{"id":385,"date":"2013-03-15T20:49:36","date_gmt":"2013-03-15T23:49:36","guid":{"rendered":"http:\/\/xn--regeneraoplanetria-dsb6a7f.com.br\/?p=385"},"modified":"2013-05-07T16:33:47","modified_gmt":"2013-05-07T19:33:47","slug":"o-suicidio","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/xn--regeneraoplanetria-dsb6a7f.com.br\/index.php\/o-suicidio\/","title":{"rendered":"O Suic\u00eddio"},"content":{"rendered":"<p>O\u00a0C\u00c9U\u00a0E O INFERNO SEGUNDO O ESPIRITISMO \u2013 2\u00aa PARTE \u2013 CAP\u00cdTULO V \u2013<\/p>\n<p>SUICIDAS \u2013<\/p>\n<p>O SUICIDA DA SAMARITANA \u2013<\/p>\n<p>A 7 de abril de 1858, pelas 7 horas da noite, um homem de cerca de 50 anos e decentemente trajado apresentou-se no estabelecimento da Samaritana, de Paris, e mandou que lhe preparassem um banho. Decorridas cerca de 2 horas, o criado de servi\u00e7o, admirado pelo sil\u00eancio do fregu\u00eas, resolveu entrar no seu gabinete, a fim de verificar o que ocorria. Deparou-se-lhe ent\u00e3o um quadro horroroso: o infeliz degolara-se com uma navalha e todo o seu sangue misturava-se \u00e0 \u00e1gua da banheira. E como a identidade do suicida n\u00e3o p\u00f4de ser averiguada, foi o cad\u00e1ver removido para o necrot\u00e9rio.<\/p>\n<p>1. &#8211; Evoca\u00e7\u00e3o. (Resposta do guia do m\u00e9dium.) &#8211; Esperai, ele a\u00ed est\u00e1.<\/p>\n<p>2. &#8211; Onde vos achais hoje? &#8211; R. N\u00e3o sei&#8230; dizei-me.<\/p>\n<p>3. &#8211; Estais numa reuni\u00e3o de pessoas que estudam o Espiritismo e que s\u00e3o ben\u00e9volas para convosco. &#8211; R. Dizei-me se vivo, pois este ambiente me sufoca. Nota &#8211; Sua alma, posto que separada do corpo, est\u00e1 ainda completamente imersa no que poderia chamar-se o turbilh\u00e3o da mat\u00e9ria corporal; vivazes lhe s\u00e3o as ideias terrenas, a ponto de se acreditar encarnado.<\/p>\n<p>4 &#8211; Quem vos impeliu a vir aqui? &#8211; R. Sinto-me aliviado.<\/p>\n<p>5. &#8211; Qual o motivo que vos arrastou ao suic\u00eddio? &#8211; R. Morto? Eu? N\u00e3o&#8230; que habito o meu corpo&#8230; N\u00e3o sabeis como sofro! &#8230;Sufoco-me&#8230; Oxal\u00e1 que m\u00e3o compassiva me aniquilasse de vez!<\/p>\n<p>6. &#8211; Por que n\u00e3o deixastes ind\u00edcios que pudessem tornar-vos reconhec\u00edvel? &#8211; R. Estou abandonado; fugi ao sofrimento para entregar-me \u00e0 tortura.<\/p>\n<p>7. &#8211; Tendes ainda os mesmos motivos para ficar inc\u00f3gnito? &#8211; R. Sim; n\u00e3o revolvais com ferro candente a ferida que sangra.<\/p>\n<p>8. &#8211; Podereis dar-nos o vosso nome, idade, profiss\u00e3o e domicilio? &#8211; R. Absolutamente n\u00e3o.<\/p>\n<p>9. &#8211; T\u00ednheis fam\u00edlia, mulher, filhos? &#8211; R. Era um desprezado, ningu\u00e9m me amava.<\/p>\n<p>10. &#8211; E que fizestes para ser assim repudiado? &#8211; R. Quantos o s\u00e3o como eu!&#8230; Um homem pode viver abandonado no seio da fam\u00edlia, quando ningu\u00e9m o preza.<\/p>\n<p>11. &#8211; No momento de vos suicidardes n\u00e3o experimentastes qualquer hesita\u00e7\u00e3o? &#8211; R. Ansiava pela morte&#8230; Esperava repousar.<\/p>\n<p>12. &#8211; Como \u00e9 que a ideia do futuro n\u00e3o vos fez renunciar a um tal projeto? &#8211; R. N\u00e3o acreditava nele, absolutamente. Era um desiludido. O futuro \u00e9 a esperan\u00e7a.<\/p>\n<p>13. &#8211; Que reflex\u00f5es vos ocorreram ao sentirdes a extin\u00e7\u00e3o da vida? &#8211; R. N\u00e3o refleti, senti&#8230; Mas a vida n\u00e3o se me extinguiu&#8230; minha alma est\u00e1 ligada ao corpo&#8230; Sinto os vermes a corroerem-me.<\/p>\n<p>14. &#8211; Que sensa\u00e7\u00e3o experimentastes no momento decisivo da morte? &#8211; R. Pois ela se completou?<\/p>\n<p>15. &#8211; Foi doloroso o momento em que a vida se vos extinguiu? &#8211; R. Menos doloroso que depois. S\u00f3 o corpo sofreu.<\/p>\n<p>16. &#8211; (Ao Esp\u00edrito S. Lu\u00eds.) &#8211; Que quer dizer o Esp\u00edrito afirmando que o momento da morte foi menos doloroso que depois? &#8211; R. O Esp\u00edrito descarregou o fardo que o oprimia; ele ressentia a vol\u00fapia da dor.<\/p>\n<p>17. &#8211; Tal estado sobrev\u00e9m sempre ao suic\u00eddio? &#8211; R. Sim. O Esp\u00edrito do suicida fica ligado ao corpo at\u00e9 o termo dessa vida. A morte natural \u00e9 a liberta\u00e7\u00e3o da vida: o suic\u00eddio a rompe por completo.<\/p>\n<p>18. &#8211; Dar-se-\u00e1 o mesmo nas mortes acidentais, embora involunt\u00e1rias, mas que abreviam a exist\u00eancia? &#8211; R. N\u00e3o. Que entendeis por suic\u00eddio? O Esp\u00edrito s\u00f3 responde pelos seus atos. Nota &#8211; Esta d\u00favida da morte \u00e9 muito comum nas pessoas recentemente desencarnadas, e principalmente naquelas que, durante a vida, n\u00e3o elevam a alma acima da mat\u00e9ria. \u00c9 um fen\u00f4meno que parece singular \u00e0 primeira vista, mas que se explica naturalmente. Se a um indiv\u00edduo, pela primeira vez sonambulizado, perguntarmos se dorme, ele responder\u00e1 quase sempre que n\u00e3o, e essa resposta \u00e9 l\u00f3gica: o interlocutor \u00e9 que faz mal a pergunta, servindo-se de um termo impr\u00f3prio. Na linguagem comum, a ideia do sono prende-se \u00e0 suspens\u00e3o de todas as faculdades sensitivas; ora, o son\u00e2mbulo que pensa, que v\u00ea e sente, que tem consci\u00eancia da sua liberdade, n\u00e3o se cr\u00ea adormecido, e de fato n\u00e3o dorme, na acep\u00e7\u00e3o vulgar do voc\u00e1bulo. Eis a raz\u00e3o por que responde n\u00e3o, at\u00e9 que se familiariza com essa maneira de apreender o fato. O mesmo acontece com o homem que acaba de desencarnar; para ele a morte era o aniquilamento do ser, e, tal como o son\u00e2mbulo, ele v\u00ea, sente e fala, e assim n\u00e3o se considera morto, e isto afirmando at\u00e9 que adquira a intui\u00e7\u00e3o do seu novo estado. Essa ilus\u00e3o \u00e9 sempre mais ou menos dolorosa, uma vez que nunca \u00e9 completa e d\u00e1 ao Esp\u00edrito uma tal ou qual ansiedade. No exemplo supra ela constitui verdadeiro supl\u00edcio pela sensa\u00e7\u00e3o dos vermes que corroem o corpo, sem falarmos da sua dura\u00e7\u00e3o, que dever\u00e1 equivaler ao tempo de vida abreviada. Este estado \u00e9 comum nos suicidas, posto que nem sempre se apresente em id\u00eanticas condi\u00e7\u00f5es, variando de dura\u00e7\u00e3o e intensidade conforme as circunst\u00e2ncias atenuantes ou agravantes da falta. A sensa\u00e7\u00e3o dos vermes e da decomposi\u00e7\u00e3o do corpo n\u00e3o \u00e9 privativa dos suicidas: sobrev\u00e9m igualmente aos que viveram mais da mat\u00e9ria que do esp\u00edrito. Em tese, n\u00e3o h\u00e1 falta isenta de penalidades, mas tamb\u00e9m n\u00e3o h\u00e1 regra absoluta e uniforme nos meios de puni\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>O PAI E O CONSCRITO<\/p>\n<p>No come\u00e7o da guerra da It\u00e1lia, em l859, um negociante de Paris, pai de fam\u00edlia, gozando de estima geral por parte dos seus vizinhos, tinha um filho que fora sorteado para o servi\u00e7o militar. Impossibilitado de o eximir de tal servi\u00e7o, ocorreu-lhe a ideia de suicidar-se a fim de o isentar do mesmo, como filho \u00fanico de mulher vi\u00fava. Um ano mais tarde, foi evocado na Sociedade de Paris a pedido de pessoa que o conhecera, desejosa de certificar-se da sua sorte no mundo espiritual. (A S. Lu\u00eds.) &#8211; Podereis dizer-nos se \u00e9 poss\u00edvel evocar o Esp\u00edrito a que vimos de nos referir? &#8211; R. Sim, e ele ganhar\u00e1 com isso, porque ficar\u00e1 mais aliviado.<\/p>\n<p>1. &#8211; Evoca\u00e7\u00e3o. &#8211; R. Oh! obrigado! Sofro muito, mas&#8230; \u00e9 justo. Contudo, ele me perdoar\u00e1.<\/p>\n<p>Nota &#8211; O Esp\u00edrito escreve com grande dificuldade; os caracteres s\u00e3o irregulares e mal formados; depois da palavra mas, ele para, e, procurando em v\u00e3o escrever, apenas consegue fazer alguns tra\u00e7os indecifr\u00e1veis e pontos. \u00c9 evidente que foi a palavra Deus que ele n\u00e3o conseguiu escrever.<\/p>\n<p>2. &#8211; Tende a bondade de preencher a lacuna com a palavra que deixastes de escrever. &#8211; R. Sou indigno de escrev\u00ea-la.<\/p>\n<p>3. &#8211; Dissestes que sofreis; compreendeis que fizestes muito mal em vos suicidar; mas o motivo que vos acarretou esse ato n\u00e3o provocou qualquer indulg\u00eancia? &#8211; R. A puni\u00e7\u00e3o ser\u00e1 menos longa, mas nem por isso a a\u00e7\u00e3o deixa de ser m\u00e1.<\/p>\n<p>4. &#8211; Podereis descrever-nos essa puni\u00e7\u00e3o? &#8211; R. Sofro duplamente, na alma e no corpo; e sofro neste \u00faltimo, conquanto o n\u00e3o possua, como sofre o operado a falta de um membro amputado.<\/p>\n<p>5. &#8211; A realiza\u00e7\u00e3o do vosso suicido teve por causa unicamente a isen\u00e7\u00e3o do vosso filho, ou concorreram para ele outras raz\u00f5es? &#8211; R. Fui completamente inspirado pelo amor paterno, por\u00e9m, mal inspirado. Em aten\u00e7\u00e3o a isso, a minha pena ser\u00e1 abreviada.<\/p>\n<p>6. &#8211; Podeis precisar a dura\u00e7\u00e3o dos vossos padecimentos? &#8211; R. N\u00e3o lhes entrevejo o termo, mas tenho certeza de que ele existe, o que \u00e9 um alivio para mim.<\/p>\n<p>7. &#8211; H\u00e1 pouco n\u00e3o vos foi poss\u00edvel escrever a palavra Deus, e no entanto temos visto Esp\u00edritos muito sofredores faz\u00ea-lo: ser\u00e1 isso uma consequ\u00eancia da vossa puni\u00e7\u00e3o? &#8211; R. Poderei faz\u00ea-lo com grandes esfor\u00e7os de arrependimento.<\/p>\n<p>8. &#8211; Pois ent\u00e3o fazei esses esfor\u00e7os para escrev\u00ea-lo, porque estamos certos de que sereis aliviado. (O Esp\u00edrito acabou por tra\u00e7ar esta frase com caracteres grossos, irregulares e tr\u00eamulos: &#8211; Deus \u00e9 muito bom.)<\/p>\n<p>9. &#8211; Estamos satisfeitos pela boa-vontade com que correspondestes \u00e0 nossa evoca\u00e7\u00e3o, e vamos pedir a Deus para que estenda sobre v\u00f3s a sua miseric\u00f3rdia. &#8211; R. Sim, obrigado.<\/p>\n<p>10. &#8211; (A S. Lu\u00eds.) &#8211; Podereis ministrar-nos a vossa aprecia\u00e7\u00e3o sobre esse suic\u00eddio? &#8211; R. Este Esp\u00edrito sofre justamente, pois lhe faltou a confian\u00e7a em Deus, falta que \u00e9 sempre pun\u00edvel. A puni\u00e7\u00e3o seria maior e mais duradoura, se n\u00e3o houvera como atenuante o motivo louv\u00e1vel de evitar que o filho se expusesse \u00e0 morte na guerra. Deus, que \u00e9 justo e v\u00ea o fundo dos cora\u00e7\u00f5es, n\u00e3o o pune sen\u00e3o de acordo com suas obras. OBSERVA\u00c7\u00d5ES &#8211; \u00c0 primeira vista, como ato de abnega\u00e7\u00e3o, este suic\u00eddio poder-se-ia considerar desculp\u00e1vel. Efetivamente assim \u00e9, mas n\u00e3o de modo absoluto. A esse homem faltou a confian\u00e7a em Deus, como disse o Esp\u00edrito S. Lu\u00eds. A sua a\u00e7\u00e3o talvez impediu a realiza\u00e7\u00e3o dos destinos do filho; ao demais, ele n\u00e3o tinha a certeza de que aquele sucumbiria na guerra e a carreira militar talvez lhe fornecesse ocasi\u00e3o de adiantar-se. A inten\u00e7\u00e3o era boa, e isso lhe atenua o mal provocado e merece indulg\u00eancia; mas o mal \u00e9 sempre o mal, e se o n\u00e3o fora, poder-se-ia, escudado no racioc\u00ednio, desculpar todos os crimes e at\u00e9 matar a pretexto de prestar servi\u00e7os. A m\u00e3e que mata o filho, crente de o enviar ao c\u00e9u, seria menos culpada por t\u00ea-lo feito com boa inten\u00e7\u00e3o? A\u00ed est\u00e1 um sistema que chegaria a justificar todos os crimes cometidos pelo cego fanatismo das guerras religiosas. Em regra, o homem n\u00e3o tem o direito de dispor da vida, por isso que esta lhe foi dada visando deveres a cumprir na Terra, raz\u00e3o bastante para que n\u00e3o a abrevie voluntariamente, sob pretexto algum. Mas, ao homem &#8211;\u00a0 visto que tem o seu livre- arb\u00edtrio &#8211; ningu\u00e9m impede a infra\u00e7\u00e3o dessa lei. Sujeita-se, por\u00e9m, \u00e0s suas consequ\u00eancias. O suic\u00eddio mais severamente punido \u00e9 o resultante do desespero que visa a reden\u00e7\u00e3o das mis\u00e9rias terrenas, mis\u00e9rias que s\u00e3o ao mesmo tempo expia\u00e7\u00f5es e prova\u00e7\u00f5es. Furtar-se a elas \u00e9 recuar ante a tarefa aceita e, \u00e0s vezes, ante a miss\u00e3o que se dever\u00e1 cumprir. O suic\u00eddio n\u00e3o consiste somente no ato volunt\u00e1rio que produz a morte instant\u00e2nea, mas em tudo quanto se fa\u00e7a conscientemente para apressar a extin\u00e7\u00e3o das for\u00e7as vitais. N\u00e3o se pode tachar de suicida aquele que dedicadamente se exp\u00f5e \u00e0 morte para salvar o seu semelhante: primeiro, porque no caso n\u00e3o h\u00e1 inten\u00e7\u00e3o de se privar da vida, e, segundo, porque n\u00e3o h\u00e1 perigo do qual a Provid\u00eancia nos n\u00e3o possa subtrair, quando a hora n\u00e3o seja chegada. A morte em tais conting\u00eancias \u00e9 sacrif\u00edcio merit\u00f3rio, como ato de abnega\u00e7\u00e3o em proveito de outrem. (O Evangelho segundo o Espiritismo, cap. V, itens nos. 5, 6, 18 e 19.)<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O\u00a0C\u00c9U\u00a0E O INFERNO SEGUNDO O ESPIRITISMO \u2013 2\u00aa PARTE \u2013 CAP\u00cdTULO V \u2013 SUICIDAS \u2013 O SUICIDA DA SAMARITANA \u2013 A 7 de abril de 1858, pelas 7 horas da noite, um homem de cerca de 50 anos e decentemente &hellip; <a href=\"https:\/\/xn--regeneraoplanetria-dsb6a7f.com.br\/index.php\/o-suicidio\/\">Continue lendo <span class=\"meta-nav\">&rarr;<\/span><\/a><\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[16],"tags":[],"class_list":["post-385","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-espiritismo"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/xn--regeneraoplanetria-dsb6a7f.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/385","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/xn--regeneraoplanetria-dsb6a7f.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/xn--regeneraoplanetria-dsb6a7f.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/xn--regeneraoplanetria-dsb6a7f.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/xn--regeneraoplanetria-dsb6a7f.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=385"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/xn--regeneraoplanetria-dsb6a7f.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/385\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/xn--regeneraoplanetria-dsb6a7f.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=385"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/xn--regeneraoplanetria-dsb6a7f.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=385"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/xn--regeneraoplanetria-dsb6a7f.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=385"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}