{"id":4502,"date":"2016-09-06T07:01:37","date_gmt":"2016-09-06T10:01:37","guid":{"rendered":"http:\/\/xn--regeneraoplanetria-dsb6a7f.com.br\/?p=4502"},"modified":"2016-09-06T07:02:17","modified_gmt":"2016-09-06T10:02:17","slug":"a-valorizacao-da-injustica","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/xn--regeneraoplanetria-dsb6a7f.com.br\/index.php\/a-valorizacao-da-injustica\/","title":{"rendered":"A Valoriza\u00e7\u00e3o da Injusti\u00e7a"},"content":{"rendered":"<h2><em>Par\u00e1bola contada pelo esp\u00edrito Joanna de \u00c2ngelis a Divaldo Franco.<\/em><\/h2>\n<div class=\"xg_theme\" data-layout-pack=\"benedick\">\n<div id=\"xg_themebody\">\n<div id=\"xg\" class=\"xg_widget_profiles xg_widget_profiles_blog xg_widget_profiles_blog_show\">\n<div id=\"xg_body\">\n<div id=\"column1\" class=\"xg_column xg_span-16\">\n<div id=\"xg_canvas\" class=\"xj_canvas\">\n<div class=\"xg_module xg_blog xg_blog_detail xg_blog_mypage xg_module_with_dialog\">\n<div class=\"xg_module_body\">\n<div class=\"postbody\">\n<div class=\"xg_user_generated\">\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignright\" src=\"https:\/\/scontent.fsdu2-1.fna.fbcdn.net\/v\/t1.0-9\/14142002_1166746296715285_4003467025138879725_n.png?oh=adbf83000b24c263d6a6c31908a2cd44&amp;oe=58859966\" width=\"290\" height=\"134\" \/><\/p>\n<p>Em 1962, Divaldo passou por uma grande prova\u00e7\u00e3o, ficando v\u00e1rios dias sem condi\u00e7\u00f5es de conciliar o sono, hora nenhuma, o que lhe trouxera constante dor de cabe\u00e7a.<br \/>\nNuma ocasi\u00e3o, n\u00e3o suportando mais, quando Joanna lhe apareceu, ele lhe falou:<br \/>\n&#8211; Minha irm\u00e3, a senhora sabe que eu estou passando por um grande problema, uma grande injust<span class=\"text_exposed_show\">i\u00e7a, e n\u00e3o me diz nada?<br \/>\n&#8211; Por isso mesmo eu n\u00e3o te digo nada, porque \u00e9 uma injusti\u00e7a. E como \u00e9 uma injusti\u00e7a, n\u00e3o tem valor, Divaldo.<br \/>\n&#8211; Tu \u00e9s quem est\u00e1 dando valor e quem d\u00e1 valor \u00e0 mentira, deve sofrer o efeito da mentira.<br \/>\nPorque, se tu sabes que n\u00e3o \u00e9 verdade, por que est\u00e1s sofrendo? Eu n\u00e3o j\u00e1 escrevi por tuas m\u00e3os:<br \/>\n\u201cN\u00e3o valorizes o mal\u201d?<br \/>\n&#8211; N\u00e3o tenho outro conselho a dar-te.<br \/>\n&#8211; Mas, minha irm\u00e3, pelo menos me diga umas palavras de conforto moral, porque eu n\u00e3o tenho a quem pedir.<br \/>\n&#8211; Ent\u00e3o, ela falou:<br \/>\n&#8211; Vou dar-te palavras de conforto. N\u00e3o esperes muito.<br \/>\n&#8211; E contou-lhe a seguinte par\u00e1bola:<br \/>\nHavia uma fonte pequena e insignificante, que estava perdida num bosque. Um dia, algu\u00e9m por ali passando, com sede, atirou um balde e retirou \u00e1gua, sorvendo-a em seguida e se foi.<br \/>\nA fonte ficou t\u00e3o feliz que disse de si para consigo:<br \/>\nComo eu gostaria de poder dessedentar os viandantes, j\u00e1 que sou uma \u00e1gua preciosa!<br \/>\nE orou a Deus:<br \/>\n&#8211; Ajuda-me a dessedentar!<br \/>\nDeus deu-lhe o poder. A fonte cresceu e veio \u00e0 borda. As aves e os animais come\u00e7aram a sorv\u00ea-la e ela ficou feliz.<br \/>\nA fonte prop\u00f4s:<br \/>\n&#8211; Que bom \u00e9 ser \u00fatil, matar a sede. Eu gostaria de pedir a Deus que me levasse al\u00e9m dos meus limites, para umedecer as ra\u00edzes das \u00e1rvores e correr a c\u00e9u aberto.<br \/>\nVeio ent\u00e3o a chuva, ela transbordou e tomou-se um c\u00f3rrego.<br \/>\nAnimais, aves, homens, crian\u00e7as e plantas beneficiaram-se dela.<br \/>\nA fonte falou:<br \/>\n&#8211; Meu Deus, que bom \u00e9 ser um c\u00f3rrego! Como eu gostaria de chegar ao mar!<br \/>\nE Deus fez chover abundantemente, informando:<br \/>\nSegue, porque a fatalidade dos c\u00f3rregos e dos rios \u00e9 alcan\u00e7ar o delta e atingir o mar. Vai!<br \/>\nE o riacho tomou-se um rio, o rio avolumou as \u00e1guas. Mas, numa curva do caminho, havia um toro de madeira.<br \/>\nO rio encontrou o seu primeiro impedimento.<br \/>\nEm vez de se queixar, tentou passar por baixo, contornar, mas o tronco de madeira cerceava-lhe os passos. Ele parou, cresceu e o transp\u00f4s tranquilamente.<br \/>\nAdiante, havia seixos, pequeninas pedras que ele carregou e outras inamov\u00edveis, cujo volume ele n\u00e3o poderia remover. Ele parou, cresceu e as transp\u00f4s, at\u00e9 que chegou ao mar. Compreendeste?<br \/>\nMais ou menos.<br \/>\n&#8211; Todos n\u00f3s somos fontes de Deus \u2013 disse ela.<br \/>\n&#8211; E como algu\u00e9m um dia bebeu da linfa que tu carregavas, pediste para chegar \u00e0 borda, e Deus, que \u00e9 amor, atendeu-te.<br \/>\n&#8211; Quiseste atender aos sedentos, e Deus te mandou os Amigos Espirituais para tanto. Desejaste crescer, para alcan\u00e7ar o mar e Deus fez que a Sua miseric\u00f3rdia te impelisse na dire\u00e7\u00e3o do oceano. Estavas feliz.<br \/>\n&#8211; Agora, que surgem empecilhos, por que reclamas?<br \/>\n&#8211; N\u00e3o te permitas queixas.<br \/>\n&#8211; Se surge um impedimento em teu caminho, cala, cresce, transp\u00f5e-no, porque a tua fatalidade \u00e9 o mar, se \u00e9 que queres alcan\u00e7ar o oceano da Miseric\u00f3rdia Divina.<br \/>\n&#8211; Nunca mais lamentes a respeito de nada.<\/span><\/p>\n<p><span class=\"text_exposed_show\">Par\u00e1bola contada pelo esp\u00edrito Joanna de \u00c2ngelis a Divaldo Franco num momento de grande ang\u00fastia do m\u00e9dium.<br \/>\nRio de Janeiro, Agosto de 2010\u00a0<\/span><\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Par\u00e1bola contada pelo esp\u00edrito Joanna de \u00c2ngelis a Divaldo Franco. Em 1962, Divaldo passou por uma grande prova\u00e7\u00e3o, ficando v\u00e1rios dias sem condi\u00e7\u00f5es de conciliar o sono, hora nenhuma, o que lhe trouxera constante dor de cabe\u00e7a. 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