{"id":5529,"date":"2018-01-12T06:34:53","date_gmt":"2018-01-12T08:34:53","guid":{"rendered":"http:\/\/xn--regeneraoplanetria-dsb6a7f.com.br\/?p=5529"},"modified":"2018-01-12T06:34:53","modified_gmt":"2018-01-12T08:34:53","slug":"a-genese-150-anos","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/xn--regeneraoplanetria-dsb6a7f.com.br\/index.php\/a-genese-150-anos\/","title":{"rendered":"A G\u00eanese, 150 anos"},"content":{"rendered":"<div class=\"xg_theme\" data-layout-pack=\"benedick\">\n<div id=\"xg_themebody\">\n<div id=\"xg\" class=\"xg_widget_profiles xg_widget_profiles_blog xg_widget_profiles_blog_show\">\n<div id=\"xg_body\">\n<div id=\"column1\" class=\"xg_column xg_span-16\">\n<div id=\"xg_canvas\" class=\"xj_canvas\">\n<div class=\"xg_module xg_blog xg_blog_detail xg_blog_mypage xg_module_with_dialog\">\n<div class=\"xg_headline xg_headline-img xg_headline-2l\">\n<div class=\"tb\">\n<h1>150 anos de A G\u00eanese: divulga\u00e7\u00e3o e estudo<\/h1>\n<h1><a class=\"nolink\" style=\"font-size: 16px;\">Postado por <\/a><a style=\"font-size: 16px;\" href=\"http:\/\/www.redeamigoespirita.com.br\/profile\/GrupodeEstEspChicoXavier\">Grupo de Est. Esp. Chico Xavier<\/a><a class=\"nolink\" style=\"font-size: 16px;\">\u00a0 \u00a0 \u00a0<\/a><\/h1>\n<h1><a class=\"xg_sprite xg_sprite-view\" style=\"font-size: 16px;\" href=\"http:\/\/www.redeamigoespirita.com.br\/profiles\/blog\/list?user=2zkzgp8noketi\">Exibir blog<\/a><\/h1>\n<\/div>\n<\/div>\n<div class=\"xg_module_body\">\n<div class=\"postbody\">\n<div class=\"xg_user_generated\">\n<p><a href=\"http:\/\/api.ning.com\/files\/wmyh13OgfOtSAfmXOYzEbaOWAQGezFkMH-S2il*VydQ1FustoYRLAf-*SjGK04C*bDp-QUyJ6dSE*8VtAjD4BuhPzHVl6y8W\/anunciocomecepelocomecoJovem5.jpg\" target=\"_self\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"align-full alignright\" src=\"http:\/\/api.ning.com\/files\/wmyh13OgfOtSAfmXOYzEbaOWAQGezFkMH-S2il*VydQ1FustoYRLAf-*SjGK04C*bDp-QUyJ6dSE*8VtAjD4BuhPzHVl6y8W\/anunciocomecepelocomecoJovem5.jpg?width=750\" width=\"293\" height=\"386\" \/><\/a><\/p>\n<p><strong>150 anos de <em>A G\u00eanese<\/em>: divulga\u00e7\u00e3o e estudo<\/strong><\/p>\n<p>Antonio Cesar Perri de Carvalho<\/p>\n<p>Com <em>A G\u00eanese<\/em> completa-se o quinto volume das chamadas Obras B\u00e1sicas da Codifica\u00e7\u00e3o, que foi lan\u00e7ada no dia 6 de janeiro de 1868, em Paris, conforme an\u00fancio da <em>Revista Esp\u00edrita<\/em> de janeiro de 1868.(1)<\/p>\n<p>Allan Kardec destaca no subt\u00edtulo: \u201cA Doutrina Esp\u00edrita \u00e9 o resultado do ensino coletivo e concordante dos esp\u00edritos. A Ci\u00eancia \u00e9 chamada a constituir a G\u00eanese segundo as leis da Natureza. Deus prova sua grandeza e seu poder pela imutabilidade de suas leis, e n\u00e3o pela sua suspens\u00e3o. Para Deus, o passado e o futuro s\u00e3o o presente.\u201d Os temas s\u00e3o desenvolvidos em tr\u00eas partes &#8211; A g\u00eanese segundo o Espiritismo; Os milagres segundo o Espiritismo; As predi\u00e7\u00f5es segundo o Espiritismo -, desdobrando-os em dezoito cap\u00edtulos.<\/p>\n<p>Entre esses temas destacamos no cap\u00edtulo \u201cFundamentos da Revela\u00e7\u00e3o Esp\u00edrita\u201d considera\u00e7\u00f5es amplas e l\u00facidas sobre a quest\u00e3o da revela\u00e7\u00e3o e faz significativa coloca\u00e7\u00e3o: &#8220;[&#8230;] o que caracteriza a revela\u00e7\u00e3o esp\u00edrita \u00e9 que a sua origem \u00e9 divina, que a iniciativa pertence aos esp\u00edritos e que a elabora\u00e7\u00e3o \u00e9 o fruto do trabalho do homem.\u201d(2) Trata-se de clara afirma\u00e7\u00e3o sobre a responsabilidade dos encarnados \u2013 detentores do livre arb\u00edtrio -, notadamente nas condi\u00e7\u00f5es de lideran\u00e7a, gest\u00e3o nas institui\u00e7\u00f5es e as a\u00e7\u00f5es do movimento esp\u00edrita. O Mundo Espiritual orienta, mas as decis\u00f5es dependem de nossas escolhas, o que \u00e9 um incentivo \u00e0 reflex\u00e3o, \u00e0 conscientiza\u00e7\u00e3o e \u00e0 ativa participa\u00e7\u00e3o dos encarnados. Nesse cap\u00edtulo \u00e9 analisada a rela\u00e7\u00e3o entre Espiritismo e Ci\u00eancia: \u201c[&#8230;] o Espiritismo e a Ci\u00eancia se completam reciprocamente; que a Ci\u00eancia, sem o Espiritismo, acha-se impossibilitada de explicar certos fen\u00f4menos somente pelas leis da mat\u00e9ria, e que \u00e9 por haver ignorado o princ\u00edpio espiritual que ela se deteve no meio de t\u00e3o numerosos impasses; que sem a Ci\u00eancia, faltaria apoio e comprova\u00e7\u00e3o ao Espiritismo e ele poderia iludir-se. Se o Espiritismo tivesse vindo antes das descobertas cient\u00edficas, teria sido uma obra abortada, como tudo o que surge antes do seu tempo.\u201d(2) Eis marcante pondera\u00e7\u00e3o, em \u00e9poca em que as religi\u00f5es tradicionais eram dogm\u00e1ticas e n\u00e3o valorizavam a ci\u00eancia: \u201cCaminhando com o progresso, o Espiritismo jamais ser\u00e1 ultrapassado, porque, se novas descobertas lhe demonstrassem que est\u00e1 errado em um determinado ponto, ele se modificaria sobre esse ponto; se uma nova verdade se revela, ele a aceita.\u201d(2)<\/p>\n<p>O Codificador teve a autonomia intelectual para analisar o desenvolvimento do planeta e da civiliza\u00e7\u00e3o procedendo a uma analogia dos chamados dias b\u00edblicos com os per\u00edodos geol\u00f3gicos e de maneira totalmente diferenciada das religi\u00f5es tradicionais. O assunto perisp\u00edrito \u00e9 tratado em v\u00e1rios cap\u00edtulos do livro, ficando mais clara a compreens\u00e3o dos fen\u00f4menos: \u201cO perisp\u00edrito \u00e9 o tra\u00e7o de uni\u00e3o entre a vida corporal e a vida espiritual: \u00e9 por ele que o esp\u00edrito encarnado est\u00e1 em cont\u00ednuo contato com os desencarnados; \u00e9 por ele, enfim, que ocorrem, com o homem, fen\u00f4menos especiais que n\u00e3o t\u00eam sua origem na mat\u00e9ria tang\u00edvel, e que, por essa raz\u00e3o, parecem sobrenaturais.\u201d(2)<\/p>\n<p>Os chamados \u201cmilagres\u201d e as apari\u00e7\u00f5es de Jesus s\u00e3o analisados descortinando-se o mundo espiritual e o conhecimento sobre as propriedades do perisp\u00edrito: \u201cAs apari\u00e7\u00f5es de Jesus ap\u00f3s a sua morte s\u00e3o narradas por todos os evangelistas com detalhes circunstanciados que n\u00e3o permitem que se duvide da realidade do fato. [&#8230;] perfeitamente explicadas pelas leis flu\u00eddicas e pelas propriedades do perisp\u00edrito, e n\u00e3o apresentam nada de anormal com os fen\u00f4menos do mesmo g\u00eanero, dos quais a hist\u00f3ria antiga e contempor\u00e2nea oferece numerosos exemplos, sem deles excetuar a tangibilidade.\u201d(2) A pol\u00eamica sobre o desaparecimento do corpo do Cristo \u00e9 tratada no Cap. XV da 1a. edi\u00e7\u00e3o: \u201cA que se reduziu o corpo carnal? Este \u00e9 um problema cuja solu\u00e7\u00e3o n\u00e3o se pode deduzir, at\u00e9 nova ordem, exceto por hip\u00f3teses, pela falta de elementos suficientes para firmar uma convic\u00e7\u00e3o. Essa solu\u00e7\u00e3o, ali\u00e1s, \u00e9 de uma import\u00e2ncia secund\u00e1ria e n\u00e3o acrescentaria nada aos m\u00e9ritos do Cristo, nem aos fatos que atestam, de uma maneira bem perempt\u00f3ria, sua superioridade e sua miss\u00e3o divina. N\u00e3o pode, pois, haver mais que opini\u00f5es pessoais sobre a forma como esse desaparecimento se realizou, opini\u00f5es que s\u00f3 teriam valor se fossem sancionadas por uma l\u00f3gica rigorosa, e pelo ensino geral dos esp\u00edritos; ora, at\u00e9 o presente, nenhuma das que foram formuladas recebeu a san\u00e7\u00e3o desse duplo controle. Se os esp\u00edritos ainda n\u00e3o resolveram a quest\u00e3o pela unanimidade dos seus ensinamentos, \u00e9 porque certamente ainda n\u00e3o chegou o momento de faz\u00ea-lo, ou porque ainda faltam conhecimentos com a ajuda dos quais se poder\u00e1 resolv\u00ea-la pessoalmente. Entretanto, se a hip\u00f3tese de um roubo clandestino for afastada, poder-se-ia encontrar, por analogia, uma explica\u00e7\u00e3o prov\u00e1vel na teoria do duplo fen\u00f4meno dos transportes e da invisibilidade. (O Livro dos M\u00e9diuns, caps. IV e V.).\u201d(2)<\/p>\n<p>Por outro lado, o tema da atualidade \u2013 transi\u00e7\u00e3o planet\u00e1ria \u2013, \u00e9 apreciado nos cap\u00edtulos de \u201cAs predi\u00e7\u00f5es segundo o Espiritismo\u201d e \u201cOs tempos s\u00e3o chegados\u201d: \u201cOuvimos em todas as partes: S\u00e3o chegados os tempos marcados por Deus, em que grandes acontecimentos ocorrer\u00e3o para a regenera\u00e7\u00e3o da Humanidade. Em que sentido n\u00f3s devemos entender essas palavras prof\u00e9ticas? [&#8230;] Para a maioria dos fieis, elas apresentam qualquer coisa de m\u00edstico e de sobrenatural, parecendo-lhes prenunciadoras da subvers\u00e3o das leis da Natureza. [&#8230;] porque tais palavras n\u00e3o anunciam a perturba\u00e7\u00e3o das leis da Natureza, mas sim o cumprimento dessas leis.\u201d(2) As situa\u00e7\u00f5es de transforma\u00e7\u00f5es t\u00eam parcelas de responsabilidade do ser humano no contexto social e no cen\u00e1rio f\u00edsico, haja vista os atuais conhecimentos sobre o meio ambiente. A grande transforma\u00e7\u00e3o h\u00e1 de ser \u00e9tica e moral: \u201cAt\u00e9 o presente, a humanidade tem realizado progressos incontest\u00e1veis. Os homens, com a sua intelig\u00eancia, chegaram a resultados que jamais haviam sido alcan\u00e7ados, sob o ponto de vista das ci\u00eancias, das artes e do bem-estar material. Ainda lhes falta um imenso progresso a realizar: o de fazerem reinar entre eles a caridade, a fraternidade e a solidariedade, para assegurar o bem-estar moral.\u201d(2)<\/p>\n<p>Nesse contexto, a ideia sobre a nova gera\u00e7\u00e3o n\u00e3o ficaria circunscrita ao ambiente esp\u00edrita, havendo a rela\u00e7\u00e3o entre transi\u00e7\u00e3o e nova gera\u00e7\u00e3o: \u201cTrata-se, pois, muito menos de uma nova gera\u00e7\u00e3o corp\u00f3rea do que de uma nova gera\u00e7\u00e3o de esp\u00edritos. Assim, aqueles que esperam ver a transforma\u00e7\u00e3o ocorrer atrav\u00e9s de efeitos sobrenaturais e maravilhosos, ficar\u00e3o decepcionados.\u201d(2)<\/p>\n<p>Em nossos dias, \u00e9 necess\u00e1rio o estudo desses temas para se evitar interpreta\u00e7\u00f5es superficiais e at\u00e9 estranhas para o per\u00edodo em que vivemos. Interessante s\u00edntese sobre <em>A G\u00eanese<\/em>, logo ap\u00f3s seu lan\u00e7amento, surge em aprecia\u00e7\u00e3o do esp\u00edrito S\u00e3o Lu\u00eds, na <em>Revista Esp\u00edrita<\/em>, de fevereiro de 1868: \u201cA religi\u00e3o, antagonista da Ci\u00eancia, respondia pelo mist\u00e9rio a todas as quest\u00f5es da filosofia c\u00e9ptica. Ela violava as leis da Natureza e as adaptava \u00e0 sua fantasia, para da\u00ed extrair uma explica\u00e7\u00e3o incoerente de seus ensinamentos. V\u00f3s, ao contr\u00e1rio, vos sacrificais \u00e0 Ci\u00eancia; aceitais todos os seus ensinamentos sem exce\u00e7\u00e3o e lhe abris horizontes que ela supunha intranspon\u00edveis. [&#8230;] Um livro escrito sobre esta mat\u00e9ria deve, em consequ\u00eancia, interessar a todos os esp\u00edritos s\u00e9rios.\u201d(1)<\/p>\n<p>Independentemente da pol\u00eamica sobre altera\u00e7\u00f5es na 5a. edi\u00e7\u00e3o francesa dessa obra e das tradu\u00e7\u00f5es feitas a partir da mesma, destacamos que ao ensejo do sesquicenten\u00e1rio do lan\u00e7amento de <em>A G\u00eanese<\/em> torna-se muito necess\u00e1rio a divulga\u00e7\u00e3o e o estudo do mesmo na seara esp\u00edrita.(3)<\/p>\n<p>Kardec, intelectual experimente e inspirado, elaborou <em>A G\u00eanese<\/em> com aprecia\u00e7\u00f5es sobre os fundamentos da revela\u00e7\u00e3o esp\u00edrita e as rela\u00e7\u00f5es com a Ci\u00eancia. Analisa a evolu\u00e7\u00e3o do planeta e do homem, os chamados milagres de Jesus e os conceitos sobre \u201csinais dos tempos\u201d. S\u00e3o temas oportunos para a atualidade. Nesse contexto e ao ensejo da oportuna Campanha \u201cComece pelo Come\u00e7o\u201d, os 150 anos de <em>A G\u00eanese<\/em> deve ser uma motiva\u00e7\u00e3o para se implementar seu estudo, divulga\u00e7\u00e3o e valoriza\u00e7\u00e3o na seara esp\u00edrita.<\/p>\n<p><strong>Refer\u00eancias<\/strong>:<\/p>\n<p>1) Kardec, Allan. Trad. Bezerra, Evandro Noleto. <em>Revista Esp\u00edrita<\/em>. Ano XI. No. 1. 1868. Rio de Janeiro: FEB.<\/p>\n<p>2) Kardec, Allan. Trad. S\u00eaco, Albertina Escudeiro. <em>A g\u00eanese<\/em>. 3.ed. Cap. I, itens 13, 16 e 55; Cap. XIV, item 22; Cap. XV, Itens 61, 67-68; Cap. XVIII, itens 6 e 26. Rio de Janeiro: Ed. CELD. 2010.<\/p>\n<p>3) Artigo: <a href=\"http:\/\/grupochicoxavier.com.br\/a-genese-150-anos-valor-da-obra-e-suas-primeiras-edicoes-francesas\/\" rel=\"nofollow\">http:\/\/grupochicoxavier.com.br\/a-genese-150-anos-valor-da-obra-e-su&#8230;<\/a> (Acesso em 07\/01\/2018).<\/p>\n<p>(Adapta\u00e7\u00e3o do artigo: <a href=\"http:\/\/www.oconsolador.com.br\/ano11\/548\/especial.html\" rel=\"nofollow\">http:\/\/www.oconsolador.com.br\/ano11\/548\/especial.html<\/a>)<\/p>\n<p>(Ex-presidente da FEB e da USE-SP)<\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/www.redeamigoespirita.com.br\/profiles\/blogs\/150-anos-de-a-g-nese-divulga-o-e-estudo\">Rede Amigo Esp\u00edrita<\/a><\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>150 anos de A G\u00eanese: divulga\u00e7\u00e3o e estudo Postado por Grupo de Est. Esp. 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