{"id":3235,"date":"2015-05-23T08:49:46","date_gmt":"2015-05-23T11:49:46","guid":{"rendered":"http:\/\/xn--regeneraoplanetria-dsb6a7f.com.br\/?p=3235"},"modified":"2015-05-23T08:55:40","modified_gmt":"2015-05-23T11:55:40","slug":"a-marcha-ascendente-dos-antepassados-do-homem","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/xn--regeneraoplanetria-dsb6a7f.com.br\/index.php\/a-marcha-ascendente-dos-antepassados-do-homem\/","title":{"rendered":"A marcha ascendente dos antepassados do homem"},"content":{"rendered":"<p>JORGE HESSEN<\/p>\n<div class=\"xg_theme\" data-layout-pack=\"benedick\">\n<div id=\"xg_themebody\">\n<div id=\"xg\" class=\"xg_widget_profiles xg_widget_profiles_blog xg_widget_profiles_blog_show\">\n<div id=\"xg_body\">\n<div id=\"column1\" class=\"xg_column xg_span-16\">\n<div id=\"xg_canvas\" class=\"xj_canvas\">\n<div class=\"xg_module xg_blog xg_blog_detail xg_blog_mypage xg_module_with_dialog\">\n<div class=\"xg_module_body\">\n<div class=\"postbody\">\n<div class=\"xg_user_generated\">\n<p>(<b>*) Artigo publicado na Revista &#8220;O Consolador&#8221;<\/b><\/p>\n<div>\n<p><span style=\"font-family: Verdana, sans-serif; font-size: small;\"><b>Link\u00a0<\/b><\/span><b><a href=\"http:\/\/www.oconsolador.com.br\/ano9\/414\/especial.html\" rel=\"nofollow\"><span style=\"font-family: Verdana, sans-serif;\">http:\/\/www.oconsolador.com.br\/ano9\/414\/especial.html<\/span><\/a><\/b><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<\/div>\n<div>\n<p>Ser\u00e1 que os chamados homens da \u201ccaverna\u201d tinham consci\u00eancia \u00edntima? \u201cPesquisadores da Universidade de York descobriram que o homem de Neanderthal nutria um grande sentimento de compaix\u00e3o. A conclus\u00e3o adveio atrav\u00e9s das evid\u00eancias arqueol\u00f3gicas e da observa\u00e7\u00e3o sobre o modo como as emo\u00e7\u00f5es emergiram em nossos antepassados h\u00e1 seis milh\u00f5es de anos, quando o ancestral comum dos homens e dos chipanz\u00e9s vivenciou o despertar dos primeiros sentimentos. Para os arque\u00f3logos, cerca de 1,8 milh\u00e3o de anos atr\u00e1s, o Homo erectus integrou o sentimento de compaix\u00e3o com o pensamento racional atrav\u00e9s de a\u00e7\u00f5es como cuidar dos doentes e dedicar aten\u00e7\u00e3o especial aos mortos, demonstrando luto e desejo de suavizar o sofrimento alheio.\u201d(1)<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<\/div>\n<div>\n<p><span style=\"font-family: Verdana, sans-serif;\">\u00a0<\/span>Cremos que as sepulturas datadas da era paleol\u00edtica comprovam j\u00e1 haver naquele per\u00edodo uma cren\u00e7a na vida ap\u00f3s a morte e no poder ou influ\u00eancia dos ancestrais sobre a vida cotidiana do grupo familiar. Os integrantes do cl\u00e3 obrigavam-se a praticar ritos em homenagem a seus mortos pelo temor a repres\u00e1lias ou pelo desejo de obter benef\u00edcios, ou ainda por consider\u00e1-los seres divinizados.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<\/div>\n<div>\n<p><span style=\"font-family: Verdana, sans-serif;\">\u00a0<\/span>Quest\u00e3o instigante \u00e9 como o primata se tornou homin\u00eddeo. A resposta \u00e9 ainda uma inc\u00f3gnita. Ainda n\u00e3o foi encontrado o &#8220;elo perdido&#8221;, a esp\u00e9cie biol\u00f3gica que represente essa transi\u00e7\u00e3o. \u201cPode-se dizer que, sob a influ\u00eancia e por efeito da atividade intelectual de Esp\u00edritos mais adiantados [que os antropoides], o envolt\u00f3rio se modificou, embelezou-se nas particularidades, conservando a forma geral do conjunto. Melhorados os corpos, pela procria\u00e7\u00e3o, deu-se origem a uma esp\u00e9cie nova, que pouco a pouco se afastou do tipo primitivo, \u00e0 propor\u00e7\u00e3o que o Esp\u00edrito progrediu.\u201d(2)<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<\/div>\n<div>\n<p>Allan Kardec explica que &#8220;desconhecemos a origem e o modo de cria\u00e7\u00e3o dos Esp\u00edritos; apenas sabemos que eles s\u00e3o criados simples e ignorantes, isto \u00e9, sem ci\u00eancia e sem conhecimento, por\u00e9m perfect\u00edveis e com igual aptid\u00e3o para tudo adquirirem e tudo conhecerem\u201d.(3) O Esp\u00edrito Andr\u00e9 Luiz argumenta que \u201cpara alcan\u00e7ar a idade da raz\u00e3o, com o t\u00edtulo de homem, dotado de racioc\u00ednio e discernimento, o ser automatizado em seus impulsos, no caminho para o reino ang\u00e9lico, despendeu nada menos que um bilh\u00e3o e meio de anos\u201d.(4)<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<\/div>\n<div>\n<p>Muitas das transforma\u00e7\u00f5es que se verificaram no \u201chomo\u201d foram promovidas em suas estruturas perispirituais, entre uma exist\u00eancia e outra (ou seja, na dimens\u00e3o espiritual). Os Esp\u00edritos construtores, sob a supervis\u00e3o do Cristo, retocavam, em vezes sucessivas, as formas perispir\u00edticas, e estas altera\u00e7\u00f5es criariam o campo magn\u00e9tico para as futuras muta\u00e7\u00f5es. Experi\u00eancias m\u00faltiplas, no patrim\u00f4nio gen\u00e9tico dos nossos antepassados, coordenadas por geneticistas siderais, foram modelando aquelas formas que deveriam persistir at\u00e9 os tempos atuais. A sele\u00e7\u00e3o natural se incumbiria de fazer desaparecer as formas primitivas inaptas.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<\/div>\n<div>\n<p><strong>Linhagem definitiva para todas as esp\u00e9cies\u00a0<\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<\/div>\n<div>\n<p><span style=\"font-family: Verdana, sans-serif;\">\u00a0<\/span>Conforme afirma Emmanuel, atualmente a ci\u00eancia procura os leg\u00edtimos antepassados das criaturas humanas nessa imensa vastid\u00e3o da arena da evolu\u00e7\u00e3o an\u00edmica. \u201cNo per\u00edodo terci\u00e1rio(5), sob a orienta\u00e7\u00e3o das esferas espirituais, notavam-se algumas ra\u00e7as de antropoides, no Plioceno inferior [de 5,3 milh\u00f5es a 1,6 milh\u00e3o de anos]. Esses antropoides, antepassados do homem terrestre, e os ascendentes dos s\u00edmios que ainda existem no mundo, tiveram a sua evolu\u00e7\u00e3o em pontos convergentes, e da\u00ed os parentescos sorol\u00f3gicos entre o organismo do homem moderno e o do chimpanz\u00e9 da atualidade.\u201d(6)<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<\/div>\n<div>\n<p><span style=\"font-family: Verdana, sans-serif;\">\u00a0<\/span>Para o autor de \u201cRen\u00fancia\u201d, n\u00e3o houve propriamente uma &#8220;descida da \u00e1rvore&#8221; no in\u00edcio da evolu\u00e7\u00e3o humana. \u201cAs for\u00e7as espirituais que dirigem os fen\u00f4menos terrestres, sob a orienta\u00e7\u00e3o do Cristo, estabeleceram, na \u00e9poca da grande maleabilidade dos elementos materiais, uma linhagem definitiva para todas as esp\u00e9cies, dentro das quais o princ\u00edpio espiritual encontraria o processo de seu acrisolamento, em marcha para a racionalidade.\u201d(7)<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<\/div>\n<div>\n<p><span style=\"font-family: Verdana, sans-serif;\">\u00a0<\/span>Os antropoides das cavernas espalharam-se ent\u00e3o aos grupos pela superf\u00edcie do globo, no curso vagaroso dos s\u00e9culos, sofrendo as influ\u00eancias do meio e formando os pr\u00f3dromos das ra\u00e7as futuras em seus tipos diversificados; a realidade, por\u00e9m, \u00e9 que as entidades espirituais auxiliaram o homem do s\u00edlex, imprimindo-lhe novas express\u00f5es biol\u00f3gicas.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<\/div>\n<div>\n<p><span style=\"font-family: Verdana, sans-serif;\">\u00a0<\/span>Os mil\u00eanios correram o seu toldo de experi\u00eancias dr\u00e1sticas sobre a fronte desses seres de \u201cbra\u00e7os alongados e de pelos densos, at\u00e9 que um dia as hostes do invis\u00edvel operaram uma definitiva transi\u00e7\u00e3o no corpo perispiritual preexistente dos homens, surgem os primeiros selvagens de complei\u00e7\u00e3o melhorada, tendendo \u00e0 eleg\u00e2ncia dos tempos do porvir\u201d.(8)<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<\/div>\n<div>\n<p><strong>O tema da morte e \u201cciviliza\u00e7\u00e3o\u201d\u00a0<\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<\/div>\n<div>\n<p><span style=\"font-family: Verdana, sans-serif;\">\u00a0<\/span>O Homem s\u00f3 come\u00e7a a ser Homem quando come\u00e7a a enterrar seus mortos, diz-nos o historiador An\u00edbal de Almeida Fernandes, em &#8220;A Genealogia como fator b\u00e1sico na forma\u00e7\u00e3o da Civiliza\u00e7\u00e3o&#8221;, e conclui: \u00c9 o marco divis\u00f3rio entre o animal e o primeiro homem, e ocorreu h\u00e1 cerca de 40.000 anos com o Homo Sapiens e o Homo Neanderthal, antes mesmo da agricultura, e \u00e9 o in\u00edcio da hist\u00f3ria humana. O sentimento de cultuar os mortos foi moldado, pois, a partir de \u00e9poca bem remota e est\u00e1 sedimentado em quase todas as tend\u00eancias religiosas.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<\/div>\n<div>\n<p><span style=\"font-family: Verdana, sans-serif;\">\u00a0<\/span>As comunidades primitivas, agropastoris, inclinadas ao culto agr\u00edcola e ao culto da fertilidade, acreditavam, originariamente, que, em sepultando seus mortos nas proximidades dos campos agr\u00edcolas, os Esp\u00edritos desses cad\u00e1veres ressurgiriam \u00e0 vida com mais vigor, quais sementes plantadas em solo f\u00e9rtil, mas acreditavam que isso se daria como algo secreto e misterioso. Com essa cren\u00e7a, reverenciavam-se os mortos pr\u00f3ximos \u00e0s tumbas, com festas e, sobretudo, com muita alegria, pr\u00e1tica que se estendeu viva em algumas culturas contempor\u00e2neas.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<\/div>\n<div>\n<p><span style=\"font-family: Verdana, sans-serif;\">\u00a0<\/span>Os costumes dos povos primitivos foram-se modificando devido \u00e0 influ\u00eancia de outros, vindos, provavelmente, do Norte da \u00c1frica (os Iberos) e do Centro da Europa (os Celtas). Veja-se o que nos revela um dos expoentes da Doutrina Esp\u00edrita: &#8220;\u00c9 dos gauleses que vem a comemora\u00e7\u00e3o dos mortos (&#8230;) s\u00f3 que, em vez de comemorar nos cemit\u00e9rios, entre t\u00famulos, era no lar que eles celebravam a lembran\u00e7a dos amigos afastados, mas n\u00e3o perdidos, que eles evocavam a mem\u00f3ria dos Esp\u00edritos amados que algumas vezes se manifestavam por meio das druidisas e dos bardos inspirados&#8221;.(9)<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<\/div>\n<div>\n<p><span style=\"font-family: Verdana, sans-serif;\">\u00a0<\/span>Ressalte-se, aqui, que os gauleses evocavam os ancestrais mortos (divindades) nos recintos de pedra bruta.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<\/div>\n<div>\n<p><span style=\"font-family: Verdana, sans-serif;\">\u00a0<\/span>As druidisas (sacerdotisas) e os bardos (poetas e oradores inspirados) eram verdadeiros &#8220;m\u00e9diuns&#8221; e somente eles tinham consentimento para consultarem os or\u00e1culos (na Antiguidade, resposta de uma divindade a quem a consultava). Os gauleses, portanto, n\u00e3o veneravam os restos cadav\u00e9ricos, mas a alma sobrevivente, e era na intimidade de cada habita\u00e7\u00e3o que celebravam a lembran\u00e7a de seus mortos, longe das catacumbas, diferentemente dos povos primitivos.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<\/div>\n<div>\n<p><span style=\"font-family: Verdana, sans-serif;\">\u00a0<\/span><b>Advento dos forasteiros c\u00f3smicos\u00a0<\/b><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<\/div>\n<div>\n<p><span style=\"font-family: Verdana, sans-serif;\">\u00a0<\/span>De onde vieram tais Intelig\u00eancias? Elucida o Esp\u00edrito Emmanuel que \u201ch\u00e1 muitos mil\u00eanios, um dos orbes da Capela(10), que guarda muitas afinidades com o globo terrestre, atingira a culmin\u00e2ncia de um dos seus extraordin\u00e1rios ciclos evolutivos. Alguns milh\u00f5es de Esp\u00edritos rebeldes l\u00e1 existiam, no caminho da evolu\u00e7\u00e3o geral, dificultando a consolida\u00e7\u00e3o das penosas conquistas daqueles povos cheios de piedade e virtudes, mas uma a\u00e7\u00e3o de saneamento geral os alijaria daquela humanidade, que fizera jus \u00e0 conc\u00f3rdia perp\u00e9tua, para a edifica\u00e7\u00e3o dos seus elevados trabalhos\u201d.(11)<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<\/div>\n<div>\n<p><span style=\"font-family: Verdana, sans-serif;\">\u00a0<\/span>As grandes comunidades espirituais, diretoras do Cosmos, \u201cdeliberam, ent\u00e3o, localizar aquelas entidades, que se tornaram pertinazes no crime, aqui na Terra long\u00ednqua, onde aprenderiam a realizar, na dor e nos trabalhos penosos do seu ambiente, as grandes conquistas do cora\u00e7\u00e3o e impulsionando, simultaneamente, o progresso dos seus irm\u00e3os inferiores. Aqueles seres angustiados e aflitos seriam degredados na face obscura do planeta terrestre; andariam desprezados na noite dos mil\u00eanios da saudade e da amargura; reencarnariam no seio das ra\u00e7as ignorantes e primitivas, a lembrarem o para\u00edso perdido nos firmamentos distantes\u201d.(12)<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<\/div>\n<div>\n<p><span style=\"font-family: Verdana, sans-serif;\">\u00a0<\/span>A Natureza ainda era, para os trabalhadores da espiritualidade, um campo vasto de experi\u00eancias infinitas; tanto assim que, \u201cse as observa\u00e7\u00f5es do mendelismo fossem transferidas \u00e0queles mil\u00eanios distantes, n\u00e3o se encontraria nenhuma equa\u00e7\u00e3o definitiva nos seus estudos de biologia. A moderna gen\u00e9tica n\u00e3o poderia fixar, como hoje, as express\u00f5es dos &#8220;genes&#8221;, porquanto, no laborat\u00f3rio das for\u00e7as invis\u00edveis, as c\u00e9lulas ainda sofriam longos processos de acrisolamento, imprimindo-se-lhes elementos de astralidade, consolidando-se-lhes as express\u00f5es definitivas, com vistas \u00e0s organiza\u00e7\u00f5es do porvir\u201d.(13)<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<\/div>\n<div>\n<p><span style=\"font-family: Verdana, sans-serif;\">\u00a0<\/span><b>Solidariedade selvagem?\u00a0<\/b><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<\/div>\n<div>\n<p><span style=\"font-family: Verdana, sans-serif;\">\u00a0<\/span>Apostam os arque\u00f3logos que no interregno de 500 mil e 40 mil anos, o sentimento evoluiu e os primeiros seres humanos, como o Homo heidelbergensis e o Neanderthal, j\u00e1 demonstravam compromisso com o bem-estar dos outros, o que pode ser comprovado atrav\u00e9s de uma adolesc\u00eancia longa e a depend\u00eancia em ca\u00e7ar juntos. Cremos que &#8220;n\u00e3o somos cria\u00e7\u00f5es milagrosas, destinadas ao adorno de um para\u00edso de papel\u00e3o. Somos filhos de Deus e herdeiros dos s\u00e9culos, conquistando valores, de experi\u00eancia em experi\u00eancia, de mil\u00eanio a mil\u00eanio&#8221;.(14) Com a conquista da raz\u00e3o, aparecem o racioc\u00ednio, a lucidez, o livre-arb\u00edtrio e o pensamento cont\u00ednuo. \u201cAt\u00e9 ent\u00e3o, o progresso tinha uma orienta\u00e7\u00e3o centr\u00edpeta [de fora para dentro]; o ser crescia pela for\u00e7a das coisas, j\u00e1 que n\u00e3o tinha consci\u00eancia de sua realidade, nem tampouco liberdade de escolha. Ao entrar no reino hominal, o princ\u00edpio inteligente \u2013 agora sim, Esp\u00edrito \u2013 est\u00e1 apto a dirigir a sua vida, a conquistar os seus valores pelo esfor\u00e7o pr\u00f3prio, a iniciar uma evolu\u00e7\u00e3o de orienta\u00e7\u00e3o centr\u00edfuga [de dentro para fora].\u201d(15)<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<\/div>\n<div>\n<p><span style=\"font-family: Verdana, sans-serif;\">\u00a0<\/span>Mas a conquista da intelig\u00eancia \u00e9 apenas o primeiro passo que o Esp\u00edrito vai dar em sua estada no reino hominal. \u201cEle iniciou na valorosa luta para conquistar os valores superiores da alma: a responsabilidade, a sensibilidade, a sublima\u00e7\u00e3o das emo\u00e7\u00f5es, enfim, todos os condicionamentos que permitir\u00e3o ao Esp\u00edrito al\u00e7ar-se \u00e0 comunidade dos Seres Ang\u00e9licos.\u201d(16) Os sonhos premonit\u00f3rios, as vis\u00f5es de Esp\u00edritos, a audi\u00e7\u00e3o da voz dos mortos, inclusive nos fen\u00f4menos de voz direta, e a materializa\u00e7\u00e3o de Esp\u00edritos foram fatos concretos, que levaram o homem primitivo \u00e0 cren\u00e7a na continua\u00e7\u00e3o da vida ap\u00f3s a morte.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<\/div>\n<div>\n<p><span style=\"font-family: Verdana, sans-serif;\">\u00a0<\/span>Diretamente dos m\u00e9diuns neandertalenses surgiram os feiticeiros, ancestrais dos sacerdotes de todas as religi\u00f5es.(17)<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<\/div>\n<div>\n<p><span style=\"font-family: Verdana, sans-serif;\">\u00a0<\/span><b>Sentimento e humaniza\u00e7\u00e3o da Terra\u00a0<\/b><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<\/div>\n<div>\n<p><span style=\"font-family: Verdana, sans-serif;\">\u00a0<\/span>Segundo um princ\u00edpio sofista atribu\u00eddo a Prot\u00e1goras, &#8220;O homem \u00e9 a medida de todas as coisas&#8221;, mas uma medida por assim dizer afetiva, sem o controle da raz\u00e3o. Por isso Herculano Pires afirma que \u201c\u00e9 pelo sentimento, e n\u00e3o pelo racioc\u00ednio, que o homem primitivo humaniza o mundo\u201d.(18) Destarte, ficam ratificadas as teses cient\u00edficas sobre o homem pr\u00e9-hist\u00f3rico que integrou o sentimento de compaix\u00e3o na s\u00edntese do pensamento racional atrav\u00e9s de a\u00e7\u00f5es efetivas para o outro semelhante.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<\/div>\n<div>\n<p><span style=\"font-family: Verdana, sans-serif;\">\u00a0<\/span><b>Notas e refer\u00eancias bibliogr\u00e1ficas:\u00a0<\/b><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<\/div>\n<div>\n<p style=\"text-align: left;\"><span style=\"font-family: Verdana, sans-serif; font-size: small;\">(1) Publicado na Revista Galileu dispon\u00edvel no site.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: left;\">(2) Kardec, Allan. A G\u00eanese, Rio de Janeiro: Ed. FEB, 1997, cap. 11, &#8220;Hip\u00f3tese sobre a origem do corpo humano&#8221;.<\/p>\n<\/div>\n<div style=\"text-align: left;\">\n<p><span style=\"font-family: Verdana, sans-serif; font-size: small;\">(3) Kardec, Allan. Obras P\u00f3stumas, Rio de Janeiro: Ed. FEB, 1999, \u00a7 3\u00ba, 1\u00aa Parte.<\/span><\/p>\n<\/div>\n<div>\n<p style=\"text-align: left;\"><span style=\"font-family: Verdana, sans-serif; font-size: small;\">(4) Xavier, Francisco C\u00e2ndido e Waldo Vieira. Evolu\u00e7\u00e3o em Dois Mundos, ditado pelo Esp\u00edrito Andr\u00e9 Luiz, Rio de Janeiro; Ed. FEB, 1994.<\/span><\/p>\n<\/div>\n<div>\n<p><span style=\"font-family: Verdana, sans-serif; font-size: small;\">(5) As designa\u00e7\u00f5es terci\u00e1rio e quatern\u00e1rio s\u00e3o resqu\u00edcios de uma nomenclatura geol\u00f3gica anterior, quando eram usadas para distinguir rochas mais recentes de outras, mais antigas, classificadas ent\u00e3o como prim\u00e1rias e secund\u00e1rias. O terci\u00e1rio subdivide-se em cinco \u00e9pocas: paleoceno (de 66,4 a 57,8 milh\u00f5es de anos), eoceno (de 57,8 a 36,6 milh\u00f5es de anos), oligoceno (de 36,6 a 23,7 milh\u00f5es de anos), mioceno (de 23,7 a 5,3 milh\u00f5es de anos) e plioceno (de 5,3 milh\u00f5es a 1,6 milh\u00e3o de anos). O per\u00edodo quatern\u00e1rio subdivide-se, por sua vez, em pleistoceno (de 1,6 milh\u00e3o a dez mil anos) e holoceno ou atual (os \u00faltimos dez mil anos).<\/span><\/p>\n<\/div>\n<div>\n<p><span style=\"font-family: Verdana, sans-serif; font-size: small;\">(6) Xavier, Francisco C\u00e2ndido. A Caminho da luz, ditado pelo Esp\u00edrito Emmanuel, Rio de Janeiro; Ed. FEB, 1991.<\/span><\/p>\n<\/div>\n<div>\n<p><span style=\"font-family: Verdana, sans-serif; font-size: small;\">(7) Idem.<\/span><\/p>\n<\/div>\n<div>\n<p><span style=\"font-family: Verdana, sans-serif; font-size: small;\">(8) Idem.<\/span><\/p>\n<\/div>\n<div>\n<p><span style=\"font-family: Verdana, sans-serif; font-size: small;\">(9) Denis, L\u00e9on. O g\u00eanio c\u00e9ltico e o mundo invis\u00edvel. Rio de Janeiro: Ed. CELD. 1995, p. 180.<\/span><\/p>\n<\/div>\n<div>\n<p><span style=\"font-family: Verdana, sans-serif; font-size: small;\">(10) Capela \u00e9 magn\u00edfico Sol, in\u00fameras vezes maior que o nosso Sol. Dista da Terra cerca de 42 anos-luz. Conhecida desde a mais remota antiguidade, Capela \u00e9 uma estrela gasosa, segundo afirma o c\u00e9lebre astr\u00f4nomo e f\u00edsico ingl\u00eas Arthur Stanley Eddington, e de mat\u00e9ria t\u00e3o flu\u00eddica que sua densidade pode ser confundida com a do ar que respiramos.<\/span><\/p>\n<\/div>\n<div>\n<p><span style=\"font-family: Verdana, sans-serif; font-size: small;\">(11) Xavier, Francisco C\u00e2ndido. A Caminho da Luz, ditado pelo Esp\u00edrito Emmanuel, Rio de Janeiro; Ed. FEB, 1991.<\/span><\/p>\n<\/div>\n<div>\n<p><span style=\"font-family: Verdana, sans-serif; font-size: small;\">(12) Idem.<\/span><\/p>\n<\/div>\n<div>\n<p><span style=\"font-family: Verdana, sans-serif; font-size: small;\">(13) Idem.<\/span><\/p>\n<\/div>\n<p><span style=\"font-family: Verdana, sans-serif; font-size: small;\">(14) Idem.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: Verdana, sans-serif; font-size: small;\">(15) Idem.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: Verdana, sans-serif; font-size: small;\">(16) Xavier, Francisco C\u00e2ndido e Waldo Vieira. Evolu\u00e7\u00e3o em Dois Mundos, ditado pelo Esp\u00edrito Andr\u00e9 Luiz. Rio de Janeiro; Ed. FEB, 1994.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: Verdana, sans-serif; font-size: small;\">(17) Djalma Argollo. Estudos da Mediunidade antes da Codifica\u00e7\u00e3o Kardequianahttp:\/\/www.espirito.org.br<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: Verdana, sans-serif; font-size: small;\">(18) Pires J. Herculano. O Esp\u00edrito e o Tempo, Introdu\u00e7\u00e3o Antropol\u00f3gica ao Espiritismo, S\u00e3o Paulo: Edicel, 1979, 3\u00aa edi\u00e7\u00e3o.<\/span><\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/www.redeamigoespirita.com.br\/profiles\/blogs\/a-marcha-ascendente-dos-antepassados-do-homem-jorge-hessen\">rede amigo esp\u00edrita<\/a><\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>JORGE HESSEN (*) Artigo publicado na Revista &#8220;O Consolador&#8221; Link\u00a0http:\/\/www.oconsolador.com.br\/ano9\/414\/especial.html &nbsp; Ser\u00e1 que os chamados homens da \u201ccaverna\u201d tinham consci\u00eancia \u00edntima? \u201cPesquisadores da Universidade de York descobriram que o homem de Neanderthal nutria um grande sentimento de compaix\u00e3o. A conclus\u00e3o &hellip; <a href=\"https:\/\/xn--regeneraoplanetria-dsb6a7f.com.br\/index.php\/a-marcha-ascendente-dos-antepassados-do-homem\/\">Continue lendo <span class=\"meta-nav\">&rarr;<\/span><\/a><\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[1,23,16],"tags":[],"class_list":["post-3235","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-artigos","category-ciencia","category-espiritismo"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/xn--regeneraoplanetria-dsb6a7f.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/3235","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/xn--regeneraoplanetria-dsb6a7f.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/xn--regeneraoplanetria-dsb6a7f.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/xn--regeneraoplanetria-dsb6a7f.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/xn--regeneraoplanetria-dsb6a7f.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=3235"}],"version-history":[{"count":4,"href":"https:\/\/xn--regeneraoplanetria-dsb6a7f.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/3235\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":3239,"href":"https:\/\/xn--regeneraoplanetria-dsb6a7f.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/3235\/revisions\/3239"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/xn--regeneraoplanetria-dsb6a7f.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=3235"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/xn--regeneraoplanetria-dsb6a7f.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=3235"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/xn--regeneraoplanetria-dsb6a7f.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=3235"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}