{"id":3419,"date":"2015-08-11T08:50:35","date_gmt":"2015-08-11T11:50:35","guid":{"rendered":"http:\/\/xn--regeneraoplanetria-dsb6a7f.com.br\/?p=3419"},"modified":"2015-08-11T08:53:15","modified_gmt":"2015-08-11T11:53:15","slug":"a-dor-e-o-sofrimento","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/xn--regeneraoplanetria-dsb6a7f.com.br\/index.php\/a-dor-e-o-sofrimento\/","title":{"rendered":"A Dor e o Sofrimento"},"content":{"rendered":"<p><script src=\"https:\/\/apis.google.com\/_\/scs\/apps-static\/_\/js\/k=oz.gapi.pt_BR.npRZ4Tox9u8.O\/m=gapi_iframes_style_slide_menu\/exm=auth,gapi_iframes,gapi_iframes_style_bubble,plusone,profile\/rt=j\/sv=1\/d=1\/ed=1\/am=AQ\/rs=AGLTcCPCQbHuf38_wTAO_4FF_tqdhos97Q\/t=zcms\/cb=gapi.loaded_4\" async=\"\"><\/script><\/p>\n<div class=\"content\">\n<div class=\"content-outer\">\n<div class=\"fauxborder-left content-fauxborder-left\">\n<div class=\"content-inner\">\n<div class=\"main-outer\">\n<div class=\"fauxborder-left main-fauxborder-left\">\n<div class=\"region-inner main-inner\">\n<div class=\"columns fauxcolumns\">\n<div class=\"columns-inner\">\n<div class=\"column-center-outer\">\n<div class=\"column-center-inner\">\n<div id=\"main\" class=\"main section\">\n<div id=\"Blog1\" class=\"widget Blog\">\n<div class=\"blog-posts hfeed\">\n<div class=\"date-outer\">\n<div class=\"date-posts\">\n<div class=\"post-outer\">\n<div class=\"post hentry\">\n<div id=\"post-body-1211836031885233534\" class=\"post-body entry-content\">\n<div align=\"center\"><span class=\"font-size-5\"><b>O SIGNIFICADO DO SOFRIMENTO<\/b><\/span><\/div>\n<div><a href=\"http:\/\/api.ning.com\/files\/VbMQ-GcJ9Dj1cqCQCAf44O1RyBZt9VAtFN-1saMybg4Q8QdCF5JUq6VvKRfP-ZwnJJCK2Pbi6DtUYCH99tu5YbxZKAfRWk4C\/sofrimento.jpg\" target=\"_self\"><img decoding=\"async\" class=\"align-center aligncenter\" src=\"http:\/\/api.ning.com\/files\/VbMQ-GcJ9Dj1cqCQCAf44O1RyBZt9VAtFN-1saMybg4Q8QdCF5JUq6VvKRfP-ZwnJJCK2Pbi6DtUYCH99tu5YbxZKAfRWk4C\/sofrimento.jpg?width=300\" alt=\"\" width=\"300\" \/><\/a><\/div>\n<\/div>\n<div class=\"post-body entry-content\"><\/div>\n<div class=\"post-body entry-content\">O sofrimento \u00e9 \u00fatil, bendito, um elemento absolutamente necess\u00e1rio para nossa evolu\u00e7\u00e3o. Se n\u00e3o existisse a dor, nosso progresso seria infinitamente mais lento.<\/div>\n<div class=\"post-body entry-content\"><\/div>\n<div class=\"post-body entry-content\">Nossas dores, trope\u00e7os, erros e problemas, no fundo, s\u00e3o os maiores agentes de nosso progresso. S\u00e3o testes que a Divina Provid\u00eancia coloca em nosso caminho para aquilatar nossa capacidade de paci\u00eancia e resigna\u00e7\u00e3o.<\/div>\n<div class=\"post-body entry-content\"><\/div>\n<div class=\"post-body entry-content\">Bendiga suas dificuldades. Por meio delas aprendemos, nos esclarecemos e aumentamos nossa f\u00e9 em Deus. Ningu\u00e9m progride sem luta, sem sofrimento, sem resigna\u00e7\u00e3o.<\/div>\n<div class=\"post-body entry-content\"><\/div>\n<div class=\"post-body entry-content\">Francisco de Assis sempre se referia \u00e0 dor como sua irm\u00e3zinha querida, porque sabia do seu poder e utilidade. Paulo de Tarso sempre se referia, em suas cartas, aos aguilh\u00f5es que o machucavam e o faziam sofrer, mas, como Francisco de Assis, entendia sua dor e podia dizer inspirado: \u201cTransbordo de j\u00fabilo no meio de todas as minhas atribula\u00e7\u00f5es\u201d (II Cor. 7-4 ).<\/div>\n<div class=\"post-body entry-content\"><\/div>\n<div class=\"post-body entry-content\">Fase evolutiva em que vivemos, todos sofrem. A hist\u00f3ria da humanidade \u00e9 uma imensa cadeia de sofrimentos, tanto de ordem f\u00edsica como moral. O sofrimento \u00e9 um apan\u00e1gio do planeta em que vivemos. Aqui sofre o rico, o pobre, o que mora no pal\u00e1cio e o que mora na choupana, o branco, o \u00edndio, enfim, todos sofrem, uns mais outros menos. Entramos na vida chorando e sairemos dela gemendo.<\/div>\n<div class=\"post-body entry-content\">\nPor que sofremos tanto? Sofremos muito porque erramos muito. E ainda erramos muito movidos por nossa ignor\u00e2ncia. Somos mais ignorantes do que maus. O sofrimento, pois, \u00e9 conseq\u00fc\u00eancia do mal; o mal \u00e9 conseq\u00fc\u00eancia de nossa ignor\u00e2ncia.<\/div>\n<div class=\"post-body entry-content\">\nH\u00e1 um ditado que diz: \u201cQuem n\u00e3o quiser andar de bra\u00e7os dados com Jesus andar\u00e1 de bra\u00e7os dados com a dor, e essa dor \u00e9 t\u00e3o amiga do homem errado que jamais o abandona enquanto\u00a0voluntariamente n\u00e3o voltar para os bra\u00e7os de Jesus\u201d.<\/div>\n<div class=\"post-body entry-content\">\nAceitemos, pois, nossas dores com muita humildade e resigna\u00e7\u00e3o. Saibamos, no entanto, sofrer e retirar da dor tudo o que ela possa nos ensinar. Ningu\u00e9m sofre sem merecer. Se sofre muito \u00e9 porque erra ou errou muito. Nossos erros adv\u00eam de nossa ignor\u00e2ncia espiritual. Se todos soubessem por que sofrem, este mundo seria mais ditoso.<\/div>\n<div class=\"post-body entry-content\">\nH\u00e1 uma grande verdade\u00a0 que n\u00e3o podemos nos esquecer: \u201co que plantamos temos de colher\u201d.\u00a0 Paulo, em sua carta aos G\u00e1latas, afirma: \u201cN\u00e3o queiras errar; de Deus n\u00e3o se zomba, porque aquilo que o homem semear isso tamb\u00e9m colher\u00e1\u201d( Gl.6-7 ).<\/div>\n<div class=\"post-body entry-content\">\nColhemos aquilo que plantamos. Ningu\u00e9m padece sem justa raz\u00e3o, pois Deus n\u00e3o permitiria. O homem \u00e9 heran\u00e7a de si mesmo, portanto, se \u00e9 escravo do ontem \u00e9 dono do amanh\u00e3.<\/div>\n<div class=\"post-body entry-content\">\nAceitemos nossas prova\u00e7\u00f5es sem revolta nem reclama\u00e7\u00f5es. Sendo Deus a suprema justi\u00e7a, n\u00e3o permitiria que algu\u00e9m sofresse sem merecer. Portanto, se algu\u00e9m sofre justa h\u00e1 de ser a causa de seu sofrimento, e somente a preexist\u00eancia do esp\u00edrito pode explicar a desigualdade na reparti\u00e7\u00e3o do bem e do mal entre os homens.<\/div>\n<div class=\"post-body entry-content\">\nNas venerandas p\u00e1ginas da B\u00edblia encontramos a hist\u00f3ria de J\u00f3:<br \/>\n\u201cVivia na terra de Huz um homem por nome J\u00f3, que era irrepreens\u00edvel e homem de bem, que temia a Deus e evitava o mal. Tinha sete filhos e tr\u00eas filhas. Possu\u00eda 7.000 ovelhas, 3.000 camelos, 500 juntas de novilhas, 500 jumentos, al\u00e9m de numerosos f\u00e2mulos.<\/div>\n<div class=\"post-body entry-content\">Era mais rico que todos os filhos do Oriente. Mas eis que desaba sobre esse homem piedoso e bom a mais tremenda cat\u00e1strofe!<\/div>\n<div class=\"post-body entry-content\">Perdeu todos os seus haveres. Pereceram-lhe todos os filhos. E ele mesmo se viu coberto de lepra, da cabe\u00e7a aos p\u00e9s. Ficou-lhe apenas, como desgra\u00e7a viva e perene, a mulher insensata e descaridosa.<br \/>\nSentou-se, ent\u00e3o, o milion\u00e1rio, subitamente reduzido a mendigo, sobre um monturo e, com o caco de um vaso partido, \u00faltima rel\u00edquia da sua fortuna, raspava o pus que lhe escorria das f\u00e9tidas chagas.<br \/>\nE dizia J\u00f3 em meio a sua dor:<br \/>\n\u201cNu sa\u00ed do seio de minha m\u00e3e&#8230;<br \/>\nNu voltarei ao seio da terra&#8230;<br \/>\nO Senhor me deu&#8230;<br \/>\nO Senhor me tirou&#8230;<br \/>\nBendito seja o nome do Senhor&#8230;\u201d<br \/>\nA atitude de compreens\u00e3o de J\u00f3 diante da grande trag\u00e9dia que se abateu sobre sua vida demonstra a grandeza e a evolu\u00e7\u00e3o do seu esp\u00edrito. Entendeu, sem revolta, o porqu\u00ea do sofrimento e soube, assim, sofrer com resigna\u00e7\u00e3o, teve calma, paci\u00eancia e n\u00e3o se desesperou.\u201d<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O SIGNIFICADO DO SOFRIMENTO O sofrimento \u00e9 \u00fatil, bendito, um elemento absolutamente necess\u00e1rio para nossa evolu\u00e7\u00e3o. Se n\u00e3o existisse a dor, nosso progresso seria infinitamente mais lento. 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