{"id":600,"date":"2013-04-10T20:28:27","date_gmt":"2013-04-10T23:28:27","guid":{"rendered":"http:\/\/xn--regeneraoplanetria-dsb6a7f.com.br\/?p=600"},"modified":"2013-05-09T09:18:41","modified_gmt":"2013-05-09T12:18:41","slug":"ha-espiritos","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/xn--regeneraoplanetria-dsb6a7f.com.br\/index.php\/ha-espiritos\/","title":{"rendered":"H\u00e1 Esp\u00edritos?"},"content":{"rendered":"<p>O LIVRO DOS M\u00c9DIUNS &#8211; PRIMEIRA PARTE<\/p>\n<p>No\u00e7\u00f5es preliminares<\/p>\n<p>CAP\u00cdTULO I<\/p>\n<p>H\u00c1 ESP\u00cdRITOS?<\/p>\n<p>1. A d\u00favida, no que concerne \u00e0 exist\u00eancia dos Esp\u00edritos, tem como causa prim\u00e1ria a ignor\u00e2ncia acerca da verdadeira natureza deles. Geralmente, s\u00e3o figurados como seres \u00e0 parte na cria\u00e7\u00e3o e de cuja exist\u00eancia n\u00e3o est\u00e1 demonstrada a necessidade. Muitas pessoas, mais ou menos como as que s\u00f3 conhecem a Hist\u00f3ria pelos romances, apenas os conhecem atrav\u00e9s dos contos fant\u00e1sticos com que foram acalentadas em crian\u00e7a. Sem indagarem se tais contos, despojados dos acess\u00f3rios rid\u00edculos, encerram algum fundo de verdade, essas pessoas unicamente se impressionam com o lado absurdo que eles revelam. Sem se darem ao trabalho de tirar a casca amarga, para achar a am\u00eandoa, rejeitam o todo, como fazem, relativamente \u00e0 religi\u00e3o, os que, chocados por certos abusos, tudo englobam numa s\u00f3 condena\u00e7\u00e3o. Seja qual for a ideia que dos Esp\u00edritos se fa\u00e7a, a cren\u00e7a neles necessariamente se funda na exist\u00eancia de um princ\u00edpio inteligente fora da mat\u00e9ria. Essa cren\u00e7a \u00e9 incompat\u00edvel com a nega\u00e7\u00e3o absoluta deste princ\u00edpio. Tomamos, conseguintemente, por ponto de partida, a exist\u00eancia, a sobreviv\u00eancia e a individualidade da alma, exist\u00eancia, sobreviv\u00eancia e individualidade que t\u00eam no Espiritualismo a sua demonstra\u00e7\u00e3o te\u00f3rica e dogm\u00e1tica e, no Espiritismo, a demonstra\u00e7\u00e3o positiva. Abstraiamos, por um momento, das manifesta\u00e7\u00f5es propriamente ditas e, raciocinando por indu\u00e7\u00e3o, vejamos a que conseq\u00fc\u00eancias chegaremos.<\/p>\n<p>2. Desde que se admite a exist\u00eancia da alma e sua individualidade ap\u00f3s a morte, for\u00e7oso \u00e9 tamb\u00e9m se admita: 1\u00ba, que a sua natureza difere da do corpo, visto que, separada deste, deixa de ter as propriedades peculiares ao corpo; 2\u00ba, que goza da consci\u00eancia de si mesma, pois que \u00e9 pass\u00edvel de alegria, ou de sofrimento, sem o que seria um ser inerte, caso em que possu\u00ed-la de nada nos valeria. Admitido isso, tem-se que admitir que essa alma vai para alguma parte. Que vem a ser feito dela e para onde vai? Segundo a cren\u00e7a vulgar, vai para o c\u00e9u, ou para o inferno. Mas, onde ficam o c\u00e9u e o inferno? Dizia-se outrora que o c\u00e9u era em cima e o inferno embaixo. Por\u00e9m, o que s\u00e3o o alto e o baixo no Universo, uma vez que se conhecem a esfericidade da Terra, o movimento dos astros, movimento que faz com que o que em dado instante est\u00e1 no alto esteja, doze horas depois, embaixo, e o infinito do espa\u00e7o, atrav\u00e9s do qual o olhar penetra, indo a dist\u00e2ncias consider\u00e1veis? Verdade \u00e9 que por lugares inferiores tamb\u00e9m se designam as profundezas da Terra. Mas, que v\u00eam a ser essas profundezas, desde que a Geologia as esquadrinhou? Que ficaram sendo, igualmente, as esferas conc\u00eantricas chamadas c\u00e9u de fogo, c\u00e9u das estrelas, desde que se verificou que a Terra n\u00e3o \u00e9 o centro dos mundos, que mesmo o nosso Sol n\u00e3o \u00e9 \u00fanico, que milh\u00f5es de s\u00f3is brilham no Espa\u00e7o, constituindo cada um o centro de um turbilh\u00e3o planet\u00e1rio? A que ficou reduzida a import\u00e2ncia da Terra, mergulhada nessa imensidade? Por que injustific\u00e1vel privil\u00e9gio este quase impercept\u00edvel gr\u00e3o de areia, que n\u00e3o avulta pelo seu volume, nem pela sua posi\u00e7\u00e3o, nem pelo papel que lhe cabe desempenhar, seria o \u00fanico planeta povoado de seres racionais? A raz\u00e3o se recusa a admitir semelhante nulidade do infinito e tudo nos diz que os diferentes mundos s\u00e3o habitados. Ora, se s\u00e3o povoados, tamb\u00e9m fornecem seus contingentes para o mundo das almas. Por\u00e9m, ainda uma vez, que ter\u00e1 sido feito dessas almas, depois que a Astronomia e a Geologia destru\u00edram as moradas que se lhes destinavam e, sobretudo, depois que a teoria, t\u00e3o racional, da pluralidade dos mundos, as multiplicou ao infinito? N\u00e3o podendo a doutrina da localiza\u00e7\u00e3o das almas harmonizar-se com os dados da Ci\u00eancia, outra doutrina mais l\u00f3gica lhes assina por dom\u00ednio, n\u00e3o um lugar determinado e circunscrito, mas o espa\u00e7o universal: formam elas um mundo invis\u00edvel, em o qual vivemos imersos, que nos cerca e acotovela incessantemente. Haver\u00e1 nisso alguma impossibilidade, alguma coisa que repugne \u00e0 raz\u00e3o? De modo nenhum; tudo, ao contr\u00e1rio, nos afirma que n\u00e3o pode ser de outra maneira. Mas, ent\u00e3o, que vem a ser das penas e recompensas futuras, desde que se lhes suprimam os lugares especiais onde se efetivem? Notai que a incredulidade, com rela\u00e7\u00e3o a tais penas e recompensas, provam geralmente de serem umas e outras apresentadas em condi\u00e7\u00f5es inadmiss\u00edveis. Dizei, em vez disso, que as almas tiram de si mesmas a sua felicidade ou a sua desgra\u00e7a; que a sorte lhes est\u00e1 subordinada ao estado moral; que a reuni\u00e3o das que se votam m\u00fatua simpatia e s\u00e3o boas representa para elas uma fonte de ventura; que, de acordo com o grau de purifica\u00e7\u00e3o que tenham alcan\u00e7ado, penetram e entreveem coisas que almas grosseiras n\u00e3o distinguem, e toda gente compreender\u00e1 sem dificuldade. Dizei mais que as almas n\u00e3o atingem o grau supremo, sen\u00e3o pelos esfor\u00e7os que fa\u00e7am por se melhorarem e depois de uma s\u00e9rie de provas adequadas \u00e0 sua purifica\u00e7\u00e3o; que os anjos s\u00e3o almas que galgaram o \u00faltimo grau da escala, grau que todas podem atingir, tendo boa-vontade; que os anjos s\u00e3o os mensageiros de Deus, encarregados de velar pela execu\u00e7\u00e3o de seus des\u00edgnios em todo o Universo, que se sentem ditosos com o desempenho dessas miss\u00f5es gloriosas, e lhes tereis dado \u00e0 felicidade um fim mais \u00fatil e mais atraente, do que fazendo-a consistir numa contempla\u00e7\u00e3o perp\u00e9tua, que n\u00e3o passaria de perp\u00e9tua inutilidade. Dizei, finalmente, que os dem\u00f4nios s\u00e3o simplesmente as almas dos maus, ainda n\u00e3o purificadas, mas que podem, como as outras, ascender ao mais alto cume da perfei\u00e7\u00e3o e isto parecer\u00e1 mais conforme \u00e0 justi\u00e7a e \u00e0 bondade de Deus, do que a doutrina que os d\u00e1 como criados para o mal e ao mal destinados eternamente. Ainda uma vez: a\u00ed tendes o que a mais severa raz\u00e3o, a mais rigorosa l\u00f3gica, o bom-senso, em suma, podem admitir. Ora, essas almas que povoam o Espa\u00e7o s\u00e3o precisamente o a que se chama Esp\u00edritos. Assim, pois, os Esp\u00edritos n\u00e3o s\u00e3o sen\u00e3o as almas dos homens, despojadas do inv\u00f3lucro corp\u00f3reo. Mais hipot\u00e9tica lhes seria a exist\u00eancia, se fossem seres \u00e0 parte. Se, por\u00e9m, se admitir que h\u00e1 almas, necess\u00e1rio tamb\u00e9m ser\u00e1 se admita que os Esp\u00edritos s\u00e3o simplesmente as almas e nada mais. Se se admite que as almas est\u00e3o por toda parte, ter-se-\u00e1 que admitir, do mesmo modo, que os Esp\u00edritos est\u00e3o por toda parte. Poss\u00edvel, portanto, n\u00e3o fora negar a exist\u00eancia dos Esp\u00edritos, sem negar a das almas.<\/p>\n<p>3. Isto n\u00e3o passa, \u00e9 certo, de uma teoria mais racional do que a outra. Por\u00e9m, j\u00e1 \u00e9 muito que seja uma teoria que nem a raz\u00e3o, nem a ci\u00eancia repelem. Acresce que, se os fatos a corroboram, tem ela por si a san\u00e7\u00e3o do racioc\u00ednio e da experi\u00eancia. Esses fatos se nos deparam no fen\u00f4meno das manifesta\u00e7\u00f5es esp\u00edritas, que, assim, constituem a prova patente da exist\u00eancia e da sobreviv\u00eancia da alma. Muitas pessoas h\u00e1, entretanto, cuja cren\u00e7a n\u00e3o vai al\u00e9m desse ponto; que admitem a exist\u00eancia das almas e, conseguintemente, a dos Esp\u00edritos, mas que negam a possibilidade de nos comunicarmos com eles, pela raz\u00e3o, dizem, de que seres imateriais n\u00e3o podem atuar sobre a mat\u00e9ria. Esta d\u00favida assenta na ignor\u00e2ncia da verdadeira natureza dos Esp\u00edritos, dos quais em geral fazem ideia muito falsa, supondo-os erradamente seres abstratos, vagos e indefinidos, o que n\u00e3o \u00e9 real. Figuremos, primeiramente, o Esp\u00edrito em uni\u00e3o com o corpo. Ele \u00e9 o ser principal, pois que \u00e9 o ser que pensa e sobrevive. O corpo n\u00e3o passa de um acess\u00f3rio seu, de um inv\u00f3lucro, uma veste, que ele deixa, quando usada. Al\u00e9m desse inv\u00f3lucro material, tem o Esp\u00edrito um segundo, semimaterial, que o liga ao primeiro. Por ocasi\u00e3o da morte, despoja-se deste, por\u00e9m n\u00e3o do outro, a que damos o nome de perisp\u00edrito. Esse inv\u00f3lucro semimaterial, que tem a forma humana, constitui para o Esp\u00edrito um corpo flu\u00eddico, vaporoso, mas que, pelo fato de nos ser invis\u00edvel no seu estado normal, n\u00e3o deixa de ter algumas das propriedades da mat\u00e9ria. O Esp\u00edrito n\u00e3o \u00e9, pois, um ponto, uma abstra\u00e7\u00e3o; \u00e9 um ser limitado e circunscrito, ao qual s\u00f3 falta ser vis\u00edvel e palp\u00e1vel, para se assemelhar aos seres humanos. Por que, ent\u00e3o, n\u00e3o haveria de atuar sobre a mat\u00e9ria? Por ser flu\u00eddico o seu corpo? Mas, onde encontra o homem os seus mais possantes motores, sen\u00e3o entre os mais rarificados fluidos, mesmo entre os que se consideram imponder\u00e1veis, como, por exemplo, a eletricidade? N\u00e3o \u00e9 exato que a luz, imponder\u00e1vel, exerce a\u00e7\u00e3o qu\u00edmica sobre a mat\u00e9ria ponder\u00e1vel? N\u00e3o conhecemos a natureza \u00edntima do perisp\u00edrito. Suponhamo-lo, todavia, formado de mat\u00e9ria el\u00e9trica, ou de outra t\u00e3o sutil quanto esta: por que, quando dirigido por uma vontade, n\u00e3o teria propriedade id\u00eantica \u00e0 daquela mat\u00e9ria?<\/p>\n<p>4. A exist\u00eancia da alma e a de Deus, consequ\u00eancia uma da outra, constituindo a base de todo o edif\u00edcio, antes de travarmos qualquer discuss\u00e3o esp\u00edrita, importa indaguemos se o nosso interlocutor admite essa base. Se a estas quest\u00f5es:<\/p>\n<p>Credes em Deus?<\/p>\n<p>Credes que tendes uma alma?<\/p>\n<p>Credes na sobreviv\u00eancia da alma ap\u00f3s a morte? &#8211; responder negativamente, ou, mesmo, se disser simplesmente: N\u00e3o sei; desejara que assim fosse, mas n\u00e3o tenho a certeza disso, o que, quase sempre, equivale a uma nega\u00e7\u00e3o polida, disfar\u00e7ada sob uma forma menos categ\u00f3rica, para n\u00e3o chocar bruscamente o a que ele chama preconceitos respeit\u00e1veis, t\u00e3o in\u00fatil seria ir al\u00e9m, como querer demonstrar as propriedades da luz a um cego que n\u00e3o admitisse a exist\u00eancia da luz. Porque, em suma, as manifesta\u00e7\u00f5es esp\u00edritas n\u00e3o s\u00e3o mais do que efeitos das propriedades da alma. Com semelhante interlocutor, se se n\u00e3o quiser perder tempo, ter-se-\u00e1 que seguir muito diversa ordem de ideias. Admitida que seja a base, n\u00e3o como simples probabilidade, mas como coisa averiguada, incontest\u00e1vel, dela muito naturalmente decorrer\u00e1 a exist\u00eancia dos Esp\u00edritos.<\/p>\n<p>5. Resta agora a quest\u00e3o de saber se o Esp\u00edrito pode comunicar-se com o homem, isto \u00e9, se pode com este trocar ideias. Por que n\u00e3o? Que \u00e9 o homem, sen\u00e3o um Esp\u00edrito aprisionado num corpo? Por que n\u00e3o h\u00e1 de o Esp\u00edrito livre se comunicar com o Esp\u00edrito cativo, como o homem livre com o encarcerado? Desde que admitis a sobreviv\u00eancia da alma, ser\u00e1 racional que n\u00e3o admitais a sobreviv\u00eancia dos afetos? Pois que as almas est\u00e3o por toda parte, n\u00e3o ser\u00e1 natural acreditarmos que a de um ente que nos amou durante a vida se acerque de n\u00f3s, deseje comunicar-se conosco e se sirva para isso dos meios de que disponha? Enquanto vivo, n\u00e3o atuava ele sobre a mat\u00e9ria de seu corpo? N\u00e3o era quem lhe dirigia os movimentos? Por que raz\u00e3o, depois de morto, entrando em acordo com outro Esp\u00edrito ligado a um corpo, estaria impedido de se utilizar deste corpo vivo, para exprimir o seu pensamento, do mesmo modo que um mudo pode servir-se de uma pessoa que fale, para se fazer compreendido?<\/p>\n<p>6. Abstraiamos, por instante, dos fatos que, ao nosso ver, tornam incontest\u00e1vel a realidade dessa comunica\u00e7\u00e3o; admitamo-la apenas como hip\u00f3tese. Pedimos aos incr\u00e9dulos que nos provem, n\u00e3o por simples negativas, visto que suas opini\u00f5es pessoais n\u00e3o podem constituir lei, mas expendendo raz\u00f5es perempt\u00f3rias, que tal coisa n\u00e3o pode dar-se. Colocando-nos no terreno em que eles se colocam, uma vez que entendem de apreciar os fatos esp\u00edritas com o aux\u00edlio das leis da mat\u00e9ria, que tirem desse arsenal qualquer demonstra\u00e7\u00e3o matem\u00e1tica, f\u00edsica, qu\u00edmica, mec\u00e2nica, fisiol\u00f3gica e provem por a mais b, partindo sempre do princ\u00edpio da exist\u00eancia e da sobreviv\u00eancia da alma:<\/p>\n<p>1\u00ba que o ser pensante, que existe em n\u00f3s durante a vida, n\u00e3o mais pensa depois da morte;<\/p>\n<p>2\u00ba que, se continua a pensar, est\u00e1 inibido de pensar naqueles a quem amou;<\/p>\n<p>3\u00ba que, se pensa nestes, n\u00e3o cogita de se comunicar com eles;<\/p>\n<p>4\u00ba que, podendo estar em toda parte, n\u00e3o pode estar ao nosso lado;<\/p>\n<p>5\u00ba que, podendo estar ao nosso lado, n\u00e3o pode comunicar-se conosco;<\/p>\n<p>6\u00ba que n\u00e3o pode, por meio do seu envolt\u00f3rio flu\u00eddico, atuar sobre a mat\u00e9ria inerte;<\/p>\n<p>7\u00ba que, sendo-lhe poss\u00edvel atuar sobre a mat\u00e9ria inerte, n\u00e3o pode atuar sobre um ser animado;<\/p>\n<p>8\u00ba que, tendo a possibilidade de atuar sobre um ser animado, n\u00e3o lhe pode dirigir a m\u00e3o para faz\u00ea-lo escrever;<\/p>\n<p>9\u00ba que, podendo faz\u00ea-lo escrever, n\u00e3o lhe pode responder \u00e0s perguntas, nem lhe transmitir seus pensamentos.<\/p>\n<p>Quando os advers\u00e1rios do Espiritismo nos provarem que isto \u00e9 imposs\u00edvel, aduzindo raz\u00f5es t\u00e3o patentes quais as com que Galileu demonstrou que o Sol n\u00e3o \u00e9 que gira em torno da Terra, ent\u00e3o poderemos considerar-lhes fundadas as d\u00favidas. Infelizmente, at\u00e9 hoje, toda a argumenta\u00e7\u00e3o a que recorrem se resume nestas palavras: N\u00e3o creio, logo isto \u00e9 imposs\u00edvel. Dir-nos-\u00e3o, com certeza, que nos cabe a n\u00f3s provar a realidade das manifesta\u00e7\u00f5es. Ora, n\u00f3s lhes damos, pelos fatos e pelo racioc\u00ednio, a prova de que elas s\u00e3o reais. Mas, se n\u00e3o admitem nem uma, nem outra coisa, se chegam mesmo a negar o que veem, toca-lhes a eles provar que o nosso racioc\u00ednio \u00e9 falso e que os fatos s\u00e3o imposs\u00edveis.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O LIVRO DOS M\u00c9DIUNS &#8211; PRIMEIRA PARTE No\u00e7\u00f5es preliminares CAP\u00cdTULO I H\u00c1 ESP\u00cdRITOS? 1. A d\u00favida, no que concerne \u00e0 exist\u00eancia dos Esp\u00edritos, tem como causa prim\u00e1ria a ignor\u00e2ncia acerca da verdadeira natureza deles. 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