{"id":6085,"date":"2018-10-29T08:10:28","date_gmt":"2018-10-29T10:10:28","guid":{"rendered":"http:\/\/xn--regeneraoplanetria-dsb6a7f.com.br\/?p=6085"},"modified":"2018-10-29T08:11:42","modified_gmt":"2018-10-29T10:11:42","slug":"o-vicio-da-indiferenca","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/xn--regeneraoplanetria-dsb6a7f.com.br\/index.php\/o-vicio-da-indiferenca\/","title":{"rendered":"O v\u00edcio da indiferen\u00e7a."},"content":{"rendered":"<div class=\"xg_headline xg_headline-img xg_headline-2l\">\n<div class=\"tb\">\n<h1>O V\u00cdCIO DA INDIFEREN\u00c7A<\/h1>\n<h3>UM DOS ESTADOS ALIENANTES DO SER, DA SOCIEDADE MODERNA, V\u00cdCIO MENTAL &#8211; A INDIFEREN\u00c7A<\/h3>\n<\/div>\n<\/div>\n<div class=\"xg_module_body\">\n<div class=\"postbody\">\n<div class=\"xg_user_generated\">\n<p><a href=\"http:\/\/api.ning.com\/files\/kl2N9hilPvzulN1*bbWivbMF0sLuv51UxKbA5nngECTNQIqePvAXpBNX0HFvXsFe3W4*MQdK6CFMFqwG4jaCthsKm8mkhYXA\/44699176_1880593752023251_8694097049395658752_n.jpg\" target=\"_self\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"align-full alignright\" src=\"http:\/\/api.ning.com\/files\/kl2N9hilPvzulN1*bbWivbMF0sLuv51UxKbA5nngECTNQIqePvAXpBNX0HFvXsFe3W4*MQdK6CFMFqwG4jaCthsKm8mkhYXA\/44699176_1880593752023251_8694097049395658752_n.jpg\" width=\"318\" height=\"470\" \/><\/a><\/p>\n<div id=\"id_5bd4fc1e816309908592014\" class=\"text_exposed_root text_exposed\">\n<p><strong><em>Nos estados depressivos a apatia se manifesta, n\u00e3o raro, dominando as paisagens emocionais da pessoa. Essa apatia impede a realiza\u00e7\u00e3o das atividades habituais, matando o interesse por quaisquer objetivos. \u00c9 uma indiferen\u00e7a tormentosa, que isola, a pouco e pouco, o paciente do mundo objetivo, alienando-o.<\/em><\/strong><\/p>\n<p><strong><em>Al\u00e9m dessa manifesta\u00e7\u00e3o psicopatol\u00f3gica, h\u00e1 aquela que resulta da vicia\u00e7\u00e3o mental em n\u00e3o se preocupar com as outras pessoas, nem com o lugar onde se encontra. T\u00e3o grave quanto a primeira, essa indiferen\u00e7a prov\u00e9m de v\u00e1rios conflitos, como as decep\u00e7\u00f5es em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 pr\u00f3pria exist\u00eancia, em demasiada valoriza\u00e7\u00e3o do secund\u00e1rio em detrimento do essencial, que \u00e9 a pr\u00f3pria vida e n\u00e3o aqueles que a utilizam egoisticamente, de forma infeliz, com desrespeito pelo seu pr\u00f3ximo, pela sociedade.<\/em><\/strong><\/p>\n<p><strong><em>Noutros casos, h\u00e1 a atitude egoc\u00eantrica, que remanesce da inf\u00e2ncia e n\u00e3o alcan\u00e7ou a maturidade psicol\u00f3gica na idade adulta, sentindo-se o ser desconsiderado, desamparado, sem chance de triunfar; o cansa\u00e7o decorrente de tentativas malogradas de autoafirma\u00e7\u00e3o, de empreendimentos perdidos; o desamor, em raz\u00e3o de haver aplicado mal o sentimento, como troca de interesses ou vig\u00eancia de paix\u00f5es; o abandono de si mesmo pela falta de autoestima&#8230;\u00a0<\/em><\/strong><\/p>\n<p><strong><em>Para esse tipo psicol\u00f3gico \u00e9 mais f\u00e1cil entregar-se \u00e0 indiferen\u00e7a, numa postura fria de inimigo de todos, do que lutar contra as causas desse comportamento.<\/em><\/strong><\/p>\n<p><strong><em>V\u00edcio mental profundamente alienador, arraigado nos derrotistas, a indiferen\u00e7a termina por matar os sentimentos, levando o paciente a patologias mais graves na sucess\u00e3o do tempo.<\/em><\/strong><\/p>\n<p><strong><em>Caracteriza tamb\u00e9m a personalidade esquizofr\u00eanica de muitos t\u00edteres e algozes da Humanidade, a insensibilidade que resulta da indiferen\u00e7a, quando praticam crimes, por mais hediondos sejam.<\/em><\/strong><\/p>\n<p><strong><em>Inicia-se, \u00e0s vezes, numa acomoda\u00e7\u00e3o mental em rela\u00e7\u00e3o aos acontecimentos, como mecanismo de defesa, para poupar-se a trabalho ou a preocupa\u00e7\u00e3o, caracterizado num triste conceito: &#8211; Deixa pra l\u00e1.<\/em><\/strong><\/p>\n<p><strong><em>Toda quest\u00e3o n\u00e3o resolvida, retorna complicada.<\/em><\/strong><\/p>\n<p><strong><em>Ningu\u00e9m se pode manter em indiferen\u00e7a no inevit\u00e1vel processo da evolu\u00e7\u00e3o. A vida \u00e9 movimento e o repouso traduz pobreza de percep\u00e7\u00e3o dos fen\u00f4menos em volta.<\/em><\/strong><\/p>\n<p><strong><em>Terminada uma cerim\u00f4nia religiosa em plena Natureza, fez-se um imenso sil\u00eancio que tomou conta de todos os presentes. Sensibilizado, um jovem disse ao seu pastor:<\/em><\/strong><\/p>\n<p><strong><em>&#8211; Nunca percebi t\u00e3o grande e profundo sil\u00eancio. Ao que o outro respondeu: \u2014 Nunca havia ouvido toda a m\u00fasica das gal\u00e1xias nas suas revolu\u00e7\u00f5es siderais&#8230;<\/em><\/strong><\/p>\n<p><strong><em>Quando a indiferen\u00e7a come\u00e7ar a sinalizar as atividades emocionais, faz-se urgente interromp\u00ea-la, aplicar-lhe a terapia da mudan\u00e7a do centro de interesse emotivo, despertando outras \u00e1reas do sentimento, adormecidas ou virgens, a fim de poupar-se o indiv\u00edduo \u00e0 sua soberania. Acostumando-se-lhe, inicia-se uma vicia\u00e7\u00e3o mental mais dif\u00edcil de ser corrigida, por ter um car\u00e1ter anestesiante, t\u00f3xico, ao largo do tempo.<\/em><\/strong><\/p>\n<p><strong><em>Se o estresse responde pela sua exist\u00eancia, em alguns casos, o relaxamento, acompanhado de novas propostas de vida, produz efeito salutar, que deve ser utilizado.<\/em><\/strong><\/p>\n<p><strong><em>O Fluxo Divino da for\u00e7a da vida \u00e9 incessante, e qualquer indiferen\u00e7a significa rebeldia aos c\u00f3digos do movimento, da a\u00e7\u00e3o, proporcionando hipertrofia do ser e paralisia da alma.<\/em><\/strong><\/p>\n<p><strong><em>Uma an\u00e1lise do pr\u00f3prio fracasso em qualquer campo redunda eficaz, para retirar proveitosa li\u00e7\u00e3o dele e levantar -se para novas tentativas.<\/em><\/strong><\/p>\n<p><strong><em>Nas experi\u00eancias retributivas da afetividade mal direcionada, das quais resulta a s\u00edndrome da indiferen\u00e7a, a escolha pelo amor sem recompensa, pelo bem sem gratid\u00e3o, emula o indiv\u00edduo a sair do gelo interior para os primeiros ardores da emotividade e da autorrealiza\u00e7\u00e3o.<\/em><\/strong><\/p>\n<p><strong><em>Nunca deixar que a indiferen\u00e7a se enra\u00edze. E se, por acaso, crer que a pr\u00f3pria vida n\u00e3o tem sentido nem significado, num gesto honroso de arrebentar algemas, deve experimentar dar-se ao pr\u00f3ximo, a quem deseja viver, a quem, na paralisia e na enfermidade, busca uma quota m\u00ednima de alegria, de companheirismo, de afeto e de paz. Fazendo-o, esse indiv\u00edduo descobre que se encontra consigo mesmo no seu pr\u00f3ximo ao doar-se, assim recuperando a raz\u00e3o e o objetivo para viver em atividade realizadora.<\/em><\/strong><\/p>\n<p><strong><em>Da obra &#8211; Autodescobrimento &#8211; Uma Busca Interior (psicografia Divaldo Pereira Franco &#8211; ditado pelo esp\u00edrito Joanna de \u00c2ngelis)<\/em><\/strong><\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/www.redeamigoespirita.com.br\/profiles\/blogs\/um-dos-estados-alienantes-do-ser-da-sociedade-moderna-v-cio\">Rede Amigo Esp\u00edrita<\/a><\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O V\u00cdCIO DA INDIFEREN\u00c7A UM DOS ESTADOS ALIENANTES DO SER, DA SOCIEDADE MODERNA, V\u00cdCIO MENTAL &#8211; A INDIFEREN\u00c7A Nos estados depressivos a apatia se manifesta, n\u00e3o raro, dominando as paisagens emocionais da pessoa. 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