{"id":5987,"date":"2018-09-03T09:18:19","date_gmt":"2018-09-03T12:18:19","guid":{"rendered":"http:\/\/xn--regeneraoplanetria-dsb6a7f.com.br\/?p=5987"},"modified":"2018-09-03T09:18:19","modified_gmt":"2018-09-03T12:18:19","slug":"o-principio-cientifico-da-libertacao-do-ser","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/xn--regeneraoplanetria-dsb6a7f.com.br\/index.php\/o-principio-cientifico-da-libertacao-do-ser\/","title":{"rendered":"O princ\u00edpio cient\u00edfico da liberta\u00e7\u00e3o do ser"},"content":{"rendered":"<div class=\"xg_theme\" data-layout-pack=\"benedick\">\n<div id=\"xg_themebody\">\n<div id=\"xg\" class=\"xg_widget_forum xg_widget_forum_topic xg_widget_forum_topic_show\">\n<div id=\"xg_body\">\n<div id=\"column1\" class=\"xg_column xg_span-16\">\n<div id=\"xg_canvas\" class=\"xj_canvas\">\n<div class=\"xg_module xg_module_with_dialog\">\n<div class=\"xg_headline xg_headline-img xg_headline-2l\">\n<div class=\"tb\">\n<h1><strong>O princ\u00edpio cient\u00edfico da liberta\u00e7\u00e3o do ser<\/strong><\/h1>\n<h1>&#8211; por Jane Maiolo<\/h1>\n<h1><a class=\"nolink\" style=\"font-size: 16px;\">Publicado por <\/a><a style=\"font-size: 16px;\" href=\"https:\/\/www.redeamigoespirita.com.br\/profile\/JoseAparecidodosSantos\">Amigo Esp\u00edrita<\/a><\/h1>\n<\/div>\n<\/div>\n<div class=\"xg_module_body\">\n<div class=\"discussion\" data-category-id=\"\">\n<div class=\"description\">\n<div class=\"xg_user_generated\">\n<p><a href=\"https:\/\/api.ning.com\/files\/r6x6VArzq64jb*UnQjRkCx5fAz1C2rGaKfBwFWlutmZJyyleX5rEjwcBT1VaLKH7qe45BAFurY3M1VajJeZfxc*O2fXghHcN\/jesusediscipulos.jpg\" target=\"_self\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"align-center alignright\" src=\"https:\/\/api.ning.com\/files\/r6x6VArzq64jb*UnQjRkCx5fAz1C2rGaKfBwFWlutmZJyyleX5rEjwcBT1VaLKH7qe45BAFurY3M1VajJeZfxc*O2fXghHcN\/jesusediscipulos.jpg\" width=\"365\" height=\"232\" \/><\/a><\/p>\n<p><strong>O princ\u00edpio cient\u00edfico da liberta\u00e7\u00e3o do ser<\/strong><\/p>\n<p><strong><em>-Senhor, por ventura sou eu?<\/em><\/strong><\/p>\n<p><strong><em>A narrativa, presente no Evangelho de Mateus, no cap\u00edtulo 26, vers\u00edculo 20 a 29,[1] tem-nos suscitado o entendimento intrigante sobre a inquiri\u00e7\u00e3o dos disc\u00edpulos ao Cristo ap\u00f3s Este anunciar que: \u201cUm de v\u00f3s que est\u00e1 comendo comigo me entregar\u00e1\u201d. A revela\u00e7\u00e3o do Cristo soa como um alarme aos disc\u00edpulos que mergulham no seu mundo consciencial e desejam encontrar as poss\u00edveis culpas que pudessem dar ensejo a uma anunciada trai\u00e7\u00e3o.<\/em><\/strong><\/p>\n<p><strong><em>A desarticula\u00e7\u00e3o emocional do momento faz com que os disc\u00edpulos interroguem ao Cristo: \u201cSenhor, por ventura sou eu?\u201d, aguardando, quem sabe, uma resposta que os pudessem liber\u00e1-los do sentimento da culpabilidade, presente nas suas consci\u00eancias ainda fr\u00e1geis.<\/em><\/strong><\/p>\n<p><strong><em>A quest\u00e3o da culpa remete-nos a um \u201cpecado\u201d, pois onde h\u00e1 \u201cpecado\u201d h\u00e1 culpa.<\/em><\/strong><\/p>\n<p><strong><em>As religi\u00f5es crist\u00e3s foram se estruturando ao longo dos s\u00e9culos, principalmente ap\u00f3s a concess\u00e3o de liberdade de culto Crist\u00e3o, pelo Imperador Constantino e a oficializa\u00e7\u00e3o do Cristianismo como religi\u00e3o do Imp\u00e9rio Romano por Teod\u00f3sio. Ap\u00f3s esse per\u00edodo nascem os dogmas e surge o \u201cpecado\u201d da cruz.<\/em><\/strong><\/p>\n<p><strong><em>A ideia do \u201cpecado\u201d por\u00e9m \u00e9 anterior a essa conquista. Antiga \u00e9 nos manuscritos a cren\u00e7a que somos pecadores por heran\u00e7a de Ad\u00e3o.<\/em><\/strong><\/p>\n<p><strong><em>O pecado de Ad\u00e3o foi lan\u00e7ado a toda a posteridade, conforme diz Paulo \u201cPortanto, como por um homem entrou o pecado no mundo, e pelo pecado a morte, assim tamb\u00e9m a morte passou a todos os homens por isso que todos pecaram.\u201d [2] Com a vinda do Cristo sobre a Terra, no pensamento crist\u00e3o, inicia-se o conceito de que Deus, o Pai, envia seu filho perfeito para nos tirar os pecados. Afirmaria o evangelista Jo\u00e3o \u201cEis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo.\u201d [3]<\/em><\/strong><\/p>\n<p><strong><em>A idade m\u00e9dia seria um campo f\u00e9rtil para a dissemina\u00e7\u00e3o das ideias religiosas que pretendiam um certo controle sobre as mentes dos fi\u00e9is, pois a possibilidade da salva\u00e7\u00e3o eterna estaria condicionada as pr\u00e1ticas religiosas ensinadas pelas institui\u00e7\u00f5es.<\/em><\/strong><\/p>\n<p><strong><em>\u00a0Por\u00e9m, novas perspectivas e auspiciosas esperan\u00e7as surgem nos meados do s\u00e9culo XIX com o advento do Espiritismo, consubstanciado no Consolador Prometido, que nos instrui sobre as etapas necess\u00e1rias da contri\u00e7\u00e3o, da expia\u00e7\u00e3o e da repara\u00e7\u00e3o, a fim de que nos desvinculemos da culpa e libertemo-nos das amarras das impostas penalidades divinas sem remiss\u00e3o.<\/em><\/strong><\/p>\n<p><strong><em>Onde algumas religi\u00f5es crist\u00e3s divisam o \u201cpecado\u201d da cruz, que seus seguidores carregam no dorso, o Espiritismo nos instrui sobre a li\u00e7\u00e3o do perd\u00e3o, da miseric\u00f3rdia e da sobreviv\u00eancia da alma. \u00c9 verdade! Em nossa imortalidade fomos empilhando experi\u00eancia de vida pelos mecanismos da reencarna\u00e7\u00e3o e dentre os reflexos estampados em nossa hist\u00f3ria a culpa tamb\u00e9m retrata os desvios em face da nossa liberdade escolher e agir.<\/em><\/strong><\/p>\n<p><strong><em>Portanto, sorvemos o c\u00e1lice da culpa por vias transversais, seja pela indisciplina ante o buril educativo que adv\u00e9m nas experi\u00eancias externas \u00e0 nossa consci\u00eancia, ou pelo uso da nossa autonomia de escolha, quando desobediente aos ditames da Lei, inscritas na consci\u00eancia, nos remete \u00e0s experi\u00eancias traum\u00e1ticas, caprichosas ou infelizes, que despeda\u00e7am a nossa essencialidade.<\/em><\/strong><\/p>\n<p><strong><em>Os deslizes, falhas e crimes que praticamos, em eras remotas ou atuais, gravados na nossa mem\u00f3ria espiritual, por vezes sobem \u00e0 tona e vibramos na sintonia da desarmonia e da inquieta\u00e7\u00e3o, infligindo-nos o mergulho nos mares profundos da tristeza.<\/em><\/strong><\/p>\n<p><strong><em>Interessante que o prod\u00edgio do D\u00e9j\u00e0 vu, muitas vezes, nos remete a sentimentos de nostalgia ou culpa nos arremessando nos infort\u00fanios da consterna\u00e7\u00e3o.<\/em><\/strong><\/p>\n<p><strong><em>Sensata a recomenda\u00e7\u00e3o da resposta dos esp\u00edritos \u00e0 quest\u00e3o de n\u00famero 242 de O Livro dos Esp\u00edritos, quando nos indicam que quando nos ocupamos com o passado ele \u00e9 presente.[4] A imers\u00e3o nas mem\u00f3rias transatas, principalmente as que trazem um teor de sofrimento e tristeza, estabelece a incurs\u00e3o de uma zona de remorso e passamos a projetar energias dilacerantes no campo mental, desvitalizando-nos e ficando \u00e0 merc\u00ea das invas\u00f5es microbianas fisiops\u00edquicas, muitas vezes alojadas devido \u00e1s predisposi\u00e7\u00f5es m\u00f3rbidas que trazemos registradas no nosso corpo perispiritual.[5]<\/em><\/strong><\/p>\n<p><strong><em>Desse modo, naturalmente adoeceremos os corpos de manifesta\u00e7\u00e3o do esp\u00edrito, imprimindo transtornos de comportamento e por conseguintes desordens depressivas, al\u00e9m de variadas s\u00edndromes e patologias de etiologias estranhas.<\/em><\/strong><\/p>\n<p><strong><em>A mente culpada institui uma usina de toxicidade, entretanto, como nos libertarmos da culpa?<\/em><\/strong><\/p>\n<p><strong><em>\u00a0Andr\u00e9 Luiz, no livro No Mundo Maior, Cap\u00edtulo 4, intitulado \u201cEstudando o c\u00e9rebro\u201d introduz o conceito do \u201cPrinc\u00edpio cient\u00edfico de liberta\u00e7\u00e3o do ser\u201d , ensinando-nos que os rem\u00e9dios e as terapias libertadoras s\u00e3o as mesmas indicadas por Jesus, ou seja, a humildade frente \u00e0s falhas, a reconcilia\u00e7\u00e3o com o advers\u00e1rio, ou seja, com o eu profundo e o perd\u00e3o a si mesmo, sem limites, indicando , tamb\u00e9m, a terapia do desabafo [circunspecto], que \u00e9 um excelente mecanismo para dissipar as energias da culpa que impregnam todo nosso campo mental.[6]<\/em><\/strong><\/p>\n<p><strong><em>Quando adentramos esses quadros graves na nossa exist\u00eancia, pode ser o in\u00edcio de um processo longo de recupera\u00e7\u00e3o da nossa conex\u00e3o com as leis divinas. O esp\u00edrito imortal come\u00e7a a se incomodar com as impress\u00f5es negativas que carrega no arcabou\u00e7o das emo\u00e7\u00f5es e anseia libertar-se das opress\u00f5es.<\/em><\/strong><\/p>\n<p><strong><em>Entendermo-nos filhos de Deus e merecedores das benesses \u00e9 terap\u00eautica das mais sublimes e requintadas. Poderemos nos redimir e afastar os fantasmas da culpa, pois se um ato de amor cobre uma multid\u00e3o de pecados, urge ent\u00e3o n\u00e3o desperdi\u00e7armos ocasi\u00e3o e amar sempre, principalmente a n\u00f3s mesmos! [7]<\/em><\/strong><\/p>\n<p><strong><em>Jane Maiolo<\/em><\/strong><\/p>\n<p><strong><em>\u00a0<\/em><\/strong><\/p>\n<p><strong><em>Refer\u00eancias bibliogr\u00e1ficas:<\/em><\/strong><\/p>\n<p><strong><em>[1] Mateus 26, 20 a 29<\/em><\/strong><\/p>\n<p><strong><em>[2] Romanos 5.12,\u00a0<\/em><\/strong><\/p>\n<p><strong><em>[3] Jo\u00e3o 1,29<\/em><\/strong><\/p>\n<p><strong><em>[4] KARDEC, Allan. O Livro dos Esp\u00edritos, Rio de Janeiro: Ed. FEB , 2007. Perg. 242<\/em><\/strong><\/p>\n<p><strong><em>[5] XAVIER, Francisco C\u00e2ndido e Waldo Vieira. Evolu\u00e7\u00e3o em dois mundos, ditado pelo Andr\u00e9 Luiz, segunda parte &#8211; cap. 19. -Bras\u00edlia \/DF: Ed FEB.<\/em><\/strong><\/p>\n<p><strong><em>[6] XAVIER, Francisco C\u00e2ndido. No Mundo Maior, ditado pelo Andr\u00e9 Luiz, cap.4 -Bras\u00edlia \/DF: Ed FEB.<\/em><\/strong><\/p>\n<p><strong><em>[7] 1 Pedro 4<\/em><\/strong><\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/amigoespirita.ning.com\/profile\/janemaiolo?xg_source=profiles_memberList\" target=\"_self\">Jane Maiolo<\/a><\/p>\n<p><span class=\"font-size-2\">\u00a0<\/span><span class=\"font-size-2\"><a href=\"mailto:janemaiolo@bol.com.br\">janemaiolo@bol.com.br<\/a><\/span><\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O princ\u00edpio cient\u00edfico da liberta\u00e7\u00e3o do ser &#8211; por Jane Maiolo Publicado por Amigo Esp\u00edrita O princ\u00edpio cient\u00edfico da liberta\u00e7\u00e3o do ser -Senhor, por ventura sou eu? 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