{"id":6266,"date":"2019-01-31T14:49:07","date_gmt":"2019-01-31T16:49:07","guid":{"rendered":"http:\/\/xn--regeneraoplanetria-dsb6a7f.com.br\/?p=6266"},"modified":"2019-01-31T14:49:07","modified_gmt":"2019-01-31T16:49:07","slug":"as-calamidades-coletivas-perante-a-codificacao-kardeciana","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/xn--regeneraoplanetria-dsb6a7f.com.br\/index.php\/as-calamidades-coletivas-perante-a-codificacao-kardeciana\/","title":{"rendered":"As calamidades coletivas perante a Codifica\u00e7\u00e3o kardeciana"},"content":{"rendered":"<div class=\"xg_theme\" data-layout-pack=\"benedick\">\n<div id=\"xg_themebody\">\n<div id=\"xg\" class=\"xg_widget_profiles xg_widget_profiles_blog xg_widget_profiles_blog_show\">\n<div id=\"xg_body\">\n<div id=\"column1\" class=\"xg_column xg_span-16\">\n<div id=\"xg_canvas\" class=\"xj_canvas\">\n<div class=\"xg_module xg_blog xg_blog_detail xg_blog_mypage xg_module_with_dialog\">\n<div class=\"xg_headline xg_headline-img xg_headline-2l\">\n<div class=\"tb\">\n<h1>As calamidades coletivas perante a Codifica\u00e7\u00e3o kardeciana<\/h1>\n<p><a href=\"http:\/\/www.redeamigoespirita.com.br\/profiles\/blogs\/as-calamidades-coletivas-perante-a-codifica-o-kardeciana-jorge\">Rede Amigo Esp\u00edrita<\/a><\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<div class=\"xg_module_body\">\n<div class=\"postbody\">\n<div class=\"xg_user_generated\">\n<p><a href=\"https:\/\/storage.ning.com\/topology\/rest\/1.0\/file\/get\/928157387?profile=original\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"align-center alignright\" src=\"https:\/\/storage.ning.com\/topology\/rest\/1.0\/file\/get\/928157387?profile=RESIZE_710x\" width=\"379\" height=\"213\" \/><\/a><\/p>\n<p><strong><em>Jorge Hessen<\/em><\/strong><\/p>\n<p><strong><em>jorgehessen@gmail.com\u00a0<\/em><\/strong><\/p>\n<p><strong><em>Bras\u00edlia\/DF<\/em><\/strong><\/p>\n<p><strong><em>\u00a0<\/em><\/strong><\/p>\n<p><strong><em>Para todos os fen\u00f4menos da vida humana, h\u00e1 invariavelmente uma raz\u00e3o de ser. No dicion\u00e1rio Esp\u00edrita, n\u00e3o consta a palavra \u201cacaso\u201d, ainda que as circunst\u00e2ncias se nos afigurem insuport\u00e1veis. A trag\u00e9dia anunciada de Brumadinho (MG) nos exp\u00f5e, de maneira evidente, um dram\u00e1tico evento purgatorial e reparador sob o ponto de vista coletivo.<\/em><\/strong><\/p>\n<p><strong><em>Qual o significado consciencial para cada uma das pessoas que foram vitimadas pelo desmoronamento da barragem da mineradora \u201cVale do Rio Doce\u201d? Cat\u00e1strofe, cuja repercuss\u00e3o deixou o mundo entristecido.<\/em><\/strong><\/p>\n<p><strong><em>Para as calamidades\u00a0coletivas, a Doutrina Esp\u00edrita indica expressivas anota\u00e7\u00f5es presum\u00edveis, apreciando que, nos Estatutos de Deus n\u00e3o h\u00e1 dispositivos para injusti\u00e7as. N\u00e3o deveria ser ocasi\u00e3o para zangas pol\u00edticas e ideol\u00f3gicas adicionadas \u00e0s vocifera\u00e7\u00f5es revoltosas. Isso de nada prospera. A rigor, s\u00f3 alarga a consterna\u00e7\u00e3o dos parentes que permaneceram \u201cvivos\u201d.<\/em><\/strong><\/p>\n<p><strong><em>Para os Benfeitores espirituais, \u201cse h\u00e1 males nesta vida cuja causa prim\u00e1ria \u00e9 o homem, outros h\u00e1, tamb\u00e9m, aos quais, pelo menos na apar\u00eancia, ele \u00e9 completamente estranho e que parecem atingi-lo como por fatalidade. Tal, por exemplo, os flagelos naturais [e &#8220;acidentais&#8221;].\u201d (1) \u00a0Pela reencarna\u00e7\u00e3o e pela destina\u00e7\u00e3o da Terra &#8211; como mundo expiat\u00f3rio &#8211; s\u00e3o compreens\u00edveis as anomalias que o planeta apresenta quanto \u00e0 distribui\u00e7\u00e3o da ventura e da desventura neste planeta.<\/em><\/strong><\/p>\n<p><strong><em>Ali\u00e1s, aberra\u00e7\u00e3o s\u00f3 existe na apar\u00eancia, quando considerada, t\u00e3o-s\u00f3, do ponto de vista da vida presente. \u201cAquele, pois, que muito sofre deve reconhecer que muito tinha a expiar e deve regozijar-se \u00e0 ideia da sua pr\u00f3xima cura. Dele depende, pela resigna\u00e7\u00e3o, tornar proveitoso o seu sofrimento e n\u00e3o lhe estragar o fruto com as suas impaci\u00eancias, visto que, do contr\u00e1rio, ter\u00e1 de recome\u00e7ar.\u201d (2)<\/em><\/strong><\/p>\n<p><strong><em>Ora, &#8220;as grandes provas s\u00e3o quase sempre um ind\u00edcio de um fim de sofrimento e de aperfei\u00e7oamento do Esp\u00edrito, desde que sejam aceitas por amor a Deus\u201d. (3) \u00c9 bem verdade que as cat\u00e1strofes sejam \u201cnaturais\u201d e\/ou \u201cacidentais\u201d, como a de Brumadinho (MG), abatem centenas de pessoas. Nesses acontecimentos, as imagens midi\u00e1ticas, virtuais ou impressas, mostram-nos, com colorido intenso, o drama inenarr\u00e1vel de in\u00fameras pessoas que padecem, enquanto recolhem o que sobrou e choram seus \u201cmortos\u201d.<\/em><\/strong><\/p>\n<p><strong><em>Os flagelos \u201cnaturais\u201d e ou \u201cacidentais\u201d ocorrem e podem fazer o homem avan\u00e7ar moralmente mais depressa. \u00c9 \u00f3bvio que tal situa\u00e7\u00e3o n\u00e3o exime de culpa os respons\u00e1veis da famigerada mineradora.<\/em><\/strong><\/p>\n<p><strong><em>A destrui\u00e7\u00e3o, muitas vezes, \u00e9 inevit\u00e1vel e necess\u00e1ria visando a regenera\u00e7\u00e3o moral dos Esp\u00edritos, que adquirem, em cada nova exist\u00eancia, um novo degrau de aperfei\u00e7oamento. &#8220;Esses transtornos s\u00e3o, frequentemente, necess\u00e1rios para fazerem com que as coisas cheguem, mais prontamente, a uma ordem melhor, realizando-se em alguns anos o que necessitaria de muitos s\u00e9culos.\u201d (4)<\/em><\/strong><\/p>\n<p><strong><em>Dessa maneira, esses a\u00e7oites destruidores t\u00eam utilidade do ponto de vista f\u00edsico, malgrado os males que ocasionam, &#8220;pois eles modificam, algumas vezes, o estado de uma regi\u00e3o; mas o bem, que deles resulta, s\u00f3 \u00e9, geralmente, sentido pelas gera\u00e7\u00f5es futuras.\u201d (5)<\/em><\/strong><\/p>\n<p><strong><em>Antes de reencarnarmos, sob o peso de compromissos morais coletivos, quase sempre, somos informados, no al\u00e9m-t\u00famulo, dos riscos a que estamos sujeitos, das formas pelas quais podemos reparar as faltas morais, por\u00e9m, o fato, por si s\u00f3, n\u00e3o \u00e9 determin\u00edstico, at\u00e9, porque, depende de intermin\u00e1veis circunst\u00e2ncias em nossas vidas a sua consuma\u00e7\u00e3o, uma vez que a Lei de causa e efeito admite flexibilidade, quando o amor rege a vida e &#8220;o amor cobre uma multid\u00e3o de pecados.\u201d (6)<\/em><\/strong><\/p>\n<p><strong><em>Aquele que se compraz na caminhada pelos atalhos do mal, a pr\u00f3pria Lei de causa e efeito (que funciona para que nos resguardemos de n\u00f3s mesmos) se incumbir\u00e1 de traz\u00ea-lo de retorno \u00e0s vias do bem. O passado, embora n\u00e3o seja determinante, influi no presente que, por sua vez, produz reflexos no futuro. Por\u00e9m, cabe a ressalva de que nem todo sofrimento \u00e9 expia\u00e7\u00e3o e ou repara\u00e7\u00e3o. \u00a0No item 9, Cap. V, de O Evangelho Segundo o Espiritismo, Allan Kardec assinala: &#8220;N\u00e3o se deve crer que todo sofrimento que se passa neste mundo seja, necessariamente, o ind\u00edcio de uma determinada falta: trata-se, frequentemente, de simples provas escolhidas pelo Esp\u00edrito para sua purifica\u00e7\u00e3o, para acelerar o seu adiantamento.&#8221; (7)<\/em><\/strong><\/p>\n<p><strong><em>Refer\u00eancias bibliogr\u00e1ficas:<\/em><\/strong><\/p>\n<p><strong><em>(1) KARDEC, Allan. O Evangelho Segundo o Espiritismo, RJ: Ed. FEB, 1989, Cap. V<\/em><\/strong><\/p>\n<p><strong><em>(2) idem Cap. V<\/em><\/strong><\/p>\n<p><strong><em>(3) KARDEC, Allan. O Evangelho Segundo o Espiritismo, RJ: Ed. <\/em><\/strong><strong><em>FEB, 1989, Cap. IX<\/em><\/strong><\/p>\n<p><strong><em>(4) KARDEC, Allan. <\/em><\/strong><strong><em>O Livro dos Esp\u00edritos, RJ: Ed. FEB, 1988. Perg. 737<\/em><\/strong><\/p>\n<p><strong><em>(5) KARDEC, Allan. O Livro dos Esp\u00edritos, RJ: Ed. FEB, 1988. Perg. 739<\/em><\/strong><\/p>\n<p><strong><em>(6) Cf. Primeira Ep\u00edstola de Pedro Cap. 4:8<\/em><\/strong><\/p>\n<p><strong><em>(7) KARDEC, Allan. O Evangelho Segundo o Espiritismo. Rio de Janeiro: Ed. FEB, 1989, Cap. V<\/em><\/strong><\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>As calamidades coletivas perante a Codifica\u00e7\u00e3o kardeciana Rede Amigo Esp\u00edrita Jorge Hessen jorgehessen@gmail.com\u00a0 Bras\u00edlia\/DF \u00a0 Para todos os fen\u00f4menos da vida humana, h\u00e1 invariavelmente uma raz\u00e3o de ser. 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