug":"obsessao-e-reciprocidade","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/xn--regeneraoplanetria-dsb6a7f.com.br\/index.php\/obsessao-e-reciprocidade\/","title":{"rendered":"Obsess\u00e3o e Reciprocidade"},"content":{"rendered":"<div class=\"xg_headline xg_headline-img xg_headline-2l\">\n<div class=\"tb\">\n<h1>Jorge Hessen<\/h1>\n<\/div>\n<\/div>\n<div class=\"xg_module_body\">\n<div class=\"postbody\">\n<div class=\"xg_user_generated\">\n<p><span style=\"color: #008000;\"><a href=\"http:\/\/aluznamente.com.br\/\">http:\/\/aluznamente.com.br<\/a><\/span><br \/>\n<span class=\"font-size-5\" style=\"color: #008000; font-family: 'trebuchet ms', geneva;\"><a href=\"http:\/\/api.ning.com\/files\/uxLbwSVx3LuDibGUps5URWiPhMM8zP82D7zUcrABM0WHNWbLjiUH9vkI7ljmStwTazrUUAvWVjULlWV-P0vqHlIhYEJM*Whw\/obsessione.jpg\" target=\"_self\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"align-left aligncenter\" src=\"http:\/\/api.ning.com\/files\/uxLbwSVx3LuDibGUps5URWiPhMM8zP82D7zUcrABM0WHNWbLjiUH9vkI7ljmStwTazrUUAvWVjULlWV-P0vqHlIhYEJM*Whw\/obsessione.jpg\" alt=\"\" width=\"290\" height=\"175\" \/><\/a><\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><span class=\"font-size-5\" style=\"color: #008000; font-family: 'trebuchet ms', geneva;\">A obsess\u00e3o corresponde a certa influ\u00eancia perniciosa na mente. Etimologicamente o termo tem sua origem no voc\u00e1bulo obsessione, palavra latina que significa impertin\u00eancia, persegui\u00e7\u00e3o. Os dicionaristas costumam definir a palavra como sendo uma preocupa\u00e7\u00e3o com determinada ideia, que domina doentiamente o esp\u00edrito, resultante ou n\u00e3o de sentimentos recalcados. A terminologia obsess\u00e3o \u00e9 usada, comumente, para denotar ideia fixa em alguma coisa, tique nervoso, gerador de manias, atitudes estranhas etc. Na perspectiva esp\u00edrita, o termo tem uma acep\u00e7\u00e3o e explana\u00e7\u00e3o mais amplas. Consubstancia-se na influ\u00eancia mal\u00e9fica relativamente inflex\u00edvel que desencarnados e\/ou encarnados, t\u00e3o ou mais atrasados que n\u00f3s mesmos, podem exercer sobre a nossa estrutura psicof\u00edsica.<\/span><br \/>\n<span class=\"font-size-5\" style=\"color: #008000; font-family: 'trebuchet ms', geneva;\">Kardec elucida que &#8220;se os m\u00e9dicos s\u00e3o malsucedidos, tratando da maior parte das mol\u00e9stias, \u00e9 que tratam do corpo, sem tratarem da alma. Ora, n\u00e3o se achando o todo em bom estado, imposs\u00edvel \u00e9 que uma parte dele passe bem&#8221;. (1) O psiquiatra tradicional por exemplo, diz que obsess\u00e3o \u00e9 um pensamento ou um impulso persistente ou recorrente, indesejado e aflitivo, que vem \u00e0 mente involuntariamente, a despeito de tentativa de ignor\u00e1-lo ou de suprimi-lo.<\/span><br \/>\n<span class=\"font-size-5\" style=\"color: #008000; font-family: 'trebuchet ms', geneva;\">Os ortodoxos da medicina, sob os antolhos do materialismo decr\u00e9pito, n\u00e3o admitem nada fora da mat\u00e9ria, portanto, n\u00e3o podem entender uma causa oculta (espiritual). Quando a academia cient\u00edfica tiver sa\u00eddo da extempor\u00e2nea rotina mecanicista, ela reconhecer\u00e1 na a\u00e7\u00e3o do mundo invis\u00edvel que nos cerca e no meio do qual vivemos uma for\u00e7a que reage sobre as coisas f\u00edsicas tanto quanto sobre as coisas morais. Esse ser\u00e1 um novo caminho aberto ao progresso e a chave de uma multid\u00e3o de fen\u00f4menos mal compreendidos pela escola psiqui\u00e1trica.<\/span><br \/>\n<span class=\"font-size-5\" style=\"color: #008000; font-family: 'trebuchet ms', geneva;\">N\u00e3o h\u00e1 raz\u00e3o para que a Psiquiatria condene os processos esp\u00edritas no tratamento dos casos de obsess\u00e3o e auto-obsess\u00e3o. \u00c9 muito importante ampliar o entendimento das causas originais de uma esquizofrenia sob o impacto da obsess\u00e3o e considerar imprescind\u00edvel o tratamento espiritual [desobsess\u00e3o, passe, \u00e1gua fluidificada, ora\u00e7\u00e3o] oferecido pela Doutrina Esp\u00edrita, com base nos ensinamentos do Cristo, que um dia, inevitavelmente, constar\u00e1 nas propostas cient\u00edficas para o tratamento de todas as doen\u00e7as humanas.<\/span><br \/>\n<span class=\"font-size-5\" style=\"color: #008000; font-family: 'trebuchet ms', geneva;\">Nosso mundo mental \u00e9 como um c\u00e9u, contudo do firmamento descem raios de sol e chuvas ben\u00e9ficas para a vida planet\u00e1ria, assim como, no instante do atrito de elementos atmosf\u00e9ricos, desse mesmo c\u00e9u procedem fa\u00edscas el\u00e9tricas destruidoras. Da mesma forma funciona a mente humana. Dela se originam as for\u00e7as equilibrantes e restauradoras para os trilh\u00f5es de c\u00e9lulas do organismo f\u00edsico, mas quando perturbada, emite raios magn\u00e9ticos de elevado teor destrutivo para a nossa estrutura ps\u00edquica.<\/span><br \/>\n<span class=\"font-size-5\" style=\"color: #008000; font-family: 'trebuchet ms', geneva;\">Como m\u00e1quina, nosso corpo se encontra sujeito a desgastes naturais, at\u00e9 porque muitos obsidiados n\u00e3o sabem usufruir do corpo de forma correta. Nesse sentido, os obsessores (encarnados e desencarnados) sabem explorar, at\u00e9 que o enfermo chegue \u00e0 patologia de dif\u00edcil diagn\u00f3stico. O estado obsessivo procede da intimidade do homem, exteriorizando-se em forma de tormentos f\u00edsicos, mentais e emocionais. Suas causas quase sempre remontam a vidas passadas.<\/span><br \/>\n<span class=\"font-size-5\" style=\"color: #008000; font-family: 'trebuchet ms', geneva;\">Paix\u00f5es, \u00f3dios, fanatismo, avareza e muitos outros fatores s\u00e3o as fontes geradoras da obsess\u00e3o, que atualmente se constitui um dos mais terr\u00edveis flagelos da humanidade. A mente transmite ao corpo, a que se ajusta durante a encarna\u00e7\u00e3o, todos os seus estados felizes ou infelizes, equilibrando ou conturbando o ciclo de causa e efeito, portanto, a obsess\u00e3o \u00e9 uma patologia que guarda a sua origem profunda no Esp\u00edrito que delinquiu.<\/span><br \/>\n<span class=\"font-size-5\" style=\"color: #008000; font-family: 'trebuchet ms', geneva;\">O melhor processo para nos livrarmos de um obsessor \u00e9 nos tornarmos bons. Chico Xavier disse n\u00e3o \u201cadiantar ao diabo ficar soprando onde n\u00e3o h\u00e1 brasas\u201d. \u00c9 verdade! As trevas exteriores se ligam pelas sombras interiores. O que nos algema a um obsessor \u00e9 a iniquidade que alimentamos nas atitudes e inten\u00e7\u00f5es. O que nos vincula a um obsessor vingativo \u00e9 a nossa obstina\u00e7\u00e3o de n\u00e3o perdoar. O que nos conecta a um obsessor infeliz \u00e9 o desgosto que cultivamos no cora\u00e7\u00e3o.<\/span><br \/>\n<span class=\"font-size-5\" style=\"color: #008000; font-family: 'trebuchet ms', geneva;\">Muitas vezes procurado pelos obsidiados, Jesus adentrava mentalmente nas causas da sua inquietude e, usando de sua autoridade moral, libertava tanto os obsessores quanto os obsidiados, permitindo-lhes o despertar para a vida animada rumo \u00e0 recupera\u00e7\u00e3o e \u00e0 pacifica\u00e7\u00e3o da pr\u00f3pria consci\u00eancia. Entretanto, Jesus n\u00e3o libertou os obsidiados sem lhes impor a intransfer\u00edvel necessidade de renova\u00e7\u00e3o \u00edntima, nem ejetou os perseguidores inconscientes sem fornecer-lhes o endere\u00e7o de Deus.<\/span><br \/>\n<span class=\"font-size-5\" style=\"color: #008000; font-family: 'trebuchet ms', geneva;\">Em resumo, identificamos sempre na obsess\u00e3o (espiritual) o resultado da invigil\u00e2ncia e dos desvios morais. Para garantirmo-nos contra a sua influ\u00eancia, urge fortalecer a f\u00e9 pela renova\u00e7\u00e3o mental e pela pr\u00e1tica do bem nos moldes dos c\u00f3digos evang\u00e9licos propostos por Jesus Cristo, n\u00e3o nos esquecendo da narrativa de Mateus: \u201cvigiai e orai para que n\u00e3o entreis em tenta\u00e7\u00e3o\u201d. (2)<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #008000;\">Refer\u00eancias:<\/span><br \/>\n<span style=\"color: #008000;\">[1] Kardec, Allan. Evangelho Segundo o Espiritismo, RJ: Ed. FEB, 2001, Introd., item XIX<\/span><br \/>\n<span style=\"color: #008000;\">[1] Mt 26,41<\/span><\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/www.redeamigoespirita.com.br\/profiles\/blogs\/obsess-o-e-reciprocidade-jorge-hessen\">redeamigoespirita<\/a><\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Jorge Hessen http:\/\/aluznamente.com.br &nbsp; A obsess\u00e3o corresponde a certa influ\u00eancia perniciosa na mente. Etimologicamente o termo tem sua origem no voc\u00e1bulo obsessione, palavra latina que significa impertin\u00eancia, persegui\u00e7\u00e3o. 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