{"id":4883,"date":"2017-03-01T08:22:57","date_gmt":"2017-03-01T11:22:57","guid":{"rendered":"http:\/\/xn--regeneraoplanetria-dsb6a7f.com.br\/?p=4883"},"modified":"2017-03-01T08:22:57","modified_gmt":"2017-03-01T11:22:57","slug":"os-campos-magneticos","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/xn--regeneraoplanetria-dsb6a7f.com.br\/index.php\/os-campos-magneticos\/","title":{"rendered":"OS CAMPOS MAGN\u00c9TICOS"},"content":{"rendered":"<h1>Campos magn\u00e9ticos. Por Orson Peter Carrara<\/h1>\n<p><a href=\"http:\/\/www.redeamigoespirita.com.br\/profiles\/blogs\/campos-magn-ticos-por-orson-peter-carrara\">Rede Amigo Esp\u00edrita<\/a><\/p>\n<div class=\"xg_theme\" data-layout-pack=\"benedick\">\n<div id=\"xg_themebody\">\n<div id=\"xg\" class=\"xg_widget_profiles xg_widget_profiles_blog xg_widget_profiles_blog_show\">\n<div id=\"xg_body\">\n<div id=\"column1\" class=\"xg_column xg_span-16\">\n<div id=\"xg_canvas\" class=\"xj_canvas\">\n<div class=\"xg_module xg_blog xg_blog_detail xg_blog_mypage xg_module_with_dialog\">\n<div class=\"xg_module_body\">\n<div class=\"postbody\">\n<div class=\"xg_user_generated\">\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignright\" src=\"http:\/\/www.segnidalcielo.it\/wp-content\/uploads\/2014\/01\/xcampo-geomagnetico.jpg\" alt=\"Resultado de imagem para fotos de campos magnetico\" width=\"309\" height=\"174\" \/><\/p>\n<p>O leitor naturalmente j\u00e1 ouviu falar de determinados pontos comerciais de nossas cidades onde nada d\u00e1 certo. Tamb\u00e9m n\u00e3o \u00e9 novidade para ningu\u00e9m o famoso \u201cpisar em brasas sem queimar os p\u00e9s\u201d durante a temporada das conhecidas festas juninas espalhadas pelo pa\u00eds. Ou mesmo de acidentes onde morre muita gente e onde sempre h\u00e1 um sobrevivente que nenhum arranh\u00e3o sofreu\u2026 Ou ainda de lugares que parecem atrair acidentes, trag\u00e9dias. E at\u00e9 de determinadas datas ou coincid\u00eancias em que o folclore popular atribui poderes de onde se originam lendas e tradi\u00e7\u00f5es populares, culminando muitas vezes com a nomea\u00e7\u00e3o de lugares ditos \u201cassombrados\u201d. E tamb\u00e9m h\u00e1 a quest\u00e3o das cirurgias espirituais sem anestesia, sem dor ou sangue e muitas vezes com cicatriza\u00e7\u00e3o imediata.<\/p>\n<p>H\u00e1 tamb\u00e9m o tema dos \u201cbenzimentos\u201d, \u201cleitura\u201d das linhas das m\u00e3os, etc., etc.<br \/>\nAssuntos interessantes estes. Mas o que a Doutrina diz destes fatos?<\/p>\n<p>A f\u00e9 na a\u00e7\u00e3o magn\u00e9tica<\/p>\n<p>Busquemos algumas defini\u00e7\u00f5es e transcri\u00e7\u00f5es das obras da Codifica\u00e7\u00e3o:<\/p>\n<p>\u201c(\u2026) Todos os fen\u00f4menos esp\u00edritas t\u00eam por princ\u00edpio a exist\u00eancia da alma, sua sobreviv\u00eancia ao corpo e suas manifesta\u00e7\u00f5es. Sendo tais fen\u00f4menos baseados numa lei da natureza, nada t\u00eam de maravilhoso nem de sobrenatural, no sentido vulgar destes voc\u00e1bulos. Muitos fatos s\u00f3 s\u00e3o considerados sobrenaturais porque se lhes desconhece as causas; assinando-lhe uma causa, o Espiritismo os faz entrar no dom\u00ednio dos fen\u00f4menos naturais. Entre os fatos qualificados como sobrenaturais, h\u00e1 muitos cuja impossibilidade \u00e9 demonstrada pelo Espiritismo, que os coloca entre as cren\u00e7as supersticiosas. Posto que o Espiritismo reconhe\u00e7a em muitas cren\u00e7as populares um fundo de verdade, de modo algum aceita a solidariedade de todas as hist\u00f3rias fant\u00e1sticas, criadas pela imagina\u00e7\u00e3o. (\u2026) 1<br \/>\n\u201c(\u2026) O poder da f\u00e9 recebe uma aplica\u00e7\u00e3o direta e especial na a\u00e7\u00e3o magn\u00e9tica; por ela o homem age sobre o fluido, agente universal, lhe modifica as qualidades e lhe d\u00e1 uma impuls\u00e3o, por assim dizer, irresist\u00edvel. Por isso aquele que, a um grande poder flu\u00eddico normal junta uma f\u00e9 ardente, pode, apenas pela vontade dirigida para o bem, operar esses fen\u00f4menos estranhos de cura e outros que, outrora, passariam por prod\u00edgios e que n\u00e3o s\u00e3o, todavia, sen\u00e3o as consequ\u00eancias de uma lei natural. (\u2026) Mas o Cristo (\u2026) mostrou (\u2026) o que pode o homem quando tem f\u00e9, quer dizer, a vontade de querer(\u2026) Ora, que eram esses milagres sen\u00e3o efeitos naturais cuja causa era desconhecida dos homens de ent\u00e3o, mas que se explica em grande parte hoje, e que se compreender\u00e1 completamente pelo estudo do Espiritismo e do Magnetismo? (\u2026) 2<br \/>\n\u201c(\u2026) O Espiritismo e o Magnetismo nos d\u00e3o a chave de uma infinidade de fen\u00f4menos sobre os quais a ignor\u00e2ncia teceu muitas f\u00e1bulas, em que os fatos s\u00e3o exagerados pela imagina\u00e7\u00e3o. O conhecimento esclarecido dessas duas ci\u00eancias, que se resumem numa s\u00f3, mostrando a realidade das coisas e sua verdadeira causa, \u00e9 o melhor preservativo contra as ideias supersticiosas, porque revela o que \u00e9 imposs\u00edvel, o que est\u00e1 nas leis da Natureza e o que n\u00e3o passa de cren\u00e7a rid\u00edcula. (\u2026)\u201d 3<\/p>\n<p>Magnetismo: como conceitu\u00e1-lo<\/p>\n<p>E qual a defini\u00e7\u00e3o de Magnetismo?<\/p>\n<p>Magnetismo: designa\u00e7\u00e3o comum \u00e0s propriedades caracter\u00edsticas dos campos de influ\u00eancia magn\u00e9tica das pessoas, dos animais e das coisas. Considera-se magnetismo a influ\u00eancia exercida por um indiv\u00edduo ou grupo de indiv\u00edduos na vontade ou na organiza\u00e7\u00e3o de outrem. Chamamos tamb\u00e9m magnetismo ao fen\u00f4meno oficialmente aceito e utilizado pela Ci\u00eancia, que pertence \u00e0 F\u00edsica e se define como sendo a propriedade essencial do \u00edm\u00e3.(*)<\/p>\n<p>Sem adentrar o dom\u00ednio das leis materiais do magnetismo \u2013 que deixamos ao estudo da F\u00edsica \u2013 pensemos na quest\u00e3o espiritual, baseando-nos nas transcri\u00e7\u00f5es acima.<\/p>\n<p>O princ\u00edpio \u00e9 o mesmo: h\u00e1 uma atra\u00e7\u00e3o, uma concentra\u00e7\u00e3o de for\u00e7as. Em curas e cirurgias sem anestesia, curas ou salvamentos inesperados em situa\u00e7\u00f5es de extremo perigo ou nos in\u00fameros casos relatados ou n\u00e3o no in\u00edcio do artigo, existe a forma\u00e7\u00e3o do que podemos designar de campo magn\u00e9tico. Trata-se da concentra\u00e7\u00e3o de for\u00e7as para determinado fim, alcan\u00e7ado de maneira consciente ou n\u00e3o, induzido ou assessorado por Esp\u00edritos ou pela pr\u00f3pria capacidade humana individual ou coletiva.<\/p>\n<p>Assim \u00e9 que, por for\u00e7a magn\u00e9tica, m\u00e9diuns curam; lugares frequentados por Esp\u00edritos em situa\u00e7\u00e3o de apego criam os chamadas \u201ccasas assombradas\u201d; pontos comerciais ou locais impregnados por fluidos emanados de mentes equivocadas estabelecem ambientes onde nada d\u00e1 certo\u2026; cirurgi\u00f5es espirituais utilizam m\u00e9diuns em curas sem anestesia; homens \u201cpisam\u201d em brasas sem se queimar \u2013 isolando a planta dos p\u00e9s; pessoas s\u00e3o isoladas neste campo e nada sofrem em pavorosos acidentes; determinados lugares \u201cparecem\u201d atrair acidentes; \u201cledores\u201d das linhas das m\u00e3os descrevem situa\u00e7\u00f5es \u2013 quando embasados na honestidade \u2013 e \u201cbenzedores\u201d alcan\u00e7am curas que a Medicina n\u00e3o conseguiu resolver\u2026 E nestes dois \u00faltimos exemplos h\u00e1 que se considerar que n\u00e3o s\u00e3o as linhas das m\u00e3os (**) ou o conhecido \u201cgalhinho de arruda\u201d que determinam os efeitos. Estes s\u00e3o apenas apetrechos dispens\u00e1veis, verdadeiras muletas. Na verdade \u00e9 a alma que enxerga, que cura, que tem \u201cvontade de querer\u201d, como citou Kardec.<\/p>\n<p>Como agem os Esp\u00edritos protetores<\/p>\n<p>A esta altura fica oportuno relermos o item a) acima. Os fen\u00f4menos de origem medi\u00fanica ou an\u00edmica prendem-se \u00e0s qualidades da alma, esteja encarnada ou desencarnada. A potencialidade na produ\u00e7\u00e3o de fen\u00f4menos conscientes ou inconscientes est\u00e1 no esp\u00edrito, que alcan\u00e7ou este est\u00e1gio atrav\u00e9s de seu esfor\u00e7o nas sucessivas reencarna\u00e7\u00f5es. N\u00e3o h\u00e1, portanto, nada de sobrenatural em fatos aparentemente inexplic\u00e1veis. Ficamos apenas na pend\u00eancia de conhecer para julgar melhor. E neste caso considere-se que muitos fatos e fen\u00f4menos ainda escapam \u00e0 compreens\u00e3o humana.<\/p>\n<p>O fato final, por\u00e9m, \u00e9 que os pensamentos, a potencialidade da alma alcan\u00e7ada pelo esfor\u00e7o e experi\u00eancia determinam o ambiente pr\u00f3prio em que o ser se movimenta. Sua pr\u00f3pria vontade persistente, suas conquistas anteriores possibilitam-lhe realizar a\u00e7\u00f5es ou provocar fen\u00f4menos \u2013 e aqui \u00e9 importante repetir, consciente ou inconscientemente \u2013 nem sempre compreendidos, mas perfeitamente enquadrados nas Leis Naturais.<\/p>\n<p>\u00c9 pela aplica\u00e7\u00e3o desta fabulosa possibilidade que agem os Esp\u00edritos protetores \u2013 na manipula\u00e7\u00e3o flu\u00eddica em favor do homem \u2013 utilizando-se dos pr\u00f3prios homens na produ\u00e7\u00e3o de fen\u00f4menos inesperados ou direcionando in\u00fameros fatos que despertem o homem dessa sonol\u00eancia espiritual em que muitos ainda nos vinculamos. \u00c9 por esta lei que os afins se atraem, que um ambiente onde se re\u00fanam pessoas amigas e simp\u00e1ticas entre si provoca grande bem estar ou o oposto; \u00e9 por ele que os sonhos se concretizam \u2013 cria-se um campo magn\u00e9tico que \u00e9 alimentado pelo esfor\u00e7o di\u00e1rio e continuado para alcance desse sonho; \u00e9 tamb\u00e9m, infelizmente, onde se engendram grandes trag\u00e9dias \u2013 justamente pela for\u00e7a direcionada. Mas \u00e9 tamb\u00e9m por ele, finalmente, entre tantas outras situa\u00e7\u00f5es, que h\u00e1 permanente solidariedade entre os seres e os mundos, pois estamos todos ligados entre si -mesmo que a dist\u00e2ncias incomensur\u00e1veis \u2013 pois que filhos do mesmo Bondoso Pai de Amor, caminhamos para a felicidade e o progresso.<\/p>\n<p>Liga\u00e7\u00e3o entre Magnetismo e Espiritismo<\/p>\n<p>Os escritores Eliseu F. da Mota Junior, em artigo publicado nesta Revista em fevereiro de 1997 \u2013 Magnetismo e Espiritismo \u2013 (ano LXXI \u2013 n\u00ba 1), e Gil Restani de Andrade com artigo de mesmo nome, na edi\u00e7\u00e3o de agosto de 1999 (ano LXXIV \u2013 n\u00ba 7), aprofundam o assunto inclusive com aspectos hist\u00f3ricos e ricos em informa\u00e7\u00f5es. Eliseu destaca o uso na cura das doen\u00e7as e Gil discorre mais sob o aspecto hist\u00f3rico. Ambos, por\u00e9m, se valem da profunda vincula\u00e7\u00e3o entre o Magnetismo e o Espiritismo, inclusive citando afirma\u00e7\u00e3o de Allan Kardec na Revista Esp\u00edrita 4: \u201cO Magnetismo preparou o caminho do Espiritismo, e os r\u00e1pidos progressos desta \u00faltima Doutrina s\u00e3o devidos, incontestavelmente, \u00e0 vulgariza\u00e7\u00e3o dos conhecimentos sobre o primeiro. Dos fen\u00f4menos do sonambulismo e do \u00eaxtase \u00e0s manifesta\u00e7\u00f5es esp\u00edritas n\u00e3o h\u00e1 mais que um passo; sua conex\u00e3o \u00e9 tal que \u00e9, por assim dizer, imposs\u00edvel falar de um sem falar do outro.\u201d<\/p>\n<p>De ambos os trabalhos citados, transcrevemos parcialmente:<\/p>\n<p>\u201c(\u2026) Mesmer, ao se doutorar, em Viena, em 1765, defendeu a tese \u201cDe Planetarium Influxu\u201d, baseado, principalmente, nas pesquisas de Paracelso. Em 1779, j\u00e1 em Paris, publica \u201cA Mem\u00f3ria sobre a descoberta do Magnetismo Animal\u201d, cujos principais proposi\u00e7\u00f5es s\u00e3o: a) A influ\u00eancia dos astros, uns sobre os outros e sobre os corpos animados; b) O Fluido Universal \u00e9 o grande agente dessa influ\u00eancia; c) Essa a\u00e7\u00e3o rec\u00edproca est\u00e1 submetida a leis mec\u00e2nicas; d) Os corpos gozam de propriedades an\u00e1logas \u00e0s do \u00edm\u00e3; e) Essas propriedades podem ser transmitidas a outros corpos animados e inanimados; f) A mol\u00e9stia \u00e9 apenas a resultante da falta ou do desequil\u00edbrio na distribui\u00e7\u00e3o do magnetismo pelo corpo. (\u2026)\u201d 5<\/p>\n<p>Observe o leitor os itens c) e e) da transcri\u00e7\u00e3o acima. Nas duas proposi\u00e7\u00f5es est\u00e1 a causa dos fen\u00f4menos que estamos comentando.<\/p>\n<p>\u201c(\u2026) O Magnetismo e o Espiritismo s\u00e3o, com efeito, duas ci\u00eancias g\u00eameas, que se completam e explicam uma pela outra, e das duas, a que n\u00e3o quer imobilizar-se n\u00e3o pode chegar ao seu complemento sem se apoiar na sua cong\u00eanere; isoladas uma da outra, det\u00eam-se num impasse; s\u00e3o reciprocamente como a F\u00edsica e a Qu\u00edmica, a Anatomia e a Fisiologia. (\u2026)\u201d 6<\/p>\n<p>A f\u00e9 divina e a f\u00e9 humana<\/p>\n<p>Isto tudo porque estamos imersos num permanente campo de for\u00e7as que se concentram, atraem ou se dispersam por influ\u00eancia do pensamento, mas tamb\u00e9m regido pelas leis f\u00edsicas do Universo, determinantes do equil\u00edbrio deste em todas as \u00e1reas e conhecimentos. Basta ao homem aprofundar esse conhecimento. O leitor poder\u00e1 encontrar muitas refer\u00eancias do Codificador em t\u00e3o empolgante assunto. Em todas as obras da Codifica\u00e7\u00e3o, bem como na Revista Esp\u00edrita, h\u00e1 estudos e cita\u00e7\u00f5es. \u00c9 um assunto para vasta pesquisa que n\u00e3o se resume apenas nas leis f\u00edsicas, mas tem alcance moral pelo uso que permite. S\u00e3o for\u00e7as da alma que concentradas ou atra\u00eddas permitem a forma\u00e7\u00e3o de um campo magn\u00e9tico que envolve lugares ou pessoas, com poder de a\u00e7\u00e3o nas diversas situa\u00e7\u00f5es da vida humana.<\/p>\n<p>Finalmente, at\u00e9 para deixar ao leitor uma refer\u00eancia extraordin\u00e1ria, sugerimos leitura e estudo do cap\u00edtulo XIX de O Evangelho segundo o Espiritismo, especificamente no subt\u00edtulo A F\u00e9 Divina e a F\u00e9 Humana, onde vamos encontrar essa perola de esclarecimento trazido por um esp\u00edrito que assinou Um Esp\u00edrito Protetor, no \u00faltimo par\u00e1grafo do texto citado: \u201c(\u2026) a f\u00e9 \u00e9 humana e divina; se todos os encarnados estivessem bem persuadidos da for\u00e7a que t\u00eam em si se quisessem colocar sua vontade a servi\u00e7o dessa for\u00e7a, seriam capazes de realizar o que, at\u00e9 o presente, chamou-se de prod\u00edgios, e que n\u00e3o \u00e9 sen\u00e3o um desenvolvimento das faculdades humanas.\u201d<\/p>\n<p>Infelizmente, ainda, por\u00e9m, usamos essa for\u00e7a que trazemos em n\u00f3s nas manipula\u00e7\u00f5es de bastidores, no desejo de controle sobre os outros, na tola ilus\u00e3o da perman\u00eancia em cargos ou posses \u2013 como se f\u00f4ssemos donos de algo \u2013, no desespero centralizador ou nas arrog\u00e2ncias da vaidade, realizando os prod\u00edgios contr\u00e1rios que a fraternidade e a Lei de Progresso prop\u00f5e com tanta clareza\u2026<\/p>\n<p>Ainda temos muito o que aprender, n\u00e3o \u00e9 mesmo, leitor?<\/p>\n<p>Orson Peter Carrara<\/p>\n<p>\u2014\u2014\u2014\u2014\u2014\u2014\u2014\u2014\u2014\u2014\u2014\u2014\u2014\u2014\u2014\u2014\u2014\u2014\u2014\u2014\u2014\u2014\u2014\u2013<br \/>\n*Do livro L\u00e9xico Kardequiano, de L. Palhano Jr., editora CELD; grifos nossos.<\/p>\n<p>** Sugerimos leitura em Obras P\u00f3stumas (p\u00e1g. 277 \u2013 1\u00aa edi\u00e7\u00e3o IDE \u2013 tradu\u00e7\u00e3o Salvador Gentile, cap\u00edtulo Minha primeira inicia\u00e7\u00e3o no Espiritismo, segunda parte), onde o Codificador faz interessantes coloca\u00e7\u00f5es sobre leitura de m\u00e3os no subt\u00edtulo A tiara espiritual, em comunica\u00e7\u00e3o de 6 de maio de 1857.<\/p>\n<p>Refer\u00eancias:<\/p>\n<p>1.Revista Esp\u00edrita, de setembro de 1860 (vol. 9, ano III), Edit. Edicel, tradu\u00e7\u00e3o de J\u00falio Abreu Filho. O mesmo artigo foi transcrito pelo Codificador para composi\u00e7\u00e3o do cap\u00edtulo II de O Livro dos M\u00e9diuns<\/p>\n<p>2. O Evangelho segundo o Espiritismo, cap\u00edtulo XIX, itens 5 e 12 (p\u00e1ginas 245 e 250 da 107\u00aa edi\u00e7\u00e3o IDE-Araras-SP, tradu\u00e7\u00e3o Salvador Gentile.<\/p>\n<p>3. O Livro dos Esp\u00edritos, coment\u00e1rio de Kardec \u00e0 quest\u00e3o 555, 3\u00aa edi\u00e7\u00e3o FEESP, tradu\u00e7\u00e3o J. Herculano Pires.<\/p>\n<p>4. Revista Esp\u00edrita, de mar\u00e7o de 1858 (ano I, vol. 3), Editora Edicel, tradu\u00e7\u00e3o de J\u00falio Abreu Filho.<\/p>\n<p>5. Gil Restani de Andrade, Revista Internacional de Espiritismo, agosto de 1999 (ano LXXIV, n\u00ba 7).<\/p>\n<p>6. Eliseu F. da Mota Junior, Revista Internacional de Espiritismo, fevereiro de 1997 (ano LXXI, n\u00ba 1).<\/p>\n<p>FONTE:\u00a0<a href=\"http:\/\/www.oconsolador.com.br\/ano10\/500\/especial.html\" target=\"_blank\" rel=\"nofollow\">http:\/\/www.oconsolador.com.br\/ano10\/500\/especial.html<\/a><\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Campos magn\u00e9ticos. 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