{"id":648,"date":"2013-04-16T22:09:53","date_gmt":"2013-04-17T01:09:53","guid":{"rendered":"http:\/\/xn--regeneraoplanetria-dsb6a7f.com.br\/?p=648"},"modified":"2013-04-16T22:13:23","modified_gmt":"2013-04-17T01:13:23","slug":"a-psicometria","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/xn--regeneraoplanetria-dsb6a7f.com.br\/index.php\/a-psicometria\/","title":{"rendered":"A Psicometria"},"content":{"rendered":"<p align=\"center\"><span style=\"font-size: 1.5em;\">A psicometria\u00a0<\/span><\/p>\n<p align=\"center\">Resumo do trabalho do Dr Buchanan e de W. Denton<\/p>\n<p align=\"center\">Falemos agora da psicometria, curiosa faculdade ps\u00edquica descoberta pelo Dr. Buchanan, que fundou uma escola de medicina em Cincinnati (Estados Unidos).<\/p>\n<p>Conversando um dia com um cliente, o bispo Simpson, o doutor soube que o bispo, toda vez que tocava num metal, mesmo \u00e0 noite, quando ignorava que o fazia, sentia a influ\u00eancia desse corpo e descobria a natureza dele. Em seguida a essa observa\u00e7\u00e3o, o doutor come\u00e7ou uma s\u00e9rie de experi\u00eancias.<\/p>\n<p>Colocou metais diversos nas m\u00e3os de pessoas de grande sensibilidade e constatou que muitas possu\u00edam o poder de adivinhar pelo tato tal ou tal subst\u00e2ncia, envolvida em papel e impercept\u00edvel \u00e0 vista.<\/p>\n<p>Continuando nessa ordem de id\u00e9ias, o Dr. Buchanan imaginou que os sensitivos poderiam ser afetados do mesmo modo pelo contato de seres vivos. Pessoas de temperamento muito impression\u00e1veis poderiam, colocando a m\u00e3o sobre a cabe\u00e7a ou sobre o corpo, experimentar uma sensa\u00e7\u00e3o correspondente \u00e0 vida \u00edntima. Muitas vezes, mesmo o contato era dispens\u00e1vel.<\/p>\n<p>Poderosos sensitivos, achando-se diante de pessoas doentes, reconheciam a mol\u00e9stia e podiam indicar-lhe a sede.<\/p>\n<p>Eis um g\u00eanero de psicometria que prestaria grande aux\u00edlio aos nossos m\u00e9dicos, quando seus diagn\u00f3sticos n\u00e3o correspondessem \u00e0 sua esperan\u00e7a.<a title=\"\" href=\"file:\/\/\/C:\/Users\/Ratinho\/Documents\/1%20-%20SITE\/21%20-%20artigos%20esp\/01%20-%20Artigos%20Esp%C3%ADritas%20-%20A%20psicometria.doc#_edn1\">[i]<\/a><\/p>\n<p>Dois anos depois de haver feito as suas primeiras descobertas, o Dr. Buchanan encontrou indiv\u00edduos t\u00e3o sensitivos que podiam reconhecer a influ\u00eancia comunicada a uma carta por aquele que a tinha escrito, quando se colocava essa carta sobre a fronte do psic\u00f4metra. \u00c0s vezes, este \u00faltimo podia ainda indicar o car\u00e1ter e os h\u00e1bitos daquele que havia escrito a carta.<\/p>\n<p>Entre aqueles que mais se t\u00eam ocupado de psicometria, deve-se citar em primeiro lugar o eminente ge\u00f3logo William Denton.<\/p>\n<p>Encontrou em sua mulher, em sua irm\u00e3 e num dos seus filhos os mais poderosos exemplos de poder psicom\u00e9trico, e durante mais de vinte anos fez experi\u00eancias nas melhores condi\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>Continuando suas pesquisas em numerosas viagens, e achando-se em contato com muitas pessoas que possu\u00edam mais ou menos o dom psicom\u00e9trico, William Denton publicou os resultados de suas experi\u00eancias em tr\u00eas volumes intitulados: A Alma das Coisas. Vou dar alguns extratos desse curios\u00edssimo livro.<\/p>\n<p>A irm\u00e3 de Denton, Sra. Uridge, foi a primeira pessoa sobre a qual tentou experi\u00eancias.<\/p>\n<p>Sendo muito impression\u00e1vel, essa senhora dentro em pouco se achou em estado de ver e descrever as pessoas que haviam escrito as cartas que se lhe colocavam fechadas sobre a fronte, dizendo mesmo muitas vezes a cor dos cabelos e dos olhos.<\/p>\n<p>Denton concluiu da\u00ed que, se a imagem daquele que escreve uma carta pode gravar-se nela (psiquicamente) durante o pouco tempo em que o papel se lhe acha sob a influ\u00eancia, era justo supor que os rochedos guardavam a impress\u00e3o de tudo quanto os havia rodeado. Foi assim levado a pensar que o ge\u00f3logo poderia obter indica\u00e7\u00f5es sobre o passado e fez experi\u00eancias com f\u00f3sseis, minerais, esp\u00e9cimes arqueol\u00f3gicos. Denton descobriu que o psic\u00f4metra, sem saber em que consistia o esp\u00e9cime que se colocava, embrulhado, na m\u00e3o ou sobre a fronte, via o objeto e tudo o que havia acontecido na sua vizinhan\u00e7a.<\/p>\n<p>Esta vis\u00e3o passava \u00e0s vezes com a rapidez do raio e outras vezes t\u00e3o lentamente e t\u00e3o distintamente que era poss\u00edvel descrev\u00ea-la como uma vista panor\u00e2mica.<\/p>\n<p>A psicometria prestar\u00e1 ao ge\u00f3logo um aux\u00edlio imenso. H\u00e1 per\u00edodos inteiros do passado que ignoramos. A fauna e a flora da Terra durante o per\u00edodo cret\u00e1ceo nos s\u00e3o quase desconhecidas. Que sabemos do come\u00e7o da vida? \u00c9 prov\u00e1vel que n\u00e3o s\u00f3 nos f\u00f3sseis devamos procur\u00e1-la, mas tamb\u00e9m em impress\u00f5es que o psic\u00f4metra pode descobrir.<\/p>\n<p>Formas pequenas ou demasiado inconsistentes para deixarem impress\u00e3o sobre os rochedos poder\u00e3o ser percebidas, e per\u00edodos que nos parecem est\u00e9reis, vazios, mostrar-nos-\u00e3o mir\u00edades de seres que viveram sem deixar tra\u00e7os vis\u00edveis. Tipos de animais, de p\u00e1ssaros e de peixes, de que n\u00e3o temos a menor id\u00e9ia, ser\u00e3o por assim dizer reconstitu\u00eddos e poderemos julgar do conjunto da cria\u00e7\u00e3o org\u00e2nica desde a m\u00f4nada at\u00e9 o homem.<\/p>\n<p>Muitas vezes, viajando de carruagem, a Sra. Denton dizia a seu marido: \u201c&#8230; h\u00e1 chumbo ou cobre nos arredores &#8230;\u201d, e o Sr. Denton verificou a exatid\u00e3o da informa\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>O psic\u00f4metra \u2013 diz ele \u2013 pode seguir o curso dos veios de um metal no interior da terra, como n\u00f3s seguimos o curso de um rio \u00e0 superf\u00edcie desta.<\/p>\n<p>Mas \u2013 acrescenta Denton \u2013 como poderemos saber se as narrativas dos psic\u00f4metras s\u00e3o exatas? Comparando as revela\u00e7\u00f5es de um \u00e0s de outro, como fazemos em astronomia.<\/p>\n<p>Mesmo para o historiador, a psicometria ser\u00e1 \u00fatil, pois a Hist\u00f3ria \u2013 diz Voltaire \u2013 \u00e9 uma enorme mentira.<\/p>\n<p>A biografia de todas as na\u00e7\u00f5es se acha escrita algures e o psic\u00f4metra poder\u00e1 l\u00ea-la. Os ocultistas dizem que todos os acontecimentos passados e presentes est\u00e3o impressos na luz astral e que os videntes podem l\u00ea-los como em um livro.<\/p>\n<p>O psic\u00f4metra \u00e9, em suma, uma esp\u00e9cie de vidente, ou antes um indiv\u00edduo que tem, acordado, as faculdades e as percep\u00e7\u00f5es que o son\u00e2mbulo s\u00f3 possui quando adormecido.<\/p>\n<p>Em lugar de milhares de anos, o psic\u00f4metra pode fazer-nos remontar a milh\u00f5es de anos. Saberemos o que se passava nas \u00e9pocas prim\u00e1rias, secund\u00e1rias, etc.; a espada de um C\u00e9sar ou de um conquistador muito poder\u00e1 dizer-nos sobre o seu car\u00e1ter. A psicometria, em diversos casos, poder\u00e1 servir para a descoberta dos criminosos. Os restos de um indiv\u00edduo assassinado podem contar a sua hist\u00f3ria, pois se acham impregnados da influ\u00eancia dele.<\/p>\n<p>\u201cO peixe \u2013 diz Denton \u2013 nada sabe do oceano a\u00e9reo em que anda o p\u00e1ssaro, e n\u00f3s \u2013 apesar de todos os nossos famosos conhecimentos \u2013 quase nada sabemos do oceano do \u00e9ter que nos cerca. Acredito que a psicometria n\u00e3o passa de um exerc\u00edcio das faculdades da alma e que \u00e9 independente do corpo. O psic\u00f4metra v\u00ea, sem aux\u00edlio dos olhos materiais, quer o passado, quer o presente, tanto o que se acha pr\u00f3ximo como o que est\u00e1 afastado; ouve sons que os ouvidos f\u00edsicos n\u00e3o percebem e viaja sem ser pelos meios ordin\u00e1rios de locomo\u00e7\u00e3o. Entretanto, as numerosas dificuldades que encontramos em nossas experi\u00eancias provaram-me que nos temos aproximado de um terreno desconhecido, mas que apenas o temos costeado.\u201d<\/p>\n<p>V\u00ea o psic\u00f4metra os objetos como n\u00f3s os vemos? \u201cN\u00e3o inteiramente do mesmo modo \u2013 diz a Sra. Denton \u2013. Em certos casos os objetos passam diante do observador com a rapidez do raio; s\u00f3 muito tempo depois eu soube que, por um esfor\u00e7o poderoso da vontade, era poss\u00edvel fixar esses quadros, os quais s\u00e3o reais como tudo o que vemos diariamente. Outras vezes os objetos parecem fixos, mas apenas certas partes deles s\u00e3o vis\u00edveis. Por momentos o psic\u00f4metra se acha transportado ao espa\u00e7o e, movendo-se mais velozmente do que o vento, voa e sente-se desprendido de todo la\u00e7o terrestre.<\/p>\n<p>\u00c9 prov\u00e1vel que este \u00faltimo efeito seja produzido por um desprendimento do corpo ps\u00edquico, que habitualmente s\u00f3 se verifica no sono ou no estado let\u00e1rgico.<\/p>\n<p>Na sua mocidade, a Sra. Denton acreditava que se poderiam obter esses resultados comprimindo as p\u00e1lpebras sobre os olhos, segundo lhe dizia sua m\u00e3e. Mais tarde verificou que a explica\u00e7\u00e3o era pueril e que esse g\u00eanero de efeitos bem se podia aproximar do que Arist\u00f3teles chamava a\u00e7\u00e3o interior do sentido da vis\u00e3o.<\/p>\n<p>Por uma sucess\u00e3o de coincid\u00eancias e experi\u00eancias, o Sr. Denton e sua esposa foram levados a pensar que existia algum la\u00e7o entre essas singulares vis\u00f5es e as realidades da vida exterior. \u00c0s vezes percebe-se como que o fac-s\u00edmile de uma coisa familiar, por\u00e9m o objeto pode tamb\u00e9m ser de todo diferente do que se viu ou conheceu.<\/p>\n<p>Nenhum anatomista sabe o que \u00e9 o \u00f3rg\u00e3o visual ao redor, e bem embara\u00e7ado se veria para explic\u00e1-lo.<\/p>\n<p>\u00c9 o sexto sentido, de que nos falam alguns ocultistas elevados, sentido que come\u00e7a a desenvolver-se entre certos privilegiados das novas gera\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>Haver\u00e1 mesmo um s\u00e9timo sentido, que se desenvolver\u00e1 em futuras ra\u00e7as.<\/p>\n<p>Voltemos \u00e0 Sra. Denton. Entusiasmada com a descoberta do Dr. Buchanan, ela quis fazer experi\u00eancias de acordo com as suas indica\u00e7\u00f5es. Uma tarde, no seu quarto, e na obscuridade, tomou ao acaso uma carta, entre muitas que se achavam em uma gaveta, e colocou-a sobre a fronte. Imediatamente viu o rosto e o busto da pessoa que a escrevera e mesmo o aposento em que se realizara esta opera\u00e7\u00e3o. Depois, riscando um f\u00f3sforo, verificou a exatid\u00e3o da experi\u00eancia.<\/p>\n<p>Embora pratic\u00e1veis em pleno dia, estas experi\u00eancias se tornam muito mais f\u00e1ceis na obscuridade. O psic\u00f4metra pode desenvolver ent\u00e3o inteiramente a sua vis\u00e3o interna, e as suas descri\u00e7\u00f5es s\u00e3o mais n\u00edtidas. N\u00e3o s\u00e3o simples produtos de sua fantasia ou cria\u00e7\u00e3o da sua imagina\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Eis um exemplo:<\/p>\n<p>Em 1872, o Sr. Denton colocou nas m\u00e3os de seu filho (de 12 anos de idade) um peda\u00e7o de cimento proveniente da casa de Sal\u00fastio, em Pomp\u00e9ia. As descri\u00e7\u00f5es desse menino foram tanto mais surpreendentes quanto nada conhecia de Pomp\u00e9ia (nem por leitura, nem por qualquer outro modo) e, entretanto, o que disse dos seus habitantes, dos seus armaz\u00e9ns, das suas festas, da vida di\u00e1ria, do teatro, etc., era perfeitamente exato, segundo se reconheceu posteriormente. As experi\u00eancias foram feitas com grandes intervalos, para evitar tanto quanto poss\u00edvel a transmiss\u00e3o dos pensamentos.<\/p>\n<p>No caso que passo a referir nem mesmo esta explica\u00e7\u00e3o poder\u00e1 servir, pois a experi\u00eancia teve por objeto um f\u00f3ssil da ilha de Cuba. Colocado sobre a fronte da Sra. Denton, ela descreveu muito exatamente onde fora encontrado o f\u00f3ssil, de que era (da \u00e9poca terci\u00e1ria), o que o cercava, a parte da ilha onde o tinham apanhado.<\/p>\n<p>O Sr. Denton nada sabia desse f\u00f3ssil, que lhe fora dado como proveniente de Calabaial, o que indicava uma cidade hispano-americana, por\u00e9m n\u00e3o uma cidade da ilha de Cuba, de prefer\u00eancia a qualquer outro lugar da Am\u00e9rica.<\/p>\n<p>Escrevendo a amigos seus, depois da experi\u00eancia, o Sr. Denton obteve esclarecimentos que concordavam absolutamente com as descri\u00e7\u00f5es de sua esposa.<\/p>\n<p>De outra feita, no meio de mais de duzentos esp\u00e9cimes de todas as esp\u00e9cies, embrulhados em papel, o Sr. Denton tomou um ao acaso e colocou-o sobre a fronte de sua esposa, ignorando de qual se tratava. Mais tarde, abrindo o papel, o Sr. Denton leu sobre o esp\u00e9cime: Mosaico moderno \u2013 Roma.<\/p>\n<p>A descri\u00e7\u00e3o da Sra. Denton versara sobre o templo donde fora tirado esse mosaico.<\/p>\n<p>Reconheceu que n\u00e3o se tratava de pintura, por\u00e9m de cores impressas nos materiais.<\/p>\n<p>\u00c9 necess\u00e1ria a influ\u00eancia magn\u00e9tica para o fen\u00f4meno de psicometria?<\/p>\n<p>De modo algum \u2013 responde o Sr. Denton \u2013; Esta influ\u00eancia nunca deve ser aceita pelo psic\u00f4metra, exceto em casos muito raros.<\/p>\n<p>Deve o olhar do psic\u00f4metra ser dirigido para o espa\u00e7o ou para algum objeto donde pareceu emanarem as vis\u00f5es? N\u00e3o \u2013 diz ainda o Sr. Denton \u2013; o psic\u00f4metra n\u00e3o precisa de olhar os objetos. Em 90 casos sobre 100, v\u00ea muito mais do que pode descrever; ele n\u00e3o precisa de evocar vis\u00f5es; elas lhe chegam em multid\u00e3o e como que dotadas de vida e movimento.<\/p>\n<p>O valor dessas vis\u00f5es depende sobretudo da habilidade do psic\u00f4metra em distinguir a natureza das duas influ\u00eancias ou da sua origem, de modo a se tornar ativo para uma influ\u00eancia e passivo para outras.<\/p>\n<p>A fim de provar que esses fen\u00f4menos n\u00e3o s\u00e3o pessoais ao Dr. Buchanan ou \u00e0 fam\u00edlia Denton, vou contar um caso referido pela Sra. Hardinge-Britten, esposa de um doutor ingl\u00eas.<\/p>\n<p>Por volta de 1882, uma reuni\u00e3o de despedida se realizara na casa do coronel Kate, muito conhecido em Filad\u00e9lfia. Um dos visitantes pediu-lhe permiss\u00e3o para apresentar um amigo que ningu\u00e9m conhecia.<\/p>\n<p>No fim da reuni\u00e3o, esse cavalheiro disse que trouxera o seu amigo a fim de obter (se poss\u00edvel fosse um) a descri\u00e7\u00e3o psicom\u00e9trica de um pequeno embrulho que tirou do bolso. Embora houvesse cerca de 60 pessoas presentes, seguiu-se a esse pedido um sil\u00eancio completo, at\u00e9 o momento em que a senhora a quem era oferecida aquela festa \u00edntima lan\u00e7ou m\u00e3o do embrulho.<\/p>\n<p>Ignorava-se que aquela senhora fosse psic\u00f4metra, pois desde muitos anos n\u00e3o exercitava esse dom. Movida por um impulso repentino, declarou que se sentia transportada a milhares de anos atr\u00e1s, sobre as margens do Nilo, e descreveu bandos de eg\u00edpcios inclinando-se diante de uma pedra alta e volumosa, cuja ponta era dirigida para o c\u00e9u. Durante tr\u00eas quartos de hora falou de v\u00e1rias \u00e9pocas, em que outras na\u00e7\u00f5es se haviam reunido aos eg\u00edpcios para levantar da terra a elevada pedra, em cuja base se encontravam diversas medalhas semelhantes \u00e0quela que estava no embrulho. Disse em seguida que essa pedra fora transportada para fora do Egito e que se achava atualmente em uma doca.<\/p>\n<p>O cavalheiro informou ent\u00e3o \u00e0s pessoas presentes que o embrulho continha uma medalha, que mostrou, e que fora encontrada com muitas outras no Egito, debaixo da agulha de Cle\u00f3patra; que o Governo dos Estados Unidos acabava de compr\u00e1-la. Essa agulha se encontrava naquele momento em uma doca de Nova Iorque.<\/p>\n<p>O que mais espantou os assistentes n\u00e3o foi apenas a exatid\u00e3o das descri\u00e7\u00f5es, por\u00e9m o fato surpreendente de que a hist\u00f3ria do pa\u00eds, dos habitantes, do mon\u00f3lito, etc., estivesse tamb\u00e9m gravada nessa medalha de um modo por assim dizer oculto. Essa narrativa \u00e9 garantida de modo absoluto pela Sra. Hardinge-Britten, que a publicou.<\/p>\n<p>Desde ent\u00e3o, muitos psic\u00f4metras surgiram, tanto na Inglaterra como na Am\u00e9rica, e, como diz W. Denton:<\/p>\n<p>\u201cA psicometria pode alargar o dom\u00ednio de todas as ci\u00eancias, por\u00e9m os s\u00e1bios a receber\u00e3o a princ\u00edpio com desconfian\u00e7a, se n\u00e3o com hostilidade.<\/p>\n<p>Uma pedra das ruas ou dos muros de Jerusal\u00e9m \u00e9 como que uma biblioteca com a hist\u00f3ria do povo judeu. Os acontecimentos mais ignorados, dos tempos pr\u00e9-hist\u00f3ricos, podem ser por n\u00f3s conhecidos e, para v\u00ea-los, basta abrirmos os nossos olhos ps\u00edquicos. Um peda\u00e7o de uma coluna de Babil\u00f4nia pode p\u00f4r-nos ao corrente do que era a Ass\u00edria h\u00e1 4.000 anos.\u201d<\/p>\n<p>No seu curioso livro, Denton relata suas numerosas experi\u00eancias, algumas das quais s\u00e3o realmente espantosas.<\/p>\n<p>Evidentemente, a psicometria \u00e9 uma nova mina aberta aos pesquisadores, por\u00e9m estou convencido de que os adeptos da rotina nos h\u00e3o de falar em vis\u00f5es, auto-sugest\u00f5es, transporte de pensamentos, enfim dedilhar\u00e3o toda a lira cient\u00edfica, de prefer\u00eancia a confessar que existem coisas que eles ignoram.<\/p>\n<div>\n<div>\n<p>Em Londres h\u00e1 diversos, que prestam grandes servi\u00e7os.<\/p>\n<p>(Extra\u00eddo do site www.autoresespiritasclassicos.com)<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A psicometria\u00a0 Resumo do trabalho do Dr Buchanan e de W. 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