{"id":8790,"date":"2019-06-30T13:11:32","date_gmt":"2019-06-30T16:11:32","guid":{"rendered":"http:\/\/xn--regeneraoplanetria-dsb6a7f.com.br\/?p=8790"},"modified":"2019-06-30T13:13:25","modified_gmt":"2019-06-30T16:13:25","slug":"culpa-e-direito-de-errar","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/xn--regeneraoplanetria-dsb6a7f.com.br\/index.php\/culpa-e-direito-de-errar\/","title":{"rendered":"CULPA E DIREITO DE ERRAR"},"content":{"rendered":"\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"aligncenter is-resized\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"http:\/\/xn--regeneraoplanetria-dsb6a7f.com.br\/wp-content\/uploads\/2019\/06\/image-1.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-8792\" width=\"287\" height=\"287\" srcset=\"https:\/\/xn--regeneraoplanetria-dsb6a7f.com.br\/wp-content\/uploads\/2019\/06\/image-1.png 225w, https:\/\/xn--regeneraoplanetria-dsb6a7f.com.br\/wp-content\/uploads\/2019\/06\/image-1-150x150.png 150w\" sizes=\"auto, (max-width: 287px) 100vw, 287px\" \/><\/figure><\/div>\n\n\n\n<p><strong>CULPA E DIREITO DE ERRAR<\/strong><\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\"><a href=\"https:\/\/jorgehessenestudandoespiritismo.blogspot.com\/2019\/06\/culpa-e-direito-de-errar-jorge-hessen.html\">\u201cCulpa e direito de errar\u201d (Jorge Hessen) <\/a><\/h3>\n\n\n\n<p><em>Mois\u00e9s nos aconselhou O QUE N\u00c3O DEVEMOS FAZER em nossa trajet\u00f3ria evolutiva, posteriormente, Jesus ensinou O QUE DEVEMOS FAZER e o Espiritismo sugere COMO FAZER. Essas reflex\u00f5es nos remeteram ao \u201cProjeto Espiritizar\u201d volumoso estudo da colet\u00e2nea psicol\u00f3gica de Joana de Angelis organizado pela Federa\u00e7\u00e3o esp\u00edrita do estado de Mato Grosso, do qual nos situamos como hum\u00edlimo educando. <\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em>Dentre m\u00faltiplos temas propostos pelo projeto,\nnomeamos o subtema \u201cCulpa e direito de errar\u201d, do m\u00f3dulo \u201cDiretrizes seguras para\nlibertar-se da culpa\u201d, que abreviaremos nas reflex\u00f5es a seguir.<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em>O movimento da culpa \u00e9 resultante do culto ao\nperfeccionismo, eis a\u00ed um capcioso quisto psicol\u00f3gico. Quando erramos, ao inv\u00e9s\nde assumirmos atitudes reparadoras, cultuamos uma perfei\u00e7\u00e3o impratic\u00e1vel e nos\nacusamos peremptoriamente, por conseguinte n\u00e3o nos consentimos o direito de\nerrar com a correspondente obriga\u00e7\u00e3o de reparar.<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em>\u00c9 importante aprendermos e refletirmos com os\nerros, assumindo corajosamente a cogente repara\u00e7\u00e3o dos mesmos. Por\u00e9m, se\nmergulharmos na s\u00edndrome da in\u00fatil culpa, minamos a autoestima e nos punimos,\nproduzindo, assim, todo um estado ps\u00edquico de ang\u00fastia. Deste modo, nos\nmagoamos com agente mesmos e conservamos uma esp\u00e9cie de ferida aberta na\nconsci\u00eancia, apunhalando-a sem tr\u00e9guas. \u00c0 vista disso, n\u00e3o vivemos\nequilibradamente e transformamos nossos anseios em azedumes, m\u00e1goas, mau humor\nacoplados ao cortejo de antipatias, projetando nos outros os detritos ps\u00edquicos\nque empilhamos. <\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em>Urge nos permitirmos o direito de errar. At\u00e9\nporque fomos criados simples e ignorantes. Ademais, como \u00e9 poss\u00edvel, em nosso\natual est\u00e1gio evolutivo, acertar sempre? Isso \u00e9 imposs\u00edvel! Assim raciocinando,\n\u00e9 f\u00e1cil perceber que a culpa \u00e9 intensamente injusta conosco, porque ela n\u00e3o nos\npermite o direito de errar, ali\u00e1s, direito que Deus nos proporcionou. At\u00e9 porque,\nfomos criados simples e ignorantes a fim de que evolu\u00edssemos gradualmente,\nerrando e acertando at\u00e9 chegarmos \u00e0 perfei\u00e7\u00e3o relativa, quando atingiremos o\nn\u00edvel do \u201cGuia e Modelo\u201d da humanidade a partir de ent\u00e3o n\u00e3o erraremos mais.<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em>\u00c9 cren\u00e7a vulgar e equivocada admitir a Justi\u00e7a\nDivina como condenat\u00f3ria e punitiva. As Leis de Deus, incrustradas na\nconsci\u00eancia humana, n\u00e3o s\u00e3o punitivas, por\u00e9m s\u00e3o educativas (prova\u00e7\u00e3o) e\nreeducativas (expia\u00e7\u00e3o). Ora, se n\u00e3o nos permitimos o direito de errar e o\ndever de acertar, permaneceremos numa atitude pregui\u00e7osa passiva e acomodada.\nPara evitar que isso ocorra, \u00e9 urgente movimentarmo-nos ativamente para a\nfor\u00e7osa repara\u00e7\u00e3o ante os equ\u00edvocos deliberados. <\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em>Para tal, urge reflex\u00e3o consciencial, esfor\u00e7o para\nnos harmonizarmos com as Leis divinas, coragem para pacificarmos nosso eu e\ndesenvolvermos virtudes, evidentemente tudo isso \u00e9 muito custoso. Mas n\u00e3o\npodemos permitir os extremos, ou seja, nem exigirmos de n\u00f3s perfei\u00e7\u00e3o e nem\ningressarmos na neglig\u00eancia de aperfei\u00e7oamento, sen\u00e3o nos enleamos nas\ntormentas ao inv\u00e9s de harmonizarmos com n\u00f3s mesmos (em ess\u00eancia). <\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em>As quedas morais das experi\u00eancias transatas n\u00e3o\nh\u00e3o como alter\u00e1-las, porque a compuls\u00e3o da culpa que trazemos de ontem somente\nser\u00e1 decomposta gradativamente, entretanto tudo que diz respeito aos erros do\npresente podemos mudar. Como? J\u00e1 n\u00e3o nutrindo o mecanismo da inutilidade da\nculpa quando erramos hoje. Sim, podemos alterar-lhe, tendo consci\u00eancia de que\npodemos errar, todavia temos a obriga\u00e7\u00e3o de reparar o erro de forma amorosa,\nbancando o bem na fronteira das nossas energias.<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em>A culpa \u00e9 um anseio de prepot\u00eancia e onipot\u00eancia\nporque cobi\u00e7amos assumir os atributos de Deus ao divergirmos da Lei de\nmiseric\u00f3rdia e da Lei de amor, justi\u00e7a e caridade. Ora, se Deus n\u00e3o nos pune,\nent\u00e3o institu\u00edmos uma lei particular e atrav\u00e9s de um auto decreto infligimos a\nlei de autopuni\u00e7\u00e3o.<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em>Naturalmente na condi\u00e7\u00e3o de seres humanos\nacertamos e erramos consecutivamente. Ou seja, temos sucessos ou desacertos nos\nempreendimentos da vida. Um aprendiz consciente aprende mediante a experi\u00eancia\nque nem sempre \u00e9 laureada de sucesso. Em verdade, o aprendiz consciente\nobjetiva o acerto, mas n\u00e3o na exig\u00eancia de acertar, por\u00e9m se esfor\u00e7a em dar o\nmelhor sem paranoides e sem desleixos desculpistas, porque \u00e9 consciente e como\ntal, se v\u00ea como aprendiz respons\u00e1vel. <\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em>Com efeito, se errar o foco dele ser\u00e1 no\naprendizado em rela\u00e7\u00e3o ao erro porque a exclusiva atitude positiva e proativa\nfrente ao erro \u00e9 aprender com ele. Ent\u00e3o o aprendiz se esfor\u00e7ar\u00e1 para dar o\nmelhor, admitindo que nesse movimento pode equivocar e ao errar aprender\u00e1 e\nreparar\u00e1 o engano quantas vezes forem necess\u00e1rias. <\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em>Por outro lado, o perfeccionista n\u00e3o quer errar,\nporque cr\u00ea que o erro traz puni\u00e7\u00e3o e como j\u00e1 est\u00e1 cansado de ser penitenciado\nescolhe desenvolver a agreste culpa. Naturalmente sob o v\u00e9u do perfeccionismo\nest\u00e1 embutida a soberba egoica. Por causa disso, quando acerta blasona, mas\nquando erra se percebe como um asno e se arremessa no despenhadeiro da culpa. \u00c9\nessa dualidade que sobrev\u00e9m ao perfeccionista. <\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em>A pessoa que acredita que a perfei\u00e7\u00e3o \u00e9 o limite\nentra no processo de autoflagela\u00e7\u00e3o, porque percebe como dif\u00edcil e ilus\u00f3ria\nqualquer aspira\u00e7\u00e3o libertadora. Na verdade, n\u00e3o \u00e9 dif\u00edcil, \u00e9 fadigoso, porque\nprecisa larguear o amor para governar todas as demais virtudes que transmutar\u00e3o\no processo de culpa. Porque a imprest\u00e1vel culpa \u00e9 um movimento de auto desamor\nprofundo, uma cruel repress\u00e3o do amor. O culpado quer sofrer as consequ\u00eancias\nmartirizantes dos erros porque acha que esse mecanismo \u00e9 libertador. Mas s\u00f3 e\nunicamente o amor liberta a consci\u00eancia.<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em>O nosso compromisso consciencial \u00e9 realizar o bem\nno limite das nossas for\u00e7as. Por\u00e9m, nosso movimento ps\u00edquico de cansa\u00e7o\nangustiante e inquietante decorrente da culpa s\u00f3 ser\u00e1 superado com o descanso\npara a alma conquistado pelo jugo do amor, da mansid\u00e3o e da humildade conforme\nnos convidou Jesus. Isso ser\u00e1 determinante para nosso desenvolvimento\nconsciencial como aprendizes da vida que somos.<\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>CULPA E DIREITO DE ERRAR \u201cCulpa e direito de errar\u201d (Jorge Hessen) Mois\u00e9s nos aconselhou O QUE N\u00c3O DEVEMOS FAZER em nossa trajet\u00f3ria evolutiva, posteriormente, Jesus ensinou O QUE DEVEMOS FAZER e o Espiritismo sugere COMO FAZER. 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