{"id":9287,"date":"2020-02-10T09:20:47","date_gmt":"2020-02-10T11:20:47","guid":{"rendered":"http:\/\/xn--regeneraoplanetria-dsb6a7f.com.br\/?p=9287"},"modified":"2020-02-10T09:20:47","modified_gmt":"2020-02-10T11:20:47","slug":"o-exercicio-da-mediunidade-nas-reunioes-mediunicas","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/xn--regeneraoplanetria-dsb6a7f.com.br\/index.php\/o-exercicio-da-mediunidade-nas-reunioes-mediunicas\/","title":{"rendered":"O exerc\u00edcio da mediunidade nas reuni\u00f5es medi\u00fanicas"},"content":{"rendered":"<div class=\"xg_theme\" data-layout-pack=\"benedick\">\n<div id=\"xg_themebody\">\n<div id=\"xg\" class=\"xg_widget_forum xg_widget_forum_topic xg_widget_forum_topic_show\">\n<div id=\"xg_body\">\n<div id=\"column1\" class=\"xg_column xg_span-16\">\n<div id=\"xg_canvas\" class=\"xj_canvas\">\n<div class=\"xg_module xg_module_with_dialog\">\n<div class=\"xg_headline xg_headline-img xg_headline-2l\">\n<div class=\"tb\">\n<h1>O exerc\u00edcio da mediunidade nas reuni\u00f5es medi\u00fanicas<\/h1>\n<p><a class=\"nolink\">Publicado por <\/a><a href=\"http:\/\/www.redeamigoespirita.com.br\/profile\/JoseAparecidodosSantos\">Amigo Esp\u00edrita<\/a><a class=\"nolink\">\u00a0 em <\/a><a href=\"http:\/\/www.redeamigoespirita.com.br\/group\/artigosespiritas\">Artigos Esp\u00edritas<\/a><\/p>\n<p><strong><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"align-center alignright\" src=\"https:\/\/storage.ning.com\/topology\/rest\/1.0\/file\/get\/1029628193?profile=RESIZE_710x\" width=\"274\" height=\"172\" \/><\/strong><\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<div class=\"xg_module_body\">\n<div class=\"discussion\" data-category-id=\"\">\n<div class=\"description\">\n<div class=\"xg_user_generated\">\n<p><strong>O que aconteceu com a diversidade das mediunidades nas reuni\u00f5es medi\u00fanicas esp\u00edritas?<\/strong><\/p>\n<p><em>Ligia Inhan<\/em><\/p>\n<p>Escritores, pensadores e pesquisadores de diferentes regi\u00f5es do mundo e em distintas \u00e9pocas t\u00eam testemunhado a respeito do fen\u00f4meno medi\u00fanico. Apari\u00e7\u00f5es de Esp\u00edritos, objetos que se incendeiam espontaneamente, transporte de pessoas, s\u00e3o s\u00f3 alguns dos muitos casos registrados.<\/p>\n<p>Esse texto busca levantar uma reflex\u00e3o a respeito da falta de diversidade da pr\u00e1tica medi\u00fanica nos centros esp\u00edritas.<\/p>\n<p>Allan Kardec, em <em>O Livro dos M\u00e9diuns<\/em>, descreve um quadro sin\u00f3ptico das diferentes esp\u00e9cies de m\u00e9diuns. O Codificador afirma categoricamente: \u201c[&#8230;] a mediunidade apresenta uma variedade <em>infinita de matizes<\/em>, que constituem os m\u00e9diuns chamados especiais, dotados de aptid\u00f5es particulares, ainda n\u00e3o definidas, abstra\u00e7\u00e3o feita das qualidades e conhecimentos do Esp\u00edrito que se manifesta.\u201d (a partir do item 185 e seguintes, grifo nosso).<\/p>\n<p>Ele faz uma distin\u00e7\u00e3o bem clara na an\u00e1lise apresentada: a separa\u00e7\u00e3o do Esp\u00edrito que se apresenta e o instrumento pelo qual ele se comunica, e utiliza uma compara\u00e7\u00e3o entre a qualidade de um instrumento musical e a escolha de um artista competente.<\/p>\n<p>Desse modo, o Esp\u00edrito pode escolher trabalhar com um ou outro m\u00e9dium em fun\u00e7\u00e3o do g\u00eanero de comunica\u00e7\u00e3o que queira transmitir e isso independe de qualquer habilidade ou conhecimento consciente do m\u00e9dium. Ali\u00e1s, esta caracter\u00edstica \u00e9 um dos meios de se checar a autenticidade das comunica\u00e7\u00f5es medi\u00fanicas.<\/p>\n<p>Salienta o codificador, que o m\u00e9dium n\u00e3o pode esperar que possua uma ampla gama de tipos de mediunidade, mas se deve entender a natureza do m\u00e9dium, da mesma forma como que se estuda o Esp\u00edrito, \u201cpois s\u00e3o esses os dois elementos essenciais para a obten\u00e7\u00e3o de um resultado satisfat\u00f3rio\u201d.<\/p>\n<p>Por fim, outro ponto interessante \u00e9 ressaltado: a inten\u00e7\u00e3o do m\u00e9dium, \u201co sentimento mais ou menos louv\u00e1vel de quem interroga\u201d.<\/p>\n<p>Kardec ent\u00e3o relaciona uma variedade impressionante de mediunidades, segundo o modo de execu\u00e7\u00e3o, o n\u00edvel de desenvolvimento da faculdade, o g\u00eanero de comunica\u00e7\u00f5es, dentre outras categorias classificat\u00f3rias.<\/p>\n<p>No entanto, a FEB vem orientando h\u00e1 d\u00e9cadas o desenvolvimento da mediunidade do tipo de psicofonia nos materiais did\u00e1ticos para cursos de mediunidade:<\/p>\n<p>\u201c\u00c9 importante destacar que a psicografia n\u00e3o \u00e9 a forma medi\u00fanica mais indicada para o atendimento de Esp\u00edritos necessitados ou portadores de declarada perturba\u00e7\u00e3o espiritual. <em>A psicofonia \u00e9, sim, a mediunidade de escolha, favorecendo o di\u00e1logo e o aux\u00edlio mais efetivo ao comunicante sofredor.<\/em> Contudo, vale assinalar que os benfeitores espirituais se manifestam, usualmente, tanto pela psicografia quanto pela psicofonia\u201d (Apostila Mediunidade Estudo e Pr\u00e1tica. M\u00f3dulo II, p. 125). (<a href=\"http:\/\/www.febnet.org.br\/wp-content\/uploads\/2014\/05\/Estudo-e-pratica-da-mediunidade-II.pdf\">http:\/\/www.febnet.org.br\/wp-content\/uploads\/2014\/05\/Estudo-e-pratic&#8230;<\/a>)<\/p>\n<p>Mas porque a prefer\u00eancia pela psicofonia se Kardec d\u00e1 prefer\u00eancia \u00e0 psicografia? Segundo o Codificador, \u201ca escrita tem sobretudo a vantagem de demonstrar de maneira mais material a interven\u00e7\u00e3o de uma pot\u00eancia oculta, deixando tra\u00e7os que podemos conservar, como fazemos com a nossa pr\u00f3pria correspond\u00eancia (<em>O Livro dos M\u00e9diuns<\/em>, item 152).<\/p>\n<p>Podemos perceber esse vi\u00e9s pelas obras do Esp\u00edrito Andr\u00e9 Luiz, psicografadas por Chico Xavier. A obra <em>Nos dom\u00ednios da mediunidade<\/em> apresenta se\u00e7\u00f5es medi\u00fanicas cl\u00e1ssicas, com 10 a 12 m\u00e9diuns, nas quais as comunica\u00e7\u00f5es s\u00e3o feitas atrav\u00e9s da psicofonia.<\/p>\n<p>Mas h\u00e1 tipos de mediunidades diferentes. No cap\u00edtulo 3, apresenta os quatro m\u00e9diuns: Eug\u00eania, com a psicofonia consciente intuitiva; An\u00e9lio, clarivid\u00eancia, clariaudi\u00eancia e psicografia; Antonio Castro, psicofonia sonamb\u00falica e de desdobramento; e Celina com clarivid\u00eancia, clariaudi\u00eancia, psicofonia sonamb\u00falica e de desdobramento.<\/p>\n<p>H\u00e1 dois pontos interessantes a serem acrescentados aqui: 1) ao que parece, as descri\u00e7\u00f5es das reuni\u00f5es medi\u00fanicas contadas a partir das obras deste Esp\u00edrito evidenciaria que essa pr\u00e1tica j\u00e1 havia se tornado o meio mais comum de interc\u00e2mbio com os esp\u00edritos, as chamadas \u201creuni\u00e3o para fazer caridade\u201d, no atendimento priorit\u00e1rio aos Esp\u00edritos infelizes. Saber porque houve essa troca de prefer\u00eancias da mediunidade poderia ser um interessante campo de estudos para pesquisadores esp\u00edritas no futuro. Por outro lado, n\u00e3o se sabe se a pr\u00e1tica j\u00e1 havia sido disseminada desta forma, ou se foi a partir das obras de Andr\u00e9 Luiz que se estabeleceu um padr\u00e3o para as que foram criadas ap\u00f3s.<\/p>\n<p>2) Alguns leitores poderiam lembrar que a mediunidade de psicografia ficaria mais restrita aos m\u00e9diuns mission\u00e1rios, cujo papel seria na divulga\u00e7\u00e3o, produ\u00e7\u00e3o de conte\u00fado esp\u00edrita e dar continuidade ao precioso interc\u00e2mbio espiritual benfeitor.<\/p>\n<p>No entanto, Kardec analisou comunica\u00e7\u00f5es de m\u00e9diuns dos mais diversos matizes, grau de instru\u00e7\u00e3o e n\u00edvel social. Trabalhou diretamente com adolescentes, que n\u00e3o tinham nenhum papel importante a ser desenvolvido para a humanidade individualmente, mas tinham sim, coletivamente. O valor da Codifica\u00e7\u00e3o Esp\u00edrita est\u00e1 justamente na diversidade de m\u00e9diuns, mediunidades, Esp\u00edritos e origens.<\/p>\n<p>Kardec ressaltou in\u00fameras vezes que o desinteresse e o n\u00edvel moral eram os \u00fanicos crit\u00e9rios que conferiam veracidade das comunica\u00e7\u00f5es e fez quest\u00e3o de dispensar os nomes de m\u00e9diuns nas mensagens publicadas, que tinham sido analisadas pelo conte\u00fado e pelo nome do Esp\u00edrito, quando este o depunha.<\/p>\n<p>Ao contr\u00e1rio, a depend\u00eancia de m\u00e9diuns exclusivos leva ao s\u00e9rio risco de messianismo, pois parece que somente indiv\u00edduos sozinhos, com suas miss\u00f5es exclusivas, possuem credenciais para continuar a progress\u00e3o do conhecimento esp\u00edrita. Longe de serem especiais, necessitam da assist\u00eancia de um grupo coeso e, o bom senso aconselha, quanto mais m\u00e9diuns dedicados e com n\u00edveis semelhantes de capacidade e moralidade de um grupo, melhor para esse ou aquele que possa vir a se sobressair.<\/p>\n<p>Essa quest\u00e3o parece ter consequ\u00eancia sobre o desenvolvimento\/aprimoramento da mediunidade da psicofonia como forma exclusiva de comunica\u00e7\u00e3o dos esp\u00edritos. Mas mesmo esta modalidade possui uma ampla gama de matizes que interferem na comunica\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>A t\u00edtulo de um testemunho, durante mais de duas d\u00e9cadas frequentando reuni\u00f5es medi\u00fanicas, fui percebendo a uniformiza\u00e7\u00e3o das comunica\u00e7\u00f5es e das mediunidades sem que os m\u00e9diuns e dirigentes dessem conta dessa deteriora\u00e7\u00e3o. Sem risco de errar, 100% dos Esp\u00edritos comunicantes eram do mesmo n\u00edvel dos m\u00e9diuns, falando basicamente das mesmas trag\u00e9dias, desilus\u00f5es e desesperan\u00e7as.<\/p>\n<p>Essa percep\u00e7\u00e3o pode estar relacionada com a metodologia de atendimento. A conversa entre esclarecedor e comunicante se assemelhava a uma esp\u00e9cie de <em>Twitter<\/em> medi\u00fanico: o Esp\u00edrito se apresenta com algumas poucas frases, que o m\u00e9dium deveria controlar, o esclarecedor respondia sobriamente e em cinco, no m\u00e1ximo 10 minutos, nesta mesma linha de atua\u00e7\u00e3o, e na sequ\u00eancia o Esp\u00edrito era dispensado para os cuidados dos Esp\u00edritos benfeitores.<\/p>\n<p>Alguns m\u00e9diuns se sentiam desconfort\u00e1veis com esses esclarecimentos, mas as justificativas eram sempre as mesmas: \u201cisso \u00e9 s\u00f3 um primeiro socorro\u201d; \u201ca reuni\u00e3o medi\u00fanica \u00e9 s\u00f3 um pronto-socorro\u201d. Mas mesmo em um pronto-socorro humano h\u00e1 evolu\u00e7\u00e3o das pr\u00e1ticas, aperfei\u00e7oamento das ferramentas e avalia\u00e7\u00e3o constante. Aparecem casos extremos e outros menos, h\u00e1 varia\u00e7\u00f5es no atendimento, mesmo porque o pessoal qualificado melhora suas habilidades com estudo e com a pr\u00e1tica.<\/p>\n<p>Algumas dessas dificuldades poderiam ser resolvidas durante a avalia\u00e7\u00e3o, que seria o momento ideal para expor-se livremente no grupo, no intuito de entender o que ocorreu durante os transes, imediatamente ap\u00f3s as manifesta\u00e7\u00f5es. O grupo poderia entender as caracter\u00edsticas pr\u00f3prias da mediunidade e das comunica\u00e7\u00f5es e quais poderiam ser as t\u00e9cnicas de di\u00e1logo que melhor se adequassem aos atendimentos.<\/p>\n<p>No entanto, muitas vezes, no lugar da avalia\u00e7\u00e3o, o que ocorria era uma esp\u00e9cie de pacto de sil\u00eancio, incluindo os m\u00e9diuns e esclarecedores. Pr\u00e1ticas como essas podem levar a um c\u00edrculo vicioso, gerando um campo prol\u00edfico para o animismo, ou mesmo a mistifica\u00e7\u00e3o, inconsciente ou n\u00e3o.<\/p>\n<p>Hoje, com os recursos de v\u00eddeo e grava\u00e7\u00e3o, n\u00e3o h\u00e1 como alegar a falta de instrumentos para avalia\u00e7\u00e3o das reuni\u00f5es medi\u00fanicas.<\/p>\n<p>A pr\u00e1tica da avalia\u00e7\u00e3o s\u00e9ria e detalhada auxiliaria na distin\u00e7\u00e3o entre progresso e estagna\u00e7\u00e3o e evitaria um posterior insucesso nos atendimentos aos Esp\u00edritos, particularmente no caso deobsess\u00f5es perigosas dos M\u00e9diuns e esclarecedores. Kardec \u00e9 enf\u00e1tico neste ponto e aconselha peremptoriamente a participa\u00e7\u00e3o dos m\u00e9diuns nas reuni\u00f5es de estudos espec\u00edficas para fazer a avalia\u00e7\u00e3o das comunica\u00e7\u00f5es, conforme est\u00e1 no cap\u00edtulo <em>Reuni\u00f5es e Sociedades Esp\u00edritas<\/em>, item 329 de <em>O Livro dos M\u00e9diuns<\/em>. Todos os destaques s\u00e3o nossos.<\/p>\n<p>\u201cAs reuni\u00f5es de estudo s\u00e3o ainda de grande utilidade para os m\u00e9diuns de manifesta\u00e7\u00f5es inteligentes, <em>sobretudo para os que desejam seriamente aperfei\u00e7oar-se e por isso mesmo n\u00e3o comparecem a elas com a tola presun\u00e7\u00e3o da infalibilidade.<\/em> [&#8230;] Gra\u00e7as ao isolamento e \u00e0 fascina\u00e7\u00e3o, podem facilmente lev\u00e1-lo a aceitar tudo o que quiserem.\u201d<\/p>\n<p>\u201cNunca repetir\u00edamos demasiado: <em>a\u00ed est\u00e1 n\u00e3o somente uma dificuldade, mas um perigo<\/em>. Sim, podemos diz\u00ea-lo um verdadeiro perigo. <em>O \u00fanico meio de escapar a ele \u00e9 submeter-se o m\u00e9dium ao controle de pessoas desinteressadas e bondosas<\/em>, que, julgando as comunica\u00e7\u00f5es com frieza e imparcialidade, possam abrir-lhe os olhos elev\u00e1-los a perceber o que n\u00e3o pode ver por si mesmo. Ora, <em>todo m\u00e9dium que teme esse julgamento j\u00e1 se encontra no caminho da obsess\u00e3o.<\/em> Aquele que pensa que a luz s\u00f3 foi feita para ele j\u00e1 est\u00e1 completamente subjugado. Leva-se a mal as observa\u00e7\u00f5es e as repele, irritando-se com elas, n\u00e3o h\u00e1 d\u00favida quanto \u00e0 natureza m\u00e1 do Esp\u00edrito que o assiste.\u201d<\/p>\n<p>Neste sentido, quando pegamos o exemplo de vida esp\u00edrita de Yvonne do AmaralPereira, percebemos que parece haver um verdadeiro abismo entre o que se pratica hoje, como que ela praticava em centros onde frequentou.<\/p>\n<p>No livro <em>\u00c0 Luz do Consolador<\/em>, cap\u00edtulo 5, ela revela: \u201cNunca desenvolvi a mediunidade, ela apresentou-se por si mesma, naturalmente, sem que eu me preocupasse em atra\u00ed-la, pois, em verdade, <em>n\u00e3o h\u00e1 necessidade em se desenvolver a faculdade medi\u00fanica, ela se apresentar\u00e1 sozinha, se realmente existir, e se formos dedicados \u00e0s operosidades esp\u00edritas<\/em>\u201d (grifo nosso).<\/p>\n<p>Mais \u00e0 frente, ela ainda desabafa: \u201cEm certa \u00e9poca de minha vida, no Rio de Janeiro, morei sozinha em um pequeno apartamento [&#8230;]. Havia oferecido minha colabora\u00e7\u00e3o esp\u00edrita e medi\u00fanica a alguns centros esp\u00edritas. <em>N\u00e3o fui aceita por nenhum. A burocracia repelia-me<\/em>&#8221; (grifo nosso).<\/p>\n<p>Nas reuni\u00f5es medi\u00fanicas, ela foi psic\u00f3grafa, especialista em receitu\u00e1rio e produ\u00e7\u00e3o de livros; psicof\u00f4nica, com a especialidade no atendimento aos casos de obsess\u00e3o e suicidas; de efeitos f\u00edsicos, com as especialidades de materializa\u00e7\u00f5es, receitu\u00e1rio e passes para curas; e tamb\u00e9m foi m\u00e9dium oradora, entre outros tipos ainda a serem estudados atrav\u00e9s das suas pr\u00f3prias obras.<\/p>\n<p>Finalizando, percebe-se hoje que as rotinas estabelecidas por cursos,a t\u00edtulo de assegurar uma disciplina de comportamento, acabam por focar excessivamente a mediunidade psicof\u00f4nica, n\u00e3o abrindo espa\u00e7o para os m\u00e9diuns perceberem outras formas de comunica\u00e7\u00e3o. Uma variedade de mediunidade como as de Yvonne Pereira jamais seriam sequer percebidas pelos m\u00e9diuns, seja pela falta de autoconhecimento, seja pela falta de avalia\u00e7\u00e3o, seja porque os cursos s\u00e3o voltados para a massifica\u00e7\u00e3o da mediunidade.<\/p>\n<p>A disciplina moral do Evangelho \u00e9 mais do que a disciplina material, cujas pr\u00e1ticas t\u00eam se assemelhado \u00e0s das empresas e dos escrit\u00f3rios do mundo.<\/p>\n<p>Mais uma vez, Yvonne fornece uma resposta adequada:<\/p>\n<p>\u201cConservei-me sempre esp\u00edrita e m\u00e9dium muito independente, jamais consenti que a dire\u00e7\u00e3o dos n\u00facleos onde trabalhei<em>bitolasse e burocratizasse as minhas faculdades medi\u00fanicas.<\/em> [&#8230;] Para isso, aprofundei-me no estudo severo da Doutrina, <em>a fim de conhecer o terreno em que caminhava e conservar com raz\u00e3o a minha independ\u00eancia.<\/em> No entanto, observei <em>a rigor o crit\u00e9rio e os hor\u00e1rios fixados<\/em> pelos poucos centros onde servi, <em>mas jamais me submeti \u00e0 burocracia<\/em> mantida por alguns\u201d (<em>\u00c0 Luz do Consolador<\/em>, cap\u00edtulo 6).<\/p>\n<p>Estamos na era da comunica\u00e7\u00e3o digital que atravessa o mundo em segundos e a comunica\u00e7\u00e3o medi\u00fanica est\u00e1 restrita ainda \u00e0 psicofonia, na sua mais simples manifesta\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Fomentar a diversidade da mediunidade \u00e9 auxiliar na evolu\u00e7\u00e3o das comunica\u00e7\u00f5es medi\u00fanicas, que consequentemente far\u00e1 progredir os atendimentos e as reuni\u00f5es.<\/p>\n<p>Autora:<\/p>\n<p><strong>Ligia Inhan<\/strong>, trabalhadora da Sociedade Esp\u00edrita Primavera, em Juiz de Fora &#8211; MG<\/p>\n<p><a target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">ligia.inhan@gmail.com<\/a><\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O exerc\u00edcio da mediunidade nas reuni\u00f5es medi\u00fanicas Publicado por Amigo Esp\u00edrita\u00a0 em Artigos Esp\u00edritas O que aconteceu com a diversidade das mediunidades nas reuni\u00f5es medi\u00fanicas esp\u00edritas? 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