{"id":6139,"date":"2018-11-27T08:08:37","date_gmt":"2018-11-27T10:08:37","guid":{"rendered":"http:\/\/xn--regeneraoplanetria-dsb6a7f.com.br\/?p=6139"},"modified":"2018-11-27T08:08:37","modified_gmt":"2018-11-27T10:08:37","slug":"o-que-e-o-mal","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/xn--regeneraoplanetria-dsb6a7f.com.br\/index.php\/o-que-e-o-mal\/","title":{"rendered":"O que \u00e9 o mal?"},"content":{"rendered":"<div class=\"xg_headline xg_headline-img xg_headline-2l\">\n<div class=\"tb\">\n<h1><em>O que \u00e9 o mal? <\/em><\/h1>\n<h1><a class=\"nolink\" style=\"font-size: 16px;\">Publicado por\u00a0<\/a><a style=\"font-size: 16px;\" href=\"http:\/\/www.redeamigoespirita.com.br\/profile\/JoseAparecidodosSantos\">Amigo Esp\u00edrita<\/a><a class=\"nolink\" style=\"font-size: 16px;\">\u00a0em\u00a0\u00a0<\/a><a style=\"font-size: 16px;\" href=\"http:\/\/www.redeamigoespirita.com.br\/group\/artigosespiritas\">Artigos Esp\u00edritas<\/a><\/h1>\n<\/div>\n<\/div>\n<div class=\"xg_module_body\">\n<div class=\"discussion\" data-category-id=\"\">\n<div class=\"description\">\n<div class=\"xg_user_generated\">\n<h3>(Por Jane Maiolo e Jorge Hessen)<a class=\"nolink\" style=\"font-size: 16px;\">\u00a0 <\/a><\/h3>\n<p><strong>O que \u00e9 o mal?<\/strong><\/p>\n<p><strong><em>Tu \u00e9s mestre em Israel e n\u00e3o conheces essas coisas?&#8230;<\/em><\/strong><\/p>\n<p><strong>Por Jane Maiolo<\/strong><\/p>\n<p><strong>Jorge Hessen<\/strong><\/p>\n<p><strong><a href=\"http:\/\/api.ning.com\/files\/pm1-tW*nhHiYCXA9pgpyqbDLobkhgfRKpsouV3BBGFvCjydPnGgtEFjEV8UsDQt-5y1tyJhsP*l9NhMBjerxNrqvMcPKsKkE\/maljanemaiolo.png\" target=\"_self\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"align-center alignright\" src=\"http:\/\/api.ning.com\/files\/pm1-tW*nhHiYCXA9pgpyqbDLobkhgfRKpsouV3BBGFvCjydPnGgtEFjEV8UsDQt-5y1tyJhsP*l9NhMBjerxNrqvMcPKsKkE\/maljanemaiolo.png?width=750\" width=\"410\" height=\"162\" \/><\/a><\/strong><\/p>\n<p><strong><em>Uma das maiores indaga\u00e7\u00f5es humanas, desde que o mundo \u00e9 mundo, \u00e9 a quest\u00e3o da exist\u00eancia do mal.<\/em><\/strong><\/p>\n<p><strong><em>O mal existe? Se existe, quem o criou?<\/em><\/strong><\/p>\n<p><strong><em>Afinal, qual poderia ser a defini\u00e7\u00e3o plaus\u00edvel para a quest\u00e3o do mal?<\/em><\/strong><\/p>\n<p><strong><em>Seria o mal a aus\u00eancia do bem, consoante conceituava filosoficamente o pensador Agostinho, te\u00f3logo de Hipona, no fim do s\u00e9culo IV? \u00a0<\/em><\/strong><\/p>\n<p><strong><em>Talvez pud\u00e9ssemos estabelecer que o mal \u00e9 a consequ\u00eancia natural dos nossos atos, na condi\u00e7\u00e3o de incipientes do senso moral e, portanto, desconhecedores dos sentimentos superiores que carregamos no escr\u00ednio da consci\u00eancia.<\/em><\/strong><\/p>\n<p><strong><em>Os Esp\u00edritos asseguram que o mal nada mais \u00e9 do que a ignor\u00e2ncia do bem. E o grau de responsabilidade dos atos varia de acordo com o conhecimento. Assim, em si mesmo, o mal n\u00e3o existe. Ser\u00e1 que o mal pode ser traduzido na forma de sofrimentos, mis\u00e9rias e agravos outros? O mal n\u00e3o \u00e9 uma energia inerte ou for\u00e7a din\u00e2mica que brota por si s\u00f3, por\u00e9m, \u00e9 a reverbera\u00e7\u00e3o natural da escolha equivocada do Esp\u00edrito em sua marcha evolutiva quer corporificado ou incorp\u00f3reo.<\/em><\/strong><\/p>\n<p><strong><em>A vida \u00e9 bancada pela l\u00f3gica das nossas livres escolhas, que podem ser acertadas ou n\u00e3o, portanto, o erro ou o \u201cmal\u201d t\u00eam naturalmente um protagonista, um nome, um sobrenome, um endere\u00e7o ps\u00edquico. Mas n\u00e3o podemos esquecer de que somos perfect\u00edveis e pelas leis divinas da liberdade, somos regidos pelo direito de errar com o dever de reparar o \u201cmal\u201d atrav\u00e9s do servi\u00e7o no bem no limite das nossas for\u00e7as.<\/em><\/strong><\/p>\n<p><strong><em>Portanto, seria o sofrimento um mal?<\/em><\/strong><\/p>\n<p><strong><em>A desventura f\u00edsica \u00e9 o mal?<\/em><\/strong><\/p>\n<p><strong><em>Quais preju\u00edzos morais derivariam da reprodu\u00e7\u00e3o do mal?<\/em><\/strong><\/p>\n<p><strong><em>Se afirmarmos que o sofrimento \u00e9 um mal em si, ent\u00e3o \u00e9 preciso desconsiderar as fases do desenvolvimento que passam os seres vivos, visto que as metamorfoses presentes no reino animal geram cargas de sofrimento f\u00edsico. Agonia, ali\u00e1s, sem o qual n\u00e3o se transformaria em outro ser, tal qual ocorre com a borboleta e o sapo. Da mesma forma ocorre com a cobra\u00a0 e a \u00e1guia que n\u00e3o se metamorfoseariam sem processos \u00e1rduos e doloridos da natureza.<\/em><\/strong><\/p>\n<p><strong><em>Obviamente tais sofrimentos est\u00e3o na ordem natural das coisas, por\u00e9m, h\u00e1 de se pensar e destacar o sofrimento moral humano que \u00e9 uma escolha de cada um.<\/em><\/strong><\/p>\n<p><strong><em>Notemos os panoramas de abandono, solid\u00e3o, maus-tratos, les\u00f5es afetivas, abusos, agress\u00f5es f\u00edsicas e psicol\u00f3gicas, preconceitos, a tudo isso titulamos de mal, embora transit\u00f3rio, mas que n\u00e3o prov\u00e9m de Deus, por\u00e9m, s\u00e3o express\u00f5es materializadas dos comportamentos da criatura humana no uso inconveniente do livre-arb\u00edtrio.<\/em><\/strong><\/p>\n<p><strong><em>Nesse contexto, n\u00e3o podemos admitir que tais males sejam a argamassa para ajustar a cer\u00e2mica amorosa da vontade de Deus. O Criador \u00e9 amor e nos Seus estatutos n\u00e3o h\u00e1 espa\u00e7os para o mal. O Autor da Vida dota-nos de liberdade na consci\u00eancia a fim de aprendermos com o chamado erro (mal), atrav\u00e9s do pr\u00f3prio esfor\u00e7o, para a conquista do bem com foco na eterna felicidade ou aquisi\u00e7\u00e3o definitiva dos sentimentos superiores.<\/em><\/strong><\/p>\n<p><strong><em>O mal se apresenta na consci\u00eancia da gestante que consome crack. Se materializa naquele marido que agride a esposa. Na conduta desacertada que invade a dignidade do trabalhador que jaz furtando na empresa que o emprega. \u00c9 a deslealdade entre amigos. \u00c9 o flerte virtual com pessoas comprometidas afetivamente com outros cora\u00e7\u00f5es.<\/em><\/strong><\/p>\n<p><strong><em>Ampliar a compreens\u00e3o da ess\u00eancia do que consagramos chamar de\u00a0mal\u00a0\u00e9 quest\u00e3o de raz\u00e3o e coer\u00eancia. Lembrando que Deus n\u00e3o \u00e9 o algoz combatente do mal. A rigor, o mal n\u00e3o precisa ser combatido, todavia deve ser suplantado consciente e amorosamente.<\/em><\/strong><\/p>\n<p><strong><em>Seriam a mis\u00e9ria, a desventura, a dor o enigma do mal? Ora, o entendimento sobre o infort\u00fanio ser o mal modifica-se sobremaneira quando se abrange a pluralidade das exist\u00eancias, a imortalidade da alma e a Provid\u00eancia divina. Ali\u00e1s, dimens\u00f5es conceituais e filos\u00f3ficas que o Espiritismo esclarece sem falazes rodeios. Sob esse enfoque, a mis\u00e9ria, as dores, as desilus\u00f5es, a desdita n\u00e3o s\u00e3o tradu\u00e7\u00f5es nem abstra\u00e7\u00f5es do mal, visto que estamos incursos em vastas experi\u00eancias reencarnat\u00f3rias, e muitas vezes nos desafios da adversidade muitos sofredores alcan\u00e7am expandir os sentimentos superiores sob situa\u00e7\u00f5es intensamente desafiadoras.<\/em><\/strong><\/p>\n<p><strong><em>Conclui-se que: O sofrimento h\u00e1 em car\u00e1ter transit\u00f3rio. A mis\u00e9ria n\u00e3o perdura para sempre. A dor \u00e9 passageira. O homem que erra, esbarra circunstancialmente no mal que n\u00e3o \u00e9 permanente. Deus \u00e9 amor, logo \u00e9 soberanamente bom e justo. Deus instituiu o livre-arb\u00edtrio para os todos os seres inteligentes. Deus acata as decis\u00f5es, certas ou erradas, do homem, por isso jamais penitencia.<\/em><\/strong><\/p>\n<p><strong><em>O mal somente se conserva pulsante, palp\u00e1vel, vis\u00edvel enquanto n\u00e3o se percebe a imortalidade e a transitoriedade da forma f\u00edsica na trajet\u00f3ria evolutiva do homem.<\/em><\/strong><\/p>\n<p><strong><em>Por mais que o mal derive dos atos circunstanciais e equivocados do Esp\u00edrito \u00e9 absolutamente l\u00f3gico errarmos e aprendermos com o erro, reparando o equ\u00edvoco pela pr\u00e1tica do bem, a ter bloqueada a consci\u00eancia, perdendo a prerrogativa natural de agirmos livremente, errando e acertando, ante a lei divina da liberdade que jamais se desvincula da lei de responsabilidade.<\/em><\/strong><\/p>\n<p><strong><em>A cada um segundo suas obras, disse Jesus. Por isso, a educa\u00e7\u00e3o moral moldadas nas li\u00e7\u00f5es do Evangelho \u00e9, sem d\u00favida, um dos mais seguros caminhos para a conquista dos sentimentos sublimados.<\/em><\/strong><\/p>\n<p>Refer\u00eancia Bibliogr\u00e1fica<\/p>\n<p>1- Jo\u00e3o 3, 10<\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/amigoespirita.ning.com\/profile\/janemaiolo?xg_source=profiles_memberList\" target=\"_self\">Jane Maiolo<\/a><\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O que \u00e9 o mal? Publicado por\u00a0Amigo Esp\u00edrita\u00a0em\u00a0\u00a0Artigos Esp\u00edritas (Por Jane Maiolo e Jorge Hessen)\u00a0 O que \u00e9 o mal? 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