{"id":3571,"date":"2015-10-26T10:05:30","date_gmt":"2015-10-26T12:05:30","guid":{"rendered":"http:\/\/xn--regeneraoplanetria-dsb6a7f.com.br\/?p=3571"},"modified":"2015-10-26T10:05:42","modified_gmt":"2015-10-26T12:05:42","slug":"meimei-um-amor-das-estrelas","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/xn--regeneraoplanetria-dsb6a7f.com.br\/index.php\/meimei-um-amor-das-estrelas\/","title":{"rendered":"Meimei, um amor das estrelas"},"content":{"rendered":"<p><a href=\"http:\/\/www.redeamigoespirita.com.br\/group\/meimei-espirito-de-luz\">Meimei &#8211; Espirito de Luz<\/a><\/p>\n<div class=\"xg_theme\" data-layout-pack=\"benedick\">\n<div id=\"xg_themebody\">\n<div id=\"xg\" class=\"xg_widget_forum xg_widget_forum_topic xg_widget_forum_topic_show\">\n<div id=\"xg_body\">\n<div id=\"column1\" class=\"xg_column xg_span-16\">\n<div id=\"xg_canvas\" class=\"xj_canvas\">\n<div class=\"xg_module xg_module_with_dialog\">\n<div class=\"xg_module_body\">\n<div class=\"discussion\" data-category-id=\"\">\n<div class=\"description\">\n<div class=\"xg_user_generated\">\n<p align=\"center\"><b>MEIMEI\u00a0 UM AMOR DAS ESTRELAS<\/b><\/p>\n<p align=\"center\"><b><br \/>\n<img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter\" src=\"http:\/\/discipulosdemaria.com.br\/wp-content\/uploads\/2013\/03\/Meimei.jpg\" alt=\"\" width=\"174\" height=\"222\" \/><\/b><\/p>\n<p align=\"right\"><i>Meimei \u00e9 sol que ilumina os trites, na senda da dor. Meimei amor\u2026(Cabet)<\/i><\/p>\n<p style=\"text-align: left;\" align=\"center\">Irma de Castro Rocha, este encantador esp\u00edrito, ficou conhecida na fam\u00edlia esp\u00edrita por Meimei.<\/p>\n<p>Carinhosa express\u00e3o familiar adotada pelo casal Arnaldo Rocha<a title=\"\" href=\"http:\/\/chico-xavier.com\/Meus%20documentos\/ALLAN%20KARDEC\/CHICO%20XAVIER\/Jornal%20Esp%C3%ADrita%20Mineiro\/IRMA%20DE%20CASTRO%20ROCHA%20-%20MEIMEI.doc#_ftn1\">[1]<\/a>\u00a0e Irma de Castro Rocha, a partir da leitura que estes fizeram de um livro \u201cMomentos em Pequim\u201d de um fil\u00f3sofo chin\u00eas, Lyn Yutang, que havia fugido do dom\u00ednio de Mao Ts\u00e9 Tung; no final, no gloss\u00e1rio, o significado da palavra Meimei \u2013 \u201ca noiva bem-amada\u201d. Este apelido ficara em segredo entre o casal. Depois de desencarnada ela tratava o seu ex-consorte de \u201cMeu Meimei\u201d.<\/p>\n<p>Irma de Castro Rocha, n\u00e3o foi esp\u00edrita na \u00faltima reencarna\u00e7\u00e3o, na acep\u00e7\u00e3o da palavra, pois fora criada na Religi\u00e3o Cat\u00f3lica, mas o era pela pr\u00e1tica de alguns princ\u00edpios da Doutrina Codificada por Allan Kardec, tais como caridade, benevol\u00eancia, mediunidade, apesar de emp\u00edrica, al\u00e9m de uma conduta moral ilibada.<\/p>\n<p>Nasceu na cidade de Mateus Leme, Minas Gerais, a 22 de outubro de 1922 e desencarnou em Belo Horizonte, em 1\u00ba de outubro de 1946. Filha de Adolfo Castro e Mariana Castro, teve quatro irm\u00e3os: Carmem, Ruth, Danilo e Ala\u00edde. Aos dois anos de idade sua fam\u00edlia transferiu-se para Ita\u00fana \u2013 MG. Aos cinco anos ficou \u00f3rf\u00e3 de pai. Desde cedo sobressaiu-se dos demais irm\u00e3os por ser uma crian\u00e7a diferente, de beleza e intelig\u00eancia not\u00e1veis. Cursou at\u00e9 o segundo ano normal, sendo destacada aluna.<\/p>\n<p>No livro \u201cMeimei Vida e Mensagem\u201d<a title=\"\" href=\"http:\/\/chico-xavier.com\/Meus%20documentos\/ALLAN%20KARDEC\/CHICO%20XAVIER\/Jornal%20Esp%C3%ADrita%20Mineiro\/IRMA%20DE%20CASTRO%20ROCHA%20-%20MEIMEI.doc#_ftn2\">[2]<\/a>\u00a0h\u00e1 a seguinte afirmativa dos autores: \u201cMeimei era cat\u00f3lica fervorosa. Ia a missa regularmente e fazia o ter\u00e7o. Foi crismada num local denominado Olinda, perto de Mateus Leme, tinha quatro anos, era engra\u00e7adinha e chamava a aten\u00e7\u00e3o pela maneira de ser. O padre a chamou uma crian\u00e7a divina e come\u00e7ou a cham\u00e1-la de Nana, apelido com o qual come\u00e7ou a ser conhecida\u201d.<\/p>\n<p>A inf\u00e2ncia de Meimei foi a de uma crian\u00e7a pobre. Seu pai era Agente da Esta\u00e7\u00e3o Central. Meimei era extremamente modesta e de esp\u00edrito elevado. Pura e simples. Adorava crian\u00e7as e tinha um forte desejo: o de ser m\u00e3e, n\u00e3o concretizado, n\u00e3o s\u00f3 porque o casamento, aos 22 anos de idade, durou apenas dois anos, pois faleceu aos 24 anos, como pelo agravamento da mol\u00e9stia de que era portadora: nefrite cr\u00f4nica, acompanhada de press\u00e3o alta e necrose nos rins.<\/p>\n<p>Irma de Castro, na flor dos 17 anos, se tornou uma morena clara; alta; 1,70m; cabelos pretos; ondulados e compridos; olhos grandes e negros; expressivos; vivazes. Arnaldo Rocha, afirma que ela era um misto de Scarlet O`Hara, Of\u00e9lia de \u201cHamlet\u201d e mais ciumenta do que o Mouro de Veneza.<\/p>\n<p>Nessa \u00e9poca se tornou grande amiga de Arnaldo Rocha, aquele que viria a ser o seu esposo.<\/p>\n<p>Casaram-se na igreja de S\u00e3o Jos\u00e9, matriz de Belo Horizonte. Foi vestida de branco, simples e encantador, um chap\u00e9u branco, cheio de flores. Na sa\u00edda da igreja, o casal e os convidados viveram uma cena inesquec\u00edvel. Depararam com um mendigo, arrastando pela ch\u00e3o, de forma chocante, sujo, matrapilho e malcheiroso. Meimei, ent\u00e3o, volta-se para o andarilho, sensibilizada pela sua condi\u00e7\u00e3o, inclinou-se, entrega-lhe o buqu\u00ea, beijando-lhe na testa. Os olhos da noiva ficaram\u00a0marejados de l\u00e1grimas\u2026<\/p>\n<p>Arnaldo Rocha, afirma, que toda crian\u00e7a que passava por Meimei recebia o cumprimento: \u201cDeus te aben\u00e7oe\u201d. Havia um filho imagin\u00e1rio. Acontecia vez por outra de Arnaldo chegar do trabalho sentar-se ao seu lado, e a mesma afirmava: \u201cMeu bem, voc\u00ea est\u00e1 sentado em cima de meu princepezinho\u201d. Estes pontos na vida de Meimei, retratam os compromissos adquiridos em exist\u00eancia anterior, na corte de Felipe II, ao lado do marido Fernando \u00c1lvares de Toledo \u2013 O Duque de Alba (Arnaldo Rocha). Nessa \u00e9poca seu nome teria sido Maria Henr\u00edquez. Meimei tinha a mediunidade muito aflorada, o que para seu marido na \u00e9poca se tratava de disfun\u00e7\u00e3o ps\u00edquica.<span id=\"more-5416\"><\/span><\/p>\n<p>Apesar do pouco tempo de casados, o casal foi muito feliz. Ela tinha muito ci\u00fame do seu \u201ccigano\u201d. Arnaldo Rocha explica esse cuidado que existia por parte dela, em face ao passado complicado do marido. Chico Xavier, explicara que Meimei, vinha auxiliando o Esp\u00edrito de Arnaldo Rocha na caminhada evolutiva \u00e0 muitos s\u00e9culos, por isso a sua acuidade em adocicar os momentos mais dif\u00edceis e alegrar ainda mais os instantes de ventura.<\/p>\n<p>A amizade entre o casal, projetando juras de eterno amor, teve in\u00edcio nos tempos da Rainha Sem\u00edramis por volta do s\u00e9culo VIII a.C. Um general do imp\u00e9rio Ass\u00edrio e Babil\u00f4nico, de nome Beb Alib, ficou conhecendo Mabi em um momento inusitado.<a title=\"\" href=\"http:\/\/chico-xavier.com\/Meus%20documentos\/ALLAN%20KARDEC\/CHICO%20XAVIER\/Jornal%20Esp%C3%ADrita%20Mineiro\/IRMA%20DE%20CASTRO%20ROCHA%20-%20MEIMEI.doc#_ftn3\">[3]<\/a>Ela era uma bela princesa, clara de cabelos loiros, que, passeando por uma floresta, se depara com um gigantesco e faminto le\u00e3o, que passa a persegui-la, at\u00e9 que surge, do \u201cnada\u201d, um cavaleiro dos sonhos principescos, negro de cabelos crespos. Este her\u00f3i utiliza de sua for\u00e7a e de sua experi\u00eancia guerreira para conter a f\u00faria do animal selvagem, salvando a mulher que veio a ser a musa inspiradora da sua trajet\u00f3ria espiritual. Meimei quem descreveu a hist\u00f3ria, na intimidade do casal, hist\u00f3ria essa que foi confirmada por Chico Xavier, e traduzida inconscientemente pelo escritor Camilo Rodrigues Chaves, no livro Sem\u00edrames. Essas reminisc\u00eancias de Meimei eram t\u00e3o comuns que esse fato citado, quanto ao livro\u00a0<i>Sem\u00edramis,<\/i>\u00a0aconteceu tamb\u00e9m com refer\u00eancia ao livro\u00a0<i>Ave, Cristo!<\/i>, relativo \u00e0 personagem de Blandina (Meimei). Chico passou um determinado cap\u00edtulo para Arnaldo Rocha avaliar. \u00c0 medida em ele lia, as l\u00e1grimas escorriam aos borbulh\u00f5es. Em seguida disse para Chico:\u00a0<i>\u201cj\u00e1 conhe\u00e7o esse trecho!\u201d<\/i>\u00a0Chico arrematou:\u00a0<i>\u201cMeimei lhe contou n\u00e9?\u201d\u00a0<\/i>Nesse Romance de Emmanuel, Blandina teria sido filha de Taciano Varro (Arnaldo Rocha) definindo a necessidade do reencontro de cora\u00e7\u00f5es, com vista ao evolu\u00e7\u00e3o espiritual.<\/p>\n<p>Atrav\u00e9s da mediunidade de Chico Xavier, muitas outras informa\u00e7\u00f5es chegaram ao cora\u00e7\u00e3o de Arnaldo, sobre a trajet\u00f3ria espiritual de Meimei, que a guisa de aprendizado, o mesmo foi anotando e trabalhando em foro de imortalidade aspectos de seu burilamento. Citaremos algumas para o deleite do leitor atento: Ela teria sido, no s\u00e9culo XIV, Gisele de Borgonha, comprometidado com Fabian d\u00b4Augier (Arnaldo Rocha). Cecile, no s\u00e9culo XII, esposa de Luiz de Boullion (Arnaldo Rocha). Estava ao lado de Felipe I, Hel Hermoso, de Flandres, (Arnaldo Rocha) como uma de suas primas. Depois da realiza\u00e7\u00e3o do casamento deste com Joanna de Castela (Chico Xavier), em Flandres, ela teve passou a conviver com a nova rainha, sua grande amiga espiritual. Teria sido ainda, no s\u00e9culo XVIII, na R\u00fassia, Telena, linda e amada sobrinha do podereoso general Ivanovitch Potemkim (Arnaldo Rocha).<\/p>\n<p>Meimei tinha a mediunidade clarividente, conversava com os esp\u00edritos e relembrava cenas do passado. Era comum ver Meimei, por exemplo, lendo um livro e de repente ficar com o olhar perdido no tempo; nesses instantes, Arnaldo olhava de soslaio e pensava\u00a0<i>\u201cest\u00e1 delirando\u201d<\/i>. Algumas vezes ela afirmava:\u00a0<i>\u201cNaldinho vejo cenas e n\u00f3s estamos dentro delas, aconteceu em determinada \u00e9poca na cidade\u2026\u201d.<\/i>\u00a0Arnaldo n\u00e3o sabendo como lidar com esses assuntos, cortava o di\u00e1logo afirmando:\u00a0<i>deixa isso para o lado, pois quem morre deixa de existir<\/i>.<\/p>\n<p>Apresentamos esse \u00e2ngulo da vida de Meimei, para suscitar reflex\u00f5es, sobre o belo trabalhado realizado por este esp\u00edrito, em prol da divulga\u00e7\u00e3o da Doutrina Esp\u00edrita, no Mundo Espiritual, aproveitando das vincula\u00e7\u00f5es espirituais com aqueles cora\u00e7\u00f5es que permaneceram no plano terreno.<\/p>\n<p>Nos \u00faltimos dias na terra, nos momentos de ternura entre o casal apaixonado, apesar do sofimento em decorr\u00eancia da doen\u00e7a, Meimei chamava tratava Arnaldo como: \u201c<i>Sr.<\/i><i>Duque\u201d<\/i>, e pedia que ele lhe chamasse: \u201c<i>minha Pilarzinha\u201d<\/i>. Achando curioso o pedido Arnaldo perguntou o motivo, e recebeu a uma resposta que para ele era mais uma de suas fantasias:\u00a0<i>\u201cNaldinho, esse era o modo de tratamento de um casal que viveu na Espanha no s\u00e9culo XVI. O esposo chamava Duque de Alba, e a sua esposa Maria Henriquezr\u201d<\/i>. Embevecido com a mente criativa na arte de teatralizar, da querida esposa, entrava na brincadeira deixando de lado as excessivas perquiri\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>Meimei desencarnou em 1\u00ba de outubro de 1946. Logo ap\u00f3s o casamento Meimei havia tido um s\u00e9rio problema renal quando jovem e que, num inverno mais rigoroso em que ela teve pneumonia dupla, acabou tendo que retirar as am\u00edgdalas. A n\u00e3o foi bem sucedida deixando um peda\u00e7o da gl\u00e2ndula, o que levou Meimei a apresentar, novamente, problemas renais. As conseq\u00fc\u00eancias da doen\u00e7a redundou na perda da vis\u00e3o gradativa. Nesse per\u00edodo da doen\u00e7a Meimei come\u00e7a a ter vis\u00f5es. Ela falava da av\u00f3 Mariana, que vinha visit\u00e1-la e que em breve iria leva-la para viajar pela Alba dos c\u00e9us.<\/p>\n<p>Depois de muitos anos veio a confirma\u00e7\u00e3o atrav\u00e9s da mediunidade Chico Xavier. Arnaldo recebe do m\u00e9dium amigo, em primeira m\u00e3o, o livro Entre a Terra e o C\u00e9u, ditado por Andr\u00e9 Luiz, no qual encontra uma trabalhadora do Mundo Espiritual, especificamente vivendo no Lar da Ben\u00e7\u00e3o, junto com sua Vov\u00f3 Mariana, cuidando de crian\u00e7as. Em determinado trecho Blandina<a title=\"\" href=\"http:\/\/chico-xavier.com\/Meus%20documentos\/ALLAN%20KARDEC\/CHICO%20XAVIER\/Jornal%20Esp%C3%ADrita%20Mineiro\/IRMA%20DE%20CASTRO%20ROCHA%20-%20MEIMEI.doc#_ftn4\">[4]<\/a>\u00a0revela um pouco da sua vida na terra, Junto ao consorte amado.<\/p>\n<p>Na noite do seu desencarne, o casal dormindo em camas separadas, Arnaldo Rocha acorda, por volta de 2 horas da madrugada, com sua princesa rasgando a camisola e vomitando sangue, devido a um edema agudo de pulm\u00e3o. O marido sai desesperado em busca de m\u00e9dico, pois n\u00e3o tinham telefone, e que, ao voltar, encontra-a morta.\u2014\u2014\u2014\u2014\u2014\u2014\u2014\u2014\u2014\u2014\u2014\u2014\u2014\u2014\u2014\u2014\u2014\u2014\u2014\u2014\u2014\u2014\u2014\u2014\u2014\u2014\u2014\u2014\u2014\u2014\u2014\u2014\u2014<\/p>\n<p align=\"center\"><b><i>No futuro, encontrar-nos-emos em Blandina!<\/i><\/b><\/p>\n<p>Arnaldo Rocha narra um fato muito importante no redirecionamento de sua vida. Na obra \u201cAve, Cristo!\u201d o romance de desenvolve na antiga G\u00e1lia Lugdunense. Na obra encontraremos um di\u00e1logo entre os personagens Taciano Varro (Arnaldo Rocha) e L\u00edvia (Chico Xavier), onde as notas do Evangelho sublimam as aspira\u00e7\u00f5es humanas. L\u00edvia consola Taciano, afirmando \u201c<i>no futuro<\/i>\u00a0<i>encontrar-nos-emos em Blandina\u201d<\/i>. Essa profecia se realizou mais ou menos 1600 anos depois, na Avenida Santos Dumont, em Belo Horizonte, no encontro por acaso entre Arnaldo Rocha e Chico Xavier, narrado nos livros Chico, Di\u00e1logos e Recoda\u00e7\u00f5es; Mandato de Amor, UEM, e Meimei Vida e Mensagem, O Clarim.<\/p>\n<p>Gra\u00e7as a amizade fraterna entre Arnaldo Rocha e Francisco C\u00e2ndido Xavier, promovida por um encontro casual, foi iniciada uma outra hist\u00f3ria de amor entre Meimei e Arnaldo, em bases do Evangelho, roteiro revelador do Amor Eterno.<\/p>\n<p>Dessa nova alian\u00e7a um jovem incauto e materialista recebeu consolo para suas dores; presentes do c\u00e9u foram materializados para dirimir sua solid\u00e3o; pelas evid\u00eancias do sobrenatural incentivos nasceram para o estudo da Doutrina Esp\u00edrita, surgindo por conseq\u00fc\u00eancia, novos amigos que indicaram ao jovem vi\u00favo um caminho diferente das conquistas na terra.<\/p>\n<p>Gra\u00e7as a Deus, ele aceitou o alvitre, passando a viajar permanentemente a Pedro Leopoldo. Nessas incurs\u00f5es na inesquec\u00edvel cidade, ber\u00e7o da simplicidade da fam\u00edlia Xavier, recebeu de Meimei, sua querida noiva, as mais belas missivas entre o C\u00e9u e a Terra, psicografia e a clarivid\u00eancia de Chico Xavier.<\/p>\n<p>Arnaldo Rocha, afirma no livro \u201cChico, Di\u00e1logos e Recorda\u00e7\u00f5es\u201d:\u00a0<i>\u201cFoi, em Chico Xavier, que viemos a nos reencontrar, e o t\u00famulo deixou de ser inviol\u00e1vel para o nosso amor\u201d.<\/i><\/p>\n<p>N\u00e3o temos palavras para expressar nossa ternura e respeito ao Esp\u00edrito de Meimei, que por mais de 6 d\u00e9cadas, tem inspirado os esp\u00edritas, para seguirmos o Caminho, e a Verdade e a Vida eterna.<\/p>\n<p>Finalizaremos este singelo preito de gratid\u00e3o a Irma de Castro Rocha, a doce Meimei das criancinhas, com o pensamento do Benfeitor Emmanuel, que sintetiza a gratid\u00e3o dos trabalhadores do Espiritismo Evang\u00e9lico em todo o Brasil, a esta poetisa do bem.<\/p>\n<p><b><i>\u201cAs cria\u00e7\u00f5es de Meimei, em torno das mais variadas experi\u00eancias humanas, sempre nos suscitam a id\u00e9ia de que a nossa querida irm\u00e3, simbolicamente, possui o cora\u00e7\u00e3o em forma de harpas, em cujas cordas ela comp\u00f5e formosas e s\u00e1bias li\u00e7\u00f5es, reais melodias em prosa nas quais somos impulsionados para as Esferas Superiores da Vida.\u201d<\/i><\/b><\/p>\n<p><i>Carlos Alberto Braga Costa<\/i><\/p>\n<p>Autor do livro: Chico, Di\u00e1logos e Recorda\u00e7\u00f5es<\/p>\n<div>\n<hr align=\"left\" size=\"1\" width=\"33%\" \/>\n<div>\n<p><a title=\"\" href=\"http:\/\/chico-xavier.com\/Meus%20documentos\/ALLAN%20KARDEC\/CHICO%20XAVIER\/Jornal%20Esp%C3%ADrita%20Mineiro\/IRMA%20DE%20CASTRO%20ROCHA%20-%20MEIMEI.doc#_ftnref1\">[1]<\/a>\u00a0Arnaldo Rocha,. Ex-consorte de Meimei, \u00e9 trabalhador e conselheiro da Uni\u00e3o Esp\u00edrita Mineira desde 1946. Amigo insepar\u00e1vel de Chico Xavier. Organizador dos livros \u201cInstru\u00e7\u00f5es Psicof\u00f4nicas e Vozes do Grande Al\u00e9m. FEB. Co-autor do Livro \u201cChico, Di\u00e1logos e Recorda\u00e7\u00f5es\u201d UEM.<\/p>\n<\/div>\n<div>\n<p><a title=\"\" href=\"http:\/\/chico-xavier.com\/Meus%20documentos\/ALLAN%20KARDEC\/CHICO%20XAVIER\/Jornal%20Esp%C3%ADrita%20Mineiro\/IRMA%20DE%20CASTRO%20ROCHA%20-%20MEIMEI.doc#_ftnref2\">[2]<\/a>\u00a0Meimei \u2013 Vida e Mensagem. Wallace Leal V.Rodrigues\/Alberto de Souza Rocha\/ Arnaldo Rocha. Ed. O Clarim.<\/p>\n<\/div>\n<div>\n<p><a title=\"\" href=\"http:\/\/chico-xavier.com\/Meus%20documentos\/ALLAN%20KARDEC\/CHICO%20XAVIER\/Jornal%20Esp%C3%ADrita%20Mineiro\/IRMA%20DE%20CASTRO%20ROCHA%20-%20MEIMEI.doc#_ftnref3\">[3]<\/a>\u00a0Hist\u00f3ria narrada no Cap\u00edtulo X.<\/p>\n<\/div>\n<div>\n<p><a title=\"\" href=\"http:\/\/chico-xavier.com\/Meus%20documentos\/ALLAN%20KARDEC\/CHICO%20XAVIER\/Jornal%20Esp%C3%ADrita%20Mineiro\/IRMA%20DE%20CASTRO%20ROCHA%20-%20MEIMEI.doc#_ftnref4\">[4]<\/a>\u00a0Foi adotado o pseud\u00f4mio de Blandina, pela sua encarna\u00e7\u00e3o nas G\u00e1lias, conforme narrado por Emmanuel, no livro Ave, Cristo!<\/p>\n<p>Fonte:\u00a0<a href=\"http:\/\/chico-xavier.com\/2015\/10\/22\/5416\/\" target=\"_blank\">http:\/\/chico-xavier.com\/2015\/10\/22\/5416\/<\/a><\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Meimei &#8211; Espirito de Luz MEIMEI\u00a0 UM AMOR DAS ESTRELAS Meimei \u00e9 sol que ilumina os trites, na senda da dor. 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