{"id":2607,"date":"2014-08-22T19:49:09","date_gmt":"2014-08-22T22:49:09","guid":{"rendered":"http:\/\/xn--regeneraoplanetria-dsb6a7f.com.br\/?p=2607"},"modified":"2014-08-22T19:51:59","modified_gmt":"2014-08-22T22:51:59","slug":"ideologia-partidaria-x-doutrina-dos-espiritos","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/xn--regeneraoplanetria-dsb6a7f.com.br\/index.php\/ideologia-partidaria-x-doutrina-dos-espiritos\/","title":{"rendered":"Ideologia partid\u00e1ria X Doutrina dos Esp\u00edritos"},"content":{"rendered":"<div class=\"xg_headline xg_headline-img xg_headline-2l\">\n<div class=\"tb\">\n<h1><a href=\"http:\/\/api.ning.com\/files\/WQzLUF11osp31jFk*DbcrqEeZ04M0RAuH3c*KNJJe7fwnsdrUpFgARBtbV68AG5y48pvU3GnYRyRD4kO4JZZolamf9bXEngw\/aconsolador12341.jpg\" target=\"_self\"><img decoding=\"async\" class=\"align-center\" src=\"http:\/\/api.ning.com\/files\/WQzLUF11osp31jFk*DbcrqEeZ04M0RAuH3c*KNJJe7fwnsdrUpFgARBtbV68AG5y48pvU3GnYRyRD4kO4JZZolamf9bXEngw\/aconsolador12341.jpg?width=599\" alt=\"\" width=\"599\" \/><\/a><\/h1>\n<\/div>\n<\/div>\n<div class=\"xg_module_body\">\n<div class=\"postbody\">\n<div class=\"xg_user_generated\">\n<p>\u00a0O legado da toler\u00e2ncia doutrin\u00e1ria n\u00e3o se deve manifestar na forma de omiss\u00e3o diante das enxertias conceituais e ideias an\u00f4malas que alguns companheiros intentam impor nas institui\u00e7\u00f5es doutrin\u00e1rias em nome da milit\u00e2ncia pol\u00edtica. Principalmente nas proximidades das disputas para elei\u00e7\u00f5es pol\u00edtico-partid\u00e1rias, em que surgem aqui e acol\u00e1 discuss\u00f5es sobre se o esp\u00edrita deve ou n\u00e3o candidatar-se a algum cargo eletivo.<\/p>\n<p>Em verdade, a Doutrina dos Esp\u00edritos n\u00e3o estimula o engajamento para fun\u00e7\u00f5es nas estruturas pol\u00edtico-partid\u00e1rias. E n\u00e3o ajusta sua tribuna a servi\u00e7o da propaganda partid\u00e1ria de quaisquer candidatos. A tarefa urgente do esp\u00edrita \u00e9 a transforma\u00e7\u00e3o de comportamento individual, a luta pelo ideal do bem, em nome do Evangelho. Agindo assim, os esp\u00edritas n\u00e3o est\u00e3o alheios \u00e0s quest\u00f5es pol\u00edticas; engana-se quem pensa o contr\u00e1rio. Os esp\u00edritas incorrupt\u00edveis, fi\u00e9is \u00e0 fam\u00edlia, \u00e0 sociedade e aos compromissos morais, s\u00e3o, integralmente, cidad\u00e3os ativos, que exercem o direito e\/ou obriga\u00e7\u00e3o (depende do ponto de vista) de votar; por\u00e9m, sem v\u00ednculos com as absurdas contendas ideol\u00f3gico-partid\u00e1rias.<\/p>\n<p>Se algum confrade estiver vinculado a qualquer partido pol\u00edtico, se deseja concorrer como candidato a cargo eletivo, obviamente tem total liberdade de faz\u00ea-lo, mas que atue bem longe dos ambientes esp\u00edritas, de modo que n\u00e3o camufle, dentro da Institui\u00e7\u00e3o Esp\u00edrita, disfar\u00e7ada inten\u00e7\u00e3o, visando conquistar votos dos frequentadores. O excesso de cautela nesse caso \u00e9 recomend\u00e1vel; n\u00e3o \u00e9 quest\u00e3o de preconceitos; \u00e9 at\u00e9 uma quest\u00e3o de l\u00f3gica, pois, em se discutindo assuntos da pol\u00edtica humana, \u00e9 inadmiss\u00edvel trazer, para as hostes esp\u00edritas, o partidarismo, a ideologia (de \u201cdireita\u201d, \u201cesquerda\u201d, \u201ccentro\u201d, \u201cambas\u201d etc. etc. etc.). Conquanto, como cidad\u00e3o, cada esp\u00edrita tenha o direito e o livre-arb\u00edtrio para militar no universo fragmentado das ideologias pol\u00edtico-partid\u00e1rias, n\u00e3o tem o direito de confundir as coisas. N\u00e3o esque\u00e7amos que o Espiritismo n\u00e3o \u00e9 um fragmento da pol\u00edtica mundana, nem tampouco se envolve com grupos pol\u00edticos sect\u00e1rios, que utilizam meios contradit\u00f3rios com os fins de poder.<\/p>\n<p>Como vimos, por raz\u00f5es \u00f3bvias, repetimos, \u00e9 imperioso distinguir o interesse de valor in\u00f3cuo da pol\u00edtica humana da excelsa pol\u00edtica de Jesus \u2013 a \u201cVerdadeira luz que alumia a todo homem\u201d(1). Quando trabalhamos pela erradica\u00e7\u00e3o da mis\u00e9ria e da exclus\u00e3o social, estamos adotando a pol\u00edtica \u201cd\u2019Aquele que \u00e9 desde o princ\u00edpio\u201d(2). A pol\u00edtica do verdadeiro esp\u00edrita \u00e9 a favor do ser humano e de seu crescimento espiritual. O esp\u00edrita consciente n\u00e3o se submete nem se omite diante do poder pol\u00edtico, e nem tampouco assume o lugar de \u201coposi\u00e7\u00e3o\u201d ou de \u201csitua\u00e7\u00e3o\u201d. At\u00e9 porque &#8220;o disc\u00edpulo sincero do Evangelho n\u00e3o necessita respirar o clima da pol\u00edtica administrativa do mundo para cumprir o minist\u00e9rio que lhe \u00e9 cometido. O Governador da Terra, entre n\u00f3s, para atender aos objetivos da pol\u00edtica do amor, representou, antes de tudo, os interesses de Deus junto do cora\u00e7\u00e3o humano, sem necessidade de portarias e decretos, respeit\u00e1veis embora&#8221;(3).<\/p>\n<p>Bezerra e Eur\u00edpedes<\/p>\n<p>O primeiro cap\u00edtulo do Estatuto da Sociedade Parisiense de Estudos Esp\u00edritas estabelece a seguinte PROIBI\u00c7\u00c3O (isso mesmo, PROIBI\u00c7\u00c3O!): \u201cAS QUEST\u00d5ES POL\u00cdTICAS, DE CONTROV\u00c9RSIA RELIGIOSA E DE ECONOMIA SOCIAL NELA [S.P.E.E.] S\u00c3O INTERDITAS\u201d. Portanto, e por imparcial raz\u00e3o, \u00e9 inaceit\u00e1vel algu\u00e9m utilizar a tribuna esp\u00edrita para propaganda pol\u00edtico-partid\u00e1ria. Da mesma forma, \u00e9 situa\u00e7\u00e3o deprimente um esp\u00edrita utilizar palanques eleitoreiros a fim de implorar votos, valendo-se demagogicamente de sofismas e simulacros de \u201cmod\u00e9stia\u201d, \u201cpobreza\u201d, \u201chumildade\u201d, \u201caltru\u00edsmo\u201d, \u201ctoler\u00e2ncia\u201d, exaltando suas inigual\u00e1veis \u201cvirtudes\u201d e colossais obras de \u201ccaridade\u201d. Aconselhamos a tais imponderados &#8220;esp\u00edritas\u201d, mendicantes de votos, que se afastem do Espiritismo e optem por outro credo, a fim de que seja assegurado ao movimento esp\u00edrita a n\u00e3o contamina\u00e7\u00e3o dessa infecciosa pol\u00edtica reles e mesquinha de interesses pessoais.<\/p>\n<p>Alguns defensores da politiza\u00e7\u00e3o nas casas esp\u00edritas evocam Bezerra de Menezes e Eur\u00edpedes Barsanulfo a fim de justificarem seus arrazoados. A carreira pol\u00edtica de Bezerra de Menezes iniciou-se em 1861, quando foi eleito vereador municipal pelo Partido Liberal. Foi reeleito para o per\u00edodo 1864-1868 e elegeu-se Deputado Geral em 1867. Novamente foi eleito vereador em 1873. Ocupou o cargo de presidente da C\u00e2mara, que atualmente corresponde ao de prefeito do Rio de Janeiro, de julho de 1878 a janeiro de 1881. Nessa \u00e9poca, a intensifica\u00e7\u00e3o da luta abolicionista teve a ades\u00e3o de Bezerra, que usou de extrema prud\u00eancia no trato do assunto. Entretanto, no dia 16 de agosto de 1886, o p\u00fablico de duas mil pessoas que lotava a sala de honra da Guarda Velha, no Rio de Janeiro, ouviu, silencioso e at\u00f4nito, o famoso m\u00e9dico e pol\u00edtico anunciar sua convers\u00e3o ao Espiritismo. A partir da\u00ed, n\u00e3o se envolveu com o partidarismo pol\u00edtico.<\/p>\n<p>Quanto a Eur\u00edpedes Barsanulfo, foi respeit\u00e1vel representante pol\u00edtico de sua comunidade, sem d\u00favida. Tornou-se secret\u00e1rio da Irmandade de S\u00e3o Vicente de Paula, tendo participado ativamente da funda\u00e7\u00e3o do jornal &#8220;Gazeta de Sacramento&#8221; e do &#8220;Liceu Sacramentano&#8221;. Logo viu-se guindado \u00e0 posi\u00e7\u00e3o natural de l\u00edder, por sua segura orienta\u00e7\u00e3o quanto aos verdadeiros valores da vida. Atrav\u00e9s de informa\u00e7\u00f5es prestadas por um dos seus tios, tomou conhecimento da exist\u00eancia dos fen\u00f4menos esp\u00edritas e das obras da Codifica\u00e7\u00e3o Esp\u00edrita. Diante dos fatos, voltou completamente suas atividades para a nova Doutrina, pesquisando por todos os meios e maneiras, at\u00e9 desfazer totalmente suas d\u00favidas. A partir da\u00ed, o partidarismo pol\u00edtico deixou de ser parte integrante dos anseios do jovem mineiro.<\/p>\n<p>N\u00e3o temos necessidade de representantes pol\u00edticos<\/p>\n<p>Por fortes raz\u00f5es, \u00e9 necess\u00e1rio que fa\u00e7amos profunda distin\u00e7\u00e3o entre Espiritismo e pol\u00edtica partid\u00e1ria. Somos \u201cpol\u00edticos\u201d desde que nascemos e vivemos em sociedade; sim, e da\u00ed? A Doutrina Esp\u00edrita n\u00e3o poder\u00e1, jamais, ser ve\u00edculo de especula\u00e7\u00e3o das ambi\u00e7\u00f5es particulares nesse campo. Se o mundo gira em fun\u00e7\u00e3o de pol\u00edticas econ\u00f4micas, administrativas e sociais, n\u00e3o h\u00e1 como tolerar milit\u00e2ncia pol\u00edtica dentro das hostes esp\u00edritas. N\u00e3o se sustentam as teses simplistas de que s\u00f3 com a nossa participa\u00e7\u00e3o efetiva nos processos pol\u00edticos ao nosso alcance ajudaremos a melhorar o mundo. Isso \u00e9 parvo\u00edce ideol\u00f3gica.<\/p>\n<p>N\u00e3o h\u00e1 como confundir a pol\u00edtica terrena de interesses menores com a pol\u00edtica do \u201cFilho do Alt\u00edssimo\u201d(4). Cada situa\u00e7\u00e3o na sua dimens\u00e3o correta. Pol\u00edtica partid\u00e1ria, aos pol\u00edticos pertence, enquanto que pr\u00e1tica esp\u00edrita \u00e9 atividade para esp\u00edritas crist\u00e3os. O argumento de que os parlamentares se servem, com o pretexto de &#8220;defender&#8221; os postulados da Doutrina, ou aliciar prest\u00edgio social para as hostes esp\u00edritas, ou, ainda, ser uma &#8220;luz&#8221; entre os legisladores, \u00e9 argumento ardiloso, desonesto. &#8220;N\u00c3O TEMOS NECESSIDADE ABSOLUTA DE REPRESENTANTES OFICIAIS DO ESPIRITISMO EM SETOR ALGUM DA POL\u00cdTICA HUMANA&#8221;(5).<\/p>\n<p>Os leg\u00edtimos estudiosos espiritistas acercam-se da compreens\u00e3o de viver naturalmente impregnados de bom senso e humildade. Entendem que &#8220;a miss\u00e3o da doutrina \u00e9 consolar e instruir, em Jesus, para que todos mobilizem as suas possibilidades divinas no caminho da vida. Troc\u00e1-la por um lugar no banquete dos Estados \u00e9 inverter o valor dos ensinos, porque todas as organiza\u00e7\u00f5es humanas s\u00e3o passageiras em face da necessidade de renova\u00e7\u00e3o de todas as f\u00f3rmulas do homem na lei do progresso universal&#8221;(6).<\/p>\n<p>Mais uma vez, afian\u00e7amos que n\u00e3o se sustentam as teses in\u00fateis de que s\u00f3 com a nossa participa\u00e7\u00e3o efetiva nos processos pol\u00edticos ao nosso alcance ajudaremos a \u201cmelhorar\u201d o Brasil. N\u00e3o esque\u00e7amos que o \u201cRei dos S\u00e9culos\u201d(7) cogitou muito a melhora da criatura em si. N\u00e3o nos consta que o \u201cFilho de Deus\u201d(8) tivesse aberto qualquer processo pol\u00edtico-partid\u00e1rio contra ou a favor do poder constitu\u00eddo \u00e0 \u00e9poca. Portanto, a nossa conduta apol\u00edtica (apartid\u00e1ria) n\u00e3o deve ser encarada como conformismo; pelo contr\u00e1rio, essa atitude \u00e9 sinon\u00edmia de paci\u00eancia operosa, que trabalha sempre para melhorar as situa\u00e7\u00f5es e cooperar com aqueles que recebem a responsabilidade da administra\u00e7\u00e3o de nossos interesses p\u00fablicos.<\/p>\n<p>\u00c9 acertado lembrar que, nos impercept\u00edveis consentimentos, vamos descaracterizando o programa da Terceira Revela\u00e7\u00e3o. A t\u00edtulo de toler\u00e2ncia, diversas vezes fechamos os olhos para a politiza\u00e7\u00e3o nas casas esp\u00edritas; entretanto a experi\u00eancia demonstra que, \u00e0s vezes, \u00e9 presum\u00edvel at\u00e9 fechar um olho, por\u00e9m nunca os dois. Considerando que nosso mundo \u00e9 a morada da opini\u00e3o, \u00e9 natural que apresentemos para os companheiros militantes pol\u00edticos desacordos sobre esse tema. Inadmiss\u00edvel, por\u00e9m, tendo em vista a pr\u00f3pria orienta\u00e7\u00e3o da Doutrina Esp\u00edrita, \u00e9 o clima de injun\u00e7\u00f5es que se coloca, n\u00e3o raro, envolvendo os que confundem intensidade com agressividade, ou defesa da verdade com inflexibilidade.<\/p>\n<p>Estamos investidos de compromisso mais imediato, em vez de mergulhar no mundo da pol\u00edtica saturada por equ\u00edvocos deplor\u00e1veis. Por isso, n\u00e3o devemos buscar uma posi\u00e7\u00e3o de destaque, para n\u00f3s mesmos, nas administra\u00e7\u00f5es transit\u00f3rias da Terra. Se formos convocados pelas circunst\u00e2ncias, devemos aceit\u00e1-la, n\u00e3o por honra da Doutrina que professamos, mas como experi\u00eancia complexa, onde todo sucesso \u00e9 sempre muito dif\u00edcil. &#8220;O espiritista sincero deve compreender que a ilumina\u00e7\u00e3o de uma consci\u00eancia \u00e9 como se fora a ilumina\u00e7\u00e3o de um mundo, salientando-se que a tarefa do Evangelho, junto das almas encarnadas na Terra, \u00e9 a mais importante de todas, visto constituir uma realiza\u00e7\u00e3o definitiva e real. A miss\u00e3o da doutrina \u00e9 consolar e instruir, em Jesus, para que todos mobilizem as suas possibilidades divinas no caminho da vida. Troc\u00e1-la por um lugar no banquete dos Estados \u00e9 inverter o valor dos ensinos, porque todas as organiza\u00e7\u00f5es humanas s\u00e3o passageiras em face da necessidade de renova\u00e7\u00e3o de todas as f\u00f3rmulas do homem na lei do progresso universal.&#8221;(9)<\/p>\n<p>Conclus\u00e3o<br \/>\nFosse uma sociedade educada para a toler\u00e2ncia rec\u00edproca, para o respeito \u00e0 autoridade, para o trabalho persistente, sem conflitos entre servidores e governo, empres\u00e1rios e trabalhadores, em que as pessoas se unissem para compreender a necessidade dos valores espirituais na vida de cada um ou de cada grupo social, ser\u00edamos um pa\u00eds venturoso e pac\u00edfico. Muitos podemos admirar a pol\u00edtica enquanto ci\u00eancia, enquanto princ\u00edpios, enquanto filosofia, mas definitivamente n\u00e3o precisamos nos envolver em partidarismos pol\u00edticos. Pensamos ser justos em lutar por nossa a\u00e7\u00e3o volunt\u00e1ria na Sociedade, seja na a\u00e7\u00e3o profissional, seja na a\u00e7\u00e3o de cidadania, sem trocar nossa dignidade por politicagens ou conveni\u00eancias pessoais.<\/p>\n<p>Jorge Hessen<\/p>\n<p>Refer\u00eancias bibliogr\u00e1ficas:<\/p>\n<p>1 Jo\u00e3o 1:9<br \/>\n2 1 Jo\u00e3o 2:13<br \/>\n3 Xavier, Francisco C\u00e2ndido. Vinha de Luz, ditado pelo Esp\u00edrito Emmanuel, Rio de Janeiro: Ed. FEB, 1999, cap. 59<br \/>\n4 Lc 1.32<br \/>\n5 VIEIRA, Waldo. Conduta Esp\u00edrita, Ditado pelo Esp\u00edrito Andr\u00e9 Luiz, Rio de janeiro: FEB, 2001, Cap. 10<br \/>\n6 Xavier, Francisco C\u00e2ndido. O Consolador, ditado pelo Esp\u00edrito Emmanuel, Rio de Janeiro: Ed. FEB, 1984, pergunta 60<br \/>\n7 1Tm 1.17<br \/>\n8 Mt 2.15<br \/>\n9 Xavier, Francisco C\u00e2ndido. O Consolador, ditado pelo Esp\u00edrito Emmanuel, Rio de Janeiro: Ed. FEB, 1984, pergunta 60.<\/p>\n<p>Artigo publicado na revista Eletr\u00f4nica O Consolador\u00a0<a href=\"http:\/\/www.oconsolador.com.br\/ano8\/376\/especial.html\" target=\"_blank\" rel=\"nofollow\">http:\/\/www.oconsolador.com.br\/ano8\/376\/especial.html<\/a><\/p>\n<p>e no site:\u00a0<a href=\"http:\/\/aluznamente.com.br\/\" rel=\"nofollow\">http:\/\/aluznamente.com.br<\/a><\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>\u00a0O legado da toler\u00e2ncia doutrin\u00e1ria n\u00e3o se deve manifestar na forma de omiss\u00e3o diante das enxertias conceituais e ideias an\u00f4malas que alguns companheiros intentam impor nas institui\u00e7\u00f5es doutrin\u00e1rias em nome da milit\u00e2ncia pol\u00edtica. 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