{"id":3745,"date":"2016-01-23T06:18:27","date_gmt":"2016-01-23T08:18:27","guid":{"rendered":"http:\/\/xn--regeneraoplanetria-dsb6a7f.com.br\/?p=3745"},"modified":"2016-01-23T06:18:27","modified_gmt":"2016-01-23T08:18:27","slug":"dores-da-alma","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/xn--regeneraoplanetria-dsb6a7f.com.br\/index.php\/dores-da-alma\/","title":{"rendered":"Dores da alma"},"content":{"rendered":"<div class=\"xg_headline xg_headline-img xg_headline-2l\">\n<div class=\"tb\">\n<h1>Dores da alma<\/h1>\n<\/div>\n<\/div>\n<div class=\"xg_module_body\">\n<div class=\"postbody\">\n<div class=\"xg_user_generated\">\n<p align=\"center\"><span class=\"font-size-4\"><b><a href=\"http:\/\/api.ning.com\/files\/-neU2xryJbJPaQg8qOghi-wIBK1yFlR2DB0H5MXpcGkuzJqhVZ5LW88KY1R5wXBMzAtOn515zbtmre*addOGxog071uZfyjl\/slide_11.jpg\" target=\"_self\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"align-center\" src=\"http:\/\/api.ning.com\/files\/-neU2xryJbJPaQg8qOghi-wIBK1yFlR2DB0H5MXpcGkuzJqhVZ5LW88KY1R5wXBMzAtOn515zbtmre*addOGxog071uZfyjl\/slide_11.jpg?width=750\" alt=\"\" width=\"384\" height=\"243\" \/><\/a><\/b><\/span><\/p>\n<p align=\"center\"><span class=\"font-size-4\"><b>Dores da alma<\/b><\/span><\/p>\n<p align=\"center\">Warwick Mota (*)<\/p>\n<p style=\"text-align: left;\" align=\"center\"><b>\u00a0<\/b><span class=\"font-size-2\">A transitoriedade \u00e9 uma das caracter\u00edsticas que marcam os mundos de expia\u00e7\u00e3o e provas, como o planeta em que vivemos.<\/span><\/p>\n<p><span class=\"font-size-2\">Nesses orbes, os acontecimentos s\u00e3o sempre de natureza breve ou tempor\u00e1ria, n\u00e3o possuindo, nenhum sofrimento ou alegria, car\u00e1ter definitivo, e a perturba\u00e7\u00e3o e a incerteza est\u00e3o presentes em toda a ordem social, em atos e fatos.<\/span><\/p>\n<p><span class=\"font-size-2\">Para esse cen\u00e1rio de intermit\u00eancia, afluem acontecimentos de todos os matizes. Tramas e dramas desenvolvem-se, pontilhados pela dor, e experi\u00eancias s\u00e3o vividas sob diversas formas, resultando, a cada ser, num legado moral que termina por impulsionar o homem ao cumprimento inexor\u00e1vel da Lei do Progresso.<\/span><\/p>\n<p><span class=\"font-size-2\">Situa-se, nesse panorama de avan\u00e7o, a dor, como ferramenta fundamental ao burilar das criaturas, em seu processo de desenvolvimento, pois ela, a dor, est\u00e1 presente em todo o caminhar da humanidade, como o l\u00e1tego que nos faz acelerar o passo e andar para frente, retomando os caminhos que, muitas vezes, perdemos em divaga\u00e7\u00f5es e equ\u00edvocos.<\/span><\/p>\n<p><span class=\"font-size-2\">\u00a0<\/span><span class=\"font-size-2\">Inobstante \u00e0 amplia\u00e7\u00e3o das conquistas materiais e tecnol\u00f3gicas humanas, vivemos dias de crises morais na Terra. Dias de perda de valores de consci\u00eancia, de sofrimento pela aus\u00eancia de afeto; pelas falsas escolhas, em uni\u00f5es infelizes; pela falta de apoio; pela ambi\u00e7\u00e3o desmedida; pela falta de temperan\u00e7a e bom senso. A verdade \u00e9 que ainda somos seres que tateiam, no campo das realiza\u00e7\u00f5es interiores.<\/span><\/p>\n<p><span class=\"font-size-2\">\u00a0<\/span><span class=\"font-size-2\">Nesse cen\u00e1rio, a dor \u00e9 o instrumento pedag\u00f3gico por excel\u00eancia, porque muitos caem por sua pr\u00f3pria culpa, e a ningu\u00e9m \u00e9 dado fugir aos ditames da lei. E, especialmente, a dor moral, aquela sentida no \u00e2mago da alma, tem o cond\u00e3o oportuno de provocar profundas reflex\u00f5es. \u00c9 quando ela lateja, a dor moral, que o Esp\u00edrito, independentemente da sua condi\u00e7\u00e3o, se encarnado ou desencarnado, passa a enfrentar o tribunal da pr\u00f3pria consci\u00eancia.<\/span><\/p>\n<p><span class=\"font-size-2\">\u00a0<\/span><span class=\"font-size-2\">Nos momentos de encontro conosco mesmos, palmilhados pelo sofrimento moral, nossos atos equivocados provocam intensa ang\u00fastia, acompanhada do sentimento de vergonha, da nega\u00e7\u00e3o de n\u00f3s mesmos. \u00c0 luz desse cen\u00e1rio, o remorso potencializa o sofrimento, e a culpa faz-se verdugo impiedoso.\u00a0<\/span><\/p>\n<p><span class=\"font-size-2\">\u00a0<\/span><span class=\"font-size-2\">\u00c9 a hora de se aprender para a eternidade.<\/span><\/p>\n<p><span class=\"font-size-2\">\u00a0<\/span><span class=\"font-size-2\">Aprende-se com as experi\u00eancias dolorosas e compreende-se, a duras penas, que s\u00f3 evolu\u00edmos quando incorporamos as situa\u00e7\u00f5es vivenciadas como aprendizado perene, do esp\u00edrito.<\/span><\/p>\n<p><span class=\"font-size-2\">\u00a0<\/span><span class=\"font-size-2\">\u00c9 quando as dores da alma podem nos ensinar, para as experi\u00eancias futuras.<\/span><\/p>\n<p><span class=\"font-size-2\">\u00a0<\/span><span class=\"font-size-2\">Da mesma forma que o arco-reflexo nos impedir\u00e1 de colocarmos o dedo numa superf\u00edcie quente, porque uma vez j\u00e1 nos queimamos, nossas experi\u00eancias passadas, se bem compreendidas, impedir-nos-\u00e3o de sermos reincidentes nos erros, para que n\u00e3o soframos novamente.<\/span><\/p>\n<p><span class=\"font-size-2\">\u00a0<\/span><span class=\"font-size-2\">Ensinam-nos os Esp\u00edritos que todas as particularidades da nossa vida s\u00e3o registradas em nosso perisp\u00edrito, gerando lembran\u00e7as inapag\u00e1veis. As dores verdadeiramente sentidas, as dores da alma, essas nos marcam indelevelmente.<\/span><\/p>\n<p><span class=\"font-size-2\">\u00a0<\/span><span class=\"font-size-2\">A contrapartida da dor \u00e9 que ela produzir\u00e1, na alma encarnada ou, com mais intensidade, no esp\u00edrito desencarnado, o arrependimento e, com ele, a vontade sincera de se reconstruir a alian\u00e7a com o Criador, aplacando-se a tempestade \u00edntima e dando-se in\u00edcio ao processo de recondu\u00e7\u00e3o do ser ao caminho do Bem.<\/span><\/p>\n<p><span class=\"font-size-2\">\u00a0<\/span><span class=\"font-size-2\">O reencontro com Deus significa, por fim, a renova\u00e7\u00e3o. Promove a auto-reconcilia\u00e7\u00e3o e abre novas perspectivas para o recome\u00e7o. \u00c9 o amor do Pai que se derrama sobre n\u00f3s, revestido de formas inumer\u00e1veis, sendo o amor que se manifesta sob todos os aspectos, da forma mais simples \u00e0 forma mais elaborada, da forma mais sutil \u00e0 forma mais profunda.<\/span><\/p>\n<p><span class=\"font-size-2\">\u00a0<\/span><span class=\"font-size-2\">\u00c9 pelo amor incondicional de Deus que somos reconectados aos caminhos do Bem e \u00e0 conquista final da liberdade, conforme estabelece a proposta de Jesus:<\/span><\/p>\n<p><span class=\"font-size-2\">\u00a0<\/span><span class=\"font-size-2\"><em>Vinde a mim todos os que estais cansados e sobrecarregados, e eu vos aliviarei. Tomai sobre v\u00f3s o meu jugo, e aprendei de mim, porque sou manso e humilde de cora\u00e7\u00e3o; e achareis descanso para as vossas almas. Porque o meu jugo \u00e9 suave e o meu fardo \u00e9 leve.<\/em> <strong>(1)<\/strong><\/span><\/p>\n<p><span class=\"font-size-2\">\u00a0<\/span><span class=\"font-size-2\">Quando ouvimos o chamado do Divino Amigo, <em>sentimo-nos fortes e resolutos. Ent\u00e3o as dificuldades apequenam-se, porque a for\u00e7a que nos impulsiona \u00e9 muito superior, e uma serenidade, antes inalcan\u00e7\u00e1vel, transforma-nos em fortalezas de f\u00e9 que nos fazem vencer as intemp\u00e9ries da travessia.<\/em><\/span><\/p>\n<p><span class=\"font-size-2\">A par disso tudo, cumpre-nos saber que \u201ctudo o que vive neste mundo, natureza, animal, homem, sofre, e, todavia, o amor \u00e9 a lei do Universo e por amor foi que Deus formou os seres\u201d. (2)<\/span><\/p>\n<p><span class=\"font-size-2\">\u00a0<\/span><span class=\"font-size-2\">Em que pese o buril penoso da dor que nos emula, fomos criados pelo e para o amor, e essa certeza do amor incondicional de Deus para com as suas criaturas renova nossas esperan\u00e7as e fortalece a nossa resigna\u00e7\u00e3o perante todas as provas e todas as expia\u00e7\u00f5es.<\/span><\/p>\n<p><b>\u00a0<\/b><b>Refer\u00eancias:<\/b><\/p>\n<p>1)\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Mateus, 11: 28-30<\/p>\n<p>2)\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 DENIS, L\u00e9on. <i>O problema do ser, do destino e da dor:<\/i> os testemunhos, os fatos, as leis. 32\u00aa. ed. FEB: Bras\u00edlia, 2013, p. 347.<\/p>\n<p>(*) Transcrito de\u00a0jornal \u201c<i>O Clarim<\/i>\u201d; Mat\u00e3o, janeiro de 2016, p.3: <a href=\"https:\/\/www.oclarim.org\/oclarim\/materias\/4531\/jornal\/2016\/Janeiro\/dores-da-alma.html\" rel=\"nofollow\">https:\/\/www.oclarim.org\/oclarim\/materias\/4531\/jornal\/2016\/Janeiro\/d&#8230;<\/a>;<\/p>\n<p>e de: <a href=\"http:\/\/grupochicoxavier.com.br\/dores-da-alma\/\" rel=\"nofollow\">http:\/\/grupochicoxavier.com.br\/dores-da-alma\/<\/a><\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Dores da alma Dores da alma Warwick Mota (*) \u00a0A transitoriedade \u00e9 uma das caracter\u00edsticas que marcam os mundos de expia\u00e7\u00e3o e provas, como o planeta em que vivemos. 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